Capítulo II- As primeiras aulas
Enquanto estavam ceando, a menina Granger, saiu da mesa da Grifinória e foi até a mesa dos professores.. Neville não a havia visto, mas ela tocou em seu braço e chamou:
- Padrinho! – sua voz era suave e fria, como se o vento tivesse varrido o ambiente. Todas as pessoas que estavam perto olharam para ela.
- Sarah, querida! – respondeu Neville, levantando-se e abraçando a menina. Ela tinha um leve sorriso nos lábios, que lhe fazia vagamente parecer com Hermione, pensou Snape enquanto a olhava. – Então ficou na Grifinória. – continuou Neville.
- Pois é, padrinho. Que grande vantagem. A minha mãe foi a melhor aluna da Grifinória no último século. Então tudo o que eu fizer não será nada mais do que cumprir minha obrigação. – falou a menina sarcasticamente.
- Que bom que você ficou conosco, querida! – falou Neville, abraçando-a. Ele reparou que Minerva os olhava e disse:
- Sarah, aquela é a professora Minerva Mcgonagall, a diretora da sua Casa.
A menina foi perto de Minerva e estendeu a mão para cumprimentá-la, dizendo:
- Prazer em conhecê-la, embora já a tivesse visto antes da cerimônia.. Minha mãe fala muito sobre a senhora.. e sobre o senhor também..- acrescentou ela, olhando para Alvo Dumbledore...
- Estamos felizes em conhecer a senhorita! – falou Alvo, cumprimentando a menina, sob a aprovação de Minerva.
Os olhos negros da menina, se encontram com os de Snape que observava toda a cena.
- Eu sei quem é o senhor!!! Sou sua fã... Já li todos os seus livros, sei tudo sobre o senhor... – falou ela, de forma fria, mas muito entusiasmada, afinal estava realizando um grande sonho. Severo Snape era seu maior ídolo.
- Realmente? – perguntou ele... Nunca mais diriam que ele era frio, tendo conhecido essa menina- pensou ele- ela parece que engoliu uma barra de gelo.
- Severo Snape, o diretor da Sonserina. – disse ela, solenemente, fazendo uma mesura para ele..
Quando ele foi responder, Neville já tinha mandado Sarah voltar para a mesa dos alunos, pois logo os Monitores os chamariam para se instalarem nas respectivas casas...
A menina deu de costas e voltou para sua mesa, onde todos conversavam. Porém Sarah, com seu ar distante parecia alheia as conversas.
O monitor Adams, entrou com os alunos novos no Salão Comunal da Grifinória. De tanto ouvir sua mãe e seu padrinho conversarem a respeito, parecia que Sarah já conhecia aquele lugar.. Realmente era bonito e bem decorado.. Os novos alunos, quatro meninas e quatro meninos foram direcionados para seus respectivos quartos. Juntamente com as outras três meninas, ela foi até um aposento no andar superior que tinha na porta, a placa indicativa de "Alunas do Primeiro Ano".
As suas colegas de dormitório eram Lucille e Fanny Weasley (filhas de Percy), as duas gêmeas ruivas e de olhos azuis que ela conhecera no beco Diagonal, cujos rostos ardiam em brasas cada vez que se falava com elas. Era impressionante o quanto eram idênticas.
A outra colega era Pâmela Wood, cabelos loiros e olhos verdes, que conversava animadamente com as outras duas... Sarah olhou para cama e jogou-se em cima dela, pensando que a Grifinória não era exatamente o local para o qual era gostaria de ter sido selecionada.
Sarah deu um sorrisinho para as colegas, dizendo estar cansada e desejando-lhes Boa Noite, enquanto fechava as cortinas e rapidamente pegava no sono.
Neville fôra para sua sala após o banquete, com coração leve. Sua primeira providência foi enviar uma coruja para Hermione falando da seleção. Sabia que ela estava esperando:
"Mione,
Bom, a Sarah ficou na Grifinória.. Mas sabe, aconteceu uma coisa muito engraçada com o Chapéu Seletor e quase que ela ia para a Sonserina. O Chapéu chegou a dizer "Sonse..", mas parou no meio, parecendo se arrepender e depois a colocou na Grifinória.
Para falar a verdade, a Sarah não pareceu muito satisfeita, não. Como sabemos o Snape é o maior ídolo dela..
Bem, por hora é só.
Abraços carinhosos.
Neville"
Na Masmorra, Snape lembrava das palavras que Minerva havia dito a Alvo quando a menina Sarah, saíra de perto:
- Ela se parece com alguém que eu conheço.. mas são sei identificar quem seja... Não é com a Hermione, evidentemente...
- Eu concordo.. tive a mesma impressão, mas temos tempo para descobri isso...
Era engraçado, mas a menina também lhe lembrara alguém, alguém muito próximo, mas ele não sabia precisar quem seria essa pessoa... Ela era parecida com Hermione, vista mais de perto, o rosto de ambas era quase igual.. exceto pelos olhos.
"Menina fria... – pensou ele. - E a reação do Chapéu.. que coisa engraçada... Justo ele que sempre tem tanta certeza de tudo, mas neste caso, parecia não saber o que fazer.. Que estranho.. e quase que ela vinha parar aqui..."
Ele teve que sorrir, mesmo não querendo.. Hermione iria ficar louca, caso isso tivesse acontecido...
Em uma casa de um bairro trouxa de Londres, Hermione lia com alívio a coruja que Neville lhe enviara.. Temia sinceramente que Sarah se tornasse uma Sonserina. O gosto pelas Trevas era algo muito presente nela e parecia que quanto mais se queria inibir isso, mas forte a obsessão se tornava. Eram livros e mais livros, sempre versando sobre o mesmo tema. Era o mesmo tipo de instinto.. Certamente o Chapéu Seletor pensara isso também. O que ela não compreendia era porque ele mudara de idéia...
Aquela maldita varinha era outro ponto bem controverso da história, era uma varinha trevosa, assim como Sarah....
Bem, ela continuou divagando e pensando. Cogitara enviar Sarah para Beauxbutons. Era a escola francesa, onde as Trevas não eram muito enfatizadas. Fleur Delacour que dava aulas de inglês, intercera a seu favor. Mas ela não conseguira a vaga simplesmente porque nem Sarah, nem ela eram de origem francesa ou mesmo com de descendência francesa.
Cogitara vagamente enviá-la para Drumstrang, mas essa era a escola européia que enfatizava as Artes das Trevas. Decididamente não faria a coisa melhorar, só piorar se fosse possível. Sarah ficara entusiasmada com a idéia de estudar em Dusmstrang. A única coisa que a demoveu um pouco da idéia, foi à possibilidade de, estando em Hogwarts, conhecer Severo Snape.
E não adiantara proibir, ela era fascinada pelos livros de Severo. Eram livros de Magia Negra, se bem que tinham outros mais leves, certamente. Mas não era a literatura indicada para alguém que tinha 11 anos de idade.
Bem, o que não tem remédio, remediado está. Já que não consegui mandá-la para outra escola ao menos que fique em outra casa.....
No dia seguinte Sarah Granger, desceu juntamente com as colegas para o café da manhã no Salão Principal. O monitor Adams, estava distribuindo os horários..
As primeiras aulas da semana eram Transformação e Feitiços. A primeira só com os alunos da Grifinória e a segunda era uma aula conjunta Grifinória-Sonserina . As aulas de Poções também eram com a Sonserina assim como as de Vôo, Defesa contra as Artes das Trevas (e Sarah cogitou porque as pessoas tinham que aprender as defesas, sem saber as artes propriamente ditas) e História da Magia. As aulas de Herbologia também eram em dupla só que eram Grifinória e Lufa-Lufa.
Pelos comentários em volta, ela percebera que quase todos os anos tinham aulas conjuntas com os alunos da Sonserina, porque os alunos da casa Lufa-Lufa se negavam ter aulas em conjunto com a Sonserina.
"Bom, - pensou Sarah, enquanto olhava para mesa da Lufa-Lufa- é inegável que eles tem um aspecto de idiotas.."
A aula de Transformação foi bastante interessante. As transformações não apresentavam dificuldades para Sarah, pois sua mãe fizera faculdade disso e lhe ensinara alguns macetes valiosos. O estranho era que a professora Minerva parecia, sempre esperar que ela respondesse as questões propostas. Quase que em 100% das perguntas ela sabia as respostas, mas não era do seu temperamento ficar expondo seus conhecimentos por aí. Porém, frente a insistência da prof. Minerva, ela se via obrigada a responder..
Era um saco..
E justo ela, que pagava para não falar. Tudo isso, porque sua mãe era uma sabe-tudo que gostava de mostrar seus conhecimentos.. Sarah não gostava, mas não tinha esse direito. Isso tudo ela pensava, enquanto transformava um lápis em uma pena para escrever.. Ela trocou até a cor da pena.. e a professora Minerva, muito satisfeita deu 20 pontos para a Grifinória.
Na aula de Feitiços, tudo mudou radicalmente. Os Grifinórios sentavam se no lado direito da sala e os Sonserinos, que já estavam acomodados, no lado esquerdo. O professor Flitwich iniciou a aula fazendo a chamada. Quando chegou no nome dela:
- Sarah Granger. – chamou o professor, enquanto ela, sentada sozinha na carteira mais afastada, ergueu o braço em resposta. O professor sorriu levemente, e perguntou:
- Como vai sua mãe? - todos os alunos das casas olharam para ela, os Grifinórios pareciam enfadados, mas os Sonserinos, principalmente um grupinho de quatro alunos, sentados bem na frentes no canto esquerdo da sala, prestou muita atenção.
- Muito bem, obrigada. – respondeu Sarah friamente.. Parecia que uma barra de gelo, havia atingido toda a sala...
- A mãe da Srta. Granger, foi a melhor aluna da Grifinória no último século. – comentou o professor para a classe. Enquanto isso, Sarah queria que se abrisse um buraco em que ela pudesse desaparecer.
- Espero que a senhorita honre o nome dela, Srta. Granger. - falou o professor sorrindo. Sarah por sua vez, olhava friamente, para ele, com uma expressão Avada Kedavra. O professor engoliu em seco, quando seus olhos se cruzaram com os de Sarah e dando de ombros, continuou a chamada.
Após algumas explicações de praxe, ele mandou-os encantar um pergaminho, de modo que este flutuasse pela sala..
Enquanto tentavam encantar o pergaminho, os quatro alunos da Sonserina que haviam observado Sarah: Malfoy, Macnair, Avery e Louise Nott, conversavam sobre a Grifinória , que parecia alheia a tudo desenvolvendo sua tarefa..
- Agora eu entendi, o porque de o Chapéu querer colocar ela na nossa casa.. – comentou Malfoy.
- Porque, Malfoy? – perguntou Avery.
- Ora, vocês não viram o jeito que ela olhou para o Flitwich? Parecia que ira lançar um Avada Kedavra nele... – comentou Malfoy, rindo.
- È verdade, William. – falou Louise- e quando ela falou,... parecia que a gente estava tomando um banho gelado... ela é...
- Fria. – respondeu o garoto Avery, que sob os aplausos dos outros três conseguiu que o seu pergaminho flutuasse como o de Sarah.
Sarah olhou para o pergaminho flutuando e deu um breve sorriso para o quarteto, que lhe respondeu.. Em seguida, ela baixou os olhos para o livro que estava lendo.
A aula terminou com Sarah e Avery, ganhando 10 pontos cada um...
Depois da aula de Feitiços, Sarah pegou seu material e foi conhecer a Biblioteca. Sua mãe lhe falara sobre a Sessão Reservada, que era um lugar onde os livros somente poderiam ser retirados mediante a autorização de algum professor. Ela adentrou no recinto e uma senhora lhe olhou inquisitivamente. Sarah caminhou até uma mesa onde deixou os livros e ficou olhando em torno.
A Biblioteca superarara em muito suas expectativas. Era enorme. Tinham estantes e mais estantes de livros não se conseguindo vêr o fim delas. Elas iam até o teto, e plaquinhas com os nomes dos assuntos separavam os volumes. No outro lado estavam muitas e muitas mesas, dos mais variados tamanhos. A biblioteca era muito bem iluminada com janelas enormes que davam para os campos...
Sarah olhou para a senhora que a observava e disse:
- Eu vim conhecer a biblioteca.
- Já estava mesmo esperando a sua visita, Srta. Granger. Imaginei que pudesse gostar de livros como sua mãe. – disse a Srta. Pimce com um raro sorriso. – Pode passear por entre as prateleiras, mas não pode entrar..
- Na sessão reservada. – completou Sarah, indo em direção as prateleiras e arrancando um sorriso da bibliotecária. – Posso ir mesmo?
- Claro, senhorita.
Sarah circulou por entre as prateleiras de livros, lendo os títulos e especulando sobre o que cada um poderia conter... Ela demorou quase uma hora na atividade. Terminando as prateleiras convencionais, ela estava interessada em dar uma olhadinha nos livros da sessão reservada.
- É.. – disse ela, parando na frente da mesa da bibliotecária.- Eu...
- Já sei, Srta. Granger. Você quer espiar a sessão reservada, não é??
- Pois é, mas a senhora irá junto, claro. Prometo não mexer em nada, só quero olhar...
A bibliotecária apenas observou-a como que pesando a hipótese. Por fim, levantou-se e foi até uma corda que separava sessão dos outros livros.
- Venha! Acredito que não há mal nenhum em você apenas olhar os livros.
Sarah correu até ela, e entraram na sessão reservada. Os olhos de Sarah se arregalaram com a quantidade de livros assustadores que havia lá.
"Maldições Imperdoáveis em 10 lições." ; "Discussões sobre a Era das Trevas"; "Povos trouxas: como extermina-los" ; "Transforme seus inimigos em pó" ; "Feitiços sem contra-feitiços"; "Encante objetos e mate bruxos sem ser culpado."
- Meu Deus! - exclamou Sarah
- Tem coisas horríveis aqui, Srta. Granger.
- Mas, senhorita. Como se sabe quando alguém tenta tirar algum livro furtivamente desta sessão?
- Pegue um livro qualquer. – orientou a bibliotecária.
Sarah retirou um livro intitulado "Famílias Trevosas e suas origens"
- Isso,agora abra o livro.
Sarah o abriu e o livro começou a gritar. Nisto Madame Pince tirou o livro da mão de Sarah e ele parou.
- Entendo.
- Podemos ir
- Sim.
Ela saíram da sessão e Madame Pince recolocou a corda.
- Obrigada.
- De nada, Srta. Granger. Gosto de pessoas que cumprem o que prometeram. A maioria dos alunos iria entrar lá e querer mexer nos livros.
- Não que eu não quisesse mexer. – retrucou Sarah. – Mas trato é trato.
- Muito bem, fique a vontade.
- Vou indo, Madame Pince. Voltou mais tarde, só vim agora, para conhecer.
- Certo, Srta. Granger.
Com um sorriso, Sarah pegou o material de cima da mesa e saiu.
Duas noites depois, Sarah Granger vinha saindo da Biblioteca, quando dois alunos da Lufa-Lufa passaram por ela, conversando e rindo..
A oportunidade era boa demais para ser perdida, pois era tarde e o corredor estava deserto... Ela tirou a varinha das vestes e escondendo-se atrás de uma coluna, mirou nas pernas de um deles... fazendo o feitiço do corpo preso, e quando o segundo abaixou-se para olhar também foi atingido pelo feitiço.
Sarah saiu na direção contrária rindo até não poder mais...Quando chegou na curva do corredor, deu de cara com o temido professor de Poções.
- Porque a Srta. está rindo? – perguntou ele...
- Tem dois alunos da Lufa-Lufa estirados no chão com o feitiço do corpo preso.. – respondeu ela, entre risos, indicando o local... Ela não tinha medo de Snape como os outros alunos, não o achava assustador. Na verdade simpatizava com ele e o admirava.
Snape apenas olhou para o local onde ela indicara... Mais alguns alunos estavam olhando para aqueles que tinham sido atingidos pelos feitiços e rindo até se acabar... Sarah Granger já havia parado de rir.. mas continuava sorrindo.. Um sorriso muito parecido com o de Hermione, mesmo que fosse frio.
- E a senhorita ia aonde? A torre da Grifinória é para o outro lado... – comentou o professor secamente..
- Mesmo? Enganei-me então.. – respondeu ela enquanto virava para o outro lado e saia caminhando. Ela pensou sobre a necessidade de tomar mais cuidado, porque senão logo o professor de Poções descobriria que fora ela que enfeitiçara os colegas, isso se já não soubesse.
Snape também saíra do local (após desfazer o feitiço). pensando no motivo pelo qual não havia dado uma detenção para a menina Sarah. Era óbvio que fora ela que enfeitiçara os outros alunos.... Snape deu de ombros, enquanto pensava que por apenas uma vez não teria problema...
Naquela manhã, Sarah acordou ansiosa para assistir a aula de seu padrinho Neville.
Quando os alunos já estavam instalados na estufa, Neville entrou ao seu melhor estilo, derrubando alguns vasos que estavam na entrada da estufa e pisando em uma planta cantante raríssima. Os cabelos dele estavam despenteados e cheios de terra. Sarah não estranhou, já o havia visto muitas vezes assim mas os outros alunos começaram a rir e Neville engrossou o coro de risadas. As gêmeas Weasley estavam sentadas logo na frente junto com Pâmela Wood, comentando sobre o quanto era bonito aquele professor. Acidentalmente Neville ouviu e ficou roxo até a ultima ponta do cabelo.
Neville fez a chamada e depois começou a explicar sobre os tipos de plantas rasteiras presentes no mundo mágico. Depois disse que os alunos deveriam podar uma espécie de planta andante que não parava de se movimentar nunca. Ele distribuiu os vasos e mostrou o que e como deveriam fazer.
Os garotos da Grifinória estavam mais a frente dividindo-se em duas duplas. Uma era formada por Aloísio Nesi (moreno, olhos castanhos, quase tão branco de pele quanto ela) e por Victor Truman ( loiro de olhos castanhos, com um sorriso bonito).
A outra dupla era formada por Taylor Summer ( moreno, olhos verdes pele clara) e por Robert Laidener ( também moreno de olhos verdes e indiscutivelmente o mais inteligente).
]Neville procurava evitar aquele trio de garotas da Grifinória que não despregavam os olhos dele, mesmo agora enquanto podavam as plantas. Em dado momento, ele sorriu e caminhou até sua afilhada.
- Sarah querida.. O que você esta achando das aulas??? – o trio das Grifinórias acompanhava todo o diálogo.
- São muito interessantes, padrinho. – respondeu ela, em seu tom habitual.
- Você não parece muito satisfeita, querida. Alguém lhe fez alguma coisa? – disse ele, passando as mãos no cabelo dela.
- Sinto saudade da mãe e da vovó, padrinho. A vovó não anda muito bem de saúde, o senhor sabe. Tenho saudades também da escola trouxa, dos meus livros, dos ingredientes.. das minhas coisas que ficaram em casa...
- Mas, Sarah, não se preocupe com a vovó, ela vai ficar bem. Hermione vai cuidar melhor dela do que eu ou você...
- Eu sei padrinho, mas agora ela fica sozinha.. e..
- Você é que pensa... ela anda fazendo uns cursos.. quer fazer uma surpresa para você no Natal.. – Neville arregalou os olhos.. aquilo era um segredo, ele não deveria ter contado.
- Entendi padrinho, era um segredo.. mas eu não conto.. pode deixar....
Naquele instante Aloísio Nesi da Grifinória chamou o professor, enquanto Sarah pensava que seu padrinho seria sempre o mesmo.
