Povos e povas, como as reviews que recebi foram pouquíssimas, tô postando mais um capítulo como "teste". Sei que você comentaram no Fb, mas aqui é mais fácil para que eu acompanhe os comentários e as opiniões. Então, espero que deixem reviews pra tia, ok? Façam uma ficwriter feliz, sim? (*olhinhos implorando*)
Dani: Nem demorou tanto, né? Segue o capítulo, espero que goste! beejo!
Gracielly: Obrigada, gata! Aqui a continuação, aproveita!
Samyy: Obrigadaa por comentar! Tu, como ficwriter, sabe o quanto reviews novas nos empolgam... Espero que continue gostando da fic!
RATED: MA
DISCLAIMER: Não é nada meu, é tuuudo do Pinto Lobo... ops, Dick Wolf e da NBC. Não ganho uma bala chupada sequer por escrever isso... Mas reviews são sempre bem-vindas e fazem a tia ficwriter feliz!
CAPÍTULO 1
SQUAD ROOM SVU,
9:00 a.m.
Odafin Tutuola entrou na sala da Unidade de Vítimas Especiais com dois copos de café nas mãos, então viu Amaro e Rollins cercando um terceiro indivíduo que ele não reconheceu.
- Veja, ali está ele.- falou Amaro, então o estranho voltou-se para olhar Fin.
- Stabler?- chocou-se o detetive recém-chegado.
- Fin...
Os dois ex-colegas se encararam por alguns instantes, antes que qualquer um falasse.
- O que você está fazendo aqui?
- Preciso falar com a Liv.
- Não acho que ela queira falar com você.- o detetive andou até a própria mesa e largou os cafés.- Você a abandonou há quatro anos, não deixou explicações, não atendeu às ligações dela, simplesmente a deletou da sua vida. O que o leva a crer que ela o irá receber agora?
Elliot aproximou-se do ex-colega e colocou o próprio celular entre eles, sobre a mesa.
- Isso.
Fin olhou para a tela do aparelho e viu uma mensagem com apenas uma palavra: "Desculpe", e o tão conhecido número de Olivia Benson identificando o remetente.
- O que significa isso? – perguntou, confuso.
- Não sei. Espero que ela possa me explicar.
- Suponho que ela não o tenha recebido?
- Ela não chegou ainda.- respondeu Rollins.- Ele preferiu esperar.
- Por que não ligou diretamente para ela? Acho que, seja lá o que essa mensagem signifique, aqui não é o lugar para discutir isso.- o detetive sentou-se.
- Eu tentei, mas o celular dela está fora de área. E, bem, aparentemente ela se mudou do prédio antigo...
- Sim, logo depois de ser atacada por William Lewis ela e o Cassidy acabaram por ir morar juntos.
- Cassidy? Brian Cassidy?
- Sim.
- Eles-eles estão juntos?
- Não mais.- Fin encarou novamente o homem à sua frente.- Stabler, se você quer esperar a Liv chegar, tudo bem, mas não ache que vou ficar falando sobre a vida dela com você.
"Aliás, não pense que só porque você está aqui isso signifique alguma coisa.- ele baixou o tom de voz e aproximou seu rosto ao de Elliot.- Eu adoraria dar um murro nessa sua cara por tudo o que ela passou, por tudo o que você a fez passar!"
Elliot Stabler sustentou o olhar do outro, apesar de não dizer coisa alguma.
- E tenha certeza de uma coisa: eu não sei porque ela mandou aquela mensagem à você, não sei porque ela resolveu tentar agora, mas tenha certeza de que se você a magoar novamente eu mesmo vou arrebentá-lo inteiro!
CASA DE PRAIA
4:30 a.m.
Olivia estacionou o carro diante da casa onde vivera seu pior pesadelo e não pôde evitar o tremor involuntário que lhe desceu pela espinha. Ela estava ali, ele estava ali e, dessa vez, não havia espaço para erros, para misericórdia, para hesitação. Ou ela o matava, se tivesse chance, ou apenas seu corpo seria encontrado (se fosse encontrado, na verdade).
Depois de respirar profundamente algumas, vezes ela desafivelou o cinto e desceu do carro. Era agora, precisava enfrentar isso de uma vez por todas.
- Lewis!- chamou, aproximando-se da porta.- Lewis!
A porta foi aberta por uma jovem loira, no alto de seus 20 anos e Olivia ficou chocada por alguns momentos.
- Lizzie?
A moça apenas assentiu com a cabeça. Tinha as mãos algemadas à frente do corpo e fita adesiva cobrindo os lábios. Os cabelos estavam desgrenhados, o rosto tinha alguns arranhões leves, mas tirando-se isso, parecia bem.
Ao entrar na casa a sargento viu que Lewis apontava uma arma para a cabeça de Elizabeth.
- Estou aqui, vim sozinha e não avisei a ninguém, agora deixe-a ir embora.- ela disse ao homem.
- E fazê-la perder toda a diversão?- ele andou até a garota e a segurou pelos cabelos.- Acho que não, docinho.
"Venha."
- Mas...- Olivia começou a argumentar, mas foi interrompida.
- Não vamos discutir isso aqui, não é mesmo, querida?- ele deu um puxão mais forte nos cabelos da garota.- Agora, se não se importa...- fez sinal para que a ex-detetive passasse à sua frente.- Siga até a porta dos fundos, há um carro à nossa espera.
Ela foi andando devagar, tentando pensar em algo que pudesse livrá-la, e à Elizabeth, daquela situação.
O carro, um modelo pequeno e discreto, estava parado com a chave na ignição.
- Você dirige.- ele disse.- Uma gracinha, uma coisinha por menor que seja, e o cérebro dela vai ficar espalhado pelo carro, entendeu?
A morena apenas acenou com a cabeça.
William Lewis empurrou Lizzie para o banco de trás e entrou logo em seguida, ao lado dela. Olivia assumiu o volante.
- Para... Para onde vamos?- perguntou.
- Para a área industrial da cidade. Dirija, eu vou instruindo ao longo do caminho.
Ela deu a partida.
- Oh, antes que eu esqueça, seu celular, Sargento.- ele estendeu a mão.
- Eu-eu... Deixei no meu carro...
- Livvie, eu não sou idiota, baby...
Ela então tirou o aparelho de dentro do soutien e entregou à ele.
- Isso, boa menina.- Lewis o jogou para fora do carro.- Armas?
- Não ou eu já teria atirado em você, seu... seu...
- Opa, opa, olhe a boca, docinho. Não queremos ser indelicados, não é?
"Agora vamos, dirija."
Elizabeth Stabler olhava apavorada para frente. O homem a havia abordado quando saía de uma festa dizendo que conhecia Olivia e que ela havia sofrido um acidente qualquer. Sem sequer pensar duas vezes, ela o seguiu até o carro. Foi quando um lenço foi colocado em seu nariz e um cheiro doce a fez tontear e mergulhar na escuridão.
Horas depois, quando acordou, estava presa à uma cama, com aquele maníaco à observá-la. Foi quando ele ligou para Olivia.
- Calma, Lizzie, tudo vai acabar bem. Eu vou tirá-la dessa.- disse Olivia, vendo a expressão de pavor no rosto da garota pelo espelho retrovisor.
- Shh, não faça muitas promessas, Sargento. É feio prometer o que não vai cumprir.- ele deu um beijo na testa de Elizabeth.- Mas eu e a pequena Liz estamos nos dando muito bem, estou pensando em ficar com ela... Pelo menos por um tempo...
- Você disse que a deixaria ir se eu fosse encontra-lo!
- Eu disse? Quando?
- Lewis, ela não tem nada a ver com isso! Essa história é entre você e eu!- ela apertava o volante enquanto falava.- Solte-a, ela não vai à polícia, certo Elizabeth?
A menina concordou com a cabeça.
- Aham, é claro que ela não irá. Bem como Papai Noel virá montado em unicórnios esse ano.- ele puxou os cabelo da garota novamente.- Agora cale a boca e dirija essa merda de carro!
Ela suspirou e voltou a concentrar-se na estrada. O que quer que fosse acontecer, ela precisava se certificar de que não aconteceria à Elizabeth.
CONTINUA...
E aí, quem quer mais levanta a mão?!
Ok, agora abaixa e deixa uma review, aí a tia posta! hehehe
BenslerKisses, gatchenhxs!
