Notas: Bom, eu tinha prometido colocar este capitulo ontem, mas non rolou, tive outras coisas para fazer u.u
Ah, esse cap non tem lemon, mas tentei deixar o melhor possivel, talvez eu até dê uma modificada nele depois que eu terminar a fic inteira... vamos ver...
Em fim, boa leitura!
Spicy Marmalade
Abriu os olhos e viu que estava em um quarto diferente, era arrumado de mais para ser seu quarto… Em fim, sentou-se na cama e notou que estava completamente nu, bem, deveria ter saído com alguma garota e acabou dormindo com ela. Não era algo muito estranho, afinal, ele sempre arranjava alguma "mina" para se divertir quando queria.
Respirou fundo e se espreguiçou, precisava por uma roupa e cair fora daquele lugar antes que a criatura viesse lhe falar que agora estavam namorando. Olhou para os lados dando uma olhada melhor no quarto, além de estar tudo bem arrumado tinha uma cômoda, um espelho, um armário e um sofá. Meio suspeito, mas aquilo não parecia muito bem com os quartos de garotas no qual já havia dormido.
Levantou-se na cama, ainda nu. Caminhou até o sofá onde suas roupas estavam dobradas, ao passar pelo espelho olhou seu próprio corpo. Tinham algumas marcas avermelhadas do pescoço ao ombro, outras em suas costas e... alguma coisa meio gosmenta em seu peito. Recolheu aquela substancia misteriosa e levou à boca.
- Oh crap! Isso... shit… lembrei… - Aquilo tinha gosto de sêmen! Aos poucos foi lembrando-se do que havia ocorrido no dia anterior. Ele havia saído com alguns amigos depois das aulas, and you know, ele não era um aluno exemplar, havia repetido de ano duas vezes e agora era o mais velho da turma, mas mesmo assim saía sempre com os mais novos para se divertirem.
Foi com os colegas até um bar chamado "High Heels", era um bar com várias garotas gostosas. Por ser filho do presidente de uma famosa editora, todas ali queriam ter o garoto para si, sentavam displicentemente em seu colo, rebolavam em cima dele e o provocavam. Queria levar algumas delas para cama, mas seu pai havia pedido que fosse à casa de algum escritor estranho que ele recomendara para pedir algumas lições de literatura, afinal, tinha um vestibular para passar, mas suas notas eram horríveis.
Mesmo irritado, apenas recusava as propostas das garotas dizendo que ainda tinha um lugar para ir. Uma delas lhe deu um beijo e o desafiou dizendo que o faria esquecer aquele outro compromisso. Como bom "herói" que era, ele não fugiu do desafio. A garota tirou um pequeno frasco que estava entre seus seios marcados pelo corpete vermelho. Despejou todo o liquido em um copo cheio de cerveja, então aquele era o desavio: beber todo o conteúdo do copo e não ter vontade de levar a garota para cama.
Deu uma risada bem alta, segurou o copo e bebeu tudo que tinha ali em um único gole. Mesmo com o que a garota tinha despejado, aquilo ainda tinha gosto de cerveja. Se passou uma meia hora e nada de alteração... a garota continuava insistindo que ele deveria sair com ela e deixar de ir ao compromisso. Sinceramente, estava ficando sem paciência, deu uma olhada no relógio vendo que já passava das oito da noite e o lugar onde tinha de ir ficava a mais de uma hora de carro... tinha se esquecido completamente desse fato.
Se despediu dos amigos dizendo que realmente precisava ir, eles reclamaram, pois o único que tinha um veiculo ali era ele. Foi até o carro, se sentiu meio estranho, estava com muito calor e irritado, não era do seu feitio ser assim já que sempre estava sorrindo. Ligou o carro e deu a partida. Estava chovendo e tinha um transito desgraçado, mas fazer o que? Tinha prometido que iria à casa daquele escritor ainda hoje e não poderia contrariar seu pai.
Mais de uma hora depois estava tocando desesperadamente a campainha do escritor, quando o outro atendeu ele ficou confuso até encontrar a câmera do interfone. Depois de um tempo a porta estava se abrindo para que ele entrasse.
Já tinha ido à casa de alguns outros escritores, mas aquele apartamento era diferente, estava tudo muito bem organizado, a decoração era simples, mas ao mesmo tempo muito arrojada. Viu o outro andando até um cômodo e o seguiu parando na frente da porta enquanto o outro se sentava no sofá. Explicou a situação e ouviu o escritor negar a proposta, nessa hora ficou puto, ninguém recusava uma proposta dele. Mas, no problem, o faria aceitar de qualquer jeito.
-Let´s make love... - Depois, well, ele havia tranzado com o escritor. Nunca havia sequer sonhado em dormir com um cara, mas acabou fazendo o que seu corpo queria e aquilo tinha sido a melhor foda da sua vida! Não sabia se tinha sido pelo que havia bebido ou o que fosse, mas tinha ficado altamente excitado por ver o inglês sob seu comando.
-Well, now it´s done... – Colocou sua calça e saiu do quarto onde estava. Precisava tomar um banho, mas nem mesmo sabia onde ficava o banheiro.
Encontrou uma porta aberta e entrou, parando logo depois, lá estava o escritor sentado em sua mesa, com um cigarro ao lado e digitando freneticamente. Aparentemente ele já havia tomado um banho, pois seus cabelos estavam molhados, também vestia uma camisa com a gravata impecável, uma calça e até mesmo sapatos. Quem, no mundo, iria ficar vestido daquela forma dentro da própria casa?
-Mornin' Artie! – Sorriu, aquela visão do inglês sentado escrevendo o deixava extasiado.
-What the fuck? Que porcaria de apelido é esse? Eu me chamo Arthur! – O escritor olhou o outro com raiva. Ao avistar a figura do americano com o tronco nu e os cabelos desarrumados quase caiu para trás, my godness, aquilo realmente era um garoto? Mas não iria admitir aquilo. – E para começo de conversa, fale corretamente comigo!
-Eh? Mas Artie, assim fica mais bonitinho... – Sorriu ao ver que o outro o olhava como se quisesse come-lo. – E eu to falando de boa com você!
-Ta falando de boa? Me recuso a te ensinar com esse tipo de linguajar! – Se libertou da corrente que o prendia à visão do americano, voltando-se para a tela do computador. – Prefiro não perder meu tempo! Stupid American...
-Why? Você disse que iria me ensinar. I do remember! – Provocar sempre cai bem logo pela manhã. Andou até a cadeira do escritor e o abraçou por trás fazendo com que o outro engasgasse com a fumaça do cigarro. – Você disse... depois que... I made ya have some fun...
Falou sussurrando no ouvido do outro, provocando-o e o deixando, de certa forma, corado. O cheiro do suor, aquelas mãos quentes o envolvendo e ainda por cima o hálito morno em sua orelha tinham deixado Arthur completamente excitado e vermelho, lembrando-se da noite anterior.
Nunca havia se entregado a alguém, geralmente ele que fazia as honras e além de tudo... com um moleque, filho do presidente da sua editora e que chegara do nada em sua casa lhe pedindo uma ajuda. Aquilo não fazia sentido, o jeito que o outro tinha o segurado firmemente enquanto trocavam caricias intimas, como o tinha dominado... for god's sake, aquilo não estava certo.
-First of all... vá tomar um banho! O banheiro é a terceira porta a direita. – Precisava tirar aquele garoto dali, estava começando ter um incomodo entre as pernas e não queria que o outro descobrisse.
-Yes, Boss... – Falou Alfred divertido, soltando o mais velho e saindo do cômodo e indo para o banheiro. Arthur ouviu o chuveiro ser ligado e logo tratou de apagar o cigarro e abrir a calça.
Fucking shit! Não sabia o que aquele garoto tinha feito, mas estava com tanto tesão que não conseguiu ficar parado, tinha de se aliviar de alguma forma enquanto o outro tomava banho. Pegou seu membro e o massageou de leve, como Alfred havia feito na noite anterior. Com a outra mão tocou um de seus mamilos por cima da camisa que usava, as imagens do americano o tocando simplesmente brotavam em sua cabeça.
De repente uma nova visão: a do americano tomando banho. A agua escorrendo por seu corpo, tocando todos os lugares e deixando sua pele molhada. Arthur começou a aumentar os movimentos que fazia em seu membro, aquilo não poderia estar acontecendo, era errado e mesmo assim não conseguia negar que era excitante!
-Ah... hnnn... Alfred... – Gemeu chamando pelo outro quando se aliviou, deixando o liquido branco escorrer por sua mão. Já chega, precisava pensar em outra coisa, resolveu que continuaria escrevendo seu romance.
Por outro lado, Alfred saiu do escritório do inglês sabendo que realmente precisava tomar um banho, mas ao mesmo tempo, porque se ficasse mais um minuto agarrado a ele, teria o atirado no chão e o comido ali mesmo for sure!
Ele sabia muito bem que o outro estava em um estado delicado, mas ele mesmo também estava e não conseguia controlar isso. Andou pelo corredor até a porta indicada pelo escritor, a abriu e entrou no banheiro. Como todo o resto da casa, era algo simples, mas super bem organizado. Tirou a calça que usava e ligou o chuveiro esperando um pouco a agua esquentar para depois entrar no box.
Entrou embaixo do chuveiro, deixando com que a agua corresse por todo seu corpo e apenas o toque gentil da agua morna o deixava aceso. Aquilo, provavelmente, era algum resquício do que havia bebido na noite anterior. Nunca que ele ficaria assim por um cara que tinha acabado de conhecer, se bem que com garotas isso acontecia o tempo todo hehehe.
Teria de dar uma aliviada na tensão, pois seu membro estava tão rígido que já chegava a doer. Apoiou um dos braços na parece do banheiro e segurou seu membro o tocando com vontade. Movia a mão o mais rápido e forte que podia, aquilo não costumava a acontecer muito, era um fato que fazia algum tempo desde que tinha se masturbado pela ultima vez. Quanto queria sexo, simplesmente saia com alguma garota por ai.
-Alguma garota? Hnnn... no… - Não queria uma garota, queria aquele buraco apertado do escritor que lhe pressionava ao máximo. As memorias da outra noite... o inglês ajoelhado com o tronco no sofá, pedindo que ele enfiasse seu pau dentro dele... os gemidos... aquele rosto carregado de prazer. Não demorou muito para que gozasse em jatos na parede do banheiro só de pensar no escritor.
Aquilo era estranho, nunca que iria pensar num homem enquanto tentava se aliviar, mas tinha acontecido. Bom, desejos carnais eram desejos carnais, não que estivesse apaixonado pelo inglês ou coisa do gênero.
Terminou de tomar seu banho, pegou uma das toalhas que estavam dobradas em cima da bancada e começou a se secar. O pano áspero e ao mesmo tempo ríspido passando por sua pele, sem querer tocou seus mamilos com a toalha enquanto secava seu tronco. Puta merda, aquilo o havia deixado duro de novo.
-Crap! Again? – Teria de fazer todo aquele trabalho de novo… que tipo de porcaria aquela garota tinha colocado em sua bebida para que ele ficasse naquele estado simplesmente por que estava se secando. Não tinha muito que fazer, segurou seu membro novamente recomeçando os movimentos para que acabasse aquilo rapidamente.
Saiu do banheiro apenas com a calça, passou no quarto para pegar sua blusa e depois foi ao encontro de Arthur. Ao chegar ao escritório viu uma pilha de livros em cima da mesa.
-Look, já que eu vou ter de te ensinar, comece lendo aqueles livros. – Arthur virou para Alfred e apontou os livros que havia separado. – Depois iremos conversar sobre eles, okay?
-Eh? R u crazy, man? Impossível ler tudo isso… - Se aproximou da pilha de livros começando a dar uma olhada nos títulos. – Que raios de livros são esses? "Rei Lear", "Hamlet" e... "Romeu e Julieta"? – Aquilo parecia mmmuuuiiitttooo chato – Isso é livro para menininhas apaixonadas!
-Isso é literatura, stupid brat! E você vai ler cada um deles! – Falou Arthur com autoridade, olhando o jovem enquanto acendia um cigarro. – Não foi você que pediu que eu o ensinasse? Pois bem, ai está a primeira lição.
-Porra, mas não precisava ter tudo isso! – Era bem interessante ver o quanto o garoto reclamava daqueles livros, tanto que o escritor deu uma risada. Alfred remexia nos livros sem conseguir escolher um que o agradasse, mas nenhum deles conseguia atrair sua atenção, ainda mais porque eram livros velhos que tinham palavras bizarras. – I dun like none of them! Tem alguma coisa melhor?
-No... você tem que ler esses. – Ver o desespero do mais novo era engraçado. E realmente aqueles eram livros de literatura clássica que sempre caia nos vestibulares.
-Saco... – Falou o americano irritado, mas parou e sorriu para o escritor. Aparentemente tinha tido uma ideia. – Artie, você é escritor não é?
-Well, yes... so? –Levantou uma sobrancelha, encarando o mais novo. Já não gostava daquele jeito que ele falava e nem de como o chamava, mas aquele sorriso o fazia esquecer-se do resto.
-So... você poderia me dar um dos seus livros para ler, talvez seja melhor... – De certa forma, seria melhor ler algo do escritor, do que ler aquelas porcarias centenárias... – Please!
-Meus livros não caem no vestibular... – Arthur estava com cara de poucos amigos, apenas respondendo o americano, onde já se viu querer usar seus livros para se livrar daqueles que eram mais importantes. Não que desprezasse seu trabalho, mas naquela situação a melhor coisa eram livros clássicos.
-Ahhh... vai Artie! Se for um livro seu, eu acho que consigo ler… - Não que estivesse mentindo, Arthur era o melhor escritor do momento e provavelmente ele escrevia coisas mais interessantes do que aquele tal de Shakespear...
-Hn... talvez para começar... – Arthur se levantou da cadeira e foi até a estante perto do sofá, correu os olhos pelos livros ali dispostos e pegou um deles o entregando ao americano. – Here... acho que este serve. Foi o primeiro livro que eu publiquei... tinha uns vinte anos na época.
-Vinte anos? Você não tem amigos? – Estava um tanto quanto espantado, ele tinha publicado seu primeiro livro com aquela idade? Com vinte anos Alfred esperava apenas poder levar uma vida de boa com várias mulheres e ser um jogador profissional.
-Para seu conhecimento, eu tenho amigos sim! – Arthur fechou a cara, sem fazer a mínima questão de esconder a raiva por entre seu sorriso. – Só não tinha uma vida regada a dinheiro como você...
-But... mesmo assim... – Alfred tinha pisado na bola e ele sabia disso. Era melhor mudar de assunto... – Por falar nisso, Artie, quantos anos você tem?
-Trinta e dois... – Falou virando de costas, encarando a estante repleta de livros que ele mesmo já havia publicado.
-Não sabia que você era tão velho... – Alfred falou sem pensar, mas acabou deixando o mais velho ainda mais puto.
-You brat, você que é só um moleque... – Não continuou a frase, um ronco bem alto se fez ouvir pela sala. O americano levou uma das mãos à cabeça e a outra a barriga e riu envergonhado. Ele estava com fome e sua barriga tinha reclamado da forma mais embaraçosa possível.
-Vejo que esta com fome... – Arthur voltou-se para o americano com os olhos fechados e segurando a vontade de rir.
Já eram quase quatro da tarde e agora que parava para pensar, não havia ingerido qualquer coisa solida desde o dia anterior. Saiu andando do escritório sendo acompanhado pelo americano até a cozinha. Falou para o outro se sentar em uma das cadeiras da bancada e foi até a geladeira pegar uma panela. Aquilo era o almoço que havia feito no dia anterior e não tinha comido tudo, então só precisava esquentar.
-É o que tenho... – Entregou um prato com um pouco de arroz e curry para o americano. – Não espere muito...
Arthur pegou sua porção e sentou-se de frente para o mais novo, que levava a primeira garfada à boca.
-Artie... what the hell is this? – Ao colocar a comida na boca, Alfred teve vontade de vomitar aquela coisa. Era um curry apimentado, mas estava doce... a parte do apimentado estava ok, mas a parte do doce, well... – Está doce!
-Se não gosta, faça algo você mesmo! – Retrucou o escritor. Ele não era muito bom na cozinha, mas também não precisava falar daquele jeito!
-Não tem nenhum hambúrguer ou pizza? – Estava difícil continuar comendo aquilo e realmente ele preferia comidas não muito nutritivas.
-No... e você vai ficar gordo de comer essas porcarias. – Não estava gostando daquela conversa, preferia estar sentado na frente do computador escrevendo seu novo romance.
-Puxa Artie, ta parecendo um velho ranzinza... – Alfred recebeu um olhar "mortal" do inglês, ele tinha pisado na bola de novo...
-Que seja... Alfred, pegue o livro que lhe dei e vá para casa! – Terminou de comer, recolhendo o prato e o levanto até a pia. – Preciso trabalhar agora...
Se levantou e voltou ao seu escritório. Alfred terminou de comer aquela coisa que o inglês chamava de curry, e colocou o prato na pia indo para o escritório onde o outro se encontrava. Arthur já estava imerso na tela do computador, então, pegou suas coisas e o livro que havia pedido para ler.
Olhou mais uma vez para o escritor, que estava sentado de costas para ele, e sentiu uma vontade de beijá-lo... o efeito daquela porcaria que haviam colocado em sua bebida já tinha passado a um bom tempo, então aquilo era dele?
Que seja, não iria ficar pensando muito nisso. Pegou suas coisas e estava se dirigindo à porta, parou frente a cadeira do escritor e a rodou subitamente.
-O que pensa que esta fazendo, bastard? – Não recebeu nenhuma resposta falada, apenas um beijo simples nos lábios. Arthur abriu os olhos no maximo que podia ao sentir que estava sendo beijado pelo outro. Alfred pediu passagem para que pudesse dar algo melhor ao escritor, este logo abriu um pouco os lábios ganhando um beijo mais profundo onde conseguia sentir a língua do americano se movendo calmamente, apenas o tocando de um jeito suave.
Alfred apartou o beijo que dava em Arthur indo para a porta. Virou-se para o outro vendo que este ainda estava parado no mesmo lugar ainda surpreso.
-Volto na segunda... Darling... – Saiu sem olhar para trás, talvez porque, se o fizesse, acabaria ficando mais uma noite com o outro.
Arthur estava estático, achou que a noite anterior havia sido apenas uma brincadeira do outro para conseguir que ele o ensinasse, mas aquele beijo que havia ganhado... não deveria de estar no script, não é? O escritor respirava bem lentamente, na verdade estava quase se esquecendo de respirar, ainda conseguia sentir o calor daqueles lábios sobre os seus. Respirou fundo e olhou para baixo, iria ter de se aliviar sozinho novamente.
O americano deixou o apartamento e foi para seu próprio carro, colocou sua mochila no banco o passageiro e olhou para frente, apoiando os braços no volante e abaixando a cabeça. Como um cara conseguia o deixar tão duro só por um beijo? Bufou sem encontrar a resposta.
Voltou-se novamente para a mochila a abrindo e pegando o livro que Arthur havia entregado a ele. Correu os dedos pela capa dura olhando para o título...
-Spicy Marmalade... uh? – Soltou um riso baixo, colocou o livro sobre o banco e começou a dirigir para sua casa ainda com o gosto dos lábios de Arthur em sua boca...
Continua...
Notas finais: É isso... eu pensei bastante em fazer um lemon nesse cap, mas preferi deixar assim para o bem da história pq putaria em todos os caps cansa tb... ainda mais em uma fic longa como eu pretendo que essa seja.
Ah, o proximo cap... só vai vir quando eu tiver algum tempo u.u
Até a próxima...
