TWO – THE SIXTH
Jensen saiu do banho e checou a secretária eletrônica pela décima vez. Sentou-se na cama, tentou se concentrar num livro, mas não deu certo. Ele olhava para o telefone, desejando mentalmente que ele tocasse.
Por fim, pegou o telefone discando um número conhecido.
- Ei, Chris, sou eu... Olha só, você pode testar minha secretária? Não... tipo... olha só é nova, de repente pode ser que esteja dando problema...
Ele desligou e esperou tocar mais uma vez. Após duas chamadas, ouviu sua própria voz na secretária eletrônica.
"Oi, aqui é Jensen. Não posso atender agora, mas pode deixar mensagem que eu ligo de volta."
- Testando um, dois, três. – A voz de Chris Kane ecoou do outro lado da linha pela máquina. – Eu acho que o defeito é no cérebroda tal Danneel. – Chris Kane estava em casa junto com a esposa, terminando seu café da manhã. – Tenho que ir, Jenny, tchau. Ah! Pegue um croissant e vá trabalhar!
Jensen apenas suspirou ao terminar de ouvir a mensagem recém deixada por Christian. Vestiu-se rapidamente e passou no trabalho. Ele sentia que aquilo já estava se tornando rotina. Ok, ele estava na profissão que escolheu, mas senta que tinha algo errado. Ele não tinha prazer naquilo tudo.
***
Já havia passado uma semana e Danneel não tinha ligado. De certo esqueceu. De certo não sentia aquele interesse por Jensen que ele pensava, mas ele realmente não conseguia parar de pensar nela. Agradeceu por pelo menos ser sexta-feira novamente.
- Ei... – Ele entrou pela porta da frente na casa do pai, suspirando cansado.
- Ei filho! – Roger cumprimentou da cozinha, enquanto finalizava o jantar. – Dia difícil?
- Antes tivesse acabado... – Reclamou Jensen, tirando a jaqueta. – Tenho que voltar depois.
- Ah que chato.
- Mas tudo bem. – O loiro respondeu, ajudando o pai com alguns temperos na mesa. – Esse caso é enorme, é uma grande chance na minha carreira. Sou o advogado mais jovem de lá... – Concluiu Jensen.
- E isso é ótimo, certo? – Roger perguntou, estranhando a falta de animação do filho.
- É. – Jensen continuou respondendo desinteressado.
- E por que estão você parece tão chateado?
- Pareço? – Jensen retrucou sem tirar os olhos dos temperos.
- E como.
- Bom... – Jensen respirou fundo. – Tem essa garota... Danneel. – Ele fez uma pausa, escolhendo as palavras. – Sei lá, achei que tínhamos nos entendido, mas... parece que... – Ele parou de fazer o que estava fazendo e encarou o pai, franzindo o cenho. – Ah... não sei porque estou contando pra você... – Ele cruzou os braços. – É da sua vida amorosa que devíamos estar falando.
Seu pai apenas revirou os olhos impaciente. Ele andou até a geladeira pra tentar evitar o contato visual, mas Jensen era insistente.
- Estou falando sério. – Recomeçou o loiro. – Você poderia sair um pouco mais e...
- Jensen. – Roger o interrompeu, colando um post-it na testa do filho, escrito 'fica frio', fazendo o loiro rir.
***
- Quem diria que um patins podia machucar, hein? – A esposa de Chris dizia a Jensen enquanto fazia um curativo no cotovelo dele. – Da próxima vez, tente usar cotoveleiras ok?
- E eu posso brincar? – Perguntou Libby, filha de Christian de 8 anos, após presenciar o tombo de Jensen.
- Não! – Respondeu Jensen e Samantha, mãe da garota, fazendo os três rirem.
- Eu estava fazendo direitinho! – Dizia Jensen enquanto levantava-se do sofá da casa de Christian e ia até a cozinha. – Podia ser pior a queda, mas eu até que me protegi bem. – Ah, Sandy, tenho que te perguntar uma coisa! – Jensen disse ao ver Sandy na cozinha, junto com outro amigos deles, Mike Rosenbaum. – Sabe o cara da padaria? O Jared? Será que não rolaria de você sair com ele? – Sandy arregalou os olhos, estranhando o pedido. – Quer dizer, eu não o conheço tão bem, mas ele é bonito, é gerente de lá. Pensa, pode ganhar bolinhos grátis.
- Mas eu já estou saindo com alguém. – Sandy respondeu, bebendo um gole de suco.
- Boa tentativa, Jen. – Riu Samantha.
- Certo então. – Jensen fez uma careta, mas se conformou. Ele sentou na cadeira, de frente para Sandy pegando uma caneca de café. – Certo,me passem o telefone.
- Não! – Christian correu até o aparelho, não deixando que Jensen o pegasse. – Não mesmo! Você não vai checar suas mensagens de novo! – Christian segurou o telefone e olhou firme para Jensen. – Não podemos ter uma tarde tranqüila e civilizada?
- Amanhã vai fazer uma semana que dei meu telefone a ela! – Jensen protestou.
- Uau, nossa, uma semana inteira. – Disse Samantha, de forma divertida, sarcástica.
- Nossa, quase uma vida. – Acrescentou Christian.
Libby sorrateiramente pegou o telefone das mãos no pai e saiu correndo pela casa rindo.
- EI LIBBY! – Gritou Christian enquanto a garota corria.
- Cuidado com a janela! – Samantha disse, quase desesperada quando Libby jogou o telefone nas mãos de Sandy.
- Sandy, me dá o telefone! – Christian disse, de forma imperativa, Sandy era tão criança quanto Libby, e jogou para Samantha por cima da cabeça de Jensen. – Fala aí, Jen, qual seu código?
- Um, dois, dois, um. – Jensen dizia em meio a risos enquanto Samantha ouvia a mensagem da secretária de Jensen. - Samantha Kane! Me dê já esse telefone! – Jensen pediu, tentando alcançar o aparelho, mas era segurado por Christian e Sandy.
- O nome dela é Danneel? – Samantha perguntou, se fazendo de desentendida.
Jensen arregalou os olhos e achou que entraria em colapso. Se desfez de Sandy e Christian correndo atrás de Samantha a fim de pegar o telefone, lógico que ela mesma facilitou, deixando que Jensen o pegasse, sendo seguido por todos os curiosos até a sala.
Ele pegou o número que Danneel havia deixado na mensagem e discou, um pouco nervoso.
- Alô? – A voz da loira ecoou do outro lado da linha.
- Oi Danneel. É Jensen. – Ele sorriu enquanto todos estavam ao redor dele ouvindo a conversa. – Peguei seu recado agora.
- Ah sim! Olá, Jensen. Que bom que ligou de volta. – Ela pareceu um tanto quanto surpresa. – Liguei para saber se podemos sair hoje a noite, o que acha?
- Hoje a noite? – Jensen olhou para todos como se avisasse o que ela estava dizendo. – Não dá! – Óbvio que depois de fazê-lo esperar quase uma semana, ele não ia ser tão fácil.
- Entendo. E que tal terça? Ás 19?
- Terça? – Ela voltou a olhar todos na sala. – Tudo bem, mas as 19 é um pouco cedo pra eu deixar o escritório...
- Lógico, claro. E na sexta? – Ela riu um pouco, insistindo.
- Sexta? Sexta eu janto com meu pai... – Jensen respondeu, recebendo um cutucão forte nas costas, dando por Christian, que desaprovou a atitude de Jensen, que já estava exagerando. – Mas... sábado seria ótimo! – Ele disse em seguida, antes que a loira desistisse mesmo.
- Legal! Sábado então. – Danneel respondeu. – Pode ir me buscar as 20h? Anota meu endereço?
- Claro, combinado! – Jensen fez sinal para Christian que lhe entregasse papel e caneta, enquanto Danneel lhe ditava onde morava. Jensen escreveu no papel, despediu-se rapidamente dela e desligou o telefone.
- ISSO! – Christian gritou, batendo das costas do amigo. – Mas precisava bancar o difícil? – Ambos riram
- Eu não dei uma de difícil! – Jensen falou rindo. – Eu realmente não posso hoje, é dia de lavar roupa. – Ele concluiu fazendo todos rirem incrédulos. – Além do mais, era muito cedo pra dizer sim, ela esperou uma semana pra ligar. E sexta é dia de jantar com meu pai.
- Ah lógico, além do mais você precisa se preparar psicologicamente. – Christian disse num tom divertido.
- É, é verdade. – Sandy concordou no mesmo tom, rindo, fazendo Jensen fazer uma careta engraçada.
***
Jensen estava ansioso, mas o grande dia havia chegado. Ele estacionou o carro em frente ao prédio onde Danneel morava, checou o endereço mais uma vez, pegou as flores no banco do carona e entrou. Subiu pelo elevador, deu uma breve arrumada nos cabelos e conferiu o hálito.
Ele vestia jeans casual, camisa bem alinhada por dentro da calça, cinto e sapatos pretos, acompanhados de uma jaqueta também preta.
- Não vou ficar tagarelando, não vou falar do Leo. – Jensen falava consigo mesmo. Típico. Tocou a campainha. – Não vou perder a calma e vou me divertir. – Após alguns segundos, Danneel atendeu.
- Oi! – Ela abriu o típico sorriso simpático quando viu as flores que Jensen entregava.
- Oi... – Ele respondeu, sorrindo um pouco tímido enquanto ela sentia o perfume das rosas vermelhas. Ela vestia um vestido clássico preto, um pouco acima do joelho, bem colado e com decote discreto.
- São lindas, obrigada. – Ela colocou as flores de lado, na cômoda ao lado da porta.
- Podemos ir? – Jensen perguntou gentilmente, e ela apenas assentiu com a cabeça.
A conversa durante o caminho foi agradável. Jensen estava fascinado pela moça, realmente ela era mais incrível do que ele esperava. Tinham muitas coisas em comum, ela o fez se sentir muito a vontade e ele a ela. Logo passou o nervosismo e a ansiedade e, logo após o jantar, foram ao parque de diversões da cidade.
- Meu Deus! Prove isso! – Ela disse, oferecendo a ele morangos cobertos de chocolate, de uma das barraquinhas do parque.
- Morango com chocolate! A melhor invenção do homem! – Jensen respondeu, mordendo um dos morangos que estava no palito.
- As pequenas coisas podem ser as melhores! – Ela disse enquanto os dois voltavam a andar pelo parque.
- E o que uma 'capitalista de risco' faz, afinal de contas? – Jensen perguntou a ela, se referindo a profissão no meio das Ações de Wall Street em que Danneel trabalhava.
- Procuro um potencial latente e invisto nele. – Ela respondeu, dando outra mordida no morango. – Quando vejo algo de valor, não tenho medo de correr atrás. – Ela concluiu,quase de maneira filosófica. – Acho que me entende, não?
- Claro que sim. – Jensen respondeu sorrindo. – E você tem uma empresa ou...?
- Não... – Ela respondeu rindo, e os dois pararam perto de um carrossel, ficando um de frente para o outro. – Esqueça as empresas! – Ela fez uma pausa antes de continuar – Eu olho pra você e... vejo esse homem maravilhoso que não sabe apreciar tudo que tem a oferecer.
Jensen não conseguiu pensar numa boa resposta. E nem precisava, o momento estava perfeito. Ele segurou o rosto dela e inclinou-se na direção da loira, buscando pelos lábios bonitos dela. Ela, certamente, não protestou nem se negou, retribuiu o beijo calmo de Jensen, o qual apenas fora interrompido pelo barulho de fogos de artifício que alguns malabaristas estavam fazendo ali perto do casal.
Ele a encarou incrédulo por alguns segundos. Fogos de artifício. Será que era mesmo o momento que sua mãe havia lhe falado? Ela sorriu de volta sem entender o que poderia estar se passando na mente dele, mas ele simplesmente voltou a beijá-la.
Por um momento, sua cabeça voltou a funcionar. E apenas uma única coisa veio a cabeça dele após ele soltar-se dos braços de Danneel. Ela era a sexta. E o gráfico não estava fechando.
- Desculpe, eu acho que não posso fazer isso. – Ele disse, de um jeito preocupado. Era incrível o quanto ele levava aquele gráfico a sério.
- Por que? – Danneel perguntou, totalmente surpresa.
- Eu... eu não... – O loiro não conseguia pensar numa boa resposta, e falar em gráfico o faria sentir patético. – Eu... O problema é que... Meu ex. Eu não consegui esquecê-lo. – Jensen mentiu. – É isso.
- Esqueceu sim, tenho certeza! – Ela insistiu, rindo do jeito de Jensen. Não era muito difícil perceber que era mentira.
- Não, não é bem assim. Ficamos juntos por três anos, acho que não estou pronto ainda. Insistiu Jensen, um pouco nervoso.
- Mas a melhor maneira de se superar alguém é saindo com outra pessoa. - Argumentou Danneel.
- Olha, Danneel eu espero que você não leve isso a mal porque... Eu gosto muito de você. – Jensen parecia um pouco mais calmo por falar a verdade agora. – Eu só acho que não quero um compromisso agora, é a hora errada!
- E por que então apenas não saímos até nos conhecermos melhor? Isso não precisa ser um compromisso. – Danneel respondeu, de forma compreensiva. – Podemos ir devagar...
- Você toparia isso? – Jensen disse encantando. Realmente agora ela parecia boa demais para ser verdade.
- É claro. – Ela respondeu sorrindo.
- Certo então... – Ele suspirou aliviado, recebendo o abraço dela e retribuindo de forma calma. Quem sabe aquilo desse certo.
***
- Isso é horrível! – Jensen dizia a Christian e Samantha, na sala da casa do casal.
- Eu não entendo. – Christian respondeu, olhando Jensen andando de um lado pro outro.
- É ela! – Jensen respondeu. – Ela é perfeita! É madura, e linda, ela... É ela! – Jensen parecia que mesclava as feições entre feliz e preocupado.
- E você sabe disso com apenas um encontro de três horas? – Christian retrucou como se Jensen fosse o cara mais ingênuo da terra.
- Ok. – Jensen pensou por alguns segundos. – Ela é pontual, eu cheguei lá e ela já estava pronta, não me fez esperar, ótimo gosto para filmes, esportes, comida, temos tudo em comum e definitivamente ela escova os dentes! E além disso, vocês dois me disseram que quando fosse a pessoa certa, eu saberia! Como Christian disse, no brinde do casamento de vocês! "Bastou apenas um beijo..."
- "No posto de gasolina..." – Samantha e Christian completaram a frase juntos, se olhando apaixonados.
- E haviam fogos de artifício! – Jensen completou, sério. Christian e Samantha o encaravam com uma certa pausa no assunto.
- Nossa, isso é sério! – Christian disse por fim.
- Sim! – Jensen acrescentou.
- E ela gosta sapatos? – Samantha perguntou.
- Você nem liga, é a única mulher do mundo que não liga! – Christian respondeu.
- Eu gostaria se tivesse com quem falar a respeito! – Samantha rebateu divertida.
- Certo, gente, mas vamos esquecer tudo. – Jensen disse um pouco apreensivo. – Porque é muito complicado!
- Você complica até na hora de comprar shampoo, Jenny! – Ironizou Christian. – Se for certo, deixa rolar.
- Mas não é a hora certa!
- Do mês? – Brincou Christian.
- Da minha vida! – Respondeu Jensen, irritado.
Christian e Samantha se entreolharam num longo suspiro.
- Certo, entendi. – Disse Christian. – O gráfico. – O amigo acrescentou, entendendo tudo. Jensen assentiu com a cabeça, aflito. – Jen, você não precisa seguir a risca tudo que sua mãe sugeriu.
- Como assim? – Jensen respondeu incrédulo.
- Seu trabalho, por exemplo. – Começou Samantha, levantando-se do sofá e andando até a cozinha.
- Qual o problema com ele? – Retrucou Jensen, sem entender.
- Você foge do escritório para pintar quadros, Jen! – Christian complementou pela esposa.
- É um hobby! – Jensen respondeu, como se tudo fosse muito óbvio. – E pensen em como a minha mãe ficaria orgulhosa de mim, estou prestes a me tornar sócio!
Samantha e Christian não responderam. Era inútil discutir com Jensen sobre aquilo definitivamente. Ele seguiu a vida toda todo o gráfico que sua mãe havia feito, não ia ser agora que ele iria parar com isso.
- E tem mais gente... – Jensen recomeçou diante do silêncio dos amigos. – Os fogos de artifício estavam lá, e tudo foi tão incrível!
- Literalmente? – Christian perguntou, enquanto ajudava a esposa a colocar a mesa.
- Sim! – Jensen respondeu enfático. – E minha mãe disse que haveria fogos de artifício. E houve a luz do luar, e a música... e eram todas as cores que eu costumava pintar quando era criança... – Jensen sentia-se emocionado ao falar. – Era como se minha mãe estivesse lá, olhando por mim... – Ele suspirou ao fim da frase, Christian e Samantha ainda o encaravam como se ele fosse muito ingênuo. – Além do mais... só vou sair casualmente com Danneel... Até eu achar alguém pra namorar que seja o número seis!
Samantha e Christian arregalaram os olhos, sem acreditar na lógica de Jensen.
- Certo, e como você define "namorar"? – Christian perguntou, esperando ter pelo menos uma resposta coerente aquela manhã.
- Certo... – Jensen pensou um pouco. – Digamos que estejamos na festa do escritório e a pessoa me apresente "esse é Jensen, meu namorado". Isso sela o acordo. – Jensen concluiu como se fosse a coisa mais genial de todas.
Samantha o encarou achando que Jensen devia estar brincando.
- E se Danneel sair com alguém e achar um namorado? – Ela perguntou, capciosa.
- Ela não fará isso. – Jensen respondeu automaticamente.
- Mas ela pode. – Samantha insistiu.
- E aí você corre o risco de perdê-la. – Christian acrescentou.
- Isso é impossível! – Jensen rebateu.
- Ok, isso vai além da minha idiotice! – Christian rebateu. – Sua mãe ficaria envergonhada.
- Não, ela não ficaria! – Jensen disse num tom de voz mais firme. – Olha só, Christian, ela diria "Jensen, você precisa de mais uma experiência. Precisa ficar com mais alguém antes de achar a pessoa número sete." – O loiro concluiu cheio de certeza.
Tanto Samantha quanto Christian olharam Jensen com aquele olhar resignado. Ele podia não gostar de ser advogado no fundo, mas certamente ele servia pra aquilo. E não ia adiantar, ele não ia desistir.
- Qual é gente! – Jensen olhou de Samantha para Christian. – Vocês não conhecem ninguém desesperado não?
- Três palavras pra você. – Christian disse, olhando firme para Jensen. – Agência de Encontros.
- Agência de Encontros? – Jensen repetiu incrédulo. Fez-se silêncio por alguns segundos, ele pensou, repensou e, já teria que ser qualquer um mesmo, talvez não fizesse diferença. – Ok, Agência de Encontros.
