Disclaimer: Inuyasha pertence a Takahashi Rumiko.

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She's a Lady

"Well, she's never in the way
Always something nice to say, oh what a blessing
I can leave her on her own
Knowing she's okay alone, and there's no messing…"

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Ele falava ao telefone numa conversa muito compenetrada quando entrei.

Tinha longos cabelos prateados, que na semi-escuridão do carro pareciam bem mais sedosos que os meus – se eu não estivesse tão deslumbrada com a beleza dele, poderia sentir até vergonha. O rosto era de traços muito bonitos, extremamente harmoniosos. O nariz, a boca, tudo parecia ter sido cuidadosamente elaborado. Mas o que mais me impressionou foi, sem sombra de dúvida, os olhos daquele homem. Porque quando ele finalmente me viu, eu pude então observar o quão bonito eram os olhos dourados dele. Não eram cor-de-mel, eram exatamente dourados e tornavam aquele desconhecido ainda mais singular.

Não sei quando tempo ao certo eu fiquei olhando-o sem dizer nada. Eu estava… em transe.

Ele foi quem resolveu falar.

- Sim, eu já decidi o que fazer a respeito desse caso, mas antes preciso resolver um pequeno problema. – Ele fez uma pequena pausa, me olhando, e então voltou a falar. Notei que era um homem extremamente frio, não havia emoção em sua voz e nem em seu belo rosto, mesmo comigo, uma estranha, sentada ao seu lado – É que há uma fazendeira em meu carro. Ligo daqui a pouco. – E então desligou o telefone.

Eu imediatamente saí do transe enquanto ele me encarava friamente.

- Você- Ele começou a falar, mas eu o interrompi.

- Do que você me chamou? – Falei, chocada pela grosseria.

- De fazendeira.

- Posso saber por quê?

Ele continuou tão frio quanto antes e então disse, calmamente:

- Você está usando um macacão ridículo que só me recordo de ver em filmes cujos personagens são fazendeiros ou trabalham na fazenda.

Pisquei, atônita, encarando aquele maldito homem bonito e grosseiro com uma raiva que eu nem sabia que podia sentir. Por que as pessoas tinham essa mania tão estúpida de julgar os outros pela roupa sem nem conhecê-las? Me encarei para averiguar se eu estava parecendo mesmo uma fazendeira e não pude deixar de ficar vermelha: eu estava com um macacão velho e surrado que havia sido de minha mãe um dia, e ele ficava extremamente folgado em mim. A blusa vermelha de mangas compridas, juntamente com meu all stars surrados não ajudavam. Corei, sem saber o que dizer, mas acabei chegando a conclusão que mesmo assim isso não dava direito dele me chamar de fazendeira!

- Mais respeito, ok? Você nem me conhece! Não lhe dei o direito de me chamar assim – Falei entredentes, irritada.

- Realmente eu não a conheço. – Ele falou no mesmo tom frio que parecia ser o habitual dele, e olhou para outro ponto qualquer, enquanto afrouxava a gravata. Estava usando camisa social, devia ser um desses metidos que trabalham em escritórios e se acham os donos do mundo… – E também não lhe dei o direito de entrar no meu carro. Estamos quites.

Fiquei ainda mais vermelha, mas de raiva.

- Seu cubo de gelo idiota e grosseiro! – Eu exclamei, e abri a porta do carro. Ele nem mesmo se mexeu, apenas voltou os olhos para mim friamente. – Eu ia pedir desculpas a você, mas sabe? Não vale a pena, você não merece minhas desculpas! Tomara que da próxima vez entre um maníaco no seu carro e acerte um murro nessa sua cara de lua!

Bati a porta do carro com força e com passos duros comecei a ir na direção oposta à dele, que nada disse para se defender. Quando eu estava andando, porém, fui interrompida.

- Ei, fazendeira… – A voz grave do sujeito ecoou pelo estacionamento vazio. Parei, ainda de costas, respirando fundo. – Geralmente nos alarmes há um botão de localização do carro, para auxiliar em situações como essas. Se sua carroça ou trator tiver alarme, irá acender os faróis e emitir um som suficientemente alto que tornará sua busca mais fácil. – Ele disse, me explicando como se de fato eu fosse uma caipira na cidade grande.

Contei de um a dez mentalmente, pedindo a Deus forças para não arranjar um pé de cabra e quebrar a cara e o carro daquele idiota. Não o mate, Rin, não o mate, não o mate…

Repetindo essa frase, eu ignorei-o de bom grado quando ele passou num BWM preto sem sequer olhar para minha cara, falando novamente ao telefone.

Decidida a achar meu carro, olhei em volta atentamente, e experimentei apertar um botão que nunca tinha usado do meu alarme.

Os faróis do meu carro acenderam e ele emitiu o tal som. Me flagrei pensando que essa situação toda tinha sido toda por minha culpa. Em que mundo um Soul ia se parecer com um BWM?

- Maldito mal-educado bonito – Praguejei, enquanto me dirigia em direção ao Soul preto.

Eu precisava de chocolate mais do que nunca.

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Quando cheguei em casa não estava nem interessada em escrever ou em me livrar daquela roupa estúpida; simplesmente arranquei os sapatos e me joguei no sofá. Estava passando Tom e Jerry, e não havia nada do mundo que fosse melhor do que ver meu desenho favorito comendo chocolate.

E foi isso que fiz. Passei quase a noite inteira me acabando em chocolate e desenhos animados, e quando a madrugada rolava solta, em algum momento eu dormi ali no sofá mesmo.

Acordei com minha campainha tocando loucamente. O susto foi tão grande que acabei caindo do sofá, com várias embalagens vazias de chocolate ao meu redor.

Pisquei, coçando os olhos, e cocei a cabeça, meio grogue. Com algum dificuldade levantei, tropeçando nos meus pés, e em vista que a campainha continuou tocando loucamente, fui atender a porta.

Quando a abri, encontrei uma Kagome Higurashi sorridente que, quando me viu, arregalou os olhos.

- Rin-chan! Que roupa horrível é essa!

Mostrei o dedo do meio para minha melhor amiga sem nenhum constrangimento. Kagome piscou, sem entender.

- Você acabou de acordar, hein. – Disse, enquanto eu dava as costas.

- Sim, estou com um humor de cão. – Resmunguei, sem esconder.

- Eu quis dizer pelo cabelo. Já se olhou no espelho?

Girei os olhos.

- Será algum dia os seres humanos me deixarão em paz? – Lancei as mãos para o alto – Qual é!

Kagome riu, habituada as minhas explosões.

- Vá tomar um banho, nós vamos almoçar e… - Ela diminuiu o tom de voz – Eu vou providenciar algo decente para você vestir.

Nada respondi. Girei os olhos e mirei o relógio que ficava na parede.

- Eu dormi até as 14h00 da tarde? Meu Deus. – Falei, distraída, e fui tomar banho, que por sinal me fez muito bem.

Quando saí do chuveiro, que entrei no meu quarto, porém, me senti uma criança de 4 anos. Em cima da minha cama havia peças de roupas que Kagome havia separado para eu usar, ambas peças que ela havia me dado de presente e que eu nunca tinha usado.

Suspirei, e sem muita alternativa, vesti o jeans que eu achava muito justo e a bata florida que eu não tinha nada contra, havia só me esquecido da existência dela dentro de uma das minhas gavetas.

Quando me olhei no espelho, torci o nariz. Não pela roupa, mas pelo cabelo. Estava na cintura, mas estava tão opaco e sem vida… Sem falar nas pontas quebradas e no embaraço.

- Temos que prendê-lo – Kagome falou, entrando no quarto de sopetão.

- Gah! – Me virei repentinamente, de olhos arregalados – Que mania de me assustar, Kagome!

Ela não deu importância ao meu protesto.

- Senta aí. Vamos dar um jeito nisso, Rin-chan!

Sentei-me diante do espelho e não gostei muito do que vi, a começar pela minha palidez. Por que é que eu tinha que ser tão… branca?

- Conheço essa cara – Kagome falou, distraída, pegando um pente para começar a luta em minha cabeça – Você é bonita.

- Não sou de jeito nenhum, K-chan.

- Olhe para você – Ela sussurrou, e começou a passar o pente no meu cabelo.

Fiz o que ela mandou. Eu tinha os olhos castanho-chocolate. Era enormes olhos, aliás. Minha pele era clara demais, mas para dar contraste, meu cabelo era bem preto. Eu era baixa, tinha o rosto razoável… nada demais.

Fiquei quieta, não quis falar nada a Kagome sobre eu não me achar lá grande coisa. Preferi ficar observando o talento nato dela com meu cabelo. Ela conseguiu pentear e prender a franja para trás e no restante do cabelo fez uma trança que ficou sobre meu ombro.

Quando terminou, eu nem parecia a mesma. Estava mais parecida com… um ser humano.

- Vamos almoçar! – Kagome cantarolou.

E nós fomos.

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- Rin-chan, você tem que mastigar devagar, engolir, e só então comer de novo!

Girei os olhos. De boca cheia, eu mastigava sem ligar para o discurso dela.

- Ah, K-chan… - Falei com dificuldade, exibindo a comida que estava sendo triturada pelos meus dentes – Não enche. Tô com fome.

Kagome me olhou séria. Ela fazia essa expressão quando estava brava.

- Não vai me responder? – Perguntei, ainda mastigando o pedaço de bife à Milanesa que eu tanto gostava.

- Não, o pedaço de vaca mal mastigada na sua boca me impede de responder qualquer coisa.

Fiz uma caretinha diante da resposta.

- Pare de falar de boca cheia e coma direito, Rin-chan. Isso é muito feio – Ela resmungou, e ao contrário de mim, com toda delicadeza do mundo levou um pedaço de bife à boca e o mastigou devagar. Depois o engoliu e sorriu, me olhando. – Viu?

Franzi o cenho. Que frescura.

- Tudo isso é só pro maldito encontro?

Kagome suspirou, tomando um pouco de vinho.

- Não, Rin-chan… - Ela passou a mão pelo cabelo sedoso, distraída. – Vou te confessar: é pra te ajudar e se tornar… alguém melhor. Você é tão bonita, mas te faltam algumas coisas básicas, como isso por exemplo.

- Não tem nada de errado comigo – Falei, irritada.

- Não é que haja algo de errado. Mas você perdeu seus pais cedo, cresceu com seus tios que tinham sei lá quantos filhos… eles não puderam te dar a educação correta.

- Eu não sou mal educada – E de repente eu estava corada – Ou… sou?

Kagome sorriu.

- Você não é mal educada, Rin-chan. É só uma jóia que precisa ser lapidada.

Não respondi nada, reflexiva. Havia razão no que Kagome estava dizendo. Não sobre a metáfora da jóia, mas sobre eu me tornar alguém melhor. Eu sempre fui tão… desleixada com… tudo. Com minha educação, com minha aparência… eu me incomodava, mas depois me acostumei. Mas não tinha formado um bom costume, pelo visto. A única coisa que eu me esforcei para ser boa foi em escrever.

Suspirei.

- Tá bem, eu topo.

Minha melhor amiga abriu um sorriso tão grande que me perguntei se eu tinha mesmo feito o certo.

- Sério?

- Sério, K-chan.

Kagome sorriu largamente, exibindo a dentição perfeita.

- Você vai virar uma dama, Rin-chan.

Girei os olhos, descrente.

- Não viaja, K-chan, não viaja.

Ela sorriu enigmaticamente.

- Você vai ver.

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Eu não sei onde estava com a cabeça quando concordei com isso, sério. Porque depois que eu, de boa vontade, cedi aos surtos de Kagome e deixei que ela me ensinasse algumas coisas para eu me sentir mais normal, percebi que cometi um erro terrível, horas depois.

- Rin-chan, pare de pensar em besteiras e fique concentrada!

Soltei um suspiro pesado. Por que, meu Deus, por que comigo?

- Tá bom, K-chan – Falei, sem ânimo.

Kagome riu da minha cara.

- Andar de salto não é nenhum sacrifício, Rin-chan.

- Ah sim, além de seu pé ficar cheio de bolhas depois e sua postura ficar incorreta, não há nada de errado.

Kagome jogou os cabelos negros para trás, sem me dar importância.

- Pare de ser tão rabugenta. Você não vai usar para sempre, só de vez em quando. Salto alto é muito elegante.

- All stars são muito melhores.

Kagome girou os olhos e então voltou a cismar comigo.

- Ande, vamos. E não deixe o livro cair!

E isso foi só o começo. Depois que me livrei daquelas coisas diabólicas, Kagome me levou ao salão de beleza.

Foi ali a pior parte do dia.

- MEU DEUS! - O cabeleireiro, um sujeito cujas unhas estavam pintadas com um esmalte rosa-choque berrou, quando me sentei na cadeira dele e a trança foi desfeita – Esta garota assassinou o próprio cabelo!

- Eu sei, o cabelo dela está péssimo… mas há salvação, Jakotsu-kun? – Kagome perguntou, com um suspiro.

- Bem – Ele alisou o queixo, avaliando meus cabelos – Acho que sim. Mas olha, um estrago desses é acumulado durantes anos!

- Rin-chan é meio anti-social. Não gosta de sair, logo o Salão de Belezas é um lugar novo pra ela.

- Hum, é alguma coisa ela estar aqui, então… Querida, essa roupa foi você quem deu a ela, né?

- Sim!

- Logo notei, você tem bom gosto! – Ele deu um tapinha no braço de Kagome acompanhado uma risadinha ridícula.

- Obrigado, Jako-kun! – E Kagome respondeu com um sorriso incrivelmente grande para um rosto tão pequeno.

- Ai menina, não me chame por esse apelido ridículo, cruz-credo! Vamos nos concentrar na sua amiguinha nada vaidosa! Você já começou o tratamento de choque? Ela precisa!

- Hoje mesmo!

-Hey! – Eu berrei, irritada, e atraí a atenção dos dois – Eu estou aqui, hello? Parem de falar como se eu não existisse! – E fechei a cara.

- Oh, querida, sorry – Ele colocou ambas as mãos sobre meus ombros – Vamos começar logo com isso. Inicialmente – Ele então passou a mão pelos meus cabelos e segurou as pontas – Vamos ter que cortá-lo.

- O QUÊ? – Eu arregalei os olhos. Eu não cuidava do meu cabelo, mas era apegada a ele.

- Calma querida! É porque estão muito quebradas, entende? – Ele sorriu, e então fixou os olhos pintados por uma sombra roxa muito forte no meu rosto. – Você tem grandes e bonitos olhos, veja só! – Ele estava impressionado.

Depois disso ele falou mais uma porção de coisas, mas não prestei atenção. Eu estava me olhando no espelho e… até que eu não era assim tão… horrível.

- Vamos começar! – Ele disse, e bateu palmas.

E então iniciou-se a transformação. Eu não tinha idéia do que tinha me metido… até aquele momento.

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O tratamento de choque durou a tarde inteira, com intervalos de saída de Kagome e surtos do meu mais novo cabeleireiro. Mas quando tudo acabou, eu me senti muito aliviada. Digo, nunca senti tanta dor em minha vida. Unhas, sobrancelhas, cutículas, escova… Foi uma tortura. Eu simplesmente tentava não me mexer demais para que não doesse mais nada.

- Acabou! – Jakotsu parecia emocionado, enquanto me encarava, os olhos brilhantes. Senti medo. – Ah meu Deus, foi a melhor coisa que já fiz!

Eu preferi ignorar a parte "coisa" em que ele supostamente se referia a mim, porque eu estava preocupada com o resultado. Era um gay que usava sombra rosa e unhas rosa-choque… Eu tinha motivos para estar cautelosa.

- Vá buscar o espelho, K-chan, vá, vá!

Kagome assentiu e, numa velocidade impressionante, foi buscar o tal espelho.

- Agora vamos ter um papo de amigas, Rin-chan… - Jakotsu se abaixou, e ficou quase do meu tamanho. Segurou minhas mãos, e então sorriu – Prometa-me que você vai se cuidar, vai sempre vir aqui e que não vai mais parecer a irmã mais nova do monstro do lago Ness.

Minha língua estalou, e senti uma vontade louca de responder com acidez, mas… Suspirei. Apesar de surtado, Jakotsu parecia uma boa pessoa, e eu esperava estar mais aceitável do que quando entrei aqui. No fundo eu sabia que o resultado deveria estar bom.

- Tudo bem. Mas se citar de novo que sou irmã do monstro do lago Ness, eu sumo daqui.

Jakotsu sorriu, animado e empolgado.

- Tá bom querida, fica sendo nosso segredinho!

Eu ri fracamente de Jakotsu e me silenciei ao ver Kagome voltar com um grande espelho.

- Está pronta? – Ela me perguntou, com o espelho virado para o próprio corpo.

Respirei fundo.

- Estou!

Kagome mordeu o lábio, empolgada, e virou o espelho para mim.

Arfei, minha boca se entreabrindo. Quem era aquela? Quem era aquela garota no espelho, Deus?

Era eu!

- M-mas… - Eu estava em choque – C-como assim, eu… eu…

- Está linda – Kagome sorriu ternamente, e então soltou a bomba da qual eu tinha me esquecido durante a tarde. – E pronta para o encontro de amanhã.

Não consegui formular mais nada para dizer, a não ser um "ai" que escapou de meus lábios pintados de gloss.

Eu to muito ferrada.

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N/A: Hey pessoal! Como vocês estão? É semana de Nataaaaaaal, hohohoho! Adoro Natal. 8D Tá, mas isso não vem ao caso. Eu vim comunicar a vocês que a história vai ter esse capítulo e mais alguns, eu não sei ao certo quantos. Meu plano original era só uma one shot, mas percebi que vou ter que usar uns capítulos a mais pro desenrolar da trama. Muuuuuuito obrigado a

Rapha-chan Bafon! xDDDD Acho que o motorista é quem você estava imaginando… hihi. Muito obrigado pelos elogios! Vou continuar sim, pode deixar. =P Um beijão pra você!

Mitzreal Girl Você num tava no MSN na hora, que culpa eu tenho? Você mi abandonou no MSN, como eu ia te contarrrr? SIM, a parte mais romântica é que ele não ia seqüestrar nem fazer mal a ela xDDD Bem onee-sama, MUITO obrigado pelo comentário, você não sabe o quanto é importante pra mim sua opinião, sua nee desnaturada. u_ú E graças a Deus, que bom que eu não perdi a mão e ela está no meu braço e… ahauhauahuahu =P Beeeijos nee-sama, é pra continuar comentando, hein? \o/

Relena-chan Oi! Que bom que você gostou do primeiro capítulo! Tomara que goste do segundo também. Logo logo a Rin descobre que é uma Lady sim, não se preocupe…=P Beijão!

Hiwatary Satiko Oiii! é verdade, fazia um tempinho que eu não postava… mas estou de volta a ativa. Que bom que você se identifica com a Rin-chan! Eu também. u.u ahuahauha Bom, agora todo mundo sabe quem é. =P Eu tentarei não demorar pra postar nenhum dos capítulos, okay? Fico feliz que goste das minhas histórias. =) Beijo!

Juliana Agora você já sabeeeee… hihi. Tá aqui o capítulo! Beijão.

Isis Silvermoon Ebaaaaaa, leitora nova, aee! Seja bem vinda no pedaço, bro! :D Haha, alguém fez a ligaçããão! 8D Siiiem, "She's a Lady" é mesmo da trilha de Miss Simpatia! Ahauhaahua Na verdade grande parte da inspiração da história vem do filme, que é simplesmente o meu favorito. Tá aqui o capítulo e espero que você tenha matado sua curiosidade! Vou postar o próximo logo logo. \o Beijão no seu coração também!

HimeRin Hey onee-samaaaaa! Obrigado por comentarr! Eu prefiro escrever histórias do cotidiano, pra falar a verdade. xDDD Acho mais divertido. Ah, que bom que você se identificou com a Rin, mas tomara que você consiga pentear o cabelo, né. O_o ahuahauhaa Okaaay, nee-sama, assim que puder eu posto, mas mantenha esse chicote longe de mim! 8D''' Nos vemos lá! Beijo nee!

Letcia Bem, que bom que esses componentes que você citou te agradam. =DD É, eu quis fazer um Rin meio anti social mesmo. xDD Acho legal trabalhar com personagens assim, me divirto com eles. Quanto à fic ser longa… bem, não sei se vai ter muuuitos capítulos, mas com certeza não vai ser mais uma one shot e tals. =D Beijo!

Muito obrigado mesmo a todas vocês! Beijos melecados de açúcar em todasss! \o/

Até a próxima,

Mylle Evans