N/A: Oi pessoal! Este é um bónus, com muito lemon!
Eu fiz isto originalmente como uma short, mas vi que se adequava bem a esta fic, por isso… (:
TRÊS MIL PALAVRAS DE PURO LEMON,
Enjoy!
Bónus
Naquele fim-de-semana, tinha a casa só para mim. Bom, para mim e para quem eu quisesse deixar entrar. E naquele momento só uma hipótese vinha à minha cabeça.
Na sexta-feira anterior, tinha cuidado muito bem de mim. Tinha ido à depilação, e tirei todos os pêlos do meu corpo. Sim, do meu corpo todo! E… para ser sincera, não posso dizer que não doeu muito, porque aquilo era cera quente, a puxar a pele dos meus sítios mais sensíveis. Ouch! Foi uma experiência que espero repetir dentro de muito, muito tempo, se Deus quiser. Mas, como diz o velho ditado: "É preciso sofrer para bela se ser". (N/A: haha, bela - Bella, perceberam?? hahaha não? Pronto... --')
Depois da depilação, hidratei-me nas pernas, nos pés, na cara, no pescoço, nos braços, nas coxas… em todo o lado, resumindo.
Após isso – sentia-me um pouco envergonhada, confesso – fui até à gaveta de lingerie da minha mãe – e sim, usamos o mesmo tamanho – e tirei um soutien e umas cuecas pretas de renda azul-marinho, muito pequenas. Perigosamente pequenas. Eram muito sexy e fá-lo-iam ficar mais excitado com o meu corpo. Afinal, a nossa primeira noite tinha de ser perfeita.
Mas não podia deixar de me sentir nervosa com isto tudo. Seria a noite em que eu me entregaria a um homem. A noite em que eu perderderia a virgindade. Será que tudo correrá bem? Uma vozinha na minha cabeça insistia que tudo seria perfeito, como eu imaginava, mas outra insistia que eu seria um desastre. Em quem devo acreditar?
Enquanto pensava nisto, estava a tentar escolher uma camisa de noite que ficasse bem com a lingerie (desta vez, eram minhas). Haviam duas com as quais eu não me decidia. Eram ambas da Victoria's Secret e também eram ambas rendadas, no decote. Uma era vermelho-vivo, com um decote maior que a outra. A restante era branca, muito transparente, não dando muito lugar para a imaginação. Decidi-me ficar pela branca. Achei que me dava um toque mais… puritano – apenas por causa da cor, é claro.
Depois, dei um jeito ao meu quarto, para ficar mais espaçoso e confortável, mas andava tão distraída que ia pondo a almofada na sanita. Enfim…
Fui comer qualquer coisa, mas não estava com muito apetite. Havia algo preso ao meu estômago, que teimava em ficar lá. Ah, já sei o que era. Chamava-se ânsia.
Como não me conseguia distrair, fui tomar um longo banho morno, para relaxar os músculos. Estava tão tensa… Pus gel de banho numa das mãos, e esfreguei à outra. Passei as mãos por todos os sítios do meu corpo, até chegar ao meu baixo-ventre. No dia seguinte, seria diferente. Já não teria aquele ar inocente e puro, característico da virgindade. Tentei afastar aquela ideia da mente.
Por alguma razão, não consegui. Por isso, reflecti sobre o assunto. Nunca mais seria aquela menina santa que nunca fez nada de maroto. E mesmo que não contasse a ninguém, eu mesma sabia que, por dentro, nunca seria a criança que fora um dia, e que por vezes ainda queria ser. Refugiava-me do mundo, entrando num só meu. Calmo. Pacífico. Sem ninguém a atormentar-me.
Mas eu queria ser assim. Eu queria deixar de ser criança ao lado da pessoa mais perfeita do mundo.
Nessa noite não dormi. Quer dizer, dormi mesmo. Tive sonhos, sonhos molhados, mas não consegui descansar nada. Acordei muitas vezes, e logo adormecia de novo, exausta. Acabei por me levantar às oito e meia, e acreditem, a essa hora ainda é cedo de mais para acordar, a um fim-de-semana.
Eu não tinha pressa, pois ele só chegaria depois do almoço. Desci as escadas, envolta num roupão, e fui comer qualquer coisa, apenas para enganar a fome – fome de comida, fome de companhia, fome de desejos que depressa se tornariam realidade.
O resto do dia passou a correr. Isto é, enquanto ele não vinha. Depois de tomar o pequeno-almoço, fui tomar um duche de água fria, para ver se acordava. Após isso, estava sem nada para fazer, por isso fui escrever um pouco no computador. Isso deixava-me mais calma, fazia-me esquecer de tudo. Agora estava a escrever uma história do género "Romeu & Julieta", mas envolvendo sexo e vampiros. A minha cabeça tem a mania de interpretar as coisas mais estranhas, enquanto escrevo.(N/A: vou deixar que comentem vocês...) Nem dei pelas horas passarem.
Os meus olhos voavam, distraídos, pelo ecrã, e passaram no relógio digital. Merda! Já é meio-dia e meio e ainda nem sequer tenho almoço! Agora estava bem frustrada.
Fiz rapidamente duas sandes, pois não estava a fim de preparar algo mais complicado. Comi-as à pressa, bebendo um copo de leite no final. Fui lavar gloriosamente bem os dentes, e verifiquei três vezes se tinha ficado algo nos mesmos. Depois, pus desodorizante novamente e fui trocar de roupa.
Antes da noite, tinha de pôr outro vestuário, não iria andar pela casa em lingerie e uma camisa transparente, isso faria-o querer-me antes do tempo, de modo que optei por uma camisa branca e curta e uns jeans azuis-escuros. Calcei uns ténis pretos, já gastos, e voltei à casa de banho para arranjar o cabelo e a cara. Olhei mais de perto para o espelho, para ver se não haviam pêlos encravados nas sobrancelhas. Passei o teste. Foquei o olhar mais abaixo, para o buço, desta vez. Passei, também. Agora o cabelo.
O meu cabelo era louro platinado, liso, e ia até à minha cintura. Pensei em deixá-lo livre, quando me lembrei de uma vez em que ele elogiou o meu cabelo entrançado. Resolvi, por isso, fazer uma longa trança, com o cabelo todo.
Dei um pulo, quando ouvi a campainha a tocar. Bolas. Ainda não estava pronta! Olhei de relance para o relógio. Ainda não era uma e meia. Talvez ele tivesse chegado adiantado, tal era o entusiasmo. Não o podia culpar, se eu própria me sentia assim.
Fui até ao hall de entrada, e abri a porta, com um enorme sorriso no rosto. Depressa ele caiu, com um pouco de alívio. Suspirei. Alice estava do outro lado, a pedir algo. Estava tão absorta nos meus pensamentos que nem a ouvi. Vi apenas o seu olhar tornar-se fulminante. Fiz um esforço por tentar entendê-la. Ela às vezes podia ser assustadora, embora fosse muito, muito pequena. Talvez o tamanho lhe desse um ar um pouco perverso, quando se comportava daquela maneira.
- Rosalie Marie Hale! Tu ouves-me? – gritava ela, enfurecida. Ninguém ousava subestimá-la, sequer.
- Hum, sim, desculpa. Diz, o que se passa?
- O que é que se passa contigo? Tens andado muito estranha, ultimamente. Bom, deves estar de TPM. Como é que vai o Jacob? Não acabaram, não? Talvez isso explicasse o teu comportamento. Oh, já me esquecia. Tens aí os TPC's de Filosofia, não tens? É que eu esqueci-me de os apontar, e se não os faço, o professor lixa-me toda. Diz-me que tens, Rose. Fartei-me de andar pelas casas de toda a gente, eles pelos vistos também não tinham apontado. Oh, que gente, hein? Então, os trabalhos? HUM? – disse tudo isto de uma assentada. Antes, costumava ficar muito confusa, quando falávamos ao telefone, mas agora já estou habituada. De vez em quando, ainda tenho de descodificar o que ela diz, quando fala com outras pessoas.
- Está tudo bem, Allie. Não, eu e Jacob não acabámos. E sobre os TPC's, que eu me lembre não havia. Talvez seja por isso que ninguém anotou. – disse eu. Se ela não tivesse tanta confusão dentro da sua cabeça, com certeza entenderia.
- Hã, como é? Não há TPC? Ah, está bem. Provavelmente não te lembras. Eu vou só ter com Jazz, talvez ele se lembre.
E nisto já ela se encontrava perdida nos seus pensamentos, possivelmente a imaginar o seu encontro com Jasper. Um leve sorriso aparecia no seu rosto. Despediu-se, ainda com a cabeça nas nuvens.
Voltei para o meu quarto, triste. Nem me importava assim tanto se fosse ele a aparecer, mais cedo. Arrumei o meu pijama, fiz a cama, ajeitei uns livros na prateleira. Novamente, com acções vazias. Depois, pensei.
O que faríamos antes? Oh, podíamos ver um filme. Um filme romântico, decerto seria o mais apropriado. Fui até à minha colecção de DVD's, mas não encontrei nenhum que servisse. Talvez a minha mãe tivesse algum. Dirigi-me ao seu quarto e olhei para uns filmes. "Titanic" era um bom filme, mas provavelmente far-me-ia chorar, e ninguém quer isso quando se está prestes a... enfim, vocês entendem. Resolvi escolher "E Tudo o Vento Levou", um clássico teria de servir.
Ele tocou à campainha. Desta vez, tinha a certeza que era ele. Abri rapidamente a porta, vi mesmo que era ele e atirei-me para os seus braços. Agarrei-me aos seus cabelos negros e puxei-o para mais perto de mim. Beijei-o docemente e ele, calado, correspondeu. Ficámos ali um pouco, no beiral da entrada. Ele sorriu.
- Oi. – e riu-se. Eu adorava o seu riso rouco e sexy. Eu matava para o ver rir.
Ri-me também. Ele estava muito calmo, e de repente, também eu estava. Sim, quando estava com ele, perdia todo o nervosismo, ele era contagiante.
- Então, o que tens planeado para nós? – disse, com um sorriso de esguelha. Sim, eu era conhecida como a organizadora de tudo, todos os detalhes teriam de coincidir com os meus planos.
- Bom, não sei… Tudo depende de ti, sabes… - eu suspirei, a tentar provocá-lo.
- De mim? Então vejamos as nossas hipóteses: podemos fazer isto… - e nesse momento pegou-me na cara, e pensei que me fosse beijar, mas em vez disso começou a traçar um caminho de beijos desde o meu pescoço até ao pequeno espaço entre a minha bochecha e a minha boca. Quando eu estava prestes a virar a cara, ele afastou-a, com um sorriso travesso. - …ou isto.
E nisto pegou-me ao colo, fazendo-me protestar, e deitou-me no sofá. Colocou um joelho de cada lado do meu corpo, para que eu não fugisse – embora eu não tivesse intenções de o fazer – e atirou-se para cima de mim. Eu coloquei os meus braços à volta do seu pescoço, e quando estava a míseros centímetros da sua boca, ele parou, de novo. Eu não desgostava daquele jogo, mas fazia-me perder a cabeça.
- Então, o que vai ser? – perguntou, com o mesmo sorriso estampado no rosto. Tinha-se sentado em cima das minhas pernas, e eu tinha-me levantado um pouco. Fiz um ar pensativo.
- Hum… Talvez… não sei, o que é que tu preferes? – ripostei, enquanto passava os meus dedos pela sua camisa cinzenta.
- Oh, não! Quem decide és tu, Rose.
- Então, está bem. Podemos fazer…isto.
E puxei-o de novo, para mim. Ele abriu mais o seu sorriso lindo, e sucumbiu à tentação. Pôs os braços nas minhas costas, num abraço, e entrelaçou as suas pernas nas minhas. Ia brincando com o meu cabelo, enquanto me beijava ferozmente. Movíamos os nossos lábios em ritmos constantes, e eu abri a minha boca, dando-lhe permissão para entrar. As nossas línguas tocaram-se, e continuaram a procurar o caminho para a boca oposta. Jacob lambeu o meu lábio inferior, e voltou para dentro. Continuámos a mover as nossas bocas, de forma tão selvagem quanto antes.
- Rose… - disse ele.
Ele parecia receoso.
- Tu queres… tu queres mesmo fazer isto? É que eu compreendo, se não estiveres pronta… Tu… queres mesmo? Tens a certeza?
- Jake, é claro. E nós já tivemos esta conversa. Eu estou pronta. Anda lá…
Ele voltou a beijar-me, desta vez mais entusiasmado. Sim, eu podia ver que era isto o que ele queria. Passou as mãos por cima dos meus seios, e eu estremeci levemente. Não era como se ele não tivesse feito aquilo antes, mas um arrepio de excitação percorreu-me a coluna.
"O sofá é grande", pensei. Talvez desse para o fazermos aqui mesmo. Tentei dar-lhe dicas. Ele gemeu, quando passei os meus dedos gélidos por dentro da sua camisa, pelo abdómen bem definido. Fui desabotoando os botões, desde o colarinho até ao fim. Ele tirou a camisa rapidamente, e olhou-me fogosamente. Jacob entendera. Imitando o meu gesto, passou os dedos pelo meu pescoço – que começo a julgar que se trata do seu sítio predilecto no meu corpo – e quase arrancou a minha camisa, expondo o meu peito.
Ele deu uma risada, e murmurou algo como "foi da pressa", enquanto mergulhava a sua face nos meus seios praticamente à vista, dado o seu investimento ter sido um pouco inesperado. E gostei. A sua boca em contacto com os meus mamilos – agora salientes – fazia-me perder o controle, e quando deu leves sucções, eu pensei que ia morrer ali mesmo. Mas morreria feliz. Não conseguia controlar a minha voz. Ele parou e olhou para mim, contemplando-me quase como vim ao mundo. (semi-nua, pois as calças ainda não tinham sido removidas)
- És linda, meu amor.
Eu corei imenso. Ainda não estava habituada àquilo, embora soubesse que ele estava. E pensei que não me importava, mas agora vejo que somos diferentes. Talvez os opostos, que se atraem e ficam perfeitos. Respirei fundo e foquei-me na pessoa à minha frente.
Decidi "brincar" com ele, também. Empurrei-o, e ele caiu do outro lado do sofá. Mordi o lábio, sedutoramente, e deitei-me em cima dele. Talvez "deitar" não seja a melhor palavra para descrever o que fiz. Espremi-me em cima dele, de forma bastante desajeitada, isso sim. Ei, não tenho muita prática! Ele fitou-me, num misto de surpresa e divertimento. Veio buscar o meu beijo, e eu toquei no botão das suas calças, onde senti um alto. Ele deu um gemido, que me fez sentir bem, poderosa. Estava a começar a habituar-me à enorme sensação de intimidade que começava a crescer entre nós. E estava a gostar, mesmo muito. Eu levantei-me, e ele pareceu-me confuso e intrigado. Sorri-lhe e levei-o para o meu quarto. Ele estava abraçado a mim, eu estava de costas para ele, e ele ia brincando com os meus seios, a fazer vários círculo com os dedos, visivelmente divertido, nunca parando de sorrir e de me beijar o pescoço.
Respirei fundo. Estava a tentar mentalizar-me do que estava a fazer, e sorri. Virei-me para ele, dei-lhe as mãos e sentei-me na cama. Ele ainda sorria, desta vez compreensivo.
- Vai correr tudo bem, Rose. Não tenhas medo, vai correr tudo bem.
Eu também o amava por isto. Ele sabia sempre o que dizer para me acalmar. Beijei-o por um momento, e enrubesci, pois tinha-me apercebido de que ainda estava a fazer topless… Revirei os olhos e puxei-o para a cama. Fechámos os olhos e beijámo-nos de novo, apalpando e tocando cada parte do outro, descobrindo-nos pela primeira vez, saboreando cada milímetro do outro ser.
E um ser perfeito, por sinal. Passava as mão pelo seu abdómen, rígido e bem definido (N/A: belas tabletes… :DD). Ele era muito moreno, era uma tonalidade castanha avermelhada linda, quase brilhava. Passei as mãos pelo seu cabelo, cheirava a floresta e a mar, era muito macio e sedoso, negro como os seus olhos. Esses, agora fechados, eram grandes, límpidos e profundos, sempre alegres e serenos.
As calças e a roupa interior que restava já havia desaparecido, e os lençóis estavam todos amarrotados. Ele, muito devagar, aproximou as mãos das minhas coxas, fazendo-as passar pelo seu quadril. Abrimos os olhos, e ele sorriu-me gentilmente, e avançou. Eu sustive a minha respiração, enquanto ele me penetrava, devagar. Senti uma dor acutilante, mas o grito ficou retido na garganta, e apareceu em forma de expiro ofegante, quando ele parou, dentro de mim.
- Estás bem? – perguntou, hesitante.
- Sim. Sim, estou bem. – respondi, já a recuperar o fôlego.
Ele sorriu mais uma vez e deu leves investidas, protegendo-me com as mãos sob a minha cabeça. Ia afagando-me as bochechas, ocasionalmente, ainda devagar. Agora não conseguia sentir dor, era algo inimaginável, incontável, indescritível. Naquele momento, só queria que continuasse, mas mais depressa. Começou a aumentar a rapidez do vai-e-vem, fazendo-me mover em conjunto com ele, também. Senti um fogo a crescer no meu peito, no meu estômago, em todo o meu corpo. Eu sabia que estava prestes a experimentar o meu primeiro orgasmo, e sentia-me feliz. O fogo continuava a aumentar, e não sabia se o conseguia reter por muito tempo. Ele também ofegava, exasperado.
- Estou quase lá… – murmurou. Eu corei.
Essa frase já eu tinha ouvido muito em filmes, mas nunca pensei que fosse tão parecido com a realidade.
Continuávamos a mover-nos, cada vez mais rápido, e num segundo, as minhas costas arquearam-se involuntariamente, gememos bem alto, e Jacob mergulhou com todo o seu ser dentro de mim. Tornámo-nos num só, duas almas numa apenas. Deixámo-nos cair, moles, cansados.
E foi nesse segundo que eu senti uma das melhores coisas na minha vida. Nem sei se será certo chamar-lhe coisa. Experiência? Não, foi mais do que isso. Foi supremo, divino, impossível. Todo aquele prazer tinha de ter um nome, mas eu não chamaria aquilo de sexo, ou fazer amor, pois o amor não nasce em fábricas. Foi como se tudo deixasse de existir, aquilo era o mais próximo do paraíso possível. Eu queria ter mais daquele céu impossível, todos os dias. Naquele momento, entendi porque havia viciados em sexo, porque era simplesmente… divino. E aquilo era bem melhor que sexo.
Foi assim que adormeci, perdida em pensamentos gloriosos e abraçada ao homem que eu mais amava no mundo inteiro. Não me interessava pelo amanhã, ou pelo depois, desde que estivesse com ele. Nada mais importava, apenas ele, apenas o seu abraço aconchegante e o rubor nas suas faces, a alegria nos seus olhos e o calor no seu beijo. Desde que Jacob fosse meu, e única e exclusivamente meu, nada mais importaria.
Acordei, mais cedo que ele, e encaminhei-me para a casa de banho. Lá, reparei na langerie e na camisa de noite branca, esquecidas, que tinha reservado para a noite passada. Deixei escapar uma risada leve, e guardei as roupas malevolamente, para uma outra noite daquilo. Talvez agora pudéssemos brincar a sério. A minha barriga roncou. Ri-me de novo e fui fazer companhia ao meu amado, na minha cama, a seu lado.
N/A: :DD finalmente consegui acabar este bónus!! ESTOU CONTENTE, MESMO.
QUEREM DEIXAR-ME MAIS CONTENTE?? DEIXEM REVIEWS PESSOAL!!
Beijuss*
