Capitulo 1...como alguns queriam ( devo dizer que o único que manifestou isso foi o Rodrigo Black Potter )! Aqui vamos começar a trama. Enjoy! E comentem! Afinal, eles não são meus ( nem o Sirius, Marlene, Marotos...) só a Silene ( D ) . Por isso, o unico fim dessa fic é gerar comentarios ( que se expressam em reviews! So, please send a review, because Sirius, Marlene or marauthers don't belong to me. So, I keep with this fics because I want reviews!
Capitulo 1
Hoje faz frio. Olho pela janela de meu quarto e posso ver flocos de neve caindo. Aqui em Dublin é normal nevar, e apesar de todas as janelas estarem fechadas, o frio vem entrando dentro de meus aposentos.
Não tenho uma casa com o esplendor que minha fortuna permite. Vivo em padrões simples, e não ligo mais para meu dinheiro.
Ah, meu dinheiro. Cada moeda que eu acumulei veio com esforço. Batalhei muito para conquistá-lo, mas, para min ele perdeu o valor.
Nesses últimos anos, minha única alegria é a lua cheia. Porque a lua cheia significa que Silene vai chegar.
Para muitos Silene é a deusa da lua e irmã de Eos e Hélio. Mas ela é minha simples filha. Toda a lua cheia ela vem me visitar. Acho isso uma pequena ironia, afinal, na mitologia grega Silene era a deusa da Lua.
Ela mora com a mãe. Claro que Hanna jurou nunca mais me ver, e eu entendo o porquê. Mas Silene é boa. Ela vem toda a lua cheia, passa dois dias comigo e volta para Londres.
De todo o ano, acho que sou feliz apenas dois dias. É um momento gravado a fogo na minha memória. Vindo até a porta de casa, o cabelo, que parece que é folhado a ouro, caindo nos cachos até as costas dela. Os olhos azuis – que ela herdou de min – mirando a casa e aquele inconfundível sorriso no rosto.
Escrevo isso, que eu chamo de livro de memórias, para presentear minha Silene no fim de ano. Estamos em fevereiro. Então acho que vou deixar de escrever bobagens. Vamos voltar para a minha história.
Sem querer, o velho joalheiro me deu um grande tesouro, que fez eu entrar de vez no ramo de vendas.
A caixa guardava um pequeno gládio. A espada usada nos tempos de Roma antiga era refinada, e nunca cheguei a duvidar da habilidade do ourives. A espada não fora criada para combater, mas era um grande símbolo de poder.
A empunhadera era ouro puro, na época não entendia, mas hoje sei que eram 24 quilates. A empunhadera ainda contia desenhos em relevo de berílio e, apesar de você ser uma das pessoas mais inteligentes que eu já conheci, duvido que você conheça gemologia. Então, permita seu pai explicar: Berílio é um tipo de cristal muito raro e valioso, primo da esmeralda.
Apesar da empunhadera por si só valer fortunas que eu jamais sonhara, a lâmina então era digna de Deus. As beiradas da lâmina eram de basanite, o interior era de olhos-de-tigre (um primo do ouro quartzo, mas continuava no ramo de diamantes) e a ponta era de jaspe. Jaspe é uma variação do quartzo vermelho.
Eu estava rico. Dentro da caixa, além do gládio, ainda havia adagas. Empunhadera de mármore branco e lamina de prata.
Decidi que ia vender as adagas e seguir no ramo. Guardei um punhal para min.
Eram cinco adagas. A primeira foi para a Relojoaria Watson. Para um iniciante, eu considerei uma boa venda. Uma adaga por um rolex de bronze.
Outras exigiram pesquisas melhores para encontrar um cliente. Depois de muito estudar, eu achei um.
Sim querida Silene, estudar. Há alguns paises onde espadas ou objetos do gênero precisam de autorização, cadastro em vistoria para vender. A Inglaterra estava entre eles.
Não que eu desse importância, mas aquelas adagas eram antigas, e certamente algum museu iria adquiri-las apelando para o governo.
Então eu meio que operava ilegalmente. Mas não dava importância, apenas escolhia com cuidado meus clientes.
Remus foi importante nessa venda. Eu me lembro. Ele me ligou dizendo:
- Hei, Sirius – ele tagarelou – Como vai?
- Bem cara. Algo novo?
- Sim. Achei um cara que quer decorar a casa. Ele pode ser um possível cliente.
- Valeu cara – Depois desliguei. O Remus ele é meu amigo e tudo, mas, ele não aprovava o que eu fazia. Ainda assim me ajudava, porque tinha esperança de que eu largasse aquilo depois de acabar as adagas.
O cara que Remus me contou foi mais ou menos importante. Era um tal de Tommy.
Ele comprou duas adagas de bom grado por mil libras, e ainda disse que, como era diretor deu uma poderosa loja de roupas sociais, iria me dar um terno.
Não reclamei. Se esse era mundo dos negociantes de armas brancas, eu estava me dando bem.
Eu voltei a procurar outra pessoa. Só que quando eu encontrei alguém, à que eu encontrei era arriscada demais.
