Bom... Estou postando mais um capítulo hj pq ñ postei ontem, como tinha prometido, e espero terminar as postagens dessa fic em duas semanas! Então, vamos ao nosso segundo capítulo. Qual a nossa missão? Para onde devemos ir? Acho q algumas pessoas ñ vão gostar muito da idéia, né, Stella-chan? XD

Espero q estejam gostando desse comecinho =P

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Capítulo 2

- COMO É QUE É? – grita o escorpiniano não acreditando no que ouvira.

- Qual o problema, Milo? – Stella parece impaciente, com os punhos na cintura.

- Como qual o problema? Não acredito que Atena mandou vocês duas sozinhas para um lugar daqueles!

- Aniki... Não tem mais nada lá... – insistiu Nala.

- Mesmo assim! Não deixa de ser o lugar que é! Vocês não vão sozinhas!

- Milo... São ordens de Atena... Esqueceu?

- ... – fez uma cara emburrada que perderia para a mais mimada das crianças – Mas... Mas...

- Eu já estive lá, Milo... E voltei sã e salva. Por que não voltaria agora que não tem mais nada lá? – tornou a irmã.

- Mas Stella nunca foi! Como ela...

- Tá duvidando de mim? – disse ela inquieta.

- Não, mas...

- Aniki! Eu dou um jeito, ta? Eu cuido dela!

- E quem cuida de você?

- Ninguém merece... – disse novamente entediada.

- Sem essa. Eu vou com vocês.

- NÃO! – responderam as duas num novo uníssono.

- Por que essa rejeição? – tornou, com cara de piedade.

- Milo, a gente sabe se cuidar muito bem. – respondeu Stella sem dar importância.

- Além do mais... – completou Nala – Quem mandou foi Saori, então se conforma.

As duas dão a volta e saem, Milo está estático, não podia acreditar que tinha sido descartado de tal forma. E ver as duas meninas, Stella e sua irmã, indo para aquele lugar tenebroso sozinhas lhe corroia as entranhas. Ele estava se mordendo de raiva, mas não podia fazer nada, tinha de ficar ali esperando que as duas voltassem sãs e salvas. Tornou para dentro do templo, com olhar quase em chamas, falando consigo mesmo.

- Tem horas que me dá uma vontade incontrolável de dar uns cascudos na minha "querida" Atena...

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- Nala-chan... – diz a garota que caminhava ao seu lado.

- Hai... – responde ela com um sorriso.

- Você não se sente mal tendo que voltar naquele lugar?

- De certa forma... As lembranças de lá são as piores da minha vida com certeza. Mas... Não tem problema. Tudo já passou, né?

- É... Tem razão... Mas passou e voltou a ser o que era antes graças à vitória de vocês no Olimpo.

- Bom... Pode até ser... Mas já que foi crédito nosso, não precisamos nos preocupar. Façamos apenas o que ficamos de fazer.

Stella olhou o céu, pensando por um instante, depois tornou para Nala.

- Acha mesmo que não há mais nada lá?

- Talvez...

- Então não tem certeza?

- Acho que não seria uma boa idéia dizer isso para o meu irmão, né?

Ela riu divertida, estava claro que em hipótese alguma seria uma boa idéia, e isso fez a outra menina rir também.

- Mas... – continuou Nala – Se aparecer alguém para atrapalhar... Dá-se um jeito.

- Com certeza. – e Stella riu desafiadoramente – De mim ninguém escapa.

Nala se divertiu com a reação da garota. Era escorpiniana, tal qual o seu irmão, os dois faziam aniversário juntos até. E as personalidades batiam bastante. Puxa... Devia sair faíscas quando os dois resolviam brigar. E esse pensamento divertiu Nala ainda mais. Mas o que estava dizendo...? Ela era igualmente impulsiva e explosiva, tanto que não conseguiu conter o comentário que saiu logo em seguida.

- Hehehe... Eu também não deixo escapar ninguém... Minhas garras terão um jeito especial de conversar se aparecerem inimigos em nosso caminho.

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- NALA O QUE? – o grito agora era de um garoto de cabelos dourados rebeldes e olhos azuis preocupados.

- O que você ouviu, pato... Ela foi mandada por Atena para aquele lugar.

- Fazer o que?

- Eu que vou saber?

- Ela é sua irmã!

- Mas é cabeça dura como nunca vi uma pisciana ser... Acha que ela quis me contar? Nããão... Ela é foda demais para a minha ajuda...

Hyoga anda de um lado para outro, não era possível que Saori a mandasse sozinha em missão naquele lugar. Achava que não havia mais nada lá... Mas era impossível que Atena mandasse duas guerreiras tão poderosas para um lugar com certeza de ser completamente desprovido de perigos extremos.

- Eu vou para lá!

- Ah, vai, Pato? Você lá sabe em que lugar elas estão daquilo?

- E por que você não as seguiu?

- Por que... Por que... Ora, elas me deixaram aqui com a maior cara de taxo!

- Que belo Cavaleiro de ouro... – disse desafiador.

- Ta a fim de briga, projeto de picolé?

- Não ta vendo que eu to preocupado com a Nala!

- Dispenso sua preocupação com a MINHA irmã! Eu me preocupo sozinho com ela e com Stella!

- Rabo torto cabeça dura!

- Pingüim de geladeira em miniatura...

Outra pessoa entra no templo, balançando a cabeça negativamente, sem querer acreditar naquela cena tão infantil.

- Você dois querem parar com isso? Que vergonha dizer que são adultos...

Era o Cavaleiro de Aquário, que acabara de chegar e já estava sabendo de toda a história só pela guerra que se formava entre os dois. Sabia muito bem o que acontecia, Milo tinha um ciúme incontrolável de sua irmãzinha, e Hyoga queria apenas provar que era digno dela. Mas Milo não daria o braço a torcer de que estava com ciúmes bobos, e Hyoga não deixaria barato as provocações do outro.

- Vocês dois estão brigando a toa... Se bem entendi a história, a essas horas... Já é bastante tarde para querer ir atrás das duas.

- Então a gente senta e espera que dê tudo certo? – diz Hyoga impaciente.

- Nem a pau! – retruca Milo.

- Pelo amor de Atena... Vocês não conhecem as meninas? Nós treinamos Stella, Milo, eu treinei Nala. E Hyoga, você melhor do que ninguém sabe o quão forte a Nala é...

- Mas, mestre Camus...

- Será que vocês poderiam confiar nelas, por favor?

Eles ficam emburrados, abaixam as cabeças, querendo sair correndo e ir buscar as duas. Mas não há nada que possam fazer, realmente, e eles apenas se dão por vencido, ainda que muito a contra-gosto.

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Entrada do mundo dos mortos, em torno, apenas escombros infindáveis do castelo q desabou há anos. Ninguém se atrevia a chegar ali, diziam ser mal assombrado, e as pessoas tinham razão de ter medo daquele lugar. Estava tudo coberto por uma espessa neblina, embora fosse dia e, mais longe dali, o sol brilhasse com intensidade, e à frente das duas garotas havia um buraco que parecia não ter fim.

- Bem... – diz Nala – Aqui é a entrada... Está preparada?

- Sempre. – respondeu.

- Então eleve seu cosmo até o último e use o oitavo sentido. Vamos acordar no mundo dos mortos, perto do rio Aqueronte. Me dê sua mão para cairmos no mesmo lugar.

- Certo. Vamos!

As duas saltam, elevando seus cosmos ao último. E repentinamente, após alguns segundos de queda, tudo desaparece, elas desmaiam e não vêem mais nada. Quando acordam, olham em volta, vendo apenas um infinito chão de pedra, encostas estéreis e nada mais. Começam então a andar e chegam num arco com as fatídicas inscrições: "Aquele que por aqui passar, deve abandonar toda a esperança"

- Que medo... – diz Stella com um pouco de ironia.

- Pois é... Nem isso segurou as esperanças dos Cavaleiros de Atena. Em frente?

- Vamos.

Chegaram então ao gigantesco rio que era atravessado pelo barqueiro, mas o local ali era completamente deserto. Não se via nada nem ninguém por perto. Nala então deixou escapar seu comentário.

- Não sei se isso aqui era mais tenebroso com aquele monte de almas desesperadas, ou vazio desse jeito... Ô lugarzinho horroroso...

- Tem razão... Eu não estava aqui daquela vez, mas imagino... – concorda Stella.

Nala olha em volta, tentando pensar em como chegar ao local em que deveria. Pensa um pouco no que Atena havia dito antes de saírem. Stella então comenta.

- Atena disse que a passagem estaria debaixo do gelo eterno, onde ninguém encontraria, só os Deuses sabem de lá... Mas mesmo que encontrasse... Seria impossível chegar a ele pois é impossível desfazer a camada de gelo

- Sim... Então vamos até lá... Vamos fazer o impossível pra variar. – e riu como de costume, com desafio.

- E onde é esse lugar?

- No inferno de gelo, claro, onde ficavam os que erguiam suas mãos contra os Deuses. No Cocytos.

- E como chegamos sem o barqueiro? Dizem que só ele conhece o rio...

- E quem disse que atravessaremos de barco?

Stella olha desentendida para Nala, que apenas sorri e começa a elevar seu cosmo de maneira absurda. Ela não consegue acreditar em tamanho poder emanando de uma só pessoa, embora soubesse que o seu era similar, aquilo ainda era surpreendente para ela. O brilho era ofuscante, o solo começa a rachar há até cinco metros de distância da amazona e uma cratera de meio metro de profundidade se abre sob seus pés. Grandes e formosas asas douradas se abrem às suas costas, os olhos se abrem, emanando um brilho dourado único da linhagem dos Deuses do Amor e da Alma. Ela volta ao chão.

- O que está esperando? Abra suas asas, anjo negro. Vamos atravessar o rio pelos ares do submundo.

- Mas... Quem ficou com as asas do anjo negro foi o Milo... Ele tomou o poder para si para eu não perder o controle. Minhas asas são pequenas, apesar do meu poder ser comparável ao seu...

- Entendo... Então me dá a sua mão que eu te levo.

Ela aceitou e as duas voaram sobre o gigantesco rio, voaram por um bom tempo, e Nala fez o possível para seguir ao máximo o rumo de que se lembrava de quando esteve por lá. E cerca de meia hora se passou nesse vôo, fazendo Nala sentir-se já cansada e entediada. Mas ela continuou firme, e logo pôde ver as encostas da outra margem.

- Nala-chan! Estamos chegando, finalmente!

- Puxa... Não via a hora... Esse rio é maior que o Amazonas...

Repentinamente, inúmeras sombras começam a cortar o ar, não se podem distinguir exatamente suas formas, mas pareciam bem grandes, e se aproximavam rapidamente.

- Mas o que diabos é aquilo? – pergunta a amazona de Tigre.

- Parecem coisas enormes! – murmura Stella – Será que o inferno não está mesmo desabitado? Mas o que são essas coisas?

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Continua...

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Prontinho! Agora só amanhã, espero q estejam prontos p/ a ação ^^

Milo - Ação? Ação? Vcs são umas ingratas! Como puderam me deixar falando sozinho, qdo eu só estava preocupado c/ vcs? Isso ñ se faz c/ um irmão, nem c/ o namorado! É muita falta de consideração, a gnt aqui se preocupando e querendo proteger vcs e ser deixado de lado como um trapo velho e imundo!

Milo... Vc tá exagerando... De novo... ¬¬

Milo - Eu ñ sou exagerado! Estou dizendo a pura verdade!ò.ó

Está exagerando ¬¬ Agora dá um tempo q temos q ir nessa? Se naum ninguém aguenta ler tanta reclamação sua...

Milo - Pq são uns incensíveis! Ninguém entende a verdadeira preocupação de um irmão e frustração de ser deixado p/ trás como se eu fosse incapaz de protegê-las!

Camus - Milo, pára c/ essa palhaçada ou te ponho num esquife ¬¬

Milo - Pq naum tenta picolé? ò.ó

*Camus e Hyoga carregando Milo a força p/ fora enquanto ele se debate*

Milo - Me soltem, seus insensíveis! Eu sabia q vc era um insencível, Camus! E eu sabia q vc naum amava minha irmã de vdd seu progeto de pato depenado! Vcs naum me entendem! Ninguém entende os clamores do coração de um irmão preocupado! De um namorado apaixonado! ninguém entende minhas palavras!

Mas q maluco esse aí me saiu ¬¬ Escorpinianos... uff Bom... Aí está o segundo capítulo, espero q estejam gostando e q estejam curiosos pelos próximos! Até mais, pessoal! Comentem, onegai!