Oi gente, Stella aqui! Esquecemos de avisar que a gente vai postar quinta sim e quinta não... POR FAVOR DEIXEM REVIEWS SENÃO O SÁTIRO DE VOCES NAO VAI BUSCAR VOCES E SUA CARTA DE HOGWARTS NÃO VAI CHEGAR E VOCES VAO SER ESCOLHIDOS PARA IR PROS JOGOS VORAZES!
Ehehe (leiam isso como a risada do Voldemort), mas por favor nos digam se gostaram :)
A nossa nova capa (que por sinal ta muito melhor que a antiga) foi a Be (da fic mesmo) que fez, ela também é nossa co-autora, só que não tem conta em site de fic...
Bem, é isso, nós nos vemos la em baixo! :)
Bjs


As Guerreiras do Olimpo

O Mistério da Vitalidade

Capítulo 2- A Denteção

—Você acha que... —começou Jean

—Não, mas... eram quantas? — perguntou Erick incerto

—Temos que conversar com ele. A profecia...

—Eu sei...

As garotas olharam para eles, mas eles já tinham saído. Elas olharam confusas para onde eles estavam segundos atrás.

—Eu já li isso em algum lugar —falou Stella —pessoas que desligam por segundos e não sabem o que aconteceu...

Elas ficaram em silencio por algum tempo, até que Beatriz disse:

—To com fome.

Elas soltaram uma risada e foram almoçar.

—Vamos nos atrasar! —disse Ana, terminando de tomar seu frapuccino.

—Ah quem liga? Ela nem podia dar isso para gente! —falou Be

Mesmo assim elas foram em direção a escola. Luísa passeava a passos irregulares e fazia curvas desnecessárias.

—Pare de fazer isso! —pediu Stella

—Ah! É que eu estou me sentindo meio...livre!

Ana Luisa parou der repente e apoiou uma mão na parede.

—Ana? —perguntaram em coro, preocupadas.

Seus olhos piscaram brancos.

—Eu... Eu estou bem. Só... não sei, tenho um pressentimento que algo irá acontecer hoje.

Be revirou os olhos e elas continuaram andando até a sala das professoras.

—Ah! As pequenas delinquentes chegaram! Eu quero que vocês deixem aquele chão BRILHANDO!

Então ela deu pequenas escovas, uns baldes, panos e produtos de limpeza e apontou para o chão da sala.

Elas tentaram abrir a boca para protestar, mas ela já tinha sumido.

—Eu estou começando a me assustar — confessou Stella

—Eu já tinha começado — respondeu Luisa pegando os baldes.

Elas começaram a limpar.

—AH EU NÃO ACREDITO! — gritou Be depois de 10 minutos — isso vai levar o dia TODO!

Então ela bateu a mão em cima de uma grossa mesa de madeira. Um barulho ecoou no pátio. A mesa estava quebrada, com farpas voando para os lados.

—Eu... eu juro que... —começou Be

As meninas ficaram pálidas, sabiam que ela era forte, mas não a esse ponto.

—Como... como você...— garguejou Ana Luisa

—Eu não sei! —exclamou Beatriz — foi como se der repente, eu sentisse uma onda de poder...

—Passando pelas suas veias, fazendo você sentir mais forte? —perguntou Luisa, olhando nos olhos dela — foi assim que eu me senti com o bebedouro.

Um silêncio assustado foi seguido de um berro agudo. Ana Luisa estava no chão, com as mãos apoiadas para não cair, tremendo muito. Seus olhos estavam fora de foco. Luísa tentou levantar ela, mas se afastou assim que sua mão tocou o braço da amiga.

—Ela está quente!

Be tentou fazer a mesma coisa, ignorando o aviso de Luisa, mas acabou se afastando num salto. Só que Ana Luisa tinha caído no chão de vez, e se levantava, ainda tremendo um pouco, mas aparentemente normal. Dessa vez as três de aproximaram de Ana, e, sem se queimar, a ajudaram a levantar.

—Marina...cuidado..fugir... —balbuciou Ana Luisa até que ela pareceu se recuperar totalmente, pegando as tintas da mochila ela começou a pintar algo no chão. Algo enorme. Algo com presas.

Um monstro. De asas, garras e dentes pontiagundos.

—ANA! —gritou Stella, que foi a única capaz de recuperar a voz — O que é isso?

Ana apenas levantou, aparentemente, estava normal. Tinha parado de tremer, e parecia um pouco confusa.

—O que houve? —perguntou ela

—Você deu um berro e caiu no chão —explicou Stella — tremendo muito, com os olhos fora de foco. Elas tentaram te levantar, mas você parecia estar pegando fogo de tão quente. Depois levantou e desenhou isso no chão.

Ana olhou para seus pés, e viu o desenho.

—Eu...eu lembro. Foi como um flashback, só que eu nunca tinha visto aquilo. Nós... nós estamos em perigo

— É claro que estamos em perigo, tem uma bruxa nos fazendo limpar o chão com escovas de dente — disse Beatriz com sua voz já recuperada.

— Não é algo pior, não consigo me lembrar muito bem o que, mas é ruim. — disse Ana olhando para o infinito como se estivesse se lembrando de um pesadelo há muito tempo já esquecido.

— Ok, isso é muito estranho — disse Luisa olhando para os lados

— Xiu! Vocês tão ouvindo passos? — perguntou Stella se dirigindo a porta.

As outras fizeram que sim com a cabeça e pareciam entrar em pânico

— É a Marina! Ela vai nos matar! — disse Luisa

— O demônio! O demônio! — repetia Ana Luisa

— Calma gente, é só a gente arranjar uma desculpa — disse Be calma.

— Claro Be, e a gente fala o que? Ah, desculpa Marina, a gente tava dançando macarena e a Beatriz se animou e quebrou a mesa. E aí a Ana pegou as tintas e jogou pra cima e caiu tudo no chão aí ela começou a rolar nelas e deu nisso. Muito convincente! — disse Stella ainda perto da porta.

Por alguns instantes elas ficaram em silêncio, ouvindo os passos se aproximarem, a única voz era a de Ana, repetindo "o demonio".

— Eu não sou tão gorda, ta? — disse Be cruzando os braços.

Luisa não se conteu e entrou em um ataque de riso, seguida por Stella e Beatriz.

— Chega gente! Nós temos que arrumar isso em alguns minutos! — disse Stella se recuperando.

— Como? — perguntou Luisa — é impossível!

— Nada é impossível — disse Stella scaneando a sala.

— Be, invoca a sua super força de novo e coloca um pedaço da mesa em cima do desenho da Ana. Luisa fica perto da mesa como se você não soubesse o que aconteceu. E Ana, pelo amor de Deus para de falar "o demônio"! Eu vou fingir que tava saindo pra chamar ela porque a mesa quebrou do nada.

Ana olhou para Stella, como se estivesse acordando, e concordou com a cabeça. Elas se arrumaram, e quando Stella estava indo para porta ela se agachou, e colocou um ouvido sobre ela, fazendo sinal para as amigas fazerem o mesmo.

— Vocês tão escutando? — perguntou Stella

— Parece o Erick e o Jean — disse Luisa.

Do outro lado da porta, as meninas podiam ouvir os dois meninos discutindo algo em sussurros.

— Cara, eu acho que elas são. Você sente algo? — perguntou Erick

— Eu não sei Erick, como já te disse não consegui ficar muito com elas, elas parecem ser. Se você não tivesse brigado com a Stella e os outros quando vocês eram amigos pequenos eu poderia saber. — disse Jean

— Cara, eu não posso concertar o que já foi feito. Elas já estão começando a desenvolver seus poderes. Você acha que a Marina já sabe? — perguntou Erick preocupado

— Eu não sei mano, mas acho que sim, você viu como ela pega no pé delas? — disse Jean soando assustado

— Vi, mas tem algum jeito de retardar os poderes delas?

— Não sei cara, como eu já te disse, eu não sei de quem elas são filhas. Bem, da Luisa ja ficou bem obvio, mas das outras não Eu tenho suspeitas que a Be é de Ares, mas e a Stella e a Ana? Você sente algo? — disse Jean

— Não sei cara.

— Eu acho que a Stella pode ser tipo você, mas eu não sei, ela não é loira nem nada... Seria só por cantar, o que ela faz um pouco demais. Eu consegui fazer ela parar um pouco por encher ela. Mas eu não sei se é o correto. Eu não tenho ideia de quem ela e Ana são filhos... Ana até pode ser de Atena, mas Stella... — concluiu Jean

— Mas a profecia dizia que quatro meninas viriam. — falou Erick apressado

— Eu sei cara, mas... xiu, xiu. A Marina. Então, o que você achou do jogo de futebol? — perguntou Jean mudando de assunto rapidamente

— Muito bom cara. — disse Erick

— O que vocês estão fazendo aqui, queridinhos? — perguntou uma voz bem conhecida.

Marina, as meninas falaram labialmente.

— Nada Marina, só conversando. — disse Jean nervoso

— Então vão conversar em outro lugar — disse Marina agressivamente.

— Ta bom — disse Jean e elas ouviram os passos indo embora.

A maçaneta começou a girar, e as meninas foram correndo para suas posições.

—O que estão fazendo? —perguntou Marina assim que abriu a porta.

—Marina! —disse Stella — a mesa... nós íamos limpar ela, e ela quebrou DO NADA!

—Foi muito estranho —completou Luísa

Mas Marina não estava prestando atenção, seus olhos estavam vidrados no chão, onde um pedaço de asa do "demônio" que Ana havia desenhado.

—O que é aquilo? —perguntou ela

—Na...nada —mentiu Stella

—Só sujeira — confirmou Luisa meio incerta

Marina olhava para o nada

—Então acham que iriam me enganar? — A voz que saia era cortante, ecoava, e não pertencia a professora — Eu sabia que eram vocês! Seu cheiro é forte, por mais que tenham a vantagem! E agora vão MORRER!


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Bjs
Ste e Lu