Senti os meus pés tocarem o chão. Em seguida, abri os olhos lentamente, tentando habituar-me à claridade, a luz encandeou-me durante breves momentos. Vi Sirius a meu lado com um sorriso amável nos lábios e percebi que ainda tínhamos as mãos dadas.
Olhei em volta, estávamos numa pequena rua e algo familiar me chamou a atenção. A placa lustrosa com o número 12 fez-me aperceber de onde estava. Grimmauld Place. Um grito ficou preso na minha garganta, estava de regresso. Tentei avançar mas um braço forte impediu-me, vi que Sirius expressava, agora, uns olhos penosos, abanando levemente a cabeça.
Sentei-me num pequeno banco atrás de mim, elevando as mãos à cabeça.
- Não tenhas pena, é melhor assim.
- Não, Sirius, acabou-se tudo para mim, acabou-se… - soluços irromperam pelo meu peito fazendo-me chorar.
Ele passou levemente o braço sobre os meus ombros, consolando-me.
Inesperadamente, uma senhora, loira, lábios carnudos, muito bela apareceu na esquina trazendo uma pequena criança pelas mãos, uma menina com sensivelmente, 5 anos, também ela loira, e de olhos azuis muito vivos.
A menina largou a mão e correu pela rua, a inocência e a pureza eram tão belas de serem apreciadas, mas doía tanto, aquela criança era feliz, feliz como nunca tinha sido, passou pela porta da Casa dos Black olhando a mãe.
- É aqui que mora o tio Orion? – perguntou.
- Sim, minha querida, o tio Orion Black mora aí, assim como a tia Walburga. – respondeu a mãe – bate à porta com a ponta da varinha.
Walburga? Orion? Os nomes libertaram uma corrente de emoções… mas seria possível, poderia aquele ser o passado? Poderia aquela senhora ser a minha mãe e a criança eu própria com 5 anos?
- Druella, como tem passado! – suspirou Orion – e onde está a minha Black mais nova?
- Estou aqui, tio! – exclamou a pequena Narcissa.
- Bom dia, Narcissa! – disse Orion – Sirius, vem cá cumprimentar a tia!
Ouviram-se uns passos ao longe, descendo uma grande escadaria, a pequena Narcissa escondeu-se atrás da mãe, tapando a cara com o pequeno vestido branco
Um miúdo com 5, que reconheci imediatamente, apareceu no umbral olhando Cissy, o meu "eu" infantil, com um ar curioso.
- Olá, Narcissa! – disse amavelmente – estás boa?
Narcissa balançou a cabeça timidamente.
- Vai brincar com Sirius, Narcissa. O tio e eu precisamos de conversar… - disse Druella.
- Sim, mamã. – os pequenos deram as mãos e desapareceram pela porta.
Um turbilhão de luzes e sons distorceram a cena. aos poucos, tudo se tornou negro. Tinha os olhos ainda vermelhos e cheios de lágrimas.
Levantei-me, olhei em volta, o banco ainda não tinha desaparecido e Sirius ainda permanecia sentado…
- Narcissa, precisamos de falar. – disse, com aquela voz dura mas amável.
Sentei-me ao pé dele.
- Sim.
- Bem, é o seguinte, quando morremos, a nossa alma vai para o céu, mas antes disso, todos tem de tomar partido de uma decisão importante. – comunicou-me – A verdade é que, mais tarde ou mais cedo, terás de decidir se queres passar para "o lado de lá" ou voltar, sobre a condição de permaneceres um fantasma para o resto da vida.
- Mas Sirius, a decisão está tomada, ficarei contigo… Conta-me. Como é o além.
- Não posso, protocolo dos céus! – disse Sirius, sarcasticamente.
- Parvo, então é assim que as pessoas voltam como fantasmas?
- Sim, e é por isso que não te posso dizer nada. Pelo menos até te decidires em passar comigo a fronteira.
Percebia agora, a morte era como um jogo, um jogo cujas regras não poderiam ser contadas até decidirmos tomar parte dele.
- O que tenho de fazer? – perguntei impacientemente.
- Nada, apenas decidires se queres ou não ir comigo. – explicou-me Sirius.
- Isso é fácil. Sim, quero…
- Não, antes de te decidires, tenho algo mais para te mostrar!
- Por favor, mais memórias não!
- Garanto-te, esta não é uma memória – retorquiu ironicamente.
*
Ao longe os sinos dobravam, ouvia o seu som, o seu hino vindo de perto. Caminhei pela relva verde com Sirius ao meu lado, via uma pequena multidão ao longe, aproximamo-nos, algo naquela multidão despertava em mim uma curiosidade natural.
Foi ai que reparei, o seu cabelo loiro apanhado num perfeito rabo-de-cavalo.
- Lucius… - murmurei, chocada.
Corri até à multidão evitando tocar-lhes, estupidamente ou não, não sei, uma vez que estava morta. um feiticeiro velhote de cabelo grisalho tapava-me a visão sobre aquilo que todos adoravam. Lentamente o homem cansou-se, deu meia volta e continuou a andar. Olhei para a mesa de pedra, era de granito cinzento, muito bonita e polida. E em cima repousava uma mulher, estava tapada com um véu de renda, a tez que estava descoberta era muito branca. Quase anormal.
Ao pé da mulher estava o víuvo, de manto preto e ar penoso, Lucius Malfoy chorava a morte da sua esposa.
Comovi-me ao ver o meu filho Draco com Astoria e o seu filho, Scorpius, e, até ao ver o estupor do meu marido, uma lágrima rolou pelo seu rosto pálido.
Chorei, berrei para me fazer ouvir, atirei-me para o chão, desconsolada, a gritar pelo meu filho e pela minha família. Eu queria-os, perto de mim, queria falar com eles, dizer-lhes o quanto os amava… eu precisava daquilo!
Senti o desespero encher-me o coração, já não sabia o que escolher, se a minha família de mortais, que poderia vê-los até morrer, ou o meu amor da minha vida com quem poderia ficar para sempre.
Sirius…
Sirius…
Eu sabia-o, era Sirius quem eu queria, o meu passado, por muito mau que tivesse parecido, tinha sido a era mais feliz de toda a minha vida, mas como eu disse, era passado, acabou! Sirius era o meu futuro e o meu presente, e como eu o amava…
-Sirius, eu quero…
- Não, não precisas de decidir já, meu amor. – disse-me, rapidamente.
- Não é isso, eu quero ficar um pouco mais com eles, mais tarde eu dou-te a minha resposta.
- Sim, estarei lá quando precisares.
Dito isto, Sirius desvaneceu-se ao sabor do vento enquanto eu, morta e chorosa, reprimia uma angústia dentro de mim. Não sei quanto tempo fiquei naquele chão a olhar para a minha família. Queria falar com Draco...
Avancei lentamente para a figura loira mais perto de mim, Draco. Comovi-me ao ver o seu rosto duro, traçado pela dor. Tinha sido treinado para ser um Malfoy, duro, frio, inflexível até na morte. Foi assim que eu, um dia, também vivi. Manchada pelo ódio e pela dor de não conseguir impor-me.
Lucius mostrava um rosto lívido, apesar de ligeiramente indiferente. Aquele homem, com quem eu me abri, partilhei sentimentos, dei-lhe tudo... aquele monstro!
Comecei outra vez num choro copioso, as forças escaparam-me, deixei-me cair na relva verde. Não entendi o porquê do meu choro, apesar de tudo, estava livre, a morte era apenas uma passagem e eu finalmente tinha atravessado a ponte. Ia começar a minha vida com Sirius, o homem que eu amava, o homem que me fazia feliz...
Mas, subitamente, apercebi-me, eu amava o meu marido, amava o meu filho. Eu não queria partir, gostava demasiado deles para me afastar naquele momento. Foi ai que me apercebi: a vida era fugaz, tinha sido fugaz para mim. Em breve ia voltar a vê-los, não queria ficar presa às memórias de outros tempos, não queria ficar presa a um mundo que ia apodrecendo ao longo dos anos.
Levantei os olhos, Lucius tinha partido, Draco e Astoria abraçavam-se, e apercebi-me que rolavam pequenas pérolas pelas maçãs do rosto do meu filho único. Canalizei as últimas forças que tinha e levantei-me. Avancei lenta e calma para o casal. Tremulamente, a minha mão aproximou-se devagar do ombro de Draco, hesitando momentaneamente, com medo do que os meus dedos fossem encontrar. Ganhei coragem e os meus dedos precipitaram-se para o ombro direito de Draco.
A minha pele branca repousaram sobre o fato preto de Draco, que, subitamente levantou a cabeça e dirigiu o olhar para o lugar onde estava a minha mão.
- Amo-te – sussurrei, baixinho, ao seu ouvido.
A minha mão libertou o seu ombro e deixou-se cair.
- Draco, que se passa? – perguntou Astoria, confusa.
- Nada– suspirou Draco, olhando para o céu – Vamos para casa.
- Sim, está bem. – confirmou Astoria.
Vi-os a caminhar por entre a relva, em direcção ao portão de ferro, desaparecendo no meio da multidão.
A escuridão voltou a envolver-me, vi-me a mim mesma de volta ao quarto de Sirius, em Grimuald Place, e ele encontrava-se lá, encostado a um armário.
- Então, como estás? – perguntou-me.
- Bem – hesitei um pouco.
- Qual é a resposta? – questionou-me ele, enquanto avançava para mim com um olhar matreiro.
- A resposta é sim… - suspirei.
Sirius sentou-me na cama roubando-me um beijo profundo, deitou-me levemente para traz, colocando-se por cima de mim. Trocamos beijos e juras de amor, por entre risos comprometedores e faltas de ar.
Despiu-me lentamente, fazendo suscitar em mim mais prazer do que qualquer outro homem com quem já tenha estado, e beijou-me delicadamente toda a superfície da minha pele, fazendo-me arrepiar leve e prazerosamente. Rebolamos na cama e comecei a rasgar-lhe lentamente a camisa, fazendo-o suspirar, cada vez mais alto, à medida que a minha boca percorria um trajecto de beijos suaves e apaixonados.
Libertou-se das calças, puxou-me contra ele, fazendo-me sentir a pressão do seu sexo no meu baixo ventre, desapertou o meu soutien à medida que me ia provocando deliciosamente. Gritei louca de prazer enquanto a sua língua percorria o meu peito num ritmo muito próprio.
Lentamente, encaixou a minha perna no quadril dele e penetrou-me suave e calmamente num movimento monocórdico e constante. Suspirei, ofegante, à medida que o ritmo ia aumentando. Deitou-me na cama finalizando o acto onde nos encontramos num excepcional clímax, proferidos palavras de amor e juras eternas até sermos abarcados pela noite.
*
Uma luz dourada encandeou-me à medida que, lentamente, abria os olhos. Senti o chão frio debaixo de mim enquanto os meus olhos se habituavam à luz circundante. Vi o chão de azulejos brancos a estender-se muito para lá do meu raio de visão. Levantei-me e, surpreendentemente, descobri que estava nua. Apressei-me a tapar-me com as mãos, mas não corria nenhuma brisa e o ar era abafado o que me permitia não ter frio. Tentei procurar algum ponto conhecido no infinito de luz que se estendia a minha frente.
Vagueei por algumas horas, ou assim me pareceu, pois podiam nem ter passado quinze minutos, até avistar uma pequena peça de mobiliário estranhamente familiar. Um expositor de mogno, castanho-escuro, com rebordos e detalhes do século XV, ostentava-se no meio do nada. O meu expositor de outrora. Um expositor com tantas memórias… Sobre a cadeira almofadada, repousava o meu vestido preferido, de cetim carmim com pregas e que combinava com os meus scarpins de verniz pretos. Pequei nele e rodei sobre mim mesma ao apreciar aquele vestido tão delicado ao toque. Abri suavemente o seu fecho e vesti-o.
Os scarpins de verniz estavam debaixo da pequena cadeira do século XV. Sentei-me, enquanto os calçava, apreciando-me ao espelho do expositor. Estava mais relaxada e a minha pele brotava tons dourados e luminosos. Abri uma das milhentas gavetinhas do expositor e retirei de lá a minha antiga escova de cabo de marfim. Amaciei os meus cabelos lisos e sedosos, vendo o loiro dos meus cabelos mais brilhante e fulgurante.
Uma lágrima solitária percorreu lentamente a minha face, a qual enxuguei rapidamente.
- Estou feliz… - forcei a convencer-me.
Comecei a arranjar-me, não pela obrigação de estar bem apresentada, mas simplesmente pelo prazer que isso me causava. Apliquei um pouco de rouge nas maçãs do rosto e um batom vermelho nos lábios, apliquei o rímel e um pouco de lápis para reforçar os meus olhos azuis. Abri uma pequena caixinha de ébano que tinha em frente ao espelho, o meu perfume de rosas repousava como se nunca tivesse sido tocado. Peguei-lhe e borrifei um pouco no pescoço e no peito.
- Estás linda. – proferiu uma voz, atrás de mim.
O frasco rosa rolou pelo expositor até atingir a superfície vítrea de azulejo, inúmeros vidros espalharam-se pelo chão frio e o perfume formava uma pequena poça que inundava o ar com o odor a rosas. Pelo espelho, vi Sirius no seu impecável smoking preto.
Levantei-me e envolvi o seu pescoço com os braços enquanto nos beijávamos fugazmente.
- Vejo que te arranjaste… Planos para hoje?
- Não sei, diz-me tu – provoquei.
Lentamente, mostrou-me a sua mão que tinha estado oculta por trás das suas costas. Empunhava duas máscaras vienenses, uma vermelha rubro que condizia na perfeição com o meu vestido e maquilhagem, e uma preta que certamente seria para ele.
- Sabes, apesar de mortos, continuamos a fazer algumas das coisas que fazíamos anteriormente – retorquiu.
- Então vamos a um baile de alta sociedade?
- Quase isso, é em tua honra – respondeu-me.
"Um baile em minha honra... um baile de máscaras" pensei.
- Vejo que já estás pronta, acompanhas-me? – perguntou, estendendo-me a máscara. Coloquei-a em frente aos olhos e dei o braço a Sirius.
Vagueámos durante algum tempo por entre os ladrilhos brancos. À medida que caminhávamos, colunas de mármore erguiam-se à nossa volta, uma passadeira vermelha rolou pelo chão que, instintivamente, mudou o material do chão para madeira. Quadros revestiam as paredes douradas recém-erguidas e degraus de mármore apareceram por debaixo dos meus pés. O tecto estava repleto de luzes e ornamentos vermelhos. Senti-me uma rainha no meio de tanta luz, de tanto luxo…
Aos poucos, pequenos casais começaram a rodopiar numa coreografia semelhante de uma valsa, todos envergavam o mesmo tipo de máscaras e vestiam-se faustosamente. Subitamente pararam, e Sirius disse:
- Narsissa Black!
Os casais bateram palmas bastante vigorosas, mas sem perderem a compostura. Sirius estendeu-me a mão, a qual eu sabia ser um convite para dançar, agarrei-a sem medo e ele conduziu-me pelos degraus de mármore.
A multidão afastou-se, abrindo um espaço sensivelmente grande, a música recomeçou e dançámos lentamente, com passadas finas e graciosas. Todos olhavam com ar espantado e batiam palmas vigorosas. Lentamente, outros casais juntaram-se a nós, dançando num turbilhão de cores e riqueza. Dançámos, pelo menos por uma hora, até que Sirius, vendo o quanto eu estava cansada, perguntou:
- Senta-te, vou buscar uma bebida.
Assenti e dirigi-me até um canto do salão onde me sentei. Cruzei as pernas e comecei a observar alguns casais que ainda se mantinham na pista, ou outros que conversavam e soltavam pequenas risadas.
Comecei a tentar descobri algumas pessoas por debaixo das máscaras, eram, certamente, amigos, talvez até familiares que já tinham partido. No entanto, apesar daquela gente toda que eu supostamente conhecia, sentia-me sozinha. Toda a minha vida tinha sido assim, mas sabia que sempre que olhava para o lado via o meu filho ou o meu marido.
Sirius já se tinha ausentado por alguns minutos e eu começava a achar que ele não me conseguia reencontrar no meio de tantas pessoas com os rostos ocultos. Levantei-me e, pegando cuidadosamente na barra do meu vestido, conduzi-me por entre a multidão rejubilante. Por entre sussurros de "oh" e "que bela" apressei-me até à outra ponta do Salão.
A mesa das bebidas estava lá, repleta de champanhe e outros licores. Rapidamente me apercebi que Sirius não se encontrava ali e senti-me ainda mais estranha. Uma porta de mogno entreaberta prendeu-me a atenção, abri-a lentamente e sem barulho, alastrei pela passagem, à medida que o som aumentava, entrei num corredor pequeno, cuja porta do fundo estava aberta e jorrava uma luz translúcida á medida que um burburinho se fazia notar. Avancei com cautela pela pequena passagem, segurei-me nas bordas da parede de modo a não tropeçar nem fazer barulho.
Os murmúrios aumentavam consideravelmente à medida que avançava, a luz tremia e era obviamente produzida por pequenas velas que flutuavam. Continuei o meu caminho pela carpete vermelha até chegar à porta escancarada. Hesitei, por momentos, antes de atravessar a abertura.
Os ruídos, agora ensurdecedores, transportavam uma onda de obscenidade e pecado. A sala era pequena e estava repleta de janelas cobertas com tecido vermelho e dourado.
Encostado aos cortinados estava Sirius, com o seu smoking desaprumado, agarrado a alguém que reconheci com sendo Regulus, seu irmão. Os dois trocavam beijos apaixonados e ardentes, à medida que expiravam ruidosamente. Regulus tinha já a camisa aberta e Sirius ousava passar as mãos pelo seu corpo fugazmente.
Abri a boca, tentando que qualquer som saísse por lá, mas era-me impossível. Estava demasiado em choque para que o meu corpo tivesse qualquer tipo de reacção. Apoiei a mão, trémula, na porta a meu lado e esta cedeu, provocando um barulho arrastado, chamando a atenção do casal de incestuosos amantes para mim. Sirius virou-se bruscamente, olhou-me nos olhos e estes arregalaram-se. Sacudi a cabeça veemente, cerrando os punhos traídos e desejando ter coragem, ou capacidade, para, simplesmente, lhe perguntar porquê.
Mas a minha voz não mais existia, o meu corpo não mais me obedecia, a minha mente deixava-me abandonada a tal traição. E, da minha mão, apenas aquela máscara rubra, que eu julguei ter-me sido entregue por amor, caía. Embateu contra o chão, despedaçando-se em milhares de estilhaços... os mesmos estilhaços do meu coração.
FIM
N/A.: Bem, a minha primeira Fic está finalmente acabada! ^^ Nem acredito, comecei com um jeitinho muito mau e acho que acabei de forma bastante razoável. Obrigada Sami e Giu, que me deram mais um tempinho para entregar. São as melhores Mestras que eu podia ter!
E claro, obrigado Jay por teres sido aquela beta tão incrível. Love you, Sis *.*
Obrigado por me dares na cabeça e desculpa pelos "á" em vez de "à". :P
Bem, a cena que eu mais gostei foi, sem dúvida, a do expositor, acho que mostra realmente aquela Narcissa que todos nós conhecemos e ainda mais.
Fic escrita no âmbito do Chall "Vida após a Morte"
