Yo Minna-san! Mais um capitulo, saindo do forno para vcs!

Espero que gostem! E Boa Leitura!


Estava pensativo, aquele cheiro de rosas ficará gravado em sua mente, sabia que uma mulher esteve presente naquele local, mas o que ela fazia ali? Mulheres não participavam e muito menos, presenciavam execuções como aquela, precisava descobrir tudo, mas como fazê-lo? Sesshoumaru estava confuso, pela primeira vez em toda a sua carreira como agente, ele se encontrou confuso.

Olhou para o teto e suspirou, se fosse mesmo uma mulher, o que ela estaria fazendo ali?O que ela era dentro da facção?Quem era ela? Meneou a cabeça negativamente, tinha que parar de pensar nesse caso por um momento, se não acabaria louco. Fechou os orbes dourados, na tentativa de dormir, mas seu celular tocou no momento que começava a pegar no sono.

– Moshi, moshi?

– Sesshoumaru?

– Não, o fantasma da Ópera!

– Kéh! Otário.

– O que você quer Inuyasha?

Toutosai, marcou uma pequena reunião amanhã, ele quer saber o que você descobriu sobre o caso.

– Que horas é a reunião?

– Não, sei.

– Baka, porque me ligou justo 00:00?

– Para avisar-lhe ué!

– É um baka mesmo.

Ouviu Inuyasha resmungar alguma coisa e encerrou a ligação, para logo depois desligar o celular e jogá-lo sobre o criado mudo ao seu lado esquerdo

– Meu amor?

– O que é Kagura?

– Vai passar a noite aqui né?

– Tenho outro lugar para ir?


Correu até a porta e a abriu com rapidez, quando ia descer as escadas ouviu vozes, vindas de baixo, virou-se e começou a subir as escadas de emergência com euforia, olhou para trás por um minuto e viu as sombras deles a seguido, continuou a subir as escadas até que chegou no terraço do prédio, a luz do Sol, bateu nela e ofuscou sua visão, fazendo a mesma levar as mãos aos olhos.

Ouviu barulhos virem de trás da porta, se afastou da mesma e foi para a beirada do teto, ficando atrás da grade de proteção, olhou para baixo e fechou os olhos, tinha medo de altura, mas precisava fugir de alguma forma, se não estaria ferrada. Olhou mais uma vez para baixo e bufou, levou sua mão até a aljava em sua coxa, tirando de lá uma Grapple Gun, mirou na janela de um prédio próximo ao que estava e apertou o gatilho. Um cabo de aço saiu da arma e ficou cravado na batente da janela, Rin colocou a arma presa entre as grades de proteção, assegurou-se de que estava bem presa e passou para o outro lado da grade.

– Ali, vamos! – ouviu os homens gritarem logo atrás de si – vamos pegá-la

Tirou seu cinto e usou para "escorregar" pelo cabo, quando chegou perto da janela, se balançou para trás e quando esta perto o bastante, pulou para dentro do quarto que tinha ali, viu os homens parados nas grades e sorriu debochada, virou-se e saiu do quarto, saindo sorrateira pelo apartamento, para logo depois estar na saída do prédio. Avistou a Mercedes preta de Bankotsu e caminhou até o local, adentrando na mesma.

– Que fuga magnífica! – falou sorrindo – quando te vi usando o Grapple Gun, nem acreditei – Rin acenou com a cabeça em resposta – e ai conseguiu as informações?

– Hai, não imaginava que a cede da interpol seria tão complicada, mas consegui.

– Complicada? Faz 20 minutos que entrou lá, como é complicado?

– Meu Record é 10, e você sabe disso – colocou o cinto e suspirou – agora dê logo a partida, antes que os agentes venham atrás de nós.


Caminhava pelas ruas tranquilamente as pessoas passavam com pressa, quase correndo ao seu lado, muitas vezes esbarrando no mesmo, que nem ligava, para o que ele antes achava uma "afronta" estava tão desanimo que nem ligava mais para os esbarrões, mal tinha dormido a noite, sua mente não deixou, seu cérebro estava a mil como se trabalhasse por mil pessoas e não só por ele, suspirou cansado e atravessou uma rua pela milésima vez naquela manhã, arrependeu-se de ter deixado o carro com Kagura para poder caminhar um pouco, queria ter ficado em algum outro lugar e não ir logo cedo trabalhar, mas tinha que ir, se não estaria com a imagem queimada perante os chefes, mas se não fosse por aquela ligação onde fora informado que precisava comparecer urgentemente na cede da interpol, ele com certeza não iria. Virou em uma esquina e continuou indo reto, até que parou em frente a um enorme prédio branco, na frente do prédio muitas viaturas tanto militares, como civis e federais estavam paradas na entrada, muitos policiais estavam do lado de fora e pelo o que via atrás da porta transparente, muitos policiais encontravam-se também do lado de dentro. A princípio estranhou o fato de tantos policias se encontrarem ali, mas quando adentrou a cede, seu meio-irmão veio a seu encontro, com um semblante sério, raro de se ver.

– Que cara é essa Inuyasha? Kagome não fez o trabalho direito?

– Kéh! Bastardo.

– Anda fala, por que está tão sério?

– Você é mira da Yakuza.

– Nani?

– Mandaram uma mulher vir aqui, roubar informações sobre você, e pagar os dados de acesso, além de hackear o servidor principal e instalar um vírus no mesmo.

– Quem era a mulher?

– Não sabemos.

– Câmeras de segurança?

– Servidor hackeado esqueceu? Ela tratou de pegar todas as gravações.

– Kuso.

– O Totousai quer falar contigo.

– Onde ele esta?

– Onde estaria? Na sala dele é claro! - olhou para trás de seu irmão e bufou - agora se me der licença vou fazer meu trabalho.

Sesshoumaru deixou seu meio-irmão falando com alguns policiais parado na entrada da cede, foi mais para trás, indo até os elevadores, apertou o botão chamando o elevador e esperou, viu seu celular tocar, olhou o visor e constatou ser Kagura, bufou e cancelou a chamada, não queria falar com ela logo de manhã, 5 minutos depois as portas abriram e ele entrou no elevador, apertou o botão para o 5° andar, e assim que as portas se fecharam seu celular tocou novamente, Sesshoumaru olhou o visor e viu que era Kagura de novo, cancelou a chamada e tirou a bateria do celular o guardou no bolso da calça social, olhou pro nada e bufou, já tava farto das futilezas de Kagura. As portas se abriram e ele foi para um enorme corredor, com várias portas nas paredes, Sesshoumaru caminhou pelo corredor, e virando para a direita, encontrando-se em outro corredor que obtinha portas dublas no final. Caminhou até aquelas portas e bateu nas mesmas, ouvindo um "entre" baixo, abriu as portas e entrou. Era uma sala como um escritório de um grande executivo, tinha duas enormes janelas, que iam do teto até o chão, uma na parede bem a sua frente e a outra na parede a sua direita, tinha uma mesa cheia de papéis, na sua frente, uma cadeira de couro atrás da mesa, paredes em um tom cinza e branco, piso negro um pequeno sofá no lado direito e do esquerdo, uma mesinha com Wiskéy e copos. Sesshoumaru olhou em volta e viu parado na frente da janela a sua direita, um homem alto e de idade um pouco avançada, tinha os cabelos grisalhos presos em um pequeno rabo de cavalo, os olhos eram esbugalhados, tinha um bigode grande, que lhe caia pelos lados da boca e um pequeno cavanhaque, todos os pelos do rosto já grisalhos por conta da idade, trajava um terno preto, com uma gravata vermelha, com um prendedor prata na mesma e em seus pés sapatos sócias pretos com uma fivela prateada.

– Totousai.

– Sesshoumaru!

– Inuyasha disse que deseja falar comigo.

– Hai – caminhou até sua mesa e sentou-se – sente-se onegai.

Sesshoumaru sentou-se a frente de Totousai, apoiando-se no braço direito da cadeira, fixou os olhos no homem a sua frente identificando naquele olhar preocupação e angustia.

– Sesshoumaru, como sabe eu e seu pai éramos grandes amigos – falou ele calmamente – como também sabe, antes de seu pai morrer, ele pediu-me que cuida-se de você e Inuyasha, recorda-se disso?

– Hai, recordo-me bem.

O homem respirou fundo e segurou o ar, fechou os olhos, e os abriu novamente, soltando o ar logo em seguida.

– Te tirarei desse caso.

– NANI? – perguntou levantando-se de supetão.

– Esta sendo caçado pela Yakuza, não colocarei sua vida em risco, seu pai...

– Eu sei o que meu pai disse, mas já sou crescido, posso cuidar de mim mesmo!

– Prometi a seu pai que cuidaria de você e seu irmão.

– Isso foi quando eu tinha 15 anos! Sou um homem formado, sei o que faço, posso continuar nesse caso!

– Não deixarei.

– Continuarei com o caso e ponto final

Fez menção de levantar, quando Totousai o impediu segurando seu braço.

– Sesshoumaru, Inutaisho queria seus filhos protegidos de qualquer perigo e não caçados pela Yakuza.

– Meu pai está morto Totousai, sou maior de idade e responsável por mim mesmo e se digo que continuarei com esse caso, é porque continuarei, não tem motivo no céu ou inferno que faça-me mudar de idéia!

– Esta bem, continuará com o caso.

– Ótimo.


– O que descobriu?

– Quase nada, ele é um Yokai muito reservado, apenas sei que tem um relacionamento com uma tal de Kagura uma Yokai dos ventos, sempre que vem para Tókio janta no Shintori, toda à noite sem exceção, melhor agente da interpol, e em todos as missões se deu bem e atingiu o objetivo.

– Você tem que se aproximar dele.

– Como?

– Indo ao Shintori toda à noite, começando por hoje!

– E fazer o que? Jogar-me em cima dele?

– Lie Rin, você irá seduzi-lo e quando estiver na hora dará o bote!

– Kikyo, só você mesmo para ter essas idéias.

– Estou falando sério Rin, se você seduzi-lo poderá matá-lo, mas eu lhe digo, não vá para a cama com ele.

Rin sorriu para ela, Kikyo era a única pessoa que Rin poderia confiar verdadeiramente, Kikyo era uma das "prostitutas" da Yakuza, ela tinha sido enganada, pensando que seria contratada para ser modelo de uma estilista famosa e acabou no tráfico de mulheres, morava em Kansas Estados Unidos, e tinha uma vida ótima, como professora, mas tudo tinha acabado quando pousou em Tókyo.

– Talvez você tenha razão! - disse sorrindo para a amiga

– Talvez não meu amor, eu tenho razão!

Sorriu para ela e continuou lendo os papéis que tinha impremido, vendo tudo o que precisaria para ir atrás de Sesshoumaru, olhou de soslaio para Kikyo, "é você tem razão minha amiga" pensou terminando de ler uma folha.

A noite caiu, a lua minguante deixava a cidade de Tókyo, com uma beleza sem igual, em um sobrado, uma morena saia do banheiro, usava num roupão branco, os cabelos estavam em uma toalha e a maquiagem já estava feita, olhos esfumaçados em preto e com delineador também preto, blush de leve e um batom vermelho cereja, parou em sua cômoda e tirou um conjunto preto de renda, tomara que caia, tirou o roupão e colocou o conjunto, indo logo depois até a cama e pegando um vestido tubinho preto, o vestiu e tirou a toalha da cabeça, secando os cabelos logo em seguida com o secador e depois os modelando, com cachos que caíram como cascata em suas costas, colocou um scarpin preto, com a parte de baixo vermelha, e saiu de sua casa indo para sua BMW prata.


Sesshoumaru entrou no restaurante, foi atendido e levado até sua mesa, pediu o de sempre e esperou pacientemente pela sua janta, estava distraído quando notou uma bela mulher entrando no lugar, morena, dos olhos castanhos, corpo esbelto, usava um vestido preto tubinho e saltos também, pretos. Viu ela passar e sentar-se em uma mesa logo a frente dele. Observou ela pedir o jantar e esperar. Depois de um tempo seu jantar foi servido exatamente na mesma hora que o dela, começou a comer enquanto a observava fazer o mesmo, mais lentamente, degustando a comida, e terminar a refeição em 40 minutos, viu ela pedir a conta e logo depois pagar, levantar-se e ir até o bar no fundo do restaurante. Fez o mesmo a seguindo para o bar, parou atrás dela e sorriu ao sentir o cheiro de lavanda vir da mesma, se aproximou bem ficando a centímetros do corpo dela, sorriu de canto mais uma vez e disse:

– Posso pagar-lhe uma bebida?

To Be Cotinued


Ele não perde tempo né? HUSAHSUHAUSH'

Então Corujinhas lindas o que vc acharam? Ficou bom esse capitulo?

Resposta da Review.

Anny Taishou - Aaaah' Anny-chan! Vc sabe como é ter mt's fic's para terminar não é?Eu tbm amo fic's desse gênero por isso escrevi essa fic... Bom esse ponto que vc citou é vdd, ela não é a vilã, tanto que no diálogo dela entre Bankotsu, ela opinou em morrer do que servir a Yakuza, mas veremos que ela foi forçada a tal coisa, ela tbm consegue msm ser duas pessoas e veremos que ela pode ser 3 ao msm tempo... Bom ela é msm fria e cruel no trabalho, aprendeu a ser assim, pork para ser assassina vc tem que ter um pouco de frieza e crueldade, imagina vc vai matar alguém e do nada trava?Ou mata uma pessoa e entra em choque? Ou então começa a chorar, pork tirou uma vida? Mas vc verá que ela é uma menina doce, e gentil, pelo menos vou tentar fazer com que ela seja assim!

Bom capitulo 2 postado, espero que goste!

Corujinha linda, eu amo comentários gigantes, então não se desculpe por isso, eu amo ficar lendo os Review's gigantes SHAUSHUASH'

...

Minna-san obg' por ler a fic, e peço meus lindos e lindas leitores e leitoras fantasmas, apareçam, não deem uma de gasparzinho! Não tenham vergonha e mandem review's acreditem, eu amo ler review e vc me fariam feliz!

Até o próximo!

Kissus!