Capitulo dois: Ataque em Godric Hollow
Nesses dias Harry e Severo têm ficado muito juntos, conversando e tirando duvidas um do outro. As aulas de Harry têm sido muito duras e pesadas nesse ano. Rony e Hermione ainda tentavam falar com Harry, mas era sempre ignorados por ele. Ninguém entendia Harry Potter agora, ele só falava com o professor Snape. E ninguém da Sonserina tinha coragem de se aproximar do professor Snape, ninguém estava gostando daquele professor, para eles, parecia que ele tinha sido possuído. Nunca que eles imaginariam o diretor da Sonserina conversando com Harry amigavelmente, mas eles não sabiam que o professor não é o mesmo que estava antes.
Ninguém sabia de nada, nem mesmo o professor Dumbledore desconfiava, mas estava achando Harry muito distante dos amigos dele. Professora Minerva era outra que não estava querendo aceitar aquela amizade entre Potter e Snape. Hogwarts inteira pra falar a verdade não estava entendendo porque Harry andava conversando mais com o professor de poções, se ele nunca foi um bom aluno nessa matéria desde o primeiro ano.
Harry se divertia mais com o professor nas masmorras, quando o professor pedia para que ele lhe ajudasse no preparo de alguma poção. Harry antes de voltar para Hogwarts, tinha tomado coragem e estudado um pouco de poção com a mulher. Sabia que um dia ia precisar saber poções se quisesse sobreviver nessa guerra que já durava quase três anos, desde a morte de Sirius. Alias ia fazer três anos que Sirius não estava mais entre os vivos, e Harry andava vivendo como sempre foi antes mesmo de conhecer e saber que tinha um padrinho vivo. Não deixava que ninguém lhe provocasse por coisas inúteis.
Severo Snape era outro que não se deixava confundir com as coisas malucas que os sonserinos queriam arrancar dele, logo um professor. O homem já estava ficando irritado com aquilo tudo, queria poder revelar que não era Jonathan Snape e ficar livre daquele bando de sonserinos ridículos. E os alunos não sabiam o primeiro nome dele direito.
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Numa tarde de quinta-feira às duas horas, depois da ultima aula do dia, o professor Snape decidiu tomar um ar, nos jardins. Para o azar de Snape, os alunos decidiram fazer a mesma coisa, queriam saber o porquê daquele comportamento. Harry foi o único que teve coragem de se aproximar do professor.
-Olá professor.
-Olá Harry. –respondeu o professor, deixando os outros alunos espantados com aquele chamado, nunca ninguém tinha visto o professor dirigir a Harry Potter daquela maneira.
Harry riu, estava gostando de Severo Snape, ao contrario, ele nunca pensou que fosse conhecer o irmão gêmeo de Jonathan Snape.
-Você parece bem. –disse Harry.
-Não gosto das masmorras, elas me dão arrepios. –disse
-Bem pelo menos você não vai precisar ficar lá por muito tempo, não acha? –perguntou Harry.
-Sim, só ficarei esse ano, depois vou embora. –respondeu.
-Vou embora mais cedo. Acho que não vale a pena ficar aqui, enquanto tem muitas mortes por ai, eu já não agüento mais isso, isso tem que parar. Será que posso contar com você pra isso? –perguntou Harry
-E porque o professor Snape se juntaria a você Potter? –perguntou Malfoy entrando na conversa.
-Eu vou onde quiser , não preciso que responda algo que foi diretamente pra mim. E sim eu acompanharei você onde você for. –respondeu o professor mantendo a calma.
-Significa muito pra mim. Tem uma pessoa que teria orgulho de mim agora. –disse e olhou para o céu nublado do dia.
-Sim, eu tenho certeza de ela esta orgulhosa hoje. –apoiou Sanpe.
-Mas o que esta acontecendo aqui? –perguntou a nova professora de defesa contra as artes das trevas.
-Bem, uma amizade entre professor e aluno, algo contra? –perguntou Snape irritado com essas pessoas ignorantes.
-Mas Potter é um mentiroso convicto, não devia se juntar a esse menino! –respondeu a professor de DCAT
-Quanta ignorância você tem, ninguém é mentiroso aqui! Ou é verdade Harry? –perguntou o professor Snape
-Não sei do que você fala professora, mas se fala do Lord Voldemort, pode ter certeza de ele vai de assustar nos seus pesadelos, não preciso que me diga que ele esta bem morto. –respondeu Harry de mal-humor e magoado com a desconfiança de Snape.
-Você vai ser preso por falar assim comigo! –disse a professora.
-Me tente, não sabe do que eu sou capaz mulher! –respondeu Harry furioso com ela.
Todos os alunos que estavam ali, não estava entendendo porque Harry mudou tanto assim. A professora estava se preparando pra lançar uma maldição em Harry, mas Harry foi mais rápido e se protegeu. Severo não queria acreditar que aquela professora maluca teve coragem de lançar a maldição cruciatus em cima de Harry. Todos ali ficaram chocados quando Harry repeliu pela quarta vez a maldição cruciatus. Severo achou melhor jogar um feitiço de paralisação na professora antes que ela acabasse matando Harry. Assim que a professora foi petrificada, Snape foi ate Harry que estava segurando a mão.
-Você esta bem? –perguntou Snape aflito.
-Sim, só segurei a varinha com força, acho que eu vou pra enfermaria falar com Madame Pomfrey. –respondeu.
-Vou com você. Você Malfoy avise ao diretor que Melinda atacou Harry...
-Acha mesmo que ele vai acreditar nisso Sev. Deixa pra lá. –disse Harry indo em direção ao castelo.
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Assim que chegou à enfermaria Harry já foi atendido quando mostrou que a mão em que tinha segurado a varinha com força estava sangrando. Severo ficou ao lado de Harry e ainda pediu desculpas por não ter acreditado nele lá nos jardins. Ele não queria magoar mais Harry, não queria perder o que tinha conseguido com o garoto. Precisava acreditar nele, se Jonathan estivesse certo sobre o futuro deles. Harry viu que o professor queria voltar as boas com ele, sabia que não podia terminar a amizade daquele jeito. Acabou por abraçar o bruxo mais velho, não se importando com Madame Pomfrey.
-Harry, a gente precisa conversar. –disse Severo com cuidado.
-Esta bem, vamos. –respondeu Harry saindo da enfermaria com Severo ao seu lado.
Quando estava quase chegando no hall de entrada do castelo, Harry ouviu um canto fino de fênix. Aquilo tinha assustado Harry, parou no meio do hall e estendeu o braço esquerdo, onde uma fênix negra pousou com uma carta presa no bico. Harry ainda encarou o bicho antes que ele se fosse. Assim que a ave foi embora Harry olhou para a carta e viu uma letra bem caprichosa. Sabia que era uma carta de casa, mas não estava entendendo aquilo, porque será que tinha usado a fênix negra ao invés da coruja.
-Harry você esta bem? –perguntou Severo assustado com Harry.
-Eu acho que sim. –respondeu.
-Porque não abre a carta? –perguntou novamente.
-Eu não sei, preciso pensar no porque de ela ter usado a fênix negra ao invés da coruja...
-Saberá se abrir a carta. –interrompeu Severo com cuidado.
-Sim, tem razão. –disse e abriu a carta.
Pegou o pergaminho onde se lia uma única palavra SOCORRO.
-Não. Eu preciso ir correndo pra casa, me desculpe. –disse para o professor.
Harry saiu o mais rápido possível de dentro de Hogwarts, assim que já estava nos portões Severo agarrou seu braço, fazendo com que os dois sumissem e aparecessem em Godric Hollow, onde estava um caos.
Todas as casas ali estavam destruídas, ainda era tarde. Não se via uma única alma viva ali na rua. Harry correu em direção a uma certa casa, uma casa que era especial. Ouviu um choro de criança, saiu em disparada, para procurar o filho, ou talvez a esposa que tanto protegeu Harry.
No meio dos escombros Severo e Harry trabalharam duro ate encontrar um menino que se agarrou ao pescoço de Harry chorando e tremendo. Ali também se via o corpo de uma jovem mulher, tinha um corte no rosto esquerdo que ia ate o queixo. Harry sorriu para a mulher e acariciou o rosto e perguntou:
-Você esta bem?
-Não posso sair daqui, Voldemort fez com que eu ficasse bem presa aqui. –respondeu com cuidado.
-Tem que ter um jeito de te tirar daí, Liane. –disse Harry olhando para os lados.
-Não Harry, ouça cuide do nosso filho, por favor, não deixe nada de mal acontecer com ele, sei que você daria a sua vida pra ver o filho feliz, mas, por favor, não deixa nada de ruim acontecer com ele, por favor. –disse rápido e com dificuldade.
-Esta bem, isso não vai acontecer nunca, não vou deixar. Mais também não quero que você deixe de viver. Liane você ainda tem chance...
Liane dexiou de ouvir Harry, olhou para o filho que estava agarrado ao pescoço de Harry, sabia que não podia fazer mais nada, a vida estava se esvaindo indo embora. Harry percebeu que Liane não tinha mais chances de sobreviver. Severo aproximou de Harry e o abraçou para que não pensasse que estava sozinho na vida.
