Sinopse: Bem vindos à: Town. Onde seus desejos mais mais internos e bizarros acontecem bem na sua frente. Tudo isso por que eu achava minha cidade muito normal para mim. Fic de ficha
Disclaimer: Naruto não me pertence, as personagens usadas nessa fanfic não me pertencem, basicamente nada aqui me pertence.. talvez só a ideia (ou não). Mas um dia eu conquistarei tudo e irei morar no Alaska -risada do mal-
Ps: FICHAS FECHADAS!!
Fichas escolhidas: Segue a ordem – Nick – personagem – consciência. Exemplo:
Nyo-mila – Hinata Hyuuga – Sasuke Uchiha. Okay? Soo, let's go!
-Escolhidos-
Yami Hanna – Naruto Uzumaki – Hanna Drakon
Elara-chan – Gwen Louise Mihara – Kakashi Hatake
Nina Carol – Yuta Takamina – Kiba Inuzuka
Shii-sensei – Kara L. S. Watson – Ewan
Emmi T. Black – Emmi Yuuki Takeshi Black – Itachi Uchiha
Miko Nina Chan – Vanessa H. Sartre – Tobi
Lilly Angel88 – Kara Leigh Siclair Watson – Ewan
Pinkuiro – Takami Misaki – Deidara
Sabaku no Si-chan – Hikari Taosu – Temari no Sakabu
Lilly Angel88 – Seiga Kobayashi – Shikamaru Nara
Lilly Angel88 – Rock Lee - Tenshi
Tia Kate-chan – Sakura Haruno – Kate
Shina com – Neji Hyuuga – Blair
Shina com – Karin - Kioshi
Parabéns para todos! Espero que todos consigamos fazer um ótimo trabalho junto, por que pelo o que eu percebi temos ótimos escritores, pessoas com criatividade espetacular, devo dizer que todas as fichas foram incríveis! Eu amei todas mesmo! E bem para os que não conseguiram, apesar disso, continuem acompanhado a fanfic, o apoio de vocês é o que faz andar a fanfic e devo dizer que isso é algo de extrema importância para qualquer escritor. Espero que gostem da fanfic e desejo uma paciência de Jó para me aturarem \o/.
Cap. One! –Maldita VillageMilk-
Pov's Hinata
Minha vida era um tédio profundo, sabe quando tudo é perfeito? Então deve saber como tudo isso é tedioso! Ser boa aluna, ter um pai sarado, um primo gostosão, uma irmã que não rouba suas roupas, uma avó conservada que parece mais nova que você, e uma mulher que convive com seu pai que não tenta te matar (ou não... Só quando papai não está perto) e não faz você viver vida de Cinderela. Mas então eu te pergunto, e onde fica a graça?
VillageMilk é onde eu morava, uma cidade tão perfeita, com pessoas tão perfeitas que dava vontade de tossir, eu até falaria vomitar, mas a cidade era impecavelmente limpa e organizada que seu vômito ficaria com medo de ficar lá. Na verdade, até tossir não dava, sua bactérias fugiriam no primeiro ônibus que achassem para longe da merda daquela cidade perfeita. Foi então que a solução para os meus problemas foi atacada na minha cara, literalmente.
- Hinata, acorde! – gritou o meu pai batendo na porta do meu quarto.
Acordei assustada, achando que está atrasada e perdido a hora da escola, fui me levantar na cama, mas naquela ânsia de sair da cama, meus pés se embolaram no meu maravilhoso e fofo cobertor rosa e eu acabei caindo de cara no chão e então com o queixo meio adormecido gritei para o meu pai – Que horas são?
- Quinze para as cinco da manhã. – falou ele em um tom normal. Ele chama aquilo da manhã? Eu acho de madrugada, o que ele queria de mim àquela hora?
Andei pisando forte, como se estivesse marchando, até a porta e a abri e com uma expressão de "vou te cortar em sete partes e dar para os cachorros comer" comecei a falar histericamente – Você está louco? Seu velho babão! Quem você pensa que é para me acordar a essa hora? Então se você tiver amor a sua vida, me acorde depois do meio dia! Vai para o inferno!
Bem... Isso é o que eu gostaria de ter falado, mas poxa, sou uma garota tímida, recatada, nerd e que tem uma mente muito perversa, então voltando à realidade. Levantei-me e caminhei até a porta e a abri delicadamente – Papai aconteceu algo com o senhor?
- Não minha filhota, só quero que vá pegar o jornal que acabaram de jogar no jardim para o papai ler. – falou ele calmamente, se virando e voltando para o quarto. – E não demore! – gritou ele lá de dentro de seu quarto.
"Se eu fosse você, iria até o quarto dele e mandaria ele tomar naquele lugar redondo e ir buscar ele mesmo o seu maldito jornal!"
Foi como uma voz dentro da minha cabeça, me assustei, mas não com o pensamento, mas sim com a voz, não era minha de quando eu pensava, era uma voz masculina, rouca e grave. Dei de ombros e desci, deveria ser efeito do meu beijo matinal no chão. Caminhei até ao jardim perfeito, da casa perfeita, da maldita rua perfeita e adivinhe daquele maldito bairro perfeito! Peguei o jornal no chão, foi ai que aconteceu tudo. Que mudou a minha vida, é claro que eu esperava que isto fosse vim de um modo mais original, criativo, mas fazer o que, maldita VillageMilk perfeita! Quando ergui meu corpo, com aquele maço de papéis enrolados com um elástico prendendo-os, um folheto veio voando de encontro com a minha cara. Em formato de aviãozinho ele por pouco não pegou nos meus maravilhosos olhos perolados. Peguei o "origami" e olhei para frente, aquele pivete duma figa do meu vizinho da frente, ria freneticamente em plena cinco horas da madrugada! Tenho certeza que ele fez questão de acordar quando me viu tão indefesa pegando o jornal para o meu lindo papai-folgado e atacou um aviãozinho de papel em mim que concordemos, poderia ter me matado! Sacana!
"Sei que está com vontade de atacar de volta ou ir pessoalmente lá e estrangular o garoto, mas acredite, isso precisava acontecer!"
Novamente aquela voz, sim estava com vontade de atacar de volta ou ir pessoalmente lá e estrangular meu querido vizinho, era como se aquela voz estranha conseguisse ler a minha mente, meus pensamentos, o que precisava acontecer?
- Ah que ótimo! Eu caio da cama e em vez de um galo, ganho uma voz na minha cabeça, podem me internar! – falei para o nada, num tom irritado.
"Diabinha por dentro e uma anjinha por fora. Você consegue até enganar as pessoas, mas eu, não. Acredita em destino Hinata?"
- Claro, voz na minha cabeça! Será meu destino ficar louca também? – ótimo estava falando comigo mesma, ou melhor, com uma voz da minha cabeça.
"Irônica é? Só abra e veja o que tem dentro do folheto."
Neste momento pensei em me xingar, mas isso seria terrivelmente débil! Então como uma vontade superior a minha, abri o folheto, ali estava falando sobre uma escola em outra cidade chamada Town, a escola chamava G.T.T.H. e era pela primeira vez que abria um concurso de bolsas para pessoas de fora da cidade de Town. Eu já tinha ouvido falar de longe neste colégio, que era muito conceituado e blá blá, mas aquilo pouco me importava, sabia que mesmo sem estudar conseguiria a pontuação máxima sem nenhum esforço mental ou físico o que mais me chamava atenção era: Olá Town, adeus VillageMilk! Adeus vida perfeitinha!
- Não.
- Po-por quê? – gaguejei ainda incrédula.
"Dá um chute na bunda dele, roube seu dinheiro e fuja pra Town".
Desde que bati a cabeça aquela voz irritante me perseguia. Não sabia o que era, apenas que eu deveria procurar um psiquiatra. Depois que vi aquele folheto fui saltitando até ao meu pai, entreguei o jornal e convoquei uma reunião familiar. Expliquei o que tinha acontecido, claro ocultando a parte da voz na minha cabeça, e citei vários motivos para eu, ou nós, mudarmos. Mas tudo que eu recebi foi um não.
- Ah, seria legal mudar um pouco não acha? Eu queria muito fazer o terceiro ano em outro colégio. Cansei daqui. – se pronunciou Neji. Santo seja ele!
"Gostaria de te contar algo Hinata, a imagem de você se ajoelhando aos pés do seu priminho gay, é cômico e sinceramente, não é algo que eu queira ficar vendo aqui na sua cabeça."
"Então por que não some da minha cabeça?" pensei com todas as minhas forças e me imaginei socando um ser estranho e sem rosto.
"Com certeza sou muito mais bonito que este ser... E respondendo a sua pergunta, é simples, não dá!"
"Isso responde muita coisa." Ótimo, agora estava falando comigo mesma, me chame de maluca me jogue numa parede branca e me diz que sou toda loucura que você precisou.
"Você está com abstinência de sexo? Ou tem essas fantasias naturalmente, é melhor me avisar, por que não quero saber dessas coisas."
- Hinata? – Chamou Neji. Eu o encarei demosntrando que estava prestando atenção. – Por que está fazendo caretas? – perguntou arqueando uma das sobrancelhas.
Eu abri a boca para responder "sabe porque priminho? Por que uma voz na minha cabeça não para de me encher o saco!"
"Eu não te encho o saco" – falou a voz com um tom de magoado.
- eu acho que seria bom para todos nós, nos mudarmos. Sabe... Quem sabe a Hinata pare com as caretas... – falou minha adorável irmãzinha.
- Ah querido, Hinata sempre foi uma boa aluna e quem sabe ela pare de ser tão débil mental? As vezes essa mudança de escola, mude ela.
Um momento. Ouvi um débil mental? Ah! Vou arrancar todas esses seus apliques da 25 de março! Está perdida!
"Meu Deus, eu achava que tinha pensamentos cruéis, estou particularmente assustado com você!"
"Então some daqui!"
Estava começando a me irritar com tudo aquilo. Olhei para o meu pai que me encarava com uma cara de "meu Deus minha filha é uma débil mental!"
- Nunca tinha pensado por este lado... Todos concordam então? Querem saber, essa cidade aqui também está me cansando, alguém reparou que nunca ficamos gripados? – sussurrou.
"Então ele não sabia? Vírus e bactérias evitam ao máximo se propagarem em VillageMilk. Aqui as mulheres usam saias floridas!"
Eu sem entender a observação da querida voz da minha cabeça me senti tentada a perguntar. "O quê que tem mulheres usarem saias floridas? Até por que eu estou usando saia florida..."
"Não é sexy e você não tem gosto para moda."
Senti-me rebaixada pela minha própria cabeça... Ou melhor, uma voz dentro da minha cabeça.
- Pai, a Hinata está fazendo careta de novo. – murmurou Hanabi, minha irmã.
- Hanabi, acho que ela não percebe. – sussurrou de volta meu pai. – Bem está resolvido! Cassandra, vá até a imobiliária e coloque nossa casa a venda e a exposição, Hinata limpe a casa, Hanabi vá para a escola, Neji venha comigo ver alguma casa para comprar em Town e sobre as inscrições neste concurso de bolsa. Ah e arrume algumas mascaras de ar. Não estamos acostumados com aquele ar puro.
- Sim senhor! – falaram todos juntos e se apressaram a cumprir suas tarefas.
- Pai... Eu não tenho que ir para escola? – perguntei como se fosse algo meio óbvio.
- Não querida. A faxineira de terça-feira não veio, então faça sua parte, quem sabe o cheiro dos produtos de limpeza não tire essa sua cara de débil... – falou ele afagando meus cabelos, com um sorriso feliz estampado no rosto.
"Hinata... Talvez se você não usar saia florida, melhore alguma coisa na perspectiva que as pessoas têm de você."
"Vai se fudx!" – pensei bufando e indo em direção ao armário da faxineira. Limparia aquela casa com ou sem saia florida!
"Sem, por favor. Tem a opção sem camisa com desenho do 'my little poney'?"
"Pervertido!"
Nyo-mila: Hii!! Este foi apenas um pequenino prólogo de como Hinata acaba se mudando para Town e de como adquiriu sua linda consciência. É claro que não foi por causa da pancada de cabeça (mas ela não precisa saber disso :D), enfim no próximo capitulo já começarei com o inicio das aulas e o começo de todos as personagens, não sei se conseguirei colocar todos no primeiro cap. Mas espero que consiga por a maioria :D. Obrigada a todos aqueles que mandaram fichas !
Outra coisa... Os capitulos serão beem maiores que este prólogo okay?
Cofcof Enfim, até o "primeiro capítulo" (ou seria o terceiro?)
Beijinhos, beijinhos Nyo-mila.
