Capítulo 2: Stay alive.
Sem beta. WIP.
2ª Noite (Continuação).
"—MALDIÇÃO PERPÉTUA?!" – Exclamaram os dois garotos de uma só vez.
Os rostos dos professores os encaram como se medissem as palavras embora cada um da daqueles adultos soubessem que não podiam esconder praticamente nada. E isso os perturbava. Sabiam da famigerada intriga de ambos e agora eles tinham que trabalhar juntos. E bem juntos!
"—Como assim?" – O loiro ejetou em direção aos professores.
"—Acalme-se Draco. Um especialista do St. Mungus irá sair da lareira a qualquer minuto." - Pomfrey disse obstinada.
"—Especialista do St. Mungus? Então o negócio é grave!" – Draco mergulhou a cabeça no travesseiro passando a mão displicentemente nos fios loiros com suas íris prateadas meio perdidas no nada.
"—Alguém pode explicar? Especialista? Porque que é grave?" – Harry ainda estava meio atordoado.
"—Bem típico seu mesmo, né Potter? Todos esses anos em Hogwarts não te ensinaram nada não?" – Cuspiu Draco.
"—Acalmem os ânimos garotos. Vocês vão ter que trabalhar juntos." – McGonagall disse severa.
O moreno respirou fundo enquanto Malfoy soltou um muxoxo de irritação.
"—Olá, olá." – Veio um jovem rapaz branco, um pouco baixo, de cabelos claros e um largo sorriso no rosto. "—Boa noite." – Saudou a todos limpando as vestes negras das cinzas e do pó de Flu.
"—Só se for pra você." – O loiro resmungou contendo aquela sede que subia à sua garganta. Engoliu em seco ao olhar para Harry e ver seu pescoço descoberto e tentadoramente cheiroso. 'Isso está ficando muito insuportável! Por que esse povo não sai e me deixa mordê-lo?' – Pensou.
"—Olá Alec." – Dumbledore adiantou-se na frente de todos.
"—Esse é o especialista?" – Harry perguntou meio incrédulo. Esperava uma mulher e já com idade um tanto avançada.
"—Sim, sou eu." – O especialista ainda mantinha o sorriso no rosto. "—Não pense que idade faz diferença garoto, mas você já deve saber disso não é?"
"—É..." – Potter baixou à cabeça, meio pensativo. As coisas a cada ano se tornavam mais dolorosas e mais próximas do verdadeiro confronto com Voldemort.
"—Bom." – Disse o jovem doutor. "—Eu quero que vocês saiam. Eu gostaria de conversar com esses garotos a sós. Tudo bem?" – Inquiriu se dirigindo aos professores.
"—Claro. Por que não?" – Alvo disse acompanhando os professores para fora sob os protestos da Madame Pomfrey que queria permanecer no local.
"—Bom." – Disse o homem assim que todos se retiraram. "—Meu nome é Alec Cross, mas podem me chamar de Alec e primeiro vou fazer alguns exames com vocês e dar meu parecer. Podem ficar tranqüilos. Vocês serão avisados antes de qualquer outra pessoa."
"—Isso tem cura?" – Perguntou Harry de supetão.
"—Ô anta, ele tem que fazer os exames primeiro!" – Draco disse se desempacientando.
"—Sossego garotos, vocês vão precisar disso." – Comentou Cross.
Harry deu um riso amarelo, a cada minuto sentia-se mais fraco, com fome e, talvez por causa do horário, com sono.
De repente o mundo ficou escuro para ambos e agora o que lhes restavam era apenas sonhos.
3ª Noite.
Harry acordou exausto, tivera um sonho, no mínimo estranho, com o outro na noite anterior que o deixou com os ânimos em seu baixo ventre um pouco levantados, tentou tirar aqueles pensamentos nada puros de sua mente e olhou para o lado e viu que Draco ainda dormia.
Malfoy tinha um olhar tranqüilo durante o sono, seus lábios formavam um pequeno biquinho enquanto sonhava profundamente.
'Assim ele fica mais bonitinho.' – Pensou Harry depois se dando conta da gravidade do pensamento. 'Que DROGA! Agora dei pra ficar dizendo que esse loiro ensebado é bonitinho?!' – Potter virou o rosto levemente corado se perdendo em pensamentos.
"—Ahh! Até que enfim acordaram." – Disse Alec se aproximando.
O moreno olhou para Draco novamente que esfregava os olhos. Notou que o loiro parecia mais cansado do que no dia anterior.
"—Que horas são?" – Malfoy perguntou. Estava muito abatido e com a forma que ele olhou para Potter este também não estava muito bem.
"—São exatamente dez e meia da noite." – Respondeu o medibruxo.
'Essa cara nunca pára de rir?' – Pensou o loiro. "—Como assim Dez e meia? Dormimos nada? Por que aqueles exames demoraram séculos." – Reclamou.
"—Na realidade vocês dormiram quase vinte e quatro horas. Hoje é terça-feira e faz mais ou menos 48 horas desde o ocorrido."
"—Nós dormimos isso tudo?" – O moreno assustou-se arregalando os olhos.
Draco parecia perplexo da mesma forma. "—E então?" – Falou já colocando sua máscara de arrogância no rosto de alabastro.
"—Não vou mentir pra vocês, garotos. O assunto é um tanto delicado." – Começou Cross.
"—Então não enrole. E essa mágica é mesmo perpétua?" – Perguntou Malfoy impaciente.
"—Na realidade é uma maldição muito antiga, foi abolida há muito tempo pelo Ministério por ser muito perigosa, é magia das trevas."
Os dois garotos se entreolharam alarmados.
"—Seu nome é Gangraena Vampirus." – Disse o medibruxo. "—Consiste em o que sofreu o feitiço, no caso o senhor Malfoy, sentir desesperadamente sede de algum sangue em particular." – Dirigiu seu olhar para Harry. "—Quem atacou sentirá desejo apenas pelo sangue da sua primeira vitima e de ninguém mais. Eu estou trabalhando nesse exato momento para achar um contra feitiço, mas devo dizer que só temos uma saída."
"—E qual é?" – Perguntou Harry mais receoso ainda.
"—Achar quem fez esse feitiço." – Respirou fundo. "—E obrigá-lo a desfazer."
"—Ahh! Então chame logo os Aurores. Se é só isso o Harry pode tirar o sangue dele sem precisamos de muito contato enquanto alguém procura o malfeitor." – Disse Draco de forma prática.
"—Não é bem assim senhor Malfoy. Quem dera que fosse tão fácil."
"—Então fale logo tudo de uma vez." – O loiro aumentou o volume de sua voz.
"—Esse feitiço é semelhante a um elo matrimonial. No momento em que você mordeu o senhor Potter criou uma ligação entre vocês."
Draco soltou uma exclamação de nojo.
"—O quê? Como assim?" – Harry inquiriu sem entender. Ouvindo uma reclamação de Draco, algo como: 'Esse idiota burro'.
"—Vocês estão praticamente casados. Sentirão libido um pelo outro que ficará mais forte a cada dia. Terão necessidade de estarem próximos e até mesmo de se tocarem."
"—Mas eu NÃO SOU GAY!!!" – Harry estava visivelmente descomposto.
"—Vocês trouxas e seus preconceitos idiotas. Isso é o de menos Potter." – Malfoy parecia meio amargurado com aqueles braços cruzados sobre o peito.
"—Isso é um efeito senhor Potter apenas isso. Que passará quando acharmos quem o lançou. E, caso não fiquem perto um do outro, sentirão desconforto."
"—Mas é só isso? Um desconforto?" – Harry tentava entender.
"—Não senhor Potter. Essa maldição vai matando vocês ao poucos por que Malfoy vai tomando o seu sangue e você vai ficando cada vez mais fraco afinal você é o 'hospedeiro'. Mas se não ficarem próximos a velocidade de morrerem aumenta em quase 100%." – O homem explicava tudo muito sério. Devia ser mesmo bem ruim.
"—Que morte patética." – Pensou Draco alto. "—Potter vai morrer de eu tanto sugar o sangue dele e depois eu vou morrer por não ter mais o sangue mestiço dele para me alimentar."
"—É isso mesmo senhor Malfoy. Em tese. Já que a sua mordida é como uma droga para Potter."
"—Que cruel." – Harry falou perdido em pensamentos.
"—Com certeza." - O loiro concordou. "—É cruel ter que sobreviver com seu sangue podre."
"—É melhor você me tratar com mais respeito Malfoy. Você precisa de mim!"
"—Infelizmente." – Cuspiu com desprezo. Estava ofendido com aquela situação ridícula de ter que beber o sangue do mestiço testa rachada para continuar vivo.
"—É bom você ser mais humilde Malfoy." – Harry se irritou.
"—Humilde? Isso é humilhante."
"—Há uma enorme diferença entre humildade e humilhação, Senhor Draco-todo-poderoso-Malfoy." – Falou um indignado Harry.
"—Mais alguma pergunta?" – Tentou fazer os ânimos se acalmarem.
"—Eu tenho." – Falou Draco. "—É normal meus sentidos ficarem mais aguçados? Principalmente com relação ao Potter? Eu posso sentir o que ele está sentindo."
"—Faz parte da magia, é igualzinho um elo de casamento, você vai sentir tudo o que ele sentir e com o tempo Harry também sentirá por causa da magia dele em sua corrente sanguínea e vice-versa." – Sorriu colocando as mãos dentro dos bolsos do jaleco. "—E você Draco vai ter seus sentidos mais aguçados. Todos. E posteriormente Harry também."
O loiro torceu o nariz. "—Temos quanto tempo. Se o feitiço nos mata aos poucos..."
"—Creio que um mês. Mas como esse é o terceiro dia. Então são vinte e sete dias."
Potter quase se engasga com o ar enquanto que Malfoy se escondia em sua perfeita máscara da indiferença.
O Griffindor pensou que de qualquer forma estava fadado a morrer, se não fosse pelas mãos de Voldemort seria pelos dentes de Draco. Se a situação não fosse grave acharia até um pouco cômico.
"—E eu devo dizer que se vocês não progredirem em nada dentro de uma semana, vou levá-los para o hospital e digo para vocês: Será MUITO pior." – Aquela carinha sorridente de Alec se transformou em um obliquo sádico. "—Então acho melhor pensarem duas, três, quatro, mil vezes antes de discutirem." – E de repente as suas feições mudaram para aquele velho sorriso novamente.
O Griffindor e o Slytherin se observaram com o peso do medo no ar.
"—Eu posso ir ver meus amigos?" – Potter questionou tentando quebrar o clima pesado que ainda pairava.
"—Não precisa, eles passaram aqui no período da tarde, eles estão muito preocupados, mas foram proibidos de entrar pela Pomfrey. E, além disso, não aconselharia a vocês se separarem." – Cross informou.
"—E como vamos estudar?" – Perguntou Malfoy.
"—Eu os liberei o resto da semana para se recuperarem, vou ministrar em vocês poções reanimadoras para não se sentirem tão fracos, mas aconselho que vocês se conheçam melhor e tentem se adaptar um ao outro. Vão precisar."
Os dois adolescentes se entreolharam raivosamente.
"—E também terão que refazer seus horários de aulas." – O medibruxo ia saindo da sala, mas girou nos calcanhares e falou: "—Ahh! Descansem agora porque amanhã terão que arrumar suas coisas para se mudarem para um dormitório só de vocês."
"—O QUÊ?" – O loiro só não se levantou da cama porque não se sentia muito confiante em fazer isso por causa da fraqueza. "—Eu vou ter que dividir um quarto com essa idiota?"
"—É para o bem de vocês Senhor Malfoy." – Encarou o loiro. "—E acredite em mim quando digo que será mais confortável para vocês estarem juntos. Não vão querer que ninguém os veja aos agarros não é mesmo? E alias não podem ficar a menos de cinco metros de distância e que pelos meus cálculos a distância tende a diminuir com o passar do tempo." – E dando um riso malicioso, piscou um olho e fechou a porta. "—Boa noite." – Gritou já do lado de fora para os garotos que coravam.
Harry respirou fundo e levantando-se foi para a janela da enfermaria. Ficou olhando o campo de quadribol. Passou as mãos nos cabelos com um ar preocupado.
Draco o observava da cama. 'Esse maldito tem que ficar se mexendo?' – O Príncipe de Slytherin pensou com uma raiva contida, pois cada vez que o outro se agitava aquele odor gostoso ficava mais forte e a fome e o desejo cresciam descontroladamente. Levantou se pondo detrás de Harry que nem percebeu sua aproximação, temia ser repelido, mas não tinha muitas opções precisava disso mesmo que fosse caricato e humilhante.
Potter se virou de supetão ao sentir um corpo quente atrás de si. "—M-Malfoy é melhor não." – Disse. A voz visivelmente mais fraca.
"—Não temos muitas escolhas não é mesmo?" – Falou meio rouco. Se aproximando. "—E se não fizermos isso vamos definhar."
"—Pensei que preferisse definhar a beber meu sangue mestiço." – Estava claramente magoado apesar de não saber exatamente a causa.
"—Eu tenho meus instintos de sobrevivência Potter. Não sou um maluco suicida como você." – Estava um pouco raivoso, porém se perdia no cheiro do moreno. Agarrou-o com propriedade pela cintura.
Harry prendeu-se instintivamente na camisa desabotoada do loiro, fechando os olhos, se entregando ao momento. Ele precisava sentir aquilo mais uma vez.
Malfoy baixou o rosto levemente passando o nariz na pele macia do encontro do pescoço com o ombro. Subiu as mãos desabotoando a blusa do outro até a metade. Distribuiu beijos sedentos pelo pescoço, agora desprotegido, dava pequenos ferrões na pele arrepiada e excitada.
"—Malfoy, acabe logo com isso." – Gemeu Harry.
O loiro acatou, queria aquilo da mesma forma. Mordeu sem dó, maculando mais uma vez o espaço da jugular sentindo aquele líquido carmesim fluir em sua boca deliciosamente. Sentia o moreno lhe puxar com força para mais contanto, os quadris deste de encontro aos seus, deitou o Griffindor na cama mais próxima, friccionando seus membros já tesos de ansiedades, ambos acompanhavam o mesmo movimento, dava chupões impiedosos ao longo do pescoço se perdendo naquele cheiro delicioso que tirava todo o seu juízo. Passava a mão impudicamente pelo corpo do moreno. Draco precisava muito de todo o 'resto' e urgentemente senão enlouqueceria.
"—Malfoy, pare... ahnm." – Harry tentava protestar. "—Você... hunm... já-já bebeu meu sangue." – Empurrava o loiro levemente para que saísse sobre seu corpo.
Malfoy respirou fundo se sentando achando interessante o chão da enfermaria. E quebrou o silencio após alguns minutos. "—Por que não?" – Encarou o outro.
"—Por que não o quê?" – Sentiu o rosto queimar observando o Slytherin.
"—Ora vamos Potter você sabe o quê." – Era difícil manter a calma com o outro tão perto, mas sempre foi assim, não?
"—Bom, eu acho que isso tem que ser feito com amor."
O loiro fez uma cara azeda antes de responder. "—Isso não tem nada a ver com amor Potter. É uma maldição que por acaso desperta libidos sexuais. Qual o problema? Isso é bom."
Harry parecia uma pimenta de tão vermelho que estava. Não falava de sexo nem com seu melhor amigo, nunca imaginaria que teria essa conversa com Draco Malfoy o seu inimigo de escola desde... desde sempre!
Malfoy olhou para Harry mais atentamente e depois arregalou os olhos. "—Ahh NÃO!" – Ironizou. "—O salvador do mundo bruxo é VIRGEM!" – Zombou o mais alto que pôde.
"—Não enche Malfoy."
"—O que você anda fazendo Potter? Qual é... dezesseis anos e nada?"
"—O que eu andei fazendo? Muito engraçado estava tentando salvar o mundo bruxo como você acabou de dizer. Eu não sou um garoto mimado que tem tudo o que quer nas mãos e o seu pai ainda atrapalha a minha vida!" – Retrucou raivoso.
"—Não venha falar do meu pai, por culpa sua ele foi para onde foi. E para o seu governo, não que interesse, eu não tenho tudo nas mãos."
"—Por minha culpa? Eu vou dizer o que é minha culpa..." – Harry não conseguiu mais conter a gana de ter que conviver com Malfoy. Deu-lhe um soco bem seguro no olho esquerdo fazendo o loiro escorregar e cair de costas na cama. A raiva era tão grande que ele não estava pensando muito bem no que ele estava fazendo. Sentou em cima da barriga de Draco desferindo outro soco em seu rosto.
O loiro agarrou os pulsos do Gryffindor invertendo as posições e prendendo os braços do moreno sobre o colchão um de cada lado do rosto vermelho de Harry. Se já não estava agüentando antes, a imagem que presenciava fazia seus instintos aflorarem.
Harry estava lindo na concepção do loiro. A respiração forte que deixava o seu peito subir e descer apressadamente, o rosto vermelho, os lábios rubros e entreabertos, as íris verdes brilhantes pela raiva e aquele maldito cheiro...
Colocou uma perna de cada lado do corpo do moreno sentando em cima do membro já semi-rijo do outro. "—A culpa é sua..." – Gemeu arrastadamente no ouvido de Potter.
Harry sentiu um frêmito em suas costas que se dissipava na nuca que agora era mordida ardentemente por Malfoy. Tentou se livrar daqueles braços, mas o outro era bem maior e na realidade não estava tão desconfortável assim. "—Me solta." - Falou fracamente.
"—Qual é Potter. Eu sei que você quer isso tanto quanto eu." – Mordeu o lóbulo da orelha do moreno sentindo o corpo em baixo de si arquear de desejo. "—Você quer sobreviver tanto quanto eu, não?"
Harry virou o rosto, sentia vergonha pelo desejo que tomava conta de si.
"—Diz Potter." – Cada sílaba saia de sua boca vagarosamente e com uma luxúria inexplicável. "—Diz que você não quer?"
Continua.
N/A:
Não me batam por parar a fic ai, mas se eu fosse parar onde eu realmente queria, iria ser umas 18 páginas no Word e com direito a MUITO atraso.
Eu achei esse capítulo um lixo ¬¬' detestei essa ultima lime, que provavelmente será lemon, pois eu estou pela primeira vez com um bloqueio para isso (Motivo: Ficwriter em vez de escrever fica no YouTube vendo vídeo de shuffle ¬¬'²) Mas todos os meus 2°s capítulos eu sempre acho uma droga... Então talvez seja só impressão. Ou não.
E essa fic talvez seja pequena. Acho. (Quem sabe termine antes ou ao mesmo tempo que Hysteria.) y.y #Mas já tem outro long em mente =D#
REVIEWS & Kissus
Agradecimentos:
Drix Potter Malfoy. Marcia B. S. Lunoca. Angelina Corelli (Eu fico muito feliz que você tenha gostado da idéia ^^' e também por estarmos juntinhas também nesse long. E bom, vai ser como Hysteria, semanalmente (sempre às quintas-feiras) e não em quinzena, certo?). KaksChan. Noah Noose. Reece River.
Eu gostaria de pedir a quem não tem conta no FF, por favor, me enviasse o e-mail de vocês para responder mais rápido a review de vocês. OK? Kissus. :3
P.S: Eu não sei se vai dar para atualizar o capítulo três na próxima quinta [Vou treinar, pois vou ter um teste para entrar em uma Crew (Lê-se criu)]. Contudo farei o possível.
Mello Evans Malfoy.
