O CASAMENTO

Jasper chegou quinze minutos atrasado para o almoço, o relógio de couro negro e detalhes de ouro combinavam com seu cabelo – isso se o relógio de pulso fosse mesmo de ouro, o que não era -, os olhos límpidos procuraram por uma cascata chocolate, mas não acharam. Sempre chegava atrasado, desde os seus primeiros encontros. Odiava comparecer no horário correto e ver Isabella demorar meia, ás vezes, uma hora depois do combinado. Ela não cumpria horário, não por rebeldia ou por querer quebrar a regra, esquecia-se com freqüência ou ficava atolada na própria imaginação rabiscando insanidades no caderninho de mão. Alojou-se num dos bancos, pediu um café latté e esperou. O celular vibrou no bolso, na tela a foto de uma menina sorridente de aparelho – conservava aquela foto só pra irritá-la.

- Cadê você Bells?

- Dentro de cinco minutos estou aí! Só liguei pra confirmar que você não me deixou na mão.

Ela estava ofegante e Jasper mordeu a língua para não replicar. Era ela, Isabella, que sempre o deixava na mão, desaparecia e só dava noticias quando bem entendia, aparecia de surpresa – em horas inoportunas – e andava pelo seu apartamento como se mandasse ali. Não era pra menos que ela e Alice tivessem um arranca rabo ou outro. Uma batida no espelho o tirou de seus pensamentos, lá estava ela, com uma touca azul marinho e um cachecol da casa Gryffindor, bem a cara dela aparecer do nada daquele jeito. Os cabelos estavam soltos e bem maiores do que da última vez que ele a havia visto.

- Eu não sei como você consegue tomar esse café.

Ela tinha uma cara de nojo tão infantil que ele riu.

- Eu não sei como você toma aquele café da Starbucks. Isso daqui é o negocio de verdade.

- Com chantilly.

- Com chantilly. – Ele concordou. Ela pediu um chocolate quente e ele uma torta de limão. – Então... Como você está?

- Bem. – Falou dando de ombros, tirando a touca e o cachecol, junto com o casaco. A cafeteria tinha aquecedor. – E você?

- Cansado. O projeto da casa de Rosalie anda me tirando as forças.

- Eu não sei por que você se esforça tanto, sua prima é uma vaca com você ás vezes.

- Isso porque vocês duas são amigas.

- Temos uma relação de amor e ódio. – Constatou, roubando um pouco de glacê da torta do loiro. – E a sua namoradinha?

Bella não gostava de Alice. Por isso mesmo o relacionamento das duas era tão difícil, mesmo no começo, quando Jasper apresentou Alice pra Bella, ela nunca aceitou o relacionamento dos dois. Como se Alice estivesse roubando-o dela. Sendo que o oposto acontecia. Bella roubava Jasper de Alice. Todas as outras namoradas não suportaram o pique ou as indiretas de um relacionamento sexual entre eles. As coisas nunca iam muito longe do sexto mês, Isabella fazia-se segura disso. Mas não Alice, ela não caia e talvez por isso mesmo amara-a mais.

- Não faça essa cara. Alice te adora.

Bella bufou.

- Tanto quanto eu a adore? Duvido.

- Bells, não comece. Você sabe que ambas são importantes pra mim. Sou como um pai, a importância de vocês duas pesam no meu coração do mesmo jeito.

- Você pretende foder alguma filha sua? Porque isso é crime.

- Não seja infantil.

- Não seja chato. – Ela sugou o chocolate quente, o corpo se sacudiu frio. – Aquecedor de merda. – Colocou o casaco e sorriu pra ele. – Qual são as boas novas?

- Era sobre isso que eu queria conversar... Eu e Alice estamos noivos, Isabella.

- O que?

- Já tinha alguns anos de namoro e eu decidi que queria passar o resto da minha vida com ela, eu queria- - -.

Mas nada do que Jasper falava entrava na cabeça de Isabella. Ela sabia. Sua boca devia sangrar, porque ela estava mastigando suas bochechas, uma raiva cega nublando sua razão, sabia! Aquela vadia do inferno, aquela pixel que todos insistiam em chamar de adorável, ela ia roubar seu Jasper. Viraria um desses homens casados, com adestros. Tal como um cavalo! Lembrava-se de todas as namoradas, uma a uma ela as tinha derrubado. Até ela. Aquela maldita! Entrara em sua vida mudando a rotina, segurando Jasper por entre suas unhas. Ela respirou pesado.

- Cale a boca.

- Bella, mas o que- - -.

- Eu não preciso dessa merda!

Ela gritou, levantando-se de súbito e pegando seus pertences. Jasper ficou desconcertado, sozinho, com uma conta pra pagar e um grito ressoando na sua cabeça. Alice estava certa, tinha lhe dito que ela iria surtar e mandá-lo pro diabo, mas tudo correra tão bem... "Até ela surtar miseravelmente, Jasper" ele pensou. Pagou a conta e pegou o celular, ligaria pra Alice primeiro e depois procuraria Bella.

. . .

- Pode encher essa porra!

Bella gritou pra Laurent que a olhava divertido.

Laurent era mestiço. Filho de pai francês e mãe americana, a pele era morena, livre de imperfeições, dentes pontiagudos e lábios carnudos, um nariz aristocrático, o cabelo negro todo no dreads e um piercing de argola no nariz. Ele e James, ex de Isabella, eram donos do bar de rock. Bandas alternativas e novas na cena tocavam todas as noites de final de semana, pra uma galera mais juvenil e no meio da semana o pessoal que eles conheciam se reuniam pra conversas e ouvir um pouco do bom rock e hevay metal do dia.

Quando Isabella entrou furiosa pela porta ele rezou pra que ela arrancasse a roupa e os dois fodessem ali mesmo, tal como ela tinha feito semanas atrás. Ele adorava a imprevisibilidade dela e gostava de tudo ainda mais depois que James havia conhecido Victoria. Não havia mais volta entre ele e Bella por causa da ruiva, nada de threesome mais. Só os dois. Tinha um carinho por Bella, mas nunca conseguiria amar uma menina tão tempestiva.

- O que houve?

Ele perguntou depois do terceiro copo. Bella fungou seus olhos vermelhos por causa da bebida, a boca franzida e a mão em punho.

- O retardado do Jasper vai se casar!

Ela soltou sem pensar duas vezes. Pareceu uma criança, sua voz puro dengo. Jasper era... Um cara legal. Uns anos atrás sua freqüência no pub era bem maior do que nos dias de hoje – isso se resumia à zero – Isabella culpava Alice. Já tinha visto a namorada do cara algumas vezes. Uma menina linda. E muito feminina. Uma mulher. Não uma moleca. Talvez por isso Isabella a odiasse tanto. A maturidade tinha alcançado Jasper e a deixado pra trás. Não sabia direito da amizade dos dois, suspeitara no começo que eles tivessem um caso, mas isso caiu por terra quando os via junto. A forma patética de adolescente saltitante de Bella condenava a amizade, os arrotos e olhares maliciosos que eles trocaram juntos, as fodas fáceis que Bella arranjara pro loiro.

Uma amiga lésbica. Era isso que Bella era pra Jasper e ela gostava dessa posição. Não parecia nutrir sentimentos por Jasper. O loiro era um irmão seis anos mais velho.

- Com Alice?

- Oh, Laurent. Com quem mais?

- Você está começando a balbuciar.

Ele troçou dela. Isabella lhe deu o dedo médio, pegou seus pertences de novo e tropeçou para sair do banco. Ele riu.

- Seu filho da puta.

- Olha a boca, mocinha. Vem aqui, eu vou te botar em um táxi.

- Foram só três copos de uísque. Eu não estou tão ruim que não possa pegar um táxi, pelo amor de deus.

Com tapas suas mãos foram retiradas do corpo pequeno e ela dançou até a porta. Lá fora o ar frio a assolou e ela gemeu, vestiu o casaco apressadamente, sentindo o calor voltar aos seus ossos. Laurent era um filho da puta tarado, tentando ajudá-la uma ova. Queria era apalpar sua bunda e conseguir levá-la pra despensa de loja e meter. Tinha dias que a foda com ele era a única coisa que a amenizava, mas não precisava de um babão em cima dela num momento daqueles. Quase critico. Pegou o celular só pra se sentir bem. Quatro chamadas perdidas de Jasper e duas mensagens. Possivelmente dele. Guardou o telefone na bolsa.

- Táxi!

. . .

Edward sentia dores no corpo, a vista estava cansado e nublado. Aquela tarde derramara café quente nas pernas, tendo que ir pra casa pra trocar e lá decidira ficar. O estoque de roupa limpa no escritório acabara e Banner não confiando na sua capacidade de se manter acordado no volante o levou a pegar um táxi. Seu apartamento era a coisa mais impessoal do mundo, mas não por falta de tentativas da dona Esme, a mãe, que morria de vontade de dar cor e vida praquele lugar sombrio e minimalista que era sua casa. Edward, no entanto, se sentia bem com seu espaço. Um flat bem mobiliado e espaçoso – era assim que via o lugar.

Deixou um recado pro Banner e pra equipe, as costas duras repousando na cama macia. Edward dormiu a tarde inteira. Chegou, tomou banho e dormiu. Nem comeu nada. Acordou depois das 18h com uma voz aguda o chamando e batidas constantes na porta, nada do que ele gostaria de ouvir. Por ele dormiria o dia inteiro sem precisar mover um músculo, amanhã o dia seria longo e exaustivo, voltaria ao mesmo ritmo preparado pra mais duas semanas. Mas seu sono foi cortado pela irmã que entrou saltitante na casa. Ela sempre fazia uma cara de desgosto quando o via.

Alguns anos separavam Edward de Alice. Ele adotado, Alice um milagre da natureza num útero estéril, muito embora não se sentisse assim. Ás vezes era protetor demais com a irmã, ela lembrava muito Esme, apesar do cabelo escuro.

- Olá, luz da manhã.

- Sem sarcasmos, Alice. Estou cansado.

- Estou vendo isso. Sente-se aqui – Ela indicou uma cadeira e se desfez da bolsa e roupa de frio. – vou fazer algo quente pra você comer. O que acha de rosbife?

- Se eu tiver alguma comida em casa.

- Eu não vim despreparada!

Uma batida na porta denunciou os planos de Alice. Ele ergueu uma sobrancelha. Um rapaz novo e magricela estava com uma caixa de suprimentos, uma compra no mercado. Ele deu um cheque de quase quatrocentos dólares pro menino e ajudou a irmã a encher as prateleiras e geladeira com comida. Ela fez rosbife e purê de batata com suco de uva acompanhando. Os dois se mantiveram calados até o final de refeição. Ela não pode continuar assim que a ceia tenha passado, sua língua saiu descontrolada, os olhos faiscando e abraços sendo distribuídos sem distinção, quase que ela abraça uma viga e não ele.

- Vou me casar!

Ela soltou, baqueando-o um pouco. Ele riu sem acreditar e depois riu de felicidade. Conhecia o namorado de cinco anos de Alice muito pouco. Encontrara-o umas três vezes se muito, em jantares de família – nos poucos que pudera comparecer – e era isso. Tinha lembrança de um rapaz magro e loiro, de olhos melancólicos.

- Parabéns. Eu não sei nem o que te dizer, pequena. – Ele a chamou pelo apelido, ternura inundando sua voz. – Como mamãe reagiu? E nosso pai?

- Bem... Eles ficaram felizes! Não precisa dizer nada, só aceite ser meu padrinho. – Ela pediu com olhos de cães. – Por favor.

- Com Rosalie?

- Não custa nada. Você sabe o quanto eu a adoro e com Emmett por perto ela estará mais suportável.

Ele suspirou. Gostava de Rosalie, entretanto muitas desavenças inundavam suas relações. Uma das amigas de Rosalie, Tanya, já havia sido sua esposa. O relacionamento não acabara bem e ela tomou isto como uma ofensa pessoal. Pegando dores que nem era suas, por uma pessoa que não valia realmente à pena. No começo a separação tinha se dado por parte de Tanya. Ela que tinha optado pelo fim do casamento de doze anos, não ele, as coisas foram tomando proporções absurdas, a casa, carro, mordomias, um dinheiro absurdo que ele achava não dever a ela, tinham sido conquistados. Divórcios são complicados. Tinha se casado muito novo e Tanya era dois anos mais nova que ele. Três anos após o divórcio, uma tentativa de reconciliação frustrada, Tanya parecia bem. Estava noiva e iria se casar, pelo que ficara sabendo.

- Ótimo. E Jasper?

- Emmett, óbvio. E aquela amiga.

- A maluca?

- Essa mesma! Que criança mais insuportável! Assim que a vi pensei que seriamos amigas, tipo... Melhores amigas, Edward. Que decepção não foi ver que ela me toma como inimiga.

- Ela não é apaixonada por Jasper? Eu nunca entendi esse relacionamento dos dois.

- Eles cresceram juntos. Quer dizer... Ele praticamente a criou. A mãe dela é desnaturada igual ela. Uma boa pessoa, mas tão arisca. Eu te falei do dia que ela saiu seminua do banheiro de Jasper? Meu deus foi o fim!

Edward riu, na verdade se lembrava de várias queixas da irmã, principalmente no inicio do namoro dos dois e sobre como a garota era intratável, isso porque na época a garota tinha só dezesseis anos e nem morava em Seattle, mas em uma cidade pequena nas redondezas. Ela passava vários finais de semana com a mãe, ou era suposto pensar isso, porque ela sempre ia pra casa de Jasper passar o tempo lá. As calcinhas espalhadas pra todo canto, os desconhecidos que ela trouxera pra casa dele! A irmã morria de raiva e com razão. A menina era uma bruxa. Um lobo em pele de carneiro.

- Vai dar tudo certo. Eles não brigaram a última vez?

- Brigaram e ela sumiu por um mês, mas isso não adianta nada. Ela surtou quando soube.

- Então?

- Eu não sei Edward. Ele vai se ajeitar com ela ou algo do gênero. – Ela suspirou, colocando a louça suja na máquina de lavar pratos e sorriu pro irmão. – Mas e aí, padrinho?

- Padrinho.

Ele concordou esperando não se arrepender das próprias palavras.

. . .

- Ela está completamente bêbada.

- Obrigada por me ligar avisando.

- Não é nada Jasper, você já sabe onde o quarto dela fica. Vou preparar um chá.

Isabella ouvia vozes, cochichos demoníacos de longe. Sabia que Ângela tinha denunciado-a, a amiga – que falsa! – era capaz desse tipo de artimanha terrível, principalmente depois que Bella vomitou nas roupas, sala e parte da sua colcha. Aquilo acordou Ang de seu estado contemplativo de dorminhoca. A bagunça que fez... OK, só nesse ponto se sentia culpada. Quase 22h quando chegou meio baqueada, mas lúcida o suficiente. Julgara-se mais forte do que era. A última vez que tinha mandado uísque pra dentro quase entrara em um coma alcoólico. Mas isso era história pra outro dia. Jasper afundou um canto da cama, já trocada, e colocou a mão ao redor do seu tornozelo apertando-o.

- Eu sei que você está aí.

Ela permaneceu calada, ignorando-o. Filho da puta desgraçado. Isso que ele é trocando-a por um par de peitos miúdos! Como odiava aquela baixinha e sua pretensão, sua pose e ar garboso. Esse Jasper, o da Alice e não dela, esse maldito Jasper, um almofadinha. Estava sozinha no mundo. OK. Muito drama. Quem iria ao Six Viking com ela agora? Ninguém, ele já ia tão pouco, quase nunca.

- Bells.

Ele chamou. Foda-se. Ela quis lhe dar um coice, jogá-lo pra fora do quarto, mas se sentiu muito fraca e mal para tentar qualquer coisa. O que diria então. A mão foi embora e o peso da cama também. Ela se sentiu desolada por um minuto, mas a cara foi descoberta e os olhos azuis dele fitaram os seus chocolates.

- Você vai se comportar como uma criança por quanto tempo? – Bella virou a cara pro outro lado. – Bells. – Ele tentou. – Isabella. Vamos lá... – Ele suspirou o cenho franzido, ganhando paciência. – Eu amo a Alice. – Disse e aquilo apertou seu coração. – Quando eu a vejo minhas noções ficam esparsas. Eu consigo pensar direito, mas não vejo razão ou lógica em algo que não seja o sorriso dela, o espaço entre seus dentes, a pequenez da sua mão ou como ela odeia hálito matinal. A primeira vez que ela peidou sem querer escondeu que peidou. – Um pequeno sorriso formou-se na boca de Bella, escondida por entre os travesseiros. – Aí eu lembro a primeira vez que você peidou em mim. Foi quando nos morávamos em Phoenix e você tinha uns seis anos. Foi um concurso de peido. Você lembra-se disso Bells? – Ela anuiu com a cabeça. – Quando a Alice soltou aquele peido eu me lembrei de você e pensei: "ela nunca teria ganhado a competição como a Bella ganhou com esse peidinho". – Ela riu e ele continuou acariciando sua cabeça. – E um dia que eu estava com você comendo uma torta de chocolate. Porque eu odeio chocolate, mas você ama e a Alice também. A sua boca ficou toda borrada e eu me lembrei que no meu quarto encontro com ela eu limpei a boca dela e a beijei. – Bella grunhiu, não precisava saber daquelas coisas. – O que eu quero dizer... É que eu não sinto admiração pelo peido alto da Alice ou da sua delicadeza em borrar o canto da boca de chocolate que me de vontade de devorar a sua cara. Vocês duas cumprem seus papeis na minha vida, muito embora eles sejam muito diferentes. Eu não quero me livrar de nenhuma das duas.

- Eu não quero que você se case.

- Eu sei.

- E, no entanto você vai se casar de qualquer jeito.

- Vou.

- Ela te roubou de mim.

- Não, ela não me roubou de você. Eu estou aqui.

- Não, não esta. Você esta nela. Eu sinto isso... Você... Mudou tanto.

- Não só por causa dela.

- Principalmente por causa dela.

- Eu tenho vinte e sete anos- - -.

- Não me venha com essa ladainha! Não a defenda. Eu nunca, nunca Jasper, vou conseguir gostar da Alice. Ela te trouxe uma maturidade incomoda e desnecessária.

- Foi bem vinda.

- Porque ela vinha junta. Um pacote inteiro, não metade.

- De fato. Ela é o pacote completo.

- Ela nunca vai te amar como eu te amo.

- Estou contando com isso.

Bella bufou e se levantou, afastando a mão dele do seu cabelo.

- O que você quer de mim?

- Que você seja minha madrinha de casamento.

- E a minha benção também?

- Se possível.

Ela engasgou, mas sabia que Jasper falava sério e demais pro seu gosto.

- Eu vou ser sua madrinha.

Resmungou tão baixo que ele não ouviu.

- O que?

- Eu vou ser a sua madrinha. - Disse muito clara agora. O sorriso calmo de Jasper a tranqüilizava. Era um sacrifício que faria pelo amigo. Se ele queria sua benção a teria, se queria uma madrinha, ué, punha um maldito vestido feio. Abraçaram-se e ela bocejou. – Agora dá o fora que eu quero dormir.

Jasper saiu feliz da vida. Isabella sentiu-se em uma cena de Game Of Thrones. "O que eu não faço por amor" ela pensou como Jaime e caiu como Bran.

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Olá! Pra quem continua lendo essa fic, olá. Eu não pude resistir e não inserir uma das partes mais fodas GoT aqui. Qual é. 3

Quem quiser favoritar ou seguir ou gostar e quiser deixar uma review. Qualquer sinal de vida é bem-vindo. Enfim, até o próximo capítulo. :*

E obrigada às meninas que comentaram/seguiram/favoritaram. Significa muito pra mim. =]