Estes personagens não me pertencem, a titia J.K. que teve a brilhante idéia de fazê-los para me causar momentos felizes em ler seus livros! bla.. bla.. bloom! Chega de enrolação!

Espero que gostem do Capitulo!


Capitulo 2: A Casa dos Gritos

- Harry para com isso, seja mais rápido! Ta me apertando! Ai... – disse Hermione

- Não da Mione, ta difícil de penetrar, ta estreito! – fala o moreno

- Faz mais força que tu passas! – disse a garota

- Hei ainda me falta, Harry anda logo se não vão achar a gente – disse o ruivo.

- Se a Mione parar de se mexer pode ser que eu consiga me posicionar melhor... ahh... – diz o moreno suando

- Você é muito lerdo, não gosto de homens que demoram a agir... Vai! – a garota já estava se entediando

- É Harry, queres que eu continue o seu trabalho se você não está conseguindo! – disse o ruivo

- Muito Obrigado Rony, mas eu já to quase conseguindo, aahh... – deu um suspiro com força – só mais um pouquinho...

- Ai Harry vai! – sussurrou a garota!

-Vai, você consegue amigo, vai! – o ruivo o incentivando

- Ahhhhh! – todos caíram no túnel estreito! – Finalmente, não pensava que seria tão difícil passar por esse buraco, a porta tava travada cara...

- Se demoras-se mais um pouco eu teria um orgasmo – disse o ruivo, para espanto da garota.

- Rony! Isso é coisa que se diga! – a garota o repreendeu.

Os garotos tentaram conter o riso, mais uma tentativa sem sucesso.

- Bom, acho que se fomos rápido a gente consiga chegar lá em menos de uma hora! – disse o moreno se limpando, já que estava ajoelhado para empurrar a entrada do túnel.

- Temos que voltar rápido também, fico maravilhada que este túnel para hogsmeade ainda não tenha sido descoberto! – a garota já se adiantou indo na frente.

- Hogwarts ainda esconde muitos segredos Mione! – o moreno falou sombriamente.

- Vamos logo pessoal, já está quase para anoitecer e alguém pode sentir nossa falta, apesar de.. Bom hogwarts está tão calada, e todos estão tão dispersos – a tristeza era perceptível na voz do ruivo.

- Não desanima Rony as coisas são diferentes esse ano mesmo, tudo está diferente, mas precisamos ir logo à casa dos gritos, pelo menos era o que dizia a carta.

- Mione não acha estranho ele mandar uma carta em vez de ir a Hogwarts nos ver? Quer dizer te ver!– perguntou o moreno intrigado, mas rio com a cara de ciúmes que o ruivo fez.

- Krum não veio me ver ao contrario que você pensa Harry, ele tem algo que pode nos ajudar com a luta contra Voldemort e acho que deveríamos dar esse voto de confiança a ele... Falou-me que não se comunicou com ninguém da Ordem ainda por não confiarem nele.

- Também ele praticamente está envolvido nas artes das Trevas, e aquela escola dele então! Talvez ele seja também um comensal, como você pode confiar nele Hermione? – o ruivo não escondeu a sua irritação.

- Olha Rony ele não é um comensal, ok! Na verdade nem pedir para você vir, eu confio nele e isso basta.

- Ah sim! De nada por ter te acompanhado! To aqui por sei que podes te ferrar e irás jogar na minha cara que não estavas contigo!

- Falas como se fosse verdade! Eu não preciso de você para nada, e estou cansado de você não se decidir se gosta de mim ou não, isso me enche! Porque eu não estou no 2° ano, eu estou no meu ULTIMO ANO, e ele realmente pode ser o ULTIMO! Não vou mais ficar esperando por você! – a garota praticamente estava gritando e Rony se espantou com tudo que estava ouvindo.

O garoto ruivo não sabia o que dizer, ele simplesmente sabia que tudo era verdade, porém sempre que ele ia se abrir com ela, ela não estava disposta a ouvi-lo, perguntava-se se era para ser assim, eles nunca se acertavam, até que viu a garota antes de virem para Hogwarts chamando um garoto da corvinal para sair, ele ficara com raiva dela, e por isso que não falara com ela por um longo tempo!

Harry já estava de saco cheio desses dois, Rony o surpreendia com sua imaturidade com mulheres, até ele já teria tomado uma atitude.

Pensando nisso percebeu que nunca mais se apaixonara, que ultimamente estava pensando apenas na guerra, e por completo se esquecerá de si, na verdade nunca tivera muito tempo para ele mesmo, a menos que seja para salvar a própria vida.

Malfoy naquela lareira não saia de sua mente, dês do ano passado não se esquecera das palavras de Dumbledore, ele poderia vir para o lado certo... E porque não o fazia! Por que precisava ser um idiota que segue um cara que se diz lorde para matar a metade do mundo bruxo.

Ele se perguntou agora, por que quisera que malfoy viesse para o seu lado? Bom.. Sua mente borbulhou nessa hora, pare de pensar Harry, disse para si mesmo, pare de pensar.

- Harry, Esta bem? – perguntou a amiga preocupada.

- ah.. O que foi? – ele a olhou, espantado.

- No que estava pensando? Está todo distraído? – mais uma vez aquela voz preocupada.

- Hermione eu estou bem, só estou pensando demais na guerra, em tudo isso! Preciso vingar a todos quem ele matou Mione! Ele precisa morrer! – Harry falava de Voldemort e muitas vezes não se reconhecia, ele criara um ódio dentro de si que nem ele mesmo sabia o quão era tão grande.

- Harry entendo que você queria se vingar, só acho que não precisa ficar alimentando tudo isso, eu sei que nesses tempos não dá para pensar em outras coisas, porém tente! Não desista da alegria, nem do amor, às vezes você se esquece que todos estão aqui com você, que você não está passando por isso socinho! – a garota sabia consolar uma pessoa, e ainda mais Harry, ela desenvolvera um carinho muito grande pelo amigo.

Harry apesar de muitas vezes não da o verdadeiro valor à amiga, sabia do seu carinho por ele, só não sabia lidar com isso, na verdade ele nunca soube lidar com muitos sentimentos, todos que ele amava se iam, e ele sem perceber se fechou para esse sentimento.

A garota abraçou o amigo, e Rony mais atrás sorria o único que nunca incomodara rony quando estava com Hermione era Harry, apesar dos pesares, os três amigos tinham um carinho muito forte entre si, isso se chamava amizade.

O fim do túnel já estava visível, e Hermione sentiu-se estranha, achava que era a expectativa de rever Krum. Eles saíram direto na Casa dos Gritos.

- Alguém aqui? Krum? – a garota ouviu um silencio mórbido

- Espere Hermione isso está muito estranho, isso pode ser uma armadilha! – o moreno sempre desconfiando até da própria sombra.

- Espera Harry, vamos tentar mais uma vez... – a garota foi abraçada por trás – Krummm!

Os meninos ficaram com cara de nojo enquanto via os dois colegas se abraçando.

- Você me assustou – a garota dava tapas no peito forte do rapaz – e ai? Como você está? – a garota deu uma olhada para ele e se assustou – Por Merlim você está machucado, seu braço! Como se feriu? Fala Krum?

- Não é nada Herm! Estou bem sério, só preciso ter uma conversa séria com você, E tenho novidades!

Um estrondo vindo mais adentro da casa, espantou a todos e Harry correu para ver o que poderia ser.

- Quem está aí? – perguntou o moreno com a varinha aposta.

Algo parecendo um fantasma, com o cabelo mais claro que harry já tenha visto. Era um malfoy muito magro e muito desajeitado tentando tirar a meia dúzia de trecos de cima dele, provavelmente tinha derrubado uma estante velha.

- Não acredito que te veria assim algum dia Malfoy – o moreno apontou a varinha bem no rosto do loiro.

- Realmente não faço parte do grupinho que derruba as coisas por ai, mas tem que dar um desconto Potter parece que um cachorro passou por essa casa! – Ele disse com o modo recomposto que pode.

- Não posso discordar de você Malfoy, mas não culpe a casa pela sua incrível idiotice! - o moreno não abaixara a varinha, e parecia determinado a esfolar o loiro.

- O que vai fazer Potter? Vai me matar! Vamos! Eu sei que espera por isso há muito tempo, continue, quero ver se tem coragem, só acho que irias perder muita coisa fazendo essa besteira! – o loiro não demonstrara o mínimo de medo, porém tentava se afastar do garoto que o seguia.

- A única coisa que irei perder é que não escutarei mais a sua voz imunda atormentando minha cabeça! – o moreno estava tomado por um ódio profundo.

- Não sabia que minha voz te atormentava potter, o que mais te atormenta? Ver-me? Estar perto de mim? É, muitas pessoas já me disseram isso, mas fazer o que, ser belo não é uma qualidade é o destino – o loiro surpreendeu a cabeça de harry que estava tomada por pensamentos cruéis, isso fez quase ele sorrir.

- Não seja ridículo malfoy, você me da nojo!

- Harry se controle, Malfoy não está aqui para ser desafiado, espere que ele se explique! Por Favor! Se acalme.. – a garota intrometeu-se na conversa que poderia liberar faíscas se continuasse.

- Agradeça a ela Malfoy, pela sua vida! – terminou o moreno.

- Sinto, mas não devo nada a uma sang... – Draco não se permitiu continuar, sabia que realmente não estava em vantagem, e não estava ali para acertar conta com ninguém.

- É melhor assim Malfoy! Krum me explicou o que veio fazer aqui! Só espero que seja verdade, porque se não! Vais se arrepender! – a garota disse ameaçadoramente.

- Acho melhor explicar para todos Malfoy, não entendemos nada do que significou aquele seu falatório na lareira. – disse o moreno.

- Também já queres o impossível Potter, você entender algo! – Harry foi segurado por Krum e malfoy continuou – Olha não estou aqui para pedir ajuda de vocês, ok! Eu preciso mesmo é falar com a Ordem, eu tenho algo para entregar a eles, e muitas coisas para conversar.

- Não entende não é Malfoy! Nós fazemos parte da Ordem, o que tem para falar fale com a gente! E se queres conversar vai ter que parar com suas idiotices, isso não é brincadeira seu bastardo imaturo!

- Olha aqui Potter, eu sei muito bem que isso não é brincadeira, e eu já parei de brincar a muito tempo! E se não quiser me ouvir pode ir embora, eu não devo nada a você! – o loiro olhou nos olhos de Harry e falou o mais serio que conseguiu.

- Entendemos a tua situação Malfoy! Sabemos que seus pais foram mortos! Só não temos detalhes de como as coisas sucederam – a garota sempre tentando amenizar o clima.

- Granger a única coisa que vocês têm que saber é que eu sei como acabar com uma das Horcrux de V-S-Q, eu descobrir muitas coisas nos últimos tempos, eu seria um comensal, mas ele.. Ele traiu nossa família! Traiu meu pai, e acabou com a gente... – Malfoy estava quase chorando, mas não de fraqueza e sim de ódio.

- Malfoy... – Hermione o odiava como todos os seus amigos, mas se perdeu em um sentimento de pena no momento.

- Por favor Granger! Não preciso da sua piedade! Preciso sair daqui, eles podem nos achar e ai tudo estará perdido! – o loiro controlava seu desespero, mas ainda assim era perceptível.

- Não podemos te levar para Hogwarts Malfoy! – falou harry.

- Entendo que não confiem em mim, mas não estou implorando isso, eu tenho uma coisa que vocês querem e em troca me dão proteção, é simples! – o loiro falou como se dois mais dois fossem quatro.

- Não é assim Malfoy, não seja burro, não podemos entrar na escola com você sem falar com Mcgonagall, a escola possui um sensor contra intrusos! – o moreno se controlava a cada momento para não avançar no loiro.

Eles ficaram pensando por um momento, até que rony falou:

- Por que alguém não fica aqui com Malfoy e o Krum para dar reforços e alguém vai falar com o Lupin sobre a entrada deles! – Rony finalmente falou e todos o olharam como se tivessem avaliando sua idéia.

- De vez em quando me surpreendes Wesley, o tico e o teco ressurgem das cinzas e voltam a funcionar – se essas palavras não tivessem vindo da boca de malfoy harry teria caído na gargalhada, porem se controlou ao Maximo para não rir.

- Parece uma boa idéia Rony – a garota falou um pouco surpresa também.

- Harry pode ficar com a gente? Enquanto Herm e Rony podem ir falar com o Lupin.

- Pode ser – respondeu o garoto incerto – não demorem, não tenho certeza se Malfoy está falando a verdade, e alem do mais cadê a Horcrux malfoy?

- Está protegida dentro desse vazo Potter! – a desconfiança de harry não o irritava, porém de certa forma se incomodava por esta falando a verdade e ninguém acreditar.

Malfoy Mostrou um vaso muito sinistro, todo feito de barro e parecia ter varias escrituras mágicas em seu redor.

- Como vamos saber que isso é mesmo uma das Horcrux? – perguntou o moreno desconfiado.

- Bom só vão poder tirar a prova quando chegarmos à escola, pois não vais querer tirar o colar com o risco de ser enfeitiçado por algumas das dezenas de maldições que deve ter ai, vai? – o loiro quase que o desafiou.

- Ok Malfoy, vamos acreditar em você por enquanto, mas se tiver tramando algo mais, cuidado não pensa que só porque entrará na escola, se a Mcgonagall deixar, poderá andar livre por lá!

- Olha Potter sinceramente sei que não mereço a confiança de nenhum de vocês! E nem peço, eu acredito que não vou ter que conviver muito tempo com você, vão saber que eu estou sendo sincero, agora não percam mais tempo com essa falação toda, isso aqui não é brincadeira, podem nós achar aqui, eu sou um traidor Potter, você não sabe o que fazem com traidores! – ele falou de um modo calmo, não escondendo seu medo.

- Não acho que seja muito diferente de quem é caçado por eles! – o moreno não foi dramático, mas criou um clima tenso.

- Olha Granger e Wesley, por que não vão logo? Assim torna o momento que ficarei com esse traste o menor possível! – Draco tentou não olhar para Harry, que o encarara furtivamente.

- Olhe não comece a dar ordens! – disse o Ruivo.

- Então... Por Favor! – draco nunca se imaginou dizendo isso, mas na verdade nunca se imaginou nessa situação.

Sem pais, Sem amigos, sem ninguém! E com o maior bruxo das trevas atrás dele! Seu desespero tem justificativas! Isso mudara muito ele de certa forma, porém muitas coisas talvez nunca mudem, ou precisa de muito tempo para acontecer.

Rony e Hermione foram o mais rápido que conseguiam até o castelo, enquanto isso:

- Como está o seu braço Krum? – perguntou o loiro

- Melhor Draco, obrigado pelo curativo, estou me sentindo melhor agora. – falou o rapaz.

- Você fazendo curativos? E se preocupado com os outros? Difícil de acreditar – implicou o moreno.

- Interessante, ver o Potterzinho longe de seu fiel escudeiro, quase namorado, também é difícil de acreditar! – o loiro deu um sorriso amarelo e krum se controlou para não rir.

- Pense o que quiser Malfoy, pelo menos eu não ando com dois trastes guarda costas, e guarda sei lá mais o que? – atiçou o moreno.

- Não irei defender aqueles dois idiotas, pelo menos isso eu não preciso mais agüentar – Draco falou tentando se convencer disso, pois agora nem eles ele tinha.

Eles se calaram por um tempo até que Krum puxou assunto.

- Draco como chegou até aqui? – o rapaz perguntou curiosamente.

- Longa historia Krum, minha mãe me deu um brinquedinho antes de... Morrer – draco se mostrou forte nessa hora – Espero um dia poder vingar a morte dela, ela apenas queria me defender, mas acho que não tem como fazer isso perto dele.

Harry não sentiu pena de malfoy nessa hora, ele sentira um sentimento muito parecido com o dele e percebeu que no momento eles tinham muitas coisas parecidas, a diferença que malfoy era um bastardo e ele não, pelo menos ele assim se convencia.

- Draco, saiba que eu estou aqui... Quando precisar – Krum disse sem jeito, mas o loiro deu um sorriso sem graça.

- Mas e você Krum, como chegou aqui? Por que veio, pelo que saiba essa guerra não é sua – perguntou o loiro, harry só ouvia tudo e percebera que Krum e Draco não se conheceram aqui.

- Se engana Draco, uma boa parte de minha família se encontrava aqui, e possuíam vários negócios, mas todos fugiram, quando mataram meu tio, ele era um homem muito próximo a mim, e foi morto por descobrir algumas das armações de V-S-Q, ele chegou a contar para mim e meu pai algumas, eu estou aqui por que quero paz draco, acredito que todos querem isso – Krum falou neutro, porem draco ficara cada vez mais intrigado com a justificativa do colega.

- Krum pelo que eu saiba o seu tio era um comensal se não me engano? – Draco tentou escolher as palavras certas.

O Rapaz ficou sem jeito, mas logo respondeu:

- Não se enganou Draco, mas meu tio percebera que V-S-Q estava indo longe demais, ele queria mudar o país Draco, iria acabar com tudo, com tudo que não fosse de seu agrado, e meu tio tinha um negocio que ele não gostava, e falou que não ia fechar, e ele não gostou, então o perseguiu, e o achou. – o rapaz disse com um ar depressivo.

- Krum, o que descobriste sobre Voldemort? – perguntou o moreno

- bom se não se incomodar espero que estejamos todos juntos para contar de uma só vez, é uma historia longa potter – falou com uma voz angustiada.

"Nunca deixa de ser inconveniente" resmungou draco, bem baixo, mas os sussurros chegaram aos ouvidos de harry.

"Você sempre esperando uma brecha para falar de mim, não é malfoy?" o moreno falou no mesmo tom e volume, para que apenas draco escuta-se.

"Se está muito convencido Potter, a fama sempre subindo sua cabeça..." o loiro retrucou.

"Não tenho culpa de você nunca ter ninguém mais para pensar" afirmou o moreno encarando o olhar de draco.

"Sério potter, não espere que todos sejam que nem você, o santo Potter; Já fiz coisas que você nem imagina!" draco ficou olhando, observando a cara de espanto do moreno.

"Como o que malfoy? Andou espiando seus guardas costas se masturbando no banheiro?" o moreno riu do seu próprio comentário, e viu que malfoy também deixara sair um riso envergonhado.

"Não me ofenda Potter, não tenho essas tendências homossexuais, não fique achando que as outras pessoas fazem o que você e seu amiguinho fazem escondidos!" falou draco não deixando de reparar na reação do moreno.

"Não seja nojento malfoy, e desculpe não saber quais são suas tendências sexuais!" disse irônico.

"Isso é um convite Potter, quer se candidatar para descobrir minha sexualidade?" depois disso, se deu conta de que estavam sendo observados pelo jovem rapaz a frente deles.

Harry riu como não ria a tempo, krum fez uma cara de espanto, e com certeza tinha ouvido alguma das ultimas palavras de malfoy, nunca virá o loiro tão sem graça, mas não deixou de abrir um sorriso.

"Isso que dá andar falando com pessoas que não tem um pingo de dignidade!" draco não falou ofensivamente, apenas com raiva de ter ficado em maus lençóis e manteve o tom para que só harry ouvisse dessa vez.

"Lembre-se que eu não estava falando socinho todo esse tempo" ele continuou a rir como se a imagem de draco envergonhado não saísse de sua mente.

Draco riu, e ficou se perguntando se não achava estranho rir ao lado de Harry Potter, mas percebeu que não se pegava pensando nisso nos passados 10 min, e ao contrario sentiu muito bem, mais leve.

Quando eles acabaram de rir, seguiu mais um momento de silêncio, onde o moreno não conseguia encarar o loiro sem rir, e se perguntara se isso estava certo, depois de tudo que draco tinha feito, ele preferiu não pensar nisso no momento.

Continua...


Bom Gente estou feliz por que pelo menos DUAS PESSOAS tiveram a compaixão de lerem minha fics e deixaram reviews! E isso simplesmente já me deixou com muito animo para continuar, agora entendo o verdadeiro sentido de uma reviews! heheheheheheh...

Esse capitulo ele saiu um pouco trabalhoso, porque nele explorei uma arte das fics que eu não tinha tocado muito: nós dialogos, realmente é dificil ficar imaginando a essência do personagem e pensar em como ele reagiria em cada situação! Eu dei o melhor de mim, e to feliz com o que fiz, só espero que agrade vocês!

Bom agradeço ao Mr. PotterMalfoy pela reviews e por ter se candidatado a seu meu Beta! Isso me deixou muito feliz, hueuhehuehueueheu... Valew mesmo, já te mandei um email para a gente se falar melhor, e agradeço também a quem escreveu minha primeira reviews: Srta. Jeh Slytherin ajuda muito receber incentivos!

Espero que tenham gostado do capitulo, e dependendo das reviews eu posto bem rapido (se tiver mais uma é cap certo amanha, ehuehueheuhe.. )