Oi!
KKKKKKKKKK Diz-se que "Água mole em pedra dura tanto bate até que fura"
Furei 'Cheivinha'. KKKKKKKKKKK Você quase me mata de rir. KKKKKK
Irei postar a duas meninas, mas infelizmente só poderei atualizar uma por dia, assim um dia será Gigolô e no outro Vizinhos. Combinado?
Preparadas para a diversão? Confesso que achei que o personagem era mais a cara do Emmett que do Edward. Mas porque não quebrar o
protocolo e ter um Edward comilão e brincalhão também não é?
Beijo grande e boa leitura.
— Oh, não, não, não, não, não! — Isabella murmurou incrédula, enquanto observava suas tulipas rosa, brancas e amarelas sendo arrancadas violentamente para fora do chão. Ela empurrou de volta sua mesa do computador e saiu em direção à porta da frente. Estava indo para matá-lo, desta vez não havia nenhuma dúvida sobre isso.
Depois de cinco longos anos de disparates juvenis, finalmente ele tinha ido longe demais. Sua colega de faculdade não tinha sido capaz de irritá-la tanto, mesmo quando ela passou por um período de seis meses sem tomar banho, ou usar desodorante para "salvar o planeta".
Cinco anos atrás, ela tinha tido o orgulho de comprar sua primeira casa com apenas vinte e quatro anos. Ela trabalhou para caramba para comprar a casa de seu sonho, a um nível de fazenda de dois quartos. A experiência de possuir sua própria casa era melhor do que qualquer coisa que ela poderia ter imaginado.
Ela gastou incontáveis horas escolhendo o esquema de cores perfeito para cada quarto, limpando, organizando e transformando madeira e gesso em um verdadeiro lar. Nenhum destes trabalhos se comparava com as incontáveis horas que passou em seu gramado e jardim. Com inúmeras bolhas, cortes, picadas de abelha e dores nas costas, ela transformou o quintal sem graça em um paraíso.
Sua alegria durou ao todo quatro meses. Foi quando ele se mudou para a casa ao lado. No início, ela estava animada para ter um vizinho que não fosse idoso ou mal-humorado. Toda a sua alegria terminou no momento em que ela conheceu Edward Cullen.
Nos primeiros dez minutos de sua chegada, ele havia apoiado na sua caixa de correio, jogado embalagens de fast food de seu carro para a sua propriedade, o que rapidamente fez o seu caminho para o seu gramado impecável, e encostou-se no velho carvalho grande em seu gramado, com um sorriso tímido e um encolher de ombros em sua direção.
O homem era um bárbaro.
Durante os cinco anos seguintes, ele transformou sua vida pitoresca em um pesadelo. Ela não sabia como uma pessoa conseguia tirar tanto o controle sobre a sua felicidade, mas ele fez. Ao longo dos anos ela lidou com bolas de paintball, com seu varal cheio de roupas penduradas por decoração ao lado da sua casa, com a música alta, festas, duas vezes ela encontrou pessoas nuas tentando escalar o muro para um mergulho rápido em sua piscina, três horas de jogos de basquete de bêbados, mulheres surtando em seu gramado frontal e às vezes no dela quando o idiota se recusava a sair e lidar com elas.
O que piorou as coisas foi o fato de ambos trabalharem na mesma escola privada, no mesmo departamento, com salas e lugares de estacionamento um ao lado do outro. Não demorou muito para ele transformar seu sonho de emprego e casa em um pesadelo. No trabalho ela teve que lidar com ele constantemente emprestando as coisas da sua sala como papel, canetas, livros e até mesmo, uma vez, sua mesa.
Ele parecia pensar que era o homem mais charmoso na terra e não tinha nenhum problema em usar esse charme para ser um professor descontraído, deixando-a com trabalho extra e responsabilidades. Não demorou muito tempo para descobrir que ela teria que levantar a poeira, sacudir e dar volta por cima no trabalho. Na idade dela não acreditava ser capaz de conseguir um emprego melhor. Tinha a sorte de ter este. Assim, a única opção para ela, era de se mover.
Após o primeiro ano, ela tentou vender sua casa, sem sucesso. Cada vez que um potencial comprador se aproximava, ele os assustava apenas por ser Edward. Ela manteve a ideia de vender sua casa por dois anos, mas no ano passado a colocou novamente à venda, quando ele começou a jogar golfe e quebrou três de suas janelas. Depois, ele conseguiu assustar quinze potenciais compradores, porque teve um ataque particular e memorável de raiva e jogou seu computador pela janela, fazendo um rugido alto e claro, desfilando apenas de cuecas pelo quintal para ver seus emails, e, claro, não houve bom senso, ou melhor, houve sua ausência total.
Seu gramado estava coberto de grama caranguejo e ervas daninhas. Ele só pagava o garoto da vizinhança para cortar uma vez por mês. O resto do tempo era o habitat escolhido de pequenas criaturas da floresta. A casa precisava de um trabalho de pintura sério, ou pelo menos uma limpeza de todas as lascas de tinta que tinha caído no chão ao longo dos anos. Se ele pessoalmente não assustasse alguém, a aparência de sua casa fazia esse trabalho. Ela desistiu do sonho de se mudar para longe há cinco meses, e se colocou em oração para que ele mudasse em breve, muito em breve.
Agora ele estava indo atrás de suas tulipas, seus bebês. Isso não estava acontecendo. Já era o suficiente. Nos últimos cinco anos, ela engoliu sapos com muito medo de reclamar. Ela sempre foi assim, até mesmo quando era criança.
Ela sempre foi à menina tímida e quieta com o nariz enterrado em um livro, esperando que ninguém a notasse. Não era tanto a ponto de não ser uma pessoa social, ela era. Tinha mais a ver com o fato de que ela era uma garota medrosa. Quando os outros garotos pegavam nela ou a empurravam, ela se encolhia, era incapaz de lidar com o confronto. Esse mau hábito a seguiu até a idade adulta.
Ficava pior perto de homens bonitos como Edward. Seus cabelos de bronze e seus olhos verdes acinzentados a deixava nervosa. Ela só não era boa em lidar com pessoas. Esse lance de boa aparência para um cara que estava sendo particularmente imbecil a transformava em uma idiota chorona. Pessoas insistentes realmente lhe sugavam e ela nunca aprendeu a lidar com eles.
Quando ela pegou sua companheira de quarto roubando seus documentos, alimentos e dinheiro, o que ela fez? Ela evitou seu quarto, até bem, depois das duas da manhã, quando ela sabia que Angel estaria dormindo e em seguida correu mais do que do inferno para fora de lá antes que ela acordasse de manhã. O mesmo poderia ser dito quando os poucos namorados que ela conseguiu ao longo dos anos que se aproveitaram dela.
Ao invés de freá-los, como ela deveria fazer, guardava para si, sabendo que iria se cansar e seguir em frente. Sim, ela era uma covarde. Essa foi à única razão pela qual Edward Cullen tinha mantido seu comportamento durante os últimos cinco anos. Não
mais. As flores eram a última gota. Sua avó lhe deu os bulbos1 de seu próprio jardim quando ela comprou a casa e ela amou.
Ela viu a mangueira enrolada e tomou uma decisão fácil. Isso acabou aqui e agora. Os dias de sua covardia com o mundo acabaram.
— Que diabos!
Edward pulou quando uma torrente de água gelada bateu nele.
Ele não sabia o que esperar, mas certamente não era a sua pequena vizinha tímida e colega de trabalho lhe molhando com sua longa mangueira. É evidente que ela tinha perdido seu juízo.
— Afaste-se das minhas tulipas - ela ordenou num tom de autoridade.
Ele realmente não poderia deixar de sorrir para ela. Ela parecia tão malditamente bonita com seu cabelo de bronze longo puxado para trás em um rabo de cavalo torcido, os olhos verdes cheios de fogo escondidos atrás de grandes óculos fazendo-a parecer adorável, e, claro, sua camiseta preta bem apertada com a palavra "Nerd", escrito muito decente através do tamanho de seu peito a fazia parecer bastante quente. Seus olhos caíram para o short bonitinho que era curto e revelava as curvas de suas pernas, muito bom, muito bom mesmo.
Claro que ele sabia que a sua vizinha quieta era impressionante. Foi à primeira coisa que notou sobre ela no dia em que se mudou. A segunda, que era muito tímida, muito nervosa, uma mulher facilmente assustada. Ele ainda fez uma careta quando pensou naquele dia. Depois de cinco horas na estrada ele estava precisando desesperadamente de um banheiro. Infelizmente, o corretor de imóveis, que disse que estaria lá, não tinha deixado às chaves e ele teve que tomar uma decisão, urinar nas calças ou regar a árvore. No final, a árvore ficou com uma boa quantidade de refrigerante reciclado.
Ela ainda não tinha dado a ele uma chance de se explicar ou pedir desculpas. Seu rosto ficou praticamente vermelho antes dela correr para sua casa. A partir disto, ela o evitava a todo custo. Se ele acenou e disse "Olá" ela murmurava algo ou o ignorava. Se ele ou um de seus amigos idiota quebrasse algo em sua propriedade, ela não falava uma palavra. Se ele fosse um idiota, poderia facilmente fugir para não pagar por todas aquelas janelas quebradas ou manchadas com tiros de paintball, mas ele não era um idiota tão grande.
Quando ele fez o rebosteio, soube que ela nunca iria falar por si mesma, assim, ele fez uma chamada e substituiu o que ele tinha quebrado. Isso seria apenas fazer ele se sentir como um idiota maior ainda se aproveitasse da situação.
Sempre o incomodava o fato de que ela nunca falou. Ele não conseguia se lembrar de alguém que não gostasse dele tão rápido e intensamente antes em sua vida. Não importa o que ele fazia, ela não falava com ele. Inferno, ele, no seu lugar, teria chutado sua bunda anos atrás, ou pelo menos teria chamado a polícia, como os outros vizinhos fizeram ou registraria uma reclamação com o Diretor da escola, como muitos de seus outros colegas de trabalho tinham feito. Inferno, ela nunca assinou qualquer uma dessas numerosas petições do resto do bairro que normalmente gostavam de lhe dar rotineiramente. Ele verificou todas e uma por vez.
Ele não era um idiota de propósito. Isso só veio naturalmente para ele. Todos entendiam e aceitavam. Provavelmente, porque mesmo que ele fosse um idiota, era um imbecil simpático... a maior parte do tempo.
Ele ficou muito feliz que finalmente ela saiu de seu trono para falar com ele, mas também estava chateado de ser encharcado até os ossos em sua camisa favorita e shorts cáqui. Aparentemente, ele não se moveu rápido o suficiente, porque ela o pulverizou novamente.
—Você é louca? - ele perguntou.
Ela fez um gesto com a mangueira para ele dar um passo atrás.
—Afaste-se do meu jardim... Agora.
— O canteiro de flores? - ele perguntou incrédulo.
—Sim, meu canteiro de flores! — Outra curta pulverização. — Eu plantei essas flores há cinco anos, antes de você se mudar!
Edward correu seus dedos frustrados por seu cabelo bagunçado.
— Então você deveria ter verificado os limites da propriedade antes de perder seu tempo! — Ele retrucou.
Seus olhos se estreitaram nele.
—O canteiro é minha propriedade!
—Eu acho que não, querida. Vai verificar sua planta se você não acredita em mim. Este canteiro está cem por cento na minha propriedade — disse ele asperamente. Ele apontou para os dois metros de espaço que separava suas casas, onde o canteiro de flores continuava até que ela veio para a grande cerca de madeira de piquete, que começou na esquina da sua casa e continuou na parte de trás, separando seus quintais.
—Você tem cinco centímetros da parede de sua casa para fora. Sua propriedade termina dois centímetros antes do meu canteiro de flores! É por isso que a pequena cerca branca estúpida inicia contra a sua casa, em vez de do outro lado do canteiro.
Ele viu quando ela olhou para o pequeno espaço que separava suas casas. Quem construiu suas casas era realmente um idiota. Ambas as suítes foram construídas a menos de dois metros de distância. No entanto, há mais de trinta metros de espaço entre cada casa e as outras casas vizinhas. Não havia nenhuma privacidade com a forma idêntica como as casas foram concebidas. Ele não teve escolha senão colocar sua grande cama diretamente para a janela e pelo que ele podia ver nem ela teve. Ficar no quarto menor estava fora de questão. Sua cama nunca se encaixaria nele.
Era estranho dormir há menos de dois metros de distância de uma mulher que achava que ele valia menos do que a sujeira do cavalo. Durante o verão, os dois se recusaram a abrir as janelas até que o calor se tornou opressivo, deixando-os sem outra escolha.
Trazer uma mulher para seu quarto esqueça. Ele nunca tinha precisado de um PDA para lhe lembrar de não fazer sexo em público e ter relações sexuais em seu quarto seria como uma execução pública.
Não importa quantas vezes ele tentou se lembrar de que estavam em casas separadas e separados por mais do que apenas um pequeno jardim de flores estúpido, ele não podia se permitir levar uma mulher para sua cama. Não que ele fizesse isso normalmente. Ele nunca convidou uma mulher para sua casa. Essa era uma de suas dez regras do namoro. A única vez que levou à sua casa, era uma prostituta, quando ele se mudou, o que foi feito do lado de fora.
Nunca em toda a sua vida adulta compartilhava a cama com uma mulher. Isso era muita intimidade e enviava a mensagem errada. As poucas vezes que cometeu o erro de relaxar na cama de uma mulher após uma rápida transa, provou ser um grave erro. Elas queriam mimar e sempre fizeram as perguntas que o estremeceu: "O que você está pensando? "Você me ama"?, "Você está tão feliz quanto eu estou?", "Por que você continua me chamando pelo nome da minha irmã?", ou o seu favorito "Eu me pergunto o que nossos bebês terão de semelhante conosco." Não, o sexo estava melhor na casa de uma mulher, no quarto de hotel, ou melhor, ainda, no banco de trás de um carro.
Graças a Deus, sua vizinha parecia compartilhar da mesma atitude. Ele odiava a ideia de acordar ao som de um outro homem grunhindo e gemendo. Com a sorte que tinha, era capaz de filtrar os sons em seu sonho e acabar tendo um sonho gay. Felizmente isso nunca aconteceu, caso contrário, ele estaria dormindo em seu sofá.
Não era como se a sua bela vizinha estivesse sem atenção masculina. Tinha visto vários perdedores farejando-a nos últimos cinco anos. Ela estava facilmente despreparada, pelo menos fisicamente. De personalidade sábia, bem, mesmo de longe, ele poderia dizer que eles eram todos idiotas. Ele não era um príncipe, sem sombra de dúvidas, mas estava disposto a dar um soco em alguns deles nos últimos anos, pela forma como a tratavam. Eles nunca bateram nela, senão teria matado os filhos da puta. Ele não era a favor de bater em mulher, sem importar o motivo. Às vezes sentia como se a estivessem usando, não a tratavam corretamente. Não sabia por que se importava só se importava.
Isabella olhou para a cerca e em seguida, para o comprimento restante do canteiro de flores. Ela suspirou profundamente.
— Tudo bem. Se eu cometi um erro sinto muito. Trocarei o último canteiro de flores com as tulipas.
Ele acenou com a cabeça contente de que tudo foi resolvido. As flores malditas iriam sumir. Ele não poderia ter outra noite como a noite passada.
—Eu só vou mover as flores para os meus cinco centímetros de espaço. — ela anunciou.
Seus olhos se arregalaram com esse anúncio.
—O inferno que você vai!
Os olhos de Isabella se arregalaram em descrença total quando Edward se jogou de volta para as tulipas, as destruindo, como um homem possuído.
—Pare! — ela gritou.
Ele a ignorou e continuou a destruir as tulipas do chão, queria ter certeza que esses malditos bulbos viriam com elas. Ele as jogou longe, em sua propriedade, para que ela não os pegasse novamente e voltasse a plantá-los.
Ela apertou a mangueira e enviou uma explosão de água fria sobre ele. Ainda assim, ele continuou a rasgar o canteiro.
—Pare! Por favor, pare! — Ela gritou. Ele só diminuiu quando chegou ao espaço apertado entre as suas casas.
Edward teve que mudar seus ombros para que pudesse entrar no espaço apertado. Felizmente ela desistiu de esguichar nele. Pode ser abril, mas eles estavam em New England e isso significava um sol brilhante com uma brisa fria. Seu corpo estremeceu violentamente quando ele estendeu a mão para pegar mais um punhado de tulipas. De repente, ele sentiu algo apertado em torno de seus tornozelos.
—Que diabos!— Ele foi puxado para fora de seu equilíbrio, caindo de cara na lama grossa, que ela criou com seu esguicho de água. Antes que pudesse levantar, ela estava rastejando sobre suas costas para chegar a essas flores malditas.
Isabella usou sua pequena estrutura a seu favor. Depois, rapidamente rastejando sobre Edward, ela começou a desenterrar o maior número de tulipas com as mãos, como ela pode, e as colocou suavemente, mas ainda de forma rápida, na lateral de sua casa.
—Ei! Pare com isso! — Ele exigiu, quando se inclinou sobre ela para pegar suas mãos.
—Saia de cima de mim! — ela retrucou, escavando mais rápido.
—Eu não estaria em cima de você se não estivesse na minha maldita propriedade!
Ela o jogou para trás com uma cotovelada para expulsá-lo. Respirando, ele a amaldiçoou e a empurrou com força, até que todo o seu corpo se aconchegou embaixo dele. Ela congelou imediatamente. Ele se aproveitou de sua reação atordoada e pegou tantas flores como podia.
—Eu disse para sair de cima de mim e não me esmagar! — esclareceu ela. Era tudo o que podia fazer para controlar sua respiração. Ela iria hiperventilar e desmaiar. Não existia nenhuma dúvida sobre isso. Um grande homem musculoso estava em cima dela!
Seus sentidos se sobrecarregaram quando ela tentou se concentrar. Mas tudo o que podia pensar era na sensação de sua barriga rígida pressionando contra suas costas. De repente, um arrepio percorreu o seu corpo, e ele não tinha nada a ver com a água fria que escoa através de suas roupas.
Então se afundou em sua realização. Um homem muito grande estava em cima dela!
—É melhor não ser o que eu acho que é - ela sussurrou entre os dentes cerrados.
—Não é. — Era. —Não se iluda, querida— ele retrucou, tentando não gemer com o rebolar dela. Ele estava um pouco chocado mesmo. Ele não tinha problemas de ereção. É claro que nos dias de hoje o seu interesse por sexo tinha diminuído um pouco. Inferno, ele não conseguia se lembrar da última vez que teve relações sexuais, o que em si já era patético.
Ele fez uma tentativa meia boca para puxar mais flores. Isso pareceu distrai-la o suficiente para sua pequena bunda, empinada, se aconchegar em seu colo. Seus olhos se fecharam quando ele aninhou seu rosto em seu pescoço e inalou lentamente. Ela não notou que ele fez isso de novo. Ele seria capaz de jurar por sua vida que ela cheirava como amoras e creme. Foi malditamente atraente.
Ela lamentou sua irritação.
—Eu não sei qual é seu problema. Eu cometi um erro em plantá-las em sua propriedade. Apenas me deixa movê-las alguns centímetros e tudo será resolvido.
Isso o tirou de seu transe.
—Não! — Ele passou por ela e começou a arrancar flores novamente. Respirando, ela se arrastou para sair debaixo dele e jurou que salvaria as flores que pudesse. Ele simplesmente a seguiu, adotando a mesma postura em grande parte para frustrá-la.
—Você está sendo um idiota! Eu só quero as minhas tulipas! — Ela disse, tentando não chorar. Estas foram às flores de sua avó. Seu avô comprou para ela depois da guerra para comemorar o sucesso de seu primeiro negócio.
—Não, você não irá plantá-las aqui! Eles não podem ficar! — Ele disse, escavando mais rápido.
—Por quê? — Ela perguntou, chegando mais perto e mais perto de lágrimas frustradas. —Eu não te entendo! Você não faz nada com a sua propriedade. Por que você se importa se há um canteiro de flores aqui ou alguns centímetros mais? Eles não estão te machucando!
—O inferno que não está! — ele retrucou, pensando em todas as manchas nas costas e no pescoço, que ainda latejava.
Ela zombou.
—Elas são apenas flores. O que poderiam possivelmente fazer para irritá-lo a esse nível? — Ela ouviu um zumbido passando em sua orelha e distraidamente agitou.
—As abelhas!— ele disse, tentando recuperar as informações, mas, não conseguiu. Sua grande estrutura foi presa entre suas casas.
—Sim, é uma abelha — disse ela lentamente, como se estivesse falando com uma criança.
Ele gemeu enquanto tentava girar seu enorme corpo para libertar-se. Quando isso não funcionou, ele tentou empurrá-la para trás. Seu braço serpenteou em volta de sua cintura, tentando puxá-la junto com ele.
—Ei, tire suas mãos.
—É a porra de uma colmeia e nós estamos apenas perturbando-a! — ele gritou.
Os olhos de Isabella dispararam para frente e depois se arregalaram. Com certeza, dois pés à frente dela estava o fim do que parecia ser uma grande colmeia no terreno que agora estava saindo do solo, graças às flores que ele puxou para cima. Abelhas começaram a fervilhar logo acima da colmeia. Não demoraria muito para que elas caíssem em cima deles.
—Mexa-se!
—Eu não posso!
Isabella cerrou os dentes quando bateu de volta nele, tão duro quanto podia. Ele gemeu baixo em seu ouvido, mas não saia do lugar. Ela foi para frente dele e bateu novamente, e outra vez. Cada vez que batia, ele gemia e se afastava alguns centímetros.
—Mais uma vez! — ele disse de forma natural.
Ela foi novamente para sua frente e desta vez, quando bateu de novo nele, o empurrou com os ombros o deslocando. Edward usou a força para levar ambos para vários metros de distância. Ele manteve o braço serpenteando em torno de sua cintura enquanto a arrastou para longe da colmeia.
—Elas estão fervilhando! — Isabella chorou.
—Merda!— Edward olhou freneticamente em torno buscando um lugar seguro.
—Minha casa!— ela disse, gesticulando em direção à porta da frente.
—Boa ideia— ele disse enquanto corria para a casa a arrastando junto. O zumbido se tornou cada vez mais alto, quando o enxame começou a circular envolta deles. Assim que eles chegaram e abriram a porta da frente, correram para dentro aliviados que ela havia deixado a porta aberta e logo a fecharam atrás deles.
—As abelhas!— Isabella gritou, apontando para as abelhas que tinham seguido eles para dentro.
Ele rapidamente a soltou e agarrou duas revistas que estavam em uma pequena pilha em cima da mesa de café e jogou uma para ela. Sem dizer uma palavra enrolaram as revistas e começaram a atacar a dúzia de abelhas que conseguiram segui-los para dentro. Nenhum dos dois falou até que a última abelha foi esmagada.
—Cinco noites... em ... a ... fileira... picado ...— Edward disse, enquanto tentava recuperar o fôlego.
—Você sabia que havia abelhas e ainda arrancou as flores?— Ela perguntou incrédula. Sua avó lhe ensinou bem. Uma colmeia no chão não era algo para mexer. Ela pode ser tão pequena como uma pilha ou enormes, com vários metros de comprimento.
Edward fez um gesto na direção de sua casa.
— Eu estava tentando matá-las.
Ela balançou a cabeça em descrença. Ele sabia que havia um colmeia e não contou a ela?
—Por que você não me disse que havia uma colmeia? Você sabe que eu trabalho nesse canteiro — ela disse, se esforçando para manter seu tom de voz no mesmo tom. Eles poderiam ter morrido!
—Eu disse!
—Não, você não disse isso!
Ele jogou as mãos para cima.
—Eu tenho tentado lhe dizer nas últimas semanas, mas cada vez que me aproximei você fugiu!
Ela abriu a boca para argumentar, mas a fechou o mais rápido possível e estremeceu. Sim, isso realmente soava como algo que ela faria, o que a deixou preocupada.
—Oh, — ela finalmente disse.
—Sim, oh, — ele retrucou. Ele espiou pela janela e gemeu. — Elas ainda estão fervilhando.
Isabella suspirou.
—Elas serão um problema por algumas horas. Precisamos chamar um exterminador.
O homem estava congelando. Ele estava encharcado até os ossos e não seria capaz de ir para sua casa se trocar. Normalmente
ele se despiria e ficaria só de cueca, mas sua vizinha já estava arisca em torno dele. Ele não quis dar a coitadinha um acidente vascular cerebral. Ele olhou para baixo, o piso de madeira estava muito limpo e bem cuidado, obviamente, se encolheu.
—Merda, talvez eu devesse sair por trás para me secar— disse ele quando ergueu os olhos para olhar para sua cozinha adjacente. Suas sobrancelhas voaram enquanto observava as janelas escurecer.
—Eu não acho que isso vá acontecer por um tempo— Isabella disse baixinho enquanto esfregava sua testa. —Por que você não vai tomar um banho e eu vou ver se consigo encontrar alguma coisa para você vestir. Enquanto você está tomando seu banho eu ligo para um exterminador.
—Se você está certa— disse ele, esperando que ela não mudasse de ideia. Ele estava congelando. Inferno, neste momento queria apertar sua bunda em uma roupa para se aquecer.
Ela assentiu distraidamente, enquanto observava o enxame de abelhas em torno de seu quintal.
—Sim, deixe-me mostrar-lhe onde é o banheiro.
Dez minutos depois, o tremor finalmente parou e ele estava gostando muito de seu chuveiro. Nunca em sua vida tinha se sentido tão bem com a água quente. Este foi o seu melhor banho. Não doía que sua pequena vizinha tímida compartilhasse o seu apreço pelas coisas simples da vida, como uma barra normal de sabão e nenhuma das merdas caras excessivamente perfumadas que nunca ensaboavam corretamente e sempre deixavam uma erupção na pele. Tampouco machucava que o banheiro parecesse um banheiro e não estava coberto da cabeça aos pés em rendas e maquiagem. Este era um banheiro que um homem poderia usar confortavelmente sem se preocupar com a sua masculinidade.
Ele estava apenas puxando a camiseta que ela deixou quando ouviu o grito:
—Não! Não faça isso!
Edward estava fora do banheiro em menos de um segundo, correndo em sua direção pronto para matar qualquer bastardo que estivesse tentando machucá-la. Ele chegou a parar derrapando na frente dela.
Ele sorriu docemente, quando ela disse.
— Deus, eu te amo.
Suas sobrancelhas quase atravessaram sua testa e seu coração batia forte. Merda, isso era pior do que ele pensava. Ela não tinha evitado todos esses anos porque ela era tímida. Não, ela estava loucamente apaixonada por ele. Merda. Isso foi estranho, especialmente porque ele estava preso aqui até que um exterminador chegasse. Agora, ele esperava que fosse logo.
Muito em breve.
Ele abriu a boca para dizer alguma coisa e encontrou um gesto de impaciência o colocando para fora do caminho com uma colher de pau coberta com massa de pão. Ele recuou franzindo a testa, com medo de que a massa caísse nele, e querendo saber o que havia de errado com a mulher que professou seu amor por ele em um momento e a seguir o enxotou para fora do caminho.
—Nunca se coloque entre mim e o homem que eu amo - disse ela, saindo de seus pensamentos.
Edward seguiu seu olhar e riu.
-Derek Jeter?
Ela franziu a testa como se questionar seu amor pelo homem fosse estúpido.
—É claro.
Ele não pôde deixar de sorrir. Droga. Como ele perdeu isso? Ela tinha uma enorme televisão. Maior do que a sua, e isso era realmente muito, já que a sua televisão era a única coisa com que ele tinha desperdiçado dinheiro.
—Essa é realmente uma grande TV para uma tão pequena mulher - disse provocando.
—Bem, sabia que eu vejo os meus jogos e sinto que estou lá? - Ela respondeu de volta. —Além disso, desta forma eu consigo ver o meu futuro marido melhor.
—Será que ele sabe? - ele perguntou, olhando para ela.
Ela franziu o rosto adoravelmente.
—Ainda não, mas eu posso esperar - disse ela com um sorriso que fez seu rosto ir de totalmente adorável e doce para dolorosamente linda em menos de dez segundos.
Caminho a percorrer.
Ele trocou os pés desajeitadamente por um momento enquanto ela assistia ao jogo com muita atenção.
—Você é fã do Red Sox?— ela perguntou de repente.
—Claro que não! - Disse ele, insultado pela pergunta. Ele podia viver no território dos Red Sox, mas isso não quer dizer que ele era um bastardo traidor. Yankees foi seu primeiro e último amor.
Ela suspirou obviamente aliviada.
—Graças a Deus. — Ela deu uma última olhada esperançosa no jogo, antes de regressar ao seu balcão da cozinha, onde ele observou com um sorriso que ela tinha uma pequena tela plana, também ligada no jogo. Essa mulher realmente amava os Yankees, ou pelo menos um em particular.
Que diabos foi isso com as mulheres e Derek Jeter?
Ele levou um momento para olhar ao redor de sua casa. As abelhas malditas ainda estavam cobrindo todas as suas janelas, mas sua atenção estava em outro lugar. Suas paredes estavam cobertas de memórias dos Yankees. Ele não ficou muito surpreso quando viu uma foto autografada de Derek Jeter acima da televisão.
—Parece que ficaremos presos aqui dentro até depois do anoitecer - disse ela, voltando sua atenção para a cozinha. —O exterminador disse que tem que esperar a colmeia se acalmar. Isso vai acontecer quando o sol se puser. Ele virá, irá pulverizá-los e se puder remover a colmeia.
Ele correu os dedos pelos cabelos úmidos e suspirou.
—Eu acho que você ficará comigo por um tempo.
Ela encolheu os ombros.
—Está tudo bem. Há um bom jogo e isso deve ajudar a passar o tempo.
—É verdade - ele concordou.
—Eu estou fazendo pizza caseira. Eu espero que você não se importe. Estava pensando em pedir uma pizza hoje para o jogo, mas com as abelhas e tudo... - ela parou, encolhendo os ombros.
—Não, isso parece ótimo. Sinto muito que estou incomodando - disse ele, se sentindo um burro. Esta mulher passou os últimos cinco anos o evitando e agora ele estava sendo forçado a ficar com ela pela Mãe Natureza.
—Não é um problema - disse ela, e ele teve a sensação de que estava mentindo. Ela nunca gostou de estar ao redor dele antes. Sempre que ele estava muito perto dela no trabalho ou se sentava ao lado dela, ela encontrava uma desculpa para se mover. Agora, ela foi obrigada a tê-lo em sua casa. Isso não poderia fazê-la feliz. Seus olhos se afastaram para a televisão quando ela suspirou de forma sonhadora. Então, novamente sua atenção estava em outro lugar no momento.
—Cerveja?
—O quê?— ele perguntou um pouco confuso.
—Cerveja— disse ela, apontando para a geladeira, sem tirar os olhos da televisão.
—Oh — ele disse com uma risada e pegou duas garrafas. Ele lhe entregou-lhe e ela aceitou com um agradecimento murmurado e, em seguida, murmurou algumas palavras bem escolhidas para um dos jogadores.
Edward inclinou-se para trás e viu o show. Não era realmente o jogo, mas Isabella, como ela cozinhava e vociferava. Logo se tornou evidente que os legumes deveriam ser cortados e não mutilados, que era o que acontecia cada vez que ela não concordava com uma jogada que o jogador teria que fazer.
Durante as seis horas seguintes, cozinharam, assistiram ao jogo, xingaram e gritaram para a televisão, comeram e entraram em uma longa luta com o exterminador sobre a quantia insana que ele queria cobrá-los. Até o final da noite Isabella parecia ter saído completamente para fora do escudo que havia em torno dela e se considerou afortunado por ter outra amiga. Alguém que realmente conhecia as estatísticas, sem estragar ou ter que procurar por elas. Não como vários de seus amigos que ele não iria falar. Sem contar que ela era incrivelmente quente. Isso era apenas um bônus.
Um bônus agradável, mas um bônus, no entanto para seu mais novo amigo.
— Aqui é o 32 Long Point Road?— perguntou um homem baixo com voz rouca que cheirava como se tivesse se banhado em um litro de perfume barato e de alho quando saiu até a Taurus estacionada na garagem de Isabella.
Normalmente Edward simplesmente ignoraria o idiota ou lhe daria um aceno rápido e continuaria cuidando de seus próprios assuntos enquanto puxava o barril de cerveja de seu banco de trás, mas não hoje. Hoje, ele ia fazer a sua normalmente tímida vizinha e colega de trabalho um favor. Depois de ontem, ele tinha certeza de que isso não iria irritá-la e enviá-la de volta para o esconderijo.
Ok, talvez ele não estivesse cem por cento certo, mas simplesmente não conseguia ajudar a si mesmo, especialmente quando o idiota realmente colocou um preservativo no bolso e deu a Edward uma piscadela cúmplice.
Foda-se.
Naquele momento, ele não se importava que isso a mandaria correndo para as colinas ou que batesse uma ordem de restrição contra ele, ele ia se livrar do cretino.
—Você não está aqui por Isabella, está?— ele perguntou, puxando o barril e colocando-o no chão.
O homem franziu a testa.
-Sim, Por que?
Edward fez uma demonstração de servilismo enquanto olhou rapidamente de volta para a casa de Isabella como se estivesse certificando-se de que ela não estava olhando para eles.
—Eu realmente não acho que é uma boa ideia - Edward murmurou.
—Por que não?
Ele deu ao homem um olhar do tipo "Você está brincando?" e teve que parar de rir quando o homem moveu-se nervosamente.
—Certamente você sabe... - disse ele, propositalmente deixando suas palavras divagar.
—Não, meu amigo organizou um encontro com ela - disse ele, lançando um olhar nervoso para a casa de Isabella. Será que a cortina acabava de se mover?
Edward esfregou a parte de trás do seu pescoço, com um suspiro cansado.
—Realmente isso não é da minha conta, mas eu não tenho certeza se esta é uma boa ideia.
—O quê?— o homem praticamente choramingou.
Depois de uma pausa, ele sacudiu a cabeça.
—Me desculpe, mas eu realmente não gosto de falar sobre isso. Tudo o que posso dizer é que você realmente precisa ser cuidadoso. — Ele deu ao homem um olhar aguçado quando frisou — Muito cuidadoso.
Os olhos do homem se arregalaram enquanto sua boca caiu aberta. Ele deu vários passos para trás, lançando olhares nervosos em direção à casa de Isabella. Quando ele chegou ao seu carro, disse:
— Eu, uh, de repente lembrei-me de que deveria estar em algum outro lugar. — Com isso, ele praticamente pulou em seu carro e fugiu.
Edward riu enquanto caminhava até a porta da frente de Isabella. Ele bateu na porta e não estava muito surpreso por um momento mais tarde, quando não houve resposta. Ele afastou sua decepção e bateu novamente.
Simplesmente ótimo.
Parecia que a noite passada tinha sido um golpe de sorte e sua tímida vizinha estava aqui para ficar. Ele realmente gostou de passar o tempo com Isabella ontem à noite, mais do que pensava ser possível.
Sentindo-se como um idiota, ele voltou para sua casa com o barril.
Uma forte tosse o fez parar na metade de sua pequena entrada. A porta da frente abriu-se lentamente enquanto Isabella dizia:
— Sinto muito por ter demorado tanto tempo — outra tosse seca — para responder — outra tosse — a — tosse — porta. Mas, o médico disse que seguia sendo — várias fortes e perturbadoras tosses depois — contagiosa, então eu — Oh, é só você. — Isabella disse com um suspiro de alívio.
Seus lábios tremeram quando ele notou sua roupa. Em sua cabeça estava um dos mais feios chapéus de malha da cor verde vômito que ele já tinha visto. Seu enorme roupão surrado era pior, mas a grande bola de tecido enrolada na sua mão era um toque agradável. Não havia nenhuma dúvida em sua mente de que ela estava fingindo, considerando que ele estava com ela na noite passada e tinha sido o retrato da saúde. Agora ela parecia bem o suficiente, apenas deselegante com essas roupas de grandes dimensões.
—Amei o chapéu - disse ele, sorrindo enquanto caminhava até ela.
Rindo, ela tirou o ofensivo chapéu e jogou em cima dele. Ele pegou-o antes de bater na cara dele.
— O que é tudo isso? — Ele fez um gesto em direção ao seu traje com o chapéu.
—Nada - disse ela rapidamente.
—Parece até um repelente de encontro para mim.
Com uma expressão inocente em seus olhos, ela disse:
— Eu não tenho ideia do que você está falando. Estou doente — tosse — muito doente. — E só para fazer backup de sua história, ela fungou.
Era triste, adorável, mas triste.
Ele não conseguia parar de rir revirando os olhos.
—É muito triste que você não pode simplesmente admitir que estivesse evitando o amor de sua vida. Porém, por muito que eu gostaria de ouvir a sua pequena e triste negação eu temo que deva ir, pois você está muito doente.
—Eu estou - ressaltou. — Realmente doente. Até poderia muito bem morrer enquanto falássemos - disse ela enquanto empurrava os óculos bonitinhos de volta ao nariz.
Com um encolher de ombros, ele deu um passo para trás em direção a sua casa.
— Isso é uma pena, porque eu estava esperando que você viesse para a minha festa de hoje, mas desde que está doente...
Ela pressionou as costas da mão contra a testa dela.
—Hmmm, você sabe o que? Eu estou melhor. Que horas é a festa?— ela perguntou com o mais bonito sorriso tímido que ele já tinha visto.
—Oito horas, sua pequena farsante - disse ele, rindo quando ela soltou um pequeno grito animado enquanto corria de volta para sua casa.
Talvez essa não fosse uma boa ideia, Isabella pensou quando estava na porta de Edward com um prato de brownies. Com um gemido interior repreendeu-se por ser uma idiota. Que tipo de nerd traz brownies para uma cervejada? Ok, ela estava assumindo que esta era uma cervejada desde que tinha testemunhado um comportamento um pouco assustador ao longo dos anos durante as suas pequenas reuniões e nunca presenciou esse tipo de comportamento em qualquer festa ou encontro que ela já esteve.
Algumas das coisas que tinha visto e ouvido tinha a assustado, mas algumas a tinham intrigado. Não que ela alguma vez fosse admitir, mas em mais de uma ocasião, ela se perguntou como seria ir a uma das festas de Edward, razão pela qual havia aproveitado essa chance hoje. As festas dele tinham que ser o equivalente as festas que as crianças populares na escola podiam fazer e que de alguma maneira evitavam convidar Isabella, mas agora ela estava prestes a corrigir tudo isso.
Talvez não, pensou, mordendo seu lábio inferior ansiosamente enquanto olhava para o prato cheio de brownies. Ela ia parecer tão estúpida trazendo brownies para a cervejada. Pensando que provavelmente ninguém ouviu seus golpes devido à música alta, decidiu que uma parada rápida em uma loja de conveniência era apropriada. Ela estava prestes a fazer a sua fuga, quando a porta se abriu.
—O que você quer? — Perguntou uma mulher olhando para ela. Isabella franziu a testa enquanto rapidamente notava o cabelo preto lustroso da mulher, características perfeitas retocada pela impecável maquiagem e o vestido curto de assassina e decidiu que estava severamente mal vestida para a festa em sua calça jeans e uma camiseta rosa bebê dos Yankees de manga comprida.
Isabella abriu a boca para dar uma desculpa para que pudesse sair, sabendo que era algo que ela não podia manejar, quando a mulher bufou.
—Você é a vizinha do lado - disse a mulher, em tom divertido. —O que você quer?— Seus olhos se estreitaram no prato nas mãos de Isabella.
—Eu só...
—Amy, quem é? — A voz de Edward veio de algum lugar atrás da mulher aparentemente chamada Amy.
Amy revirou os olhos.
—É apenas a sua vizinha que veio trazer brownies. —Ela estendeu a mão para pegar o prato de Isabella. —Vou levá-los para que ela possa ir...
—Brownies?— Edward disse, enchendo a porta, fazendo com que Amy tropeçasse para trás e para fora do caminho.
—Hey!— Amy espetou, mas Edward não parecia ouvi-la. Seus olhos estavam grudados no prato.
—São aqueles - ele visivelmente engoliu - brownies cobertos com calda de manteiga de amendoim?
Ele acabou de choramingar?
— São brownies com pedaços de chocolate e calda de manteiga de amendoim - ela esclareceu automaticamente quando seus olhos encontraram o olhar assassino que Amy estava enviando em seu caminho. Ela estava prestes a entregar o prato a Edward e sair quando tudo nela se acalmou.
Depois da noite passada, ela estava farta de ser manipulada e intimidada. Estava cansada de perder as coisas porque estava com muito medo de fazer algo a respeito. Ela era uma mulher adulta, caramba, e se queria festejar em sua primeira cervejada então ela ia e estava indo para se divertir fazendo isso. Mesmo que a matasse e a julgar pelo brilho no olhar que Amy estava enviado em sua direção isso era uma boa possibilidade.
—Deixe-me tirar isto de suas mãos para que você possa pegar uma cerveja - Edward disse, pegando o prato dela, olhando-a amorosamente enquanto se voltava para o interior da casa, deixando que Isabella o seguisse.
—Hey, isso tem um bom aspecto! Posso pegar um?— Um homem que ela tinha visto centenas de vezes ao redor da casa de Edward perguntou, estendendo a mão para pegar um.
—Afaste-se seu bastardo! Ela trouxe para mim, filho da puta!— Soltou Edward.
Isabella automaticamente deu um ansioso passo para trás, com medo de ser pega no meio de uma luta que definitivamente estava para acontecer. Mas em vez de gritar com Edward ou ficar com raiva como ela tinha visto um monte de caras fazer em bares por muito menos que isso, o homem apenas revirou os olhos e voltou sua atenção para ela.
—Oi, meu nome é Emmett — disse ele, estendendo a mão.
Depois de apenas uma ligeira hesitação, que esperava que ele não tivesse notado, ela deu um passo para a frente e apertou sua mão.
- Isabella.
—Isabella, é bom conhecê-la — disse ele com um sorriso encantador. — Peço desculpas pela grosseria do meu amigo, ele só aprendeu a andar ereto no ano passado — disse ele secamente, ganhando uma risada suave dela e de quase todos ao seu redor.
Edward lançou lhe um olhar desagradável antes de fazer o seu caminho em direção à cozinha, certificando-se de fulminar qualquer um que viesse tentar tocar seus brownies.
Emmett fez um gesto em direção à cozinha.
— Há pizza, batatas fritas e uma abundância de bebidas lá dentro, desde que Edward não chegue em primeiro lugar, e um jogo de voleibol acontecendo no quintal e, claro, videogames no salão de jogos. Sinta-se em casa — disse ele com um sorriso.
—Obrigada— ela murmurou, tomando todos os detalhes. Era isso? Ela se perguntava enquanto entrava na festa descontraída. Algo deve ter se mostrado em seu rosto, porque alguns segundos depois Emmett se inclinou — Estava esperando uma Casa Animal? — ele perguntou, rindo.
—Não! — ela disse rapidamente, muito rapidamente. Ela na verdade estava esperando algo nesse sentido. Ela definitivamente não tinha imaginado nada disso. Isso definitivamente poderia assegurar.
Ele riu.
— Vamos para dentro comigo para que eu possa apresentá-la a minha mulher — Emmett disse, sorrindo. —Eu prometo que você vai ter um bom momento.
Pela primeira vez desde que entrou aqui ela pensou que poderia se encaixar com os amigos de Edward.
—Quem é a gostosa que está quase no colo de Jasper?
Sem levantar o olhar de seu prato de pizza ele disse:
— Amy — Pelo menos ele esperava que fosse Amy. Seu comportamento pegajoso estava ficando um pouco chato, e ele não tinha perdido o ato de cadela que ela fez para Isabella ou os olhares desagradáveis que estava enviando na direção de sua pequena e tímida vizinha toda a noite. Ele sabia que quando a viu indo em direção a sua casa mais cedo que deveria tê-la mandado para longe.
— Não, a coisa bonitinha com os óculos.
Franzindo a testa, Edward olhou para cima e seguiu os olhos de Mike para o sofá onde Isabella estava sentada ao lado de Jasper, jogando no Xbox.
— Ela é minha vizinha — disse ele, não gostando nem um pouco da expressão no rosto de Mike.
— Ela está aqui com alguém? — Mike perguntou, sem tirar os olhos de Isabella.
— Não.
— Bom— Mike disse, olhando por cima do ombro, sorrindo. — Eu não vou nem incomodar pedindo para usar o seu quarto desde que nós podemos apenas ir para a casa dela.
Edward suspirou profundamente. Parecia que ele ia ter que salvar Isabella de dois idiotas em um dia.
Mike virou-se para olhar para ele.
— O que foi isso?
— O quê?— Edward perguntou inocentemente.
— Esse pequeno suspiro que você fez— Mike disse, gesticulando preguiçosamente em direção a ele.
— Nada — disse ele, com um encolher de ombros, voltando sua atenção para juntar comida em seu prato — Eu só pensei que você não estivesse nisso, isso é tudo.
— Em quê?— Mike perguntou, soando um pouco inseguro. Considerando a reputação do homem provavelmente não havia muita coisa em que ele não estivesse a fim, e por essa razão Edward decidiu que ele não se aproveitaria de sua pequena e tímida vizinha. Demorou cinco anos para que Isabella chegasse a sair da sua concha. Ele não estava prestes a deixar este idiota mandá-la de volta lá para sempre.
— Esqueça o que eu disse — Edward disse, pegando um refrigerante de um refrigerador portátil do chão.
— Mas...
— Eu não quero me envolver nisso — Edward disse, interrompendo-o. Moveu-se em um passo perto do homem só para fazer uma pausa. — Só... apenas certifique-se que ela tome a medicação e que você esteja seguro, eu quero dizer... bem. — Edward rapidamente se afastou antes que ele caísse na gargalhada ao ver a expressão horrorizada de seu amigo.
Droga como me senti bem. Ele deveria ter feito isso anos atrás, quando avistou o primeiro imbecil farejando Isabella. Será que isso lhe faz bem camarada? Ele refletiu sobre esse pensamento enquanto caminhava até o sofá e empurrava Jasper para fora, assim ele poderia sentar-se ao lado de seu pequeno novo projeto. Isso estava bom para ele, decidiu, porque no momento em que terminasse com ela, ela estaria vivendo uma vida muito mais divertida e livre de idiotas.
Isabella respirou fundo e disse:
—Eu sou gay.
—Você é gay? - Repetiu o cara detestável que estava farejando ao seu redor e incomodando o inferno fora dela pelos últimos 10 minutos seguidos. —Você tem certeza?
Ela reprimiu uma risada. O cara parecia realmente chateado. Odiava retirar o cartão gay, principalmente porque ela não era, mas às vezes não tinha escolha. Se ele tivesse sido agradável quando ele estivesse dando em cima dela, ela teria recusado educadamente, mas não, ele tinha que ser um porco completo o tempo todo.
Na verdade, ele usou uma linha antiga.
— Esse vestido fica bem em você, mas será ainda melhor amassada no chão do meu quarto pela manhã.
Sim. Foi realmente triste, especialmente porque eles estavam em uma loja de café e era apenas 7:30 da manhã. Entre comentários sujos e olhadas para seus seios, ela estava começando a ficar um pouco irritada. Além disso, o odor de seu corpo estava realmente revirando seu estômago. Se ela não precisasse de uma dose de cafeína tão desesperadamente já teria saído, mas precisava e não podia ir ou estava muito segura de que morreria.
Edward e alguns dos rapazes foram até tarde da noite assistido ao jogo e desde que entrou na prorrogação e como ela era uma fã dedicada, permaneceu acordada até às duas da manhã e, claro, teve que assistir ao jogo até o final. Com apenas quatro horas de sono ali estava praticamente sendo atacada por um garoto-propaganda de desodorante.
Depois de três semanas ainda era curioso como passou de estar completamente intimidada pelo homem a pensar nele como um urso de pelúcia gigante. Sentia-se tola por seu comportamento. Edward ainda poderia ser um pé no saco, mas um muito agradável pé no saco. Ele ainda tomava "emprestado" as coisas de sua sala de aula, mas agora deixava notas engraçadas que a faziam ela até chorar, assustando totalmente os seus alunos.
Ela não podia evitar se perguntar quantas boas amizades ela tinha perdido ao longo dos anos por causa de sua timidez. Devido a isso, claro, parte dela devia no decorrer dos anos ter construído suas defesas e ela estava julgando as pessoas como Edward um pouco duramente. Todavia, ele era um pouco selvagem e um ridículo paquerador, mas era muito querido também. Ele a tratava como sua amiga. Na verdade, era bastante agradável de ser tratada como um dos rapazes. Dito isto, apesar de algumas vezes, as primeiras impressões eram certas, assim como o seu problema atual.
— Sim, eu tenho certeza.
Ele ficou pensativo por um instante.
— Bem, você acha que vocês duas gostariam de...
— Não - ela disse com firmeza.
— Mas e se eu...
— Não.
— Vamos lá, você não vai me deixar terminar. Eu tenho essa câmera...
— Não.
— Seria divertido...
— Não.
— Mas e se...
— Ela disse que não – Edward disse enquanto entrava na fila e jogava o braço em volta de seus ombros, dessa forma preguiçosa dele.
— Hey! Eu pensei que você disse que era gay! — O homem disse acusador.
Sem perder o ritmo Edward disse:
—Ela é. Eu sou apenas sua puta.
O homem lançou um olhar fulminante para o braço de Edward e depois para ela. Ele enviou outro olhar para Edward e ela se deu conta de que o homem estava decidindo se queria pressionar ainda mais. Baseado na estatura do homem e no corpo grande e musculoso de Edward, ele sabiamente decidiu deixar passar.
— Então, o que você vai me comprar esta manhã? — ela perguntou a Edward.
Ele zombou.
— Eu? Por que eu vou pagar?
— Porque eu te ajudei a ganhar cinquenta dólares do Brian na noite passada.
Ele revirou os olhos.
— Eu teria vencido sem a sua ajuda.
— Uh huh - disse ela distraidamente, dando um passo até o balcão para fazer o seu pedido. Ela acrescentou um muffin de chocolate, sabendo que Edward ia roubar dela. Ele parecia ter uma coisa para roubar sua comida.
— Eu teria feito. Eu não preciso de sua ajuda você sabe — ele disse com mais firmeza.
Ela pegou seu pedido, enquanto ele estava esperando o seu e
dirigiu-se para a porta.
— Até mais.
— Eu ganhei a aposta por minha conta - ele gritou, fazendo-a sorrir. Às vezes, ele era como uma criança grande. Era muito bonito.
Edward reprimiu um sorriso, enquanto observava Isabella dizer ao diretor Jenkins que ela não podia acompanha-lo ao baile hoje à noite. Um mês atrás, sua amiguinha tímida teria simplesmente olhado para seu café e acenado com a cabeça, não importando quais fossem seus
planos. Agora, ela estava dizendo ao homem que não, firmemente ainda que suavemente.
Ele sentiu algo como orgulho com isso. Era graças a ele, afinal. Deu um pouco de trabalho, mas ela estava indo muito bem. Quem poderia saber que havia um pouco de tigresa abaixo de toda essa fofura? Ele com certeza não sabia, mas foi bom vê-la defender-se pela primeira vez. O pessoal poderia queixar-se de seus métodos e de sua relação fácil com as crianças, mas pelo menos ele nunca encurralava uma mulher como Isabella e se aproveitava dela para convertê-la em uma acompanhante disto ou organizadora daquilo.
— Mas Isabella, nós realmente precisamos de você para que seja a acompanhante. John tem ingressos para um jogo hoje à noite.
— Sinto muito, Tom, mas eu já tenho planos para hoje. Eu realmente gostaria de poder ajudá-lo, mas eu não posso quebrar meus planos na última hora. Você entende — disse ela educadamente, mas com firmeza.
Sua autoestima estava claramente em ascensão e fez todo o pacote ainda melhor e ele não era o único a notar isso. Outros professores estavam mostrando-lhe mais respeito e os homens estavam definitivamente a observando. Oh, ele levava cem por cento do crédito por sua pequena protegida. Sim, ele era o mestre. Provavelmente era hora de que ele usasse a sua grandeza para o bem.
Ele viu a mesa onde ela deixou seu café e bolos, bem como três homens, perdedores em sua opinião, que observavam o assento ao lado do dela. Sem qualquer hesitação, ele passou por eles e sentou-se à mesa, ganhando olhares assassinos dos outros homens. Muito ruim. Em sua opinião, se um homem não tem coragem para fazer uma jogada não merecia a mulher que ele desejava. Não que ele desejasse Isabella. Ele não desejava. Ela era sua amiga e estava se convertendo em uma de suas melhores amigas. Não, o que desejava era o muffin quente de chocolate com a manteiga extra que ele a viu comprar mais cedo.
Ele suspirou alegremente enquanto pescava o muffin de sua bandeja.
— Quando vai aprender? - Ele murmurou enquanto pagava seu muffin recém adquirido.
— Por favor, ajude a si mesmo — Isabella disse secamente quando sentou-se e adicionou açúcar no café.
— Obrigado, eu acho que eu vou — disse ele alegremente enquanto passava mais manteiga em seu muffin. — Quais são estes incríveis planos que você tem para esta noite? — ele perguntou entre mordidas.
— Encontro — disse ela.
— Eu acho que isso significa que o nosso amor acabou — ele disse com um beicinho.
— Eu acho que sim.
— Estou ferido.
— Você vai sobreviver... com terapia, é claro — disse ela com uma piscadela e um sorriso.
— Este é outro perdedor?
Ela desviou o olhar e murmurou algo.
— Me desculpe, eu não falo entre dentes — disse ele, enquanto a observava o bolo de maçã e amêndoas com cobertura que ela acabava de tirar da bandeja. Inferno, como ele tinha perdido aquele delicioso pedaço pequeno?
Sua mão parecia ter vida própria, uma vez que deslizou para essa saborosa e pequena surpresa. Com um suspiro, as mãos de Isabella desceram para proteger seu muffin.
— Controle-se! — Ela gemeu enquanto partia um pequeno pedaço e comia. Seus olhos se voltaram para o muffin. Ele sabia que estava fazendo beicinho quando Isabella revirou os olhos e continuou a comer. Droga, onde estava o amor? Ele era um homem com fome. Com um suspiro, abriu sua bolsa e tirou um dos seus três bolos de café e começou a comer tudo, mantendo os olhos no muffin.
— Você é patético — Isabella murmurou com um rolar de olhos. Ela empurrou a última metade do seu bolinho para ele. Com um enorme sorriso, ele meteu a grande metade em sua boca e saboreou-o. Realmente era tão bom como parecia.
— Então, o que é que você não quer que eu saiba meu pequeno gafanhoto? — ele perguntou, mexendo o café. O último encontro que ela teve era com um perdedor, em sua opinião, pelo menos, e realmente não era isso o que importava? O perdedor não era digno de toda a sua obra. Eles trabalhariam nisso até que ela namorasse caras que ele aprovasse. Alguém legal com uma cabana em New Hampshire para viagens de pesca ou uma casa na Flórida o deixaria muito feliz. Ele realmente poderia ir para alguma pesca em alto mar no inverno.
— Pare de me chamar assim!— Isabella assobiou baixinho. — Pela centésima vez, eu não sou o Daniel San e nem você é o .
Ele simplesmente deu de ombros.
— Se é nisso que você acredita ...
— É, e eu acredito.
— Eu poderia ter a atenção de todos vocês antes de voltarem para a sala de aula? — Jenkins disse, segurando sua prancheta para chamar a atenção de todos na sala de descanso de professores. — Precisamos de mais um voluntário para a dança de hoje à noite — disse ele, lançando um olhar esperançoso na direção de Isabella.
— Cresça... cresça... — Edward murmurou, ganhando um bufo de forma bastante indelicada de Isabella.
— Você quis dizer alguma coisa, senhorita Swan?— Jenkins perguntou a Isabella, chamando a atenção de todos para ela.
Edward recostou-se na cadeira e observou Isabella quando um rubor subiu por seu lindo rosto. Ela nervosamente empurrou os óculos para cima do nariz. Ah, parece que sua protegida ainda odiava chamar a atenção para si mesma. Bem, ela teria que se acostumar com isso, se eles estavam começando a serem amigos, desde que ele tinha o mau costume de chamar a atenção para si praticamente em todos os lugares por onde passava.
— Sim, senhorita Swan, você tem algo a dizer? — Edward perguntou em um tom divertido.
Ela lançou lhe um olhar estreitou antes de se virar para olhar Jenkins. O brilho se foi apenas para ser substituído por um sorriso bastante doce e inocente. Ele estava tão concentrado em seu sorriso que ele quase perdeu o que ela disse.
— Não, Sr. Jenkins, não era eu. O Sr. Cullen estava se voluntariando para ser acompanhante esta noite — disse ela alegremente.
— O quê?— Disse ele, demasiadamente tarde.
Jenkins sorriu para ele.
— Bem, isso é excelente! Muito bom. Certifique-se de que você esteja aqui às sete horas em ponto e vai até as onze. Obrigado, Sr. Cullen. — Disse Jenkins. Não escapou a Edward que o homem não se incomodou de confirmar com ele e que praticamente correu para fora da sala antes que Edward pudesse recusar.
Sua atenção imediatamente dirigiu-se para a pequena traidora.
— Sua maldita traidora — ele suspirou.
Seu sorriso passou de inocente a malvada em menos de um segundo.
— Divirta-se no baile. — Ela levantou-se e colocou as mãos na frente dela, como se estivesse rezando e se curvou.
Espertinha.
Ela o traiu. Droga isso doía. Ele não pôde deixar de sorrir. Ela realmente estava se saindo muito bem.
— Oh meu Deus, eu o amo! — A menina, Cindy ou algo assim, lamentou em voz alta, fazendo com que Edward se movesse nervosamente. Ele nunca tinha lidado bem com as emoções, especialmente as emoções femininas. Ele olhou ao redor nervosamente e soltou um suspirou de alívio quando viu um pequeno grupo de meninas rodearem a menina.
— Ele é um idiota!— Disse uma delas.
— Não diga isso! Eu o amo! —Cindy chorava.
— Oh, eu sei que você ama. Ele não é bom o suficiente para você —, uma menina um pouco gordinha disse enquanto colocava o braço em volta da moça.
Bom. Tudo estava bem. Ele poderia voltar para escoltar um bando de adolescentes com os hormônios impulsionados por uma música horrível. Sim, ele ia realmente matar Isabella. Ele se afastou.
— Sr. Cullen, por que ele faria isso comigo? — A menina perguntou.
Ele congelou a meio passo e olhou em volta nervosamente, esperando que algum outro Sr. Cullen estivesse por perto e disposto a lidar com isso. Não teve essa sorte.
Ele limpou a garganta.
— Faria o quê, exatamente?
Ela zombou dele, com um olhar de descrença absoluta, lhe dizendo que pensava que ele devia ser muito consciente de tudo em sua vida. Considerando que ele nunca tinha prestado muita atenção à vida de qualquer mulher, ela estava em um inferno de um despertar rude. Felizmente, um de seus amigos ficou com pena dele.
— Marc Griswold. Eles comeram na mesma mesa duas vezes nas últimas duas semanas, ele falou com ela na sala de estudo, e lhe pediu emprestada as suas anotações. Agora ele está aqui com ela —, disse com tal desgosto que ele não poderia deixar de seguir o seu olhar.
Ele viu Marc dançando com uma morena muito bonita. Ele se lembrava do nome dela, Janie. Ela era uma menina inteligente e engraçada como o inferno. Se não lhe falhasse a memória corretamente, Marc estava apaixonado pela menina nos últimos dois anos. O pobre rapaz, que era normalmente tão seguro de si mesmo e de fácil convívio transformava-se em um tolo gago quando a menina estava por perto. Ele se perguntava quando que o garoto tomaria coragem e finalmente iria pedir a garota para sair.
—Hmmm, bom para ele — ele murmurou, ganhando um suspiro coletivo de indignação.
—Como você pôde, Sr. Cullen? — A menina chorou ainda mais alto, fazendo-o estremecer.
Oh, ele realmente ia matar Isabella por esta merda.
—Eu tive um momento muito bom— disse Jonathan, provavelmente, pela décima vez.
Isabella obrigou-se a sorrir e mentiu, é claro.
—Eu também— disse ela, esperando que ele não lhe pedisse para explicar sobre o que ela achou bom, porque ela realmente seria muito difícil encontrar algo agradável sobre esta noite, exceto, é claro que era agradável que estava terminando.
Esta era absolutamente o último encontro que ela teria com um homem que Alice, uma de suas amigas mais antigas e queridas, sugerisse. Qualquer um poderia pensar que depois que Alice arranjou um encontro com um taxidermista, havia aprendido a sua lição, aparentemente não, pois de alguma forma ela concordou em sair com esse perdedor.
Não começou mal. Na verdade, ele chegou na hora e ela achava que ele era muito bonito de uma maneira ingênua. Ele era alto, um pouco magro, mas ainda assim, ele parecia agradável. Suas roupas estavam limpas e ele cheirava bem. O primeiro indício de que algo não estava certo ocorreu quando eles chegaram ao restaurante.
Foi então quando sua mãe ligou pela primeira vez. Sim, primeira vez, desde que chegaram ali havia mais de uma ligação de
sua mãe. De fato, durante o seu encontro de quatro horas, que durou tanto tempo porque ele demorou muito tempo comendo, ela ligou um total de vinte e três vezes. Sim, ela estava muito certa de que era a mãe dele, desde que se sentou à mesa quando começou as chamadas e o alto-falante de seu telefone era muito alto.
As razões para as chamadas variavam entre, que sentia falta dele, queria saber se ele preferia voltar para casa e comer o que ela havia cozinhado, lembrou-lhe para limpar seu quarto amanhã, e o seu favorito, queria saber se ele ainda estava com "ela". A julgar pelo seu tom de voz e da quantidade de ligações, sua mãe não estava muito satisfeita com seu filhinho em um encontro. Contanto seu filhinho tinha trinta e cinco anos de idade e segundo ele nunca viveu por sua conta. Por que faria isso quando ele morava com sua melhor amiga? Ou seja, sua mamãe querida. Claro que ele passou um bom tempo reclamando sobre como injusta sua mãe poderia ser. Quem diria que um homem de 35 anos de idade ainda pudesse ficar de castigo por não pegar suas meias sujas? Ela certamente não diria.
Ela não podia esperar para chegar a sua casa e por um par de jeans e uma camiseta e ter uma boa risada sobre isso com Edward. Isso é claro se Edward a tivesse perdoado por sua pequena brincadeira de antes. Daí o grande pedaço de bolo de chocolate com cobertura de manteiga de amendoim que ela trazia em um recipiente. Edward era um bebê grande, mas um bebê grande que poderia ser comprado com guloseimas.
—Bem, aqui estamos nós, — disse ela brilhantemente enquanto eles entravam em sua garagem. —Foi divertido. Obrigada mais uma vez — disse ela rapidamente quanto praticamente saiu correndo do carro.
—Esta casa é muito bonita— disse ele perto, muito perto. Isabella olhou para trás e engoliu a maldição que ameaçava escapar de seus lábios. O homem estava seguindo-a até a porta. Ela queria chorar, realmente, ela queria. Quando é que este pesadelo acabaria?
Ela caminhou até a porta e ensaiou outro sorriso falso no rosto.
—Bem, obrigada novamente.
—De nada.— Ele deu-lhe um sorriso tímido antes de se inclinar para beijá-la. Felizmente ela viu o que estava por vir e virou a cabeça a tempo de receber um beijo bastante molhado em seu rosto. Ew...
Ela mal se conteve em enxugar o rosto. Ela teria que esfregar isso em questão de minutos, em uma ducha com água quente.
—Oops. Desculpe —, ele murmurou enquanto se inclinava para lhe dar um beijo.
Mais rápido do que ela achava ser possível, ela teve a porta da frente destrancada e aberta. Ela cambaleou para trás salvando-se de mais baba.
—Bem, foi bom, mas...
—Posso entrar para uma xícara de café?— ele perguntou ansiosamente, e depois, claro, teve de acrescentar: — Eu posso voltar para casa à hora que eu queira esta noite.— Oh, ela sabia que ele estava mentindo. Alguém ia ficar muito encrencado quando chegasse a casa. Ela mentalmente o incumbiu.
Ela abriu a boca para recusar educadamente quando a gritaria começou.
—Ajude-me!
Isabella saltou. Mas que diabos? Parecia que Edward estava dentro de sua casa.
—Ajude-me, por favor! Alguém, por favor, me ajude! Por que não vem me ajudar?
—O que é isso?— Jonathan perguntou nervosamente.
Isabella não parou para responder. Ela já estava correndo na direção dos gritos. O quarto dela? Ela abriu a porta e quase tropeçou enquanto se detinha a 1,50m de distância dentro do quarto, o que a colocava bem na frente de sua cama.
—Que diabos... — Jonathan parou atrás dela.
—Oh, graças a Deus você está aqui, Isabella!— Edward disse, parecendo feliz apesar de estar amarrado a sua cama vestindo apenas um par de boxers. —Eu sei que você disse que se excita sabendo que eu estou amarrado a sua cama esperando por você, mas eu realmente preciso usar o banheiro e esticar as pernas, antes de começar...—, sua voz sumiu quando avistou Jonathan.
Edward suspirou dramaticamente.
—Eu pensei que nós concordamos que você me diria antecipadamente antes de adicionar mais alguém a nossa cama.— Rolando os seus olhos, ele disse: —Está tudo bem desta vez. Sorte a sua, eu acho que nós temos um monte de lubrificante. —Ele olhou pensativo para Jonathan, que ainda estava olhando para Edward silenciosamente. —Eu espero que você não seja escandaloso. O último cara gritava como um desesperado cada vez que eu...
—Você é doente!— Jonathan gritou, cortando Edward. —Fique longe de mim e não tente me ligar também. Eu vou falar para minha mãe sobre você!
Isabella não poupou nem um piscar de olhos para Jonathan enquanto olhava para o homem que estava com um grande sorriso malvado e amarrado a sua cama. Ela estava vagamente consciente de sua porta da frente se fechando e o som de pneus arrancando de sua garagem.
—Isso é para mim? — Perguntou Edward, olhando incisivamente para o recipiente de isopor em suas mãos.
—Mmmhmm— disse ela, enquanto caminhava ao redor da cama e colocava o recipiente em seu peito e o abria. Ela não perdeu quando seus olhos se arregalaram de prazer.
—Isso é...
—Cobertura com manteiga de amendoim, sim— ela terminou para ele.
Ele lambeu os lábios, enquanto olhava para a enorme sobremesa.
—Você é a melhor, sempre. Desata-me para que eu possa comer — disse ele distraidamente, enquanto continuava a olhar para o bolo, provavelmente tentando decidir qual extremo ele atacaria primeiro.
—Você não pode se livrar sozinho?
—Não.
—Você mesmo fez isso?
—Sim. Agora o bolo, mulher.
—Uh huh ...— Ela afastou-se da cama e foi para o banheiro.
—Espera, aonde você vai?
—Eu vou procurar algo para lhe desamarrar.
—Depressa.
—Claro que sim — disse ela, feliz por ele não poder ver o seu sorriso malvado.
—Eu disse cale a boca!— Edward estalou quando ele roubou a bola de Emmett, seu amigo mais antigo e jogou a bola de basquete na cesta.
Emmett enxugou as lágrimas do seu rosto enquanto ele lutava para parar de rir. Ele falhou miseravelmente e caiu de joelhos quando ele não era mais capaz de suportar.
-Qualidade De Boca!
—Eu não posso... não posso... acreditar... ela... raspou... suas pernas!— Emmett disse entre suspiros e risos. O bastardo. Felizmente ele estava vestindo uma camisa que cobria o peito e as axilas agora sem pelos . Oh, ela ia pagar por isso.
—Ela comeu meu bolo também!— Disse Edward, que em sua mente era a traição mais grave. Ela não teria sequer deixá-lo lamber a colher limpa e ele pediu, várias vezes. Droga de provocação. Esse bolo tinha um cheiro tão bom. Seu estômago roncou só de pensar nisso.
—Oh, meu amigo, para alguém tão obcecado por comida, você tem sorte, que não esteja gordo — disse Emmett enquanto ele continuava a lutar com seu riso. Felizmente ele agora era capaz de ficar assim Edward poderia chutar a bunda dele neste jogo.
—Não é sorte. Eu tenho um metabolismo acelerado e faço exercício - disse ele, lançando outra bola.
—Quanto tempo pode mantê-lo amarrado?
Edward lançou um olhar para Emmett.
—Eu não sei por que você acha isso tão engraçado. Você deveria ser meu melhor amigo. Isso deveria te dar uma certa indignação que alguém por se aproveitar de mim assim. Onde está sua lealdade?
Emmett abruptamente parou de rir e arqueou uma sobrancelha.
—Você contratou duas strippers na minha despedida de solteiro para me fazer uma depilação estilo à brasileira, quando eu estava desmaiado.
Edward riu. Oh, que tinha sido uma noite muito boa mesmo. Na verdade, ele tinha certeza de que ele tinha as imagens em algum lugar em sua casa. Durante toda a cerimônia Emmett mexeu no altar enquanto tentava discretamente coçar. A partir do que ouviu que sua esposa tinha amado tanto que estava atrás dele para fazer novamente. Dizer que Emmett estava relutante em permitir que a cera quente perto de seus bens mais uma vez foi um eufemismo.
—Nada que você possa se queixar, nada foi pior do que o que você já fez com todos os outros, ao longo dos anos. Na verdade, eu acredito que Isabella agora é meu herói.
—Ela está morta para mim - ele disse com uma fungada.
—Uh, huh — disse Emmett, roubando –lhe a bola e fez um tiro de merda.
—O que isso quer dizer?— Edward perguntou, tomando a bola de volta.
Emmett encolheu os ombros.
—Parece que você gosta dela.
—Eu gosto dela— disse ele facilmente antes de acrescentar: — Quando ela não está me traindo é minha amiga.
—Ela é uma mulher muito quente e muito bonita, eu diria—, Emmett acrescentou.
—Também é isso— Edward disse, driblando com a bola. —É bom ter um colírio para os olhos em torno de meu prazer. — Ele olhou para Emmett—Ele não iria matá-lo se você estiver junto comigo.
—Sim, eu vou dar um jeito nisso—, Emmett disse ironicamente.
—Veja o que você faz.
Depois de alguns minutos de jogo, Emmett perguntou:
— Então, há alguma coisa acontecendo entre você e Isabella?
Edward mal conteve uma gargalhada.
—Vamos lá! Ela é minha amiga. Eu não a vejo dessa maneira!
Uh huh.
—Eu não a vejo assim.
Claro.
Edward empurrou a bola para Emmett.
—Que diabos isso quer dizer?
Emmett deu de ombros quando ele tomou outro tiro.
—Nada. Só notei como você olha para ela, às vezes.
—Oh! Esclareça-me. Como é que eu olho para ela?
Emmett olhou para a bola quando ela saltou uma vez, duas vezes, e, em seguida, olhou para cima.
—Como se você quisesse devorá-la de cima para baixo e mataria qualquer pessoa que cruzar o seu caminho.
Edward bufou. Então, para uma boa medida ele bufou novamente.
—Não, eu não faço.
—Sim, você faz.
—Está tudo na sua cabeça.
—Se é o que você diz — Emmett disse facilmente, enjoando Edward ainda mais.
Ele não queria Isabella. Ele não olhou para ela de alguma forma especial. Ela era sua amiga, e ele não a viu como que algum petisco que ele queria devorar. Ok, então sim, ela estava quente e os óculos a fazia parecer absolutamente adorável e ele percebeu que ela tinha as pernas muito bonitas e grandes seios que ele tinha certeza de que iria embalar sua cabeça muito bem, mas quem não iria perceber isso? Ela também foi muito boa com ele, que o fez protetor dela, e gostava de colocar o braço em torno dela, porque ela se sentia bem ao seu lado e se encaixam perfeitamente debaixo do braço. Então o quê? Isso não significa nada mais do que amizade.
—Oh, aqui vem o objeto de seu desejo agora — Emmett disse, rindo.
—Cale a boca!— Edward o agarrou antes que ele voltasse sua atenção para Isabella, que estava com uma nova blusa de seda verde e uma saia escura. Parecia que ela estava indo para o trabalho, não para sair em um domingo. Ela segurava um prato de alumínio na frente dela.
—Você está bonita. Onde você está indo? — Perguntou Emmett.
Isabella suspirou:
— Churrasco.
Ambos os homens ficaram boquiabertos quando a olharam.
—Você está indo para um churrasco assim?— Perguntou Emmett. Quem ia a um churrasco assim? O que aconteceu com calça jeans e uma camiseta ou um top? É claro que ainda tinha muito a trabalhar.
—Churrasco de família, não pergunte - disse ela antes de voltar sua atenção para ele. —Você ainda está com raiva de mim?
Ele resmungou antes de sair.
—Oh, vamos lá! Eu finalmente deixei você ir! —Ele virou-a sem olhar para trás. —Vamos lá! Esse bolo não parecia metade tão gostoso quanto pretendia. Isso me deixou desconfortavelmente cheia! — Ela gritou, ganhando um sorriso de Emmett e uma segunda saudação de Edward.
—O que você tem aí? — Perguntou Emmett.
Isabella suspirou quando ela puxou a folha, revelando grandes biscoitos com pedaço de chocolate.
—Eu fiz isso para o grande bebê, para ele parar com sua pequena birra.
—Uau, estão com ótima aparência! Posso pegar um?
Ela encolheu os ombros.
—Claro, desde que o bebê não quer um.
Emmett pegou um biscoito e trouxe-o à boca. Foram centímetros de distância, quando uma grande mão bronzeada agarrou. Edward pegou o prato dela antes de enviar a Emmett um olhar matador.
—Como você se atreve a tocar nos meus cookies, seu bastardo!— Edward disse em desgosto antes de estalar o cookie na boca e voltar para sua casa.
—Droga aqueles parecia bom também — Emmett resmungou.
Isabella suspirou.
—Não se preocupe, eu tenho uma segundo prato no meu balcão.— As palavras mal tinham saído de sua boca quando Edward abruptamente mudou de rumo e se dirigiu para a casa dela.
—Bem, não mais - disse ela, observando Edward entrar em sua casa como se fosse dono dela. Um minuto depois, ele saiu de sua casa, levando ambas os pratos e os galões de leite que ela tinha em sua geladeira. Ele voltou para sua casa, mas não antes de olhar para Emmett.
—Você é ladrão de bolinho safado - ouviram-no murmurar.
Emmett revirou os olhos, rindo.
—E as pessoas perguntam como eu perdi peso dividindo quarto com ele na faculdade.
Isabella apenas riu quando trancou a casa e se dirigiu para seu carro. Por um momento ela esqueceu o inferno que a esperava.
Só para lembrar; ELES SÃO ADULTOS. RSRSRS
Gostou?
Beijo grande e até TERÇA.
