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Segunda parte.

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Clack, clack, clack. Meus saltos se chocavam ao chão com um barulhinho delicioso de poder e eu joguei meu cabelo da esquerda para a direita fazendo-o chacoalhar graciosamente enquanto meus quadris remexiam a cada embalo da minha caminhada, meu vestido ia até o meio das minhas coxas e tinha um tom de azul escuro que contrastava sexualmente com minha pele branca, eu tirei meus óculos de sol e eu tinha certeza que cada movimento meu emanava o cheiro do meu perfume de morango cítrico...

Isabella Swan estava com um instinto femme fatale hoje.

Pelo menos foi isso que Alice me disse com um sorrisinho muito safado no canto dos lábios, só porque segundo ela eu causei meia dúzia de torcicolos quando passei pelo setor administrativo mais cedo.

Mal sabia Alice que era exatamente isso. Talvez eu tinha acabado de decidir seguir o exemplo dela e de Jasper, fodendo como coelhos em todos os lugares disponíveis. Me surpreendi com meu pensamento. Eu realmente estava meio cadela hoje.

Pra começar eu me dei o direito de tirar a manha de folga, como informei com um e-mail muito profissional o meu querido chefe. Afinal , se ele me segurava no escritório além do horário de trabalho, eu podia muito bem me dar uma manha de folga.

Ainda mais quando eu aproveitei a manha fazendo coisas para ele.

Sim, eu estava com instinto femme fatale, além do instinto estou com tesão, ah e tem mais o instinto quero comer o meu chefe.

Normalmente esses instintos me irritavam quando eu não podia fazer nada sobre isso, mas hoje havia alguma coisa diferente. Porque sim, eu estava para fazer algo sobre isso. Logo.

Cheguei em minha mesa e me sentei , olhei diretamente para a porta fechada do escritório daquele homem insuportável – mente gostoso - e olhei meu relógio de pulso, 13:30. Será que ele já tinha chegado?

Meus dedos coçaram para ir até o interfone e chamar por ele, para ver se ele já estava ali. Eu mal podia conter minha ansiedade para o dia de hoje.

Eu passei meu fim de semana fora, na fazenda de Rose. Ela e meu irmão, Emm, tem um spa lindo no sul da Califórnia e eu achei que já era hora de eu dar uma relaxada, ainda mais num sábado-pós-Cullen que descendia de uma sexta-feira inimaginável.

Depois que o babaca do Cullen me pegou, me prendeu e me deu uma checada com os seus incríveis dígitos brancos e longos eu fiquei muito... enlouquecida? Esse não pode ser o termo certo. Puta da cara, talvez.

É, esse termo combina melhor. Eu estava puta da cara com ele. Porque aquele babaca acha que pode brincar comigo, acha que pode me dominar com aquela arrogância patética de playboy dos negócios e oque mais me irritava da situação toda é que depois daquilo, todo pensamento que eu tinha dele vinha acompanhado com flashs e sensações dos dedos dele dentro de mim, me tocando como eu nunca fui tocada e a respiração quente no meu pescoço, falando um monte de coisas inapropriadas no meu ouvido e fazendo meu discernimento de certo e errado ir pelo ralo. Só a lembrança me fazia estremecer.

Ah faça-me o favor! Ele nem é tão bom assim! É sim...

Não é não! Ele é só um garotão tentando se mostrar homem.

E quem melhor pra fazer ele ver o quão playboyzinho descartável ele é do que a sua doce, sexual e maquiavélica secretaria?

Ele pensa que pode me dominar? Eu tenho novidades para o pequeno Cullen, vou ensinar-lhe um novo termo. Controle.

Com essa ideia em mente eu passei o fim de semana todo remoendo qual seria a melhor maneira de mostrar para o Cullen que as coisas nem sempre são do jeito que ele quer. E enquanto isso eu ganhava massagens extraordinárias, tratamentos de pele, manicure, banho de ofurô e hidratação capilar.

Eu estava no paraíso, sem trabalho, sem irritação, sem Cullen... mas estranhamente eu não gostei da ultima parte. Estranhamente eu sentia falta da arrogância dele, daquele ar masculino que exalava em todo o escritório quando ele saia pelo elevador, dos olhos verdes dele e da maneira como ele me olhou na sexta-feira quando tudo que eu queria era azara-lo por me fazer ficar além do expediente e me dar um problema de excitação que ele não estava disposto a resolver.

Ah fala sério Isabella! Sentindo falta da arrogância dele, do cheiro dele e dos olhos dele? Ah por favor né!

Eu xinguei minha mente mais uma vez traidora e tratei de me convencer que minha cabeça cheia de pensamentos nele só estava assim porque eu tinha decido lhe dar uma lição. Era isso. Ensinar ao Cullen que não se pode dominar uma Swan.

E então a ideia toda se formou na minha cabeça. Era exatamente isso que ia fazer...

Plin. Eu ouvi o barulho do elevador e resolvi ignorar o meu coração que acelerou em questão de segundos. Ele estava chegando. Era isso, chegou o momento do Cullen pagar.

Peguei uma pasta qualquer de cima da mesa disposta a ignora-lo por agora e fingir que ele não existe e que o cheiro maravilhoso dele que vai invadir minha narinas em alguns segundos não me deixa extremamente tonta. Fixei meus olhos no papel, olhando sem realmente ver.

Mas o cheiro dele não veio, então ergui meus olhos para ver uma Ângela muito sorridente com uma pilha enorme de documentos para serem assinados.

"Bella"- Uma das muitas coisas porque eu gosto dela é porque ela é uma das únicas que me chama pelo nome que eu gosto, sorri para ela - " Você pode dar isso para o senhor Cullen quando ele chegar? Jasper disse que são para amanha."- Ângela me disse muito amavelmente. Perai, quando ele chegar?

"O Cullen ainda não chegou?"- soltei sem pensar, um tanto afobada demais, droga.

"Bom você é a secretaria dele, você devia saber e não eu."- Ângela riu-"Estou brincando Bella, como você não veio pela manha não deve saber que o senhor Cullen saiu para almoçar com os japoneses e não tem hora pra voltar esta tarde."- Ângela informou.

Ah, inferno! Quando eu não preciso dele, ele esta sempre por aqui me rondando com a insupotabilidade dele... que você adora. Ah cala boca cabeça!

"Ah ta, tudo bem então."- eu disse para ela com um sorriso meio amarelo.

Esperei Ângela entrar no elevador para praguejar comigo mesma. Ele tinha que escolher logo hoje pra sair sem previsão de volta? E se ele não voltar mais? Eu estava começando a perder toda a autoconfiança adquirida no fim de semana e se ele não voltasse hoje provavelmente eu desistiria de todo o plano. Maldito Cullen pra me frustrar sem nem estar presente, ironicamente hoje, por não estar presente.

Eu estava nervosa. Meu plano não podia ter falhas e agora o objetivo principal de tudo isso não estava aqui para eu poder fazer minhas tramoias femininas com ele, oh droga!

Eu passei os próximos 10 minutos alternando meu olhar do relógio para as portas fechadas do elevador. Bem, pra ser sincera eu passei a tarde toda assim, e cada vez que o barulho do elevador era ouvido, meu coração acelerava e minha boceta pulsava em expectativa, meu cérebro logo formando a ideia de que ele ia sair lá de dentro em toda a sua gloria e fazer minhas calcinhas derreterem e meu pensamento voar me fazendo esquecer o pequeno plano maldoso que eu tinha para ele. Mas não, nada. Quando o elevador acionava era sempre outro alguém, querendo alguma coisa do senhor Cullen ou então as secretarias com papeis para ele assinar ou então o entregador com contas pessoas dele. Ele. Ele. Ele.

Eu passei a tarde toda nervosa, agitada e roendo meu lábio inferior, remoendo o por que do droga do Cullen sumir justo hoje e sempre que alguém entrava no escritório eu estava com cara feia e os tratava friamente. Alice me mandou comprar um vibrador maior e arranjar um namorado logo, mal sabia ela que era tudo culpa do estupido do irmão dela o meu humor estar assim, tempestuoso.

No fim da tarde eu já estava uma pilha de nervos. Meu cérebro estava a mil, meu lábio inferior demolido por minha mordidas e eu andava de um lado pro outro quase fazendo um vão no chão.

Ele não ia vir, ele não ia vir, ele não ia.

Eu percebi isso tarde demais. Bufei para minha falta de sorte e quase ri do meu estupido plano idiota. Quando é na terra que Isabella Swan faria isso? Eu era destemida e tinha coragem para tal, mas tudo isso era loucura! E se ele levasse isso como mais um motivo para me demitir? E se os toques dele foram só para provar que sou fácil e digna de ser demitida senão pior?

O Cullen era um arrogante metido, mas nunca foi burro. Afinal ele que com escassos 28 anos manda numa empresa milionária. Definitivamente, burro ele não era. Só babaca.

E esse mesmo babaca me deixou plantada e nervosa, bem na verdade não, se levassem em conta que ele nem sabia que eu tinha algo marcado com ele...

Não ouse defender ele mente traidora! Ele é o único que sumiu no único dia que eu o queria aqui!

Bem, foda-se!

Olhei para o relógio, 18:30.

Eu vou para casa e esquecer que esse dia existiu e esquecer que sexta-feira existiu e começar a fazer currículos, porque provavelmente o Cullen vai me demitir amanha, assim que me ver.

Aquele babaca de dedos mágicos e deliciosos...

Desliguei o computador e peguei minha bolsa, juntei minhas chaves e estava fechando as gavetas quando mais um Plin foi ouvido. Deve ser Alice para me encher o saco com alguma coisa que ela esqueceu de mencionar nas outras 100 vezes que ela já veio aqui hoje...

"Sente ai Swan! E me espere!"- eu estatizei boquiaberta vendo o Cullen entrar rapidamente no escritório e grunhir comigo sem nem olhar para a minha cara.

Ele passou por mim rapidamente com aquela arrogância estampada em cada movimento e eu podia dizer que ele estava nervoso pela maneira como ele falou comigo. A ultima coisa que eu ouvi foi um pequeno rosnado antes da porta bater com força. "Essa cadela..." ele disse sem falar com ninguém em especifico.

Pro inferno! Que isso foi sim especificamente para mim!

Porque ele rosnou olhando para mim, antes de bater a porta tecnicamente na minha cara!

Eu senti meu sangue ferver e toda a porra da autoconfiança voltou. Ele precisava de uma lição! Pra aprender a não me tratar – ou nenhuma outra mulher – com aquela estupida arrogância masculina de quem é dono do mundo só porque tem um pênis!

Bastava! Era esse o momento. Eu ia seduzir o Cullen. E depois... ele que esperasse pra ver.

Cadela? Ele ia ver só.

Coloquei todas as coisas de volta sobre a mesa e ergui meu queixo o máximo possível. Isabella Swan ia ensinar certas coisas a um certo chefe estupidamente gostoso e imbecil.

Fui até a porta do escritório dele e nem bati para entrar. Foda-se a hipocrisia de ser educada com tudo que eu estava para fazer com ele.

Entrei rapidamente no escritório dele e fechei a porta atrás de mim trancando-a. Agora você é meu Cullen.

Virei para a direção da mesa para encontrar ele. Seria sobre a mesa. Era minha fantasia que estava para se realizar, eu ia seduzir o Cullen sobre a mesa dele.

Nada tão drástico, só sedução atrevida, tortura sexual. Ele ia ter um vislumbre do quão boa eu sou quando eu quero, para logo em seguida manda-lo para o inferno sem ele perceber. Deixa-lo excitado e depois não fazer nada sobre as bolas azuis dele, exatamente oque ele fez para mim. E o feitiço pode se virar contra o feiticeiro quando ele menos espera. Sorri diabólica para meu pensamento.

Porem eu não encontrei-o na grande mesa dele, movi meus olhos pela sala rapidamente e avistei ele no sofá de couro preto na extremidade esquerda da sala. Ele estava maravilhosamente deitado no sofá, vestido só com uma camisa branca que tinha as mangas dobradas em seus cotovelos dando a ele um aspecto desleixado excitante. Ele estava com a cabeça pendida no braço do sofá, com os olhos fechados e os dedos da sua mão direita apertavam a ponte do nariz. Ele parecia irritado, estressado e cansado e ele também parecia a coisa mais linda que eu já tinha visto em toda a minha vida.

Ergui meu queixo mais ainda, e numa postura autoritária caminhei até ele. Ele deve ter ouvido o clique dos meus saltos no assoalho, porque no instante seguinte ele estava abrindo os olhos e levantando a cabeça para mim.

"Ta maluca Swan? Entrando sem bater!"- ele gritou assim que me viu.

Eu quero fazer você gritar.

(vamos lá, sim, deixe-me ver você gritar)

Nos imagine juntos.

(deixe-me ver você gritar, criança malvada, criança malvada, vamos lá)

Não tenha medo de jogar o meu jogo.

(vamos lá)

"Cala a boca."- eu disse simplesmente.

"Oque?"- ele me olhou confuso.

Eu não disse mais nada e nem deixei ele dizer mais nada. Tirei meus saltos jogando-os no chão com um barulho estrondoso e caminhei até o sofá e montei em cima dele minhas pernas uma de cada lado do corpo dele. Ele fez uma expressão mais confusa ainda, mas logo recuperou a mascara de arrogância dele e estreitou os olhos para mim.

Garoto, não hesite.

Eu não vou continuar esperando você.

Vir e me deixar levar.

Você pro meu quarto de fantasias.

Você vai gostar de lá.

E de todas as coisa que eu faço.

Eu te tratarei direitinho durante a noite toda.

"Ficou louca Swan?"- ele rosnou na minha cara – "Pra agir feito uma cadela!"

Aquilo me deixou possessa.

"Cala a boca Cullen!"- eu peguei ele pelo colarinho da camisa branca e gritei na cara dele, travei minhas pernas fortemente ao redor dele, as mãos grandes dele indo automaticamente para as minhas coxas. Ponto pra Swan. O Cullen estava com cara de perdido. Surpresa chefinho!

"Mas oque você pensa..." ele começou olhando para mim como se eu fosse de outro planeta.

"Eu disse pra calar a boca Cullen! Você é surdo?"- eu interrompi e continuei quando ele não disse nada – "Então fica quietinho e escuta."- eu disse baixinho desta vez como a minha boca se encaminhou para o lado do rosto dele até estar colada a sua orelha direita.

"Cadela é?"- eu perguntei sarcasticamente e ri baixo no ouvido dele. Eu senti quando os pelos dele começaram a se arrepiar – ponto pra Swan – e capturei o lóbulo dele entre meu lábios numa leve sugada que o fez arfar por um segundo – mais dois pontos pra Swan – e ele apertou minha coxa desta vez. Mãos grandes maravilhosas...

Então eu chupei novamente o lóbulo dele com um pouco mais de força e depois soltei rindo levemente, esfregando meu nariz na mandíbula cheirosa dele por um momento. Voltei meus lábios para o ouvido dele.

"Então hoje Cullen... "- fiz uma pausa dramática voltando a sugar o lóbulo dele antes de falar novamente.- "Você vai chupar uma cadela."- eu ri novamente.

Nós podemos fazer qualquer coisa.

Eu te levarei a todos os lugares que você quer estar.

(eu te levarei lá, eu te levarei lá)

Eu serei sua fantasia.

Tudo que você desejar, você encontrará em mim.

Se você jogar o meu jogo, yeah.

Eu posso dizer que o Cullen estava muito atordoado, porque ele parecia não conseguir reagir as minhas investidas e quando eu me levantei num átimo e sai de cima dele. Ele estava com o cenho franzido, a camisa amarrotada e um leve tom de vermelho sobre a face que só o fez mais sensual. Porra de homem. Como pode ser tão tesudo! Minhas calcinhas já estavam molhadas com o simples pensamento dele me deixar comanda-lo. Lindo.

Mas por mais lindo que fosse, ele estava aqui pra aprender algumas coisinhas hoje.

Eu levantei do sofá e me inclinei sobre ele.

Slap! Foi o tapa que eu dei na face direita do Cullen.

"Ei!"- ele gritou.

Eu quero te fazer gritar.

E ouvir você berrar meu nome (berrar meu nome)

Eu te darei as regras a seguir (oh)

Para que você possa jogar o meu jogo (jogue o meu jogo)

Nos imagine juntos (juntos)

Eu te levando à loucura (te levando à loucura, yeah)

Você vai render-se a mim (a mim)

Não tenha medo de jogar o meu jogo (apenas jogue o meu jogo)

"Cala a boca! Porque agora Culen, você vai ver quão cadela eu sou."- eu disse mordendo meus lábios com força para ele.

O Cullen me olhava de boca aberta sem entender nada. Pobre garoto rude.

Eu fui para o lado do sofá onde a cabeça dele estava pendida e levantei meu vestido com um único movimento, levantei meu joelho esquerdo no braço do sofá e puxei a cabeça dele para o meio das minhas pernas, puxei minha calcinha úmida para os lados e literalmente sentei na cara do Cullen.

Oh Deus, eu me senti tão poderosa. Eu já podia sentir minha excitação em hexadecimal com o poder que fluía em mim por estar com a cara sobre o rosto do todo-poderoso-Cullen.

Slap! Homem rude leva tapa na cara.

"Isabella!"- e ouvi ele resmungar pela primeira vez depois do meu ataque. – "Oque você acha..."

Slap!

"Chupa."- eu ordenei.

A mão dele agarrou minha coxa e ele parecia ponderar sobre me mandar sair de cima dele e me demitir ou me chupar sem sentido. Felizmente para mim, o instinto sexual do homem é forte demais.

Então o que você vai fazer.

Agora que eu tenho você comigo?.

Você tem que me mostrar, garoto.

Pois nada vem de graça.

Comece por baixo e.

Faça seu caminho para cima completamente.

Não tenha medo de jogar o meu jogo.

Nós podemos seguir a noite toda.

Fazendo coisas que você pensava que nunca faria.

(e eu não contarei nenhuma mentira)

Eu não contarei a ninguém.

O que fizermos, é apenas para eu e você.

Então venha e jogue o meu jogo.

Ele me agarrou com força e forçou seu rosto entre as minhas pernas, o maxilar dele esfregando contra as paredes da minha coxa, a barba rala dele me pinicando e então tinha a boca dele... e como no inferno um homem consegue ter uma língua assim?

Oh Deus. O Cullen estava me chupando.

Sentada no rosto dele, no sofá de couro da sala dele, eu tinha Edward Cullen com a língua grossa e comprida dele enterrada maravilhosamente nas minhas dobras úmidas. E tudo em que eu podia pensar era. Oh fuck!

Ele estava fazendo misérias com aquela língua em mim. Ele me lambia e me chupava e afundava a língua dentro do meu corpo sem nenhum pudor e eu me controlava pra não gemer deito uma cadela, mas era difícil com ele chupando daquela maneira.

Eu senti o Cullen me explorar com a língua, com lambidas fortes e sucções que me levavam a beira da loucura. Eu tinha vontade de me perder nele, na boca dele. Mas eu não podia.

Tudo era uma questão de controle.

Porem eu não sei onde meu precioso controle foi parar quando eu a mão dele saiu da minha coxa e foi se juntar com a outra sobre o bojo enorme nas calças dele e eu podia dizer que meu controle estava se esvaindo quando eu o vi abri o botão e o zíper da calça e logo em seguida tirar aquele grande, grosso, maravilhoso membro rosado de dentro das calças e acaricia-lo com dedos finos e firmes antes de envolve-lo inteiro com a mão.

Eu estava hipnotizada.

Com cada movimento, cada descida e subida da mão dele naquele membro delicioso, o modo como a mão dele se fechava mais firmemente no movimento ou como os dedos dele tocavam levemente a cabeça do seu pau me fazendo ter vontade de gozar na língua dele que queria se enfiar nas minhas entranhas o máximo possível.

Conseguia sentir minha baba escorrendo. Aquela era a experiência mais maravilhosa de toda a minha vida. Ter o Cullen se tocando para mim.

De repente eu senti minha boceta apertar. O maldito trapaceiro tinha truques na manga, eu percebi isso quando ele se aproveitou do meu pequeno momento off para enfiar dois dedos inteiros dentro de mim e começar a chupar meu cerne de nervos inchado.

Esse puto.

Eu não consegui mais me controlar. Eu comecei a gemer e comecei a rebolar no rosto dele e apertei o tecido do vestido mais forte na minha mão, eu fechei os olhos e só senti os lábios Cullen envolvendo aquele pequeno nervo bem no meio da minha boceta enquanto ele me fodia com dois dedos talentosos. Minha mente não conseguindo refrear os pensamento.

Sentada. Rosto. Língua. Chupando. Clitóris. Ele se tocando. Tocando e chupando. Cullen. Cullen. Edward Cullen.

Oh céus.

Eu comecei a estremecer, meus olhos se fecharam e gemidos irromperam meus lábios sem pedir licença. Oh Deus. Edward Cullen me chupando, sugando meu clitóris, me fodendo com seus dedos.

Eu estremeci e rebolei loucamente e estremeci de novo.

Oh Deus. Oh Deus. Oh meu Deus.

Eu mordi meu lábio para evitar o grito quando eu gozei loucamente sobre o rosto de Edward Cullen.

E inferno dos infernos, ele me bebeu.

Toda a minha excitação, toda a explosão do meu corpo por causa dele. Ele bebeu tudo de mim.

Meu corpo, minha alma, minha mente.

Porque eu. A grande e controlada Isabella Swan, estava entorpecida demais segurando meu vestido e amassando meus cabelos enquanto apreciava os últimos vestígios do orgasmo mais alucinante que alguém já me dera.

E como o Cullen não é bobo nem nada. Ele se aproveitou – mais uma vez – do meu momento estou-num-pós-orgasmo-alucinante e me pegou pelas coxas, me subindo toda pra cima do sofá, ainda me chupando e me apertando toda e se sentou me ajeitando sobre o colo dele para depois me abraçar com braços fortes e esmagadores. Eu conseguia sentir a ereção enorme dele cutucando minha pele desprotegida debaixo do vestido.

Porra de homem bom pra caralho.

"Quem diria Swan.. não achei que fosse tão mandona."- ele riu no meu cabelo.

E eu que já estava me recuperando do pós orgasmo afastei meu rosto para olhar para ele com olhos estreitos.

"Não se engane Cullen eu posso fazer muito pior do que isso."- eu lhe disse o mais friamente possível.

"Não, não pode."- ele adotou a mesma postura fria que eu mas continuou abraçado a mim, me encarando.- "Você pode até botar uma banca e fazer coisas como essa, e eu não posso dizer que não gostei... mas não tente você me enganar. Você não tem tanta coragem."- ele zombou.- " E você não pode fazer pior do que isso, porque no fundo você tem medo e você espera loucamente que eu te coma porque do contrario você não vai se dar para mim, porque você gosta é de ser dominada e eu não vou pedir pra poder te comer e você sabe disso."

Ele finalizou a conclusão de merda dele.

Eu olhei intensamente nos olhos dele. Eu não posso fazer pior porque gosto de ser dominada? Tsc tsc pobre Cullen.

Eu dei um pequeno sorriso e mordi meu lábio inferior me fazendo de tímida para ele. Isso pareceu convence-lo.

"Eu sei que tenho razão Isabella."- ele me olhou convencido e eu sorri ainda mais. Mais 5 pontos pra Swan pelo próximo ato.

Eu me levantei de leve ainda sobre o colo dele e peguei o pau dele na minha mão e antes que mais nada acontecesse eu encaixei a cabeça do pau dele na minha entrada e me sentei devagar sobre ele.

A ultima coisa que eu vi foram os olhos do Cullen se fechando antes dos meus próprios olhos se fecharem também e eu ficar parada por um instante, empalada sobre o Cullen, com o grande e grosso pau dele cravado fundo em mim.

Eu gemi. Nós gememos.

Então eu não poderia me dar para você porque eu estava esperando que você me comesse porque eu gosto de ser dominada? Engole essa Cullen, enquanto eu engulo você todinho dentro de mim.

Eu sorri satisfeita.

O plano inicial não era esse, eu não pretendia ir tão longe, até as ultimas consequências, mas ele me desafiou. Um tapa de luva. E uma Swan nunca diz não a um desafio, então foda-se.

Porque agora eu estou fodendo um dos melhores exemplares de macho existente nesse planeta. E não me arrependo nenhum pouco da decisão quando eu sinto o Cullen por inteiro, cada milímetro da extensão dele tocando cada pedaço do meu interior. E a cara dele? Eu não sei dizer oque foi melhor, finalmente estar dando uma com o Cullen ou ver a cara dele de chocado com a minha reação. Mentira, eu sei exatamente que o pau dele ganha há anos luz de distancia...

Eu fechei novamente os olhos por um instante e mordi meu lábio inferior. Que sensação maravilhosa estar montando ele e o cheiro vertiginoso desse homem me tirava do sério. Cigarros e whisky. Me dopando totalmente.

Eu me movi pra cima e depois pra baixo novamente, lento e torturante, apenas testando o comprimento dele. Eu estremeci de leve, ele é grande e a espessura é deliciosa.

Eu me levantei novamente e abri os olhos enfiando as mãos nos cabelos bronze da nuca dele e desci novamente, quando eu olhei para ele não consegui evitar outro estremecimento. Ele estava olhando diretamente para mim com aqueles incríveis olhos verdes derretidos e a boca dele estava entreaberta como se pedisse por um beijo. Eu não resisti.

Eu movi meu rosto pra perto do dele e encostei nossos narizes, eu olhei para baixo para os lábios dele, vermelhos, o lábio inferior um pouco mais protuberante sendo umedecido pela ponta da língua, eu voltei a olhar para os olhos dele e ele ainda estava olhando para mim, me encarando. O brilho nos olhos dele era enigmático demais, eletrizante demais. Eu acariciei o nariz dele com o meu e coloquei minha boca a milímetros da dele e então ele me beijou.

Ele tomou a iniciativa quando era para mim estar no controle.

Minha mente estalou para isso, para o proposito de toda essa situação. Porque por mais que ele fosse incrível e me fizesse esquecer que existe um mundo insignificante além dos nossos corpos unidos, ele merecia tudo que eu tinha preparado para ele.

Imediatamente eu retomei o controle, aprofundei beijo e forcei minha boca violentamente na dele, mas o Cullen é um puto e não deixou a desejar. Ele forçou a boca de volta com igual ansiedade e me consumiu em seus lábios, me mordeu, me chupou e me devorou em sua boca e eu quase fiquei zonza com a maneira que ele estava me drenando através dos meus lábios.

Não perca o controle, não perca o controle, mantenha o controle. Fui obrigada a criar um mantra.

Nossas bocas ainda lutavam loucamente e oque antes era calmo e torturante virou apressado e alucinante. Nossos corpos começaram uma dança frenética e começamos a nos esfregar um no outro e de repente roupas eram incomodas demais e minhas mãos foram para os botões da camisa dele ao mesmo tempo em que ele tirava as alças do meu vestido dos meus ombros. Eu comecei a me movimentar em cima dele com movimentos fortes, sobe e desce, aumentando de ritmo gradativamente. E tudo isso se tornou animal demais em muito pouco tempo. Como em flashs na minha mente as calças do Cullen tinham sumido junto com suas boxers e ele já estava sem camisa e eu podia sentir o peito claro e definido dele sobre minhas mãos, a textura da pele nos meus dedos, eu cravei a ponta dos dedos na carne dele sem cravar as unhas, apenas pra sentir ele no meu tato. Ele estava possuindo meus sentidos. As mãos dele estavam em todo o lugar, tirando meu seio da prisão do sutiã e amassando eroticamente meu mamilo entre os dedos, debaixo da minha saia apertando minha coxa, achando o caminho para o meu clitóris com seu polegar áspero, arrancando gemidos e lamurias da minha boca que não tinham permissão para saírem dali. E quando a boca dele cobriu meu seio chupando e mordiscando levemente eu quase fui a loucura. Nós estávamos alucinados. Não era ele me comendo em cima da mesa, mas o sofá era muito bom pra caralho.

Eu me esfregava nele enquanto tirava ele todo de dentro de mim para depois engoli-lo todo novamente, eu não conseguia manter meus lábios fechados, eles estavam sempre entreabertos, secos pela força com que eu montava Edward Cullen e ao mesmo tempo úmidos junto com a boca dele.

Comecei a subir e a descer em cima dele rápido dessa vez, forte e o baque as minha bunda batendo nas coxas dele quando eu descia era simplesmente uma deliciosa tortura. Tudo isso, sem nossas bocas se alargarem. Eu montei ele fortemente, eu mordi o ombro dele e ele gritou.

Eu quero te fazer gritar.

(Gritar, gritar, gritar, gritar, gritar, vamos lá)

(Gritar, gritar, gritar, gritar, gritar, vamos lá, vamos lá)

Eu quero te fazer gritar.

(Gritar, gritar, gritar, gritar, gritar, vamos lá)

(Gritar, gritar, gritar, gritar, gritar, vamos lá, vamos lá)

Eu quero te fazer gritar.

(Gritar, gritar, gritar, gritar, gritar, vamos lá)

(Gritar, gritar, gritar, gritar, gritar, vamos lá, vamos lá)

Eu quero te fazer gritar.

(Gritar, gritar, gritar, gritar, gritar, vamos lá)

(Me deixe te ver gritar, criança má, vamos lá)

Depois riu um pouco, o corpo dele balançando com a risada e com a cadencia louca de sobe e desce e pele batendo e mão na nuca e mãos nas coxas, lábios se devorando, boceta pulsando e ordenhando o pau dele sem dó. Tudo estava saindo exatamente como eu queria.

Cullen 0 X 10 Swan.

Sorri, e queria gozar só com esse pensamento. Eu iria gozar. Finalmente.

Nós podemos seguir a noite toda.

Fazendo coisas que você pensava que nunca faria.

(e eu não contarei nenhuma mentira).

Eu não contarei a ninguém.

O que fizermos, é apenas para eu e você.

Então venha e jogue o meu jogo.

Eu aumentei o ritmo e comecei a me bater contra ele mais ainda, eu estava arquejando e minha respiração saia falha, eu estava sentindo vir, eu estava...

Mas então as mãos grandes dele vieram para as minhas costas e pararam meus movimentos, ele acalmou meu corpo acima do dele e eu tive que parar ao comando das mãos firmes que me seguraram.

Eu parei por um momento, largando a boca dele e de olhos fechados, o rosto dele se enterrou na curva do meu pescoço e ele respirava tão irregularmente quanto eu. O cheiro natural dos cabelos dele invadiu meu olfato e eu enterrei meus dedos nos fios sedosos dele sem nem pensar. Ele tinha a capacidade de me fazer não pensar.

Tentei controlar minha respiração por um momento enquanto ele me permitia isso e meu precioso controle quase não importava mais para mim, eu estava afim de me doar. Mas então as mãos dele nas minhas costelas começaram a mover meu corpo acima no corpo dele. Subindo e descendo. Ele começou com esse vai e vem do meu próprio corpo lentamente, ele desenterrou o rosto do meu pescoço e olhou diretamente para mim, ainda com aqueles lábios entreabertos que agora estavam úmidos dos meus beijos. Ele olhei para ele e confesso que estava um pouco perdida.

"Calma Isabella, vamos com calma..."- ele me disse muito calma e lentamente, eu mal podia ver os lábios dele se mexerem. - "Assim..."- ele falava enquanto movimentava meu corpo calmamente em cima dele, sobe e desce, entrando e saindo de mim. Ele sorriu. – "Eu gosto disso, de você me cavalgando... se movendo assim... quando eu posso sentir você me apertando cada vez que eu entro em você. Eu queria que você sentir oque eu sinto..."- ele fechou os olhos por um instante. – "... e como isso é maravilhoso, a sensação."- eu aposto que eu posso sentir exatamente isso.

Foi meu pensamento enquanto eu olhava para os olhos dele me encarando, que pareciam tão sinceros ao descrever como ele se sentia, tão puramente intenso e tão grandioso que atingia pontos dentro de mim, dentro do meu peito, pontos que eu nem sabia que existiam.

Foi meu único pensamento enquanto Edward Cullen esta ali, me guiando conforme ele amava meu corpo. Sim, porque isso deixou de ser uma foda alucinada no sofá para se transformar nele amando meu corpo, lenta e intensamente. E então, novamente, ele me beijou.

E eu beijei ele de volta, mas não foi um beijo quente e louco, foi... diferente. Foi calmo e lascivo e eu senti a língua ele dentro da minha boca querendo tocar cada ponto ali, querendo explorar e descobrir, os dedos dele começaram a acariciar languidamente minhas costas e os lábios dele me sugavam com calma.

Só então a ficha caiu. A ficha de que eu estava beijando Edward Cullen. O objeto dos meus desejos e devaneios desde o momento em que eu pisei o pé aqui pela primeira vez, desde o momento em que eu senti o cheiro dele e que os seus olhos me fitaram, mesmo vazios. Isso era incrível. Com essa constatação eu acariciei seus cabelos entre meus dedos e aprofundei calmamente o beijo, nos estávamos nos descobrindo nos lábios um do outro. Era um beijo calmo, ainda assim de tirar o folego, nós nos beijamos até ficarmos sem ar e quando ele largou a minha boca lentamente eu fui a primeira a abrir os olhos, logo em seguida ele estava me fitando com as íris verdes dele, nos olhamos pelo que pareceu um segundo e então ele aproximou novamente o rosto do meu e puxou a ponta do meu lábio inferior com seus dentes, e então sugou-o entre seus próprios lábios antes de solta-lo fazendo meu lábio dar uma leve tremidinha. Ele sorriu para mim.

E eu só queria me derreter em cima dele, mas meu cérebro fértil ascendeu um sinal de perigo para mim e meu lado cadela Swan tinha acabado de voltar.

Fechei meus lábios e ignorei a impressão de baba escorrendo no canto da minha boca, cerrei meus olhos e apertei os cabelos dele nas minhas mãos.

Eu sabia oque ele estava fazendo. Ele estava tentando me dominar. Ele queria minha mente.

Entrando na minha mente aos poucos, querendo amar meu corpo para me confundir, me fazer perder o controle. Infelizmente pra ele, Isabella Swan não perde o controle. Sou dona de mim, ele já devia ter aceitado esse fato.

Talvez eu possa ensinar uma ou duas coisinhas sobre mim que ele não sabe.

Minhas mãos saíram do cabelo dele e foram parar em cima das mãos dele sobre o meu próprio corpo, eu agarrei as duas mãos dele e as tirei de cima de mim para logo em seguida abrir os braços dele e colar cada um de cada lado no encosto do sofá, eu estava prendendo os pulsos do Cullen.

"Não Cullen, eu não quero calmo, eu quero assim..."- eu comandei com voz de ferro pegando novamente um ritmo rápido de sobe e desce nele. Ele me olhou estranhamente e tentou erguer seus braços do sofá, eu prendi o pulso dele mais firme nas minhas mãos. – "Nem mesmo ouse."- eu o avisei e não estava pra brincadeira, eu tinha que fazer isso, caso contrario tudo até aqui não ia servir pra nada, ia ser só mais uma transa pra ele, mais uma que cai aos encantos dos verdes olhos de Edward Cullen.

E isso nunca.

Eu comecei me mover mais rápido, cavalgando ele com força, o barulho das nossas peles suadas se chocando aumentou em dez vezes o tom e eu sentia ele tocar meu útero. Ele começou a gemer quando meu ritmo se tornou lascivo e rápido ao mesmo tempo. Aquela sensação maravilhosa de algum ponto de mim sendo ativado. O quadril dele começou a se movimentar de encontro ao meu quando ele finalmente cedeu a tudo e relaxou. Meus olhos se fecharam de novo e de novo enquanto eu mordi meus lábios e continuei me movimentando, construindo meu clímax, aquela sensação de algo que estar por vir a parte baixa do meu ventre começando a contrair. Eu podia me sentir apertar o Cullen dentro de mim e podia ouvir os gemidos dele aumentando, ele estava tão quanto eu. Eu fechei meus olhos e abri meus lábios para esperar por aquela sensação indescritível e liberdade que vem com o orgasmo.

De repente eu senti os braços dele se moverem sob as minhas mãos e não deu tempo pra pensar ou respirar, em um segundo os braços dele estavam firmemente enlaçando meu corpo, me abraçando novamente a ele, suas mãos apertando possesivamente a minha carne e eu abri meus olhos puxando uma respiração.

Ele me afastou centímetros do seu corpo e me olhou com um olhar que não consigo descrever. Aquele olhar era simplesmente tudo.

Ele respirava forte e continuava a mover os quadris juntos com o meu, suas deslizaram pela minhas costas e ele estava respirando pela boca. Me olhando intensamente.

"Diz pra mim."- ele falou como se me implorasse alguma coisa que eu não sabia oque era. Olhei interrogativamente para ele. – "Diz meu nome."- ele disse simplesmente como que respondendo a minha pergunta muda. – "Não Cullen..."- e eu sabia oque ele queria que eu dissesse.

E eu arfei com o pedido dele e perdi o controle dos meus movimentos. E ele me agarrou forte e começou a estocar meu corpo com igual força. Ele continuou me encarando e eu cogitei dizer não para ele, que eu nunca diria o nome dele, pareceria que eu estava implorando por ele, e mesmo que meu subconsciente aceitasse que isso era uma verdade, que eu implorava por ele a cada movimento, eu não iria admitir isso em voz alta para ele ouvir. Então eu cogitei dizer não, eu cogitei nega-lo, mas então ele disse...

"Bella... diz pra mim, por favor..."- e o sussurro baixo dele, foi como o vento soprando no verão. Ele me chamou de Bella pela primeira vez, não de Isabella ou Swan. E seu tom ao dizer isso estava tão cheio de... alguma coisa, a pronuncia como uma caricia em cada letra. Então eu não podia mais nega-lo.

Eu encostei meus lábios aos dele quase sem toca-los e abri amplamente meus olhos, eu encarei o fundo da alma dele naqueles olhos verdes.

"Edward..."- eu disse num sussurro tão baixo quanto o dele. Eu nunca tinha pronunciado o nome dele em voz alta antes, mas pareceu tão certo nos meus lábios como é certo que eu sempre vou querer pronuncia-lo mais uma vez. Edward.

Edward fechou os olhos e enterrou o rosto no meu peito, sua respiração atingiu minha pele e eu agarrei os cabelos dele com força enquanto ele se enfiava rápido dentro do meu corpo.

Agarrados. Suando. Gemendo. Arfando. Gozando.

Dois corpos explodiram num clímax intenso e arrebatador.

Em algum ponto eu o ouvi rosnado, quase um grito - "Bella..." – e então eu senti aquilo quente e consistente dentro de mim. Eu joguei a cabeça para traz...

Eu quero te fazer gritar.

E ouvir você berrar meu nome.

Eu te darei as regras a seguir.

Para que você possa jogar o meu jogo.

Nos imagine juntos.

Eu te levando à loucura.

Você vai render-se a mim.

Não tenha medo de jogar o meu jogo.

"Edward"- foi a ultima coisa que saiu dos meus lábios antes de eu desabar sobre ele exausta. E então eu sabia que eu também tinha perdido.

Eu vim para ensinar uma lição a alguém e acabei sendo uma aprendiz junto com essa pessoa. Uma frase voltou a minha cabeça nesse momento como um tapa na cara. E o feitiço pode se virar contra o feiticeiro quando ele menos espera.

Eu fechei os olhos e encostei minha testa no ombro de Edward. Eu não tinha coragem de encara-lo. Não depois disso. Depois de dessa loucura, depois de um plano de vingança feminina estupida, que só serviu para me tornar uma prisioneira. As mãos dele continuavam nas minhas costas e eu sentia os cílios dele piscando contra o meu pescoço, nossas respirações se acalmando.

Eu apoiei meu queixo no ombro dele abrindo os olhos e fitando as nuances de tinta na parede, numa obra replicada sob medida de uma pintura de Pablo Picasso. Oque foi eu fiz? Eu estava perdida. Perdida.

Eu suspirei auto, meu corpo mole do orgasmo maravilhoso que Edward acabou de me dar. Edward. Edward. Eu não sabia mais se ia conseguir chamar ele de Cullen novamente.

Mas eu ainda podia sair por cima. Ainda. Mesmo que por dentro eu soubesse. Eu nunca mais ficaria por cima quando se tratasse de Edward. E eu não queria dizer fisicamente.

Mas por enquanto e ainda, eu poderia sair por cima.

Engoli em seco com o pensamento do que eu estava prestes a fazer. Deus me ajude pra que eu não gagueje ou engasgue. Eu me sentia sufocada de repente.

Respirei fundo e tomei coragem. Se eu aprendi a minha lição aqui estava na hora do Edw... Cullen aprender a dele também.

Eu me tornei rígida de repente e tirei minhas mãos de cima dele e me levantei de um único movimento, tirando ele de dentro do meu corpo e eu pude ouvir a lamuria dele com a perda de contato encobrindo meu próprio gemido. Eu me coloquei de pé rápido demais porque eu temia que se o meu corpo se roçasse mais um pouco no dele eu acabaria me perdendo agora e pra sempre.

Eu me forcei a ficar firmemente de pé ante a moleza que acometeu minhas pernas e comecei a ajeitar a minha roupa rapidamente. Arrumei meu sutiã e levantei as alças do meu vestido para os meus ombros novamente. Alisei o tecido de superficialmente, recoloquei minha calcinha destruída por meus sucos de volta no lugar e levantei o rosto para encara-lo depois de tudo que tínhamos feito.

Coragem Isabella.

Eu sorri cadela para ele. O máximo que eu consegui e encostei meu indicador no meu queixo.

"Bem... já tive melhores."- eu falei como se pensasse alto e me parabenizei por não gaguejar. – "Mas sabe que você não esta de todo mal Cullen."- eu forcei meu sorriso a ser sincero quando eu falei o sobrenome dele e isso teve um gosto amargo em minha boca. – "Isso foi legal. Até mais então."

E eu dei as costas para ele e me agachei para pegar meus sapatos sem olhar para ele, calcei meus saltos e me encaminhei para a porta ainda sem olhar para ele, eu estava para tocar na maçaneta mas parei quando ouvi um murmúrio na sala.

"Isso foi legal..?"- eu ouvi a voz rouca dele esbravejar.- "Mas é muito cadela!"- ele rosnou em seguida.

E era agora. Game Over para você Edward. Apesar de você ter ganhado esse jogo, mesmo sem saber.

Eu fechei os olhos por um milésimo de segundo antes de pintar um sorriso timidamente sacana no meu rosto e me virei para ele.

"Como estamos rudes hoje não é mesmo?"- eu disse num tom de revanche. Game Over. – "Tsc tsc, garoto rude, você não pode me dominar."- e dizendo isso eu mandei um beijinho no ar dele e sai da sala batendo a porta atrás de mim. Deixando um Edward muito bravo e atordoado, nu e sentado estaticamente num sofá preto de couro na sua sala numa noite de segunda-feira.

Eu me apoiei contra a porta fechada e coloquei uma mão sobre a testa, fechando os olhos e soltando a respiração que eu nem sabia que estava prendendo.

Game Over para ele... e para você também. Minha mente avisou.

Eu movi a mão sobre a minha testa como se o simples gesto clareasse meus pensamentos.

"Porra... eu estou apaixonada por ele."

Eu quero te fazer gritar.

Eu te darei as regras a seguir.

(Deixe-me te ver gritar).

Nos imagine juntos.

Eu te levando à loucura.

(Mas não antes de você me levar a loucura também.)

Game Over Isabella.

Edward 0 X 0 Isabella.

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Tradução da musica: Holler – Spice Girls.

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N/A: Hellooo again! Eu estou de volta!

É isso ai. Eu agradeço novamente a todos. Os comentários, os apoios, vocês já sabem.

Mais um pequena-grande fic pronta e eu não posso dizer que não almejo escrever uma grande-grande fic (risos...), mas eu não tenho disposição para tal, as pequenas fics saem nos meus tempos livres e com alguns dos meus surtos inspirados.

Eu sei que muitos de vocês gostariam que eu escrevesse alguma coisa grande em algum dia desse, mas volto a dizer que não prometo nada. Porem posso dizer que talvez, quem sabe...

Até lá, fiquem com minhas pequenas sandices.

Para os leitores fantasmas eu só tenho a dizer: apareçam, eu normalmente não mordo... a menos que você peça e que tenha um gosto bom ;)

Eu realmente adoro todos vocês. Beijos, Sté. =)