Observação: Inu Yasha não me pertence, muito menos as personagens de Sesshoumaru e Rin, eles pertencem a Takahashi Rumiko. Mas o que é que custa imaginar.
Essa historia não foi feita em busca de fins lucrativos e sim para divertimento de uma fã maluca, no caso eu.
Nota da autora:
"..." pensamento das personagens.
-...- fala das personagens
- AAAAAAAAA- personagem berrando
(caso seja necessário eu interrompendo)
O passado e o presente
2º capitulo – O noivado recusado.
----------------------------------No capitulo anterior---------------------------------------
Ela ouvira direito? Sesshoumaru fizera uma pergunta? E com relação a ela? Tudo bem que ele já fizera perguntas antes, pois como ele mesmo já havia dito, "não sei de tudo". Mas daí perguntar algo sobre ela...?
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Sesshoumaru percebeu a luta interna de Rin. "Os pensamentos dela estão confusos, seu coração está acelerado e a respiração tornou-se ofegante, mas que cheiro é esse que sinto, não é medo, não é receio, o que... não pode ser tensão? Mas por quê?" Ele sorriu internamente, sabia que a resposta não seria tão obvia quanto ele imaginava e era isso que gostava em tê-la por perto. Deveria sempre esperar o inesperado.
- É por um motivo obvio. – Ela o tirou de suas divagações com firmeza na voz feminina. – Eu quero sempre estar ao seu lado Sesshoumaru-sama. Até quando eu puder.
- Mas negando todos os pedidos de casamento vai acabar sem nenhum descendente de seu sangue. – Sesshoumaru falou frio voltando a sua posição inicial, como se o que dissera tivesse relação com o tempo. "Vamos ver como você vai se sair agora. Todos querem ter descendente seus, você não será diferente." Desafiou-a em pensamentos.
- Não os quero. – disse Rin firme encarando o inu-youkai sentado imponente a sua frente. – Se por causa deles for tirada a minha liberdade de seguir-te, realmente não desejo-os. – "Se ele me perguntar, ou afirmar qualquer coisa a mais desse gênero, vou acabar falando tudo o que sinto... Se acalme Rin, você deve manter-se neutra, se fizer isso vai perdê-lo de qualquer maneira." Repreendeu-se em pensamentos acalmando os sentidos que estavam a aflorar na pele.
- Você é muito tola Rin. – Falou ele seco e frio como sempre. "O que será que ela acha que isso significa? Isso já esta me consumindo. Ela é uma humana não poderia esperar outra coisa. Os sentimentos dela são indecifráveis. Ela às vezes me trata como um... pai. Não quero ser o seu pai Rin." Se atormentava Sesshoumaru com seus novos pensamentos.
- É só isso que tem a me dizer senhor Sesshoumaru? – perguntou Rin, novamente tirando-o dos pensamentos, mas dessa vez sem emoção. "Vamos, deixe de me torturar. Trata-me como uma... filha... não quero ser sua filha. Sou uma mulher você querendo ou não e só você não percebe." Pensou, porém logo os olhos se tornaram frios e as expressões gélidas como a neve das montanhas.
- Só mais uma coisa... – Começou ele interrondendo dessa vez as divagações dela e encarando-a. – Kagura chegará amanha. Faça uma recepção no café da manha. – Terminou seco voltando a posição inicial demonstrando um claro sinal para a saída dela.
Rin virou-se de costas ao fazer uma pequena reverencia e saiu com leveza caminhando de volta ao campo de flores. Quis voltar a posição de recolher as flores, mas desistiu dentando-se no meio do campo e olhando o céu acima, que a essa hora já estava pontilhado com estrelas e com uma lua nova nascendo. Não pode evitar as lagrimas de rolarem no seu rosto agora que estava longe dele.
"O que ele ta pensando... Não sou criada do castelo. Por logo a Kagura? Agora é sempre assim, todo fim de mês ela vem ao castelo passar três dias... três longos dias... três dias que se tornam o inferno em terra pra mim... três dias que o senhor Sesshoumaru me manda pra casa da Bah. Não que lá seja ruim... não adoro a Bah ela me trata muito bem e sempre me agrada de todas as maneiras. O problema é que não posso vir ao castelo nesses dias, nunca sei o que acontece por aqui e ninguém me conta nada porque o Sesshoumaru-sama dá ordens para que eu não saiba. A alguns anos apenas imagino o que acontece, pelo que um dia a Bah me falou sobre casamentos. Não sei por que o senhor Sesshoumaru ainda não se casou... mas também não quero que a Kagura seja a escolhida..."
"Ela não demonstrou a raiva que sentiu no ultimo mês. Essa raiva vem diminuindo. Dessa vez não senti cheiro algum de sentimento nela. Será que se acostumou finalmente? Ela não gosta da Kagura e eu sei mais até hoje não encontrei nenhuma pretendente e a Kagura é persistente, ela vem passar três dias aqui, mando Rin para a casa da Bah. Bah foi a dama de companhia que providenciei para ela quando fez 16 anos e foi pedida em casamento pela primeira vez. Me lembro como se isso tivesse ocorrido hoje, aquele humano... Kohaku pediu-a em casamento. Foi nesse mesmo mês que notei meus sentimentos se debatendo e haviam mudado, pedi para que a explicasse-a tudo sobre machos e fêmeas das duas espécies. Foi a primeira vez que ela negou um casamento, depois desse vieram um fila e ela negou a todos. Fiquei feliz com cada recusa dela, é claro não demonstrei. Nunca demonstro meus sentimentos. Mas a Kagura ira chegar amanhã. Vou me decidir logo, se não vou enlouquecer. Kagura vem me corteja passa três dias no meu quarto e nunca a toco. Uma vez a beijei, pois ela me lançou um alucinógeno e eu vi a Rin... Sim, vi a Rin... logo que acabou o beijo por falta de ar, consegui enxergar a realidade e sai do quarto descontrolado interiormente de raiva, apesar de minha aparência ser tranqüila. Ordeno a todos que ficam no castelo nesses dias que não contem a Rin o que se passa aqui, sei que ela é muito curiosa, mas eu ainda sou o lorde desse castelo."
- Hunf! – Sussurrou com desagrado. – Será amanha.
O dia seguinte amanheceu nublado e com ventos gélidos. O inverno estava chegando, porém ainda chocava-se com o outono. Rin já acordara e fazia o que lhes fora ordenado por seu senhor e analisava o quanto o tempo estava se igualando ao seu interior. Já estava quase na metade então deparou-se com o empecilho que temia. O general Mellion, um dos generais de guerra de Sesshoumaru, adentrou a sala onde estavam os preparativos para o café da manha de Kagura, que estavam sendo providenciados por Rin. Ele rompeu o espaço com fúria ate Rin.
- Por que me negou o pedido de casamento? – Falou segurando o braço esquerdo de Rin com força.
- Você esta me machucando. – Falou com tranqüilidade e frieza Rin. – Solte-me, por favor.
- Garota humana, eu te largo se quiser... – Retrucou segurando o outro braço dela. – e você não pode me negar. Você se casará comigo.
- Você não pode me forçar. – Falou expressando dor, mas sem se alterar. – Me solte, eu repito você esta a me machucar!
- Seus poderes não funcionam contra mim. – Resmungou Mellion apertando ainda mais os braços dela. – Eu sou Mellion, O GENERAL DE GUERRA DO LORDE DAS TERRAS DO OESTE! – Ele gritou precionando-a contra a parede forçando um beijo nos lábios vermelhos e canudos de Rin.
Rin descarregou suas energias em Mellion desesperada para se libertar dos braços e corpo dele que estavam a prendendo a parede do aposento. Os empregados não tinham forças para enfrentá-lo, se Rin que possuía um grande poder espiritual não conseguia libertar-se então eles não poderiam fazer nada com esse general. De repente um dos empregados teve a brilhante idéia de correr em busca do lorde Sesshoumaru, em questão de segundos estava de volta acompanhado de seu senhor. Sesshoumaru avançou em Mellion, jogando-o ao outro lado do aposento, derrubando alguns vasos e quadros. Rin ajoelhou-se no chão recostada a parede sem forças para se segurar em pé, de seu rosto brotavam lagrimas silenciosas manchando o quimono de tão grossas e constantes. Mellion levantou-se logo e avançou em Sesshoumaru pelas costas, fazendo-o recuar alguns passos na direção oposta a Rin. Travaram uma luta ali mesmo derrubando tudo em volta, a mesa foi partida por uma das katanas dos oponentes tudo que estava impecavelmente organizado fora destruído em questão de segundos e ao depararem-se frente a frente, não tinham mais outra solução a não ser lutarem ate suas honrar serem ressaltadas, foi nesse momento que Sesshoumaru aplicou o golpe de misericórdia. Rin não havia emitido um único som nesse espaço de tempo, não se mexerá nem um centímetro de onde estava sempre com Bah ao seu lado tentando reanimá-la. Quando tudo se findou, Sesshoumaru ergueu Rin do chão aconchegando-a em seus braços.
- Vocês limpem essa bagunça! – Ordenou aos servos que estavam observando o corpo inerte do ex-general de guerra Mellion. – Bah, você venha comigo. – Sua voz continuava como sempre fria, seca e arrogante. – Jacken, só vá me chamar quando a Kagura chegar.
Sesshoumaru saiu de lá sem ouvir qualquer resposta e dirigiu-se rapidamente aos aposentos de Rin com Bah o seguindo. Ao chegarem ao quarto, ele coloca Rin sentada em uma cadeira, a cadeira que ficava na penteadeira.
- Rin! Rin... – Chamou-a com a voz tranqüila de sempre. Ela não respondia nem demonstrava qualquer sinal de consciência. – Bah, pegue uma bacia com água e um lenço! – Ordenou sem tirar os olhos do rosto de Rin.
Bah obedeceu sem demoras, indo até o outro lado do quarto pegando uma pequena bacia dourada com água e um lenço em uma das gavetas da cômoda onde repousava a bacia.
- Aqui senhor Sesshoumaru. – Soou a voz rouca e emotiva de Bah. – Deseja que eu faça o atendimento imediato?
- Não, agora vá buscar alguns remédios para colocar nos ferimentos de Rin. – Falou tranquilamente Sesshoumaru ainda olhando fixamente para o rosto de Rin.
- Sim, meu lorde. – Respondeu Bah se retirando com uma leve reverencia.
"Ela está com medo, sinto cheiro do medo que emana dela. Nunca havia sentido cheiro de medo tão forte vindo dela. Esta parada nesta posição desde que a coloquei, não se mexeu pra nada, nem um sinal de consciência... Pelo menos as lagrimas pararam de escorrer de seus olhos, mas ainda tem o rosto manchado das lagrimas que escorreram a pouco. Limpando este rosto que tanto... venero, não... o rosto que... amo, sinto agora uma paz em tê-la salva e por perto de mim. Estou tão próximo dela... sinto sua respiração vacilante..."
"O que esta acontecendo? Não consigo me lembrar, acho que estou sonhando. É isso, devo ter desmaiado. Sinto algo frio tocando meu rosto, uma mão quente percorrendo minha bocheche direita e... sinto algo úmido, porém quente repousando em meus lábios... e o perfume de meu eterno lorde..."
Rin abiu ligeiramente os olhos depois fechou-os bem apertados retribuindo o beijo que estava se formando. O beijo foi acabando aos poucos por falta de ar de ambas as partes. Sesshoumaru segurava a cintura de Rin, tinha a levantado do acento e segurava-a com força e delicadeza. Rin, por sua vez, colocou os braços em volta do pescoço de Sesshoumaru para se apoiar melhor sentindo-se confortada contra o corpo dele. Ele abriu os olhos a figura feminina a sua frente que permanecia com os olhos fechados e um pequeno sorriso nos lábios.
- Abra os olhos Rin. – Falou em um tom que Rin jurava ser um pedido.
- Não! – Respondeu baixinho, qualquer outro não teria ouvido, mas Sesshoumaru ouviu perfeitamente.
- Por que? – Perguntou com um meio sorriso.
- Não quero acordar. É o sonho mais perfeito que já tive.
- Você não esta dormindo, muito menos sonhando. Abra os olhos. – Insistiu Sesshoumaru ainda com o meio sorriso.
Rin recostou a cabeça entre o ombro e o pescoço dele, colocou as mãos no tórax dele. E sentiu o cheiro que tanto a imprecionava.
Revisora: Minha prima Rhu-chan
respondendo aos reviews...
HIME RIN: Obrigada espero melhorar mais para poder te agradar... valeu pela ajuda e as dicas... vc nao se esqueça do nosso trato ouviu mocinha olhos estreitados... kkkkkkkkkkkk
beijosssss!
Hiwatari Satiko: Espero que esteja mesmo gostando tentarei ser rapida para postar e vou tentar manter uma boa historia!
Muito obrigada pela ajuda e desculpe a perturbaçao, sei que enxi sua paciencia hehehe sorriso sem graça
beijossssssss!
Pryscilla-chan: Obrigada pelas boas vindas espero mesmo conseguir te agradar... estou postando o mais rapido possivel para que vcs nao morram de tedio tendo que me esperar...
Arigatou pelas boas vindas... beijossssssssss!
Gheisinha Kinomoto: olhinhos brilhando que bom que te agradei... obrigada pelos elogios... espero que vc goste desse capitulo postarei o proximo o mais rapido possivel...
beijosssssssss!
