Cap II

- Queres chá? – Perguntou o Kakashi a Iruka, A cozinha era espaçosa, ao contrário da sala.

- P-pode ser… - Disse Iruka. Não sabia porque é que ficara naquela casa nojenta com aquela pessoa que detestava. Talvez tenha ficado lá para não ir para casa tomar conta do chato e infantil Naruto. Ou apenas sinta um atracão por certa pessoa que encontrou no parque.

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- Entra Gaara – disse Naruto.

- Não gostei que tu me batesses ontem. Não sei se quero voltar a ser teu amigo. – lamurio o Gaara.

- Desculpa…

- Vou pensar nisso. O teu irmão está em casa?

- Não.

Passaram minutos. Nenhumdeles perceberam o que se passava. Tinham am,bos paralizado. Ficaram ali, a olhar um para o outro com um ar muito sério. Até que o Naruto esboçou um sorriso e perguntou:

- Posso bater-te?

- Tas parvo! – afirmou o Gaara – Achas que não me aleijas-te o suficiente da última vez?

- Não fales do que não sabes. – Disse Naruto. E depois, sem dizer mais nada, puxa-lhe o felho das calças.

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- Se calhar é melhor eu ir para casa… O Naruto precisa de mim… - Na verdade já estava era farto de estar ali. Ele tinha dito: "Não precisas de te ir embora. Aqui há coisas muito interessantes para fazer." Pois… Claro…

- Sempre podes telefonar-lhe. – Disse Kakashi

- Não tenho celular.

- Eu empresto-te o meu.

- Esquece eu vou gastar muito dinheiro.

O Kakashi sorriu:

- Eu não me importo.

O Iruka começou a ficar irritado:

- Olha, eu quero lá saber se tu te importas com o dinheiro ou não. Eu quero ir-me embora daqui! És a pessoa mais inconveniente que eu conheci!

O Iruka respira. O Kakashi manten-se sério. Muito sério. Depois põe a mão no bolso e tira o seu celular. Estica a mão e dá ao Iruka.

- Enervas-te muito facilmente…

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- O… O que é que estas a fazer? – perguntou o Gaara, nervoso.

- A divertir-me. Acredita que ti vais divertir muito mais do que eu.

O celular toca. A meio da situação.

- "Que merda!" – pensou Naruto – "Quem será agora?"

- Estou? Naruto! Esta tudo bem em casa? A reunião está a demorar um bocado. Tens o jantar no frigorifico. O que é que estas a fazer?

- Pois… O Gaara veio cá a casa e… tamos a fazer… um bolo.

- Ok. Divirtam-se. Adeus.

O Naruto desligou o celular e voltou lá. A janela estava aberta. O Naruto percebeu que ele fugira. No lugar dele já só havia uns boxers molhados do pikachu. O Naruto riu-se. Já tinha uma razão para o voltar a ver. Ou até fazer chantagem com ele. Pressiona-lo. Fazer com que ele lhe obedece-se para sempre. O Naruto sabe bem o que o seu querido Gaara consegue fazer pelos seus boxers.

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- Já está mais descansado? – Perguntou o Kakashi. O Iruka não respondeu. Não queria estar ali. Estava a ficar farto daquele professor. E o Kakashi já estava a começar a perceber. A perceber que o Iruka não estava a gostar.

Então não pensou duas vezes.

Talvez tenha sido o beijo mais escaldante que o Iruka recebera. Suava e seguro ao mesmo tempo. O Kakashi deitou-o no chão. Mas o Iruka já não estava nervoso. Já não tinha medo. Não tinha medo de nada. O Kakashi pára. Abraça o Iruka que ainda está no chão, um bocado chocado com a cena. Depois volta a beija-lo e pergunta:

- Ainda queres ir embora agora?

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- Naru-san! Por favor! – O Gaara já estava a implorar de joelhos. O Naruto tinha trancado a porta de casa e o Gaara estava do lado de fora, a espreitar pela janela da casa de banho. Lá dentro estava o Naruto com um meio-sorriso sexy com os seus boxers pendurados por um dedo por cima da sanita aberta.

- Pára! Por favor! Eu faço tudo o que tu quizeres! – Gritou o Gaara.~

- Tudo, mesmo?

O Gaara sabia o que vinha a seguir. Tinha vontade de dizer que não à pergunta do Naruto… Mas os seus boxers estavam a milímetros de ir parar ao esgoto…

- SIM! Eu faço tudo.

- Entãovemo-nos amanhã cá em casa. – Disse Naruto com um grande sorriso – Enquanto isso eu fico com esta coisa nojenta e infantil. – Dito isto, foi para o quarto, contente com a vitória.

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O Iruka bloqueia. O que é que ele tava a fazer? O Kakashi puxa-lhe a camisa, como se precisa-se daquilo para sobreviver começou a beijar-lhe o peito. O Iruka já estava a ficar assustado. Então, rapidamente, empurra o Kakashi para o lado e foge para a saída. Para seu azar o Kakashi estava prevenido contra todos os riscos e a tinha trancado. O Iruka estava desesperado. Depois de minutos a bater na porta para tentar sair, cansa-se e encosta-se à porta. O Kakashi vem por trás e encosta-se a ele. O Iruka está, como é habitual uma pilha de nervos e grita:

- LARGA-ME! Detesto-te!

- Até podes dizer-me que não gostas mas estaria a mentir… - E passa a sua língua quente pelo pescoço do Iruka – E mentir é feio.