Capitulo 2 – a cidade submarina , um sorriso de esperança.

Ele sente um cheiro de café, e começa a depertar aos poucos. Mas como ele poderia sentir algo?

Depois daquilo deveria estar morto. Se alguem perguntasse ele já mais adimitiria, mas estava com medo, muito medo de acordar e descobrir que estava morto. Mas o cheiro estava muito bom, por isso ele abre os olhos bem devagar. Ele começa a sentir dores no corpo, aos poucos foi abrindo e focalizou seu abdome enfaixado, depois um fogão. Logo percebeu que estava numa cama de solteiro.

_ Uma casa?- Ele se levanta ao poucos ainda sentido muita dor, pega um xícara de aluminio e depeja o café, o cheira e bebe- humm. Bom!.

O cavaleiro de prata ouve sons vindo de fora e percebe que está num local movimentado. Ele sai da casa e se assusta quando ve um enorme e majestoso pilar indo do chão ao céu. Ao olhar para lados ele pode ver uma infinidade de pessoas em barracas, com roupas tradicionais japonesas e gregas.

_ Onde diabos eu estou?- uma jovem de cabelos loiros e olhos castanhos vinha com uma sacola de papel na mão co m alguma coisa a sua frente.

_ vejo que finalmente acordou- ela sorri e ele reconhece a voz. Fora a mesma que o havia salvado-esteve dormindo por uma semana.

_ Você... é... Graça- ela sorri e o chama para dentro. Ele a segue. A jovem coloca a sacola na mesa e tira uma espécie de kimono, branco com calça preta.

_ Vista isso... Não é bom ficar andando sem camisa por ai- ele sorri emcabulado e percebe que ela está com roupas gregas, inclusive com sandalias, apesar de pequena o corpo dela é forte.

_ Por que essas roupas não estão do estilo da sua?- ele pergunta do outro quarto percebendo algo coberto por um cobertor, ele logo deduz ser sua armadura sagrada.

_ É meu uniforme de trabalho- ela esta sentada na mesa tomando café e comendo pão- eu sirvo no templo de sua majestade Poseidon.

Nessa hora o jovem de prata sai a todo vapor do quarto assutado. Agora sim a ficha caiu.

_ Eu estou …- aquilo era informação demais para ele.

_ Sim na cidade submarina – ela sorri para ele denovo, a jovem já desconfiava quem era o rapaz de cabelos negros e barba mal feita, mas esta em sua natureza ajudar sem perguntar. Sabia que Nanna iria repriende-la como sempre faz.

_ ...Mas... Como... Eu estava lutando no monte Pireneu na Espanha - agora a jovem se assusta .

_ Espanha? Então você devia estar no Antlântico Norte – ela pensa bem –então você deve ter sido puxado por uma corrente maritima... Mesmo assim pra sobreviver uma corrente você deve ser muito forte.

O jovem cavaleiro sorri encabulado, mas mesmo assim aquilo era estranho. Como ele pode ter sobrevivido, a queda e as corrente maritimas ferido como estava. Pelas ataduras ela havia cuidado dele.

_ Meu Deus, tenho que chegar no templo central antes que anoiteça- ela se levanta e ele prontamente vai atrás dela – você deve estar estranhando a cidade né?

_ Sim, eu ouvi falar que séculos atrás Poseidon e Athena fizaram um acordo- ele se lembra de uma das hitórias que escutou no santuario- Ela cuidaria da terra e ele do mundo não mundano.

_ Isso mesmo. Cada um dos sete pilares sagrados é um portal para uma cidade- ela aponta para o pilar – O pacífico Norte faz fronteira com Takamagahara.

_A cidade sagrada de Suzana-o?- ela sorri, como podia ser tão linda e simpatica aquela jovem menina. Ela era realmente uma graça.

_ Você sabe muito sobre essas coisas cavaleiro- ele quase cai. O senhor dos ventos malignos estava tão encantado com a jovem que se esquecera que ela não poderia ser tão boba aponto de saber quem era ele.

_ Sinto muito, eu nem me apresentei , meu nome é ..._ antes que ele pudesse falar uma jovem de armadura acompanhada por um grupo de Marinas chega a frente deles, a jovem era linda, mais alta que ele de cabelos morenos e olhos castanhos.

_ Sai de perto da Graça – ela exige de maneira violenta – Ela é minha amiga.

_ Ei, ei eu não fiz nada- ela olha para ele. O cavaleiro prateado vê o fogo em seus olhos castanhos.

_ Alguém que controla os ventos malignos só pode ser de Rhodes- ta agora ele encucou com aquela expressão. Que diabos era Rhodes? Ele não teve tempo de estipular uma pergunta. Ela estava o atacando com velocidade.

_ Pera aí, não quero lutar- Ele fala defendendo o chute dela, esta logo insiste com mais um mais forte que o arrasta para longe – Ela é forte , tão forte quanto eu.

_ Espera, Nanna- tanta fala para amiga, mas esta não a escutaria assim. Afinal sua preocupação para com ela era enorme, mais até que seu juízo.

_ Venha e lute – ela chama o cavaleiro- eu Nanna de Ocipete, A Sereia do Pacifico Norte.

_ Sereia?- o cosmo dela concerteza se igualava a de um cavaleiro de prata, sua força era inegável. Em segundo s os dois estava trocando golpes rápidos e fortes. A jovem sereia estava inpressionada com ele. Esta acompanhando seus golpes e até igualando um com o outro.

_ Você é forte – ela sorri apara ele e começa a acumular o cosmo e o vento na perna direira. O cavaleiro de prata estava percupado. Aquela luta estva saindo do contorle dele, mas ele não podia recuar. Queima seu cosmo e surge a armadura de prata de lagarto. Nesse momento Nanna para – você é um cavaleiro do zodiaco?

_ Sim, eu sou Nótus de lagarto – ele fala com orgulho finalmente pronto para a luta.

_ Porque não disse isso antes? – a jovem abre um sorriso e desarma o golpe- os cavaleiro são nossos aliados.

_ Humm – ele coça o queixo e pensa – Que garota estranha.

_Então seu nome é Nótus- o cavaleiro sente envergonhado por não ter dito antes- Bonito nome.

_ Está atrasada mocinha- fala Nanna – Vai logo trabalhar.

_ É verdade – ela corre em diração ao centro – Te vejo mais tarde cavaleiro.

_ Tudo bem- ele sorri – Ela é uma boa menina.

_ É sim – ela olha para o santo de prata- Quais suas intenções com ela.

_ Inteções ?- ele olha para a sereia confuso – eu acabei de acordar.

_ Acordar?- ela sorri e chama os marinas.

_ Me conta mais sobre a cidade submarina – ele olha em volta ainda confuso com a mistura de culturas de forma tão visivel.

_ Cada pilar é ligado de maneira direta a uma cidade secreta, sendo assim, impossivel que não houvesse transição de uma com outra. Por exemplo, se aqui temos japoneses com gregos, o pasifico sul é ligado a Avalon e eles unem a Grécia antiga com a Inglaterra Medieval- aquilo deixa o cavaleiro supreso. Ele numca imaginaria a expanção daquele lugar mitológico- ao todo são 8 pílares para Sete cidades. O pilar principal que chamamos de suporte principal, não sabemos se ele liga a algum lugar mas sabemos sua importância. De sustentar todo o oceano.

_Isso é incrivel- ele fica muito admirado com tudo que ouvira – é dificil acreditar que eu cai num lugar como esse.

_Cair-ela começa a caminhar junto a ele de volta para a casa de Graça. Antes Ociepe dá instruções para os Marinas e se volta para o cavaleiro de Prata- Me conta o que está fazendo aqui cavaleiro.

_ Eu também não sei – ele se senta na cadeira encostada na parede – eu estava lutando nos montes Pirineus, nas cruzadas...- nesse momento ele se toca – AS CRUZADAS … Por Athena eu havia me esquecido delas.

_ Se acalme homen- A amazona faz sinal de paciencia – A cruzada pela taça sagrada chegou ao fim na mesma noite em que começou.

_ Não... Não... Pode… Ser