Cinco abominações de prata rastejam sobre a terra vermelha em busca de sangue do tipo humano. O terror presenciado pela floresta foi o suficiente para desperta a luxuria dos assassinos, a fome por sangue. Chegam às ruínas da antiga faculdade e se deparam com um ser todo empapuçado de um pano velho escorado em uma coluna de pedra. Os cinco param para frita a exótica figura e um deles começa a falar.

- Você tem um cheiro estranho. Cheira ao mesmo tempo como nós e ao mesmo tempo como aquelas presas que matei na floresta, pois afinal quem é você?

- Sou a filha do pecado, nascida na guerra cuja cada átomo do meu corpo tingido pela cor da batalha e cada partícula do meu espírito batizada pela chamas ardentes da paz.

- Estranha filha do pecado, sua identificação é muito ilógica. Como que seu corpo pertence na guerra e sua alma pertence na paz.

- Muito simples, meu corpo vive nesse mundo, mas o meu espírito se alimenta com paz.

- Interessante e o que você deseja filha do pecado. Deseja se junta a nós?

- Não... sei de suas intenções consigo senti os seus desejos.

- Sim... desejamos sangue. O sangue Cela nos despertou esse desejo na floresta. Sabemos que eles viram para cá. Então nos conceda passagem, oh filha do pecado.

- Não posso deixá-los entrarem o paraíso dos humanos.

- Paraíso? Pobres celas criam ninhos gigantes e chama de paraíso, não existe nenhum lugar que escape da escuridão.

- Por isso que os seres humanos a preenche com fogo, tanto em seus olhos como em seus corações.

- Interessante. Vejo que a ardo as palavras, não vejamos motivos de afrontamos o seu ser. Apenas não nos interrompa o nosso caminho.

- Infelizmente não é uma coisa que farei para vocês.

- Então deseja, oh filha do pecado, de nos impedi de o nosso desejo de sangue?

- Hai.

- E se nós recusamos?

- Serei forçado a utilizar a força.

- Filha do pecado. Você brinca com fogo. Nós dórios da floresta ficamos isolado por 20 gerações. Isso nos tornou invencíveis. Saia da nossa frente antes que experimente a agonia dos frutos do pecado. O próprio inferno.

- Mais uma vez peço que não derrame o sangue dos inocentes da colônia humana.

- INOCENTES? NÃO EXISTEM INOCENTES A SEREM DEFENDIDOS. NÓS OS DORIOS DE PRATA, FILHOS DO CAOS, TEMOS O DIREITO DE TER O MUNDO SOBRE NOSSO CONTROLE. SOMOS DEUSES DESSA TERRA E NINGUEM PODE DESACATAR A ORDEM DOS DEUSES – todos atacam com tentáculos formados com os seus corpos em direção da ser encapuzado. Ataques tão rápidos que pareciam lanças jogadas. Todas elas atravessam o capuz, porem aparentemente só estão dentro da capa.

- Deuses? Muitos que já tiveram um grande poder nas mãos se denominavam deuses, assim como foi com muitas civilizações humanas tiveram os seus lideres. Mas nenhum poder proverou do verdadeiro poder da justiça dos puros e mansos de coração. Vocês me perdoem o que vou fazer, mas não foi deixado escolha – do grande manto de pano velho sai uma jovem que está em cima dos tentáculos de pratas que vai a direção do meio dos dórios. Ataques rápidos com uma espada laiser desintegra-os facilmente.

- Até quando essa guerra vai acabar? Até quando sangue e vidas serão perdidas? Não importa, não cabe pensar, não cabe falar, mas cabe agir, ao vale da morte caminham os crédulos da força de vontade e justiça – uma pequena brisa saúda a jovem pela sua vitória e pela suas palavras.

A espada da coragem e espada da esperança

Segundo Momento: Os três generais, senhores dos exércitos.

- Se não me engano Motoko e seu filho passou aqui! – disse Kaolla em um comunicador para um ser de pele era totalmente roxa, tinha a mão direita feita de ferro (provavelmente uma mão mecânica), calça cinza, e um pano que está amarrado na cintura formando um tipo de capa que vai até altura das coxas da mesma cor da calça, bota de cano longo que vai até as canelas de cor preta, sem camisa, uma mascara que parece uma caveira cobri todo o seu rosto e um objeto meio retangular está na sua cintura.

- Finalmente vamos ter um pouco de ação – diz para ele - Tempo de horror! Tempo de agonia! Tempo de sangue! Bons tempos – o ser estava dizendo para si mesmo, uma voz sombria e macabra – e hoje não vai ser diferente – pula na boca do vulcão.

Percorrendo até onde está Motoko e seu filho lutando com o grupo de dórios. Seu foco se dirige para Motoko em um pulo como uma besta preste atacar a sua vitima prepara a sua garra metálica.

A gravidade não tarda a aproximação, mas porem o misterioso ser erra Motoko. Em vez disso cai em cima cravando as mãos metálicas do pescoço de um dório, que estava atrás de dela, levando para o chão.

A tentação era de que sua mão estivesse no pescoço da mulher, mas tinha que adiar isso. Tinha um acordo para cumpri com sua criadora.

A luta com o grupo acrescenta um novo aliado e os três lutam bravamente contra o enxame de dórios. Motoko e Yusuke com graciosidade e precisão e o misterioso ser com brutalidade. No final só restou os três.

- Pois afinal quem é você? – pergunta Motoko – porque nos ajudou?

- Eu sou um formol e eu não os ajudei. Apenas me ajudei a eliminar aqueles montes mais facilmente – disse com uma voz cheia de sarcasmo.

- Ei quem você pensa que é para falar com esse tom com a minha mãe – corre Yusuke ficando na frente do misterioso ser.

- Não te devo satisfações!

- Ora seu... – pegou a espada laser e partiu para o ataque, mas logo na primeira espadada o formol segura a lâmina com a mão metálica.

- Inserto – da um soco na barriga do filho de Motoko, mas ele revida segurando o grande punho com a outra mão e utiliza como apoio para jogar a perna direita no rosto do formol de uma grande elasticidade e precisão corporal que só um ardo e rígido treinamento para efetuar o golpe. Seu acerto foi preciso tanto que conseguiu tirar a mascara do oponente.

Para escapar rápido de onde está Yusuke acionou um dispositivo que dava uma impulsão frontal para escapar rapidamente de seu adversário, porque a posição que ele estava dando muita brexa para um ataque frontal.

Quando Yusuke ficou de pé, ficou espantado de olhar o rosto do formol. Tinha uma cara toda costurada a mão como uma mascara de coro humano vivo, seus lábios eram bastante ressecados como se fosse um zumbir.

- Que foi ficou com medo? – disse com uma voz psicopata.

Yusuke não responde, apenas fica olhando surpreso e com um certo medo o rosto macabro. O ser já ido para frente partindo para um ataque. Yusuke já se prepara para contra-atacar. Seria uma luta árdua se não fosse o aparecimento de um inibidor.

- Vocês dois parem com essa briga desnecessária – Motoko rapidamente aparece na frente dos dois – estamos em um território inimigo e toda ajuda é necessária.

- Hai, mãe – Yusuke abaixa a cabeça em sinal de obediência.

O misterioso tem uma luta psicológica tendo dele. Está na sua frente a causadora de seus pesadelos dês quando foi criado. Tempos foi a agonia as noites em claros onde a vontade de matar se misturava com as imagens da espadachim com a vontade de matar. É a primeira vez que está frente a frente com a samurai, só bastava alguns passos para frente a mais para coloca as mãos nela para matar. Mas tem que se controlar afinal tem uma guerra para acabar.

Não fala nada apenas se distancia, pega a mascara-caveira e recoloca em sua face.

- Que perda de tempo – diz o ser.

- Não sabia que minha amiga Kaolla fosse tão longe às suas experiências – disse Motoko.

- Por que mãe? O que ela fez? – Yusuke não entendia o que sua mãe estava dizendo.

- Que ela chegasse ao ponto de criar um formol.

- O que é um formol?

- Formol não é nem dório e nem humano. São seres sintetizados em laboratórios.

- Isso é possível?

- Hai. Mas eles são muitos instáveis poucos conseguem viver por muito tempo e a maior parte é psicótica por ter uma mente debilitada em controles de sentimentos.

Uma risada é escoada pelo ser.

- Muito interessante, agora eu pergunto como sabia quem era a minha criadora?

- Pelo simples fato de você apareceu para nos ajudar. Mesmo os formóis são muitos instáveis os seus criadores tem um certo controle de suas criações.

- Acha mesmo que ela tem controle sobre mim? – diz sarcasticamente.

- Tenho certeza. Você quer uma prova?

- Faça então – diz rindo.

- Me mate – diz Motoko fazendo o seu filho se espantar pelas palavras de sua mãe. O ser também não esperava que ela fizesse esse tipo de prova. Queria provar o contrário, mas Motoko estava certa, Kaolla tem um certo controle sobre ele. Porque se não tivesse o ser já teria ido à procura de Motoko para matá-la.

Ele se deixa por vencido apenas murmura palavrões e aperta os punhos.

- Não vamos perder tempo aqui conversando, vamos prosseguir com a missão – continuou Motoko.

- Hai – Yusuke concorda.

- Antes disso qual é o seu nome? – Motoko pergunta para o ser.

- Chacan!

- Ótimo Chacan! Conto com sua ajuda.

O outro apenas resmunga.

Os três saem correndo para dentro do castelo. O lugar era enorme digno para ser a moradia do imperador dos dórios. Correndo por um tempo chega a uma frente que tem três entradas.

- E agora como vamos resolver essa situação? – pergunta Yusuke.

- Vamos nos separar. Cada um pega um caminho diferente – disse Motoko.

- Hai.

- Perfeito – disse Chacan.

E os três entraram nas diferentes entradas, Motoko no meio, Yusuke da direita e Chacan na esquerda.


- Eles se separam – disse Kaolla vendo nos monitores as ações do trio. Isso foi graças as suas habilidades hackes que conseguiu invadir o sistema da fortaleza dos dórios, assim tendo o controle das câmaras de vigilância.

- Tia –san – disse uma voz de uma jovem entrando no laboratório. A jovem tinha uma pele morena, cabelos brancos chegando até a altura dos ombros tendo parte cobrindo o olho direito. Suas medidas mesmo apresentando 14 anos eram busto 80, cintura 54 e quadril 86, tendo um corpo totalmente oriental. Suas feição facial é bastante suave apresentando a típica feição de menina travessa. Estava usando uma calça que cola no corpo de cor preta, uma camisa sem mangas com um discreto decote também de cor preta, luvas de coro marrom, Ela é filha de Motoko e irmã gemia de Yusuke.

- Kasumi –chan, que bou com você voltou – disse Kaolla se levantando e abraçando a sua sobrinha de batismo – onde você estava esse tempo todo?

- Estava em uma outra colônia enfrentando alguns demônios, depois voltei aqui e enfrentei mais demônios. Estou cansada – disse jogando os braços para trás e se alongando as costas – a propósito, onde está a minha mãe e o meu irmãzinho?

(OBS: ela está usando a expressão irmãzinho porque ela foi a primeira que saiu do ventre da mãe).

- Isso é uma longa historia – disse Kaolla.

Ela contou dos últimos acontecimentos que justifica a falta de seus familiares.

- Poxa vida! Nem me esperaram – disse na maior calma – ei tia, você disse que o meu irmão está usando uma armadura sua, né?

- Hai!

- Então vou ajuda-lo de alguma forma. Qual pc que matem o controle da roupa?

- É aquele – apontando de um dos computadores que se encontram naquele laboratório.

- Ok – antes de ir à direção para o pc ela em direção da cápsula onde encontra o terceiro ser da antiga trindade – ola papai, eu cheguei, como é que vai? – disse dando um beijo no vidro da cápsula.

Kasumi foi muito bem criada pela sua mãe. Teve de tudo que uma mãe pode oferecer, também foi muito bem ensinada por sua mãe sobre o estilo Shimmei, a qual ela aprimorou muito assim pesquisando diversas artes marciais assim criando um estilo personalizado. Mas uma coisa faltou na presença de sua vida, a presença de um pai.

Nunca ouve um derramamento de lagrimas, nunca ouve um pensamento de desanimo, mas existiu uma certa curiosidade de como seria a sua infância e sua atual adolescência. Sua mãe contou muito de seu pai, dos poucos meses que ficou com junto com ele, contando do seu modo frio constantemente, mas em certas horas mostrava o mais carinhoso. Ficava imaginando sua mãe que é meio séria, mas tem sua animação e seu pai totalmente frio meio que ante social, juntos. Será uma cena engraçada.

Com essa imaginação que ela desenvolveu um grande carinho para o seu pai, diferente do seu irmão que nunca pensou nele – pelo menos até onde sabe – queria que fosse uma Sinai, mas mesmo aparentando ser uma, ela está longe de ser uma realmente.

Depois de essa fração de sentimentalismo paternal ela foi para o computador que Kaolla apontou. Só esperou o sistema entrar totalmente para ter contato com o seu irmão. No caso ela vai ter o contato tanto no áudio como visual do seu irmão. Digamos que ela vai ser os seus segundos olhos e ouvidos.


Yusuke corre nos estranhos corredores daquele castelo. Seu olhar é firme e sua mente com um só pensamento: dar o melhor de si.

O corredor é muito estranho. Muitas ondulações no chão chegando a ter algumas depressões. Muito ilógico para uma construção para castelo mesmo para o padrão dório e também para padrão humano.

Não teve muito que pensa da arquitetura daquele castelo porque viu que estava cercado de muitos dórios de diferentes todos armados com armas de fogo. Não teve tempo de intimidação porque logo se abriu fogo começando a tentativa fuzilamento. Yusuke desviava de todos os múltiplos tiros com grande habilidade de esquiva. Parecia que estava dançando exoticamente se não fosse à chuva de tiros que estava no meio.

Yusuke deu um grande pulo no ar chegando até o teto que tem a altura de 23 metros (conseguiu pular essa distancia graças à armadura). Lá coloca os dois pés no teto e liga um dispositivo magnético que fixa onde está pisando. Mudando a sua tática defensiva para ofensiva pega a sua pistola laser e atira em todos os dórios. Todos os tiros certeiros e na cabeça.

Depois da incrível façanha pousa no chão.

- Alou, meu irmão está me ouvindo? – Yusuke escuta a voz da sua irmã.

- Irmã! Quando você voltou? – falando no comunicador.

- Hoje mesmo.

- Que bom!

- Mas vamos continuar a missão, mas você terá que usar só a visão infravermelha da armadura.

- Por que isso? Vai ficar difícil de reconhecer todas as ações dos inimigos.

- Isso vai ser um bom treino para você. Por acaso está com medo? – falou num tom de desafio.

- NÃO! Um dia eu irei te superar – disse num tom determinado.

- Vai sonhando. É mais fácil você conseguir uma namorada – em um tom de deboche.

Yusuke fica vermelho ao mesmo tempo de vergonha e de raiva. Iria dar uma resposta, mas não era a hora de ficar com as 'briguinhas de irmãos'.

Continua o seu trajeto agora com a visão infravermelha. Por um lado é vantajoso, afinal pode detectar os inimigos mais facilmente, mas por outro é desvantajoso que se um for forte, vai ficar difícil de acompanhar as ações do adversário.

Chega a um ponto onde semi-aberto que tem uma enorme teia de aranha, porem Yusuke só consegue ver que é uma teia graças ao visor. Mas para a sua infelicidade aquele que fez a enorme teia também se encontra.


Enquanto isso no laboratório de Kaolla Kasumi da uma olhada no visor em cor nítida o ser que esta em cima da gigante teia de aranha. Praticamente é uma aranha gigante de cor marrom que no lugar da cabeça de uma comum se encontra no lugar uma mulher do tronco para cima nua com um grande cabelo loiro encaracolados com olhos vermelhos. A sua intuição estava certa, mas ela não se preocupa porque seu irmão está nas excelentes condições.


- Quem ousa invadir o castelo do grande imperador dos Dórios – disse o mostro aranha.

- Sou Yusuke Aoyama, descendente do estilo Shimmei – disse em uma voz firme.

- Sou Morgana, um dos três generais do imperador, preparasse para morrer – disse lançando uma teia.

Yusuke esquiva facilmente da teia lançada dando um pulo para o lado direito. O mostro começa descendo lentamente com uma corda feita de teia e começa derramar algumas porções pastosa de uma substancia amarela que as primeiras gotas que chegam ao chão mostra capacidade corrosiva. Yusuke desvia de todos as substancia e saca a sua pistola começando atirar para o ser cujo verdadeira aparência do inimigo pra ele é um mistério para ele, afinal ainda esta com o visor infravermelho.

Morgana pula na direção de Yusuke já utilizando as suas duas patas frontais como armas. Yusuke saca a sua espada laser e começa e prepara para se defender.

O golpe é defendido assim como o que vem depois e depois. Yusuke fica só na defensiva, já que as patas do mostro dão uma vantagem de distancia.

O samurai rola para o lado e começa a correr o circularmente no sentido horário, e quando fica em uma posição 180º em relação à parte frontal de Morigan ele pula para um ataque ofensivo, mas Morigan estava preparado para isso, usa o seu abdômen de aracnídeo para soltar uma grossa camada de teia. Seria ser certeiro se Yusuke não tivesse uma carta na manga, acionando outro dispositivo da armadura, cria-se um tipo de asa laser que é suficiente para planar e desviar do ataque.

Como golpe final Yusuke plana em direção do corpo da mulher e corta a sua cabeça fazendo voar e espalhar o sangue verde da dória. Quando pousa finalizar e garantir a vitória aplica um golpe Shimmei a toda força que corta os restos mortais da aranha gigante ao meio e outro em seguida que fatia cada parte em dois.

- Pronto! Agora pode retorna no modo de visor normal – disse a sua irmã no interfone.

- Hum, por que agora? – responde já colocando o modo para visão normal.

- Apenas sentir vontade para isso.

- Hum... – vendo os restos normais da dória Morgana -... a propósito que tipo de dório era esse?

- Hum o que é dório?

- Dório é como eles se autodenominam assim como nós se denominamos humanos.

- Dessa eu não sabia – disse surpresa.

- Soube disso hoje antes de começa a missão, mas voltando o assunto que tipo de dório era aquele?

- Do tipo meio inseto com homo sapies.

- Hum interessante – não entendendo muito.

- Pode prosseguir maninho!

- Ok – disse atravessando o largo campo chegando a uma saída.

Yusuke anda tranquilamente quando ver uma coisa que faz ele congelar.

- O que foi mano? – diz reparando que ele parou de andar.

-...

- Anda fala.

-... – olhos arregalados.

- O que aconteceu?

-... – começa a suar frio.

- Parece que viu um fantasma.

- hhhhhha – fala uma coisa sem sentido.

- Hum?

- A...

- A o que?

- Ara...

- Desembucha logo!

- ARANHA – grita e sai correndo (só não voltou para o caminho de volta) por ver uma simples e singela aranha.

Kasumi fica com uma gota atrás da nuca. Era por isso que ela teve a brilhante idéia de pedir para o seu irmão usar a visão infravermelha porque teve uma intuição que Yusuke se encontraria com Dórios do tipo aranha. Ainda bem que o susto foi só com uma aranha comum, ele estaria com sérios problemas se tivesse que enfrentar o inimigo anterior com o medo.

Sua mãe tem medo de tartarugas enquanto o seu irmão tem medo de aranhas. Ela não tem nenhum medo de algum animal nocivo ou inofensivo. Será que o seu pai tinha medo de alguma coisa?


Motoko corre nos corredores com a sua espada japonesa e a espada ocidental dourada ambas sacadas. Cada inimigo que aparece ela elimina facilmente. O corredor é reto, sem muita dificuldade de locomoção. Depois de um tempo atravessando o corredor, consegue achar um tipo de salão que parece que é para festas.

Ela começa a anda com cautela. Quando atrás de uma coluna sai um dório. Este tem uma aparência não muito estranha, apresenta pele vermelha, uma grande barba que estaca a cor preta do seu pelo, careca, dois pequenos chifres, olhos totalmente pretos, muito magro chegando aparecer os ossos. Estava vestindo uma roupa calça bastante folgada de cor branca, colete aberto azul, sapatos de cor bege (tipo um gênio da lâmpada), um chicote na mão e uma caixa de madeira vermelho vinho como mochila.

- Sou o mais forte dos três generais do imperador, Senaqueribe – disse dando uma chicotada no chão – quem é você, oh insignificante Cera?

- Sou Motoko Aoyama, mestra do estilo Shimmei – disse guardando a espada e entrando em pose de guarda.

- Então você é a Praga que atormenta o império. O finado Barlock só não a matou porque não tinha competência o suficiente para matar junto com o Deus da Guerra. Hoje a vida acaba por aqui – disse rindo.

- Perdão, mas não posso morrer sem antes de cumprir uma promessa.

- Você se arrependerá por seu atrevimento – arrumando o chicote.

- Posso saber como você vai fazer isso?

- Assim! – dando uma chicotada no chão – vamos ataquem.

Não demorou muito para Motoko saber o que o dório quis dizer, porque no teto veio um material azul elástico tentando cobrir Motoko, ela mesma esquiva a tempo pulando para esquerda.

Mas parece que o ataque ainda não cessou toda a fonte, porque quando Motoko chega ao chão de baixo vem um tipo de água vermelha pronto a subir. Ela rola para frente ficando de frente a uma coluna de pedra. Depois vira ficando de costas com a coluna. Mas ela sente uma presença dentro da coluna e antes que essa presença se manifeste ela ataca com a espada oriental a coluna fazendo expulsar o ser que estava dentro.

Logo as três coisas estranhas mostram as suas verdadeiras formas. A substancia elástica de azul revela um homem jovem de estatura media com um físico até bem preparado com o corpo só azul com um tipo de sunga branca. Do liquido vermelho se forma uma mulher jovem com curvas bastante provocantes com a pele toda vermelha e usando um tipo de biquíni branco. O ser que saiu da coluna é todo branco meio gordo, baixa estatura vestindo tipo aquelas sungas de sumo.

- Nos somos os quartos irmãos Jigsaws – falam os três juntos.

- Eu sou Shirai – disse o de branco.

- Eu sou Mutsumi – disse a vermelho.

- Eu sou Haitani – disse o de azul.

Motoko apenas observa os três seres meio que espantada pela identidade da espécie, o Jigsaws. São seres que não são nem humanos, nem dórios e nem formóis, são seres lendários que juntos foram um só ser. Eles são uns tipos um quebra cabeça vivos tendo habilidade de ser fundir para criar um ser mais forte.

- Chega com essas apresentações idiotas matem logo essa samurai – disse Senaqueribe.

- Mas mestre... – tenta argumenta Haitani.

- Não tem 'mas', vão logo – bate novamente no chicote no chão.

E recomeçam o ataque dos três, primeiro começa Haitani que ataca com um soco elástico. Motoko usa a espada como escudo assim defendendo o ataque.

- Estilo Shimmei – espada fluídora de almas – um golpe diferente onde Motoko aplica assim contra atacando com uma onda de Ki que frui através do braço chegando até corpo assim acertando com uma poderosa onda. Parecia que o Ki foi uma energia elétrica que foi conduzida através do braço que representou um fio para conduzir para um corpo no caso Haitani.

Mutsumi pula em cima da samurai para um golpe aéreo.

- Chuva de pétalas de cerejeira – aplica uma seqüência de golpes que fazia Mutsumi fazendo um tipo de chuva afinal o corpo dela tem propriedades liquidas.

Shirai não da trégua e agarra por trás Motoko laçando a cintura, erguendo e apertando. Motoko levanta espada para concentrar mais um golpe.

- Espada relâmpago – um raio cai no adversário fazendo à larga.

Aparentemente Motoko derrotou os seus estranhos adversários, mas uma coisa surpreendente acontece. Haitani que tinha alguns cortes do seu corpo por causa do golpe, automaticamente se recupera. Mutsumi que estava só a sopa retorna como se nada de tivesse acontecido. Shirai que ficou com um buraco na testa pelo golpe se recupera.

Motoko aperta o cabo da espada já prometendo que vai lutar mais a sério. Os Jigsaws são imortais segundos as lendas, parece que Motoko está comprovando isso.

- Parece que você é mais forte do que eu pensei – disse Senaqueribe – sendo assim vou ter aumentar a força – bate mais uma vez o chicote no chão – fundam-se e lutem!

Os três obedecem fazendo um sinal com a cabeça e preparam para o grande trunfo. Primeiramente Shirai abre anormalmente a boca onde Haitani entra ajeitando o corpo como se fosse um grosso macarrão. Depois Mutsumi vira água vermelha e cobre o corpo do Shirai. Para completa a estranha ação Shirai moda o seu corpo para um formato de uma estatua de três metros que parece que está retratando um Deus Grego só meio que incompleta.

Depois frui duas substâncias sendo que cada uma sai de cada lado, a vermelha sai no lado esquerdo enquanto o azul sai do lado direito. O lado vermelho fica espetado como se fosse cristais vermelhos estivessem colocados no lado dessa estatua que se formou o vermelho enquanto a parte azul ficou lisa como se fosse escamas. Um tipo de projeto de asas também se forma atrás das costas do ser que mistura o vermelho e o azul. E uma mascara se forma no rosto inacabado que cobre todo rosto (típicos daquelas mascaras das amazonas dos cavaleiros do zodíaco) de cor rosa com algumas linhas azuis.

- Forma completada – disse a voz do ser que se formou. A voz praticamente é as três vozes de Mutsumi, Haitani e Shirai juntos.

Agora com certeza vai ter problemas de enfrentar esse ser, pensa Motoko. O primeiro ataque do H.M.D (Haitani, Mutsumi e Shirai) é avançar em um ataque físico onde joga o ombro direito em direção do oponente.

Motoko defende usando a espada e usa a sua força para parar o ataque. Teve sucesso depois de se arrastada em pé por uns nove metros. Só que os Jigsaws não dão trégua e logo atacam com um soco esquerdo que acerta na barriga de Motoko, se não fosse os seus duros e antigos treinamentos com certeza já teria desmaiado. Teve uma certa recua do Jigsaws para dar um chute de direita que arremessa a samurai até a uma coluna.

Ainda sem dor ou piedade o ser ataca com um soco esticado de esquerda, porem o alvo esquiva do soco elástico virando um pouco e já contra ataca com o seu golpe Espada Fluidora de almas que tem o mesmo efeito, porem adversário já estava preparado ele controla toda substancia azul ficando como um casulo em volta do todo corpo assim defendendo o ataque.

Motoko levanta e saca a sua espada ocidental dourada, a espada que pertenceu ao seu marido, agora as coisas vão esquentar.

Os Jigsaws retorna com o seu braço esquerdo e mira com a palma da mão direita para disparar uma chuva de pequenos cristais afiados. Motoko pula em direção do oponente girando o seu corpo fazendo que junto com as espadas se transforme em uma hélice mortal. Isso ao mesmo tempo consegue inibir a chuva de cristais e avança ofensivamente.

Quando Motoko chega perto o seu primeiro ataque é acertar o ombro esquerdo com a segunda espada ainda em estado de movimento circular. Antes de seus pés chegarem ao chão completa com um no estomago da vitima assim fazendo a asfasta, a única conseqüência que a sua segunda espada ficou gravada no ombro dos Jigsaws o que fez a larga. Mas isso já foi calculado, já com as duas mãos em uma espada pode fazer um golpe com mais força.

- Espada destruidora de rocha – lança o seu golpe praticamente à queima roupa se seu oponente fazendo ele se jogado as cinco metro de distância.

Motoko guarda a espada rapidamente e com uma grande destreza ela vai até o corpo caído que ainda não consegue contra-atacar pelos ataques serem muito rápidos. Segura no cabo da espada dourada até agora cravado no ombro dos Jigsaws e força para corta o corpo ao meio no sentido diagonal logo após tira a espada mais facilmente sem necessidade de puxar.

Motoko pula para trás já sacando a sua primeira espada e ficando em base de combate. Os Jigsaws simplesmente conseguem regenerar todo o ferimento que recebeu deixando praticamente o corpo intacto.

Como suspeitava nessa forma também eles são imortais.

- Não aceito mais fracassos – disse Senaqueribe batendo com o chicote no chão – quero que elimine logo essa intrusa.

Uma idéia se forma na cabeça de Motoko já tendo base de como vai terminar a luta mais rapidamente.

Os Jigsaws parte logo para ação levitando um pouco acima no chão (uns cinco cm acima do chão) e com uma boa destreza vai para cima de Motoko. Começa o esquema de esquiva e defesa sem que alguém acerte um golpe. Os mutantes tentam com socos enquanto a samurai usa as suas espadas. Parece uma dança que combina com o salão.

Os Jigsaws cria um tipo de corpo de ser humano incompleto de cro branca (praticamente 65 do todo de um tronco para cima de um ser humano comum) no seu tronco frontal. Essa parte usa as mãos para concentrar um tipo de raio. Motoko ao perceber isso intensifica a ofensiva para achar uma brexa para esquivar. Quando o raio foi disparado Motoko se joga no chão para esquivar, tendo sucesso, porem ela larga as espadas.

Os Jigsaws flutua até o corpo da samurai caído para tentarem dar o golpe de misericórdia. Criar duas lamina de cada mão sendo que cada uma tendo a cor de seu lado (vermelho ou azul). Tentam espetar Motoko quando ela ainda está no chão, mas em vão já que a mesma consegue esquivar rolando no chão.

- Será que vocês não conseguem fazer uma coisa direito – disse Senaqueribe batendo com o chicote no chão – mate ela rápido.

E assim tentaram. Aumentaram o ritmo da velocidade, porem mesmo deitada está conseguindo esquivar. Com essa série de rolamento Motoko ajeita o corpo para levantar. Os Jigsaws não descansam ainda e continua o ataque. A samurai esquiva recuando chegando bem perto de uma coluna.

Quando estava perto o suficiente como Motoko planejava então com um soco faz a coluna quebrar, sai rapidamente de perto e os pedaços caem em cima do adversário assim cobrindo.

Aproveitando isso a samurai corre em direção de suas espadas, mas quando distanciou uns seis metros onde estava os Jigsaws saem do lugar onde estava preso e vai a disparada em direção da Motoko.

É uma corrida que pode definir a vida ou a morre. As diferenças ficam cada vez mais mínimas por causa da alta velocidade dos Jigsaws. Cada vez mais próximas das espadas e quando faltava apenas um metro das espadas os Jigsaws alcançam e dão um golpe do sentido cima para baixo, mas Motoko se joga na frente pega a sua espada e prepara o seu mais famoso e poderoso golpe.

- Estilo secreto Shimmei: segunda talhadura – golpe é disparado por tamanha perfeição e potencia criando uma grande onda de Ki.

Os Jigsaws para se defender utilizam a mesma defesa utilizada momentos atrás de criar uma carapaça de cor azul que cobre todo o corpo. O Ki acerta o corpo como uma pedra sendo coberta com uma onda do mar.

- Será que é só isso que consegue fazer? – disse Senaqueribe rindo – O QUE!?!? – a ultima coisa que ele disse antes de ser acertado pelo golpe da Motoko.

O corpo do dório Senaqueribe vira pedaços pelo golpe fazendo a mochila de madeira cair no chão. Os Jigsaws desfaz a carapaça azul e olha para trás para ver o que aconteceu e ver justamente o ser que dominava a sua vontade, finalmente morto.

- Finalmente vocês estão livres – disse Motoko guardando as suas espadas.

- Por que você nos ajudou – perguntou com as três vozes misturadas.

- Vocês não são maus. Isso porque o meu golpe não surgiu efeito em vocês. É o golpe mais apurado golpe do estilo Shimmei, a espada purificadora de almas. Justamente escolho o tipo de alvo que quero acertar, normalmente escolho aqueles com carga negativa. Usei justamente isso em vocês e vocês não sofreram danos, mas tive a precaução para o mesmo golpe acertar aquele dório e deu certo.

- Você é fabulosa – disse os Jigsaws.

- Antes de vocês lutarem comigo disseram que eram quatro irmãos e onda está o quarto?

- Está ali – disse apontando os restos mortais de Senaqueribe.

Na caixa de madeira que na queda rachou finalmente quebra de vez revelando uma simpática criatura pequena e voadora, a famosa tartaruga de fortes termais, Tama.

Motoko da um pulo para trás de susto por aparecer o maior medo dela na sua frente, uma tartaruga. Mas se controla para não ser dominada inteiramente do medo.

- Irmão! – disse os Jigsaws.

- Mew – responde a tartaruga voadora.

- Nós estávamos sentindo saudades.

- Mew, mew.

- Vamos nos torna um novamente.

- Mew.

E começa o ritual de função dos Jigsaws. Tama se transforma em energia e se distribui para todo corpo dos três Jigsaws fundidos. E logo o corpo começa a brilha e mudar de forma tanto que Motoko precisa fechar os olhos por causa da intensidade da luz. Quando a intensidade acaba Motoko ver a forma completa dos quatro Jigsaws.

Sua aparência é de uma mulher aparentemente com seus 18, cabelos verdes longos, pele era num tom amarelada, olhos negros que refletiam o céu estrelado, sua estrutura era um pouco mais baixa do que o Urashima, estava completamente nu demonstrando muito bem os seus dotes de corpo (o ser tem um físico bem idêntico da Naru apesar do rosto ser completamente diferente), sua face estava com uma expressão angelical e o mais anormal do ser – alem de tudo isto – é que tinha asas de anjos.

- Obrigado por nos fazer junto novamente – sua voz não era mais de um conjunto de vozes, mas sim uma voz de uma mulher suave cuja emite um carinho intenso.

- De nada, foi um prazer ajuda-los... hum Jigsaws.

- Quando estou completo me chamo Moe.

- Tudo bem Moe.

- Como agradecimento vou conceder um desejo do seu coração.

- Um desejo do meu coração?

- Sim. Um desejo que está no fundo do seu coração – uma luz azul brilha – pode ser que demore um pouco, mas logo vai ser realizado – disse sumindo e deixando algumas penas de sua asa.

Motoko fica pensativa das palavras de Moe. Que desejo que ela tanto guarda que ela mesmo não sabe?

Bem só resta prosseguir e ir em frente. Ela limpa o seu suor passando principalmente a mão de sua tatuagem. Uma pequena lembrança desperta de sua mente a levando para um universo de fantasia e passado.


Flashback

Há muito tempo atrás quando a trindade ainda existia existiu um momento onde a guerra cessou por um tempo deixando uma temporária paz onde humanos e dórios não mexiam um só dedo, todos ainda chocados com a grande luta do Deus da Guerra e com a Esperança. Foi nesse tempo que os dois sumiram sem um e nem outro aparecerem as caras.

Tudo começou como alguém atacou os dois com uma arma de fogo explosiva e com a atitude de Motoko salvar ambos do disparo. Claro que os dois sofreram um pouco com a explosão, o Sinai com poucos ferimentos já que a capacidade regenerativa garante uma resistência maior e Motoko com sérios ferimentos a beira na morte.

A tradição dos sinais obriga ao Deus da Guerra em retribuir com a própria vida aquele quem salvou sua vida não importando se for dório, humano ou Sinai. Foi assim que o Sinai levou Motoko para a sua casa no meio do deserto onde cuidou dos seus ferimentos com a medicina dos Sinais, alimentou-a, deu o que vestir, deu um teto para abrigar e companhia para preencher a solidão.

Sua paciente. Sua salvadora. Sua companhia. Um coração frio de um Sinai e um coração gentil e firme de sua samurai, uma combinação como água e óleo. Aos poucos a carapaça de gelo do coração frio começa a se derreter.

Por uma divida nasce um companheirismo. Com um companheirismo nasce uma amizade. Com uma amizade nasce um sentimento especial. Com um sentimento especial nasce um grande amor. Só existiam eles, um casal, dois amantes, dois cumprisses de um amor proibido de uma humana e de um Sinai.

O Sinai olhava para o céu cujo céu estava refleto de estrelas revelando a mais profunda noite. Estava bem de frente da entrada sem camisa e só com uma calça olhando se apoiando na parede do abrigo do deserto e com os braços cruzados. Foi quando que discretamente Motoko chegou vestindo branco um vestido simples dado pelo seu próprio amante e com uma faixa que cobre o lado esquerdo do rosto porque ainda se encontra lesado ficando no lado do mesmo.

- O que tanto olha no céu – perguntou Motoko olhando também.

- Estou olhando para a constelação do cruzeiro do sul, símbolo mais importante do meu clã.

- O que significa?

- Significa o começo do meu povo onde os primeiros Sinais nasceram em um monte cujo cruzeiro do sul mostrar a sua total beleza onde em um conjunto de montes que tem um pequeno lago que transborda águas cristalinas. Esse é o berço de todos os Sinais onde um Sinai nasceu e onde ele vai morrer, a cruz representa esse berço, esse começo. Cruz que todos estão destinados a carregar.

- Sente saudades de seu povo?

- Não me dou ao luxo de sentir fraquezas ou medo. Foi assim que enterrei o meu nome para sempre em baixo dos túmulos do meu clã – disse ainda com olhar fixo na constelação.

- Não precisa passar tudo isso sozinho – Motoko olha para o Sinai.

- Não te entendo. O que você quer de mim?

- Apenas o prazer de ficar ao seu lado.

- Hum – apenas continua olhando para o céu – te devo duas vezes. Uma por me salva arriscando a própria vida e outra de ter me aproximado de você

-Não diga isso! Somos cúmplices de nossas ações – disse pegando o braço dele e colocando em volta do seu ombro – não me sinta culpada disso.

- Mesmo em um ser que matou diversos humanos e dórios? – disse abraçando por trás.

- Não importa, quando estava na trevas é natural que se ver só escuridão, mas quando se ta na luz se o caminho certo.

E foi assim que o casal se rende ao beijo apaixonado cheio de amor e desejo tendo um pouco de luxuria.

Cenas da memória quando passou um tempo com o seu amor. Cenas inesquecíveis em uma mente. Dando um salto mais pra frente após a extinção do Deus da Guerra e da Morte quando trouxeram os restos mortais de D para cuidar, Motoko estava no hospital logo após o parto de seus filhos. Ela estava em repouso, deitada para ser preciso, ainda com uma faixa que cobre o rosto direito.

Entra no quarto a sua melhor amiga Kaolla Su.

- Motoko-san, você está bem? – pergunta à amiga.

- Hai – disse ainda olhando para o teto.

- Seus filhos nasceram saudáveis é um menino e uma menina – disse sentando em uma cadeira.

- Fico feliz por isso, queria que o pai deles estivesse presente para os ver – disse sem demonstrar uma tristeza, afinal criada como samurai mudou muito a sua personalidade.

- É um milagre que ele ainda esteja vivo. Do jeito que a gente encontrou para um humano comum já teria morrido. Motoko-san vou fazer o possível para recuperá-lo.

- Confio em você.

- Mas vamos recuperar o seu lado esquerdo do rosto também.

- E isso não vai ser muito trabalhoso?

- Claro que não. Para a ciência moderna é muito simples fazer uma reconstituição da pele de qualquer parte do corpo. No seu rosto vai ser possível recuperar 80 , ou seja, posso recuperar os vintes com pele sintética orgânica, mas não vai ter a mesma coloração da pele original.

- Para mim está tudo bem. Então no lugar disso tampe com uma tatuagem.

- Tatuagem? – quase cai da cadeira – que tipo você quer?

- Quero uma cruz vermelha estilo daquelas de catedral.

- Hum certo, mas por que logo uma cruz?

- Digamos que criei um gosto pela constelação do cruzeiro do sul

Fim do Flashback


Depois de uma rápida lembrança em sua mente ela esta pronto para a batalha. Poderia chorar, mas não tem tempo para esse luxo. Poderia investir suas forças apenas na sua família, mas a guerra continuaria e a paz naturalmente é só uma falsa esperança. Então ela precisa lutar cumprir o seu código de honra de samurai.

Não chore porque é da fraqueza que se tira força. Com esse pensamento Motoko volta correr para acabar logo de vez com essa guerra. Para que o trabalho dos seus ancestrais não for em vão. Para que seu esforço como samurai não seja em vão também. Porque se falhar ela recusaria ser chamada de Motoko Aoyama.

Ela se dirige para um portão dourado gigante que já está aberto e ver uma cena lá dentro que ela fica surpresa.


"AVISO. DAQUI DESSA PARTE VAI TER AS CENAS DE MAIS VIOLÊNCIA DA FIC. CENAS FORTES E PESADAS VÃO TER DESSA PARTE. SE VOCÊ TEM UM ESTOMAGO FRACO OU NÃO GOSTA DE VIOLÊNCIA ENTÃO FINJA QUE ESSE CAPITULO ACABOU AQUI, MAS SE VOCÊ ESCONDE UM DESEJO SOCIOPATA OU É AMANTE DA VIOLÊNCIA FICTÍCIA ASSIM COMO EU APROVEITE, MAS VOU LOGO AVISANDO NÃO ME RESPONSABILIZO DO QUE VOCÊS VÃO ACABAR DE LER. VOCÊ FOI AVISADO".


Dois dórios estavan fazendo a ronda da fortaleza quando se estava de frente a uma porta pesada de puro aço aparentemente tudo calmo. De repente a porta praticamente é arremessada por um grande impacto que vem do outro lado que cai em cima de um dório assim matando esmagado. O outro não tem tempo para ver o que aconteceu porque rapidamente é surpreendido por um ser sinistro, Chacan, que pega pela cabeça e taca na parede assim matando com impacto ao ponto de quebrar o crânio.

Chacan está muito contente por saciar a sua sede se sangue, ou pelo menos para começar. Ele deita o corpo violentamente daquele que acabou de matar com suas mãos enfia a mão metálica nas costas assim tirando sem dor e piedade a coluna vertebral com a outra mão ajeita tirando as costelas, partes dos órgãos internos e sangue para ajeitar assim formando uma lança.

Não precisa se discreto. Não precisa ser manso. Não precisa ser piedoso. Não precisa ser de um jeito diferente que não seja o jeito dele. Um jeito sujo, perverso, sanguinário e impiedoso ao ponto de que as vitimas peçam logo para morrer para não sofrerem como o faz sofrer pela dor e tortura macabras.

E assim ele anda tranquilamente não se importando de ocultar o barulho de seus pisos. Barunho que faz os dórios mais próximos a ser preparem e fazem uma barreira para impedir o caminho de Chacan. Todos se armam e preparam qualquer movimento brusco.

Chacan tranquilamente para de anda para ver o grupo de dórios fazendo barreira como se considerasse ele como uma grande ameaça. De certa forma eles nem sabe a verdadeira ameaça que se esconde atrás daquela assustadora mascara.

O corredor não é tão largo apenas tem dez metros de largura e vinte metros de comprimento. As paredes parecem aqueles de paredes medievais de calabouço de cor cinza.

Chacan que estava próximo da parede da um murro chegando a fazer cratera fazendo uma grande fumaça de poeira surgir assim tendo um lugar ideal de ser ocultar.

Os dórios ficam mais de prontidão já preparando as suas armas brancas e de fogos para qualquer investida do Chacan. Foi ai que o primeiro ataque começa a coluna vertebral arremessada pela mão do formol que acerta o olho direito chegando a prefurar o crânio de um dório.

Rapidamente Chacan corre de uma velocidade, pula no meio dos dórios e aterrisa dando um soco em um dório que o faz cair. Com rápido movimento pega na perna do que caiu e puxa violentamente tendo uma arma viva. Usa para atacar os dórios próximos.

Os ataques praticamente varrem o corredor. Os dórios tentam atacar, mas os ataques de Chacan são muitos rápidos. Foi no momento que o corpo e a perna do dório se separam fazendo que a arma corporal perder a sua utilidade. Ele joga a perna de sua mão para longe.

Um dório vai para cima com uma espada, mas ele usa a mão de ferro para defender o ataque. Para contra-atacar usa o seu outro braço para perfurar o peito esquerdo chegando a atravessar tendo até o coração nas mãos de Chacan.

Ele esmaga o coração aproveita o corpo que agoniza pela morte como um escudo para os tiros das armas de fogos. Praticamente fica todo furado por causa dos tiros.

O sorriso de satisfação de Chacan é ocultado através da mascara de caveira. Há quanto tempo que não matava alguém e ainda só esta começando. Uma onda de energia verde escuro se forma na sua mão metálica formando tipo uma esfera.

- Fat Man – diz o nome do golpe que ataca o corpo que está na sua frente fazendo explodir assim sangue e órgãos internos voarem para os ares.

O sangue do dório se espalha de um jeito que atrapalham os outros que estavam no foco frontal. Agora é hora de usar uma arma que trouxe o estranho objeto meio retangular que estava na sua cintura, a arma que pediu especialmente para Kaolla. Uma que na opinião dele supera qualquer espada, machado, arma de fogo e muitas outras. Assim pega na base apropriada para a mão e logo a grande lamina aparece na outra ponta. Agora é só acionar a sua arma favorita, uma moto serra.

Com um movimento agressivo Chacan ataca em um foco horizontal os dórios que estão na sua frente. O barulho da moto serra cria uma sinfonia macabra junto com o som da carne sendo cortada e serrada. O sangue espirra dando um visual totalmente macabro. Um, dois, três, quatro corpos que foram de sua fez com esse ataque horizontal.

O que acontece depois daí é simplesmente um massacre um formol mata aos poucos os exercito de formol. Corpos senos serrados, sangue sendo liberados por toda parte, carne sendo esmagada, ossos sendo quebrados e todo tipo de ação psicopata e sociopata possível está sendo praticado. Alguns dórios entram em desespero pelo terror praticado pelo Chacan.

Sem piedade, sem misericórdia, sem pena, sem nenhum sentimento de bondade é inexistente. Nada o faz parar o terror que está praticando. O tapete de cadáveres aumenta mais e mais e o que fica no caminho onde ele pisa é simplesmente esmagado.

Cenas pesadas são muitas. Cena quando Chacan serra de cima para baixo no meio de um dório lentamente deixando ao finalizar duas partes igualmente dividida. Cena que encosta a vitima na parede e vai estraçalhando cada dedo da mão lentamente com um alicate que encontrou de um que matou. Outro usou uma agulha para furar os olhos justamente bem do meio do globo ocular e puxando bruscamente assim estourando os olhos. Tem um que tirou os rins e o fígado e enfiou na boca da vitima fazendo comer mesmo com a agonizando de dor. Outro que deve o intestino arrancado de uma forma bruta enfiando o braço na boca e puxando o que conseguir pegar.

Chacan não fez questão de poupar nem um sequer. A maioria tentou revidar com que podia, mas foi em vão assim não importando arma, tamanho, força e forma.

Depois da matança Chacan caminha dos corredores largos da fortaleça já com a moto serra guardada na sua cintura com passos firmes, ou pelo menos, boa parte da caminhada. Seus passos ficam cada vez desengonçados e uma grande dor começa a surgir no seu corpo como se estivesse o rejeitando. A dificuldade obriga a se apoiar na parede com mãos andando quase arrastando os pés. Até que chega um ponto que cai no chão não suportando mais a dor.

O que está acontecendo? Ele não teve nenhum ferimento tão grave para ficar nesse estado. Apenas pancadas, alguns tiros, arranhões e até objetos que chegaram a perfurar, mas isso não é um grande problema afinal ele é dotado de uma capacidade regenerativa artificial muito avançada. Por que essa dor agora?

Lembra de um pouco quando foi criado em laboratório por Kaolla. Das dores que seu corpo teve para suporta uma forma física. Das cirurgias que teve de suportar para o aprimoramento físico. Das deformações que passou principalmente no seu rosto o que o fez costura-lo a carne viva o que fez parecer uma mascara de coro de sua própria pele. Dos pesadelos que teve com a Motoko, muitas vezes imagens sem nexo ou sentido.

Sua vida foi um inferno a cada dia que se passa, não por Kaolla o maltratar, afinal só cobrava os teste para está habito para combate, mas a sua própria mente conturbada que fazia o seu principal carrasco.

Isso cria um certo medo. Medo de não saber a sua existência. Medo de que ser sua dor o domina. Medo principalmente de sua própria mente.

Tem que ser forte, diz isso para si mesmo nos pensamentos. Com a garra metálica arranha o próprio peito e começa a se levantar com mais determinação. Fracassos não estão como opção. Precisa matar alguém mais uma vez para se sentir melhor.

Caminhando do fim do corredor acha um local meio aberto como se fosse um jardim, só que sem nenhuma planta se quer. Caminhando do mesmo ritmo de repente vem um tipo de dório quadrúpede de um tamanho de um touro, mas parece um cão mutante com cabeça de réptil, tendo quatro olhos, garras de dez centímetros grossas e todo vermelho.

Esse ser tenta atacar o Chacan, mas ele apenas espera a aproximação e quando está preste para avança para uma mordida. Ele simplesmente pega no pescoço fazendo erguer o grande corpo como se não fosse nada. Para não perde muito tempo usa o seu golpe Fat man para explodir a tarde traseira do monstro e depois joga para o lado.

- Muito interessante. Conseguiu deter a minha mascote facilmente – disse uma voz que vem no nada de repente – bravo! Rústico, mas bravo – voz vinha de cima de uma coluna onde se encontrava um dório com uma aparência humana muito bela só tendo orelhas de elfos, cabelos azuis e umas mãos meia cinza que diferencia da sua pele branca que são diferentes de um humano comum. Estava vestindo uma calça vermelha, sem camisa que destacava o seu peitoral, seu abdome definido e uma tatuagem de uma rosa nas suas costas o cobrindo praticamente.

- Quem é você, oh fresco – pergunta Chacan.

- Sou aquele que despreza coisas feias e repulsivas. Sou o general mais belo dos três do imperador, sou Sukako.

- Sou Chacan, não tenho tempo de ficar perdendo tempo com os seus lelos lelos.

- Você não sabe com quem você está se mexendo, alem de ser forte por natureza eu tenho as mãos artificiais que foram criadas no laboratório tendo a força do lendário Barlock – mostra fogo surgindo nas mãos.

- Hum isso vai ser divertido – disse rindo – pelo menos você vai me divertir melhor do que aqueles que acabei de matar no corredor – disse levando a mão metálica para o lado da face e dando um arranho na mascara.

- Por que se esconde atrás dessa mascara? Por acaso é tão feio assim? – disse esnobando.

- Não exatamente – tirando a mascara revelando o seu rosto todo costurado – usa-a para ter um certo controle dos meus instintos de matar – disse tendo uma seria expressão facial de maníaco – quando um sangue toca a minha face costumo demorar mais ainda para matar as minhas vitimas tendo um castigo mais demorado. Você vai se arrepender de eu ter tirado a mascara, mas não se preocupe o lugar para onde vou manda-lo vai ser um paraíso depois que eu terminar com você – passa a língua em suas garras.

E ai começa a luta entre a beleza e a dor. Sukako lança uma rajada de fogo como se fosse lança chamas para Chacan que fica parado só colocando os braços de frente do rosto. Praticamente fica um 5 minutos esse de lançar fogo, após isso Sukako para com esse ataque. Para a sua surpresa Chacan está intacto.

- Tenho que agradecer por isso, seu calor conseguiu me limpar do sangue das minhas vitimas que estava me sujando.

- Mas como é possível o meu fogo é tão quente do lendário dório que chega a ter o calor do Sol? – disse desacreditado do que aconteceu.

- Sou um formol completo diferente de você que tem só as mãos de um formol. Meu corpo é feita por células nanotecnologia orgânica. Essa tem habilidade de reter toda a energia que passa em transformar em arma – aponta o braço metálico onde a mão se transforma em um tipo de arma de fogo.

- Que é isso? – disse Sukako sem entender direito que Chacan pretende fazer.

- MX 45 LG Arm: tiro fusion – atira um grande raio vermelho (um raio tipo um Kakerá de Dragon Ball) que acerta Sukako assim cobrindo todo o seu corpo.

Como o raio foi disparado em sentido diagonal e também como era um campo aberto nada alem do Sukako foi acertado. O corpo de Sukako, ainda vivo e boa parte do corpo ferido cai no chão. Em conseqüência de soltar aquele poder todo o braço metálico de Chacan quebra.

- Maldito – disse Sukako sem conseguir se mexer por causa dos ferimentos feitos do calor – que foi esse raio.

- Isso foi justamente o seu próprio poder disparado pelas suas mãos. Como eu disse meu corpo consegue absorver a energia externa, mas porem não consigo aproveitar essa energia, então uso um catalisador para liberar a energia sugada. Tenho que admitir que sua energia foi suficiente forte para quebrar o meu braço – tira os restos metálico do braço quebrado.

Para resolver o problema Chacan pega a sua moto serra coloca no lugar que graças a tecnologia de Kaolla a arma se logo se adapta criando forma de um novo braço. Isso já foi criado por Kaolla para ser justamente o braço reserva de Chacan.

- Seu maldito desgraçado, filho de uma mãe – Sukako resmunga – me matar vai te satisfazer, NÃO VAI.

- Mata não – se aproxima lentamente de Sukako ficando no seu lado esquerdo – mas tudo que rolar antes disso, isso sim vai me satisfazer e muito – dando um riso maligno.

Sukako se preocupa com as palavras de Chacan. Mal sabe que seu adversário formol é capaz de fazer principalmente das atrocidades que sua mente consegue planejar.

Chacan se agacha e acha um pequena lasca de pedra como se fosse um palito rústico bem no chão. Achou uma ferramenta perfeita e simples para tortura.

- Pode grita agora se quiser – disse Chacan sadicamente.

Para o terror de Sukako Chacan começa a sua tortura do jeito mais doloroso possível usando a 'ferramenta' que conseguiu enfiando de baixo da unha da mão esquerda de um dedo assim arrancando a unha. Os gritos de Sukakos são escoados para o todo lugar.

- Deixa de ser fresco, afinal a mão nem é sua inteiramente, assim como você diz, que pena para você que ligaram os nervos de tato e de dor nas suas mãos – e assim continua o que tava fazendo assim tirando toda unha da mão esquerda, chega que pode ver a carne viva que ficou os dedos. Sukako chega que chora de dor – veja já acabei – disse em um tom de falsa bondade – agora vou da um jeito para não ficar feio demais – enfatizou a palavra 'feio'.

Com suas próprias mãos quebra um por um cada dedo da mão em duas partes.

- Pensando bem olhando para a sua mão agora – olha para a mão, que mais parece agora um amontoado de carne, se levantando – que você quer duas mãos? – com o seu novo braço de ferro aponta para a mão ferida e na parte onde sai a lamina da antiga moto serra sai a lamina que já em movimento já serra a mão esquerda.

- Seu monstro – disse Sukako gemendo de dor.

- Hum e ainda você não viu nada – rindo, guardando a lamina e pegando a mão esquerda de Sukako.

Chacan olha em volta e ver o corpo daquele cão monstro ainda vivo. Ele teve uma idéia. Foi em direção daquele corpo vivo e o segou e estraçalhou o seu nariz, mas deixou ainda vivo. Jogando a mão que pegou de sua viva bem na boca do cão e mesmo naquele estado consegue comer a carne.

- Isso vai ser muito interessante – disse pegando o corpo e levando para perto de Sukako – hoje é a primeira vez que vou fazer um ato de bondade, vou da de comer para um bichinho e advinha quem é o prato do dia? – disse dando um largo sorriso.

Daqui para frente à cena que vai acontecer é muito forte mesmo para os fortes de estomago. O formol coloca o corpo do grande cão entre as pernas do dório pelo que imediatamente aquele começa a comer a carne de Sukako. Um corpo de um quadrúpede que só tem a parte de cima do lugar de se agonizar de dor fica saciando o seu instinto mais básico, comer. Em conseqüência de ter praticamente os intestinos expostos tudo que é comido e desce para o estomago imediatamente sai do corpo. Cada mordida estraçalha a carne com o ato de mastigação. Isso se repete até o cão se saciar deixando Sukako com as tripas de fora.

- Por favor me mate agora – disse Sukako praticamente chorando – já não agüento mais todo esse sofrimento.

- E por que faria isso? Está tão divertido – pega um pedaço da carne de Sukako – veja - mostrando o pedaço de carne para a própria vitima.

- Eu não quero mais passar por isso, quero morrer, quero acabar com esse sofrimento logo – disse desesperado.

- Não se apresse tanto, aproveite porque a gente só tem uma vida – disse rindo.

Sukako grita mais uma vez, agora é um grito mais de medo do que de dor.

Chacan já ia fazer mais uma outra tortura quando sua mente te ataque de imagens de flash.

Imagens de um ser estranho armado com suas espadas lutando com a Motoko. Uma imagem de um demônio em chamas. Imagens de um corpo pegando corpo e sendo segurado pelo braço direito e usa uma espada para amputá-lo. Cenas de um grupo sorrindo. Cenas quando cenas de um teto de laboratório.

Tudo isso atormenta a mente de Chacan chegando até demonstrar isso. Coloca a mão esquerda no seu rosto.

- Pare – falou praticamente como um sussuro – pare – disse com uma voz com o tom mais alto – pare – aumenta mais um pouco a voz.

Disse a palavra 'pare' mais de vinte cinco vezes e cada uma dela aumentando o som.

- PARE DE PERTUBAR A MINHA MENTE – dizendo socando para aliviar o estresse mental, uma seqüência de soco no mesmo ponto é desferido até ele melhorar.

Quando termina e recobra a consciência descobre onde estava batendo que era na cabeça de Sukako fazendo literalmente uma panqueca com o crânio.

Sem mais nada para fazer mais naquele lugar Chacan pega a sua mascara, coloca no seu rosto e volta a prosseguir para frente. Depois de uma certa distancia já percorrida Chacan sente umas fortes dores do corpo. Tamanha é a dor que ele abraça o próprio corpo e se ajoelha. Seu corpo começa a criar mais massa muscular e após isso as dores acabam.

O que será que aconteceu? Por que o seu corpo teve essa incrível mudança? Sua massa muscular aumentou 25 e agora se sente mais forte com isso. Kaolla está escondendo algumas coisas, assim pensa.

Não importa agora, só resta agora é prosseguir para frente. Seguindo esse pensamento e colocando em pratica chega até um gigante portão dourado que está fechado. Com nenhum pingo de delicadeza chuta o portão fazendo abrir.

Entrando lá encontra um ser sentando em um grande trono negro. Esse ser parece um velho humano careca e barbudo vestindo com uma roupa de mago de cor branca. O que diferencia é a sua pele verde, seus olhos totalmente vermelho e seu tamanho chegando a quatro metros.

- Quem é você o criatura – disse o ser misterioso – você não é um dos meus servos e nem também se parece com os insignificantes celas, quem é você?

- Sou aquele que veio atrás de sua cabeça.

O ser ri.

- Muito interessante, um inseto desafiando um deus. Já foi muito atrevimento invadindo o centro do meu império.

- Então você é aquele que todos chamam de X.

- Graduações para você inseto, agora vou da a punição de um deus – disse se levantando.

- Isso veremos.

Mal durou muito que Motoko aparece entrando na sala do imperador X vendo ele e Chacan. Vai começar a batalha mais violenta que vai decidir o destino da humaninade.

[Continua


Mais um capitulo postado dessa fic, espante-me ao ver que saiu muita pagina assim como o capitulo anterior. Vejo que os reviews não são tão ativos como atigamentes, até a minha fic principal Dimension Hina está caindo no esquecimento. Bem mais não importa, a fic após vai ser postada sempre vai fica ai não fugindo em lugar algum (desculpe a minhas loucuras tudo bem).

Esse foi o capitulo mais violento de todos, os próximos não vão ser do mesmo nível, aqueles que leram e não gostaram peço desculpas.

Chacan é um personagem macabro típico de um filme de terror. Motoko deixei um pouco mais seria e mais madura nessa fic. Yusuke foi um pensamento concretizado de imaginar de um rapaz passando os mesmos problemas da Motoko. A idéia da aranha bem, digamos é a mesma idéia da tartaruga para Motoko.

E como prometi na próxima postamento (oh criei uma palavra nova hehehehehehe) vou postar um capitulo da Dimension, até a próxima.