Notas da autora: Olá, amiguinhos! Poxa, nem sei como agradecer a quantidade de reviews no prólogo do meu fic, eu fiquei até emocionada! É muito bom ser recebida assim tão bem! Espero que todos continuem apreciando! Enfim, vamos ao capítulo!

Disclaimer: Os personagens de Naruto não são meus, isto é apenas uma homenagem que ofereço aos autores, leitores e fãs do anime e mangá. Mas, a história é de minha autoria sim, e ninguém tasca! ó.ó

Obs: Este fic é um UA, e os persons podem parecer um pouco OCC, com o passar dos caps, ok?

Casal Protagonista: Sasuke & Sakura.

Para: Mye-chan.

¤¤ Olhos Vermelhos ¤¤

赤い目

Por: Yasashiino Yume (Kao-chan).

Revisora: Mye-chan.

Os orbes foram lentamente abrindo-se; cansada e com fome, ela não calculava direito onde estava e o que tinha acontecido. Ainda estava tudo muito embaralhado em sua mente para que pensasse direito no assunto. A luz do sol aos poucos adentrava pela janela entreaberta, enquanto ela esfregava as esmeraldas, sonolenta. O corpo pedindo para que continuasse no mesmo lugar em que estava.

"Hum...", murmurou, baixo. E foi então que todas as lembranças do dia anterior vieram à sua cabeça como um raio... Os familiares sendo mortos em sua frente, os homens a perseguindo, lágrimas, sangue... Os olhos embargaram e prendeu a respiração. 'Onde estou?',pensou com medo de descobrir a resposta.

O local estava em silêncio e foi aí que notou que não estava em sua casa; lembrou-se de tudo perfeitamente e a última imagem que tinha visto era de um vulto de capa negra, com uma máscara estranha.

"Meu deus!", estava coberta por um edredom e com a mesma roupa do dia anterior; provavelmente na casa do tal, ou talvez, com aqueles homens... Não! Eles tinham sido mortos, mortos pelo mascarado. E as cobras... 'Por Kami, é melhor eu sair daqui depressa!', exasperou-se. Levantou no mesmo instante, sentindo as pernas fraquejarem. Estava faminta e exausta, e seu corpo inconscientemente travava com isso.

"Onde pensa que vai?", ouviu uma voz atrás de si, e se arrepiou. Ela conhecia aquele timbre sombrio, mesmo que o tivesse ouvido apenas uma vez; virou-se e lá encontrou o mesmo vulto da noite anterior, ainda com a capa negra, mas agora ela podia ver perfeitamente todos os detalhes da máscara; era algo que não tinha expressão. Apenas a abertura dos olhos e dois pequenos buracos para a saída do ar, na altura do nariz.

"Eu... eu...", balbuciou, meio receosa. O que diria? "Quero ir embora porque estou apavorada?" Não... Com certeza, não. Mas, como se comportaria numa situação dessas? " Você me salvou, não é?", questionou, com as mãos trêmulas. " Muito obrigada, eu agradeço muito, eu...".

"Cale-se.", ordenou, e a garota parou de falar no mesmo minuto. "Não pense que está aqui porque tive pena de você, ou algo do gênero. Só está aqui porque eu quero, e se eu quiser te matar, terei o mesmo direito, entendeu? " ,a jovem se arrepiou, e mordeu os lábios; ele parecia pior e mais frio do que os homens que a perseguiam. Encolhida, ela temeu por sua vida naquele instante. "Mas não se preocupe." , disse, com a mesma voz impassível. "Por enquanto, você não vai morrer."

"Mas quem é você?", indagou, dando um passo para trás.

"Isso não é da sua conta.", respondeu, dando por encerrado o assunto. " Por acaso quer voltar e ser morta?", ela negou com a cabeça, sentindo as pernas fraquejarem enquanto o viu desaparecer num piscar de mágica.

Depois desta 'conversa', haviam passado duas semanas e mal o via. Parecia um fantasma que não tinha forma, e muito menos alma. Era um vulto que assistia passar por entre as paredes do apartamento em algumas vezes quase raras. Alimentação não faltava, muito menos líquido, porém, tudo era tão estranho e sem sentido. Não que estivesse sendo ingrata, mas, de onde ele tinha surgido? Para compensar o 'abrigo', ela deixava o lugar sempre bem arrumado e limpo. Algo que tinha descoberto nestes tempos era que ele odiava a luz, e que em algumas madrugadas ele saía sem dizer aonde ia. Tinha até medo de descobrir onde ele estava nessas horas.

Naquela noite, a jovem de longos cabelos rosas não estava conseguindo pregar os olhos; imagens de sua família sendo brutamente assassinada iam e voltavam na sua mente, torturando-a lentamente. Suspirou, e decidiu ficar na sala onde tentaria se distrair com algo pela televisão. A chuva caía lentamente através das janelas fechadas, e respirou fundo, mordendo os lábios, abraçando-se á almofada do sofá.

Até que, um pouco distante, mesmo que fosse quase imperceptível, ela ouviu alguns passos atrás de si; gelou.

"Achou mesmo que conseguiria fugir de nós, garotinha?", ouviu uma voz baixa e sinistra às suas costas, e as lágrimas sobrevieram aos olhos esmeraldas. Logo ela se levantou e viu seus carrascos; eram quatro mascarados como o tal que a trouxe para lá. Talvez eles estivessem todos juntos nessa, mas, por que então o 'mascarado' a salvou naquele dia? Deu um passo para trás, enquanto os via empunhando facas e kunais.

Tateou por perto e pegou um vaso médio que estava no chão da sala; o pôs na frente, como tábua de salvação. 'Como se isso me adiantasse alguma coisa...', pensou, dando um pesado suspiro. Os homens soltaram gargalhadas altas, o bastante para que ela sentisse as pernas bambearem; os fitou, desafiante. Mesmo que estivesse muito perto da morte, não ia se entregar sem lutar antes.

Um deles desapareceu de sua frente e, num segundo, estava ao seu lado, agarrando seu cabelo fortemente... Ela deixou escapar de seus lábios um gemido de dor. Com a pouca força que tinha, direcionou o vaso pesado em cima da cabeça do mascarado; em vão, pois ele desferiu um tapa violento contra a face da garota, arrancando um filete de sangue de sua boca.

"Larguem a garota.", escutaram uma voz sombria vindo da janela, mas quando seus olhares foram até esta, não viram ninguém ali. Um dos quatro sorriu.

"Ah, entendi! Agora temos um engraçadinho que vai brincar de esconde-esconde, não é?", apertou mais os cabelos longos da garota; ela mordeu os lábios, tentando conter a dor.

"Larguem e eu garanto que a morte será rápida e indolor.", ouviu-se a voz de novo, mas não viam absolutamente nada. Os outros três mais afastados, mesmo armados, estavam apreensivos. Souberam que seus 'parceiros' tinham sido mortos cruelmente, e só acharam parte de seus corpos, quando estes foram tentar levar a tal garota.

"Você não me assusta, ninja de merda!", ouviram uma gargalhada sinistra ocupar os cômodos do apartamento; a jovem estremeceu, e por aquele instante esqueceu a dor. Os três se encolheram e apontaram as armas para o nada.

"Pois devia.", e então, a garota viu a mão que a segurava se soltar. O homem urrou de dor; seu braço tinha sido cortado na altura do cotovelo. Agachou-se; o chão tornando-se, lentamente, vermelho-vivo. "Melhor não ver isso... ", advertiu, a fitando por entre a máscara; os olhos dele escarlate. "Escolheram o dia errado para me provocar... ", ela fechou os olhos e cobriu o rosto com ambas as mãos, trêmula.

Ouviu sons abafados, gritos, gemidos... Coisas caindo e mais tarde, o silêncio.

Capítulo 2:

Olhos.

Algum tempo depois, sentiu algo mole, viscoso... gelado se arrastando por suas pernas; estremeceu e calculou logo o que seria. "Cobras." Ela tinha pavor de cobras.

"Só não se mexer, e elas fazem o trabalho sozinhas. ", explicou. Estava sentado em cima do sofá, parecendo muito despreocupado, limpando uma das kunais ensangüentada. Ela não tinha coragem de olhar para onde os homens estavam antes.

"Como sabia... que eu... ", murmurou, com os olhos abaixados.

"Seu coração faz muito barulho quando está assustada." , ela não entendeu. Como assim 'barulho'? Se isso era indicação de batidas, com certeza todos os corações faziam barulhos, não é? "E ainda está fazendo barulho, mas não tão infernal como antes.".

Ela suspirou... Não conseguia compreender o que ele queria dizer com aquilo então resolveu deixar para lá.

"Já acabou?", questionou, se referindo as 'amigas' dele. Ele entendeu e soltou um sorriso, algo que ela não pôde ver por causa da máscara.

"Está com pressa?", indagou com um ar sarcástico. A jovem encolheu-se no canto, sem ter coragem de olhar em volta. "Entendo...", ele se levantou do sofá, enquanto a garota continuava no mesmo lugar. Alguns minutos de silêncio depois, e mais uma vez ouviu a voz dele. "Terminado.".

Ela abriu as esmeraldas lentamente e fitou apenas o sofá diante dela, vazio. Engoliu seco e virou o rosto para trás devagar, encontrando-se com ele de pé, numa sala arrumada. Parecia que nada tinha acontecido ali; nenhuma batalha, ou sangue. Os olhos demoraram a entender como todos aqueles resquícios de batalha tinham desaparecido.

"Obrigada..." , murmurou, ainda incerta. "Escuta... ", ela recomeçou, atraindo a atenção dele. "Ainda não nos apresentamos... ", fez uma pausa, o fitando, parecendo muito tranqüila. Por mais que isso parecesse estranho, ele lhe passava confiança. "Meu nome é Sakura.", soltou um breve sorriso, olhando para o chão. "Haruno Sakura.", os cabelos caíram levemente sobre as íris. "E o seu? Você tem nome, não é?".

"Você não precisa saber meu nome.", ela o fitou, não sabendo se isso era um bom sinal ou não. "Haruno.".

XXXXXXX

O fim de tarde logo chegou e a jovem mal tinha percebido o fato, já que estava muito ocupada com os afazeres da casa. Isso era fácil para ela já que sempre se dispunha a esses serviços no internato, onde passou a maior parte da vida. Parou de varrer a sala, assim que observou o mascarado se aproximar do sofá.

"Por que não se senta? Estou terminando de fazer o jantar e garanto que caprichei desta vez! ", ele não disse nada em resposta, como de costume. E ela também não as esperava. Saiu para a cozinha levando a vassoura consigo, carregando um sorriso nos lábios.

Alguns minutos de espera, e ele começou a ouvir algo estranho; alguns ruídos, seguidos de gemidos de dor. Ergueu uma das sobrancelhas e caminhou lentamente para a cozinha, deparando-se com uma cena curiosa. A jovem balançava as mãos freneticamente sem parar com uma expressão de dor no rosto.

"Você? Eu..." , não conseguiu falar mais nada, pois ele tinha segurado uma de suas mãos. "Aí... "­, gemeu de dor; tinha queimado-a com água quente. Uma luz surgiu em uma das mãos dele, enquanto ainda segurava a mão vermelha dela, firmemente. Os olhos piscaram curiosos, ao mesmo tempo em que sentia sua pele formigar, e logo depois, a dor desaparecer. "O que você... Como conseguiu fazer isso?", indagou, o encarando espantada, recebendo um olhar repreensivo pela pergunta. "Quer dizer... Obrigada.".

XXXXXXX

"Obrigada, senhor... ", agradeceu quando saía de uma floricultura.

Sim, estaria se expondo demais, mas não conseguia parar de pensar nos pais. Depois de um longo tempo andando, á passos pequenos e lentos, chegou no cemitério onde seus familiares jaziam. Os olhos ficaram embargados rapidamente. Tinha aproveitado uns dos momentos em que estava sozinha no apartamento para visitá-los; sabia que o 'mascarado', não permitiria que saísse.

"Já faz um tempo, não é?", murmurou, tristemente. "Nós... quase nunca convivemos... Ao menos..." , pausou."Ao menos queriam estar comigo, não é?", soluçou. "Eu... eu não entendo porque estou aqui... Tentando quebrar minha cabeça para entender como tudo isso aconteceu. Como as coisas fugiram do controle! Como que eu fiquei sem vocês!", tocou levemente na lápide. "Ainda estou tentando entender como fui parar na casa de um estranho, que foi o único que se dignou a me dar atenção além das freiras. E estou tentando entender o que eu estou fazendo aqui...".

"Eu também quero entender, Haruno.", ouviu a voz atrás de si e se encolheu. "O que você pensa que eu sou? Idiota?", parecia sarcástico.

"Eu não pensei nada disso!", tentou se justificar, levantando-se e o fitando. "Por favor, eu só queria... queria...".

"Você ao menos sabe o que quer.", a interrompeu, lhe dando um olhar reprovador.

"Eu imaginei que você não gostasse de sair ao dia.".

"Odeio.", foi direto. Ela se encolheu mais e ele cruzou os braços em frente ao tórax. "Mas, pessoas como você são previsíveis.".

"Eu... gostaria de vir aqui mais vezes, visitá-los.", deu um passo para frente, incerta, e fitou a lápide com carinho. "Eu sei que mal os vi, mas eles eram a minha família.".

"Faça como quiser.", disse em resposta, dando o primeiro passo para fora daquele lugar.

XXXXXXX

"Ainda não recuperaram aquela garota?", esbravejou o homem atrás da grande mesa de mármore, socando o primeiro que estava ao seu lado.

"Se... senhor, parece que ela desapareceu com o tal mascarado.", um deles pronunciou, encolhido. "Eles não estão mais no apartamento de antes!", uma faca atingiu a cabeça deste, fazendo com que o mesmo caísse de lado segundos depois.

"Não quero saber de desculpas! Eu quero a garota, agora!", os outros, sem pensar duas vezes, saíram do recinto em busca de respostas.

XXXXXXX

"Por que você é tão calado?", indagou, em meio á mais uma volta para comprar mantimentos. "Hunpf... Não me responde nada; parece que estou falando sozinha. As pessoas vão pensar que sou louca." , murmurou, enquanto andava no meio de algumas árvores.

"Faz parte do meu trabalho." , respondeu simplesmente, pulando discreto e imperceptível por entre as árvores.

"As pessoas pensarem que eu sou louca faz parte do seu trabalho?", questionou pasma, fitando o nada acima de sua cabeça. Por mais que soubesse que ele estava ali, não conseguia vê-lo de forma alguma sem que ele quisesse.

"Não seja estúpida.", pausou, parecendo impaciente. "Estou respondendo a primeira pergunta que me fez.".

"Ahn, certo.", caminhava mais alguns poucos passos em silêncio. "Escuta, o que acha de alugarmos uns filmes para nos distrairmos, hum?".

"Haruno, você quer testar minha paciência, não?", a voz dele soando mais baixa do que gostaria.

"Eu não quis te ofender, só acho que... Quer dizer... Eu só queria que...", abaixou os olhos.

Ele não conseguia entender aquele poder mágico que ela obtinha na voz, ou no jeito em que olhava inconscientemente para o chão num gesto de tristeza e melancolia. Não compreendia como essas atitudes tolas podiam deixá-lo aturdido e ao mesmo tempo irritado por não entender isso.

"Chega!", pulou na frente dela, e com o susto, a jovem deu um passo em falso para trás, quase tropeçando, mas sendo segurada firmemente pelo mascarado. Ela prendeu a respiração automaticamente, fitando os orbes negros penetrantes dele tão de perto; uma das mãos na altura do coração que começou a correr acelerado pela aproximação repentina. Os lábios entreabriram-se sem que notasse; não conseguia pronunciar uma única palavra. Parecia que sua voz tinha sido engolida para um lugar muito distante dali.

"Eu só queria que ficássemos um tempo juntos, como pessoas normais fazem.", murmurou, baixinho. A mão que estava no peito apertou-se, deixando as juntas brancas pelo nervosismo.

"Eu não sou uma pessoa normal, Haruno.", se afastou dela aos poucos para que ela não caísse outra vez. "Já deveria ter percebido isso.".

Sakura se encolheu lentamente com a resposta. Sim, ela já tinha percebido algo, mas não queria acreditar. Não podia. Porém, aquela era a realidade, e ele a tinha defendido tantas vezes...

"Pode ser, mas isso não muda o fato que você me salvou...", ela pausou, e o fitou diretamente nos olhos. "E eu gosto de você!", ele não pareceu se abalar com aquelas palavras, mas a segurou fortemente pelo pescoço; parecia que tinha a intenção de enforcá-la. Ela não se abalou. "Posso não saber muitas coisas suas, mas para mim já é o suficiente para que sejamos amigos.".

"Eu não tenho amigos. Entenda isso e não insista." , respondeu, deixando a garota para trás.

Continua...

XXXXXXX

Notas da revisora Mye-chan:

O capítulo pode ter demorado, mas na minha opinião valeu a pena esperar! Ficou muito bom e podemos ver momentos muito fofos! (Ou será que só eu acho isso? XD) Mas podem ter certeza que eu fiz de tudo pra tentar ajudar a Kao a postar o quanto antes, vasculhando a net e passando várias (várias mesmo!) músicas para ela se inspirar! Ah, e que tal dar um presentinho para a nossa amiga? Ela fez aniversário esta semana que passou e merece muitas reviews, não acham? ;D Feliz aniversário novamente, amiga!

Comentário rápido da autora:

Caramba! Eu realmente aluguei pacas a Mye com músicas para me inspirar! XDDDDD Arigatou mesmo, linda! O que eu sou sem você pra me ajudar, nee? XDDDD

Respostas aos reviews:

Mye-chan: Amada, linda! Eu só tenho que agradecer por você ter essa paciência e disposição de revisar meu fic! E quanto a Sakura, você ainda não viu nada, mas, eu te dei uma belas prévias pelo msn, né? Pretendo fazer muitas coisas com ela... Mas, isso só o tempo dirá...

Danizinha: Poxa, muito obrigada mesmo pelos elogios! Eu faço o que posso para descrever bem os personagens e as cenas, e posso dizer que este fic está sendo muito importante para mim, então, qualquer elogio, é uma grande vitória! Muito obrigada mesmo!

Hyuuga Florine: Arigatou, espero que tenha gostado deste também!

Kiyuii-chan: Demorei, eu sei. Mas, aqui está. Fiz o meu melhor tentando conciliar meu trabalho, curso e dois fic's pra atualizar. Obrigada!

Elfen Malfoy: Eu vou tentar não deixar doer tanto, pelo menos no campo das atualizações, já no campo das maldades com os persons... Hum, deixa quieto! XD!

Taty: Demorei mesmo, mas, aqui está! Espero que tenha gostado!

Hera3304: Nya, me desculpa mas, eu demorei um pouquinho, nee? Enfim, espero que tenha sido do seu agrado!

Maya: Nya, obrigada mesmo pelo votos! /o/

fashunhrey: XD! Você adivinhou, nee? XD!

Rai-chan i.i: Sim, o Sasuke está estranho por que ele é um cara mais sombrio, ou pelo menos, eu quis que ele ficasse assim. E quanto a Sakura, você tem uma leve noção do que está por vir. (evil smile)

Tomoyo-chan vulgo To-chan: XDDDDD Então você viu o filme, nee? Bom... Eu não posso lhe dar nenhuma resposta, senão qual graça teria, nee? Muito obrigada pelos elogios, e espero que tenha gostado da postagem!

Uchiha Nanah: XD! Nya, obrigada pelos elogios! Eu estou começando agora no anime Naruto e ainda estou aprendendo muita coisa, e lendo bastante! Pode apostar que vou ler seus fic's!

Haruno- Sáh: XD! Que bom que gostou! Demorei, mas, aí está!

Vingador Uchiha: Obrigada, obrigada! Tô envergonhada!! XD!

NANDA: Tá aí, querida! Demorou, mas, eu postei! Espero que tenha gostado!

Gabriela: Aqui está!

lovenly: Tá aí a continuação!

Kah: Nya, que vergonha!!

mandyuchiha: Nya, obrigada pelos elogios! Demorei, mas, aqui está!

Tsubame Hitori: Obrigada, obrigada!

grazi: Eu tive muita sorte de ser recebida tão bem! Espero que os próximos eu seja tão bem vinda assim!

haruno-sensei: Sim, eles merecem! Mas, vai demorar ainda pros dois terem alguma coisa, se é que me entende, nee? XD!

grazi: Se duplicou, ou é outra menina com o mesmo nome? o.o Obrigada, querida!

Sah Rebelde: Nya, que bom que gostou! Pretendo fazer ação em quase todos os caps!

Chinmoku: Nya, minha linda! Sabe que eu te adoro, nee? Muito obrigada por ler meu fic! Sim, a Sakura é uma guerreira! E o cara foi nojento mesmo. Enfim, Sasuke deu o que ele mereceu, não é mesmo? XD! Beijinhos!

Notas finais da autora:

Mais uma vez quero agradecer todo o carinho e a hospitalidade que me receberam no primeiro cap! Reviews são muito importantes mesmo!

Esse cap demorou um pouquinho mais do que eu pretendia para sair, pois, eu não achava a 'música perfeita' para servir de tema para ele e no fim, eu acabei não achando nada mesmo. XD! Não ficou tão grande e nem tão bom quanto eu gostaria, mas, deu para entender um pouco da personalidade mais fechada do nosso protagonista, nee?

Ele não é tão gelado, afinal. Só precisa de um pouco paciência, como vocês estão lendo. XD!

Muito obrigada mesmo á todos coments, e espero coments novamente para este cap! Até o cap 2, queridos!

Kao-chan.