"onde tudo começa é onde tudo acaba..."


Na verdade se calhar até era melhor assim, melhor para ela, melhor para elemelhor para os dois.

Ela estava farta de estar "ao serviço dele" de ter sempre que responder aos desejos delee como ficava ela no meio de isto tudo? Ela...ela ficava um caco, como uma peça de porcelana que cai no chão e parte, ela fica assim partida em pedacinhos bem pequenoscomo um relógio que cai ao chão e deixa de dar horasela era assim, ela estava assim, estava assim por causa dele, por culpa dele

Ás vezes a vida podia ser tão irónica, se calhar nem era culpa dele, se calhar era ela que deveria deixar de acreditar, era nestas altura que tinha saudades de sua mãe, ela viria, deitava a sua cabeça no seu colo e dizia que tudo estaria bem, tudo ficaria bem...

Olhou para o relógio da praça 21:40htinha apanhado a mania de olhar no relógio quando começaram os encontros, começou a olhar só para ver se tinha chegado a hora, depois já olhava para o relógio por tudo e por nada, na verdade olhar no relógio era um tipo de refúgio para ela, enquanto olhava os ponteiros a passarem de um número para outro, enquanto olhava o tempo passar, pensava sobre tudo o que acontecia na sua vida, pricipalmente sobre a farsa, que vivia e que no momento estava prestes a acabar.


Chegou a casa dela e tocou á campaínha, ninguém atendeu, não se ouvia um som dentro de casa, tocou outra vez e outra vez ninguém atendeu, tocou mais vezes até que se fartou, subiu para a varanda do quarto dela, a janela estava fechada, mas não trancada então ele forçou a porta e entrou no seu quarto.

Já tinha lá ido umas vezes, mas sempre estava com ela, nunca tinha entrada sozinho naquele quarto, na verdade nunca tinha reparado bem no seu quarto, os seus encontros eram sempre na sua casa, só ía lá quando ela se atrasava ou por motivos de força maior, mas agora tinha que ir lá, ela era sempre muito pontual, mas hoje ela não tinha nem mandado uma mensagem ou coisa assim para avisar que não ia.

Olhou á sua volta, o quarto era bonito, as paredes eram brancas e rosa bem claro, tinha uma cama de casal encostada na parede e uma mesinha de cabeçeira no lado da cama que não estava encostado á parede, mais á frente tinha uma escrivaninha e aos pés da cama tinha uma poltona rosa bem claro, ao lado da escrivaninha tinha uma estante bem organizada, as 3 primeiras prateleiras a contar de cima tinham livros, a 4ª e 5ª tinham fotografias e a 6ª tinha várias caixas com acessórios para roupa, cabelo etc. O armário estava a trás da poltrona, como estava meio aberto dava para ver que tinha um espelho no lado direito.

De repente lembrou-se que não tinha vindo ali ver o quarto dela, mas sim á sua procura, como já tinha visto, no quarto não havia nada, foi até ao banheiro do quarto e também não viu nada, viu nos outros quartos de 2º andar mas foi a mesma coisa, desceu as escadas e continuou a procurá-la, até que uma coisa lhe chamou a atenção.

Era uma fotografia dela naquele sitio, onde tudo começou...

Flashback

Sakura- ouvi dizer que se vai embora de novo

Sasuke- hum "Na verdade ele não ia embora da vila, só iria resolver uns assuntos que tinha para acaber fora da vila, mas queria ver onde quilo ia dar."

Sakura- não vá, por favor, eu faço qualquer coisa para que você fique!

Sasuke- Qualquer coisa? "passou-lhe uma coisa pela mente, que se ela dissesse que sim iria ser um óptimo "negócio"..."

Sakura- Sim

Sasuke- Qualquer coisa mesmo? "hum... isso era estranho"

Sakura- Já disse que sim

Sasuke- então você vai ter que ir na minha casa todos os dias ás 21:00h em ponto

Sakura- para quê?

Sasuke- você vai saber, e começa já amanhã

Fim do Flashback

Foi assim que tudo começou, no mesmo sitio da fotografia, na praça em frente ao hospital...hospotal...era isso! ainda não tinha ido ao hospital! Como pude ser tão burro, provavelmente ela está a trabalhar, deve ter ficado até mais tarde no hospital, a tratar dos doentes ou coisa assim.

Dirigiu-se para a porta e saiu de casa da garota e foi direito ao hospital.


Levantou-se e foi caminhar um pouco, talvez não fosse assim tão mau estar sem vê-lo, pelo menos assim teria alguma "paz", mas mesmo assim não conseguia deixar de pensar nele, em tudo o que passaram.

Como pude chegar a este ponto?! Não era suposto chegar a tudo isto, não devia ser assim, não com ela, ela não era assim, mas ela o amava, não amava?

Isso já não tinha a certeza, não sabia se isso era amor ou obcessão, começava a pensar que sim, para chegar a este ponto só para ficar ao pé dele...

Olhou em volta, tinha dado a volta á praça e chegado ás trazeiras do hospital, aquele era um lugar onde gostava de ir quando queria ficar sozinha para pensar porque quase ningiém lá ia, mas era um lugar lindo, principalmente no inverno e na primavera.

Sentou-se na neve e ficou, durante alguns minutos a observar a paisagem, até que o seu olhar reparou numa pequenina flor no meio da neve, a flor era branca e quase se confundia com a neve, ficou surpreendida com a resistência daquela pequena flor, devia ter passado grande parte do Inverno ali, porque não haviam sinais de quaisquer outras flores ali. Estava tão concetrada que não reparou quando uma pessoa se aproximou dela.


Tinha chegado á praça, aquele sitio trazia-lhe muitas lembranças, mas não era para se lembrar que ele vinha. Ele vinha á procura dela, veio ali porque sentiu o chakra dela, não a via por perto, mas sentia o seu chakra, talvez estivesse dentro do hospital.

Entrou dentro do imponente edificio e dirigiu-se á recepção, estava lá uma mulher mais ou menos de 35 anos, dirigiu-se a ela e perguntou-lhe se a doutora Haruno estava de serviço, ela informou-lhe que não sabia, para ele ir ao 3º andar, e assim ele fez, mas quando ía a subir as escadas reparou que estava uma pessoa nas trazeirasdo hospital, olhou mais detalhadamente e vui uma cabeleira rosada.

"É ela" pensou, desceu as escadas e saiu do hospital em direcção ás trazeiras do mesmo, quando lá chegou encontrou a garota sentada na neve, a olhar para um ponto qualquer na mesma, aproximou-se dela e pousou a mão no seu ombro.

"Sakura" chamou ele. A garota assustou-se mas não se virou

"o que está fazendo aqui?" perguntou. A garota novamente não se mecheu nem disse nada.

"Sakura" Repetiu. A acção da garota foi a mesma

"Por que não veio ter comigo?" Falou ele e mais uma vez a garota não fez nada

"Sakura" Repetiu já irritado, outra vez sem reacção

"Sakura, olhe para mim droga!" puxou-a por um braço até ela se levantar e ficar de frente para ele.

"Agora faz o favor de me responder, porque não veio ter comigo?" Ela não disse nada

"PORQUE VOÇE NÃO FALA NADA DROGA!" ele explodiu completamente

"Não tenho nada para falar" Respondeu ela

"Como assim!? Não tem nada para falar? Que tal começar explicando o porquê de não ter vindo e de não me ter avisado?" Falou ele

"Tinha que informar? Ah não sabia que agora tinha de lhe dar satisfações sobre o que eu faço ou deixo de fazer" Replicou ela

"Não tem, mas eu estava á sua espera, podia ter evitado estar á sua espera e ter feito outras coisas" Disse Sasuke

"Pois...Fazer outras coisas não é Sasuke...como...Levar as mulheres para sua casa não é Sasuke?!" Replicou Sakura

"Como?! O que está insinuando?" Exclamou ele, incrédulo

"Eu não estou insinuando, eu estou afirmando!" Responde ela

"Voçe está afirmando que eu levo mulheres para minha casa, para ter sexo?!" Exclamou Sasuke

"Exactamente" Disse Sakura

Ele ficou completamente chocado com aquilo, e com a calma que ela lhe disse isso, como se aquilo fosse, ou tivesse sido alguma vez verdade.

"Como voçe faz comigo, não é Sasuke?" Concluiu ela


Pessoal eu fiz algumas alterações e repostei o 2º capitulo, agora ficou um bocadinho maior.

Só para avisar eu só devo postar nos finais de semana.

L Akatsuki- é mais ou menos isso

Sabaku no Uchiha- Bem isso voçe vai ter de ler para descobrir né?