Disclaimer: Naruto pertence ao Kishimoto-sensei ;D
N/a: POV é a abreviatura para 'Point of view', que traduzindo significa 'Ponto de vista' :D
Dia I parte II
Sakura POV
Toda aquela felicidade que eu sentia pelo novo cargo, a empolgação de comandar o hospital, essa grande responsabilidade que o Yondaime-sama colocou sobre mim, e principalmente a raiva que me invadiu como um furacão pela manhã no encontro com o Sasuke me arremessou em um redemoinho de emoções que eu estava tendo dificuldade em digerir. Tudo isso em algumas horas. Tudo por ter encontrado-o após um maldito ano em paz.
Eu tinha certeza que o plantão que me esperava à noite me manteria ocupada tempo suficiente para me salvar, mas fiquei incontáveis horas sem simplesmente nada para fazer e antes que eu me desse conta já estava sentada em uma das cadeiras no setor do pronto-atendimento mergulhada nesses sentimentos. Eu não sabia dizer por quantos estágios de humor passei nesse período, mas tinha certeza que um se sobressaiu sem o menor esforço. A raiva borbulhava em minhas veias. Não dava para acreditar que aquele irresponsável do Sasuke tinha se arriscado a perder a visão, ficou furioso comigo por eu estar apenas jogando a verdade naquele nariz empinado dele, e ainda me obrigou a agendar cinco malditas sessões para o seu tratamento!
Ele não havia aprendido nada anos atrás? Não, claro que não, o Sasuke era um convencido estúpido que achava que tinha tudo sob controle. Mas eu lembrava como ele havia chegado ao hospital naquele dia, os olhos sangrando, quase incapaz de enxergar os três dedos que coloquei a menos de cinco centímetros de seu rosto. Ele ainda ficou impaciente, como sempre ficava quando se tratava desse uso exagerado do Magenkyou, mas sua visão estava tão prejudicada que ele não protestou quando a Tsunade-shishou o manteve internado por uma semana e ainda realizou algumas sessões terapêuticas após a alta do hospital. A Mikoto-san praticamente o proibiu de ir às missões pelos próximos seis meses, mas o Minato-sama a poupou do estresse de tentar prendê-lo na vila e apenas repassava as missões para os outros Esquadrões. E ele não havia aprendido nada disso?
Não dava para acreditar na frustração que me corroia toda vez que isso piscava em minha mente, e de repente eu me via soterrada pela simples presença dele ali, tão próximo de mim, após tanto tempo. Foram alguns minutos, mas pensando nisso agora eu me pegava cerrando um dos punhos na prancheta em cima do balcão. A raiva pela teimosia dele se transformou na raiva pelo que apenas seus olhos faziam comigo. Ele nem estava aqui e mesmo assim meu coração estava apertado como meu punho.
Pensando na nossa infância, eu realmente não tinha motivos para sentir nada disso. Pelo contrário, até os doze anos de idade eu tinha todos os motivos do mundo para odiá-lo por estar sempre me ignorando quando eu tinha aquela gigantesca queda por ele – assim como metade de Konoha – e mesmo quando comecei meu treinamento com a Tsunade-shishou eu ainda o odiava por ter me feito perder tanto tempo da minha vida correndo atrás dele.
O problema começou quando nos tornamos Jounnins e éramos sempre escalados para quase todas as missões juntos, e com aqueles dezessete anos de idade, a incrível força para as batalhas e técnicas de cura que aprendi com a minha mestra, eu era uma pessoa muito diferente daquela criança. Talvez fosse essa mudança, ou o fato de o Sasuke também ter crescido, ou a nossa constante convivência nas missões a cada semana, mas de alguma maneira nos aproximamos. De apenas companheiros de equipe passamos para uma amizade que eu nunca imaginaria possível. Tudo bem, no início eu ainda reprimia a vontade de socá-lo pelos velhos tempos, mas em algum momento invisível aos meus olhos percebi que tudo o que aconteceu naquela época deixou de ter a menor importância.
Então, sim, a minha relação com o Sasuke era um pouco mais complicada do que parecia. E eu passei esse último ano me recompondo disso, satisfeita com todas essas atividades que me ocupavam vinte e quatro horas por dia e mantinham meus pensamentos longe da minha mãe, do meu pai e dele, e eu estava bem, estava ótima! Mas agora ele havia voltado e aqueles olhos intensos arrancaram da minha alma tudo o que guardei nesse período, tão fundo que nem eu deveria saber como alcançar e destrancar essa tormenta...
Eu sabia que se ficasse mais alguns minutos sem fazer nada meus pensamentos me enlouqueceriam, então quando a Ino chegou no pronto-atendimento alguns minutos atrás não pude ficar mais animada. Tudo bem, ela chegou com alguns ferimentos relativamente profundos, mas enquanto não corresse perigo de vida e me tirasse desse maremoto que foram as últimas horas, eu levaria seu café na cama por quantos dias ela quisesse.
Alguns minutos se passaram antes que ela acordasse após ser trazida ao hospital por dois companheiros da ANBU. Nesse meio tempo foi difícil manter os pensamentos distante já que não me era exigido muito esforço para fechar os cortes em seus braços e no tórax, mas eu já estava satisfeita com a mais insignificante ocupação – desconfiei que eu seria capaz até mesmo de arrebentar alguém na rua para ter uma vida para salvar nessa madrugada interminável, mas ainda bem que não cheguei a esse ponto ou eu poderia dizer adeus ao meu adorado posto de chefa.
Nesse momento, a Ino estava com os brilhantes olhos azuis abertos, sentada na cama – mesmo que eu tivesse insistido para que ela não fizesse nenhum movimento brusco – e já me contava descontraída sobre a missão Rank-S da qual acabara de retornar.
- ... Consegui descobrir a localização do grupo, mas era uma armadilha, então é claro que o inferno se abriu. – Ela deu de ombros, soltando um gemido de dor com o movimento.
- Mas vocês estão bem, apesar do ataque surpresa. – Comentei, enquanto terminava de fechar o ferimento mais profundo em seu braço direito.
- É, os ninjas não eram tão bons em luta como eram em emboscadas.
Sorri diante da sua risada orgulhosa preenchendo o quarto que pedi para instalarem a ela – como ela ainda estava com o uniforme da ANBU, eu não podia atendê-la no pronto-atendimento sem que alguém visse sua identidade. Ei! Essa foi a minha primeira ordem como chefa do hospital! A Ino não devia ter entendido o sorriso que se estendeu por mais tempo em meu rosto, nem deu muita importância, pois me observou por alguns segundos em silêncio, me dando certeza que eu não iria gostar nem um pouco do que viria a seguir.
- E quando vai entrar para a ANBU, Testuda?
Eu não podia estar mais certa.
- De novo, Ino? – Sorri, mas ainda concentrada em seus ferimentos. Eu estava até esperando que ela comentasse sobre o retorno do Sasuke, mas o fato de isso não ter cruzado seus lábios era um ótimo sinal de que ninguém havia lhe dado essa informação. Ainda.
- Qual é, Sakura? Você sabe que é mais que qualificada para ser até a capitã de um Esquadrão. E você gosta de uma boa luta, o Naruto que o diga.
- Por isso tenho as missões como Jounnin.
- Que são um saco.
- Podem ser, mas são o suficiente para eu me manter em forma nas lutas e ao mesmo tempo me dedicar ao hospital.
- E ao treino com a Tsunade-sama. – Senti que sua voz me repreendia pela soma de todas essas atividades, mas apenas sorri.
- Bom, é o que eu mais gosto.
Eu não iria convencê-la, era óbvio. Quantas vezes já tivemos essa discussão afinal? Anos intermináveis. No mínimo. Não ia ser agora que o término dessa conversa seria diferente. Pelo seu semblante pensativo, imaginei que essa seria uma das minhas raras vitórias.
- É, pensando bem, imagina como seria difícil você encontrar o Sasuke-kun se os dois fossem capitães dos Esquadrões da ANBU. – Certo, talvez fosse o analgésico falando por ela, então tentei seguir em seu tom divertido.
- E assim eu posso cuidar de vocês quando voltarem estropiados de alguma missão.
- Mas principalmente do Sasuke-kun, claro.
- Chega, sua porca. – Retruquei, certa que uma veia estava visível em minha têmpora, e nem me atrevi a olhá-la porque tinha certeza que o sorriso maroto em sua cara cínica me comprovava que não eram os analgésicos falando e que, para o meu alívio, ela realmente não sabia da volta do Sasuke. Se não estaríamos tendo um tipo bem diferente de conversa e ela estaria na sala de cirurgia para reparar o estrago que eu teria feito em seus órgãos.
Ino riu, mas continuou a tagarelar algo que meus ouvidos ignoraram completamente assim que minhas mãos sentiram algo estranho em seu abdome. Era fraco, mas eu podia apostar que havia um chakra que diferia de todo o que circulava no corpo dela e que eu acabara de sentir ao fechar os cortes. Isso era algo extra. Algo que me deixou alerta.
- Ino, quando veio a sua última menstruação?
Meu olhar ligeiramente surpreso encontrou os olhos azuis atordoados, que me diziam que agora eu estava sob o efeito dos analgésicos.
Eu bem queria.
Sasuke POV
Eu estava exausto.
Que ninguém sonhasse que isso era a única coisa que passava pela minha cabeça desde que pisei em Konoha, mas foi um ano fora em uma missão Rank-S, não uma idiotice qualquer de escoltar um Senhor Feudal ou o que seja. Foi um ano dormindo em barracas ou até mesmo sacos de dormir que mudávamos de localização a cada semana ou dia, além das comidas nas estradas, das armadilhas que montávamos, da loucura que foi caçar aquele grupo de ninjas e ainda aturar as brigas que foram surgindo no meu maldito Esquadrão.
Sem contar com todas as loucuras que aconteceram no minuto em que pisei em Konoha. A discussão começou na minha própria casa quando deixei escapar do uso do Magenkyou e de alguma maneira ela se prolongou até o hospital quando a Sakura apareceu para fazer aquele maldito exame. Como diabos cheguei em casa no início da tarde mais irritado do que em todo o ano que passei fora, eu simplesmente não sabia. O Itachi com certeza não achou que foi suficiente e resolveu me encher o saco com as malditas sessões do tratamento que farei com a Sakura – e do tempo que passaremos juntos sozinhos no hospital – então sim, eu estava exausto de tanta merda que havia acontecido em apenas algumas horas.
Era óbvio que a única coisa que eu queria quando o Naruto apareceu na minha casa era atravessar uma das minhas katanas em seu pescoço, mas de alguma maneira fui arrastado ao bar com ele, o Shikamaru, o Chouji e o Kiba – ele provavelmente me convenceu depois de perguntar se eu estava cansado demais para pisar fora de casa. É claro que eu não estava cansado. Um Uchiha nunca se cansava. E pensando bem talvez fosse uma boa ideia me distrair da raiva que eu ainda sentia por tudo o que aconteceu de manhã. A minha ideia de distração não estava funcionando até alguns minutos atrás quando o Naruto abriu a boca para dizer as palavras que fariam o maior sorriso aparecer em seu rosto e a minha sobrancelha se erguer.
- Casamento? Você, Dobe?
- O mais assustador foi o Hiashi-sama concordar com isso, Sasuke. – Kiba falou, erguendo as sobrancelhas ao mesmo tempo em que erguia o copo de bebida para tomar um gole, fazendo o Shikamaru e o Chouji rirem. Eu ainda estava um pouco surpreso pela notícia, mas o Naruto nem me deu tempo para pensar muito sobre o assunto antes de começar uma típica discussão com o Kiba.
- Ei, eu sou um ótimo partido, seu perdedor!
- Naruto, qual é, você deu sorte de o seu pai ser o Hokage, se não é claro que o Hiashi-sama não ia pensar duas vezes antes de ao menos olhar para você. – Kiba riu após o comentário.
- Isso é inveja porque vou casar com a mulher mais irresistível da vila!
- A mais? Bom, não sei, a Sakura compete de igu-
Kiba pareceu engolir a própria língua de repente e permaneceu calado, com uma expressão tensa no rosto convencido de sempre. Algo me dizia que ultimamente ele estivera acostumado a falar da Sakura nessas rodadas, mas parecia que agora que eu havia voltado não havia coragem suficiente para isso. Eu não dava a mínima. É claro que esse idiota falava dela – até sonhava com ela se fosse duvidar. Antes mesmo de eu ficar fora durante esse período, o Kiba já fazia isso – com alguma cautela nos últimos meses antes da minha missão, mas isso não importava mais agora.
Percebi pelo sorriso cínico do Naruto que esse assunto e essa maldita discussão não acabariam tão cedo.
- O que você estava falando da Sakura-chan, Kiba? Qual é, você sempre falou tanto dela por aí, de repente ficou tímido?
Não pude evitar olhar o Kiba de esguelha diante da confirmação do Dobe.
- Eu sabia que isso ia ficar problemático mais cedo ou mais tarde. – Shikamaru murmurou para Chouji, suspirando.
- É mentira, Sasuke. Você vai acreditar logo nesse imbecil do Naruto? – Kiba tentou se defender, em tom óbvio.
- E em quem ele deveria acreditar? No melhor amigo da Sakura-chan que só quer o bem dela ou num cara de pau convencido que a agarraria se tivesse a chance?
- Desde quando você aprendeu a usar tantas palavras numa frase só?
- Nem vem mudar de assunto, e eu sei muito bem usar as palavras, está bem? – Kiba ia protestar, mas Naruto o cortou. – E não adianta ficar com dor de cotovelo porque o Teme voltou e acabou com a sua festinha de tentar conquistar a Sakura-chan!
- Eu não-! Sasuke, eu nunca tentei conquistar a Sakura, você me conhece!
- Bom, mas se tivesse uma chance, não desperdiçaria. – Dessa vez o Chouji murmurou para o Shikamaru, mas todos nós ouvimos, e toda essa maldita conversa estava aumentando a minha irritação.
- Claro que n-!
- Não me interessa o que você tem feito com a Sakura. – Cortei o idiota do Kiba antes que meu punho agisse por conta própria. – Vocês me trouxeram até aqui para ficar ouvindo essas merdas? Acabei de voltar de uma missão Rank-S, seus idiotas.
Eu poderia muito bem estar descansando na minha casa, como eu merecia, mas não, eles haviam conseguido me arrastar até aqui para me encher com esse assunto estúpido.
- Eu disse a eles. – Shikamaru comentou, dando de ombros.
- Mas era uma ótima oportunidade para comermos alguma coisa. – Chouji completou.
- E para você saber que estou noivo, Teme! – Naruto se animou mais uma vez, e isso por fim me distraiu um pouco da chacina que eu preparava em minha mente.
- E como diabos isso aconteceu? Eu fiquei fora apenas um ano, Naruto. – Ergui uma sobrancelha.
- E nesse ano eu decidi que queria passar o resto da vida com a Hinata-chan. – Ele rebateu com um sorriso enorme.
O que diabos...? Isso não fazia o menor sentido. Se ele tivesse me dito que abandonaria o sonho de ser Hokage seria mais compreensível do que essa loucura. Ele estava se comprometendo com a Hinata aos vinte e um anos, além de se arriscar com o Hizashi e toda a família Hyuuga. Já era um milagre ele ainda estar vivo para estar me contando isso agora.
Mas era o Naruto, o que eu deveria esperar?
- E o Hiashi-sama aceitou isso? – Perguntei, cético.
- Ei, nós estamos namorando há mais de cinco anos, Teme. Eu já sou praticamente da família dela.
- Tanto que você ainda sai escondido da casa dela de madrugada. – Shikamaru comentou, erguendo uma sobrancelha.
- Como sabe disso? – Naruto perguntou, incrédulo.
- Ino. – Shikamaru deu de ombros.
- Eu sinceramente tenho medo do que elas conversam quando estão sozinhas. – Kiba comentou, bebendo mais um pouco.
- Com o Naruto casado vamos ter acesso a todos esses segredos. – Chouji brincou.
- Se querem tanto saber, passem só cinco minutos com a Ino. – Shikamaru falou.
- Aliás, quando vocês dois vão casar, Shikamaru? – Naruto perguntou, curioso, tomando um gole da bebida.
Ele só podia estar de sacanagem.
- Naruto, se existe alguma coisa problemática nesse mundo é casamento. Obrigado, mas já tenho uma mulher problemática o suficiente.
- Ele fala isso, mas não fica cinco minutos sem falar nela. – Chouji acrescentou, fazendo o Naruto e o Kiba rirem em concordância, enquanto o Shikamaru rolava os olhos e pedia mais um prato de comida para a mesa.
Era quase inacreditável que eu saí de Konoha e estava tudo na mais plena ordem, sem o menor sinal de que qualquer um desses casais estivesse marcando datas de casamentos como se estivessem fazendo uma refeição no Ichiraku, e de repente retorno e esse parece ser o único assunto do ano. O que mais eu deveria esperar? O Chouji era o próximo da lista? Alguém ia ter filhos? Comprar uma casa? Parecia que a única coisa que não havia mudado era aquela mulher irritante, mas toda essa conversa de casamento me fez duvidar se até ela estava com alguma data marcada e eu era o único que não fazia a menor ideia.
- Não se preocupe, Teme, a Sakura-chan não vai casar com ninguém. Ainda. – As palavras do Naruto me fizeram olhá-lo ao lembrar imediatamente o meu encontro com a Sakura hoje de manhã.
- Ela está saindo com aquele idiota de novo.
- Aquele idiota? Quem é esse? – Kiba perguntou, confuso.
- O cretino do Yuji. Você sabe, o idiota do Esquadrão II. Mas saiba que isso tudo é culpa sua, Sasuke. – Naruto falava em tom de repreensão, o que me fez erguer uma sobrancelha. Era só o que me faltava.
- Não é culpa minha quem ela escolhe para sair, Dobe.
- E não foi culpa do Sasuke ter essa missão que o faria passar um ano fora. – Chouji tentou me defender, enfiando um pedaço de carne na boca.
- Mas antes de ir embora, ele poderia ter evitado essa desgraça. – E então o Dobe voltou a me encarar, revoltado. – Eu a avisava toda vez, mas você sabe como a Sakura-chan é cabeça-dura e nunca me deu ouvidos.
Toda vez? Quantas vezes ela vinha saindo com aquele idiota? Isso já era um estúpido namoro?
- A culpa é dos dois de serem tão cabeça-dura, Naruto. – Shikamaru falou, rolando os olhos. – E eu não acredito que estamos falando da vida amorosa problemática do Sasuke. Quantas refeições no Ichiraku a Hinata prometeu a você por isso?
- Isso é porque ele vai casar e agora quer converter todos nós a essa loucura. – Kiba respondeu.
- Quer saber, Kiba, você só está com inveja porque não vai ser o padrinho. – Naruto rebateu, triunfante.
- Ha, boa sorte ao Neji com isso, enquanto eu estarei me preparando para pegar as mulheres mais gatas de Konoha.
- Ele vai preparar a despedida de solteiro. – Naruto falou como se estivesse tirando a última carta da manga, e isso só fez o Kiba rir e o Chouji engasgar com a comida.
- O Neji? É melhor passar direto para cerimônia então.
Pelo menos isso fez com que os dois partissem para o soco em cima da mesa e finalmente o dono do bar nos expulsou para que eu pudesse enfim ter a minha merecida noite de sono e algumas horas para esquecer o maldito tratamento que me esperava com a Sakura amanhã, e que eu estava tão certo que seria apenas o início dessa tortura.
Continua...
Nossa, me desculpem ter criado a expectativa do cara com quem a Sakura está saindo, juro que não planejei ngm em especial para essa trama, ahuahaua xD Mas não se preocupem que ele vai continuar cumprindo o papel de fazer o Sasuke subir pelas paredes xDD
Reviews:
kekedia
Kaah Malfoy
Demetria Blackwell
Sophie-Hatake
Natty Hatake
Lady-England
Isa Cleawater
Saakura-chaan
susan n.n
Millady
bells
Bela21
Muito obrigada pelas reviews, pessoal :DD Com certeza essa é uma das melhores partes em estar de volta ;D Obrigada!
Espero que tenham gostado desse capítulo tbm! O próximo acredito que vai ser maior!
Kiyuii-chan
