- Você matou o Chanceler?- Obi Wan exclamou depois de Anakin explicar o que tinha acontecido para o resto do Conselho Jedi, que tinha organizado uma reunião de ermegência a seu pedido.

-É, porque ele era mal.- Anakin insistiu.

-Você tem certeza?- perguntou Mace Windu, cumprindo seu papel como o desconfiado, e um pouco paranóico, Mestre Jedi.

Anakin mostrou a eles o holograma de segurança dos eventos em questão.

-Oh.- disse um embaraçado Mace.

Yoda aproveitou o silêncio que se seguiu para atualisar os outros com seus pensamentos:

-Selado, o assunto está. Entender o que eu estou dizendo, vocês não estão. Concordar com a cabeça pensativamente quando eu terminar, vocês irão.

Os outros membros do Conselho concordaram com a cabeça pensativamente, enquanto consideravam as palavras do sábio e poderoso Yoda, e eles se levantaram.

-Parabéns, Anakin!- Obi-Wan disse assim que eles retornaram para o apartamento que dividiam no Templo Jedi- Para um mão-única-seriall-killer e a única ameaça real da Ordem jedi, você mais uma vez conseguiu provar sua completa inaptidão como um Cavalheiro Jedi. Como você se tornou um quase-decente Jedi como meu aprendiz, é um mistério.

-Então, posso ser um Mestre agora?- Anakin perguntou.

-Não.- Obi-Wan retrucou.

-Mas, eu matei um Lorde Sith!- ele protestou.

-E daí?

-Isso tem que contar para alguma coisa, não é?

-Na verdade, não.

-Mas...

-Você é muito jovem.

-Eu não sou! Quando você tinha a minha idade, já tinha um aprendiz!- Anakin o lembrou.

-O que você quer afinal?- perguntou Obi-Wan.

-Bem, eu acho que mereço...

-Não.

-Mas, e sobre...

-Não.

-Se você apenas...

Obi-Wan tapou suas orelhas com as mãos e começou a cantarolar.

-La, la, lalalalalala. Eu não estou escutando!

-Certo!- disse Anakin com um suspiro de frustação.- Às vezes você pode ser tão...- ele parou, continuando a xingar em silêncio.

Teve uma pequena pausa, antes que Anakin decidisse falar novamente:

-Mestre,- ele começou docemente- posso ir estudar os arquivos Jedi um pouco?

-Sim, é claro que você pode ir visitar sua mulher grávida.- Obi-Wan consentiu com um aceno de mão.

-Iupiiiiii!- Anakin exclamou, saindo pela porta- Não espere por mim acordado, ok?

-Anakin!- Mace Windu chamou quando encotrou o jovem Jedi correndo pelo corredor.

Anakin parou:

-O que você quer?- perguntou impacientemente.

-Dizer que o que você fez hoje foi muito surpreendente.- Mace explicou- Muitos Mestres Jedi não conseguiriam enfrentar um Lorde Sith e ficar vivo para contar a história.

Os olhos de Anakin se arregalaram de esperança.

-Isso significa que posso me tornar um Mestre agora?

-Não.

-Por que não?

-Porque - disse Mace- exceto o fato que você provou ser um Jedi talentoso e experiente, por alguma razão inexplicável eu ainda não confio em você.

-Você é esquisito.

-E você é um canalha arrogante.

-Bem, pelo menos meu Sabre-de-Luz não é roxo!

Mace abriu a boca para dizer alguma coisa, mas pensou melhor. Ele se virou e saiu andando, sacudindo a cabeça desolado.

SSSSSWWWWW

-Knoc, Knoc!

-Quem é?- Padmé perguntou, pensando por que, quem quer que fosse, simplesmente não tocava a campainha como uma pessoa normal.

-Atchoo.

O aborrecimento de Padmé se tormou curiosidade, ela não conhecia ninguém chamodo Atchoo.

-Atchoo?- ela abriu a porta e deu com um sorridente Anakin.

-Saúde.- ele riu.

Padmé olhou para cima.

-Que esperto.

-Hora vamos! Você achou um pouco engraçado.

Ela sacudiu a cabeça.

-Nem um pouquinho-inho?- ele insistiu.

Padmé sorriu, mas logo ficou séria novamente.

-O que aconteceu?

-Palpatine era o Lorde Sith.

-O que?- Padmé estava chocada- Espere, "era"?

-Eu tive que mata-lo.- Anakin explicou modestamente.

De repente, Padmé ficou toda excitada. Ela se jogou nos braços de Anakin, beijando-o com força na boca.

-Me tenha agora, seu hunka hunka amor caliente.

-Essa é uma daquelas coisas de alterações no humor?- Anakin perguntou- Porque eu ouvi que isso pode acontecer com as grávid...

E ele se calou quando Padmé o beijou de novo.

N/T- Melhor que o primeiro capítulo? Pior? Me deixem saber o que vocês estão achando! Beijos, Mary.