Capítulo 02

Uma Semana Depois

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Dias se passaram sem que Caterina tivesse notícias de seu irmão. Esteve trancada em seus aposentos, fingindo-se doente por quase uma semana, apenas saindo do quarto ao ouvir de uma de suas empregadas que ele viajara. Estava amedrontada, não podia negar, assim como não podia contar a ninguém o terror que passara. Então era isso que significava ser mulher. Suas partes íntimas ainda ardiam da brutalidade sofrida, porém, de uma forma estranha, latejavam e umedeciam a cada vez que lembrava do ato, de como ficara molhada depois do irmão ejacular. E esses pensamentos a dominavam por completo, sentindo vergonha de si mesma ─

◦⊰─ Como se fosse puxada de outra dimensão, retornou à terra, no meio de uma reunião com os membros da AX em sua sala: Professor, Tress, Leon, Kate, Noelle e Abel. Olhou para eles um tanto desnorteada, tentando lembrar o que fazia ali. Desistiu, respirou fundo e abaixou a cabeça. Não tinha condições de dar continuidade ao trabalho. Dispensou a todos e sem mais nada a dizer, levantou-se de sua cadeira e deixou a sala com pressa, seguida de perto pelo Padre Tress. Sua mente estava distante demais do corpo, não aguentaria permanecer assim por mais muito tempo. Enquanto rumava para o salão de jantar, ainda descendo as escadarias do saguão de entrada, foi surpreendida por um estrondoso abrir de portas ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Ninguém menos do que Francesco. Acabara de voltar de viagem para a infelicidade (ou felicidade) de alguns, mais especificamente de Catherina, sua irmã. Obviamente, como a sala era grande da porta tinha a visão da escada, não pode deixar de vê-la e abrir o mesmo sorriso o qual a deixara nua sobre a mesa de sua sala, uma semana atrás. Ficou a espera-la no pé da escada, pelo seu sorriso e a forma que olhava, era obvio que o que tinha acontecido há sete dias iria acabar se repetindo.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Por um instante seus pés não se moveram. Ficou exatamente no mesmo lugar, estarrecida, petrificada. Queria recuar, mas ao podia, não com tanta gente por perto. Teria que tratar com naturalidade. Desceu os últimos degraus da escadaria e parou bem a frente do irmão, encarando-o com uma expressão de fúria quase animalesca. Não podia demonstrar medo, então o enfrentaria ─

FRANCESCO DI MEDICI:

- Está com fome, minha querida irmã?

Perguntou, quanto a expressão facial dela. Era obvio que não deixaria de iniciar a conversa provocando. Pode ver quando travou na escada, e com razão. Tinha certeza que ela sabia que não seria a primeira e última, mas sim, a primeira de muitas outras vezes. Aproximou-se dela o bastante para poder sussurrar, e a provocou mais uma vez.

- Sentiu minha falta?

CATHERINA SFORZA:

- Estava indo agora mesmo para o jantar

◦⊰─ Respondeu com naturalidade, ignorando o que certamente fora uma provocação. Respirou fundo a agiu como uma verdadeira política, abrindo um falso sorriso, tão polido que quase pareceu real, não fosse pelo fato de não alcançar seus olhos ─

- Espero que tenha feito uma boa viagem. Senti sua falta, querido irmão

FRANCESCO DI MEDICI:

- Eu sei o quanto sentiu.

Sussurrou ainda próximo dela, e ao se afastar o sorriso sumiu. Deixou que ela fosse para sua frente, para ir jantar junto a ela.

- Ótimo, vou te acompanhar.

CATHERINA SFORZA:

- Como quiser

◦⊰─ E caminhou junto a ele como se absolutamente nada tivesse acontecido. O jantar transcorreu normal. Catherina tentava a todo custo não olhar para o irmão e retirou-se no momento que achou devido, usando a desculpa de estar sem fome devido ao mal-estar dos últimos dias. Foi para o quarto e, como já era noite, esperou a chegada das noviças encarregadas de suas vestes para que a despissem e pudesse ir dormir ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Olhou-a quando disse que estava sem fome e deixou que fosse para seu quarto. Ele não falou nada, terminou o jantar como o normal e levantou-se. Já que ela disse não estar bem os últimos dias, resolveu ir ver o que sua querida irmã tinha. Foi até seus aposentos, a mania da irmã de deixar a porta de seu quarto destrancada acabou sendo ótima para o momento. Entrou em silêncio e trancou a porta, retirando a chave da fechadura e colocando-a no bolso. Caminhou um pouco pelo quarto e parou próximo à janela sem fazer barulho, a não ser quando quebrou o silêncio, dando ênfase no "minha".

- Vim dar boa noite, minha irmã.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Deu quase um salto ao levantar-se da cama, assustada pela presença inesperada. Afastou-se dele, sempre andando de costas, indo em direção à porta. Sua voz não conseguia esconder o pânico ─

- Francesco! O que faz aqui, meu irmão? É meio tarde para visitas

FRANCESCO DI MEDICI:

- Vim saber da minha querida irmã, me falou que não estava bem essa semana que passou...

Ao ver o desespero dela tentando ser contido e ela, em direção a porta, soltou uma risadinha sacana e levantou a chave com um dos dedos de seu bolso, olhando-a.

- Acho que precisa disso pra abrir a porta, Catherina. Porque não vem buscar como uma boa menina faria?

CATHERINA SFORZA:

- Devolva

◦⊰─ Ordenou com uma expressão mais dura, já parada ao lado da porta. Precisava conseguir aquela chave de qualquer forma ─

- Devolva-me a chave ou chamei meu subordinado

FRANCESCO DI MEDICI:

- Vem pegar.

Sorriu e esticou o braço em direção a ela, queria ver até onde sua coragem iria.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Muito contrariada, não deixaria que ele tivesse controle da situação. Avançou em sua direção com passos largos e estendeu a mão rapidamente para lhe tomar a chave à força ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Retirou a chave assim que ela se aproximou, passando o braço pela cintura em forma de junta-la ao corpo, empurrando com o próprio corpo até encostar com certa brutalidade na parede.

- Foi quase, querida irmã.

CATHERINA SFORZA:

- Solte-me

◦⊰─ Ordenou enquanto se debatia para que a soltasse ─

- Não teve o bastante?

FRANCESCO DI MEDICI:

- Não chegou nem perto.

Deixou a chave no bolso novamente e empurrou-a contra a parede com o braço no seu pescoço.

- Quieta.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Tossiu sem conseguir respirar direito, as mãos seguravam o braço do irmão, tentando empurra-lo para longe. Seu esforço parecia ser inútil, pois ele era muito mais forte. De fato, ele conseguira faze-la ficar quieta ─

FRANCESCO DI MEDICI:

- Continue assim.

Tirou o braço de seu pescoço e aproximou o rosto. Já que não podia deixar marcas tão visíveis, passou apenas os lábios por ali e subiu até seu ouvido, sussurrando palavras obviamente baixas enquanto, já excitado, encostava-se mais nela.

- Acho que deveria repetir o que aconteceu, você gozou, é sinal de que gostou.

CATHERINA SFORZA:

- Não, não gostei

◦⊰─ Mentiu descaradamente. Tudo aquilo, ser agarrada com aquela brutalidade, jogada, e aqueles lábios tocando-a, os sussurros como uma promessa do que iria acontecer, tudo já a deixava excitada e já fazia seu corpo pedir pela repetição da outra noite. Mas não podia, tinha que se manter firme, pois aquilo era um pecado imenso. Decidiu ser cruel ─

- Eu menti, fingi para que me deixasse em paz. Não seja tão presunçoso ao ponto de achar que foi mérito seu

FRANCESCO DI MEDICI:

- E quem disse que era pra você gostar? Gozou por não aguentar... Incompetente, nem pra isso serve.

Não pode deixar de provar que não era mentira, sem nenhum pudor, enfiou a mão por baixo de seu vestido e passou por dentro de sua calcinha, quase a penetrando com dois dedos, estes que agora estavam úmidos. Retirou a mão dali e mostrou para ela, sorrindo claramente satisfeito com o resultado.

- Se não gostou, porque está excitada?

CATHERINA SFORZA:

- Não estou excitada!

◦⊰─ Mentiu mais uma vez, agora seu rosto completamente vermelho. De fato, ele sabia a verdade, e a estava ali provando. Era impossível continuar com a farsa, mas tentaria. Fechou as pernas com força, para que o ato não se repetisse. Ainda que seu coração batesse forte, ainda que sua pulsação se concentrasse em suas partes íntimas, não daria esse gosto ─

FRANCESCO DI MEDICI:

- Não está?

Pegou-a por um dos braços e empurrou com força contra o chão, mais afastado dele. Foi seguindo em sua direção, tirando a túnica e abrindo o cinto, enquanto falava em meio a um sorriso sádico.

- Vou te deixar excitada, querida irmã.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Caída do chão, rastejou, de costas, tateando ao redor algo que pudesse usar para fugir ou para lutar. Enquanto isso seu pavor crescia, o irmão não desistiria dela, e repetiria as atrocidades da outra noite ─

- Pare com isso, não estou brincando, meu irmão, pare!

FRANCESCO DI MEDICI:

- E porque acha que eu estou brincando?

Deixou que ela se afastasse até chegar próximo ao pé da cama, quando o fez, sentou-se ajoelhado por cima dela e prendeu suas duas mãos com o cinto na madeira da cama. Ela estava resistindo mais do que da ultima vez.

- Agora quieta.

CATHERINA SFORZA:

- Nunca!

◦⊰─ Resistiu e lutou ao ser amarrada, chutando-o todo o tempo para que a deixasse ─

- Solte-me já!

FRANCESCO DI MEDICI:

Sem nem precisar pensar duas vezes, soltou a mão com força no rosto dela, chegando a ser estalado o tapa. Segurou-a pelo queixo e aproximou o rosto do dela, como se fosse beija-la.

- Eu estou mandando você ficar quieta, ou pode ser muito pior.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Seu primeiro impulso foi mover-se com violência contra ele para morde-lo. Não era uma vagabunda que ele podia tratar como bem entendesse. Aquele tapa ia ter retorno ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Não acreditou em tamanha afronta. Encostou a palma da mão sobre seus cabelos no chão para não deixar que ela tentasse morde-lo outra vez e se tentasse se mover ali, iria sentir os cabelos presos.

- Pra que resistir tanto se está louca pra que eu te coma, Catherina?

Mais uma vez enfiou a mão por baixo de sua saia e passou por dentro da calcinha úmida, retirando em seguida e passando os dedos molhados por cima dos lábios dela.

- Negue agora o que quer, minha querida irmã.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Desvencilhou-se com violência para afastar-lhe os dedos sujos, virando o rosto para o lado. Aquilo era mais do que ultrajante. Furiosa, cuspiu-lhe na face em retribuição ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Fora demais aquilo, não acreditou. Sentou-se novamente sobre ela e passou a mão onde estava sujo, e com a mesma mão soltou o segundo tapa no rosto dela. Outra vez passou a mão por baixo de sua saia, só que não foi para sentir se estava úmido ou não, foi para arranca-lhe a calcinha. E foi o que fez, rasgou sua peça íntima em apenas uma puxada forte, e foi com o próprio pano que amarrou sua boca.

- Você não devia ter feito isso. Eu avisei, vai se arrepender.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Por mais que lutasse, não conseguiu evitar ser amordaçada. Protestou, mas tudo que conseguiu produzir foram sons sem nenhum sentido. Continuou a mover as pernas de forma a tira-lo de cima, enquanto lhe lançava olhares letais. O gosto de ferro lhe sujava a boca, devia estar sangrando por dentro devido aos sucessivos tapas ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Já que ela estava tão difícil de lidar hoje, resolveu ser breve. Então, arrancou sua saia sem problema nenhum em rasga-la, ou até mesmo machuca-la enquanto fazia isso. E, como já estava sem sua peça intima, apenas segurou cada perna com uma mão e, ajoelhado no chão entre as pernas dela, a penetrou um pouco mais brusco do que a primeira vez. Parecia que vê-la sofrer era muito prazeroso, e por isso era tão estupido com ela.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Foi rápido demais para que pudesse reagir. Logo estava sendo estuprada mais uma vez. Fechou os olhos, e tudo que ouvia era o som do próprio corpo batendo contra o pé da cama. Não queria que recomeçasse, não queria ceder novamente. Então ficaria imóvel, se fecharia por completo, pois ele teria seu corpo, mas não seu prazer ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Sabia que ela não conseguiria segurar por tanto tempo, estava excitada, logo começaria a gostar. Já que parou com as pernas, soltou-as e deitou-se por cima dela, apoiando as mãos no chão atrás de seu ombro, para que não se afastasse dele. Foi e voltou várias vezes com o corpo, não estava se importando muito com ela ali, mas sim com ele.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Não importava o que fizesse, se fingiria de morta. Tinha controle, não lhe daria o prazer que da vez anterior ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Resolveu fazer diferente, agora. Já que ela não reagia como antes, escolheu o "diferente". Não parou com a penetração, esta era contínua só que agora era mais lenta e mais funda. Uma das mãos percorreu seu corpo e foi parar nas suas costas, onde soltou o corpete por completo em poucos segundos. Empurrou-o para o lado e começou a abrir sua camisa. A mão pesada fora direto para entre seus seios, abrindo botão por botão. Apenas abriu a camisa branca e passou os lábios por um de seus mamilos devagar. Queria ver o que ela faria com a reação inversa da situação.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ A sensação já estava começando a ficar insuportável. De fato, o irmão sabia fazer de uma forma que era gostoso. Fechou os dentes com força no tecido, não se permitiria ceder. Mas, quando sentiu a blusa ser aberta, poderia esperar qualquer coisa, menos que ele lhe beijasse o corpo. Tremeu com o toque suave, todos os seus pelos se arrepiaram, e pode sentir os mamilos enrijecerem. Ele sabia como fazer com que perdesse o controle ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Apoiou-se com um dos braços no chão, e a mão oposta levou até o outro seio dela, acariciando-o no mesmo ritmo em que brincava com o outro. Mordiscou-o, e ao mesmo tempo beijou, não só seu seio, também seu busto e pescoço até chegar próximo a seu ouvido, onde respirou um pouco mais forte em forma de controle próprio. Quanto às investidas, não modificou nada, não ainda.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Gemeu. Aguentara que a tocasse, beijasse, mas a mordida... Aquilo a deixava louca. Mordeu o tecido com mais força, certamente abriria feridas em seus lábios. Tinha que se controlar! Mas talvez não quisesse tanto assim. E a respiração, o ar quente em seu ouvido... Teria que rezar muito mais que um rosário essa noite ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Percebeu que ela gostava das mordidas e investiria naquilo. Começou com a língua por seu lóbulo, e foi até parte do pescoço, mordiscando ali onde parou. Mordeu um pouco mais forte e demorou mais para soltar. Queria provocar, ver até onde ela aguentaria e até onde podia ir.

CATHERINA SFORZA:

- Um!

◦⊰─ Gemeu novamente, agora mais alto, ao ser agarrada no pescoço. Acabara de descobrir que tinha um fraco por dentes. Contraiu os músculos involuntariamente, em defesa, depois, tentou puxar o pescoço para o lado para que a largasse. Ela era difícil ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Foi abaixando com os lábios, até chegar em um de seus mamilos e mordisca-lo. Pouco antes, retirou o pano da boca dela. Queria poder ouvir o que ela gostava, e ouvir em forma de gemido seria muito mais prazeroso.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Mal conseguia sentir os próprios lábios ao sentir ficar livre da mordaça. Mas a paz durou apenas alguns segundos, até ser forçada a travar a mandíbula mais uma vez, tal era a agonizante sensação que lhe proporcionava. Moveu o busto para cima, arqueando as costas contra o chão, precisava se livrar dele, porém precisava de mais, estava confusa... Apenas uma coisa lhe era certa: Não abrir os olhos em nenhuma circunstância ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Passou uma das mãos por sua cintura e começou a mover-se mais rápido. Cansou de ser bom, agora viria a parte que ele gostava. Voltou a ficar ajoelhado e passou as mãos pelos seios dela, apertando-os entre os dedos e deixando com que as pontas fossem até suas coxas, onde segurou forte para puxa-la mais contra seu corpo.

CATHERINA SFORZA:

- Francesco...

◦⊰─ Não conseguia nem ao menos chamá-lo de irmão. Mas não sabia por que o chamava. O nome saiu como num sussurro, talvez um pedido, ou uma súplica. O que quer que fosse, foi instintivo. Sentindo ser agarrada com mais força, penetrada com mais violência, segurou-se no pé da cama para evitar que se machucasse. Aquilo estava longe de ter fim, para não dizer de desejar o fim ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Por pouco não se descontrolou, ouvir qualquer sussurro dela, fosse de dor, excitação ou pedido para parar era bem vindo, e fazia com que sua concentração fosse pra longe. Voltou a deitar-se por cima dela, segurando-se nos seus braços agora. Olhava para baixo, queria olha-la nos olhos além de ouvi-la gemer. Queria domina-la por completo, e não tinha dúvidas de que conseguiria.

CATHERINA SFORZA:

- Não...

◦⊰─ Sussurrou. Sentiu o peso daquele corpo enorme sobre o seu, impedindo-lhe de tentar qualquer coisa. Não havia nada que fazer... Apenas gemia baixinho, em sua luta interior ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Obvio que não parou, continuou sobre ela, investindo mais forte. Ouvi-la gemer o deixava quase fora de si, era como um ponto fraco. Enquanto mantinha-se firme nos movimentos, foi descendo a boca até onde pode, passando por sua orelha, pescoço e busto, até poder voltar a brincar com seus seios, invertendo-os agora.

CATHERINA SFORZA:

- Um...

◦⊰─ Gemia cada vez mais alto. Seu corpo se esticava, o tórax se erguia, enquanto esticava as pernas e as posicionava ao redor do corpo do irmão, prendendo-o ainda mais contra si ─

FRANCESCO DI MEDICI:

Agora era a hora das mãos. Queria ver o que faria se a soltasse, e foi exatamente o que fez, com uma de suas mãos, puxou o cinto e deixou-a livre, porém preparado para algo que ela pudesse fazer para fugir. Não saiu de cima dela, e quando sentiu que as pernas dela estavam presas à suas costas, não parou e só fez aumentar a força com que a penetrava, já estava se controlando. Ela estava cedendo mais do que ele mesmo esperava.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Mal deu atenção ao fato de estar livre. Levantou as mãos e fechou os dedos como garras no pé da cama, tudo para conseguir apoio devido enquanto era violentada. A força do irmão era tanta que, se não se segurasse, suas costas certamente sairiam arranhadas do atrito contra o carpete. Enquanto isso, produzia sons desconexos entre gemidos ─

- Isso... Não...

FRANCESCO DI MEDICI:

O ar que deixava escapar agora era mais pesado, o deixava sair por entre os lábios próximo ao ouvido dela. Já não aguentava mais esperar, e ouvir seus gemidos e sussurros, não pode mais segurar. E mais uma vez o êxtase tomou conta, chegou ao seu clímax, porém não parou de movimentava-se até expelir todo o liquido dentro dela, parando aos poucos e sem se preocupar muito em deixar o peso por cima dela.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Novamente aquele calor que a invadia e a dominava. Sentiu-se ser preenchida por completo, enquanto ele ainda se movimentava, fazendo com que o líquido escorresse pelas suas pernas, até o chão. Foi o suficiente. Sua temperatura subiu, seu corpo estremeceu, e já não podia mais se controlar. Ela estava gozando. Se agarrou às costas do irmão e gemeu alto, quase gritando, perdida no próprio êxtase, enquanto era penetrada ─

- Abel...!

FRANCESCO DI MEDICI:

Após um tempo que escutou o nome de Abel, começou a gargalhar. Talvez sua reação devesse ser outra, mas não pode pensar em nada melhor ou mais engraçado. Abel jamais seria capaz disso, era fraco e de masculinidade duvidosa. Deixou-a no chão mesmo, e já foi vestindo-se como da outra vez. Olhou-a com um sorriso que mostrava claro deboche, aproveitando para provocar.

- Ao menos alguém aqui te faz gozar, porque Abel está mais preocupado com as borboletas do jardim.

Terminou de se arrumar e recolheu sua túnica de onde tinha deixado. Olhou-a mais uma vez e soltou uma breve risada. Retirou as chaves do bolso e abriu a porta, saindo sem nem olhar pra trás, muito menos encostar a porta.

CATHERINA SFORZA:

◦⊰─ Primeiramente assustou-se ao se dar conta do que acabara de dizer, mas ficou ainda mais assustada com a reação do irmão. Esperava que ele fosse acerta-la mais uma vez. Assistiu de certa forma aliviada enquanto ele a deixava no chão para ir se arrumar. Seria tudo como da vez anterior. E, como da vez anterior, não respondeu às provocações, especialmente porque sabia que o irmão estava certo. Ficou ali sentada, olhando em direção a janela, apenas esperando, enquanto ouvia aquela risada desagradável. Estava completamente vulnerável e abandonada─

- Tress!

N.A.: Segundo jogo. Nenhuma previsão das coisas melhorarem pra Cath, mas nem tenho pena. Vamos ver ai como as coisas vão ficar, pois está longe desse RPG ser encerrado. Obrigada a todos, deixem suas opiniões.