Quarto de Cuddy. – Naquela noite.

Lá estava ele em pé junto à porta.

Bateu na porta.

Cuddy abriu e viu House, que parou admirando-a.

- Vamos? – perguntou ele

- Sim. – respondeu ela.

Ele ofereceu o braço a ela, que aceitou e juntos saíram do hotel.

Quando Cuddy achou que ele ia chamar um taxi, surpreendeu-se ao ver a limusine que os esperava.

- Como você...? – House a interrompeu.

- Minha chefa paga bem. – brincou ele e sorriu para ela, enquanto abria a porta para que ela entrasse.

Cuddy riu e entrou no veículo.

House entrou em seguida.

Restaurante. – Naquela noite.

House e Cuddy sentaram-se um de frente para o outro.

House pediu um vinho e depois cada um pediu seu prato.

Cuddy percebeu que às vezes House agia como ele mesmo e às vezes era educado e ate mesmo gentil. Isso era diferente, House estava tentando agradá-la.

Ele a observava calmamente, admirando a bela mulher a sua frente.

O jantar aconteceu tranquilamente, mas o silencio ainda era um pequeno problema entre o casal.

Quarto de Cuddy. – Depois do jantar.

House outra vez foi deixá-la na porta de seu quarto.

- E hoje, posso? – perguntou House

- O que? – questionou Cuddy sem entender.

- Entrar. – respondeu ele

- Não estou tão bêbada – falou ela

- Ora, vamos lá prometo que não farei nada. – falou ele.

Cuddy o encarou por um momento e então o deixou entrar.

Ela foi até o quarto guardar sua bolsa.

House estava na pequena sala de estar, pensando em como Cuddy era e em como o tempo havia feito bem a ela, era uma mulher atraente, sexy, realizada profissionalmente... Naquele momento House a desejou. Mancou até o quarto e ficou observando-a.

Cuddy notou a presença dele e olhou para ele. Ainda o amava. Adorava, mesmo que lá no fundo, quando ele fazia piadinhas sexuais com ela. Lembrou-se do bilhete no buque de rosas.

"Te quero..."

House também se lembrou do bilhete. Era uma verdade o que ele tinha escrito. Ele a queria, tanto que mudaria seu jeito de ser só para tê-la consigo.

- O que foi? – perguntou ela vendo que ele a observava.

- Soube que recebeu flores... De quem? – falou ele querendo dar inicio aos jogos e aproximando se dela.

- De um médico... Por que esse interesse? – perguntou ela entrando no jogo.

- Como ele é? – perguntou ele

- Depende da situação, ele pode fazer coisas inesperadas. – respondeu ela – Pode mandar-lhe flores com um bilhete.

- Dizem que o que ele escreve é coisa séria. – falou ele

- Eu não teria tanta certeza. – ela tentava provocá-lo, sabia onde isso ia dar e apesar de tudo queria aquilo. – Não acho que ele consegue o que quer.

- Hora de descobrir. – fala ele, puxa ela pela cintura e une seus lábios aos dela. Logo estavam trocando um beijo quente e úmido.

House começa a beijar o pescoço dela fazendo-a tremer no primeiro contanto. Cuddy vai amolecendo e baixando a guarda. House a prensa contra o guarda-roupa, torna beijar seus lábios. Cuddy corresponde aos beijos dele. Ele então resolveu fazer tortura. Virou e a colocou sentada na cama apoiada nos travesseiros e sentou-se um pouco afastado, em seguida pegou seus pés e começou a massageá-los.

( House's POV.)

Peguei seus pés pálidos e comecei a massagear, então a vi suspirar e se ajeitar na cama ficando mais confortável. Passei os dedos entre os dela e a ouvi soltar um gemido longo e excitante.

House começou a sentir seu "membro" se "animar".

(House's POV.)

Larguei um pé para pegar o outro, mas durante esse intervalo dei uma pausa para ver sua reação, essa foi imediata.

- House! Quero mais. – ela falava autoritária.

- Yes mistress. – falei pegando o outro pé.

Ouvi ela gemer outra vez, isso me excitava. Então passei a beijar os pés dela... Como ela geme.

( Cuddy's POV.)

Oh God! Quanto tesão... Ele passou a chupar meus dedos, não agüentei soltei outro gemido... Se ele estava tentando me torturar... Conseguiu. Isso é maldade!

Cuddy queria beijá-lo novamente. Sua excitação aumentou quando House ameaçou silenciosamente a subir seus beijos, mas sua intenção era torturá-la então deixou os pés dela beijou seu rosto, queixo, bochechas, testa, mas nunca na boca. Até que Cuddy perdendo o controle deu-lhe um beijo e começou a tirar a camisa que ele usava. House voltou a atenção para o pescoço dela e o beijou enquanto ia abrindo o zíper do vestido que ela usava. Foi descendo os beijos até o busto, ao chegar à região abaixou o vestido, conseguindo vista para os mamilos enrijecidos de excitação. Passou a acariciá-los delicadamente, fazendo Cuddy suspirar de prazer. Depois substitui suas mãos por língua e boca. Deixando suas mãos livre para continuar o processo de retirar o vestido dela.

Cuddy já estava apenas de calcinha quando começou a tirar a calça de House. Ele voltou a beijar seus lábios se aproximando mais dela, permitindo que ela sentisse a rigidez sobre a boxer que usava. Com os pés Cuddy retirou a boxer, House passou a beijar a barriga dela fazendo uma trilha até chegar onde queria, retirou a calcinha dela e começou seu 'trabalho'. Cuddy gemia alto enquanto ele passava língua em seu ponto sensível. Antes que ela tivesse um orgasmo, House a penetrou. Os beijos ficaram mais intensos, enquanto ambos 'caminhavam' para o orgasmo, que segundos depois foi atingido. House ofegante deitou-se ao lado dela e a abraçou enquanto recuperavam as energias. Depois de um tempo adormeceram abraçados.