Carência & Frustração
Olaaaaa
Estou eu aqui de novo! Espero não ter demorado muito pra postar, tiveram uns probleminhas aí...
Bom eu espero que estejam gostando, mesmo que não tenham deixando muitas reviews *autora triste com os olhinhos enchendo d'água*
Por favor deixem reviews! Senão não vou saber se vocês estão gostando ou não, é sempre um incentivo pra autora, principlamente se essa é a primeira fic dela e ela ao sabe se ta fazendo um bom trabalho ou não!
Bom vou parar de falar, senão vou ficar muito chata!!!
Kisss
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Capítulo II: Revelação
Sakura parara de correr por um momento, o sol estava se pondo no horizonte, ela então resolveu que estava na hora de parar, continuar sua viagem anoite poderia ser perigoso, sem contar que ela estava cansada, e dormindo mais cedo acordaria mais cedo, conseqüentemente recomeçando seu caminho o quanto antes.
Ela havia montado seu acampamento, ia procurar algum rio para banhar-se antes de dormir, estava se sentindo suja depois de um dia inteiro viajando.
Ela encontrou um riacho ali perto, ele era lindo, tinha águas calmas e translúcidas e uma pequena cachoeira logo acima. Por um momento ela esqueceu de seus problemas observando maravilhada a beleza daquele lugar. Ela logo se despiu e entrou naquela água que estava refrescante pra si. Porém não conseguiu relaxar como desejava, pois suas lembranças não a estavam abandonando de jeito nenhum, aquilo a irritou um pouco, porém se deixou levar pela calmaria do lugar, e que as lembranças fluíssem, e ela se lembrou daquele dia, do dia em que seu temor foi confirmado para si.
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Sakura estava em seu consultório no hospital de konoha, já havia passado uma semana do episódio de bebedeira de Sasuke, desde aquele dia que ela não o via, pois ele havia saído numa missão rank S pela ANBU, ela até agradecia mentalmente por isso, pois assim eles não tinham que ter momentos constrangedores, em que eles não soubessem o que dizer um pro outro, ou ter que ver seu marido chegando bêbado em casa.
Só de pensar que o que aconteceu aquela noite poderia se repetir a deixava triste e apreensiva. Triste, pois amava seu marido e se eles não conseguissem mais se tocar tinha medo que se ele não gostasse mais dela e apreensiva, pois sabia que ele havia se casado com ela pra reconstruir seu clã, e se eles não pudessem fazer isso, ele poderia tentar achar conforto em outra.
Ela estava perdida em seus pensamentos quando alguém bateu na porta e entrou.
- Sakura... Desculpe incomodar... Mais precisamos conversar... – Era Shizune. Ela estava nervosa e não sabia como começar aquela conversa.
- Não é incômodo nenhum Shizune-san. – Ela respondeu sorridente não transparecendo seus temores.
- Sakura, é difícil começar essa conversa para mim, pois eu estarei quebrando meu sigilo médico/paciente, mas preciso da sua ajuda. – Ela começou receosa, mais foi direto ao ponto – Um paciente veio procurar minha ajuda uma semana atrás, ele está com um problema complicado e pediu que eu o curasse...
- Prossiga Shizune-san – O sorriso não mais estampado no rosto de Sakura, ela estava apreensiva, no fundo ela desejava que não fosse ela, que fosse outra pessoa.
- Porém Sakura-san nós não temos uma cura para esse problema ainda... – Ela torcia as mãos em forma de nervosismos não saia como continuar e dizer para sua amiga que seu marido estava impotente sexualmente.
- Continue Shizune! – Ela estava com os cotovelos apoiados na mesa e os dedos entrelaçados um no outro enfrente ao rosto como Tsunade fazia quando estava pensando e tinha que tomar uma decisão. Ela falara num tom seco e direto fazendo a outra engolir em seco.
- ffff – Ela suspirou – Sakura, seu marido me procurou semana passada para que eu o examinasse e eu constatei que ele está impotente! Pronto falei! – Ela despejou tudo de uma vez esperava a reação da rosada apreensiva.
- Eu já suspeitava Shizune, só não queria admitir que era verdade... – Ela abaixou a rosto e falou conformada com a situação. Levantou-se e se apoiou com as mãos na janela de costas para Shizune, não queria olhar para ela e mostrar que seus olhos estavam se enchendo d'água com a confirmação de seus temores.
- Acalme-se Sakura, eu estou aqui por que preciso de sua ajuda como médica. Ele me pediu para que tentasse descobrir a cura, porém não fui capaz disso, não com as pesquisas atuais sobre o assunto. – Ela falou em um tom compreensivo, tentando acalmar sua amiga, não era casada mais, como mulher podia compreender sua tristeza.
- Sei das pesquisas Shizune, isso também é uma de minhas preocupações, não há uma cura até o momento... – Ela abaixou a cabeça. – Poxa eu queria que Le tivesse vindo me procurar, tivesse vindo pedir minha ajuda, os somos companheiros... – Ela falou aquilo baixo, como se estivesse exteriorizando seus pensamentos pra si mesma.
- Sakura-san, posso compreender sua frustração, mais também posso enxergar o lado de Sasuke, ele é muito orgulhoso, e só de vir a um hospital e pedir ajuda já mostra o quanto ele quer ajuda. Pedir ajuda pra você, que por mais que seja a melhor médica de konoha, é a esposa dele, talvez seja algo doloroso. – Ela falou num tom carinhoso para sua amiga.
- Eu queria que ele tivesse vindo pedir a minha ajuda, sou a esposa dele, ele tinha que confiar em mim! – Ela estava com os olhos marejados. Saber que Sasuke foi procurar Shizune pra pedir ajuda e não a ela a mogoou.
- Mais agora você pode ajudá-lo minha amiga! Ajude-me a pesquisar a cura! Sei que com você ajudando acharemos. – Ela olhou Sakura nos olhos como para dar forças a ela.
- Ok Shizune, vamos pesquisar juntas. – Dando um sorriso sincero. Limpando as lágrimas que nem chegaram a descer. - Porém Sasuke não pode saber que eu estou a ajudando. Ele pode se irritar e procurar outra pessoa que ajude a curá-lo!
- Como você preferir Sakura. – Ela sorri carinhosamente pra ela.
- Outra coisa Shizune... Quero que você fique com o cargo de Médica- chefe aqui no hospital... Vou pedir para Tsunade-shishou para que ela me deixe trabalhar na pesquisa e em casos eu não sejam complicados. – Ela falou séria e decidia.
- Tem certeza disso Sakura?!
- Sim, absoluta! Quero achar a cura o mais rápido possível! E quando a acharmos... Eu quero que você receba todo o crédito pela descoberta! Estamos entendidas? – Ela disse num tom quase autoritário, para que não houvesse argumentação com a sua decisão.
Ela pareceu meio surpresa por um momento, mais logo entendeu e ascentiu com um movimento de cabeça e se retirou da sala de sua amiga e companheira de trabalho.
Sakura ainda ficou por um momento em sua sala, formulando as informações, e pensando como começaria as pesquisas.
Konoha já havia pesquisado antes porém não tinha muitos casos e homens que procuravam ajuda numa situação dessas, vergonha talvez. Ela ia aproveitar que Sasuke estaria em missão pra levar os documentos para sua casa e estudá-los para ver como iria começar.
Mais naquele momento, o mais importante era ir até Tsunade e pedir seu desligamento de chefe no hospital. E foi o que ela fez. Pegou suas coisas e rapidamente saiu do hospital. Se dirigindo a torre da Hokage.
Sakura foi o mais rápido que pôde, porém quando chegou na porta do escritório de sua shishou hesitou por um momento em bater na porta. Sabia que ela iria querer uma explicação para suas atitudes. Ela estava perdida em seus pensamentos quando ouviu a voz de sua mestra do outro lado da porta.
- Vai ficar o dia inteira aí Sakura ou vai entrar?! – Ela falou num tom de descaso porém autoritário.
Sakura deu um suspiro do lado de fora da porta e então abriu-a e entrou. Estava tão decidida e agora a presença intimidadora de Tsunade estava dificultando começar o assunto. Sabia que ela não lhe negaria esse pedido, principalmente porque a via como uma mãe e ela sempre lhe amou como a filha que ela nunca teve, ela mesmo já havia dito que a queria feliz independentemente do que fosse.
Ela andou em passos firmes e rápidos até a mesa de sua shishou e ficou uns instantes tentando formular como começaria.
- Sakura, não tenho o dia inteiro... Diga logo o que veio falar comigo! – Tsunade a encarava como se estivesse esperando que ela começasse a qualquer momento a falar para que estava ali.
- Ah... sim – Ela se deu conta do que estava fazendo e se desconcertou um pouco, sua figura a intimidava, eram poucas as pessoas que conseguiam fazer isso, e ela sem dúvida alguma era uma delas. – Tsunade-shishou, serei direta no que tenho a dizer e a lhe pedir...
- Já está enrolando... – Tsunade a cortou num tom que pra alguns poderia ser de repreensão mais Sakura que a conhecia bem sabia que ela estava tentando ser amigável. Quando não era algum assunto do interesse de konoha ou do treinamento de Sakura. As duas sempre tiveram uma relação amigável e descontraída entre elas.
- Pois bem shishou... Eu quero me desligar do comando do Hospital. Deixarei ele nas mãos de Shizune,já combinei com ela isso. Não quero deixar de trabalhar lá é claro, mais não quero ter toda a responsabilidade e o tempo que aquele cargo requer... – Ela falou tudo de uma só vez, tentando explicar tudo.
- Posso saber o porque disso agora? Pelo que eu saiba você sempre gostou de seu cargo, nunca reclamou dele e conseguia dar conta dele sem nenhuma falha... – Ela a interrompeu, voltando a sua expressão séria e analítica. Observando bem suas reações.
- Claro shishou... – Ela fez uma breve pausa. – Sabia que você iria querer uma explicação... É que eu e Shizune estamos reabrindo as pesquisas para curar a impotência sexual, sabemos que não há uma cura para isso então, eu principalmente, estarei me dedicando a encontrá-la o mais rápido possível. Por isso quero ter o tempo livre para me dedicar com afinco nisso. – Ela falou com normalidade, sobre o assunto, afinal ela era uma médica e aquele era o seu trabalho, cuidar e curar das pessoas.
- Posso saber o porquê disso AGORA? – Ela estava desconfiada – Alguém em especial está com esse problema Sakura?! – Ela estava sondando. Sakura estava escondendo algo e ela descobriria o que era.
- Não... Ninguém especial... Apenas dedicação médica com esse assunto... – Ela gesticulava e virava os olhos pra todos os cantos, menos para sua mestra. Ela não sabia mentir. Como ela odiava isso.
- Pare de me enrolar Sakura! – Ela falou num tom um pouco mais elevado, fazendo a outra parar instintivamente. – Você não sabe mentir. Agora fale-me quem é, ou não terá permissão para deixar o cargo! – Encarou-a nos olhos.
- Está bem Tsunade-sama... É o Sasuke! Ele voltou ferido de uma missão e desde então ele não consegue ter uma ereção! No início achei que fosse minha culpa, mais Shizune disse que ele a procurou no hospital e ela constatou seu problema e veio me pedir ajuda, para achar a cura para o problema dele. E eu realmente preciso curá-lo shishou, pro bem do meu casamento! – Ela praticamente vomitou todas aquelas palavras que estavam presas em sua garganta, enquanto andava nervosamente de um lado pro outro pela sala.
Tsunade pela primeira vez estava sem saber o que dizer. Ela ainda não tinha entendido direito. Foi muita informação de uma vez. Sasuke, um dos homens mais desejados de konoha, com todo seu orgulho e masculinidade estava impotente! Ela teve vontade de rir por um segundo, mais se controlou devido a seriedade da situação.
- Sakura... eu não sei o que dizer a situação que você acaba de me falar parece ser tão irreal... Mais se for para você ser feliz eu te dou permissão que se dedique a achar a cura para seu marido. Você pode fazer o que for preciso para achar a cura, e tem permissão para sair da vila toda vez que precisar se for ajudar nas pesquisas.– Ela disse tentando disfarçar seus pensamentos e tentando passar um apoio para a menina que ela tinha tanto afeto a sua frente.
- Arigatou shishou! – Ela estava realmente feliz com a compreensão e consentimento de sua mestra, deu um sorriso radiante para ela e se retirou da sala.
Ela passou no hospital, e lá pegou com Shizune tudo o que ela tinha sobre as pesquisas e lhe informou que no dia seguinte ela já poderia assumir o cargo de Médica-chefe do hospital de konoha.
Ela estava indo para casa, quando esbarrou com Ino, sua melhor amiga desde a infância na rua. Elas tiveram suas desavenças por causa de Sasuke na juventude, mas tudo se resolveu com o passar do tempo, elas foram crescendo, amadurecendo, se descobrindo, e Ino esqueceu do "amor" que tinha por Sasuke, afinal aquele era apenas um amor platônico e ela era apenas uma menininha. Elas agora, já duas mulheres feitas, riam da época em que brigaram por causa dele. Elas eram amigas acima de tudo!
- Sakura-testuda! Que coincidência te encontrar! Estava agora mesmo pensando em passar no hospital e te chamar pra tomarmos um drink e botarmos o papo em dia! – Ino gritou quando viu Sakura. Estava muito feliz e satisfeita ao encontrá-la na rua.
- Ino-porquinha. Agora eu não posso eu tenho trabalho para fazer. Vamos amanhã, ok?! – Ela tentou se esquivar do pedido de sua grande amiga, não queria ter que recusar o convite dela, vazia tempo que as duas não sentavam juntas e jogavam conversa fora, mas estava ansiosa para ler os relatórios.
- Ah não Testuda! Você não vai fugir! Então nós vamos la pra casa. Estou com um garrafa de sakê. Sei que Sasuke está em missão! Podemos beber até tarde e você pode dormir lá! Estou com saudades de você! – Ela puxou a amiga pelo braço rua acima, não dando tempo desta responder.
- Ok Porquinha, mais só porque você é minha melhor amiga viu! – Ela riu da situação, seria até bom se distrair um pouco. Estava com muitos problemas ultimamente.
As duas chegaram a casa de Ino, era uma casa relativamente grande para uma pessoa só. Já fazia alguns anos que Ino saíra da casa dos pais para morar sozinha. Desde que namorar Sai aos 18 anos, mesmo depois deles terem terminado ela continuava a morar sozinha.
Era uma casa com uma sala espaçosa e confortável, dois quartos e uma cozinha era um ambiente muito agradável. Elas chegaram e logo Sakura depositou suas coisas na mesa da sala e sentou-se no sofá, enquanto Ino foi para a cozinha.
- Vamos comer brigadeiro Testuda. Faz tempo que não como brigadeiro de panela. Isso! Vamos passar a noite comendo brigadeiro de panela, tomando sakê e jogando conversa fora! Isso só não é melhor que sexo! – Ela estava mexendo na dispensa enquanto falava sozinha, toda animada. E soltou uma risada.
- Porquinha você é muito pervertida sabia! – Sakura se encaminhou até a cozinha para ajudar sua amiga e implicar com ela era muito divertido.
- Eu?! Mais que absurdo você pensar esse tipo de coisa de mim Sakurinha – Brincando se fazendo de desentendida – Oras... é a suja falando da mal lavada né! – Elas saltaram boas gargalhadas depois disso
As duas se divertiram muito preparando o brigadeiro e tomando sakê, fizeram uma grande bagunça na cozinha, se sentiram que nem duas adolescentes, rindo, brincando, esquecendo do mundo la fora.
Já era tarde e as duas ainda estavam acordadas, degustando sua bebida, e comendo seu doce, estavam de pijamas e coradas devido a bebida. Elas riam alto e ficavam relembrando das suas travessuras de infância e de casos engraçados que aconteceram em suas vidas.
- Porquinha, você não acha que está na hora de formar uma família?! Só pensa em namorar! – Ela falou divertida, provocando a amiga
- Oras testuda! Você que casou cedo demais, eu estou curtindo minha juventude! Mais fique tranqüila Saku-chan acho que desta vez estou apaixonada de verdade! Ele me faz sentir as borboletinhas no estômago e consegue preencher meus pensamentos... Ah Testudinha o Gaara-kun é tão perfeito! . Ele tem aquele jeito calado dele, mais ele é tão fofo comigo, já até me deu flores... – Ela disse sonhadora e romântica.
Sakura abaixou a cabeça por um momento, refletindo, era verdade ela era a única casada, todos estavam curtindo a sua juventude, namorando, se conhecendo e desvendando os mistérios do amor. Só ela que não havia passado por essa fase.
Ainda era uma menina apaixonada por seu amor platônico de infância quando Sasuke retornou para a vila, sem ter cumprido sua vingança ainda, e a pediu em casamento, em seguida. Eles nem namoravam quando ele o fez, apenas o fez, sem nenhum romantismo, apenas a pediu em casamento. Ela era tão apaixonada que não se importou com os detalhes como a falta de romantismo da parte dele, ou o fato de eles nem namorarem, ela aceitou no mesmo momento, sem pensar duas vezes, afinal, ela o que era mais queria na sua vida né? Se casar com Sasuke era seu sonho não!?
Até aquele momento ela achava que sim, que sua vida era perfeita, que seus sonhos haviam se realizado, porém com o passar dos meses ela se descobriu infeliz, mais não entendia o porquê. Sim ela agora pensava no porque. Ela amava mais seu marido do que a si mesma! Desde que casou percebeu que sua vida não seria o conto de fadas que ela idealizara em seus sonhos. Sua vida era ir trabalhar no hospital e cuidar da casa. Ela nunca havia sido romântico, eles nunca se trataram com carinho, não por culpa dela, se tratavam sempre com respeito e educação, ele nunca havia dito Eu te amo para ela!
Ela estava pensando sobre tudo quando começou a chorar enquanto Ino falava sem ter reparado que ela estava pensativa. Ela chorava por tudo que estava acontecendo, pela sua infelicidade, pelo o que estava acontecendo com seu marido, por descobrir que seu mundinho perfeito não existia, por descobrir que ela não se amava o quanto ela achava que amava. Por só perceber agora que seu marido havia se casado com ela apenas para reconstruir seu clã e porque aquela vida que era a única que ela conhecia até o momento podia ruir se não encontrasse uma cura logo para seu esposo.
Ino então percebeu o que se passava com sua amiga e parou de devanear sobre sua vida e abraçou-a.
- O que foi que houve minha amiga?! – Ela estava preocupada com sua melhor amiga e a abraçava dando o apoio que a outra precisasse incentivando-a a se abrir com ela. – Está acontecendo algo?! Quer desabafar?
- Oh minha amiga, estou me sentindo tão infeliz! Meu casamento não vai nada bem, nunca esteve bem eu só não queria enxergar isso! Agora percebo que meu marido não queria alguém para ele amar ele queria apenas uma mãe para seus futuros filhos! – Ela falava suas aflições para sua amiga, machucava tanto ter que admitir isso. - Eu só me sentia amada por ele na cama Ino-chan, e agora nem isso fazemos mais!
- Como assim Sakura-chan?1 Seu marido não a procura mais na cama?!
- Ino-chan, eu e Sasuke não fazíamos sexo desde quando eu quase perdi meu bebê... – Sakura estava revelando aquele seu segredo, ela logo no início do casamento havia engravidado, para sua felicidade e a de Sasuke, foram os momentos mais felizes de seu casamento, porém no terceiro mês de gravidez ela quase sofreu um aborto espontâneo e descobriu que sua gravidez era de risco, Sasuke então parou de procurá-la na cama, com medo de que assim pudesse fazer com que ela perdesse o bebê. Porém todo esse cuidado não adiantou, pois o bebê não resistiu ao parto complicado devido ao cordão umbilical que estava enrolado em seu pescoço. Sasuke estava inconsolável, foi a primeira vez que ela tinha visto ele perder o controle, quando ele soube da morte do bebê ele socou a parede do quarto do hospital e deixou uma fina e única lágrima escorrer por seu rosto. Ele saiu em uma missão longa depois daquele dia e voltou só naquele dia, ferido. – Quando ele voltou eu queria tanto, engravidar novamente para tentar ocupar a tristeza que eu fiquei, e que sabia que ele tinha ficado também, porém não consegui Ino-chan... Sasuke ele voltou ferido da missão... Ele está impotente Ino-chan...
- Como assim o Sasuke está impotente?! – Ela estava incrédula, nunca tinha ouvido de alguém que ficasse assim, sabia que pessoas mais velhas com o tempo não conseguiam mais, mais Sasuke era jovem, não consegui imaginar uma coisa dessas!
-Isso mesmo Ino-chan! Ele na consegue ter uma ereção! Nós não conseguimos fazer sexo! E eu estou com medo de meu casamento acabar se eu não puder dar filhos pra ele!
- Oras Saku-chan, não vou ficar agora dizendo, "nós te avisamos", mais eu tenho que te lembrar que as suas amigas te disseram que era isso que ele queria no casamento... – Ela puxou-a para mais um abraço
- EU SEI! E isso está me machucando ainda mais! Eu devia ter me amado mais! Mais eu o amo tanto, e continuo amando-o. Por isso me comprometi com Shizune a tentar encontrar a cura... Vou curar meu marido e salvar meu casamento... É isso que eu tenho em mente no momento. – Ela agora já estava mais calma e enxugando suas lágrimas
- Você tem toda razão em querer encontrar a cura, mais não acho que você deveria fazer isso apenas para salvar seu casamento... Eu acho que você deveria agir como uma médica profissional e curar um paciente seu e não curar seu marido... Acho que esta na hora da senhora pensar mais na Sakura e não na senhora Uchiha! Tentar encontrar outras formas de felicidade e não apenas achar que ela está em seu casamento! – Ino a olhava nos olhos e falava seriamente aquelas palavras, ela podia ser um pouco fútil e vaidosa demais, porém sabia ser madura quando era necessário.
Sakura abaixou o rosto envergonhada, Ino estava certa, ela não devia curá-lo apenas pensando em seu casamento, e sim pensando no bem estar de Sasuke também! Afinal ela era uma médica devia cuidar de qualquer um que necessitasse de sua ajuda. Reconhecer também que ela se apoiava demais em seu casamento também foi como um tapa em sua cara, sempre se achou muito auto-suficiente e agora via o quão frágil era. Não pensava vivia como Sakura e sim como a Senhora Uchiha.
- Hei Testuda! Eu só quero o seu bem! Sejam qual forem suas atitudes... – Ela agora falava carinhosamente com sua amiga e abria seus braços para a amiga e lhe ofereci um sorriso radiante.
Elas se abraçaram. E foram dormir. Sakura estava se sentindo aliviada por ter desabafado tudo o que precisava. Agradeceu-se mentalmente por ter encontrado Ino
aquele dia.
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Só pra lembrar pra vocês que a autora pede com todo amor e carinho pelas reviews até se for pra dizer que você odiaram e que isso ta uma droga! (Mais se for pra ser uma review boa ela vai pular de alegria xD)
Bjinhusss e vou tentar escrever o próximo mais rapidamente ^_^
