N.A./ já que no outro capítulo eu não fiz nota então lá vai, quero agradecer em especial a tia J.K que criou o incrível mundo do Harry Potter e todos esses personagens maravilhosos que eu uso nessa fic.
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2º capítulo – Aflições e um descanso
Após um reunião exaustiva sobre os novos domínios de Voldemort, todos é claro expostos por ninguém menos que o prof º Snape, finalmente Minerva conseguiu dar uma cochilada em um dos quartos da casa dos Black.
Já fazia mais de meia hora que Minerva estava lá quando a Sra Weasley a acordou para a segunda parte do dia em que ela repassaria as instruções de Dumbledore para os membros da Ordem. Foram mais três horas de discussão do que poderia ou não ser feito pelos membros e quem ficaria encarregado de fazer o que.
Logo Minerva notou que, sempre que havia uma atividade perigosa, era quase sempre Snape quem aceitava, principalmente as atividades em que havia um tipo de infiltração no mundo do Lorde das Trevas.
Ela voltou até o castelo muito pensativa sobre sua última descoberta:
"Como pode o Snape gostar tanto das Artes das Trevas a ponto de arriscar sua própria vida nos defendendo dela? Será que ele perdeu alguém e agora não quer mais que isso aconteça?... Acho melhor eu deixar de besteira e pensar nas muitas provas que eu tenho que corrigir..."
Minerva estava realmente preocupada com os últimos acontecimentos. Harry estava sofrendo, pois não sabia o que fazer com a volta de Voldemort e nem o que poderia fazer para proteger-se de um ataque dele. E ela, Minerva, não sabia como consolá-lo. Só esperava que seus amigos Rony e Hermione conseguissem achar uma solução .
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Já era quase a hora do jantar quando Snape desceu as escadas rumo ao salão principal, quase esbarrou na aluna Angelina que corria em direção contrária com cara de choro.
"Será que esses alunos - pensou, irritado - não podem nem ao menos me deixar comer em paz? Já tive tantos problemas hoje e nem sei como vou fazer para conseguir a confiança dele de novo... Isso me parece tão impossível... Não sei como pude aceitar essa missão..." - suspirou de maneira desconsolada.
Os problemas vinham cada vez mais à tona. Quanto mais Snape se esforçava para resolver os problemas, mais eles surgiam e cada vez com mais força. A Ordem e a integridade de seus membros era um assunto que para ele não tinha como não ser preocupante.
Voltando à sua sala, todos aqueles problemas foram esquecidos, pois os problemas escolares o envolveram e ele deixou um pouco de lado seus problemas para criar uma nova poção que o ajudaria a evitar as colas que sempre apareciam em suas provas e dos seus colegas:
"...Pó de asfódelo com pés de morcego... Um pouco de pó de osso de dragão e uma pitada de suco de mandrágora... Pronto! Uma boa receita para aqueles enxeridos deixarem suas tentativas de colar nas minhas provas e aprenderem um boa lição."
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No domingo logo pela manhã, Minerva reservou uma hora só para descansar. Olhava através de sua janela o lindo dia que estava lá fora, quando um pássaro a distrai, e memórias há muito tempo guardadas em seu íntimo voltam a rondar sua mente. Ela foi se lembrando de uma cena no jardim de Hogwarts há tanto tempo esquecida, em que um jovem sentado ao seu lado declarava:
- Minerva, minha querida, já estamos a dois meses juntos. Só que hoje eu descobri que houve alguns equívocos de nossa parte. - diz o jovem de óculos.
- Que tipo de equívocos? - pergunta ela, assustada.
- Minha querida, nem sei como dizer isso... Mas hoje eu estava pensando no nosso namoro e ele é tão tranqüilo... E me parece uma continuação da nossa amizade, sabe, Minerva... Você gosta de mim como amiga... Nós dois erramos ao achar que nos amávamos... Mas um dia eu sei que você vai entender o motivo de eu estar terminando nosso namoro agora... - ele diz isso com uma cara triste.
Minerva levanta-se da cadeira, deixando uma sala vazia rumo ao salão principal.
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O casal mais comentado da última semana insiste em desfilar de mãos dadas. E é claro que o aluno da Sonserina que mais se incomoda com a turma de Harry Potter não poderia deixar isso de lado:
- Então que dizer que o pobre jovem Weasley e a sangue-ruim resolveram se juntar e conseguir piorar ainda mais o mundo com essa visão grotesca.
- Cala essa boca suja, Malfoy! Você não sabe do que está falando! E sangue-ruim é a sua mãe, com aquela cara de quem está cheirando bosta. – dispara Rony, já com suas orelhas vermelhas e pronto para cair em cima daquele invejoso.
- Ora, ora... Agora vai querer partir para cima de mim para defender essa daí? – pergunta Draco.
- Rony, não... - pede Hermione, segurando o garoto para que não acontecesse o pior.
- Isso mesmo, vai embora. Se não, sua mãe pode lhe dar uma surra. - provoca Malfoy.
Hermione puxa novamente o braço de Rony, desprezando totalmente a última frase de Draco. Isto acaba deixando o sonserino ainda mais irritado, mas ao olhar para trás e dar de cara com uma McGonagall nada feliz ele desiste de provocar o casal.
- Tudo bem, professora? – pergunta ele tentando fazer uma cara inocente.
- Estaria melhor se você deixasse os outros em paz. Vinte pontos a menos para a Sonserina por sua falta de delicadeza com seus colegas. - diz Minerva, com as mãos na cintura.
- Mas eu não fiz nada... - Malfoy tenta argumentar.
- Chega de desculpas. - retruca a professora e o deixa ainda mais irritado descontando assim em seus dois colegas.
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N.A/ Brigadão pelas reviews e no próximo capítulo farei os agradecimentos , ok? e continuem mandando suas mensagens pois estão me deixando muito feliz. Abraços H.K.
