Demorei? Sim, mas voltei. Peço desculpas àqueles que me esperavam, mas se me acompanham há algum tempo sabem que eu tenho esses momentos de pausa entre alguns capítulos e outros, mas prometo que não pretendo abandonar esse ou qualquer outro projeto, e se for o caso eu os avisarei antes.

O primeiro capítulo dessa fic fez mais sucesso do que eu esperava, agradeço os reviews de Cissycinha, Lady Nath Black, Tainá, Rafaella Potter Malfoy, m-chan, Inu, Simca, Lilavate, Nicky Evans. Eles foram um verdadeiro Oasis em meio ao deserto de minha falta de inspiração, e a trancos e barrancos eu consegui tocar para frente esse curto capítulo.

Espero que aproveitem.

Desculpem novamente a demora, e boa leitura

Disclaimers: Não, eu já disse, Harry Potter e seus personagens não me pertencem, e não ganho nada por aquilo que escrevo, o dia em que titia Rowling me ceder os direitos de suas "crianças" eu prometo que empresto para vocês.

Feche os olhos quando eu mandar.

Capitulo 2: Trato noturno.

Lábios rubros...

Como pode?

Dedos quentes...

Como pode?

Olhos frios.

Como...

Como pode?

Como uma combinação tão simples conseguiu me cativar tão facilmente?

Não entendo...

Como pode?

FOQEM

Se eu estivesse em uma sala lotada de pessoas aposto que varias mãos estariam levantadas, com seus donos convencidos de mais de uma maneira lógica, ou ao menos pratica, para sair daquela situação.

Mas acredite.

Eu não estava em uma quente e confortável sala.

Eu estava no meio de um pequeno labirinto de vielas.

Em plena noite.

De baixo de uma fraca, mas não menos irritante chuva.

E a única pessoa que tinha comigo era ELE, e duvido que ELE me desse qualquer sugestão para sair da estranha situação.

Já que ELE era o centro de toda aquela bizarra cena.

Como se chamado por meus desejos de uma solução, o estranho de negro dá inicio a uma lenta caminhada em minha direção.

Passo ante passo ele se aproximava, e eu mal conseguia me lembrar de como se fazia para respirar.

Minha mente estava demasiada embaralhada para sequer me lembrar do por que eu estava parado lá.

Foi ainda naquele estado patético quando me dei conta que ele estava parado bem na minha frente.

Bem, mas beeeem na minha frente.

- Olá – diz com uma voz sedosa, mas inocente de mais para que eu pudesse sequer pensar que tentava me seduzir – Nos encontramos novamente.

Seus olhos pareciam registrar cada pedacinho de meu rosto, duas esmeraldas ávidas e excitadas em uma face serena.

Mais uma vez não pude deixar de associá-lo a uma criança.

Diabos, seu rosto e braços estavam completamente cobertos de sangue e mesmo assim eu não pude deixar de associá-lo a uma criança.

Eu devo estar ficando louco.

- Mas você parece um pouco diferente. Algo mudou? – dando um passo mais a frente, nossas faces quase se colaram e ele cheirou meu rosto de cima a baixo e um sorriso maroto cresceu em seus lábios tingidos de vermelho – sim. Algo está diferente. Você cheira a medo... Você tem medo de mim. Por quê?

Devo dizer que isso não pareceu abalá-lo nem um pouco, era como se meu medo fosse algo realmente divertido, sua expressão era como a de alguém prestes a soltar uma estrondosa gargalhada.

Não uma maldosa

Longe disso.

Ele parecia consciente de que eu tinha dificuldade para falar, então continuou sem esperar uma resposta.

- Seria por isso? – ele ergue um pouco as mãos cobertas de sangue ainda mantendo o adorável e vermelho sorriso – seria por eu estar coberto de sangue que você sente medo de mim?

- Eu... – consigo balbuciar, mas não passo disso.

- Não... Não acho que seja o caso. – ele leva um de seus dedos à altura de minha boca e contorna meu lábio inferior o marcando de rubro e sorri diante da minha boca manchada – você não parece necessariamente mais assustador para mim.

Não sentia sua respiração!!! Cristo! Seu rosto estava quase colado contra o meu e eu mesmo assim não conseguia sentir sua respiração.

Aquilo meio que me despertou e por puro instinto tento andar na direção da saída da escura viela.

Devo admitir que um ansioso lado meu esperou que ele tentasse me segurar.

Um lado bem pequenininho.

Que infelizmente foi prontamente atendido.

Com movimentos mais rápidos do que eu esperava, ele não precisou de dar mais do que dois passo para alcançar meu pulso e prendê-lo firmemente com uma de suas mãos cobertas de sangue.

Não era o momento, eu sei, mas a única coisa que consegui manter coesa em minha mente era o quão quente eram aqueles dedos.

Em uma noite fria, onde ambos estávamos debaixo de uma fina chuva, até mesmo eu tinha o corpo congelado, mas aqueles dedos que me seguravam eram acolhedoramente quentes.

Mas era um calor que não vinha do homem que me segurava as minhas costas.

Era o calor do sangue das vitimas que banhavam as mãos do homem que me segurava as minhas costas.

E estranhamente aquele último detalhe já não me perturbava tanto.

Louco, eu estava ficando a cada segundo que passava dentro desse beco cada vez mais louco.

Se bem que os segundos poderiam ser facilmente confundidos com minutos, e os minutos com horas, a verdade era que a noção de tempo para mim ficou completamente embaralhada depois daquele simples e nada pretensioso toque.

Mais lento ou mais rápido?

Boa pergunta.

No fim eu só consegui reorganizar os meus ponteiros quando a mão que me segurava se cansou de apenas me segurar naquela posição e resolveu puxar-me em um curto rodopio ao encontro do peito do seu dono.

Paralisado, não percebi quando ele soltou meu pulso.

Outra coisa naquele momento me prendia estático.

Duas esmeraldas.

Duas belas e frias esmeraldas encaravam tão de perto meus próprios olhos que me coagia ao ponto de sentir vergonha até mesmo de respirar mais alto.

Juro! O rosto dele estava a centímetros do meu e eu não consegui ver nada alem daqueles olhos verdes, se bem que não era necessário olhar alem daquilo para saber qual eram os outros detalhes daquela expressão.

Seu terno e ao mesmo tempo mórbido sorriso rubro.

Seus traços que dançavam entre o relaxamento e o deboche.

Sua pele pálida e imaculada...

- E então, pequeno adorável? – ele murmura quase em um sussurro – do que você tem medo?

Minhas pernas fraquejaram.

Não sou homem de admitir isso, mas naquele instante em que aquelas palavras saíram de seus lábios meus joelhos fraquejaram.

E mais que prontamente ele envolveu minha cintura com seus braços aproximando mais nossos rostos.

- Será que você não se lembra? – me pergunta no mesmo perturbador volume de voz – será que a chuva que cai sobre nossas cabeças nublou a face do seu medo?

Ele inclina o rosto levemente para o lado com seu costumeiro ar infantil e fechando os olhos cheira novamente meu rosto com clara curiosidade. Mas dessa vez se concentrou mais em meus lábios.

- Se for só isso, tudo bem.

Com seu sorriso se tornando mais amplo, ele estica a língua e contorna com cuidado meu manchado lábio inferior.

Deus... Apenas aquela quente sensação e os braços que me envolviam e me imprensavam contra aquele sexy estranho foi o suficiente para arrancar de minha garganta um baixo gemido.

Vergonhoso.

Soltando um risinho debochado, o rapaz avança seu rosto para frente esfregando sua bochecha contra a minha e chegando ao pé de meu ouvido, sussurra:

- Se for só isso... – lambe meu lóbulo – posso fazer algo que nuble mais os seus medos do que essa fina chuva.

Segurando meus cabelos com força, ele retrocede um pouco a própria cabeça para trás e cola sua face contra a minha nos unindo em um fogoso beijo.

Eu correspondi...

Oh sim... E como correspondi. Cada movimento de lábio, cada entrelaçar de língua...

Tudo, tudo.

Como prometido ele havia conseguido nublar todo o medo ou lógica de minha mente. Estava embriagado naquele sabor metálico que se misturava entre nossas bocas.

Arfante, afasto meu rosto do dele ao final do beijo.

O encaro e não demonstrando o mesmo problema de fôlego ele solta um suspiro de resignação.

Oye!!!

Creio que essa deixa deveria ser minha! Sou eu que fui beijado a força por um maníaco homicida no meio de um beco escuro.

Bem... Talvez não tãaaao a força.

Uma de suas mãos sobe a altura de meu pescoço e o acaricia antes de seguir mais a cima até chegar a meu rosto.

Ele me encara de maneira séria, como se buscando a resposta de algo em meus traços, e como que se conformando com sabe-se lá que conclusões, me diz:

- No fim parece que não tenho escolha – solta um risinho divertido – aparentemente terei que morar com você por um tempo.

Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa ele desliza sua mão para frente de meus olhos e volta a sussurrar ao meu ouvido.

- Prometo que vamos nos divertir bastante.

E tendo meus olhos fechados por aquelas mãos impregnadas por aquele insuportável cheiro metálico eu adormeci.

Mas não sem antes deixar de pensar:

"Aonde diabos eu me meti"

FOQEM

Com certa relutância eu fui recuperando a consciência.

Quanto tempo eu dormi?

Não tenho a mínima idéia. Provavelmente não muito, pois ainda era de noite.

Uma janela não muito longe de onde estava deitado emoldurava um corriqueiro e enevoado céu noturno inglês. A luz da lua entrava fraca pela janela, e ela contornava de maneira preguiçosa um vulto que estava sentado próximo ao peitoril.

- Vejo que já acordou. – me disse de maneira serena o vulto.

Estreitando os olhos pude distinguir as feições do estranho rapaz que me abordou no beco.

Como não pude reconhecer aquela voz serena logo de primeira?

Como não pude reconhecer aquelas frias esmeraldas?

- Onde... – murmuro acuado.

- Onde está? – a pouca luz no aposento me permitiu ver sua expressão divertida. – Creio que essa resposta deveria ser facilmente respondida por você mesmo.

Ele ergue o dedo e aponta o aposento ao nosso redor. Olho com calma o lugar em que estávamos e com meus olhos mais acostumados com a quase nenhuma iluminação consegui reconhecer meu próprio quarto.

Certo, eu deveria ter percebido de cara que estava deitado em minha boa e velha cama, mas me dêem um tempo, acho que tudo o que aconteceu nessa bizarra noite é mais do que suficiente para descolocar a cabeça de qualquer um.

- Como... como eu... – minha cabeça ainda zunia – como nós chegamos aqui?

- Bem. – o desconhecido fecha algo que estava descansando em seu colo, acho que um livro, e me encara com sua irritante naturalidade – depois que você perdeu a consciência eu tive que carregá-lo até a sua residência.

Eu desmaiei?

Minha memória parecia trabalhar de maneira mais lenta do que o normal, mas mesmo assim, aos poucos, as cenas dessa estranha noite começaram a dançar diante de meus olhos.

Com um pequeno pulo eu me sento ao uma única palavra brilhar vividamente em minha mente.

VAMPIRO

Por alguma razão a idéia de que aquele rapaz sentado a certa distancia de mim ser uma criatura da noite não me estranhava.

Talvez suas mangas ainda cobertas de sangue fossem de alguma valia para apoiar essa tese.

- Acho que se eu fosse fazer alguma coisa com você eu já teria tido mais de uma chance, não? - ele disse, soltando uma curta gargalhada em seguida. – De fato, creio que os donos dessa residência ficarão bem mais dispostos a me acolher se não dilacerar o pálido pescoço de seu primogênito.

- Como?

- Seus pais, creio que eles não vão ter muita dificuldade em me aceitar aqui se eu simplesmente não dilas...

- Não! Eu quero saber como sabe que moro aqui com meus pais.

Talvez não fosse tão irracional imaginar que alguém de minha idade não pudesse manter uma mansão como a que estamos, mas mesmo assim era algo difícil de não se perguntar diante da segurança com que ele afirmava que eu não moro sozinho.

Eu tenho o meu orgulho, oras!!!

O estranho ladeia a cabeça por alguns segundos para em seguida se levantar da cadeira em que estava. Colocando o livro que tinha no colo no assento, caminha em minha direção.

- Se pretende começar novamente com as perguntas, acho que deveria começar com "como ele sabia aonde era minha casa?" – seus passos eram felinos... sexys... como um humano consegue se mover dessa maneira? Ah é, ele não é necessariamente humano – ou "como ele sabia aonde era o meu quarto?"- chegando à beirada da minha cama ele se ajoelha no colchão e segue em minha direção até que novamente naquela noite fica a escassos centímetros de meu rosto – ou... – como dois faróis verdes, aquelas duas esmeraldas pareciam me atrair, como se quisessem me afogar nelas – "como ele sabe que desde que nos encaramos naquele beco eu só consigo ansiar para que ele me beije?"

Eu arfo atrás de todo o ar que conseguisse trazer de volta aos meus pulmões, as palavras simplesmente sumiram de minha cabeça. Elas se perderam, emboladas na insistente memória que se impregnou em meu cérebro.

A memória daquele beijo de sabor metálico.

Mesmo com minha falta de reação, seu rosto continuava a se aproximar do meu. E quando seus lábios estavam a milímetros dos meus... Ele ri baixinho e subindo rapidamente a cabeça, beija de maneira infantil a minha testa e se deixa cair ao meu lado na cama, para logo em seguida se espreguiçar.

- Muitas perguntas como essas vão rondar sua mente durante o período que estarei aqui, te recomendo que não esquente muito a cabeça com isso.

Estático, eu parecia ter acabado de receber uma descarga elétrica. Ou talvez eu parecesse um peixe, sim, os meus olhos esbugalhados e boca que abria e fechava sem soltar qualquer ruído me faziam parecer mais com um peixe.

- Boa noite, pequeno adorável – ele se encolhe abraçado a um de meus travesseiros.

E isso meio que faz meu cérebro estalar, e recuperar um pouco as minhas reações.

- Você... Você– balbucio a ponto de explodir. – Você...

- Se eu preciso de um lençol? – pergunta sorridente, ainda de olhos fechados – Não se preocupe, eu não sinto frio. Tecnicamente eu também não sinto sono, mas se pretendo me adaptar com seu relógio biológico eu devo começar com...

- VOCÊ PRETENDE DORMIR NA MINHA CAMA??? – consigo perguntar.

- Aaah – ele abre seus olhos e me encara com reprimenda – se você não pretende acordar seus pais eu proponho que fale mais baixo.

- Meus pais dormem em uma ala bem afastada da minha – digo com veneno, apesar de realmente ter abaixado meu volume – e meu nome não é "adorável", é Draco.

- Eu sei – o vampiro dá entre ombros voltando a fechar os olhos – por seu nome ser Draco não o torna menos adorável.

- Como você sabe o meu... ah esquece – cansado eu me deixo cair em minha própria cama e me acomodo de maneira que ficasse de costas para o outro rapaz.

Ok, minha tentativa de tirá-lo de minha cama não foi a mais... insistente, mas não faz pouco tempo que tive a "honra" de presenciar como o meu auto-imposto hospede havia dilacerado um grupinho nada amigável, quero dizer, quantas pessoas em minha posição se virariam e diriam:

"Hei, pegue o meu travesseiro que você sujou com o sangue de suas mãos e durma no chão!"

Pode ter certeza, se você conhece alguma pessoa que teria coragem de dizer isso para aquela figura, pode ir preparando as flores que você vai levar ao enterro dela.

Apesar de que... Ele até que foi simpático comigo até agora

- Boa noite – ele repete – meu pequeno adorável.

RETIRO O QUE DISSE, ELE NÃO PASSA DE UM IDIOTA RISONHO E INSUPORTAVEL!!!

Afastando-me o máximo que posso em direção a beirada oposta da cama, tudo que pude fazer foi murmurar mal humorado antes de adormecer.

- Não era de se supor que vampiros dormissem em caixões?

Eu começava a me perder na inconsciência, quando palavras sussurradas ao pé de meu ouvido me fizeram estremecer.

- Normalmente sim, mas não acho que se eu dormisse em um caixão você aceitasse deitar do meu lado.

E o pouco da minha consciência se foi logo após sentir uma ágil mão envolver minha cintura.

FOQEM

(Nessa parte do capítulo, a narração não é feita por Draco por obvias razões ^.^)

- Então aqui é o novo "lar" dele?

- Aparentemente

Duas figuras escondidas pela escuridão da noite observavam os portões da imponente mansão Malfoy.

- Devemos levá-lo de volta? – Pergunta de forma indecisa o mais baixo. – os outros devem estar loucos atrás dele.

- Para que? – dá entre ombros a outra pessoa – podemos nos fazer de "doidos" por alguns dias, não é sempre que ele tem a chance de sair.

- Sim – suspira resignado diante da eterna inconseqüência do companheiro – mas sempre que ele tem a chance de sair nada de bom acontece.

- Relaxa, ele mesmo sabe que não pode ficar muito tempo por aqui, quando for o momento ele vai voltar por si mesmo para sua própria prisão.

- Não precisa colocar dessa maneira.

- Por agora, não custa nada deixá-lo aproveitar, o que pode dar errado Remus?

- Tanta coisa Sirius, tanta coisa que você nem imagina.

FOQEM

Nhaaai... Mais personagens caem na trama de pára-quedas, não sei quando Sirius e Remus vão voltar, mas quando isso acontecer vai ser o sinal de que a trama tomará um ritmo mais tenso.

Por hora se divirtam com meu vampirinho risonho, pretendo fazer com que tudo transcorra de forma dinâmica e sem muitos angusts. Uma adorável comedia romântica, com uma pitadinha de terror.

Draco: Crucio

Luana: Wooow – pulando para desviar da maldição – o que deu em você loiro? Qual é a reclamação da vez? Por que está me atacando? Eu fiz até mesmo o Harry te roubar um beijo.

Draco: "Pequeno adorável" – sibila de forma maldosa – como assim "pequeno adorável"?

Luana: Hmmm, por que você é adorav...

Draco: CRUCIO!!!! CRUCIO!!! CRUCIOOOOO!!!

Luana: wuaaa, wuaaaa, wuaaaaaa – saltando desesperada para salvar sua vida – Credo loiro, eu sei que algumas pessoas não aceitam bem apelidos carinhosos, mas não precisa exagerar.

Draco: Cale-se escritora de araque!!! Esse apelido é ridículo, fora que é totalmente desproporcional, ele não é nem mais alto do que eu.

Luana: Creio que ele te chama assim mais por uma questão de idade – leva o dedo indicador aos lábios de forma pensativa – afinal se formos comparar as suas idades você seria menos que um embrião.

Draco: O... – temeroso – O Harry é tão velho assim?

Luana: Dã... Ele é um vampiro, a idade dele não precisa corresponder com sua imagem.

Draco: Certo, mas quantos anos ele tem? 100? 200? 300?

Luana: He he, não chegou nem perto, a medida que a historia avance você vai descobrir.

Por agora eu me despeço, mas não percam o próximo capítulo, o novo hospede de Draco se encontrará pela primeira vez com o Sr e a Sra. Malfoy, como eles vão reagir com nosso adorável vampiro?

Até o próximo capitulo.