CAPITULO II

O quarto era bem equipado, pois tudo o que um bebê precisava encontrava-se ali. Com medo de ser descoberta, Bella começou a agir rapidamente. Tirou fotos de Susie, depois das roupinhas e dos brinquedos espalhados pelas prateleiras.

Um barulho no corredor fez com que ela guardasse a câmera na bolsa. Segundos depois, Henri apareceu.

— Tendo dificuldades, mademoiselle? — ele perguntou ao vê-la mexer numa gaveta.

— Só estou me familiarizando.

— O sr. Cullen quer vê-la em seu escritório. Cuido de Susie.

Henri sentou-se numa cadeira e ficou observando-a. Bella achou aquilo muito perturbador, mas a promessa de uma grande matéria acalmou-a.

— O sr. Cullen tem estado muito ocupado — comentou, olhando para as prateleiras. — Ele saiu
e comprou tudo isso depois do acidente com a srta. Denali? Ou tem isso aqui desde que a criança nasceu?

Como Henri permanecesse em silêncio, Bella fítou-o fixamente.

— Eu não sei, mademoiselle.

Não sabia ou não podia dizer? Irritada, Bella cruzou o aposento e abriu a porta de interligação, parando entre os batentes. Seus olhos arregalaram-se ao ver o luxo e a beleza do outro quarto. O carpete branco e a colcha de seda turquesa na cama de casal davam ao aposento um ar de opulência. Uma grande janela proporcionava uma bela vista do mar Mediterrâneo. Perto do armário embutido, ela viu a porta do banheiro.

— O sr. Cullen gosta de dar luxo aos empregados — murmurou, surpresa.

— É um quarto de hóspedes — Henri explicou.

— É aqui que Tania Denali dorme, quando aparece para uma visita?

— Esta é uma casa grande, mademoiselle. Eu não sei. — Ele olhou para seu relógio. — Não deve deixar monsieur Cullen esperando.

Bella bufou e observou-o. Era óbvio que Henri não daria nenhuma informação.

— Vou me arrumar — ela falou, então fechou a porta de interligação.

Tirou a câmera fotográfica da bolsa, mas, antes de bater as fotos, entrou no banheiro e abriu a torneira, para encobrir o ruído da máquina.

Pelo menos, tenho algo para dar a Mike, pensou satisfeita, guardando a câmera na bolsa antes de fechar a torneira. Agora, tenho que conseguir algumas declarações de Edward Cullen.

Olhou-se no espelho e viu que algumas mechas de cabelo estavam soltas. Sorriu e comentou consigo mesma que tinha sido uma ótima idéia aparecer diante do tirano com os cabelos presos, como uma babá que se prezava. Com rapidez, soltou-os e prendeu-os de novo.

Então, foi à procura de Edward. Andando pelo corredor do andar de baixo, ouviu a voz dele. Seguiu o som. A cada passo que dava, sentia sua confiança diminuir.

— Sua agência assegurou que me ofereceria serviço imediato — Edward estava dizendo, irritado.

Bella parou na porta do escritório. Observou o interior da sala com interesse profissional, tentando captar cada detalhe.

Edward encontrava-se sentado atrás de uma enorme mesa. As paredes eram cobertas por estantes com prateleiras repletas de livros e uma outra porta dava acesso a um pitoresco jardim. Atrás de Edward havia uma mesa menor com um computador, um fax e uma cafeteira.

Ele não a fitou, pois conversava ao telefone. Bella não invejava seja lá quem fosse do outro lado da linha, pois não gostaria de lidar com o temperamento irascível de Edward. Apenas torcia para que conseguisse sua história antes que ele descobrisse a verdade.

— Não estou satisfeito — ele reclamou. — Pago bastante dinheiro e espero...

Parou de falar ao perceber que Bella estava na porta. Olhou-a de cima a baixo, observando-lhe o corpo com grande interesse.

— Deixe para lá — Edward declarou abruptamente. — Esqueça. Telefono mais tarde.

Colocou o fone no gancho.

— Problemas? — Bella perguntou com doçura.

— Nada que eu não possa resolver.

O tom de voz dele era totalmente profissional, e sua expressão, remota e nada amigável.

— Está diferente — ele comentou.

— Diferente?

— Seus cabelos estavam com umas mechas caídas.

— Oh. — Bella passou a mão nos cabelos. — Susie puxou-os, e antes de descer tornei a prendê-los.

— Entre e sente-se.

Edward indicou a cadeira a sua frente. Sentindo-se como uma criança que aprontara alguma travessura e havia sido mandada para a sala do diretor, Bella obedientemente acomodou-se. Por alguns instantes, Edward não falou nada, apenas observou-a. Ela teve de fazer um grande esforço para não se sentir intimidada.

— Então, você é a srta. Isabella Swan, a fabulosa babá — falou.

— Bem... eu... faço o melhor que posso.— Bella tentou não se mostrar nervosa, mas era difícil, porque nunca fingira ser outra pessoa.

— Sabe digitar no computador? — ele indagou.

— Sei.

— Excelente. — Edward sorriu. — Minha secretária me abandonou. O prazo de entrega de meu novo livro está vencendo, e preciso que alguém digite minhas anotações.

— Isso não será problema.

— Certo, agora vamos ver suas referências.

Bella ia abrir a boca para dar uma desculpa por não ter levado nada parecido, quando o viu abrir uma gaveta.

— Eles mandaram via fax, ontem à noite, mas, para ser honesto, não tive tempo de lê-las — ele declarou.

Ela observou-o colocar algumas folhas de papel sobre a mesa.

— Falaram muito bem de você.

— Falaram? — Bella repetiu, aguardando o momento em que seria descoberta. — Posso tomar um café?

— Claro. Puro?

Ela não teve chance de responder, porque o som de uma campainha ecoou pela casa.

— Há alguém no portão. — Edward hesitou, então ficou de pé. — Com licença. Vou ver quem é, já que Henri está cuidando de Susie.

— Claro.

Bella ficou aturdida, pois poderia ser a verdadeira babá. Mas o que esperava? Pretendia continuar com aquela farsa por quanto tempo?

Assim que Edward saiu, ela se levantou e caminhou pelo escritório. Mexeu numa pilha de papéis num canto da mesa, mas eram apenas contas. Leu as referências da babá, que era de uma agência de Londres, chamada Elite.

A qualquer momento, ficarei frente a frente com a indignada Jéssica Stanley e com o furioso Edward Cullen, pensou.

Rapidamente, abriu algumas gavetas, mas apenas encontrou papéis e disquetes. Não sabia o que estava procurando, só estava desesperada para encontrar qualquer material para uma matéria, antes que fosse expulsa da casa.

Fechava uma gaveta, quando o telefone tocou. Depois de ouvi-lo tocar três vezes e ver que Edward não ia atender, ergueu o fone.

— Residência de Edward Cullen — declarou.

— Gostaria de falar com o sr. Cullen — uma mulher de sotaque inglês disse.

— Lamento, mas ele não está no momento. Quer deixar recado?

Houve uma breve pausa, antes de a outra mulher perguntar com quem estava falando.

— Com a secretária do sr. Cullen — Bella esclareceu, mordendo o lábio.

— Aqui é Lauren Mallory, da agência Elite, de Londres. Sinto informar que a babá que contrataram, a srta. Jéssica Stanley, está com dificuldades de chegar até vocês. Greve dos aeroviários.

Bella arregalou os olhos, não acreditando na própria sorte.

— Estávamos nos perguntando onde ela poderia estar — disse, ao mesmo tempo em que olhava angustiada para a porta, com receio de que Edward aparecesse.

— Sei que a queriam o mais rápido possível, mas está difícil. O melhor que posso fazer é mandá-la de trem, mas isso só será possível na segunda-feira da semana que vem. Lamento.

— É uma pena.

— Se quiser cancelar nosso contrato e contratar alguma babá das redondezas, compreenderemos.

— Oh, não, deixe como está.

Aquilo daria a Bella uma semana para escrever sua matéria. Não que pretendesse ficar tanto tempo, pois provavelmente estaria fora daquela casa na manhã seguinte, com informações suficientes para alegrar Mike.

— Bem, é muita gentileza sua — a mulher falou, aliviada.

Colocava o fone no gancho, quando Edwad apareceu.

— O que está fazendo? — ele indagou, franzindo a testa.

— O telefone tocou e, como disse que eu seria sua secretária, atendi.

— Prefiro que não atenda.

Edward entrou no escritório, e Bella sentou-se na cadeira.

— Desculpe, eu só estava querendo ajudar — ela murmurou.

Ele acomodou-se na cadeira giratória e fitou-a bem dentro dos olhos.

— Quem era?

— Não sei dizer ao certo quem era — declarou.

— Não sabe? Era do hospital?

Agora Bella compreendia o modo rude de Edward. Ele estava preocupado com Tania Denali e devia estar aguardando notícias.

— Oh, não — ela negou, voltando a relaxar. — Na verdade, pensei que era um repórter. Ele fez umas perguntas estranhas, queria saber se a filha de Tania Denali estava aqui e se você era o pai da menina.

— O que falou?

— Nada. O que eu deveria falar?

— Deveria ter dito que não era para ele se meter em minha vida e que, se publicasse uma única palavra que fosse mentira, eu o arruinaria para o resto da vida.

Edward Cullen não era uma pessoa que alguém gostaria de desafiar. Era melhor Bella sair daquela casa o mais rápido possível.

— Desculpe — ele pediu, sorrindo. — Eu não devia descontar minha raiva em você.

— Desculpe. Eu não devia ter atendido o telefone.— O sorriso dele fez com que Bella sentisse uma estranha sensação.

— Isso não importa — Edward declarou. — Onde estávamos?

Ao recordar que as referências de Jéssica Stanley estavam sobre a mesa, Bella ficou ainda mais apreensiva.

— Na verdade, o senhor ia me servir um pouco de café — ela falou.

Edward despejou café em duas xícaras, entregando uma a Bella, que fingiu não ter segurado a pequena vasilha, fazendo com que o objeto caísse sobre a mesa e despejasse o conteúdo sobre as referências.

— Oh, não... — ela murmurou. — Desculpe.

Edward não disse nada, apenas retirou da mesa alguns objetos e papéis que julgava importantes. Bella observava tudo ansiosamente, dizendo a si mesma que tinha conseguido tornar ilegível o nome e o endereço de Jéssica.

— Não aconteceu nada — ele falou.

— Deixe-me ajudá-lo.

Ela ficou de pé, pegou o papel das referências e esfregou com tanta força o nome e o endereço de Jéssica que a folha rasgou. Edward segurou a mão delicada com firmeza.

— Srta. Swan, está piorando a situação — declarou.

— Estou?

O toque da mão máscula em sua pele deixou Bella desconcertada. Ela tentou soltar a mão, mas Edward não a libertou. Seus rostos estavam muito próximos. Bella notou que a pele dele era pálida e sentiu o perfume da colônia masculina.

— Algo errado? — ela indagou, procurando manter o tom de voz neutro.

— Tem um pedaço de suas referências na mão.

— Tenho? Oh... Desculpe.

Devagar, Edward abriu os dedos dela e pegou o pedaço de papel. Bella observou-o. Só sentou-se e relaxou, quando viu que o texto ficara completamente ilegível.

— Desculpe — sussurrou.

— Espero que não seja normalmente tão atrapalhada, srta. Swan.

— Foi um acidente. Peço desculpas.

Bella estava furiosa consigo mesma. Sentia-se culpada por estar se passando por outra pessoa, mas, ao mesmo tempo, via-se compelida a levar a farsa adiante, pois seria fantástico escrever uma matéria sobre o intocável Edward Cullen.

— Isto está ridículo — ele murmurou, pegando outra folha de papel sujo de café. — Vou pedir à agência que mande nova cópia.

— Posso voltar para Susie?

Seria um alívio para Bella, ficar longe dele.

Toda vez que o fitava, sentia-se dominada. Achava que era sua consciência, pois não gostava de mentir.

— Fique onde está — Edward ordenou, depois pegou uma folha em branco e uma caneta. — Devo lembrá-la de que minhas exigências são muitas. Foi por isso que contratei uma babá da agência Elite.

— Claro.

— Eu disse à agência que me mandasse a melhor babá que tivessem.

Bella permaneceu calada. Estava preocupada, pensando em quais seriam as exigências.

— A agência falou que você também sabe cozinhar — Edward declarou.

Ela tentou não empalidecer, porque mal sabia fritar um ovo.

— Como deixei claro para a srta. Webber ao telefone... — ele se interrompeu brevemente. — O nome dela é esse, não?

— Bem, na verdade, apenas conversei com Lauren Mallory.

— Oh, claro, falei com a sra. Mallory na primeira vez em que entrei em contato com a agência. Disse que desejava alguém que limpasse a casa, cozinhasse e cuidasse de Susie.

Bella percebeu que ele não havia oferecido outra xícara de café, talvez porque estivesse com medo de um novo desastre.

— Também quero que faça uns trabalhos de digitação nas horas vagas, por isso, vamos organizar as tarefas — Edward prosseguiu.

Bella tentou não fazer uma careta. Cozinhar, limpar, cuidar de uma criança e digitar! Nem Mary Poppins teria conseguido.

— Quer dizer alguma coisa? — Edward indagou, observando-a atentamente.

O ar de arrogância dele deixou Bella enraivecida. Havia algumas palavras que ela gostaria de dizer, mas pensou em colocar na matéria que Edward Cullen tratava seus empregados como escravos. Queria ver a expressão de Mike, quando lesse aquilo.

— Quanto vai me pagar? — perguntou com frieza.

— A agência não lhe informou?

— Informou, mas vai querer que eu faça tarefas extras, como digitação.

— Você é bem direta, srta. Swan. Uma qualidade que admiro. Vamos falar sobre seu salário.

Declarou uma quantia que quase fez Bella cair da cadeira. Não era de admirar que ele fizesse muitas exigências. Afinal, estava disposto a pagar uma pequena fortuna. A teoria de escravizador de empregados parecia insana. Edward estava pagando por serviços de alta qualidade.

— Essa quantia é aceitável, srta. Swan?

— É, é aceitável.

Bella tentou manter o tom de voz neutro para que ele não percebesse quanto estava assombrada.

— Terá as sextas-feiras livres — Edward informou.

— Tudo bem.

Bella comentou consigo mesma que já não estaria naquela casa, na sexta-feira. Não pretendia ficar ali além do tempo estritamente necessário.

— Preciso ir a Antibes esta noite — mentiu, pois tinha de telefonar para Mike e pegar suas roupas no hotel. — Tenho um compromisso...

— Não perde tempo, hein? É um encontro?

— Não, não...

— Srta. Swan, contratei uma babá que pudesse se dedicar inteiramente a Susie. Aquela criança necessita de cuidados para se adaptar ao seu novo ambiente. Não preciso e nem quero uma babá que deseje escapar para os braços do amado todas as noites. Se é assim que pretende agir, é melhor ir embora.

— "Deseje escapar"... Como ousa falar comigo dessa maneira?

— Oh, ouso, sim. Minha prioridade é Susie. Preciso saber se ela vai ser cuidada, e muito bem, a noite toda. Temos de deixar isso bem claro. Você não vai a Antibes. Se não pode se dedicar unicamente àquele bebê e a esta casa, diga-me agora, pois assim não perderemos mais tempo.

— É muito direto, sr. Cullen. Agora sei por que admira tanto essa qualidade.

— Estamos entendidos?

— Perfeitamente.

— Que bom.

Edward acomodou-se na cadeira e abriu um amplo sorriso. Bella fítou-o, refletindo no que escreveria a respeito dele. Era um déspota, um esnobe pouco amistoso, mas tinha a aparência de um artista de cinema.

Todas as mulheres ficariam atraídas por Edward Cullen, pois ele possuía um forte magnetismo. Algo parecido com atração fatal.

— Você começa suas tarefas domésticas com o café da manhã — Edward declarou. — Não precisa se preocupar com o jantar desta noite. Para o café da manhã... torradas à francesa e café, às sete em ponto. Gosto de pontualidade. Algum problema?

— Nenhum, se eu não estiver com Susie.— Bella perguntou a si mesma o que seriam torradas à francesa.

— O almoço é servido à uma hora da tarde — ele informou. — Uma refeição leve. Pode ser a seu gosto. Tenho certeza de que possui grande talento na cozinha.

Conforme ia escutando-o, Bella pensava no artigo que escreveria. Deveria ter planejado melhor sua entrada naquela casa. Penetrar na intimidade de Edward Cullen não seria nada fácil. Precisava ganhar a confiança dele com cuidado.

E como faria para telefonar a Mike e pegar as roupas no hotel?

— Quem faz as compras? — indagou, esperando ter uma chance de sair da casa.

— Não se preocupe com isso. Henri providenciará o que for necessário.

Seguiu-se um breve silêncio.

— Na verdade, prefiro eu mesma comprar os ingredientes para os meus pratos — Bella falou. — Sou muito seletiva.

— Henri também é.

— Mas preciso sair, amanhã! Tenho de pegar o resto de minha bagagem.

— Onde está sua bagagem? Pensei que tinha acabado de chegar de Londres.

— Bem, eu...

Bella sentiu as faces avermelharem-se. Estava pouco à vontade, e era preciso encontrar uma desculpa para ir buscar suas roupas no hotel.

— Vim direto da casa de uma família de Antibes — disse. — A filha deles já está em idade escolar e não precisa mais de mim.

— Por que deixou suas coisas lá?

— Bem... por precaução. Gosto de deixar tudo acertado antes de mudar para uma nova casa, especialmente para a casa de um homem solteiro.

— Entendo. Não há nada a temer com relação a mim, srta. Swan.

De alguma forma, aquelas palavras soaram mais como um insulto. Talvez Bella não fosse o tipo de mulher preferido dele.

— Isso é um alívio — Bella declarou com aspereza. — Não quero más interpretações.

— Nem eu. Não faço amizade com meus empregados.

— Ótima atitude.

Edward deu uma risadinha. Bella indagou a si mesma o que haveria de engraçado em ser esnobe. Ficou furiosa. Ele não riria, quando lesse o artigo que ela planejava escrever. Aquele pensamento alegrou-a.

— Também preciso ir a Antibes amanhã — Edward falou. — Podemos ir juntos.

Bella franziu a testa, preocupada. Como tiraria suas roupas do hotel e telefonaria para Mike, com Edward a seu lado? Para piorar, Edward esperava vê-la entrar numa residência, mas ela não conhecia ninguém em Antibes.

— E Susie? — ela perguntou. — Quero dizer, não podemos...

— Levaremos Susie conosco. Não vamos demorar. — Ele olhou para o relógio de pulso. — Agora, se não se importa, tenho de trabalhar.

— Claro.

— Traga meu jantar aqui.

Bella teve vontade de mandá-lo plantar batatas, mas mordeu o lábio. Sua chance de ser irreverente viria mais tarde, quando publicasse a história sobre o verdadeiro Edward Cullen.


Gente, muito obrigada pelas reviews! Fico feliz que tenham gostado *-*

Eu devo postar de novo durante a semana.

Beijos!