Capítulo 2 – You show your pain Like it really hurts (1)

"...

Se se pudesse espírito que chora

ver através da máscara da face,

quanta gente talvez que inveja agora

nos causa,então piedade nos causasse

Quanta gente que ri, talvez consigo

Guarda um atroz, recôndito inimigo,

Como invisível chaga cancerosa

Quanta gente que ri, talvez existe

Cuja única ventura consiste

Em parecer aos outros venturosa"(2)

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Um rapaz acorda.. Estava em uma praia.Sentia as ondas baterem em seus pés, e o frescor ultrapassar por entre as frestas de uma pesada máscara de ferro a qual usava.

Tinha acabado de sair do castelo de If (3)... Vivo... o que era um milagre... Aqueles mandados para a prisão francesa, nunca mais retornavam com vida.

Meio zonzo e fraco, cambaleou até o porto mais próximo... A cidade!Quanto tempo não colocava os pés em terra firme, desde sua fuga.

Seus olhos demoravam para se acostumar com a estranha claridade, incomum na época de prisão.

Mesmo andando com roupas rasgadas, e com aquela máscara de ferro presa a cabeça, andava sem suspeitas pelas docas.

Não pode deixar de sentir mais raiva ainda... Raiva do que lhe fizeram...

Mas... não passara 10 anos de sua vida na prisão a toa... A cada dia, a cada hora e minuto que passava lá, planejara sua vingança. A aquele que o condenou a esta vida.

Foi até um ferreiro mais próximo.Entrou na loja, mesmo sob os olhares de menosprezo dos outros clientes.

-Desculpe, monsieur..não aceitamos trabalhar para crimi...

O rapaz jogou um saco de moedas na mesa do ferreiro.Rapidamente o homem começou a contar as moedas, e mordê-las, para ver se eram reais.

-O que irá querer...

-Tire o cadeado,desta máscara.E me arranje comida, e um local para passar esta noite apenas... diz o jovem.

O ferreiro pega seus instrumentos.E com um alicate, aquecido retira os grilhões.

-Suba, e minha mulher irá acomodá-lo em nossa estalagem.diz o ferreiro ainda contando o dinheiro

O jovem escondeu a face.Subiu e foi conduzido diretamente para seu quarto.

A primeira coisa que pediu, fora um banho... Demorado... entrou na tina, e lavou-se com a lavanda barata da hospedaria.Pegou uma esponja e começou a esfregar a pele com violência, machucando-o.

Queria limpar cada pedacinho de if... que restara nele.

Colocara roupas novas, fizera a barba.E pela primeira vez em 10 anos contemplara sua face... aquela a qual fora o principal motivo, de sua prisão.Os cabelos compridos e azulados, caiam em ondas delicadas nas costas.A face, machucada, e as cicatrizes e hematomas ao redor do corpo denunciavam os maus tratos que recebera.

-Agora... estou pronto para tomar de volta... o que me pertence... para fazer... a minha vingança...Não é?Querido irmão...

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Kamus acordou.Estava em sua cama.

Sua cabeça ainda doía... Ressaca da noitada a qual tivera.

Tentara se lembrar dos fatos da noite um baque, se recordou.

"Não pode ser verdade... o que aconteceu foi um sonho realista" pensa o visconde.desanimado afundando em seus travesseiros.

Melancólico, fechou os olhos mais uma vez.Mas logo a porta de seu quarto bateu violentamente , se abrindo.

O jovem de olhos azuis, dera um chute, fazendo com que a porta se abrisse.Segurava uma bandeja de café da manhã.

-Devia ter mais empregados... estes que você tem são muito folgados... diz Milo um tanto irritado colocando a bandeja ao lado do rapaz.-Tive que fazer tudo sozinho...

Kamus olha para Milo como se ele fosse uma assombração, ficando ainda mais pálido do que o costume.

-O que faz em minha casa? Diz Kamus grosseiramente

-Oras... não me diga que já esqueceu...Isso me corta o coração Kamyu...depois de tudo que passamos nesta noite... diz ele sorrindo e brincando

-Não me chame de Kamy... espera ai.. então... não foi um sonho?diz ele tentando colocar os fatos em ordem em sua cabeça

-Sim... grande visconde de Chagny...Agora se alimente.. você está fraco...e muito pálido!Devia ter tomado uma corzinha antes de virar vampiro... diz Milo pensativo

Kamus se lembrou de todo o ocorrido.E com certo mal humor ignorava o jovem falando.

-Então... era verdade... diz ele raciocinando melhor sem a bebida entorpecendo seus sentidos.

-Espero que goste deste mingau... alias não sou um bom cozinheiro... devia ter encomendado brioches... mas pensava que um visconde teria um cozinheiro particular... e...

Você ta me ouvindo?diz Milo

-Me transformei em um vampiro... agora você me deve algumas respostas... diz Kamus friamente

Milo revira os olhos...

-O senhor é interesseiro... –diz Milo irônico

-Porque estou vivo em pleno dia? E você também.?Porque tenho que comer algo.. se sou um vampiro preciso de sangue... E porque me escolheu?pergunta Kamus com certa urgência

Milo apenas sorriu.

-Não acredite nestes contos bestas de vampiro que ouve falar.Você ainda não é um vampiro completo... demora uma semana para se tornar totalmente vampiro...Por isso é bom tomar cuidados humanos...E bem... isto não é de sua conta por enquanto... diz Milo pegando o mingau- Você consegue tomar sozinho, ou terei que dar na boca Kamyu?pergunta milo

Kamus pega o prato com tudo da mão de Milo, que ri e sai da cama, indo para a janela, a qual observava com preocupação e com uma expressão enigmática no rosto.

"Estes olhos... atraem... estes olhos enganam...

Ele esconde algo nocivo... Mesmo tentando disfarçar...Dá para se perceber"

Milo percebe que está sendo observado.E vira-se.

-Não está bom? Ele pergunta

-O quanto sabe da minha vida?pergunta Kamus

-Menos do que imagina... Mas o suficiente para saber que quero ficar com você... fala Milo

-Porque eu?Porque de tantas pessoas ... você me escolheu?perguntou Kamus mais uma vez

Milo olhou fundo nos olhos de Kamus e se aproxima dele.

-Porque estamos destinados... Um ao outro...diz Milo abrindo um sorriso

Kamus se levanta e o empurra para cama.

-Acha que estas mentiras em voz de veludo me convencem?Como confiaria em um vampiro, que nem francês é... que fica olhando preocupado para os cantos...Pensa que não percebi?Quais suas verdadeiras intenções?

Milo ri

-Casa, comida, roupa lavada...status... poder...Isso tudo posso ter com você comigo...Por isso escolhi você de vítima... Esta resposta é satisfatória para o senhor certinho?E bem... mesmo que continue a me fazer perguntas...Selamos um acordo não?Lhe ajudaria em sua vingança... Acabaria com a angustia que você sente...Não tem outra escolha. Irá me aturar.diz Milo sentando-se na borda da cama.

Kamus o analisou por breves instantes.Não deixava de ter razão... mais uma vez.

- Monsieur Kamus... mensageiros do rei lhe esperam...Devo mandá-los entrar?pergunta uma criada.

Kamus revira os olhos, e com muito mal humor se levanta da cama.Mas Milo o impede.

-Seria muita falta de indelicadeza, por parte de monsenhor de Chagny, recebê-los em tais trajes, madame...Irei recepcioná-los. Diz Milo satisfeito e com um olhar galante

-Esta... é minha casa... eu...fala Kamus em tom de protesto.Mas as palavras não saiam de sua boca.Milo abafava uma risada com sua mão. "Ele pode me controlar... maldito" pensa Kamus com raiva enquanto Milo se distanciava com a empregada.

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Dois homens estavam de pé, esperando.Um deles era alto e esguio, vestindo uma fina farda do exercito, mostrando sua alta posição.Outro tinha um jeito mais rude, embora se vestisse com esmero.

-Não é a toa que o rei sempre reclama, do herdeiro dos Chagny...Deixar esperando dois informantes do Rei... é um ultraje... fala um homem com cabelos acinzentados curtos e espetados, fumando impacientemente- Vossa majestade, tem todo o direito de reclamar destes nobres a qual somente vivem a seus custos e os meus...(3)

-Memphisto(4)...Estamos aqui apenas para comunicar... portanto não seja rude...Não cabe a nós julgarmos o visconde...Isso apenas o rei pode fazer.Vamos deixar o aviso, e sair daqui o quanto antes.-diz o outro homem, este mais alto, com cabelos curtos e olhos negros.

-Desculpe-me a demora... Espero que as empregadas tenham servido alguma bebida ao senhores... –diz Milo entrando no recinto e estendendo a mão amigavelmente com um sorriso habitual estampado no rosto

-Você não é o visconde de Chagny!diz Memphisto com raiva.

-Não.. não sou... infelizmente, monsieur Kamus encontra-se seriamente acamado.Por isso vem recepcioná-los em seu lugar!Não se preocupem! Repassarei tudo o que me disserem a ele.

-Quem é você?Seu... sotaque...diz o outro homem desconfiado

-Descupem-me a falta de tato... Milo du Valois... e imaginem... apenas um bom tempo no litoral grego.Muito prazer senhores.

Mephisto riu pesarosamente.

-Pensa que nos engana com este nome?(5) somos otários...Metade dos franceses se chama Valois...

-Pois então creio que me encaixo, nesta metade de franceses não?Ao contrario do senhor...sotaque italiano se não me engano, não? Diz Milo simpaticamente deixando

Memphisto com raiva

-Sou Shura, e este é Memphisto.Somos do conselho do rei.Viemos aqui para convocar, monsieur de Chagny a uma reunião ao palácio.Urgente e irrevogável.diz Shura com seriedade

-Uma reunião? Me desculpem a pergunta, mas preciso falar ao meu mestre do que ela será... o que me garante que será realmente uma ordem de nosso rei?pergunta Milo

-ora seu... Duvidas na palavra de nosso rei e se encontra vivo?Que és tu para duvidar de Memphisto, dono de quase toda esta cidade a qual toca os pés e Shura, o general das tropas imperiais?diz em tom de ameaça

O sorriso de Milo iluminou-se cada vez mais

"O burguês mor e o manda chuva francês de primeira?Kamyu está me dando sorte" pensa Milo

-Me desculpe, não era esta minha intenção juro...Irei contar a meu amo, o relato que passaram, e garanto que ele estará lá.diz Milo simpaticamente

-Fico grato... bem sem mais.. vamos voltar Memphisto... diz Shura saindo

-Ora Ora, porque a pressa?Não façam com que meu senhor seja reconhecido pela má hospitalidade... Aceitem uma bebida, ou por favor aceitem ficar para o almoço.diz Milo

-Não se preocupe... estamos com pressa...Temos outras casas a visitar, e trabalho a fazer... Mas agradeço o convite, senhor do Valois.diz Shura educadamente

-Não acostumamos a jantar com a ralé... diz Memphisto saindo com pressa do local.Shura revirando os olhos o acompanhado

Milo acompanha os dois saindo satisfeito.Seu francezinho estava lhe dando sorte...Então iria aproveitar...

Ao fechar a porta, subiu as escadas..E em um canto, escuro e que passava-se quase desapercebido, achou um quadro. Nele uma bonita senhora via os filhos brincarem, os dois mais novos, e um conhecido filho mais velho, sorriam.

Milo sorriu... uma bonita pintura como esta.. não devia ficar tão escondida.Mandou a primeira empregada a qual vira, retirá-la de lá e colocá-la em um lugar mais visível

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-Kamyuu! Diz Milo alegre e saltitante, entrando no quarto e o abraçando. –Vamos ao palácio!Não é maravilhoso?diz ele animado

Kamus estranhou a animação do vampiro.Ele realmente o surpreendia.Mais uma vez o empurrou.

-O quê?Palácio?não me diga.. que...

-Sim! Vamos beber sangue azul nas próximas semanas!Vamos sair daqui o mais rápido possível!O senhor manda-chuva da cidade, e o general mandaram você ir ao palácio...E claro, irá me levar como seu servo pessoal...diz Milo

-O que mais quero me livrar é desta maldita pose de nobreza que tenho.. e você me faz ir a aquele palácio...Belo trato que fiz... diz Kamus

Milo pisca.

-Pensa que já não percebi?Qualquer jovem nobre que vai encher a cara nas redondezas dos bordeis, quer se livrar de suas obrigações... Sabe.. eu só tenho cara de bobo... Este é meu plano para ajudar você... Lhe prometo... irei te tirar desta vida que odeia Kamyu...diz Milo

-Mas não é o que me parece... Parece que será você que irá tirar proveito da situação... Eu já notei... você ficou hoje o dia inteiro preocupado... Não sei com o que.. Mas foge de algo?Vampiro?diz Kamus desconfiado e mirando o rosto dele

Milo fica meio desajeitado com ele o mirando deste jeito

-Não me chame de vampiro...-diz ele em tom ofendido- Me chame pelo nome... diz ele

-E não é o que você é?Um vampiro?Está bem... lhe chamarei pelo nome... é Milo... de que?Qual seu sobrenome.?pergunta Kamus impacientemente

Milo vai até a sacada, abre as cortinas com tudo, fazendo a claridade entrar na sala.Kamus rapidamente se cobre com o cobertor

-Está louco??? Quer nos matar? Pergunta Kamus com raiva

Milo não dá ouvidos.Se senta perigosamente no parapeito da janela.

-Eu já disse... Não dê ouvidos para estas velhas lendas de vampiro...Eu odeio escuridão...particularmente...Quando houver perigo lhe avisarei.Eu já lhe disse meu nome... e não menti...Por um acaso só liga para os sobrenomes?Quer dizer que os títulos são mais importantes do que a própria identidade?pergunta Milo pensativo

Kamus lentamente tirava a coberta do rosto.Pensava no que ele falara.

-Eu não sei nada sobre você... você entrou na minha vida de uma hora para outra... o que espera que eu faça?Como tenho garantias de que não irá me fazer mal?diz Kamus indo até ele.

-Deve confiar nas pessoas...Parar de pensar com esta sua linda cabecinha... e mais aqui... diz Milo indicando o coração... Bem modos de dizer... porque estará morto daqui uma semana...diz Milo

-Eu tenho motivos para ser assim... eu cresci assim... diz Kamus com raiva

Milo sorri

-Desta vez... você mentiu...diz Milo- Você não foi sempre assim... estou certo?Você já foi feliz...Vi o quadro... que você deixa escondido... O que aconteceu... para você se tornar frio deste jeito?

Kamus paralisara.Ele... havia descoberto...

-Aquilo não é de sua conta... diz Kamus

-Sim... se algo lhe perturba...Kamyu... me perturba também...Se você estava sozinho... este tempo todo... agora não está mais... Seu passado, ou até mesmo o meu... podem não ser muito agradáveis... mas agora temos um ao outro... diz Milo sorrindo –Por isso... se me contar seu passado...será mais fácil para te ajudar.Sinceramente... quero te ver feliz...

-Porque eu?Só eu que tenho que contar... se quer saber.. conte o seu primeiro... mne faça confiar em você então!Porque é um vampiro?Há outros de nós?Não preciso de ninguém... nunca precisei... e nunca vou precisar... Está perdendo seu tempo...diz Kamus com raiva

Milo olha tristemente para Kamus, lhe dando um beijo na face.

-Fico triste por terem feito...o que fizeram com você... para ficar deste jeito... você deve ter sido muito machucado...Me desculpe... não vou poder contar meu passado...Quero proteger você, portanto não irei arrisca-lo, se souber de minha vida...Me desculpe...querido Kamyu... diz ele pulando da sacada em seguida, e saindo de lá.

Kamus o observava distanciar.Sua face corara, e colocou a mão sobre onde recebera o beijo.

Estava quente...a presença dele o aquecia...

Sentiu-se mal... por desconfiar dele.Desejou que ele nunca mais aparecesse... que desse um tiro na sua cabeça... e acabaria tudo ai.

Mas... não podia fazer mais isso...

Vê-lo afastar fazia seu coração inexplicavelmente apertar...

"Pare com isso... Kamus... pare com esta besteira" pensa ele voltando ao quarto.

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Uma carruagem para em frente a uma enorme propriedade.Era noite.. Um jovem ricamente trajado, sai dela, em caminho a casa.

Mal entrara e um belíssimo rapaz, dono de uma beleza estonteante o aguardava na porta em frente a um grande jardim de rosas.Tinha cabelos azuis, levemente ondulados, na altura dos ombros, olhos azuis incrivelmente belos.Possuía uma pinta, a qual lhe dava um charme displicente.

-Percebi que você vinha... Dohko.. por isso lhe esperei... diz o rapaz observando as rosas do jardim.-Fiquei surpreso... você não é muito de sair...

-Está certo Afrodite...mas as circunstâncias me fizeram vir até aqui...diz o rapaz chamado Dohko

-Entre.. vamos tomar um chá... ai poderá me contar.diz Afrodite, o analisando com certa preocupação

-Não tenho tempo... tenho que voltar antes que Shion tenha mais um ataque histérico...Já lhe mandei por carta... o que aconteceu não?pergunta Dohko

Afrodite fica tenso... Então isso era mesmo sério.

-Sim.. vi... mas não entendo... onde entro neste história...diz Afrodite.Sou somente alguém com posses que aproveita a vida... ou seria... que pelas circunstâncias se tornou

Dohko faz menção de se calar.

-Por circunstâncias não... por nossa causa.. mesmo.Por tanto chegou a hora de pagar sua dívida perante nós...Nos jurou obediência... Então está encarregado de buscar o traídor para nós...

-Mas como?O senhor sabe que não poderei me ausentar da reunião com o rei!diz Afrodite

-Algo me diz... que nosso querido vampirinho estará lá... Pelo menos é o que Shion acha.diz Dohko

-Mas ele é uma ralé! Nunca poderia entrar lá!diz Afrodite

-Faça o que mando... está bem?Será devidamente recompensado por isso... sabe que podemos ... fazer o que deseja... não?

Afrodite fica parado.Pensa no que o rapaz lhe disse... Odiava ser manipulado... mas não tinha escolha... Teria que obedecer para seu próprio bem.

-Está bem...eu o farei... diz Afrodite

-Muito bem. Obrigado.. diz Dohko saindo com um sorriso satisfeito no rosto, e pegando o mesmo coche a qual veio, para voltar para sua casa.

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(1)Trecho da música "Could be you" do Matchbox twenty

(2)Parte do Soneto " Mal secreto" de Raimundo Correia

(3) Nobres viviam basicamente de uma "mesada" dos reis, alem do arrendamento e produtividade de suas terras, ao contrário dos burgueses, que embora pudessem ser ainda mais ricos que os nobres, tinham que pagar impostos para o rei.Portanto eram comuns burgueses e nobres disputassem entre si e não se dessem muito bem.

(4) Nome francês correspondente a Máscara da morte.. ou Death mask como preferirem

(5) nesta época o sobrenome mais comum era Valois, portanto tanto criminosos ou

estrangeiros, se valiam deste sobrenome para esconder suas identidades, por isso MdM brinca com o fato...

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No próximo capítulo: Kamus e Milo vão para o palácio do rei. Nele encontram os mais poderosos daquela época, e descobrem um golpe iminente para derrubá-lo do poder.

O francês conta um pouco de seu passado... E o passado de Milo vem a tona para persegui-lo.

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N/A: Agradeço todas as reviews que recebi Muito obrigada!

Postei este capítulo em seguida já... pois não postarei por um tempinho... ( vestibular from hell...u.u) Então só em dezembro

Espero que esteja ficando "menos confuso" Coloquei os personagens que queria, agora... A historia começa de verdade Minha querida salada de frutas! (amando escrever a fanfic)

Nhaii não saiu o meu mail para contato gota pois lah vai: masterlily1 ( ou arroba) hotmail (.) com (tirando-se os parênteses)

Kissus e até o próximo capítulo