História: Súbitos desejos & uma boxer branca

Capítulo: 02 de 03

Categoria: the GazettE

Disclaimer: Eu já comentei que eles não são meus? Por que me fazem repetir isso a cada nova fic? Enfim, a história é minha e o que eles fazem na minha cabeça, infelizmente, está apenas na minha cabeça. Os guitarristas da the GazettE não tem um relacionamento amoroso – medesculpem. Fatos fictícios com pessoa de verdade, nada de intenções lucrativas e comerciais com isso, apenas diversão de fan para fan.

Gênero: Lemon

Personagens: Aoi & Uruha nem sempre nessa ordem...

Publicação: 19/01/12

Comentários: Desculpem-me pela demora épica, eu estava com vários complexos para postar isso aqui. Podem me bater e me esfolar a vontade, ela estava pronta há séculos, mas eu realmente não tinha coragem de postar, aí deletei e escrevi tudo de novo, ela AINDA não está do jeito que eu queria que ela estivesse, mas prometi para Lari the killer que postaria, e isso já faz tempo também, então ontem prometi pra ninfanegra que postaria hoje. Chega de promessas! O lemon do 'Faça de mim a sua guitarra' foi narrado pelo Aoi, então esse vai ser todo narrado pelo Uruha ^.~

Súbitos desejos & uma Boxer Branca_2. Entrada

Por Kami-chan

E no capítulo anterior...

- Kou o que exatamente é isso? – ta eu me abalei tanto que acabei esquecendo do teatrinho imposto por ele, mas que é... bom eu sabia que ele estava aprontando algo, mas não esperava por isso. Bom ainda bem que ele ignorou e manteve o clima de encenação.

- O seu jantar. – disse calmo – Apenas faça o seu pedido... ahh, o cheff disse que a sua consumação é livre. – duplo sentido de novo... transformei o meu loiro tesudo possessivo compulsivo em um monstro.

Não pude deixar de sorrir, pervo. A malícia de toda aquela cena.. bom agora talvez eu tenha realmente entendido o sentido das bolinhas na bomboniere. E cada vez mais certeza de que aquele garoto fora moldado completamente para mim e para minhas fantasias. Voltei a olhar o objeto de couro que ele me entregou, folheando-o. Minha imaginação dando luppings.

.:.

- E se... eu quiser um pouco de tudo? – me perguntou o moreno com seus olhos brilhando pela mais pura malícia.

- Ahh eu ia ficar realmente decepcionado com qualquer outra resposta, senão esta. – sorri, simples e sincero.

Então, da maneira mais graciosa que conseguiria, fechei a pasta de couro onde não havia nada além e nada menos que meras ilustrações, feitas a mão, de nós mesmos em posições adversas. Dramatizando situações em torno daquela mesa de mármore, com os mais variados tipos de brinquedinhos eróticos.

Claro, que nada daquilo tinha sido feito por mim, uma vez me pediram pra desenhar meu cachorro, acho que não sei desenhar nem seu focinho. Mas não há nada que o dinheiro não compre, desde os desenhos até o silêncio. Aoi não precisava destes detalhes.

- Agora Shiroyama, tem apenas uma coisa que eu não vou admitir. Só uma regra. – disse o encarando, me permitindo infiltrar as pontas dos meus dedos por seus cabelos com a mão oposta àquela que segurava as ilustrações. Ahh logo eu poderia puxá-los como bem entendesse.

- Manda. – Ele sussurrou sem quebrar a comunicação entre nossos olhos.

Aquelas gemas negras, brilhando como as pérolas mais raras do oceano. Céus, como ele sabia interpretar bem esse papel tão submisso, e como cada vez que já vi ele me lançar este mesmo olhar, quem se sente inteiramente sob seus encantos sou eu. Independente de quem estivesse ditando o rumo das coisas, no fundo ele sabia que todas as ações eram ditadas por ele mesmo e mais ninguém.

- Manda bem em mim Takashima. – Repetiu após quebrar nosso olhar por míseros segundos, pelos quais se deleitou por cada bolinha de pelo arrepiado do meu corpo.

Então voltou a me encarar. Ahh e aquele sorriso esboçado pelos lábios fartos, tão deliciosamente maliciosos. Eu juro que qualquer dias desses, em uma dessas transas eu enlouqueço, ah se enlouqueço, e com prazer.

Sim, ele sabe que é ele quem me doma, por mais que eu o coloque como submisso. Eu faria qualquer coisa que ele pedisse, da forma como ele mais gostasse. Um frio percorreu por todo o meu corpo ao pensar na profundidade e veracidade dos meus pensamentos, eu não era assim, nunca tinha me sentido assim por ninguém antes.

O que era aquilo? Oh Shiroyama Yuu, o que está fazendo comigo?

- Eu só não admito – lambi meus lábios, não apenas para constatar que estavam secos, mas também como um ato para que eu retomasse meus sentidos. – Não admito que me insulte vestindo todas essas roupas.

E o deixei para trás, a brochura foi deixada sobre o tampo da longa mesa, na extremidade oposta àquela em que Yuu estava, bem ao lado do tão misterioso carrinho. Os olhos de Aoi presos em cada movimento meu e, ahh é claro que eu sabia que ele queria ter um bom close da minha bunda naquela cueca justa demais. Agora ele podia, eu lhe daria uma visão privilegiada de toda minha parte traseira.

Mais tarde ele usaria deste artifício para dizer que estava tão bonito quanto ele imaginava, tão gostoso que chegava a ser doloroso apenas olhar. Eu cheguei a pensar nos mínimos detalhes para que a boxer ficasse da maneira que ele se lembrava. Descobri que o tecido se esticava ao limite, se rendendo às pernas roliças e adentravam, minimante, nas curvinhas do meu bumbum. Demarcando toda a linha curva que preenchia com gosto o tamanho exato da peça de malha fina, quase transparente.

Não era isso que ele queria? E mesmo que ele não pudesse ver, sorri ao ouvir o gemido arfado, mandado para seu interior ao invés de ser liberado. Sim, ele estava gostando, e algo no meu peito se animou ao perceber que tantos detalhes planejados estavam tendo um excelente rendimento.

Novamente de frente para ele, puxei o lençol de seda que escondia o conteúdo do carrinho. Pouco me importando com o que eu lhe revelaria, eu quem tinha disposto aquelas coisas ali, não havia novidade para mim senão esperar pela expressão do moreno. E ela logo veio, assim que o lençol tocou o chão e Aoi pôs os olhos em todos aqueles brinquedinhos eróticos dispostos sobre um carrinho típico para servir jantares.

Tudo escolhido a dedo, pensando nele, em como agradá-lo, em como satisfazê-lo ainda mais. Eu sabia que não iríamos usar aquilo tudo em uma noite, mas eu queria que ele tivesse de tudo para poder escolher. Tudo para servi-lo, se esta noite eu iria me aproveitar dele, iria com certeza, nutri-lo com todo prazer.

- Huhum – fiz um sinal negativo com o dedo quando ele ameaçou se levantar e seguir até onde eu estava. – Você vai ficar quietinho aí Shiroyama. – era uma ordem, e ele era bom de obedecer.

Escolhi a dedo um, entre os vários artigos que variavam desde óleos, lubrificantes, plugs de diferentes tamanhos e formatos, aneis penianos de vários modelos, vibradores com diferentes modalidades de uso, e até alguns artigos mais pesados, como algemas, chicotes, aparelho de choque, estiletes e alargadores, entre outros. Mas estes últimos eu sabia que seria ele a usar em mim, quem sabe em outro dia. Larguei o produto escolhido sobre o tampo da mesa e guiei o carrinho até onde estava meu moreno.

- Kou... – ele gemeu baixinho ao me aproximar, se moveu mais uma vez, mas o fiz ficar quieto com um movimento.

- Não é pra mexer em nada Yuu. Seja um bom garoto. – e ele era, o malvado que deveria ser punido era sempre eu. Mas isso já é pano pra outra manga.

O deixei pra trás mais uma vez e subi sobre o tampão da mesa, logo pegando o frasco de óleo que tinha deixado ali antes. Não era isso que ele queria? Que eu ficasse exposto com aquela peça íntima sem vergonha?

Então desfilei para ele, reto e direto, não perdendo um só movimento de seu olhar.

Desfilei bem devagar, o tampo da mesa era minha passarela. Parei cerca de um metro de distância dele, e abri o tubo de óleo corporal.

- Por que ainda está vestido? Já não disse que tantas roupas me ofendem? Nee Yuu-chan, enquanto você ficar aí todo coberto de panos, eu vou ter que brincar sozinho.

Disse já despejando uma quantidade extremamente grande de óleo por meu peito, deixando todo o excesso do fluido escorrer por todo o tronco. O riso sapeca enquanto ele se atrapalhava tentando quase arrancar a própria camisa, sem tirar os olhos de mim. Não me deixei abalar e deixei as pontas dos dedos se adiantarem em espalhar o líquido viscoso por meu peito, deslizando resbalentos por minha pele, atraindo toda a atenção e raciocínio de Aoi.

O casaco foi parar longe, seus dedos atrapalhados abriram quase desesperadas os botões de sua camisa e logo as mãos apressadas se uniram para desafivelar o cinto e abrir o jeans escuro, ao mesmo tempo em que as pontas dos pés interagiam com os calcanhares para se livrarem dos sapatos elegantes. Quando a calça foi descida, seus pés já estavam apenas vestindo meias. E me aproximei mais quando vi as mãos voltarem pelas pernas até alcançar o limite da boxer, antes que ele removesse a cueca, esta eu queria ter o prazer de tirar com minhas próprias mãos. Consequentemente ele ainda estava com a camisa aberta, mas no fim, isso até era mais sexy ainda.

Caminhei, cheguei mais perto dele e o empurrei mais uma vez contra a cadeira, desta vez com a força do meu pé contra seu peito. As mãos ainda brincavam por meu peito, deslizavam de forma covarde sobre meus mamilos sem que eu tivesse real controle sobre o ato, por conta da forma como mão e pele estavam lisos, e os dedos logo deslizavam de forma libidinosa por meu abdome, a forma como ele me olhava até deixava a auto carícia mais gotosa. O óleo escorria pelo corpo, se impregnava pelo tecido branco, deixando-o transparente por onde passava.

Sentei-me na ponta da mesa, de frente para ele. Uma perna em cada lado de seu corpo, eu ainda mais alto que ele, em destaque de pernas abertas sobre a mesa. Despejei ainda mais óleo entre minhas coxas, uma quantidade absurda, subindo as mãos pelas mesmas espalhando todo o fluido, deixando a boxer ainda mais manchada. As pontinhas dos dedos brincando perigosamente no limite da barra que limitava a área coberta pelo tecido.

Linda sua boca levemente aberta, literalmente, quase babando. Guiei os dedos melecados na direção de sua face, circundando seus lábios. Uma mera desculpa para que ele sentisse o cheiro e o gosto de maça verde, sim, aquilo era comestível. Para demonstrar-lhe isso, lambi seus lábios e logo me afastei, movendo uma das minhas pernas até que o pé ficasse apoiado no braço da cadeira dele, e minha coxa elevada.

Ele só tinha que ligar os pontos. Vamos Aoi, eu sei que você sabe o que eu quero. Mesmo assim, eu estava afim demais pra esperar por ele, e não custava dar uma mãozinha para que Aoi entendesse as coisas mais rápido.

- Maça verde. – disse passando o indicador por todo meu abdome, subindo da barriga até o peito, acumulando alguma porção do produto que melecava meu corpo. – Gosta? – perguntei, com toda a cara de pau que aprendi a ter nos momentos que dividia com ele, e terminei a fala levando o indicador à boca, lambendo e chupando o mesmo de forma insinuante.

- ... Muito – disse o moreno atordoado.

Uma parte de mim se sentia muito bem ao constatar que era eu quem conseguia deixar o grande Shiroyama Yuu assim, atordoado, perdido, entregue e carente. Completamente e absolutamente submisso. E sem pensar muito sorri murmurando algo como um "que bom" enquanto literalmente despejava o restante do frasco de óleo entre peito, abdome e virilha, deliciando-me com a leve sensação que o líquido viscoso deixava ao escorrer por meu corpo.

Vi-lo se levantar com calma, típico, até que ele estivesse literalmente morrendo de tesão, Aoi conseguia se manter calmo. Isso me deixava louco para avançar sobre o moreno, amarrá-lo pelos punhos de joelhos e torturá-lo até vê-lo chorar ao implorar para fode-lo. Mas eu tinha que me controlar, afinal eu tinha começado o jogo e não seria eu quem o faria acabar tão rápido.

Observei o moreno lançar seu olhar analítico sobre o carrinho de brinquedos. O que ele escolheria dali? Eu sabia direitinho onde tinha colocado cada coisa, e não perdi o momento em que seus olhos se estreitaram sobre a área repleta de artigos masoquistas. Que seja, eu estava ali para servi-lo, dar-lhe prazer do jeito que ele quisesse obter.

Ele era o senhor da noite. Ele ditava as regras, eu apenas as manipularia. Mesmo que fosse quase claro entre nós que no fim, seria eu gozando dentro dele. Por isso, ele podia fazer o que bem quisesse comigo.

Era isso que fazia valer a pena, poder ouvir seus gritos enquanto estou o fodendo. Enquanto eu tiver o fim, os meios serão totalmente dele.

- Temos muitas coisas aqui. – disse baixo.

- Tudo seu, qualquer coisa que você quiser usar, do jeito que quiser usar. Minha missão aqui é servi-lo Shiroyama-san – disse disfarçando minha urgência, deixando a ponta do indicador resbalar por meu corpo liso na região do limite da boxer.

- Isso vai bem além da fantasia – disse separando algumas coisas do carrinho, as deixando de lado, onde teríamos mais facilidade de pegar.

Sua fala me deixou temporariamente fora de ar, impedindo-me de prestar atenção nas coisas que ele escolhia. Um leve arrepio passou por mim com seu comentário, era verdade afinal, tudo aquilo ia muito além da fantasia. Se meu desejo fosse apenas saciar a vontade dele daquela boxer, bastava eu me esfregar em um mastro para lhe seduzir que ele ficaria satisfeito. E eu também.

O que era isso então? Essa necessidade de ter certeza de que estaria sempre dando o meu melhor para satisfazer Aoi; para impressionar Aoi.

- Espero que não se arrependa, senhor garçom, creio que saiba que o cliente sempre tem a razão. – disse retornando a ficar de frente para mim, em pé no espaço entre as minhas pernas.

- Oh não, claro que não, e ainda tenho direito a minha gorjeta no final e vou cobrá-la, você sabe, quanto melhor o serviço, mais alta é a gorjeta. – Sorri. Ah sim Aoi, minha gorjeta será você com esta linda carinha colada no tampo da mesa enquanto empina a bunda pra mim, pode crer.

- Será um prazer, no fim, eu sei como você gosta de ser recompensado. - E se possível, ele sorriu tanto quanto eu.

Seus dedos pinçaram meu queixo, me puxando com força para si, e lambeu meus lábios sem intenção alguma de me beijar. Sinal claro que o primeiro trabalho da noite exigido por ele seria a paciência, o moreno sabia que eu podia ser muito afobado a medida que o tesão subia, logo me exigir paciência lhe custaria caro. Logo, aquilo para mim também era um sinal de que ele estava disposto a cumprir com a minha "comissão" no final da noite.

- Maça verde você disse? – perguntou logo em seguida e voltou a me lamber, dessa vez seu alvo foi minha bochecha, tomada em uma lambida rosto acima, enquanto ficava em pé em minha frente.

- Maça verde. – concordei sentindo sua língua chegar perigosamente perto de minha orelha.

Qual é, também tenho pontos fracos. É claro que meu maior ponto fraco era ele gemendo, mas sua língua em minha orelha também conseguia tornar a tarefa de pensar em algo muito difícil.

- Adoro maça verde! – disse mordendo minha orelha. Suas mãos subiam por minhas coxas, arranhando-as.

Ok pelinhos, arrepiem-se o quanto quiserem.

- Anh.. – e eu só percebi que tinha gemido depois de sentir sua mão em minha nuca, para manter-me firma ali enquanto ele continuava a me estimular com lambidas e mordidas na orelha.

Seria burrice minha se acreditasse que depois de tantas transas ele não soubesse os lugares onde sou mais sensível. Gemi mais uma vez entre algumas vezes em que sussurrei seu nome.

Minhas mãos foram parar uma de cada lado de seu abdome, achando um espaço entre a pele e o tecido solto da camisa, subindo por suas costas. Afundando a ponta dos meus dedos em sua pele, mas sem usar as unhas, queria apenas curtir um pouco o que ele se dispunha a me oferecer.

Às vezes queria saber o que exatamente Aoi sente por mim, porque, alguma coisa além de tesão tinha que haver, não é? Ou não seria tudo assim tão intenso, seria?

Talvez fosse um pouco de medo meu, pois se meu inconsciente dizia que pra ser tão intenso tinha que existir algo além do tesão, isso poderia ser apenas um sentimento meu. Talvez tivesse medo de admitir o que sinto por ele.

O que eu sinto por ele?

Suspirei em desagrado ao senti-lo abandonar minha orelha, meu membro dando sinais de que logo eu não seria mais capaz de apenas curtir os carinhos de Aoi. Logo logo eu estaria o trazendo mais uma vez para dentro do meu joguinho.

Quando dei por mim o moreno tinha se afastado um pouco, suas mãos seguravam meus ombros e ele raspava os dentes por meu pescoço em uma descida nem lenta, nem rápida. Raspei a unha levemente crescida do meu dedão, da parte inferior do seu umbigo até a margem da cueca, ele cravou os dentes em meu peito e gemeu.

E antes que pudesse processar tudo o que estava acontecendo, senti a pontinha de sua língua descendo por meu peito. Seus dentes logo o acompanharam quando sentiu a elevação de um dos meus mamilos. Ele lambeu e chupou cada um de meus mamilos, eu não me importava nem um pouco se meus gemidos deixavam claro a ele o quanto aquilo me excitava. Isso devia ser constrangedor.

A mesma mão minha que o arranhou, desceu espalmada sobre toda a região rija de seu membro escondido pela cueca. Houve tão poucos toques até agora, mas ele estava tão duro quanto eu. Desci a mão para massagear-lhe as bolas enquanto o sentia arfar chupando meus mamilos.

Sei que abri a boca para gemer, mas nada saiu, apenas meu corpo se contorcendo contra seus lábios em um pedido sem palavras por mais. A minha mão que acariciava suas partes mais sensíveis se afastando de seu corpo em um movimento natural enquanto as mãos dele afastavam meu corpo para que este se deitasse sobre o tampo da mesa.

Seus dentes rasparam e trincaram com firmeza um de meus mamilos, a unha de seu dedão tentava fazer a mesma coisa no outro. E minhas mãos puxaram seu quadril em minha direção para que eu pudesse me esfregar de alguma forma contra o seu corpo.

Senti dois de seus dedos empurrando meu queixo, tornando impossível para mim vê-lo, ao mesmo tempo em que sentia sua língua descer por meu abdome. Eu podia sentir até mesmo a diferença na textura por onde sua língua passava, acumulando em sua ponta excessos do produto espalhado por minha pele.

Sua língua subia e descia diversas vezes sobre meu abdome, pincelando-o. O único toque seu em minha pele então além deste, eram seus dois dedos em meu queixo, insistindo em mantê-lo erguido. Acabei fechando os olhos para senti-lo melhor, sua língua entrando e saindo de meu umbigo, fazendo-me ofegar mais alto com a simulação de uma penetração lenta e torturante.

- Aoi... – eu estava ficando agoniado já. E essa agonia era pra ser dele, era injusto eu planejar uma coisa e não ser capaz de cumprir meus próprios planos.

Merda, eu já estava louco para fode-lo.

Ainda mais após sentir seus dentes encobrindo meu membro ainda por cima do tecido da boxer, sua mão livre puxou o tecido de forma brusca e sem jeito, deixando-o mais repuxado de um lado que de outro. Seus dentes se prenderam no elástico da barra e a puxaram para baixo, e logo em seguida apenas a soltou, fazendo com que o elástico voltasse rápido a sua posição inicial, gerando um barulho alto na sala.

- Ahh – gemi despudoradamente ao sentir o contato dolorido do elástico solto por Aoi sobre meu pênis sensível demais no momento.

Apenas a glande exposta para fora da cueca fora abocanhada por si apenas para que seus dentes raspassem por ela. É, eu estava louco para acabar com aquela palhaçada, só eu podia jogar sujo ali. Aoi aprendia as coisas rápido demais.

Me movi para me erguer novamente, mas fui interrompido por sua mão que segurou firme minha barriga, me fazendo deitar novamente. Senti seus dentes se abrirem em um sorriso sobre a pele da minha barriga e seus lábios seguirem para minhas coxas enquanto Aoi se sentava mais uma vez na cadeira.

- Se não for capaz de me servir como quero, Takashima, não apenas vou cortar sua gorjeta, como vou achar outro meio de me satisfazer. – disse entre chupões fortes em minha virilha, erguendo uma de minhas coxas pra poder descer uma longa lambida por minhas nádegas, afim de me deixar claro qual o meio que usaria para se satisfazer.

Vamos ser francos, se não tivesse sido eu quem tivesse começado aquele joguinho, nesse momento eu certamente abriria mais as minhas pernas e mandaria que ele viesse. Mas eu não vou perder em meu próprio terreno, cair em minha própria arapuca.

- Vai pagar caro por isso, Shiroyama. – disse me recostando mais uma vez sobre a mesa, os braços estendidos acima de minha cabeça. Paciência é uma virtude, e eu sou um homem cheio de defeitos.

- Eu sei – respondeu, e pude sentir mais um sorriso contra minha pele quando ele resolveu voltar para suas carícias, deixando fortes chupões por minhas coxas.

Aqueles chupões deixariam marcas, mas quem liga, era tudo tão gostoso, tão prazeroso tão... típico dele. Exclusivamente dele. E ele estava se afastando, subindo cada vez mais perto do meu joelho, e como um bom amante, não era para lá que eu queria que a boca dele fosse.

- Yuu... – choraminguei virando meu rosto sobre a mesa para procurar seu olhos. – Yuu.. me chupa, vai. – é, eu implorei ok, e isso só não era vergonhoso porque era ele ali.

Uma de minhas mãos seguiu instintiva para o volume agonizante dentro de minha boxer, alisando-a por cima do tecido todo melecado de óleo. E foi ainda com a mão assim que vocalizei mais uma vez o mesmo pedido a ele.

Aoi simplesmente tirou minha mão de lá, abrindo-a entre as suas, logo levando-a em direção aos seus lábios, contornando-os com o meu dedo médio enquanto fechava os olhos e liberava um ofego mínimo. Seus dentes capturaram a falange do dedo e logo o moreno voltava a me encarar, sua boca se abriu no limite engolindo o máximo de dedos que podia e começou a chupá-los, segurando meu punho como se fosse um doce. Doce, tão contraditoriamente a forma como me encarava, com toda malícia, chupando meus dedos da forma como eu queria que ele fizesse em outro lugar.

- Quem é que está servindo quem hoje a noite mesmo? – me perguntou com ironia e malícia, deixando os dedos saírem de sua boca, uma grande quantidade de saliva escorrendo por seu queixo. Céus, tão erótico.

E após dizer isso, apenas largou minha mão. Sem dar nenhum sinal de que, de fato, me daria a carícia pela qual eu havia pedido.

Fechei a cara e vi seu sorriso se alargar um pouco, mas ainda omitindo seus dentes brancos. Então me aproveitei de sua breve distração para voltar nossas posições, eu sentado no tampo da mesa e moreno na cadeira em minha frente, entre minhas pernas, me olhando de baixo.

Foi tão rápido que ele se quer teve tempo de tentar me parar. Enrosquei meus dedos no tecido da camisa negra de botões e puxei seu corpo com força enquanto meus pés, antes bem posicionados no acento, jogaram o móvel para longe.

Shiroyama se viu obrigado a agarrar os dedos longos na borda fria da mesa, mas nem mesmo o ato brusco fez quebrar aquele contato entre nossos olhos. Mas infelizmente, ou não, eu mesmo iria quebrá-lo.

Com a mesma 'delicadeza' com que tinha me livrado da cadeira, puxei o moreno para mim. A mão que agarrava em sua camisa permaneceu por la, enquanto a outra deu espaço para que meu braço cercasse aquela cinturinha fonte de muitos dos meus delírios, perdendo apenas para o efeito que seus lábios tinham sobre mim.

Oh não, isso é uma inverdade, seus lábios são perfeitas armas as quais sempre me rendo, mas não são estes gominhos carnudos que sempre me fizeram virar a cabeça para acompanhar os passos do moreno. Sorri expondo meus dentes, sem ligar o quão infantil esse sorriso em especial me fazia parecer.

E uma vez que o moreno estava perto o suficiente de mim – Le-se, colado em mim – desci ambas as mãos por seu corpo, se arrastando para sentir a textura de cada parte de seu corpo, para finalmente, se agarrar às suas nádegas.

Oh sim, estas sim me levariam até o mais alto ponto do frenesi. Quem liga se ele me leva aos delírios quando usa essas suas armas contra mim. Sou apenas um reles mortal, nesse momento, sedento e faminto das fantasias que apenas Shiroyama Yuu sabia dramatizar.

E o apertei com força, chegando a erguê-lo minimamente enquanto nossas bocas tomavam o mesmo caminho em direções opostas. Encaixando-se com perfeição, como se tivessem sido adestradas. Mordi e suguei seu lábio inferior, e sorri por sentir e ouvir o moreno estremecer.

O estranho, é que por mais libidinosos que todos meus atos tinham sido, para mim, tudo parecia acontecer em câmera lenta. Tanto que posso afirmar que ainda vou lembrar da primeira visita de Yuu em meu lar, quando meus neurônios estiverem variando pela idade.

Eu nunca dei tanto valor a um amante. O que tinha Yuu, o que ele tinha feito comigo? Antes de conseguir encontrar a resposta senti sua língua percorrendo meus lábios, pedintes.

Raspei a mesma com os dentes, antes de abrigá-la em minha boca, sentindo a mesma acariciar a minha. Céus, ou eu estava perdidamente viciado naquela boca, ou Aoi sabia usar aquele conjunto de lábios e língua muito, mas muito bem mesmo.

Minhas mãos começaram a se mover, estimuladas pelo calor que aquele beijo fazia percorrer por todo o meu corpo. Massageando e apertando suas nádegas sob minhas mãos.

Senti suas unhas subirem por minhas costas até a altura dos ombros, mais ou menos, e então voltar. O moreno já havia parado o beijo para respirar algumas vezes, sempre mordendo ou puxando meu lábio inferior para justificar a sua breve ausência, e então voltava. Com o beijo cada vez mais profundo e selvagem, ele me beijava com cada vez mais fome.

As mãos regrediram quando suas unhas começaram de sentir a pele de minha lombar. Eu sabia tudo o que ele estava sentindo apenas por suas ações e reações, este era outro prazer em deixá-lo comandar as coisas. Eu gostava de deixá-lo comandar as coisas nos momentos certos. E por algum motivo misterioso, eu já o conhecia tão bem que sabia quais eram os tempos certos de Aoi.

Ele vem pra mim com fome, e o deixo no comando apenas para aumentar sua fome. Sendo assim, quando eu assumo o controle de tudo novamente, ele parece estar além de qualquer barreira entre este mundo e um outro qualquer. Era sempre apenas eu e ele, e por mais que às vezes eu não retomasse ao controle, e deixasse-o neste posto até o fim, eu sabia por muitas experiências que ele preferia ser o passivo no final das contas.

Ele gostava do toque mais brusco, da falta mensurada e aparente de cuidado com seu corpo. Gostava de ser surpreendido, de ser levado ao seu limite. Enquanto para mim, tanto faz, o que me satisfaz é ver aquele homem controlado entrar em desalinho, tão fora de si que chegava a ficar irreconhecível aos gritos e pedidos de prazer.

Talvez fosse por isso que fosse tão bom. Quem sabe fosse esse o segredo, não é? Afinal, antes de Shiroyama houve tantos amantes, mas por nenhum eu coloquei meu próprio prazer e satisfação em segundo plano. Eu sabia que dando tudo para ele, eu sempre teria tudo para mim. É simples assim.

E rompi contra minha própria vontade o beijo, para que o gemido preso em minha garganta fosse ouvido por ele após sentir suas unhas rasparem pelo tecido da boxer, sem dar atenção à mesma. Passando com força pelas laterais de ambas as minhas coxas, caralho, do jeito que eu gosto.

- Por que você ainda está com isso? – puxei de leve a barra de sua boxer, preta, é claro. Infiltrei meus dedos pela mesma, podendo sentir um pouco da textura macia da pele de seu bumbum.

- Porque você ainda não a arrancou do meu corpo. – ele me respondeu com simplicidade.

- Que abusado que é você Shiroyama. – por mais que fosse meus planos arrancar com minhas próprias mãos aquela peça, eu tinha que contestar.

- Se não quer ter esse trabalho – ele recuou alguns poucos passos, espalmando ambas as mãos no tampo da mesa, entre minhas pernas para me encarar bem de frente. – Apenas mande, me obrigue a tirar isso.

Terminou de falar encostando seus lábios em meu peito, logo trocando as palavras por beijos salpicados até buscar um de meus mamilos. Ah ta, ele ia deixar as coisas difíceis de novo.

Senti sua força me obrigando a deitar sobre a mesa gelada novamente, e sua língua libidinosa continuou fazendo e refazendo o que sabia fazer de melhor; enlouquecer-me. Deitei flexionando minhas pernas e apoiando meus calcanhares no tampo da mesa, dessa vez por vontade própria, pois de alguma forma, eu sabia exatamente como ele ia agir.

Logo já tinha o moreno sobre mim, suas pernas cercando meu abdome, e nossas mãos travavam uma disputa simultânea. Eu percorrendo por suas costas, nuca, cabelos e nádegas. Ele por meu pescoço, braços, peito, abdome, e claro, coxas.

O puxei contra meu corpo, apertando sua bunda, eu precisava senti-lo. Me esfregar nele do jeito que fosse.

- Own – ouvi-lo gemer ao mesmo tempo em que se mordia.

Eu sei o que ele sentiu, a fricção do seu membro no meu também fez várias ondas elétricas passarem por meu corpo. E eu começava a pensar em outra fantasia, uma que incluísse Aoi amarrado, e não no controle.

- Quem está servindo quem mesmo? – perguntei, usando uma fala dita anteriormente por ele.

- Você está me entretendo, e muito bem, garçom loiro tesão. - me respondeu rebolando sobre meu quadril.

- E que tal uma dica da casa para entreter mais o meu moreno VIP? – impossível não buscar seus olhos, ou evitar as facetas sacanas em meio às encenações. E ele riu gostosamente.

- VIP, é? Me mostra então ao que mais clientes VIPs tem direito.

- Ah moreno, você é o único cliente VIP desse estabelecimento. – concluí.

As unhas passaram por um lado da barra na parte traseira de sua boxer, a puxando por ali. Eu estava pouco me lixando se estava mais repuxando o tecido que o retirando do corpo de Aoi. Logo a outra mão fez a mesma coisa, porém ao lado contrario e pela frente, e assim sim, conseguindo mover minimamente o tecido sobre seu corpo.

O corpo do moreno se ergueu, ainda ajoelhado com uma perna em cada lado do meu corpo. E pude contemplar de camarote o momento em que a boxer passou quadril abaixo, com Aoi jogando o quadril pra frente com a passagem do tecido. Gemendo de forma gostosa ao sentir seu membro finalmente liberto. Cacete, onde estão as câmeras mesmo? Ele era tão erótico em cada movimento.

Equivalei a posição das minhas mãos, trazendo cada uma delas para uma lateral do corpo esguio, vendo-o ficar no limite que suas pernas conseguiam sem sair daquela posição enquanto eu deslizava o tecido levemente umedecido por suas coxas. O moreno me auxiliando na tarefa, apoiando todo o peso do corpo sobre um joelho para facilitar a passagem do pano pela outra perna e logo fazendo a mesma coisa com a perna alternada.

Deixei que uma das minhas mãos escorregasse por seu falo molhado, sorrindo. Ele não desviava o seu olhar do meu por nenhum segundo, isso deixava as coisas mais intensas. Fiz um sinal com a mão livre, um gesto clássico com o dedo indicador que pedia para que ele se aproximasse, e em seguida mais um, indicando também que ele se virasse.

A sugestão da casa, um delicioso, pecaminoso e irrecusável meia nove. Eu nunca tinha pedido isso para ele, talvez ele pudesse não gostar ou coisa do tipo, mas depois de tudo que já tínhamos passado até ali, depois de todas as coisas que tinha deixado em aberto para ele fazer o que bem entendesse, de alguma forma eu sabia. Sabia que não haveria barreiras entre o desejo que compartilhávamos, havia intimidade suficiente para que eu lhe pedisse qualquer coisa.

E minha confirmação veio ao vê-lo sorrir com a idéia. Os olhos arteiros, a malicia brincando na feição marcada por aquele conjunto de traços marcantes.

- Acho então que posso tirar isso antes. – Disse subindo por meu peito, sentando-se sobre meu tórax e não mais sobre o abdome.

Suas duas mãos foram para trás de seu corpo, encontrando às cegas a borda da boxer branca, toda melecada pelo óleo de fruta doce. Sem nunca cortar a comunicação visual, ergui o quadril, sentindo a falta do calor de seu corpo naquela região tão necessitada.

Ele se moveu, aproveitando-se do meu movimento prévio para facilitar a passagem da minha boxer pelo quadril. E esse era mais um momento em que o tempo parava, sabe, suas mãos se movendo para trás, deslizando pelo meu corpo.

Seu corpo foi se inclinando para trás, com os braços esticados ao limite para continuar passando o tecido por minhas pernas. Ah como eu adoro ter pernas enormes, pois suas pernas flexionadas sobre meu tórax tiveram que se abrir mais para dar ao corpo esguio mais equilíbrio. Tão exposto, sexy, erótico, sugestivo, aquele corpo tão gostoso todo esticado, deixando-o, se possível, ainda mais gostoso aos meus olhos.

Certo, agora é pessoal. Eu exijo câmeras no próximo cenário.

- Kou... – ele gemeu de forma divertida, com suas mãos flutuando no meio caminho entre nossos corpos. Um pedido claro para que eu o trouxesse de volta a sua posição anterior.

Como tudo nele poderia parecer tão encantador aos meus olhos? O corpo de Aoi estava completamente jogado para trás, e ele não tinha conseguido fazer a boxer avançar muito além do limite dos meus joelhos. Os músculos de suas coxas estavam tencionados ao limite, com as pernas abertas e o falo já lustroso se empunha entre elas, apontando em minha direção.

Agora alguém me responda, por que afinal eu deveria puxá-lo para ajudá-lo a retornar a sua posição anterior? Ele estava tão malditamente sexy assim.

Eu queria ver ele rebolando assim naquela posição. Melhor parar de pensar um pouco, né.

Não pude deixar de sorrir ao ver o movimento de suas mãos, com os dedos abrindo e fechando, ainda tentando chamar minha atenção para que eu o puxasse. Mas ao invés de fazer o que ele queria, usei minhas mãos para erguer outra coisa, suas lindas e torneadas pernocas.

Uhum, sem cuidado algum, além da palpável pressa, ergui e girei o corpo de Shiroyama sobre o meu, deixando-o de barriga para baixo sobre mim. Um gritinho seco saiu de seus lábios com o movimento repentino e não esperado, suas mãos seguiram por extinto para se apoiarem no tampo da mesa.

E para não ficar em uma posição um tanto constrangedora, pois seu rosto colado em minhas partes mais íntimas, com suas pernas cruzadas e mal colocadas sobre meu peito, tirando-lhe a força do corpo. Yuu se viu obrigado a ficar de quatro para mim.

Me movi sob ele, me ajeitando direitinho embaixo de seu corpo, escorregando um pouco meu corpo sobre a mesa. Sentindo que ele se movia, dirigi meu olhar para si, encontrando meu moreno maravilha abrindo ainda mais as pernas. Maldito gostoso, me olhou de cabeça pra baixo, entre nossos corpos, e vendo que eu o observava sorriu. Rebolando literalmente como uma puta, como toda sua intimidade colada em meus olhos, a poucos centímetros de minha face.

Aoi gemeu mordendo os lábios toda vez que seu quadril ondulava. Seu membro suculentamente ereto batendo nas faces internas de suas coxas, e no final de cada rebolada seu bumbum se empinava, exibindo para mim aquele orifício rosadinho, depiladinho. Eu salivava, tremia, e me sentia a cada momento mais maluco.

- Gostoso, gostoso, gostoso! – gemi de forma agressiva, não resistindo a lhe morder a linha imaginária entre sua coxa e sua bunda.

- Gosta do que vê? – perguntou sacana, erguendo um pouco a cabeça, deixando que a ponta da língua se arrastasse por minha virilha.

Passei minha língua pela marca da mordida anterior, chupando dentro da curva inferior interna de seu glúteo. Esse era um toque que ele apreciava mais que qualquer outro, não demorei muito para perceber isso, e ouvir o gemido levemente mais agudo depois dessa carícia, sempre me satisfazia.

- Koou... – como musica para os meus ouvidos.

Tentei ignorá-lo, me concentrando em passar a língua pela fenda entre suas nádegas. Ele gemeu mais uma vez, e eu aproveitei para mover meu quadril, sentindo meu pênis tocar a pele de seu rosto. Gemi mordendo suas nádegas mais uma vez.

- Yuu.. – chamei seu nome repetindo o movimento com meu quadril.

Sem esperar por sua iniciativa, abocanhei o que consegui de seus testículos e chupei com a mais gostosa maldade. Minhas mãos passaram a massagear suas nádegas enquanto dividia minha atenção entre lamber seus testículos, e penetrar o orifício convidativo, onde eu estava louco para me enfiar.

- Kouyou – ele gemeu de forma chorosa antes de deixar uma mordida em uma das minhas coxas. Logo em seguida moveu seu quadril, fazendo seu pênis bater em meu queixo.

- Hum? – me fiz de desentendido, qual é, eu também tinha uma ereção implorando por alivio ali.

- Me chupa Uru, me chupa... – pediu rebolando mais uma vez.

Sorri, lambendo uma de suas coxas por trás, até contornar sua nádega. Por maldade, chupei seus testículos mais uma vez.

- Não ouvi o que disse – falei antes de lamber o caminho entre suas nádegas, não deixando de penetrar-lhe a língua quando senti sua entrada se contraindo.

- Me chupa Kouyou. Quero sentir meu pau na sua boca, me chupa bem gostoso. – disse.

- Desculpe moreno, você está um pouco longe, não consigo ouvir o que está me pedindo. Talvez se você tivesse como me mostrar exatamente o que quer... – incentivei, afinal estávamos naquela posição por alguma razão, não estávamos?

- Assim Uruha! Acha que consegue agora? – disse alto e sério.

Aoi ergueu o corpo, segurando meu pênis para cima para que eu visse. E sorri ao vê-lo descer os lábios grossos por todo meu membro com força. Gemi, finalmente dando ao moreno o que ele tanto queria.

Deliciado com seu gosto em minha boca e seus gemidos estrangulados, impedidos de ecoar pela sala, vibrando em meu membro de alguma forma. Não resisti a continuar massageando aquela bunda redondinha enquanto o chupava, era difícil manter a concentração, Aoi realmente sabia me fazer perder os sentidos com seus movimentos.

Eu gostava de vê-lo me chupando, ele sempre tinha uma feição muito erótica quando fazia isso. A forma como via ele erguendo e abaixando a cabeça sobre mim rapidamente me fez imaginar como sua expressão estava naquele momento, quase sem perceber, fechei meus olhos, passando a o chupar cm mais força.

Um dos meus dedos tocou seu anus enquanto minhas mãos brincavam por ali, e não resisti a insinuá-lo por ali. Pedindo uma passagem tímida, que ia invadindo seu corpo aos poucos. Senti um gemido passar pela garganta de Yuu e alcançar meus ouvidos, o som nasalado proveniente da cavidade ocupada.

Suas unhas se rasparam em minhas coxas, e qual não foi minha surpresa ao perceber que seus dedos tentavam chegar no mesmo lugar que os meus. Flexionei minhas pernas, dando-lhe o espaço necessário para que fizesse o que pretendia, sem me importar. Logo sentindo uma de suas falanges entrando em mim com calma, logo sentindo aquele dedo por inteiro. Movi meu quadril, em sua direção intensificando o movimento em sua boca, ao mesmo tempo em que apertava seu dedo dentro de mim, e não fiz nenhuma cerimônia para tirar meu dedo de dentro dele, retornando com dois de forma mais urgente.

- Ahh - Yuu chegou a parar de me chupar para gemer.

Sem pensar muito, retornou aos seus atos, chupando-me com ainda mais força enquanto eu fazia o mesmo consigo, e enfiava meus dedos fundo dentro de si, simulando uma verdadeira penetração. Tornando as coisas mais bruscas, senti sua mão livre se chocar com a pele de minha coxa, deixando um rastro quente para trás enquanto seguia na direção de minha intimidade.

E eu literalmente gritei ao sentir a mão de Yuu se fechando em torno dos meus testículos com força, abrindo minha boca ao limite, sem perceber que o faria ir fundo em minha garganta continuei o chupando, impondo na força dos movimentos a vontade que eu tinha de gemer e gritar. Minha mão livre segurou seu quadril com firmeza, enquanto jogava meus dedos contra si com violência, preocupando-me apenas com a forma como eu queria conseguir chegar fundo o suficiente em si daquela forma.

Nesse momento os gemidos dele se tornaram gritos, e tomavam toda a sala. Sua boca foi incapaz de terminar seu trabalho, mas a mão que estimulava meus testículos segurou-se firme em minha ereção, manipulando-o com destreza e velocidade. Eu já estava longe demais para poder voltar.

Yuu chocava seu quadril contra minha boca, pedindo perigosamente por mais. Acelerei os movimentos dentro de si sem me importar com o que aconteceria, prestando atenção somente no fato que os movimentos de suas mãos se aceleravam no mesmo ritmo. E minhas coxas já estavam formigando, bem como todo meu baixo ventre quando ele debruçou seu rosto sobre meu corpo com um gemido único e alto que saiu de si no mesmo tempo em que seu gosto preenchia completamente minha boca. Sentindo o alívio instantâneo ao me sentir expelir o mesmo de mim.

Pronto, agora sim eu estava apto a pensar racionalmente mais uma vez. Sem a menor vontade de abrir os olhos, apenas cruzei os braços embaixo da minha cabeça, bem relaxado curtindo meu momento de alívio. Eu sabia que aquilo ali era apenas o começo, e agora mais do que nunca, eu não teria pressa alguma.

Senti Aoi se movendo e girando sobre meu corpo, voltando a ficar sentado sobre o meu abdome. Houve um ofego vindo de sua parte, e me forcei a abrir os olhos para apreciá-lo. Principalmente depois de senti-lo abrigar meu membro amolecido no espaço entre as suas nádegas, movendo-se lentamente para acariciá-lo. Havia sêmen meu em parte de seu rosto e pescoço, mas ele nem parecia se importar com isso.

- Hum Kouyou se você pudesse ver o quão sexy está esta sua expressão pós orgasmo. – suas mãos passaram a se tocar, movimentando seu membro, que estava em um estado semelhante ao meu, de uma forma muito muito lenta. – Ah tesão, seus dedos e sua boca fizeram um trabalho realmente bom aqui, sabia? – gemeu passando dois dedos pelo rosto e pescoço, capturando um pouco do sêmen que havia ali. – Mas não é exatamente seus dedos que eu quero dentro de mim, gostoso. – disse e rebolou de forma mais intensa sobre meu colo, enquanto levava os dedos melados à boca.

Lembram aquela frase "Agora sim, eu estava apto a pensar racionalmente mais uma vez" e de outra mais ou menos assim "Agora mais do que nunca, eu não teria pressa alguma." Esqueçam elas. Eu sabia que em menos de dois minutos, eu já estaria louco novamente.

- Hum.. onde está aquele garçom que estava me servindo? Eu to com fome Uru! – Sentenciou sem deixar de se esfregar em mim.

É, houve um tempo em que eu dominava esses jogos facilmente. E esse é mais um diferencial de Aoi, ele sempre me surpreende.

.:.

Aproveitando que tah td mundo meio que digerindo as informações acima, vou pendurar esse cartaz aqui e sair correndo...

"CONTINUA"

Eu sei, eu sei, todas vocês estão com vontade de me matar...

...

...

...

É, vocês tem esse direito.

Se conseguirem me pegar ^.~"

Etto... tentem ver isso pelo lado bom, vai ter mais neh? Ne? Ne?

Sério gente, não dava pra ser num chapie soh, até aqui já ficou quilométrico!