Capitulo 1

Ben e o banimento

A fronteira do universo na verdade um rasgo no continho espaço tempo, onde nada existia e onde um novo universo podia ser criado, em si uma tela embranca onde nada existia, pode-se disser que era bem o que Ben Tennyson esperava.

Kevin, Rook, Vo Max e sua prima Gwem estavam lá esperando por Bem, em quanto ele atravessava o portal com paradoxo logos atrás.

Gwen vestida como sempre a velha camiseta azul com o símbolo de uma cabeça de gato na frente, saia xadrez, e óculos azuis com cabelo curto, se alguém a visse agora diria que ela estaria perfeitamente bem, mais olhando mais de perto podia se ver que ela estava contendo-se para segurar as lagrimas pelo seu primo, depois de tudo que eles haviam passado mesmo Ben não sendo seu primo real, ele era como um irmão para ela, mesmo com infantilidade, com as constantes briga grande e ego que Ben tinha, ele era como um irmão para ela.

Kevin também não estava diferente de quando Ben foi banido pelos alfas celestiais, ele se culpava por não ter feito nada para impedi-lo, nas ultimas semanas ele e Rook tinham trabalhado incansavelmente com as maiores mentes do universo para melhorar e aprimorar o carro de Ben fazendo virtualmente indestrutível, como consequência seus olhos mostravam olheiras enormes pelas horas perdidas de sono na oficina o longo cabelo de Kevin agora estava todo seboso e gordurento, sua camiseta e calças jeans estavam cheia de manchas de óleo mais em seu rosto estava expondo o maior dos sorrisos, "Ben podia estar sendo banido para outro universo, mais ele não iria para lá de mão vazias".

Vô Max também não estava nada bem, na ultima semana ele praticamente parou de comer, quase não dormia passava todo tempo pensando em Ben e o que podia fazer para ajuda-lo, isso acabou afetando sua aparência, agora Max tinha grandes olheiras nos olhos, seu cabelo branco geralmente arrumado e penteado mostrando o símbolo de poder e autoridade como chefe da ordem dos encanadores, tinha ser transformado numa verdadeira bagunça só, ele estava realmente mais magro, tanto que a velha camiseta havaiana com estampa florida agora parecia uma camisola.

Sobre o ombro de Max estava uma pequena criatura de pele cinza com grandes olhos verdes, vestindo apenas uma túnica verde e preta ele não parecia ter mais de cinco centímetros, aquele era Azmuth ser mais inteligente de cinco galáxias.

Por fora Azmuth não tinha emoções, parecia à figura perfeita de um velho pensador, que refletia sobre a existência do universo e como poderia melhora-lo, mais por dentro ele estava quebrado, apesar de muitos acharem Azmuth só preocupava com Ben como portador de seu maior invento, mais a verdade é que ele realmente gostava do garoto.

Azmuth ainda se lembrava do dia em que ele havia encontrado Ben pela primeira vez.

Azmuth estava dando os últimos acertos no protótipo do omnitrix (unitrix), o laboratório de Azmuth cheios de maquinas estranhas, que muitos de sua própria raça desconheciam, ele era o primeiro pensador um dos seres mais inteligentes do próprio universo, não importava para onde olhasse quando de repente uma enorme fenda Interdimensional se abriu bem ao lado de Azmuth e um alarme foi soado.

Milhares de soldado Galvanianos* chegaram, em prontidão, prontos para defender o primeiro pensador.

Os soldados vestiam armaduras verdes tecnológicas que cobriam toda a sua pele cinza deixando somente espaço para grandes olhos anfíbios, portavam também pequenas armas a lazer que apesar do tamanho tinham um efeito devastador contra qualquer inimigo.

Um enorme pacote saiu pela fenda, antes dela colapsar e desaparecer de maneira tão rápida e estranha como apareceu.

Um pequeno choro começou a sair do pacote, imediatamente os Galvanianos ativaram os dispositivos anti-gravitacionais, levando o embrulho para analise.

Azmuth voltou ao seu trabalho como se nada tivesse acontecido, torcendo para nada mais incomoda-lo de novo. (pena seus desejos não foram ouvidas).

1 hora depois.

Azmuth estava quase terminando o protótipo do ominitrix, quando um guarda entrou correndo dizendo que precisavam deles urgente na sala exames.

Azmuth: a menos que o próprio destino do universo esteja em jogo, para vim me incomodar.

Guarda: primeiro pensador perdoe-me pela intromissão, mais o embrulho era na verdade uma criatura viva.

Azmuth suspirou enquanto se levantava para seguir o guarda até a sala de exames, ele podia ser uma das maiores mentes do universo, disser que ele pelo menos não estava interessado no estranho fenômeno e oque ele tinha trazido, era simplesmente afirmar que a força Omini não existia.

A sala de exames era um lugar Azmuth poucas vesses visitava, geralmente estava cheia de Galvanianos correndo de um lado para outro vestindo roupas brancas trabalhando em alguma e coisa para melhorar a raça Galvaniana era um pesadelo para Azmuth.

Para seu espanto dessa vez foi diferente, dessa vez em vez de uma algazarra médicos correndo de lado para outro preocupados com seus próprios projetos, dessa vez estavam todos reunidos, concentrados atrás de telas holográficas olhando para filhote humano envolvido em uma manta branca, suspenso pelo aparelho ante, gravidade da câmara de cura.

Azmuth: O que significa isso! , vocês me tiram do meu maior projeto para ver um filhote de terráqueo.

Voz: isso não é um filhote de terráqueo.

Disse um Galvaniano pele cinza quase branca que se misturava com sua túnica, com um grande medalhão com uma pedra azul sobre o peito.

Azmuth reconheceu imediatamente aquele amuleto Era o olho de Oniam um símbolo usado pelos maiores médicos Galvam, dez do inicio de sua civilização.

Apesar da maior parte do tratamento medico ser feito por maquinas hoje em dia, Oniam ainda representava uma influencia na comunidade Galvaniana.

Azmuth: e o que fez você chegar a essa conclusão?

Oniam: o teste que fizemos nele mostra, que seu DNA é muito parecido com os humanos mais ao mesmo tempo muito diferente, além disso, pelo simples fato dele ter saído de uma fenda interdimensional.

Azemuth: o que faz pensar que as mutações, não possam ter sido causadas pelo deslocamento da fenda, que por igual não seja apenas mais um novo meio de tele transporte.

Oniam: podemos muitas vezes discordar em diversos assuntos meu caro Azmuth, mais você acha mesmo que os terráqueos já teriam a capacidade de desenvolver um aparelho de tele transporte.

Nessa hora uma voz soou por toda a base médica.

Voz: entrada de magistrado Magistrado Hulka e Magistrado Tennyson entrando na base.

Duas figuras humanoides passaram pela entrada da base médica, a pesar da diferença de tamanho ambos usavam as mesmas armaduras brancas com detalhes pretos e um grande símbolo vermelho no peito somente com a cabeça de a vista.

O primeiro Humanoide não tinha cabelo, sua pele era vermelha e seus olhos eram amarelos com orbes pretos, seu parceiro lhe batia na altura do peito. Esse era o Magistrado Hulka.

O seguram batia no ombro do primeiro, era obviamente humano com a pele rosada e cabelo castanho começando a ficar branco, seus olhos mostravam, uma profundeza estranha come se ele tivesse visto mais coisas do que devia. Esse era o Magistrado Tennyson.

Hulka: o que esta havendo? Recebemos um chamado localização de um de criança humana.

Por um minuto Oniam ficou, extasiado como principal chefe da medicina, as oportunidades de conhecer novas espécies de seres eram quase inexistentes.

Azemuth vendo a reação de seu colega aproveitou para ser o primeiro a falar.

Azemuth: vejam bem meus caros encanadores, essa criança acabou surgindo de um portal, que acredito ser na verdade um tele transportador que deve ter acabado com as coordenadas erradas, pois ele surgiu em meu laboratório, já fizemos os testes de D.N. A, e como se pode ver ele é obviamente humana.

Vendo o que Azmuth estava fazendo Oniam rapidamente se recuperou de seu choque e se pôs a intervir.

Oniam: ele não é humano.

Max: como assim? Ele me parece bem humano para mim.

Oniam: os testes de DNA indicaram que ele é somente 85% humano os outros 25%, ainda não sabemos.

Azemuth estava preste acrescentar que aquela mudança não passava de um erro devido de vido ao tele porte e que se ajustaria normalmente.

Mais Hulka foi mais rápido do que ele.

Hulka: isso não seria um problema devido ao uso do tele transporte incorretamente.

Azemuth: é bom ver que nem todos os encanadores se esquecerão de usar o cérebro.

Oniam: mais se isso fosse verdade porque usariam uma criança como cobaia, não seria mais fácil mandar um soldado treinado.

Azemuth: (com um sorriso de presunção no rosto) Então você admite que ele é humano.

Oniam: não Azemuth, só acho que eles não usariam de cobaia uma criança indefesa com menos de um ano de idade.

Nessa hora Max Tennyson que estava estudando a criança flutuando na câmara de analise, deu um pequeno suspiro.

Max: queria discordar com você Oniam mais, já vivi muito e percebi os horrores que acontecem durante em tempos de necessidade.

Oniam surpreso com aquela declaração, ele conhecia Max Tennyson pelas lendas, aquele homem tinha lutado em mais guerras dentro e fora de seu mundo do que a maioria dos veteranos encanadores, ele realmente merecia respeito.

Max: vou ter que levar a criança comigo e me certificar que ele seja cuidado de perto pelos encanadores, somente no caso de Azmuth estar errado.

Azmuth estava irritado não só por ter perdido tempo demais de seu precioso tempo para uma questão relativamente insignificante mais em si por sido insultado por uma forma insignificante que mal compreendi a física quântica e se achava no direito de disser que ele estava erado, mais ao mesmo tempo feliz por essa discussão inútil ter acabado.

Oniam: eu vou preparar a criança para o transporte.

E assim como foi dito, assim foi feito em menos de meia hora a criança estava embrulhado em pano verde, dormindo confortavelmente nos braços do magistrado Tennyson em quanto estavam de partida.

De seu Laboratório Azmuth observava aquilo com interesse, Oniam não iria desistir assim tão fácil da criança, então por que ele fez?

Oniam: olá Azmuth, admirando avista!

Parado bem atrás dele ao lado da plataforma de observação estava Oniam com um sorrindo enigmático estampado em seu rosto.

Azmuth simplesmente deu os ombros e começou a caminhar para dentro de seu laboratório, de volta a suas maquinas e criações.

Azmuth: não tenho tempo para essas bobagens de sentimentalismo.

Oniam: você estava pensando o porquê eu abandonei a criança assim, de forma tão rápido, tendo certeza absoluta de que ele não é humano.

Azmuth parou no meio do caminho e começou a suspirar pesadamente, nesse momento Azmuth tinha reunido todas as suas forças, tentando se lembrar de todas as lendas que seu pai, lhe tinha contado sobre aqueles que portão o amuleto de Oniam, foi necessário toda sua força mental para convencê-lo de que aquilo não passava apenas de uma enorme coincidência.

Azmuth: você simplesmente viu que eu estava certo.

Oniam: (risos) não Azmuth, eu deixei a criança ser levado somente porque sei que os encanadores cuidarão dele até mudanças começarem.

Azmuth: não haverá mudanças Oniam.

Oniam: você ainda é muito jovem Azmuth quando for tão velho quanto eu verá que nada é o que parece nesse universo.

Azmuth simplesmente deu os ombros e seguiu em frente, não ligando para palavras do velho Oniam.

Cinco anos se passaram deis daquele dia, Oniam havia morrido devido a sua idade prolongada, agora seu amuleto estava sem nenhum pretendente.

Nesse momento um grande grupo de galvanianos carregava o corpo inerte de Oniam sobre uma pilha de madeira verde, prontos para começar o ritual de cremação, as pessoas saiam às portas vestidas de negro se dirigindo para praça principal onde um sacerdote do entoava o cântico em homenagem a morte de Oniam.

O corpo de Oniam agora sendo consumido pelas chamas do fogo, os galvanianos abaixam suas cabeças e começam a orar para os antigos deuses, até mesmo aqueles que não acreditavam começaram a orar.

Do alto se laboratório Azmuth assistia tudo com nojo, o cântico, o rito, o fogo consumindo o corto de Oniam até virar cinzas, tudo aquilo não passava de perda de tempo, um celebração inútil em homenagem a deuses que nem sequer existiam, que tolos sem mente se recusavam de ver a verdade, não importa o quanto sua raça tenha evoluído.

Mais por mais que Azmuth quisesse negar em algum lugar em sua mente ele sabia que o Galvaniano a sentir mais falta do velho Oniam seria ele, por mais que detestasse o velho e tudo o que ele representava, Oniam tinha se tornado o adversário digno de Azmuth seu rival em igual, um ser que inspira a conseguir o melhor de suas invenções sem esquecer que só porque ele pode construir uma coisa não quer disser que ele deva, uma lição que Azmuth aprendeu há muito tempo sobre um custo muito caro.

Dois dias no exato dia em que Oniam tinha perecido, Azmuth recebeu um Chamado dos encanadores sobre a criança Max Tennyson tinha levado, aparentemente Max tinha dado a criança para seu filho que era infértil e não consegui ter o seus próprios filhos.

Aparentemente como Oniam previu a criança não era humana de fato, aos cinco anos, pequenas protuberâncias começaram a crescer em suas costas que logo se desenvolveram para um grande par de assas.

Pode se disser Max Tennyson não estava muito feliz no seu neto estar se tornando um algum tipo de criatura aviaria.

Toda a vez que Azmuth se lembrava daquele dia não podia deixar de formar um pequeno sorriso em seu rosto, não por tristeza e ou alegria mais sim por aprender a ultima lição que o velho Onian o tinha deixado (só porque você é o ser mais inteligente do universo não quer disser que você sabe tudo e que nada mais pode te surpreender).

Azunuth sorriu quem poderia imaginar aquela criança, vinda de outro universo, se tornaria o maior herói dede todos, alguém realmente dignou de portar seu ominitrix era o que ele sempre pensava nas raras horas em que ele se deixava distrair.

Agora vendo a sena em frente de seus olhos Azumuth não pode conter o gosto amargo em sua boca, ele sabia que devia ter feito mais, ele sabia que não devia ter deixado acontecer, ele queria fazer mais para ajudar a criança mesmo sabendo que não podia. Tudo que restava era dar o seu presente a Ben e acreditar que ele sobreviveria ao seu novo universo.

Lagrimas escoriam dos olhos de Gwen enquanto ela abraçava seu primo pela ultima vez.

Gwen: prometa para mim que você vai ficar bem.

Ben: eu vou Gwen, você sabe que já fiz milhares de coisas mais perigosas do que essa, e sempre sai inteiro delas.

Gwen suspirou: eu sei mais antes você estava sempre com alguém com você, agora esta por sua própria conta e pode ser que nunca mais nos vejamos e então me prometa que você não vai se meter em confusão, esta bem.

Ben: eu prometo Gwen.

Gwen deu um ultimo abraço antes de deixa-lo ir em direção a Kevin, dando graças a algum deus que existisse por não desmoronar em lagrimas na frente de seu primo e namorado.

Kevin era um cara durão tinha ido para o Nulificador, mais cedo do que a maioria dos vilões e criminosos que já foram enviados para lá.

Mais agora Kevin se sentia como se alguém lhe tivesse um chute bem no meio das pernas. Ele tomou folego e reuniu o resto da coragem que ainda tinha e foi falar com Ben.

Kevin: olha Ben eu sei que quando nos conhecemos começamos com o pé esquerdo, mais a verdade nos últimos anos eu acabei te vendo como um irmão, um irmão menor chato e estranho que vive atormentando a minha vida...

Ben abriu a boca para protestar mais Kevin o deteve.

Kevin: então que é por isso que eu e Rook passamos a ultima semana construindo isso.

De seu bolso traseiro Kevin uma pequena caixa embrulhada com o nome de Ben escrito sobre a caixa.

Dentro dela tinha um enorme bracelete feito de aço negro, decorada com estranhos desenhos feitos com uma joia verde estranha parecida com algum tipo de esmeralda, conforme bem girava o bracelete todos eles pareciam surgir de uma com uma enorme esmeralda encrustada bem no meio do bracelete.,

Kevin: fui ideia do Rook, te dar esse bracelete.

Rook: no meu planeta, quando um membro da família morre é costume fazer um bracelete e entralhar nele as lembranças que você teve com ele...

Ben olhava o bracelete mais de perto, ele podia distinguir algumas das figuras, como uma gigantesca lula gigante sendo enfrentada com um guerreiro de armadura, a nave de Rook, Metroan, o próprio Rook, seus pais adotivos e sua verdadeira forma.

Bem não pode deixar mostrar um pequeno sorriso em seu rosto em seu rosto, ele ainda se lembrava do susto que Rook quando ele tinha lhe mostrado sua verdadeira forma, quando retirado a mascara de camuflagem de Azmuth tinha feito para ele.

No começo Rook não acreditou aquele era Bem, que alguma espécie tinha o substituído e conseguido roubar o Ominitrix para si mesmo, mais depois de cinco horas de explicação, um relatório de avô Max e uma explicação de Azmuth e uma guerra de lasers, Rook acabou vendo a verdade.

Naquele dia Rook se tornou parte oficial da família de Ben.

Rook: Ben você esta bem?

Bem: AH o que ?
RooK: você esta quieto olhando para o vazio, fiz algo errado?

Ben: Não Rook, eu só estava me lembrando de quando eu lhe mostrei minha verdadeira forma.

A cor no rosto de Rook mudou imediatamente para vermelho em quanto Kevin tentava em vão segurar a gargalhada que estava em sua em sua boca, ele tinha ouvido falar do pequeno show que Rook tinha dado quando descobriu a verdadeira forma de Ben.

Rook: você não pode me culpar aquele dia foi estranho.

Kevin: Foi estranho para mim também, mais nem por isso eu tentei vaporiza-lo, mais Relaxa garoto todo mundo já passou por isso.

Rook deu uns grunhidos de discordância mais ficou quieto no final.

Kevin: aproposito Ben, ainda falta a minha parte do presente, aperte a esmeralda.

Ben achou aquilo meio estranho mais fés de qualquer maneira, afinal ele já tinha passado por coisas ainda mais estranhas em sua vida.

Assim que Ben pressionou a esmeralda, todo o bracelete começou a se iluminar e de repente diante de seus olhos uma forte luz verde surgiu.

Ben teve que cobrir seu por causa da luz, mais quando ele abriu os olhos ele não acreditou no que estava em sua frente.

Para do bem ali diante de seus olhos estava um carro esportivo negro com um grande xis em verde que cruzava o capo e seguia até a parte traseira do carro.

Ben: É...é...

Kevin: é o meu presente de despedida para você Ben, é uma versão do seu antigo carro, melhorada, a lataria e toda feita de metal Tretameque, ou seja, e virtualmente impenetrável.

Rook: a tecnologia do interior é cem por cento tecnologias Galvaniana, assim como o sistema de armas automáticas.

Kevin: e o porta-malas esta cheio de armas de encanadores e equipamentos, podemos não saber para onde você esta indo mais vamos garantir que você na chegue lá despreparado.

Ben esfregava os olhos para esconder as lagrimas de felicidade, ele não a creditava Kevin e Rook tinham tido todo esse trabalho por ele.

Ben: obrigado, caras esse realmente é o melhos presente que já guanhei.

Ben: mais Kevin me prometa de vai cuidar da Gwen.

Ben: Rook me prometa que vai continuar protegendo a terra.

RooK: pode deixar Ben protegerei ela como se fosse meu próprio planeta.

Kevin: pode deixar Ben.

Ambos Kevin e Rook estavam com lagrimas nos olhos enquanto abraçavam Ben pela ultima vez, soltando logo para ele de encontro com seu avô.

Ben não visto, seu avô por mais de uma semana, seus realmente tinham todo seu tempo na ultima semana querendo passar o máximo de tempo possível com ele antes que ele tivesse que ir embora.

Para Ben aquilo tinha sido realmente uma tortura, Vô Max não era simplesmente seu avô, era seu mentor seu mestre.

Muito ante das férias de verão onde ele tinha encontrado o Omitrix, Vô Max já o treinava paras ser como ele, um dos agentes encanadores.

Ben sabia que Vô Max não tinha passado bem na ultima semana, mais vendo agora de perto, era bem pior.

Max realmente tinha perdido peso, sua grande camiseta havaiana vermelha com estampas de flores amarelas, estava muito mais folgada e desarrumada como se ele tivesse dormido com ela recentemente, seus olhos estavam vermelhos e casados quase fechando, como se ao menor momento ele fosse desmaiar pelo cansaço ali mesmo no chão, a única coisa que ainda parecia igual era o seu cabelo branco que tinha parecido cair um pouco.

Mas Ben não teve muito tempo para ver como seu avô estava dele se jogar sobre Ben com lagrimas escorrendo pelos seus olhos.

Vô Max: eu sinto muito Ben, isso tudo é culpa minha.

Ben em quanto soltava os braços de seu avô de seus ombros: Não é culpa de ninguém tá a escolha foi minha e mesmo se eu não soubesse o que ia acontecer eu não teria mudado nada.

Vô Max: mais se eu não tivesse levado você e Gwen para acampar a seis anos atrás...

Ben: você não tivesse nos levado Vilgaquis o teria encontrado e então nada poderia detê-lo.

Vô Max: você não sabe disso!

Ben: poderia ou não acontecer se Vilgaquis tivesse posto suas mãos sobe Ominitrix todo o universo estaria sob seu comando, prefiro nem pensar nisso.

Vô Max simplesmente ficou mudo ao ouvir a afirmação de Ben, ele tinha um ponto Vô Max nem queria pensar no que aconteceria se alguém como Vilgaquis pegasse o Ominitrix.

Vô Max: eu sei Ben, mais eu ainda não posso deixar de sentir que isso é culpa minha, eu devia ter feito algo.

Ben: não você nem ninguém podia fazer nada. Onde estão meus pais?

Vô Max: desculpe-me Ben é que isso foi demais para eles suportarem.

Ben baixou a cabeça fingindo estar triste, ele sabia que seus pais não vinham dizer adeus para ele.

Vô Max: eles ainda te amam muito Ben, jamais duvide disso.

Ben: eu sei Vô, eu sei.

Ben sabia que seus pais o amavam, ele sabia que eles não eram seus pais verdadeiros, mais eles o amavam como se ele fosse realmente filho deles, sempre que podiam, insistiam em passar o máximo de tempo possível com ele, ele realmente o amavam e Ben também os amava.

Mais quando ele era mais jovem e as mudanças começaram Ben nunca deixou de perguntar-se sobre seus verdadeiros pais, os que eles eram de onde vinham, todos eram como ele ou ele era algum tipo de aberração da natureza e se foi por isso que eles o tinham abandonado.

Ben não teve muito tempo para refletir sobre seus pensamentos antes que a vós Vô Max o trouxesse de volta.

Vô Max: Ben quando eu olhei para você pela primeira vez eu sabia que você faria grandes coisas.

Bem olhou para seu avô havia orgulho naquelas palavras, ele estava com um grande sorriso no rosto mais logo foi substituído por uma careta.

Vô Max: Ben eu quero que você me prometa que você não vai correr perigo.

Ben: vô o senhor sabe que...

Vô Max: Ben isso é serio eu quero que me prometa.

Ben: ( suspiro) tudo bem eu prometo.

Vô Max: ótimo, isso é um presente de todos nos.

Tirando de trás de suas costas, Max tirou um distintivo dos encanadores e pressionou um botão ao lado.

O pequeno dispositivo circular reproduzindo um holograma de toda a sua família tanto Kevin, Rook e Azmuth.

Ben abriu sua boca para falar mais as palavras não saiam.

Vô Max: Não importa onde você esteja nunca se esqueça de que é sua família e de quanto nos te amamos.

Ben estava com lagrimas em seus olhos ele não disse nada simplesmente abraçou seu avô tão apertado como se o soltasse ele fosse desaparecer para em pó.

Azmuth: lamento interromper esse momento, mas eu preciso falar com Ben.

Vô Max soltou um pequeno suspiro, essa era a hora em que todos mais temiam, durante a ultima semana houve diversas dicções, se Azmuth permitiria que Ben leva-se seu maior invento para longe dele.

Bem soltou seu avô se dirigiu para frente de Azmuth, esticando a manga da jaqueta verde revelando um relógio na maior parte branco com acabamento verde em torno com o símbolo da ampulheta verde encrustada bem em seu centro.

Ben: faça o que tiver que fazer Azmuth.

Ben fechou os olhos esperando o inevitável fim, ele sabia que não havia chance de Azmuth permitir que ele ficasse com o Omitrix e leva-lo para outro universo.

Ben não era o único que pensava assim, a maioria das pessoas concordava sabiam como Azmuth era não havia como ele permanecer com o Ominitrix.

O tempo na passou a passar em câmera lenta, ninguém consegui picar ou se quer tentar respirar em quanto Azmuth movia sua mãos em direção ao seu maior invento.

Kevin: você só pode estar de brincadeira!

Todos os olhos se voltaram diretamente para Kevin, ate mesmo Professor Paradoxo ficou espantado com a atitude do jovem Osmosiano.

Gwen: Kevin...

Kevin: qual é Gwen, nos dois sabemos que Ben vez mais pelo planeta de Azmuth que qualquer um, sem contar todas às outras vezes em que Ben salvou não seu próprio mundo mais sim o universo inteiro e sem falar que na ultima todo o multiverso, se alguém realmente merece portar o Omitrix é Ben.

Azmuth: eu não podia ter dito melhor.

Dessa vez foi Kevin quem ficou de rosto caído com as palavras de Azmuth, nunca em um milhão de anos ele acho que o pequeno grande gênio Galvaniano iria concordar com ele.

Ao olhar em volta Azmuth percebeu que sua afirmação tinha deixado todos praticamente de queixo caído ate mesmo Ben olhava para ele com espanto.

Azmuth limpou a garganta se foce para fazer isso era melhor fazer logo.

Azmuth: código Alfa Oniam liberar

Ominitrix respondeu em uma voz Robótica de Ben: Fator evolução e controle mestre liberados.

Ben agora olhava com espanto para o pequeno Galvaniano.

Ben: Azmuth o que quer dizer isso?

Azmuth soltou uma pequena risada antes de falar com Ben.

Ben: esse é o meu presente para você.

Bem ainda olhava confuso para o ele.

Azmuth(suspiro): eu acabo de liberar o controle mestre e voltar a função evolutiva para o Omitrix.

Ben: mas... mas...

Azmuth: Ben nos últimos tempos você tem mostrado maior responsabilidade para lidar com o Ominitrix, e lidar com o fardo de carrega-lo. Nessa hora Azmuth examinou Ben de cima a baixo e sorriu.

Azmuth: você me mostrou nesses últimos tempos que está realmente disposto a se sacrificar pelo bem dos outros, se você se sacrificou para salvar toda a minha raça, devolveu o amor da minha vida e eu realmente não acho que exista alguém mais qualificado para guardar Omitrix do que você Ben seja nesse ou em outro universo ele continuara ligado a você.

Nesse momento o choque foi fatal, Kevin acabou de desmaiar bem no meio da sala em quantos os outros simplesmente estavam congelados de espanto, a única pessoa sorrindo nesse momento era Ben.

Apesar do que todos achavam, Ben tinha conhecido Azmuth muito antes de ele ter ganhado o omitrix.

Foi Azmuth quem tinha projetado o dispositivo holográfico o qual escondia a sua verdadeira forma, para Ben o pequeno Galvaniano era mais como um figura paterna difícil de agradar, ele ainda se lembrava de sua infância quando tinha praticado suas primeiras aulas de voo com Azmuth foi uma das raras vezes em ele viu o pequeno Galvaniano realmente relaxar e se divertir.

Ben: obrigado Azmuth.

Azmuth: não me agradeça, eu devo mais a você que pode imaginar essa só é uma forma de agradecer por tudo o que fosse fez.

Prof. Paradoxo: lamento interromper essa linda despedida mais Ben temos que partir.

Azumuth: espere só um pouco, Ben a algo mais que eu tenho que dar antes que parta.

Ben agora curioso: o que foi?

Azmuth: quando eu te encontrei em meu laboratório, isso estava amarado em seu pescoço, estenda a mão.

Os olhos de arregalaram com aquilo, em sua mão estava uma pequena gargantilha negra, completamente derretida com um sinal de um machado negro sobre o fecho.

Bem sabia o eu era aquilo, Azmuth já o tinha mostrado aquilo era a única lembrança de seus verdadeiros pais, uma prova viva que eles o tinham abandonado.

Ben: eu não quero isso.

Azmuth: eu sei que isso dói, mais pelo menos pense você pode descobrir algo sobre eles e do porque mandaram você aqui.

Esse era um ponto valido no passado ele sempre quis saber quem era realmente seus pais, do por que o tinham abandonado, por que o aviam enviado para longe as vesses a noite Ben sonhava com uma estranha mulher de cabelos vermelho e um grande par de assas nas costas, mais ele nuca consegui se lembrar de seu rosto.

Ben pegou a gargantilha e colocou no bolço.

Ben: Meus pais sempre serão Frank e Natali Tennyson.

Vô Max deu um pequeno suspiro de alivio, por mais que ele amasse Ben, ele sempre teve medo assim que ele encontrasse seus verdadeiros pais ele se se esquecesse de seus pais atuais.

Frank e Natali estavam arados nesse ultimo tempo, bem havia sido a salvação para o seu casamento, eles sempre quiseram filhos por isso quando Max chegou trazendo uma pequena criança em seus braços foi um sinal de salvação, eles os criam o amaram como se ele fosse seu próprio filho mesmo depois que descobriram que ele não era humano eles ainda o amavam , era por isso que tinham mandado Max para se despedir por eles, pois eles sabiam que se fossem tentariam convencer Ben a ficar mesmo com as consequências, mais como herói Ben jamais acertaria isso, e eles acabariam por discutir, eles não queriam que sua ultima, lembrança de seu filho deixasse um gosto amargo em sua boca.

Bem se despediu pela ultima de Vô Max, Kevin, Gwen, Rook e Azmuth em quanto se virava para Prfo. Paradoxo cujo um grande portal verde se abria atrás dele.

Prof. Paradoxo: Ben , é hora de partir

Ben olhando mais uma vez para seus amigos e família.

Ben: vou sentir falta de rodos vocês, vamos Professor. Essas foram sua s ultimas palavras em de Ben pular no estranho portal verde e desaparecer.

Assim que Ben abriu os olhos ele reparou que estava ao pé de uma grande colina cercada de arvores, uma pequena brisa sobrando AL longe, o dia estava perfeito nem mesmo uma única nuvem no céu. Professor Paradoxo estava parado bem em sua frente.

Ben podia estar feliz por fora, mais por dentro ele estava morto, ele parava de se preocupar com seus pais, sua cidade ou seus amigos o que aconteceria com ele s se ele não estivesse-la para cuidar de seu mundo, será ela ainda existia, será que ela ainda sobreviveria?

Professor Paradoxo: Ben eu preciso te disser algumas coisas sobre esse novo universo.

Ben: antes eu preciso perguntar Professor Bellwood vai ficar bem sem mim?

Professor Paradoxo esbouçou um pequeno sorriso: ela vai os encanadores e os soberanos já cuidaram de tudo.

Ben sentiu um alivio sendo retirado de seus ombros, pelo menos sua cidade natal sua família estariam bem sem ele por perto.

Ben: o que você queria me disser sobre esse universo? Mais nessa hora professor paradoxo já não estava mais lá.

Ben deu os ombros e de céu acoli para baixo onde podia ver uma rodovia, ele olhou mais uma vez para o Omitrix pesando se não tivesse sido melhor se Azmuth retira-lo.

Caso alguém tenha alguma ideia para a história não exite em me mandar uma mensagem.

Idéias são sempre bem vindas