Capítulo 1 – O Chamado
A Triton vermelha adentrou vagarosamente uma rua ligeiramente larga, ladeada de grandes casas, em suas calçadas, despontavam pequenas árvores floríferas, que abriam caminho para quintais gramados sem muro, dando ao local, um ar ainda mais agradável.
Quando chegaram, o sol já havia se manifestado de forma clara, demonstrando que um radiante dia estava por vir.
--Caramba, parece rua de filme americano! – Gabriela comentou surpresa.
--Parece rua de rico! – Isabella exclamou admirada, e as quatro riram. – É verdade!
--Como você é sutil... – Raphaela murmurou divertida.
A caminhonete foi passando em frente das casas, sua motorista parecendo ligeiramente confusa.
--Alguém lembra qual era a cor que a minha mãe disse que era a casa? Amarelo ou verde? Não lembro...
Isabella e Raphaela pareciam tão confusas quanto ela, e Mariana ao constatar isso, bufou, levemente impaciente.
--Na verdade, ela falou laranja.
Suas primas, ao ouvirem isso, sorriram bobamente.
--Hehe... – Murmurou Isabella, de forma marota.
--Eu sabia, só tava testando sua capacidade intelectual... – Gabriela blefou sorrindo brincalhona, enquanto Mariana murmurava um "Sei..." bem-humorado.
Raphaela esquadrinhou a rua, a procura da tal casa, então, sorriu sonhadoramente.
--Será que é aquela? Na frente da casa branca? – Indagou apontando.
--Bom trabalho agente Rufles! – Gabriela exclamou entusiasmada.
Raphaela sorriu prepotente.
--To aqui pra isso...
--Ela se acha Gabi, faz alguma coisa! – Isabella pediu risonha.
--Eu vou fazer! – A irmã respondeu no mesmo tom, enquanto riam, foi dirigindo até a frente da calorosa residência. (N/A¹ (G.) – Mania nossa xP)(N/A² (R.) – só a gente intende! Ehuhe?)
Chegando lá, tiveram uma maravilhosa surpresa: Era melhor do que pensavam. A família das garotas havia feito mistério sobre qual imóvel alugaram e como haviam feito algumas pequenas reformas, fazendo segredo até o presente momento.
--Jesus, tudo isso é pra nós? – Raphaela indagou encantada, a voz afinada, enquanto visualizava o local.
--Agora baba Clodovil... – Gabriela comentou vagamente, como que hipnotizada.
As primas riram.
--Baba Clodovil? – Isabella repetiu achando graça.
Gabriela deu de ombros.
--Acabei de inventar...
A casa consistia em uma construção exatamente quadrada, de dois andares e coberta por um laranja vivo e vibrante. Centralizada no andar inferior, uma porta de madeira branca destacava-se, um vidro retangular incrustado verticalmente em seu meio destacava os arabescos esculpidos na madeira clara, uma monumental by window composta por cinco enormes vidros retangulares emoldurados em latão tomava toda a parede da sala, linda e tridimensionalmente. Ao lado esquerdo da porta de acesso, uma janela quadrada também de vidro exibia os interiores da cozinha, mesmo que pouco.
A by window e a janela da cozinha tinham simultaneamente sacadas quadradas sobre si, delineadas por balaustrada de mármore branco, cada balaústre como uma coluna grega dórica em miniatura. O assoalho que cobria as sacadas era de linóleo creme, cada peça era riscada por uma faixa diagonal marrom, a cada quatro peças que se ligavam, um losango era formado.
Na parede oposta a essa, mais duas sacadas semelhantes revelavam-se, com vista para o mar. Um detalhe que agradava aos olhos estava localizado nas laterais da casa, no exato ponto em que as paredes se encontravam, uma faixa de pedras claras e irregulares havia sido acrescentada em cada extremo da construção, dando-lhe um ar que mesclava modernidade com certa beleza rústica. Mais algumas outras janelas estavam dispostas ao longo das paredes, demonstrando que o local era bem iluminado.
As quatro ficaram ali, por alguns minutos registrando cada detalhe, seus semblantes uma mescla de perplexidade e idiotice.
--Eu fico com o quarto de cima da by window! – Gabriela foi a primeira a quebrar o silêncio, levantando o braço direito e informando com um timbre de voz altivo. (N/A¹ (G.) – Oh yeah baby, sempre a primeira xD)
Raphaela rapidamente ergueu a mão também.
--Eu fico com o quarto do lado! (N/A³ (I.) – Por que sempre ela tem que ganhar?! ¬¬') (N/A¹ (G.) – Por que isso, de certa forma, é baseado em fatos reais, Isa xP) (N/A³ (I.) – Boboca!)(N/A² (R.) – Isa e seus ataques de ciúmes! Ah peloamordedels!)
Isabella bufou, levemente irritada.
--Por que VOCÊS sempre escolhem os melhores?
--Porque sempre falamos primeiro. – Raphaela respondeu sorrindo marotamente.
--Ta, eu fico com o de trás da Gabi então... – Isabella escolheu um tanto desanimada, sem saber ao certo o que esperar.
--E a Mari, de novo com o que sobrou... – Raphaela comentou rindo de leve, enquanto a loira afirmava com a cabeça.
--Mas tudo bem, o importante é ter um quarto... – Comentou dando de ombros. Nunca se dera ao trabalho de ser a primeira das quatro ou escolher o melhor antes, ficava com o que sobrava, era mais fácil, não havia discussões para ficar com o menos desejado das coisas escolhidas, mesmo sendo tão bom quanto os outros.
--Então vamos entrar. – Raphaela murmurou desejosa, já dando um passo para frente, quando Gabriela a interrompeu, com a mão no bolso da calça jeans da prima, impedindo-a de andar muito.
--Opa, opa! Calma no Brasil! Primeiro vamo tira as malas do carro né cabeção?
Raphaela desanimou ao fitar a quantidades de malas e maletas na caçamba da caminhonete.
--Comigo ta tudo certo, trouxe pouca coisa. – Mariana comentou alegremente, acreditando que iria carregar somente suas coisas.
--Oxente, ajuda a gente criatura, o que custa amparar o próximo? – Gabriela indagou com um sorriso largo, enquanto andava até a caminhonete, pondo uma mala vermelha no chão. – Viu, vocês já podem começar, sabe? – Indagou, vendo que as primas e a irmã apenas a fitavam, cansadas.
--Mother fucker, devia ter trazido meu guarda-roupa inteiro de calças skinny, já que era assim... – Mariana murmurou amargurada, enquanto descarregava algumas bolsas coloridas.
--Caramba Mari, tem certeza que não trouxe o guarda-roupa inteiro? – Isabella indagou incrédula, enquanto tentava destacar uma grande mala de viajem verde e branca de debaixo das outras. Mariana sorriu, porém não respondeu.
Enquanto tiravam as malas, as quatro lançavam olhares curiosos em todas as direções, como se até a cor da grama fosse novidade para elas. De vez em quando, percebiam uma leve movimentação na casa branca à frente, o que as fazia imaginar qual tipo de cidadão morava por ali. E acreditem, a resposta logo seria dada, um tanto inesperada para as quatro.
--Gabi do céu, o que você colocou nessa mala, um elefante morto?! – Raphaela arfava enquanto tentava arrastar pela caçamba da caminhonete uma enorme mala preta, com a imagem desbotada de um alienígena, e do lado desta, uma foto extravagante de Lady Gaga, também desbotada, e logo abaixo, as inscrições: "Who is more alien?"
--Hey! Cuidado com os meus bebes! – A morena respondeu cautelosa, enquanto tentava ajudar a prima – São os meus filhos! (N/A³ (I.) – Mórena trópicana, eu qro o teu sabôr, aii aii io io )
--Ou seja, os livros dela. – Mariana explicou com ar de quem acha graça, porém, ao ouvir um barulho, olhou quase que por instinto, para a casa branca, mas não viu mais do que uma silhueta ao longe. Ao constatar, com a certeza de que somente uma ávida observadora teria, que era de fato uma silhueta masculina, sorriu marota. Analisou por alguns momentos e rapidamente concluiu que deveria ter lá seus vinte e poucos anos. Sorriu maliciosamente. (N/A (G.) – A Mari e o seu radar particular :P) (N/A³ (I.) – Desculpa ae Britney Spears O.o)(N/A¹ (R.) – A Mari incherga alguém assim a ateh 5 km de distância filhaa! )
--Mari, o que você ta olhando? – Isabella indagou curiosa e inocente, a procura do que a prima tanto fitava.
--E por que você ta com a cara de que viu um skatista emo? – Gabriela inquiriu com uma sobrancelha erguida de modo desconfiado, enquanto Mariana ria de leve.
--Por que talvez eu tenha avistado um. – Comentou a loira, sucinta, um sorriso misterioso aflorando-lhe os lábios.
As outras começaram a olhar em volta, a procura da criatura.
--Não to vendo nada, a não ser que o skatista que você ta falando seja aquele senhor ali de bermuda rosa e... Um poodle? – Raphaela olhava levemente abismada a cena.
Seguraram a risada até que o tal senhor virasse a esquina, então, encheram a rua de gargalhadas extravagantes, digo, as risadas de Raphaela e Isabella até poderiam ser classificadas como normais e bonitinhas, porém, infeliz e divertidamente, esse não era o caso de Gabriela e Mariana, que riam de modo tão excêntrico e sonoro que chegava a ser engraçado.
Então, depois de entrarem em casa com as malas – à deriva de alguns tropeções e caídas – As quatro analisaram o local, mais felizes do que seus rostos podiam expressar. (N/A¹ (G.) – Posso imaginar *-*)(N/A¹ (R.) – Mano, eu sonho com isso todos os dias, pode acreditar!)
O ambiente "sala" era amplo e arejado, tendo paredes de um tom de amarelo pastel e móveis rústicos de madeira marrom, sobre um piso de porcelanato creme que reluzia com o reflexo da luz das lâmpadas localizadas dentro de flores de acrílico entre as tábuas transparentes do ventilador de teto.
Tudo na sala continha cores suaves e harmoniosas, deixando-o com aparente frescor. O sofá de quatro lugares, que se localizava de fronte à televisão LCD, embutida na parede clara, era de couro branco, com almofadas quadradas de estampas floridas e coloridas, alegrando o local.
Uma estante marrom estava posta abaixo da televisão, por entre seus vários espaços para "tranqueiras" podiam-se ver várias fotos das quatro garotas juntas, a maioria delas, estavam visivelmente dando risadas. Uma se destacava do conjunto, a que Gabriela nomeou carinhosamente de "A foto da máfia", em que as quatro apareciam com jaquetas pretas de couro, óculos ray ban clássico e cigarro na boca, fazendo "cara de mal".
--Uau, parece sala de revista de decoração! – Gabriela analisava fascinada a moldura trabalhada de um espelho retangular enorme, que encimava o sofá.
--Né? Daqui a pouco a nossa casa vai aparecer no cribs teen*! – Mariana exclamou empolgada.
--Também não exagera! As casas dos carinhas que aparecem lá dão de dez até no palácio da rainha da Inglaterra! – Raphaela lembrou risonha, enquanto olhava em volta à procura de Flor, sua shitzu branca de manchas marrons.
Arregalou os olhos ao perceber que ela não estava no local.
--Gente, cadê a Flor? – Indagou, temendo a resposta.
As primas olharam em volta preocupadas, não vendo nenhum sinal de nenhuma das cachorras no local.
--Raphaela, o certo seria dizer: Gente, cadê a Flor E A Lia? – Isabella resmungou, irritada com o fato de que sempre a prima dava mais importância a sua própria cachorra do que a cachorra dela e de sua irmã. (N/A¹ (G.) – Um fato lastimável '-.-)(N/A¹ (R.) – A gente, coisa de mãe... sabe como são essas coisas!)
--Isso ai Isa, apoiada. – Gabriela concordou, fazendo bico para Raphaela, que revirou os olhos, suspirando cansada.
--Ta, ta, que seja! Cadê a Flor E A Lia?
--Ai sim. – Isabella aprovou, séria. Depois de um curto momento de silêncio, abriu os olhos, assustada. – MEU DEUS, CADÊ A FLOR E A LIA?!
Mariana bateu em sua própria testa, resmungando um "Ai meu Deus" enquanto sorria, achando graça.
--Era o que a Raphaela tava tentando perguntar. (N/A³ (I.) – Nossa, a MARI apoiando a RAPHA? O mundo vai acabar.)(N/A¹ (R.) – Ai isa, também não dramatiza a novela né... apesar das coisas a Mari me ama *-*)
Então, as quatro foram até o quintal, apreensivas enquanto, olhando em volta, procuravam as duas cachorras.
--Por Deus, ficamos tão empolgadas com a casa que nem reparamos nelas saindo do carro! – Gabriela exclamou incrédula com a atitude irresponsável delas. – LIA, FLOR! – Gritou já desesperada, totalmente ciente do fato de que as cachorras não conheciam o local, e que uma vez perdidas, correriam o risco de nunca mais serem encontradas.
Porém, somente com esse chamado, conseguiu avistar ao longe a pequena poodle Lia, correndo agilmente em sua direção, enquanto arfava alegre, balançando o rabo de escovinha febrilmente.
--Ohh Lia, Lia Liaaaaa! – Isabella chamou a cachorra, sua voz modificada, tendo como resultado uma voz fina e alegre, como a de uma criança pequena. Era assim que as quatro garotas "se comunicavam" com os cachorros, sempre falando com eles com esse tipo de voz, nunca se soube o porquê. (N/A¹ (G.) – Podemos fazer uma regressão espiritual, quem sabe não descobrimos? O_o)
--Ok, uma já achamos. Agora falta a outra. – Mariana comentou com certo alívio, vendo a esguia poodle fazer festinha para Isabella, enquanto esta a pegava no colo.
--O negócio é que a Flor é muito desobediente, a gente não vai achar ela tão fácil. – Gabriela lembrou preocupada, olhando para as primas seriamente.
--É Raphaela, se você tivesse educado a sua filha, a gente já teria achado ela agora, mas não, tinha que mimar a cachorra! – Isabella exclamou convicta, já ficando desesperada.
Raphaela bufou irritada.
--Ah, cala a boca vai Isabella! Olha pra minha cara! – Respondeu frustrada, enquanto revolvia alguns arbustos. (N/A¹ (G.) – É sempre assim que começa e.e)
--Lá vão elas outra vez... – Mariana respirou fundo, fitando a escuridão que fazia embaixo da caminhonete, porém, nenhum sinal de Flor nenhuma.
--Vou colocar a Lia lá dentro pra gente poder procurar sem ter o risco de outra fuga. – Gabriela informou enquanto, cuidadosamente, colocava a poodle para dentro e fechava a porta.
Procuraram por alguns instantes, até que Mariana, com a ótima visão que tinha, avistou no terreno em frente, um rabo branco e marrom por trás da casa. Sorriu aliviada.
--Gente, ela ta ali na frente! – Apontou, as garotas olharam para o local, esperançosas, porém, não viram nada.
--Não to vendo nada criatura. – Gabriela murmurou aturdida, forçando a vista para ver algo.
--Vem cá. – A loira falou, e então, atravessou a rua, com as outras em seu encalço.
Quando chegaram na frente da construção monumental, pararam, um tanto desconcertadas.
--Tem certeza que a gente vai invadir propriedade alheia? E se tiver gente ai dentro? – Isabella indagou preocupada, como sempre, ela e Raphaela sempre foram as mais apreensivas das quatro.
Gabriela sorriu, dando de ombros.
--Qual é, a gente vai pegar a Flor, não vamo roubar a água da piscina! – Comentou divertida, fazendo as primas rirem de leve. Ponderou, admirada. – E que piscina em?
Então, adentrou o gramado da frente, gritando "Flor!". Assim que a garota começou, as primas e a irmã não se mexeram, um tanto ressabiadas, porém, logo começaram a chamar também, já que ninguém viera até agora reclamar, quer dizer que não viria. Com alguma sorte, não teria ninguém em casa.
***
Um garoto branco de cabelos negros olhava através da janela do segundo andar a cena, sem entender absolutamente nada. Quem eram elas? Por que gritavam à procura de uma flor? Por que estavam no quintal deles? Se estivessem gritando à procura de James Potter, ou quem sabe Sirius Black, já seria muito mais comum, afinal, sempre tinha alguma garota proferindo esses nomes ali, ou para brigar, ou para... Hm... "Brincar", digamos assim.
Seus olhos de um tom incrível de azul celeste não se cansavam de ver a cena, e sorrindo como se achasse graça, via as garotas procurando algo entre os arbustos, árvores e pedras do quintal, algumas vezes agachando, fazendo o garoto sorrir, com certa malícia.
"Duas morenas, uma loira e... Uma morena... Clara? É, pode ser... Agradáveis, diria... Hm... Cuidado loirinha, vai acabar mostrando o que não deve..." Pensava analisando-as cuidadosamente, como um leão à espreita de sua presa. Suas, no caso.
Era alto, deveria ter cerca de 1,80, corpo musculoso e bastante atraente, as madeixas negras e curtas contrastavam com sua pele branca, assim como os pequenos olhos, de íris tão azuis como o céu em um dia excepcionalmente ensolarado, um brilho misterioso e sedutor oculto à eles. A boca fina sempre enviesada em um sorriso prepotente destacava-se em meio a barba rala, dando um ar mais safado ao garoto. Vestia apenas uma calça preta leve de algodão, deixando o peitoral definido descoberto. (N/As: Robert Pattinson O.o Sim, estranho, mas é vdd O_o) (N/A³ (I.) – Agora ele viro o Taylor Lautner? Peito descoberto.... O.o)(N/A² (R.) – dois isaa! RASHEEEEEI! – Mas o meu amrido é MARA *-*)
Riu de leve ao presenciar a morena mais branca – Bem mais branca, diga-se de passagem – Erguer um shitzu branco e marrom no alto, numa breve imitação de "O Rei Leão".
--Hey James, vem ver isso aqui! – Gritou, sem tirar os olhos da cena.
--O que? Não posso agora, to no telefone. – Uma voz mais grave gritou em resposta, abafada por alguma porta fechada.
O moreno revirou os olhos, levemente impaciente.
--É a Alice, AINDA Potter? – Indagou, incrédulo. – Qual é, passa pra próxima, você já cato ela uma vez, duas é pedir pra enjoar!
--O que eu posso fazer se elas me amam? – Respondeu o outro enquanto se aproximava, sorrindo presunçoso.
James Potter detinha exatos e surpreendentes 1,85. Seu rosto anguloso destacava dois grandes olhos de íris castanhas esverdeadas, contendo um constante e imutável brilho maroto e galanteador, o que fazia jus à sua fama. A boca fina era aparentemente pequena, porém, quando aberta em um sorriso sedutor, divertido ou até prepotente – Seus sorrisos predominantes – revelava-se grande, de dentes branquíssimos, contrastando com a sua pele bronzeada. As mechas castanho escuras estavam bagunçadas propositalmente, como sempre, criando um penteado único. (N/As: Garrett Hedlund *-*)
O corpo definido estava quase por completo exposto, salvo a cueca preta boxe que usava, com as inscrições "Calvin Klein" ao longo do cós.
--Dar o fora assim que elas ligam depois "Do Grande Dia". – Sirius replicou dando de ombros, como se a resposta fosse óbvia.
"O Grande Dia" era como os garotos chamavam o dia em que, depois de algum lenga-lenga – Nas palavras dos próprios – Eles enfim, como eu diria? Faziam. Atacavam. Você me entendeu.
--O que você ta querendo me mostrar? – James indagou curioso, se aproximando da janela.
--Olhe e verás, caro Pontas. – O outro respondeu, aproximando o rosto do amigo na janela.
James Potter sorriu, marotamente.
--Quem são? – Indagou, com leve ar de interesse.
Sirius deu de ombros, sorrindo bem-humorado.
--Ai que está a graça. Não faço idéia.
James fitou o amigo, o cenho franzido era acompanhado de uma enorme interrogação estampada em sua face, metaforicamente, é claro.
--Amigas do Aluado ou do Diego? – Chutou, sem fazer a menor idéia.
--Que eu saiba não, senão, eu já conheceria, você sabe como é que funciona. – Sirius informou sorrindo galante, enquanto a garota morena mais branca gesticulava coisas incompreensíveis, e as demais rirem alegres.
--Vamos descobrir? – James indagou, sua expressão mais maliciosa exposta.
--Tisc, tisc, você nunca vai mudar, Potter? – O outro indagou, falsamente injuriado, como se não fizesse a mesma coisa.
James riu de leve, pensativo.
--Pra que mudar? Tenho personalidade demais para isso. – E rindo, os dois desceram as escadas. (N/A¹ (G.) – Acho que um pavão se mostra menos que eles ¬¬')(N/A¹ (R.) – Put'zz verdade manoo! -.-)
***
--Mas o que ta acontecendo lá fora? – O garoto loiro indagou ao outro, de cabelos também claros, enquanto lia o volume único de "O Senhor dos Anéis", pela segunda vez.
Este tinha 1,77, cabelos bem claros e curtos, de olhos pequenos, de um tom apaixonante de castanho chocolate, cheios de ternura e responsabilidade. Os lábios levemente carnudos sempre expondo um sorriso divertido ou excepcionalmente tímido, este acompanhado de bochechas coradas e passadas de mão nos cabelos. Tinha um corpo levemente musculoso, já que não gostava muito de esportes, porém, isso era compensado por uma inteligência desigual e humilde, sendo o queridinho dos pais. De James Potter. (N/As: Chad Michael-Murray *-*)
Usava uma camiseta social branca, com os três primeiros botões abertos e as mangas dobradas, na altura dos cotovelos. Jeans claro e tênis de corrida nos pés.
--Não faço idéia. – O outro respondeu dando de ombros, a voz abafada pelo pedaço de brownie em sua boca.
1,80, os cabelos inegavelmente loiros em abundância combinavam com seus olhos pequenos de íris de um azul pálido, e particularmente, encantador. Sua marca registrada era o bom humor constante, mesmo nas piores situações procurava sorrir. De pele levemente bronzeada, tinha o corpo bastante definido também, porém, não o exibia com tanta freqüência quanto os amigos, sendo o segundo mais comportado do grupo. (N/As: Paul Walker *-* )
O primeiro riu de leve.
--Diego, coma como gente uma vez na vida, seu animal! – Exclamou, jogando uma almofada azul em cima do amigo.
O segundo, ao receber a almofada, tacou de volta, rindo.
--Qual é Remus, é VOCÊ que ta me vendo comer, não é a Madonna!
Porém, quando Remus abriu a boca para replicar, ouviu mais um barulho do lado de fora, dessa vez de risadas, bastante escandalosas.
--Meu Deus. Será que são... Crianças? – Arriscou, levantando à procura das chaves da porta da frente. N/A¹ (G.) – Quase isso xD)
Quando achou, foi em direção à porta e a destrancou, abrindo lentamente. Porém, quando estava prestes a dizer algo, fora interrompido.
--CORRE! – Alguém gritou, e inesperadamente, quatro garotas saíram do quintal dos fundos correndo e gargalhando estrondosamente, a de cabelos cacheados levando nas mãos um shitzu, que parecia entender tanto a cena quanto ele próprio.
--O que... Foi isso? – Remus indagou, totalmente pasmo.
--Definitivamente, meu querido Aluado, não foram crianças. – Diego respondeu, um sorriso divertido enfeitando-lhe a face.
Continua...
Nota das autoras
Gabriela (G.) – Olá gente, se é que tem vida ai do outro lado né O_o Enfim, estou gostando mto de escrever essa fic, é apaixonante *-* Espero que vcs estejam gostando de ler tanto quanto eu de escrever, e sim, no próximo cap eles vão se encontrar, calma! UASHUASH Para quem não entendeu, o título do capítulo "O Chamado" é uma referência á procura das garotas pelas cachorras 8D
Espero que, gostando ou não, vocês exponham suas opiniões numa review, que seria mto bem vinda *-*
Beijos avermelhados de Gabriela Maia, ou Gabi Pontas 8DD
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Raphaela (R.) – Oeeee! Belezura minha gente? (Noossa!) Esse nosso primeiro cap maravilhosíssimo que vocês acabam de ler, é só o começo de muitos que virão. Siim, vai ter muita confusão com a gente ainda (confusão é com a gente mesmo *-*) Reviews são muito bem vindos, sendo pra chingar, elogiar, das opiniões ou ateh mesmo pra fala que ama a gente (me asho '!)
Então gente eh isso mesmo, espero que gostem de ler como nós estamos gostando muito de escrever isso para a alegria de nossos leitores. Espero que nossas histórias divertidas façam vocês darem muitas risadas. E FALA VERDADE... os marotos nossos são umas the lícias ná nãoo?? Babeem, ja tem 4 donas ok?
Beeijos muito docês a vocês! //beijiinhos! (Rapha ou Rapha Almofadinhas! *-* )
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Isabella (I.) – HOHOE! Vida alienígena também é bem vinda!
ZO-Zo-Zo EIRA!!! HAHAE
Então... Espero que estejam gostando da fic, porque eu estou! (Mesmo sendo suspeita a flar xP) Mende-nos reviews! Anota aí: ZOERA! Chega. Beijos açucarados a todos os leitores e futuros.
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Mariana (M.) –
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Para entender:
*Cribs teen – Programa na MTV que mostra a casa dos adolescentes mais ricos dos E.U.A
