Claramente, a sorte de Hermione não era tão grande quanto ela imaginava. Seu avisador tinha disparado quando ainda estava em Malfoy Manor, e ela foi chamada para ajudar com um incidente internacional contra o estatuto de ocultamento provocado por um grupo de magos ingleses de férias na Espanha. Tinha sido desconfortável sair da mansão quando ainda queria continuar estudando e se aprofundando nos mistérios da magia natural dos covens, além do fato de que esse chamado tinha interrompido o momento exato em que Narcissa Malfoy tinha-lhe dito para tirar a calcinha a abrir as pernas para mostrar-lhe o quanto tinha se divertido sozinha na alcova.
- Malditos idiotas sem juízo. – Ela xingou, ao se jogar na cama de hotel, lembrando-se de como teve que sair apressadamente, molhada e pulsando por tudo o que poderia ter feito com a mulher.
Sua frustração com o trabalho tirando-a de um momento tão esperado não impediu que sua mão deslizasse por baixo de sua camisola, sua imaginação sempre tinha sido boa o suficiente para fazê-la abafar gemidos no travesseiro desde a época da escola.
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- Então, eu soube que teve que ir para a Espanha ajudar a alguns idiotas que acharam ótima ideia lançar feitiços no meio de uma tourada. – Harry disse, sentando-se numa das cadeiras vazias de sua mesa no restaurante onde almoçavam quando podiam.
- Sim, deveria ter deixado que os castigassem lá. Se não tinham estômago pra coisa toda, deviam ter ficado longe dos eventos trouxas. – Ela disse, irritada. – São horríveis e cruéis, mas, é melhor do que fazer as armas desaparecerem no meio de um evento daquele tamanho.
- Os espanhóis devem ter adorado isso. – Harry disse com ironia.
- Eu estava bastante tentada a deixar que os idiotas ficassem presos por lá uma temporada. – Ela disse, sorrindo. – Eles iam amar as celas subterrâneas.
- Soube que vão ficar sem varinha por um tempo.
- Um ano, e tem que cumprir serviços comunitários. – Ela disse. – Não quiseram enviá-los para Azkaban um tempo, mas parte desse serviço vai ser na Espanha, então, posso vê-los varrendo as ruas do bairro gótico de Barcelona sem magia, vai ser divertido.
Harry riu, eles pediram a comida e quando finalmente a tinham, o jovem auror atacou as batatas como se fosse Ron.
- O convívio com Ron está tirando suas boas maneiras? Draco sabe disso? – Ela brincou.
- Eu estou faminto por culpa deles. – Harry disse, depois de engolir, já que não era tão selvagem para falar de boca cheia. – Experimente ter dois namorados exigentes, vou morrer de um infarto na cama e os dois vão reclamar no meu funeral.
Hermione riu.
- Sempre pode se livrar dos dois, soube que Ron faz muito sucesso com os clientes da loja, e Draco sempre pode escolher alguém da legião de admiradores que suspira por ele.
Harry praticamente rosnou, fazendo-a sorrir. Ele sempre foi um livro aberto e reconhecidamente ciumento, ainda que dificilmente fosse um daqueles homens horrivelmente controladores e neuróticos.
- Você é uma amiga horrível, tomara que minha sogra te ensine algo de compaixão. – Harry disse.
- Molly não tem um coven, Harry. Narcissa Malfoy provavelmente te daria um sermão sobre não saber satisfazer seus namorados. – Ela disse.
O auror assentiu, terminando de mastigar mais batatas.
- Já foi apresentada? – Ele perguntou.
- Não, como sabe disso? – Ela perguntou, curiosa.
- É parte da formação na Academia. – Ele explicou. – Caso tenhamos que lidar com covens em algum ponto, existe um formado só por aurores. A líder é Melanie McDougal.
- Ei! Se Draco sabia que você conhece sobre os covens e podia me ensinar, por que ele me mandou para a mãe dele?
Harry fez uma cara descrente.
- Sério, Mione? Ninguém envia alguém para Narcissa Malfoy, ela escolhe quem pode ir até ela. Draco só escolheu o momento certo para atender um pedido da mãe.
Hermione mastigou uma batata frita de seu prato, muito calma e composta.
- Vou me vingar do seu namorado qualquer dia desses, ele é um mentiroso manipulador.
Harry deu de ombros.
- Faça o seu pior, ele é difícil de cair em ciladas.
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Quando recebeu uma carta de Narcissa Malfoy na sexta-feira perguntando se poderia encontrá-la numa modista próxima ao Beco Diagonal, Hermione sequer pensou em recusar. Saiu do trabalho e não teve difculdade em achar a loja indicada na carta, quando entrou um sino a anunciou, mas, quando a porta se fechou atrás dela, as cortinas se fecharam, anunciando que o local não estava mais em funcionamento.
- Olá, deve ser a senhorita Granger. – A voz agradável chamou sua atenção para a mulher atrás do balcão.
- Sim, sou eu. – Ela respondeu.
- Narcissa está te esperando, venha comigo. – Ela disse, sem apresentar-se.
Hermione não questionou, mas, não podia deixar de admirar as costas retas e a intricada maneira com que o espartilho dela era amarrado. Os ombros e braços estavam nus, e os olhos de Hermione notaram sardas esparcidas pelos ombros, elas combinavam com o castanho claro do cabelo preso num coque propositalmente desarrumado. As duas chegaram ao que provavelmente era o provador, mas, claramente numa loja frequentada por pessoas ricas, era uma sala com uma parede inteira de espelhos, uma plataforma redonda em frente a essa parede para ajustes, havia alguns puffes de veludo vermelho, e Narcissa estava confortavelmente instalada numa poltrona ao lado de uma mesinha, tomando chá de um elegante conjunto de prata.
- Olá, senhorita Granger. – Ela cantarolou. – Posso ter esperanças de que hoje não está de plantão?
- Sim, agora só no mês que vem novamente.
- Excelente, eu odiaria desperdiçar o tempo da nossa querida Cassandra. – A mulher disse, sem tirar os olhos das duas.
- Eu jamais faria isso. – Hermione respondeu, curiosa. – O que vim fazer aqui?
- Amanhã vou apresentá-la formalmente a todos no coven, e já que gostou tanto da apresentação das pupilas de Astrid, farei isso nos banhos de Malfoy Manor.
Cassandra soltou um som satisfeito.
- Já faz um tempo desde que tivemos diversão ali. – Ela disse, movendo-se pelo quarto e abrindo um armário claramente oculto com magia antes. – Só por isso já tem minha gratidão.
Narcissa revirou os olhos levemente.
- Francamente, Cassie, é como se te deixássemos desatendida.
- Eu não disse isso. – A outra respondeu, tirando um cabide do armário com um tecido cor de palha e diáfano pendurado nele. – Aqui está seu vestido, minha querida… tem certeza de que não posso ficar?
A pergunta era claramente dirigida a Narcissa.
- Sim, já sabe que sempre fica com vantagens por eu trazê-las aqui para um vestido. Os demais nunca sabem das adições antes de você.
A mulher fez um beicinho e saiu depois de entregar o cabide para Hermione e piscar-lhe um olho.
- A calcinha é totalmente opcional.
Hermione ficou um pouco escandalizada, mas terminou rindo.
- Então, não contou a ninguém que pretende me introduzir no coven? – Ela perguntou, um pouco insegura.
- Nunca faço isso. – Narcissa respondeu. – É minha escolha, quem não gostar sempre pode sair e conversar comigo depois. Além do mais, surpresas tendem a aumentar a diversão.
- Então, eu seria a atração da noite. – Hermione disse, um pouco intimidada.
Os olhos de Narcissa brilharam de malícia.
- Oh, notei que gosta disso, pensei que tinha uma veia exibicionista que podemos explorar, já que parecia tão excitada quando te pedi para abrir as pernas e me mostrar o quão molhada estava só de ler o grimório. – A mulher provocou. – Foi com isso que fantasiou quando se satisfez sozinha depois? Em se tocar só para eu ver?
Hermione assentiu.
- Como eu imaginei. Agora, por que não experimenta o vestido que ela fez para você?
- Os vestidos dessa loja sempre são assim? – Perguntou, colocando a roupa estendida sobre um dos puffes, e enquanto se inclinava para tirar os sapatos e as meias se perguntou se devia usar magia para tirar as roupas.
- Só para clientes especiais. – Narcissa respondeu. – As lingeries são minhas preferidas, tenho certeza de que ela te faria peças personalizadas se pedir adequadamente.
Hermione assentiu, olhando nos olhos controlados da mulher enquanto desabotoava sua camisa e a jogava num puffe livre, ganhando uma sobrancelha erguida em resposta.
- Tão descuidada com as roupas. – Foi o comentário displicente, nada parecia afetar a pose da grande dama e isso não deveria excitar tanto Hermione, que se perguntava se ela manteria o rosto controlado e a expressão neutra o tempo todo. – Severus teria algumas palavras a dizer sobre isso.
- E eu gostaria de castigá-lo pela insolência de me corrigir. – Ela deixou escapar, mordendo o lábio inferior em seguida. Suas fantasias sobre dominar seu antigo professor de Defesa contra Artes das Trevas não eram exatamente algo que gostava de sair divulgando por ai.
Narcissa voltou a ter aquele brilho malicioso no olhos.
- Oh, sim. Vai ser muito divertido tê-la conosco, senhorita Granger. – Ela disse, deixando a xícara de chá vazia na bandeja. – Não tem ideia das coisas que vamos fazer.
Hermione perguntaria, mas estava ocupada desafivelando seu sutiã e sentindo como seus seios eram liberados da restrição, a sensação era sempre uma delícia. Sentindo-se ousada, tirou a saia e a calcinha de uma única vez, pulando para fora do montinho de tecido, ao mesmo tempo em que domava os cachos num coque improvisado. Os olhos atentos de Narcissa a acompanham enquanto ela deslizava o tecido gelado e suave do vestido por sua cabeça, embora o ajuste em seus seios seja bastante justo, o restante do tecido deslizou por seu corpo levemente, acariciando toda a pele exposta. Ela se virou para o espelho, vendo como seus mamilos escuros se destacavam, totalmente visíveis através do tecido apertando-os, da mesma forma que a sombra dos pelos em sua virilha era visível e as coxas eram exibidas por fendas frontais que chegavam quase até sua cintura.
- Não é exatamente diferente de estar nua. – Ela disse, amando a sensação.
- É muito melhor, porque a nudez não te acaricia a cada movimento. – Narcissa disse, junto a seu ouvido.
No espelho, Hermione via-se tão escandalosamente vestida enquanto a mulher colada a suas costas estava perfeitamente elegante e poderosa. Sentiu as unhas bem aparadas subirem por seus braços e descerem pelo tecido até chegarem a seus seios, seus mamilos já provocados pela suavidade do tecido roçando neles, endureceram completamente ao serem acariciados e beliscados embaixo daquele tecido que não representava proteção nenhuma.
- Deveria furá-los. – Narcissa disse, soando perfeitamente composta. – Ficaria linda com joias enfeitando-os ainda mais.
- É um costume entre as puro sangue? – Hermione perguntou, lutando para encontrar a própria voz.
Narcissa sorriu como uma predadora perigosa.
- Nós gostamos de joias, nunca notou como grande parte das jovens puro sangue tem um colar de pérolas? O que imagina que fazemos com eles em nossas camas?
Hermione soltou um suspito excitado ao imaginar uma fileira de pérolas acariciando seu sexo molhado, que palpitou em resposta a imagem mental, ainda mais porque tinha poucas coisas que apreciava mais numa parceira de cama do que a capacidade de enredá-la com palavras.
- Os rituais mágicos sempre tiveram componentes de conjunção carnal ou prazer. – Narcissa continuou, enquanto seus dedos passeavam pelas coxas expostas de Hermione, que observava tudo no espelho, fascinada e excitada. – Por exemplo, eu poderia ver meu coven confortavelmente instalada na minha cama e transmitir magia para eles, desde que, estivesse sintonizada e aberta para o ambiente. E nada te deixa mais sensível e consciente de cada coisa ao seu redor do que um orgasmo delirante.
A mulher mais velha terminou sua fala levantando a tira do meio de sua veste, expondo sua virilha e barriga a seu olhar no espelho.
- Segure isso, sim? – Ela pediu, e Hermione prontamente agarrou o tecido, segurando-o fora do caminho com dedos de aço.
Narcissa não tirou os olhos da imagem no espelho enquanto seus dedos deslizavam para baixo, encontrando as dobras úmidas e quentes de sua mais nova pupila. Retirando sua varinha das vestes rapidamente, ela invocou um dos puffes mais baixos para perto delas, sorriu quando nem precisou pedir para Hermione apoiar um dos pés nele, afastando as coxas e permitindo uma visão melhor de seu sexo brilhante.
- Uma moça tão esperta assim. – Ela disse, junto ao ouvido da jovem, mordiscando-lhe a orelha e enviando um arrepio pelo corpo de Hermione. – Uma bruxa puro sangue teria aprendido na puberdade a sintonizar as ondas de magia que libera quando sente prazer com o ambiente.
Hermione assentiu, já tinha ouvido falar sobre isso, e pior, com a voz profunda e provocante de Snape. Parte da classe tinha soltado risinhos nervosos e envergonhados ao chegarem na parte dos rituais sexuais que eram comuns entre os druidas, wiccas e líderes xamãs, mas ela só conseguia se perguntar se ele havia participado de algum desses, ou se ainda participaria. O fato de ele nunca ter se casado era algo que ainda causava muita especulação no mundo mágico. Sua linha de pensamento foi cortada quando sentiu os dedos hábeis da mulher acariciando os lábios de seu sexo e os separando, para logo massagear sua entrada, empapando os dedos com sua lubrificação.
- Deixe-me adivinhar, está ficando molhada pensando em todas as vezes que sonhou acordada com Severus levantando sua saia e te fodendo? – Narcissa provocou.
- Na frente da sala toda, seria uma lição. – Hermione devolveu, sem vergonha nenhuma.
Narcissa soltou um som de aprovação.
- Você tem uma veia exibicionista bastante larga, senhorita Granger. – Ela provocou, ao mesmo tempo em que começava a massagear o clítoris da jovem com movimentos suaves e circulares, fazendo-a ofegar. – E com uma imaginação tão fértil. Conte-me, o que fantasiou sobre mim?
Hermione engoliu em seco, mal podia pensar enquanto sentia seu prazer crescer em seu ventre. A mulher pareceu notar isso, e sem o menor pudor posicionou melhor a mão para pressionar os quadris da bruxa mais jovem para trás, fazendo com que Hermione sentisse suas nádegas praticamente nuas prensadas contra o tecido da saia do elegante vestido da matriarca, se ela estivesse nua estaria usando sua coxa para se masturbar?
- Moças que não respondem não ganham diversão. – Narcissa avisou, com a voz pingando provocação.
- Naquele jantar… sabe que eu estava irritada com a sua irmã, eu me diverti horrores pensando em como escandalizar ainda mais vocês duas com as minhas maneiras trouxas. – Hermione disse, ofegando ao ser recompensanda com os dedos esguios descendo um pouco mais e provocando sua entrada enquanto a palma delicada e macia da mão da aristocrata esfregava seu clítoris palpitante. – Fiquei imaginando que me levantaria quando seu marido se ofereceu para providenciar uma bebida a meu gosto, já que só tinham aquele vinho horroroso, e me ajoelharia embaixo da mesa dizendo que poderia me servir bem ali. Como boa anfitriã que você é, me deixaria à vontade, mas depois me levaria para um escritório e me castigaria pelo atrevimento, me lembrando que deveria distribuir igualmente minhas habilidades com a língua.
- Não posso acreditar que insultou meu vinho! – Narcissa disse, realmente ofendida e penetrando a jovem com dois dedos firmes. – Que atrevimento.
Hermione choramingou ao sentir os movimentos sensuais dos dedos fodendo-a com lentidão e firmeza, inclinou-se para frente deixando sua testa descansar na superfície fria do espelho, soltando um gemido lastimoso quando a outra mão da mulher alcançou seus seios, puxando o tecido que os cobria para os lados, passando a esfregar seus mamilos com a mesma habilidade com que continuava masturbando-a. Hermione não sabia o que era mais decadente, o som molhado que os dedos de Narcissa faziam ao entrar nela, seus gemidos suaves ou olhar para baixo no espelho e ver tudo tão claramente.
- Vou fazer Lucius te dar uma educação completa sobre vinhos, me recuso a ter alguém tão sem paladar por perto, é um absurdo. – Narcissa continuou falando, como se não estivesse dedilhando uma mulher ofegante e extasiada colada a seu corpo. – Vou supervisionar as aulas pessoalmente, posso até ser obrigada a castigá-la realmente se continuar insistindo nessa loucura de não gostar de vinho.
Hermione riria, mas não pôde, já que começou a gozar quando a mulher tirou os dedos de dentro dela para dar-lhe tapinhas sobre o sexo palpitante, alternando com carícias suaves em seu clitóris. Terminou apoiada no espelho, tentando recuperar o fôlego e se perguntando se aquele tecido tinha como ficar mais transparente ainda, já que estava totalmente grudado em seu corpo pelo suor.
- Isso foi incrível. – Ela murmurou.
Narcissa, cujos cabelos pretos contrastavam lindamente com os fios tingidos de louro que via no coque deu-lhe um olhar condescendente.
- Claro que foi, afinal, era eu quem estava te fodendo. – Ela disse, arrogantemente. – Agora, tenho que ir, recomponha-se, se gostou disso, nosso encontro nos banhos da mansão te deixarão imprestável para o resto do mundo.
- Eu vou cobrar isso.
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Quando chegou em casa depois de terminar sua reunião com sua nova pupila, e de ter terminado suas encomendas no Beco Diagonal, Narcissa sorriu ao ver que Lucius e Severus estavam juntos na casa. O pocionista nem sempre podia sair da escola nos fins de semana, já que como Chefe de Casa tinha deveres de monitorar os alunos, mas, seu marido já tinha lançado políticas para descanso adequado dos docentes no conselho de direção quando ficou claro que os pedido de Severus não surtiam efeitos em Dumbledore, bonito e eficiente. O que mais ela poderia querer num homem?
- Olá, adorável esposa. – Lucius disse, levantando-se quando a viu para que pudesse beijar-lhe levemente.
- Olá, Lucius. Como foram seus negócios hoje? – Ela perguntou, impedindo que Severus se levantasse com um gesto, já que preferia se inclinarpara acariciar-lhe o cabelo e aspirar o cheiro de alecrim e sálvia do shampoo que ele usava cada vez que chegava na mansão.
- O de sempre. – Ele respondeu, vendo como sua esposa beijava a bochecha de Severus. Ele não podia culpá-la, ele ficava realmente adorável ajoelhado em sua almofada favorita, usando nada mais que sua gaiola de castidade de prata e seus grampos de mamilo. Ele podia admirar a beleza de um mago tão poderoso se apresentando assim para ela, mesmo que não se sentisse atraído por corpos masculinos a não ser para quando os dois se uniam em uma bela bruxa. – Draco conseguiu trazer os investidores italianos para o resort, ainda que eu não entenda porque alguém que mora no continente viria passar as férias por aqui.
- Porque os campos ingleses são adoráveis. – Ela disse, acariciando com as unhas os mamilos inchados de Severus. – E sabemos como nossos nativos estóicos são quando se permitem alguma diversão.
Lucius sorriu.
- O que estava fazendo essa tarde, amada esposa? Conheço esse seu olhar.
- Então, deveria estar me despindo, não me interrogando. – Ela respondeu altiva.
Severus não disse nada, degustando a sensação de seu pênis palpitando contra os aros de metal que o circundavam enquanto assistia como Lucius deixava a esposa somente de espartilho e a montava no sofá da sala. Ele mal podia esperar para ver o que aconteceria na próxima reunião do coven, ele não via Narcissa tão excitada há um tempo.
E foi isso, obrigada por ler e agradecem-se os comentários. ;)
Bjos
