Espere que estejam gostando. Vou postar mais aos poucos, mas sejam pacientes porque eu trabalho e estudo, ok?

Provavelmente, vocês vão ver algumas mudanças de personalidade nos personagens, mas peço que, por favor, respeitem a minha história, afinal, tudo se trata de imaginação, certo?

Enfim, divirtam-se!


Capítulo 2 - Um dia normal, no ponto de vista de Francesca.

POV Francesca

- Bom dia, Raio de Sol! - uma voz me gritou aos ouvidos.

Tinha que ser agora? Eu estava tão confortável na minha cama. Como gostaria de dormir mais alguns minutos...

- Anda logo, sua preguiçosa! Levanta! - a voz me chamou de novo.

Tudo bem que eu acabei de ter o sonho mais bizarro de todos, mas não é justo eu não poder descansar um pouco...

- Olha, Fran! Eu não queria ter que fazer isso, mas você não me deu escolha! - eu ouvi novamente a tal voz.

É sério! Chega de me amolar! Fiquei com vontade de dizer isso para Camila e... Espera! Era a Cami? Essa não! Ela vai...

BBBBIIIIIIII!

- AAAHHHHH! - gritei, assustada com o barulho da buzina que a Camila apertou perto de mim.

- Bom dia, Srta. Preguiça! Se você não se apressar, vamos nos atrasar para as aulas do Estúdio. - ela disse, saindo do quarto.

Essa era a Camila, minha colega de apartamento de cabelos longos e ruivos. Moramos juntas desde o início desse ano, quando decidimos ter uma vida independente, com a permissão dos nossos pais, é claro. Vivemos em Buenos Aires durante a nossa vida toda, isto é, pelo menos a Cami. Eu me mudei da Itália aos 5 anos com meus pais e meu irmão mais velho Luca. Desde então, não saímos mais daqui. Como havia completado 18 no ano passado, finalmente ganhei a liberdade. De vez em quando, eu vou visitá-los na minha antiga casa.

Infelizmente, para a Cami foi mais difícil. Ela não é o tipo de garota irresponsável, mas também não chega a ser sensata. Sua família costuma dizer que ela é... Doidinha. E não vou mentir. É verdade. Eu a conheço desde a 1ª série e nunca vi alguém com tanta disposição para se divertir como ela. É muito complicado vê-la triste ou mal-humorada. Sempre sorrindo e fazendo piadas, acaba contagiando todo mundo, mesmo os menos pacientes com esse "jeitinho" dela. Por isso, imaginem todos os acordos que fizemos para convencer a família a deixá-la dividir o apartamento comigo. Ainda assim, eu a adoro. Mesmo com as suas atitudes malucas. Por exemplo, me acordar com uma buzina.

- Lá vamos nós para mais um dia. - falei, levantando da cama.

Eu posso até ser preguiçosa na hora de acordar, mas quando estou de pé, não paro tão cedo. Além disso, era sábado. Admito que acordar às 7h00 no sábado é fogo. Porém, se era pelo curso de música, valia a pena. Afinal, a Cami e eu já acordávamos cedo para trabalhar durante semana e pagar as contas (moramos sozinhas e precisamos nos virar), então não era grande coisa.

Enfim, eu fui logo tomar banho, arrumar o cabelo, vestir-me, tomar café com a Camila, escovar os dentes e pegar minhas coisas para irmos juntas ao Estúdio On Beat. Mas não antes de passarmos no apartamento ao lado, que pertencia ao nosso amigo Léon. Ele também havia conseguido sua independência. Diferente de nós, ele mora sozinho. Ele se tornou nosso amigo na 3ª série, mas também tem amigos meninos, como o Maxi e o André, apesar de eles não andarem tanto com a gente. Léon também é um grande companheiro e muito leal, mas perde a calma facilmente, às vezes.

- Para de ficar apertando tanto a campainha dele, Cami! - eu disse.

- Mas ele demorando. E se não ouviu? - ela respondeu, ainda apertando a campainha.

- Tenho certeza que ouviu. Ele não é surdo. - retruquei, tirando a mão dela do botão.

Essa Cami tem cada ideia!

Finalmente, o Léon atendeu a porta.

- Bom dia, suas barulhentas! - ele resmungou, olhando um pouco feio para nós.

- Só pra constar, não fui eu. - defendi-me, apontando para a Camila.

- Magoou. Eu achei que você nem vinha mais. - ela explicou.

- brincando. Não posso e nem gosto de ficar faltando às aulas. Podemos ir?- ele perguntou.

- Sim. E rápido porque já estamos atrasados. - respondi.

Então, fomos juntos até o Estúdio. No caminho, falávamos dos assuntos de sempre. Música, filmes, atores e atrizes mais lindos, esportes (coisa que o Léon adorava), inclusive dos nossos colegas e professores do Estúdio.

- Fala sério! Foi difícil terminar aquela música para a aula do professor Gregório. Ele nunca fica satisfeito com nada. - Léon comentou.

- Nem fala. Lembram daquele dia que ele rasgou as partituras do Mike só porque ele errou uma única nota? - completei, rindo um pouco.

- Pois é. Depois a maluca, sou eu. - disse Cami.

Todos nós rimos, enquanto entrávamos no Estúdio, passando pelos corredores. Sabemos que estudar música não era um mar-de-rosas sempre, mas era gratificante. Especialmente quando expressamos o que sentimos através de cada melodia. Infelizmente, algumas pessoas só pensam na fama e na fortuna. Como a Ludmila e sua turma de seguidores fiéis.

- Bom dia, losers!

E falando na tal...

- Bom dia, Ludmila. - respondi num tom sarcástico, enquanto encarava aquela patricinha loira.

- Ah, com certeza. O dia está ótimo para uma estrela como eu, certo amigas?

- Certíssimo, querida. - respondeu Lara, sua amiga de cabelos castanhos claros e compridos.

- Totalmente certo. - respondeu também Gery, sua outra amiga de cabelos castanhos escuros estilo Joãozinho.

- Mais certo, impossível! - respondeu Naty, a terceira amiga de cabelos negros e cacheados.

- Vocês não tem outra pessoa pra incomodar? - perguntou Léon, aborrecido com a atitude mesquinha das meninas.

- Ora essa, Lion! Se não aguenta, pode reclamar com o diretor... Ah, espera. Eu me esqueci. Ele sempre vai me defender, já que o meu pai banca esse estúdio. - respondeu ela, sorrindo maliciosamente.

- E daí? Todo mundo paga pra estudar aqui. Você não é melhor do que ninguém, Ludmila.

Eu percebi que, falando aquilo, despertei a fúria dela. Vão por mim! Isso NUNCA é aconselhável. Tudo bem que a cara ameaçadora da loirinha não assusta, mas não a subestimem. Nem fazem ideia do que ela pode fazer.

- O que foi que disse? - perguntou, num tom bem severo.

- Você me ouviu. Pouco importa se for rica. Todos tem talento nesse estúdio. - respondi, com firmeza.

- Dá um tapa na cara dela, Fran! - ouvi a Cami gritando.

Ludmila e eu ficamos nos encarando até o sinal da primeira aula tocar.

- Isso não vai ficar assim, Frany. Estou lhe avisando! - disse ela, reunindo-se novamente com suas amigas clones, mas não antes de falar sua famosa frase. - Ludmila já vai! - e sair.

- É sério! Alguém devia jogar um piano na cabeça dessa garota. - comentou Léon, enquanto a observava entrando na sala.

- Esquece, Léon. Um dia, ela vai ficar sozinha e perceber que há outras estrelas por aí além dela. - eu disse, tentando acalmá-lo.

- Era mais fácil fazer a estrela dela explodir. - comentou a Cami, fazendo a gente rir.

Quando eu ia entrar na sala, esbarrei em alguém sem querer, derrubando meus cadernos e as coisas dela também.

- Desculpe. Eu não te vi. - eu disse, pegando meus itens de volta.

- Tudo bem. Eu sou uma desastrada. - falou a menina em quem esbarrei.

Ao vê-la levantando a cabeça, logo a reconheci. Era uma garota de cabelos castanhos com pontas loiras, olhos castanhos e bem tímidos. Ela parecia gostar muito de lilás pela saia e a estampa de blusa que estava usando.

- Você é a Violetta, não é? Uma das garotas novas. - perguntei.

- Sim. Sou eu. - ela respondeu, com vergonha de olhar para mim.

- Não se preocupe. Eu sou amiga. Não precisa ter medo de mim.

Quando eu disse aquilo, ela sorriu um pouquinho e explicou-me:

- Eu apenas pensei que você fosse igual aquela garota loira. Ela já me xingou hoje por ter pisado no pé dela sem querer. Disse que eu era idiota demais para estudar música.

- Quer dizer a Ludmila? Não ligue pra ela. Essa menina se acha a última bolacha do pacote. E se você está aqui, é porque é talentosa como todo mundo.

- Você acha mesmo? - ela perguntou, sorrindo um pouco mais.

- É claro. Então, qual é a sua aula agora?

- É na sala 8.

- Que coincidência. A minha também é lá. Na verdade, eu estava indo pra lá com meus amigos agora mesmo. Provavelmente, eles foram sem mim. Quer que eu te acompanhe? Pra você não se sentir sozinha.

- Eu adoraria. Obrigada, senhorita...

- Francesca. E, por favor, sem senhorita, tá?

Ela riu um pouco e nós fomos juntos até a sala de aula. Ao chegarmos lá, o Léon e a Cami já estavam nos esperando.

- Onde você tava, Fran? - perguntou Camila, olhando depois para a garota nova. - E quem é essa?

- Desculpe, pessoal. Essa é a Violetta. É o primeiro dia dela aqui. - expliquei, depois tratei de apresentar meus amigos. - Violetta, esses são Léon e Camila.

- Muito prazer. - falou ela, curvando um pouco a cabeça como forma de educação.

- Igualmente. - respondeu Léon.

- Espero que goste daqui, Vilu. A rapaziada aqui é gente boa, principalmente nós. Exceto a Ludmila e as amiguinhas dela. Essas são encrenca na certa. - explicou Camila, com o sorriso simpático que só ela sabe dar. - A propósito, posso te chamar de Vilu, né?

- Na verdade, ninguém nunca tinha me dado um apelido antes. Menos a minha tia Angie. Ela me chama de borboleta.

- Que lindo! Por quê? - perguntei.

- Eu... Não posso dizer. - ela hesitou.

Eu estanhei o jeito dela, como se não fosse o tipo de pessoa que confia nos outros. Eu teria a questionado novamente se não fosse pelo professor Pablo entrando na sala, ou seja, nada de conversas paralelas.

Aquela era uma aula de canto e cada aluno iria apresentar sua música ao professor e aos demais colegas. Passou-se um tempo até chegar a minha vez.

- Tudo bem, Francesca. Qual é o nome da sua música? - perguntou-me o professor Pablo.

- Aprendí a Decir Adiós*. - respondi, pronta para cantar.

- Ok. Pode começar.

Quando a música começou a tocar, eu comecei a cantar e dançar no ritmo.

Ooooohhhh

Cerco il mio destino

Sogno Magico

Perchè ho imparato

a dire addio

Miro fijo hacia el horizonte
Doy un paso más
Hay que empezar a vivir a favor del tiempo

Detrás de mí, queda el pasado y todo fue real
Ya tengo un sueño que seguir
Esto es lo que siento
Hace falta valor para decir

Todo es posible
Busco en mi destino
Un sueño mágico
Porque yo aprendí a decir adiós

POV Camila

Essa é a Francesca. Talentosa e autêntica como sempre. É ruim se algum professor reprová-la, só se tivesse problemas de audição. Manda ver, amiga!

Francesca: No voy a rendirme
Sigo mi camino siendo lo que soy
Porque yo aprendí a decir adiós
Hace falta valor para decir adiós

Siento que es el momento
En el que debo decidir
Para avanzar un paso más
Y alcanzar mis sueños
(Sueño mágico)

Recordar mis primeras canciones
Para ir por más
Contigo haré sin descansar
Porque este es mi tiempo

Pov Léon

Tão linda! E que voz! Pena que ela nunca me viu mais do que... Um amigo!

Francesca: Hace falta valor para madurar
(Falta valor) para despegar
(Falta valor) para decir

Todo es posible
Busco en mi destino
Un sueño mágico
Porque yo aprendí a decir adiós

Pov Ludmila

A metida de sempre. Acha que é melhor do que eu? Vai sonhando, italianazinha!

Francesca: No voy a rendirme
Sigo mi camino siendo lo que soy
Porque yo aprendí a decir adiós
Hace falta valor para decir

Todo es posible
Busco en mi destino
Un sueño mágico
Porque yo aprendí a decir adiós

Pov Violetta

Puxa! Ela é maravilhosa! Sua voz lembra muito a dela. Será que... Não! Talvez, eu esteja me precipitando. Vou conhecê-la melhor até ter certeza.

Francesca: No voy a rendirme
Sigo mi camino siendo lo que soy
Porque yo aprendí a decir adiós

Hace falta valor para madurar
(Falta valor) para despegar
(Falta valor) para decir adiós

Pov Francesca

Depois de terminar, recebi alguns aplausos, principalmente dos meus amigos.

- Parabéns, Francesca! Sua nota foi 10. - disse o professor Pablo, com um sorriso de orgulho.

- Obrigada.

Estava feliz por conseguir mais uma nota boa. O que pode dizer? Eu adoro música. Admito não ser a melhor aluna (essa é a Ludmila, infelizmente), mas dar o meu melhor já é o suficiente. Sem falar que tenho a Cami e o Léon por perto. O que mais eu poderia querer? Pois é, o que mais... (suspiro) Ah, deixa pra lá!

A aula acabou ao meio dia e meia, como sempre. Eu estava indo para casa com a turma.

- Adorei a apresentação, Fran. Pena que você escreveu aquela música logo depois de... Você sabe. - lembrou-me Camila.

- Meu rompimento com o Tomás. É, eu sei. - respondi, um pouco triste.

- É sério? Porque eu adorei sua canção. - elogiou-me Violetta.

- Obrigada. É que esse sempre foi um assunto delicado pra mim. - expliquei.

- Esse idiota não te merecia, Fran. Ainda não acredito que ele te traiu com aquela tal de Lena. - complementou Léon.

- Tudo bem, pessoal. Acho que isso me ensinou não somente a dizer adeus, mas também a evitar alguns meninos. Na verdade, nem sei se devo pensar em ter um tão cedo. - falei.

- Não diga isso. - disse Léon, firmemente olhando pra mim. - Você com certeza vai achar o cara certo um dia. Quem sabe, ele não esteja bem na sua frente?

- Como assim? - perguntei, um pouco confusa com o jeito dele.

- Deixa pra lá, gente. Vamos para casa, sim? - disse a Cami, apressando-nos.

De repente, a Violetta fez uma expressão de preocupada.

- Bem lembrado, Camila. Eu preciso ir o mais rápido possível para casa. Minha tia está me esperando e ela não gosta muito de ficar esperando.

- De boa. Quer que a gente te acompanhe? - a Cami perguntou.

- NÃO!

Por que ela exclamou desse jeito? Estaria escondendo alguma coisa? Será que tem vergonha de ir acompanhada ou receber visitas em casa? Essas perguntas passaram pela minha cabeça até a Vilu esclarecer o seu "medo".

- Na verdade, eu estou com pressa e gostaria de ir sozinha. Quem sabe na próxima?

- Está bem. Já que insiste? A propósito, vamos sair hoje à noite com uns amigos. Se quiser vir também. - convidei-a.

- Desculpe. Hoje é noite de lua cheia e eu sempre fico muito ocupada nessas noites... - ela começou, mas mudou um pouco a sua explicação quando viu nossas reações confusas. - Por ser tradição de família.

- Que tradição é essa? Você e a sua tia são bruxas? - questionou Cami, deixando Violetta um pouco apavorada.

- doída? Não pode ficar ofendendo ela. Você nem a conhece. - eu a repreendi, dando um tapinha no seu ombro.

- Enfim, se quiser vir, nos encontre na rua da pracinha, às 19h30. - o Léon complementou.

- Tudo bem. Obrigada. Vejo vocês depois. - disse ela, indo embora quase correndo.

- É a garota mais estranha que eu já vi. - ele cochichou em nossos ouvidos.

- Para, Léon. Esse é só o jeito dela. Afinal, todo mundo tem um estilo diferente de vida. Aposto que por trás disso, a Vilu deve esconder uma futura estrela da música. - eu a defendi.

- Pra mim, só existe uma estrela.

- Como assim?

- Fran, temos faxina pra fazer em casa. Eu não quero ter que acabar aquilo tão tarde. - a Cami insistiu, me puxando pelo braço.

- bom. Até mais, Léon.

- Até mais, meninas.

Pov Léon

Cara, eu odeio quando a Camila faz isso. Ela já sabia da minha queda pela Francesca, mas não me ajudava. Dizia que se o meu namoro com ela valesse tanto a pena, a Fran já teria demonstrado que gostava de mim, o que nunca aconteceu. Além disso, não consigo ter coragem de me declarar tão facilmente. Que raiva! Por isso, eu prefiro tentar mostrar à ela meus sentimentos. Quem sabe a Fran não me enxergue de uma vez?

Pov Francesca

Finalmente, em casa. É tão bom poder tirar os sapatos e ficar descalça no chão fresquinho. É claro, a Cami e eu não ficávamos de bobeira o dia todo. Limpávamos a casa e fazíamos o almoço, isto é, ela fazia.

Infelizmente, nunca fui boa na cozinha. Quando morava com meus pais, quem cozinhavam eram a minha mãe e o Luca. Eu sei, é uma vergonha eu nunca ter me interessado por isso!

Após fazermos tudo, eram três horas da tarde. Hora de descansar! Ouvir música, ensaiar para o próximo sábado no Estúdio, assistir televisão...

De vez em quando, eu componho algumas canções, baseadas nas minhas experiências do dia-a-dia. Como vocês viram anteriormente, "Aprendi a Decir Adiós" foi escrita por causa do Tomás. Como fui me apaixonar por ele? Aliás, por que me deixo levar pelas emoções tão facilmente? Às vezes, eu me perguntava isso. No entanto, nada é mais estranho dos sentimentos estranhos de solidão e ambiguidade dentro de mim. Às vezes, eu me sentia um pouco deslocada. Como se faltasse alguma coisa em minha vida. Meus amigos tinham conhecimento dessa minha situação sem sentido, mas ninguém entendia. O que era, afinal? Será que tinha alguma coisa a ver com o sonho estranho que tive na noite passada? Bom... Só o tempo dirá.

Por conta disso, escrevi uma música chamada "Donde Estás". Ainda não está pronta, mas já tenho alguns versos:

Dime dónde estás
justo en este momento,
ahora qué ya se
expresar lo qué siento.
Yo te buscaré día tras día caminando
Te deseo aquí tanto...

- Fran! - a Cami me chamou. - Já são 18h40! Vamos nos arrumar pra sair!

- Ué. Já? - pensei, despertando do meu transe musical.


Enfim, gente. Esse é só o começo!

A música Donde Estás pertence a cantora Giorgia (como os atores da série Violetta cantam a maioria das músicas em espanhol, decidi não fugir a regra).

No próximo capítulo, teremos o segundo protagonista... Quem será?

Por favor, não se esqueçam dos reviews. Beijos e até a próxima!