N/A: Geeente, mil desculpad pela demora! Eu juro que eu ia postar na Sexta-feira, 08/05, tipo, eu passei a tarde toooda escrevendo, aí, de noite, eu tento abrir a fic pra revisar e o Word diz q deu erro. QUE ÓDIO, ele simplesmente apagou 4 das 5 páginas q eu tinha escrito. aí eu tive que reescrever quaaase tudo, sem falar no meu surto de raiva, e na minha depressãozinha. Fiquei tão tristinha que fui assitir toooda a 1° temporada de Gossip Girl denooovo, e a 5° de Grey's Anatomy. Mas tá aí, e eu realmente espero que vc's gostem, porque realmente me deu um trabalho desgraçado pra escrever tudo denovo.

XOXO,

S.

***

Gonna be a penthouse pauper
Gonna be a millionaire
Gonna be a real fast talker
And have me a love affair
Gotta get my timing right
It's a test that I got to pass
I'll chase you all the way to the stairway honey
Kiss your sassafrass

***

Depois do nosso "doce" encontro no elevador, eu realmente não conseguiffa mais pensar em outra coisa. Mas e daí? Eu com certeza estava muito mais relaxado, e a predominância daqueles momentos em minha cabeça não me incomodava nem um pouco.

Mas incomodava a meu pai e à meus irmãos. Devia ser cansativo ter que chamar a minha atenção à conversa à cada cinco minutos, mas eu estava tão leve que não me preocupava nem em esconder a minha cara de acabei-de-pegar-a-minha-secretária-gostosa, mas eles não pareceram notar que era esse o motivo da minha desatenção.

E foi assim que eu passei a minha tarde, perdido em pensamentos. Nem foi tão difícil. Às seis horas, no final do expediente, ainda estávamos discutindo a defesa de Katie Ellison, que havia se decidido se divorciar de seu marido, Seth Turner, quarterback do time de futebol americano na escola, que havia sido também seu primeiro e único namorado. Ela havia nos confidenciado que havia se apaixonado por Tommy Sullivan, seu melhor amigo nerd, que ela havia abandonado em favor de Seth. E agora era Seth que iria ser abandonado. (N/A: Desculpa gente, mas eu tinha que falar do Tommy, ele é tão lindo! Melhor do que o Edward até, se querem saber.)

Mas eu não estava mesmo no clima para novelas mexicanas.

A reunião acabou por volta das 18h 30, então, quando desci ao meu escritório para pegar a minha pasta, Bella não estava mais lá, mas qual não seria a minha surpresa ao entrar na minha sala e encontrar um bilhetinho colado no monitor do meu Mac G5?

Não se preocupe, Eddie, eu estarei lá, às 20h em ponto. e prepare-se, pois eu também estarie no ponto ;D

B.

Era incrível como aquela mulher conseguia mexer comigo usando um simples bilhete colado na moldura do monitor. Era tão sexy e misterioso.

Mas eu não tinha tempo para ficar pensando nisso agora. O tempo corria, então eu deveria correr também. Dirigi o mais rápido que pude até o restaurante no qual havíamos almoçado, para comprar o jantar.(N/A: Momento velozes e Furiosos, Adoro!). Eu realmente tinha habilidades culinárias, mas o que faltava era o tempo para mostrá-las a Bella. Ainda assim era necessário que ela se alimentasse, como já dizia a minha avó, "Saco vazio não pára em pé." Embora o que eu estivesse planejando fazer com Bella fosse na minha confortável cama King Size. Já eram 19h.

Dirigi de volta ao prédio, passando correndo pela portaria e seguindo para a cobertura. Tomei um banho rápido e me vesti. A sorte estava a meu favor, já que quando eu terminei de me vestir eram apenas 19h 35. Coloquei os pratos e talheres à mesa, junto com as taças para o vinho. Agora que a chegada de Bella estava próxima, o tempo se arrastava, dando-me ainda 15 minutos antes da hora em que Bella havia prometido chegar.

Sentei-me ao piano e comecei a tocar. Escolhi Clair de Lune, apenas para poder me lembrar dos momentos magníficos que havia tido com Bella esta tarde, no elevador. Conseguia me lembrar com exatidão de cada segundo que havia passado com Bella naquele cubículo.

Olhava para o relógio impaciente, apenas impedido de continuar afogando em ansiosidade quando o doce som da campainha me libertou de meus devaneios.

Atendi à porta prontamente, só para então ver uma Bella sorridente, sexy e ligeiramente corada. Ela vestia um sobretudo bege, e por baixo um vestido azul escuro, da cor que a vestia tão bem, com um decote quadrado, dando-me uma visão maravilhosa de seus seios lindos sem que ela precisasse se curvas, sem contar que o vestido era marcado na sua cintura, acentuando todas as suas curvas cheias e sinuosas.(N/A: Sorry por esse momento gay do Eddie, mas é que ele tá mesmo babando por ela, e nota todos os detalhes. Mas não vou falar que o vestido é Moschino ;X)

Ea estava deslumbrante. Mas ainda assim eu não podia ficar parado apenas admirando-a, embora fosse o que eu queria fazer. Apressei-me em tirar o seu sobretudo e colocá-lo em um dos ganchos na parede.

- Olá, Bella. - Não pude deixar de sorrir.

- Olá, Edward. - Ela sorriu, corando ainda mais. Era adorável.

- Eu comprei o jantar para nós. - Não era exatamente romântico dizer que eu havia comprado, mas mentir estava fora de questão.

- Ótimo. - Ela concordou - Eu acho mesmo que se nós vamos fazer o que eu acho que nós vamos fazer, nós precisamos mesmo ter alguma coisa no estômago.

Sua resposta me pegou de surpresa. Ela parecia tão inocente, angelical, até. Mas as palavras cheias de duplo sentido que saíam de seus lábios vermelhos carnudos em uma voz rouca e suave não eram nada inocentes. Como era possível?

Seguimos até a mesa , e, durante o jantar, foi a minha vez de contar a minha vida. A escola, os amigos, meus pais, meus irmãos, a faculdade. tudo parecia fluir ininterruptamente, e Bella ouvia atensiosa cada detalhe, cada descrição.

Depois do jantar e de algumas taças de vinho, às quais Bella não se opôs desta vez, sentamo-nos no sofá para conversar um pouco.

- Você toca? - Ela perguntou, acenando com a cabeça para o piano.

- Sim. Quer ouvir?

- Claro! - Ela respondia rindo e batendo palminhas, como se aquilo fosse um show particular.

Comecei tocando Für Elise, de Beethoven, seguida de Étude, de Chopin, Fröhlicher Landmann, de Schumann, e finalizando com Minuet, de Bach.

Bella parecia uma criancinha de tão animada que estava, eu precisava saber por quê.

- Porquê tanta empolgação?

- Em parte pelo vinho, claro. Mas também por que eu amo piano. É mágica a maneira como as notas se combinam e formam algo tão formidável como uma melodia.(N/A: Tirei essa de Kyle XY, ;D)

- Você toca?

- Não, eu sou descordenada demais para executar essa coordenação mão-olho dos pianistas. - Ela disse, em meio a risos, meus e dela.

- Mas você tem razão, é lindo mesmo. - Eu disse, tentando afogar as risadas. - Se eu não fosse advogado, seria pianista.(N/A: O Rob tambééém!)

Ela sorriu, mas não por muito tempo. Eu logo a estava beijando intensamente, me entregando sériamente aos desejos que estavam me perturbando desde a manhã.

Ela retribuía da mesma maneira, agarrando meus cabelos, e passando as pernas ao redor da minha cintura. Eu passei seus braços ao redor do meu pescoço e a carreguei até a minha cama.

- Acho que agora nós merecemos um lugar mais confortável para fazer isso, não acha? - Disse, tirando a minha camisa enquanto ela se sentava na cama.

- Isso não é assim tão relevante. - Ela sorriu maliciosamente, me puxando de volta para a cama.

- Veremos. - E depois disso, não houve mais diálogo inteligível.

O único barulho era o som de nossos corpos se encostando, e dos gemidos ocasionais que vinham de Bella ou de mim.

Eu queria que a noite fosse especial. Não que já não fosse ótimo só de estar com Bella, mas parecia inexplicavelmente como ela podia ser tão sexy e misteriosa e inocente ao mesmo tempo. Eu queria vê-la sentir prazer, por minha causa. Denovo. E se eu pudesse escolher ter qualquer coisa antes de morrer, seria ela.

Mas estou divagando.

Antes que Bella pudesse responder, eu a beijei intensamente, deitando-a na cama, deixando as mãos flutuarem por seu corpo, estando em vários lugares ao mesmo tempo.

Pernas, coxas, quadris, cintura, seios, em todos os lugares. Ela era tão macia, doce. Puxei a barra do seu vestido, enquanto ela me ajudava a despi-la.

Aproveitei-me um pouco, para poder passar mais as mãos em seu corpo enquanto tirava o vestido (N/A: Aproveita assim de mim, Ed!). Ela pareceu gostar disso.

Sua lingerie vermelha era linda, mas um empecilho para onde eu queria chegar. Indo vagarosamente pelo caminho, deixando beijos pela sua barriga, eu subia para alcançar o fecho do sutiã, Abrindo-o tão facilmente que já era algo que eu fazia sem prestar atenção. Anos de prática. Ou talvez fosse a linda visão de seus seios agora descobertos tão próximos de mim.

Beijei-os delicadamente, escolhendo um para me demorar mais. Era delicioso, assim como Bella inteira. Ela soltava gemidos baixos, e eu queria que os mesmos fossem tão altos que pudessem quebrar os vidros das janelas. E eu sabia o que fazer.

Desci lentamente o caminho até o seu umbigo, lambendo-o, e então me dirigindo ao seu ponto mais sensível. Com a boca, retirei a calcinha que ainda resistia em seu corpo, beijando todo o caminho de suas pernas, e a atirei longe, tendo finalmente o caminho livre.

Eu primeiramente a beijei, fazendo Bella arfar e arquear as costas. Então, não agüentando mais a tortura que impunha a nós dois, comecei a explorá-la avidamente, sedento. Podia fazer parecer que a minha língua estava em todos os lugares ao mesmo tempo, então assim o fazia. O efeito dos gritos de Bella era bastante audível, como eu desejava.

Dando um último grito, ela se acalmou, e eu sabia que havia alcançado meu objetivo. Ela havia gritado de prazer tão intensamente que eu me perguntava como era possível que ela não estivesse sem voz.

Mas o silêncio era torturante, parecia o inferno sem a sua voz lá. Era a hora de continuar com o plano, além de sentir prazer só por fazer Bella sentí-lo.

Beijei Bella, que estava ofegante, de uma maneira doce e carinhosa. O seu perfume era perfeito, e combinava com ela. Era forte, mas delicado, insuportavelmente doce, e perfeito. Lavanda, e talvez frésias.

Após um momento, eu voltei a me concentrar no que estava fazendo. Sem quebrar o beijo, eu me posicionei na sua entrada, pronto para mais um round.

Eu fui entrando lentamente, para que ela apreciasse cada segundo. Depois que eu já estava inteiro dentro dela, comecei a me movimentar, fazendo com que Bella voltasse à sua gritaria que eu tanto amava. Eu devia gravar e fazer um ringtone disso.(N/A: Edward Cullen, um grande empreendedor! Ele ia ser o cara mais rico do mundo se ele vendesse ele mesmo, só tô comentando.)

Eu alternava o ritmo, ás vezes rápido, ás vezes lento. E então eu imaginei como seria se eu não fosse tão bom de cama, como sabia que era. Seria uma pena, não por mim, mas por Bella.

Ela distribuía beijos e mordidas pelo meu pescoço, e puxava o meu cabelo. Graças à Deus ela era toda delicada e não muito forte, senão eu já estaria careca.

Mas eu estava distraído demais para me preocupar com isso. Quando já não eram mais os gritos e gemidos sozinhos de Bella soando, ela chegou ao orgasmo. E isso me excitou tanto que eu fiz o mesmo apenas um ou dois minutos depois. Ela parecia haver se recuperado, e já me acompanhava, rebolando debaixo de mim. Era a minha vez de atingir o clímax, e ela prontamente me seguiu. Eu duvidava que houvesse alguma sensação no mundo melhor do que aquela.

Mas mesmo depois do sexo, ainda me sentia extasiado.

Eu não sabia o que era. Eu não conseguia parar de pensar nela desde aquela manhã, e tudo com ela parecia melhor, mais perfeito. Era como se ela tivesse sido feita especialmente para mim. Não era necessário dizer que era a primeira vez que eu me sentia assim.

Era estranho, o que eu sentia. Parecia um pouco familiar, talvez. Lembrava-me Romeu em "Romeu e Julieta". Mas não podia ser possível. Eu podia dizer claramente que o que aquele tolo sentia era amor.

Mas eu, Edward Cullen? Eu não sou o tipo de cara que se apaixona. Mas parecia ser a única explicação não-patológica que justificava os meus sentimentos.

Eu a amava. E eu era um tolo em recusar este sentimento. Era a melhor coisa que eu já havia sentido, me fazia ver tudo com mais perfeição. Desde que tudo fosse Bella, porque ela era a única coisa que eu via. E, seguindo este raciocínio, Bella era tudo.

O estalo que se seguiu com esta revelação foi assustador. Eu não sabia o que fazer.

- Bella?

- Sim? – Ela se virou na cama, para me olhar nos olhos.

- Hm... Eu não sei bem como dizer isso, mas...

- Só diga, Edward.

- Err... Eu acho que eu te amo.

E vi vários sentimentos passarem por seu rosto... Surpresa, choque, confusão, e, finalmente, alegria. As palavras que se seguiram foram inesperadas:

- Fico feliz que eu não seja a única a se sentir assim. Eu também te amo, Edward. Não precisa ficar chocado ou envergonhado, está tudo bem.

Eu a beijei, não desesperadamente, apenas um beijo acolhedor, e cheio de algo novo: Amor.

Eu teria que me acostumar com isso. E a melhor maneira de fazê-lo era dormindo. O tempo faria eu me acostumar com isso, assim como Bella comigo em minha, nossa cama.

N/A: Amoooores! Bom, atendendo a pedidos, taí a continuação. Espero que vc's gostem! Dessa vez a minha inspiração foi Christina Aguilera, a Diva Master! Escrevi ouvindo o CD 'Back To Basics', tooodas as 22 músicas ;D Ainda bem que não tinha ninguém em casa pra me ouvir cantando, suuuper-desafinada. Também queria agradecer à TOOOODAS as Miaus que mandaram reviews.

XOXO,

S.