#Bakuten Shoot Beyblade não me pertence.

#A fanfic não apresenta nenhum fim lucrativo.

Boa leitura.

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Capítulo I – Contos do passado

Depois do estardalhaço em certa metrópole, certo duplo nacionalista não tinha nenhuma intenção de retornar a quaisquer recito conhecido, ao menos não ainda. O seu estado certamente também não era dos melhores, tanto física como espiritualmente e naquela situação não havia nem como medir o seu grau de frustração por culpa de certa ausência feminina.

Baixado a poeira apenas permitiu-se largar-se pelas cidades vizinhas e ainda que o seu objetivo estivesse bem presente na sua cabeça, ainda era muito cedo para retomar a prática.

Deitou-se na cama velha que rangeu com o seu peso, o hotel situado num canto afastado da cidade havia sido bom para não deixar nenhum vestígio de seu rastro, a solidão naquele momento era mais que bem-vinda.

Suspirou pesadamente, aquele isolamento também tinha as suas consequências, odiava a sensação de tédio que provinha do cubículo apertado, quase claustrofóbico. Todavia, sair não era uma boa opção especialmente àquela hora da noite, já se fartava de meter-se em problemas com traficantes locais e prostitutas das áreas baixas da cidade onde se situava. Então a única coisa que lhe restava era forçar o seu sono, tentativa que se tornou inútil quando por eternos milésimos de segundos amaldiçoou-se por esquecer-se de trancar a porta.

Fato curioso de tal sujeito.

Sua sorte era malditamente nula.

Olhou para o não tão velho ex-companheiro numa mescla de fadiga e descompromisso, era óbvio o que se sucederia logo após, contudo, não previu o corte mesmo que superficial na sua bochecha até que a mesma começasse a arder.

- Parece que estou com sorte. – soou o tom psicótico da voz do russo de madeixas platinadas.

- Não brinca... – ironizou.

O mais baixo sentado na cama não ousou mexer-se graças à promessa de morte que girava continuamente a centímetros de seus pés. Dali em diante não haveria mais uma conversa verbal, o mais novo sabia muito bem do por que do ódio alheio e certamente não o culpava, mas não estava disposto a morrer naquele quarto barato ou acabar na UTI com dezenas de ossos quebrados, principalmente por um único e crítico motivo: não tinha mais o seu trunfo, e duvidava muito que apenas força bruta desse cabo. Definitivamente não tinha sorte.

O primeiro movimento quase atingiu sua perna direita, o que o fez encolher-se humilhantemente entre a cama e a parede, o maior estranhou tal movimento, todavia cego ante o seu objetivo continuou a atacar deixando o outro numa situação em que a única coisa em que poderia confiar era seus próprios reflexos. Coisa que nem sempre funcionava, pois de vez em vez sentia a pele arder e queimar com cortes precisos tal qual um bisturi. Tinha, decididamente, que sair dali o quanto antes e fugir cada vez se tornava uma convidativa escolha, já que aquele minúsculo espaço no qual se encontrava poderia muito bem se tornar na sua cova.

O mais baixo de repente viu sua chance aparecer no momento em que o artefato cor marinha fincou na parede, aquele único segundo era só o que precisava para saltar da cama e devido a sua baixa estatura e elevada velocidade permitiu-lhe dar a volta no maior aplicando-lhe uma chave. O que, todavia quase falhou devido às forças equiparadas, não fosse à surpresa do outro por tão peculiar investida. Quando o russo deu-se conta havia apenas o metal frio prensando sua pele sem chegar a cortar, fora o seu braço que era dolorosamente retorcido sempre que tentava algum movimento.

- Bryan?

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Continua...

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Hi *aparece de fininho*

Sou uma garota rebelde, enquanto não tem ninguém em casa eu aproveitei pra mandar mais um capítulo, mas não digam pra ninguém viu? Fiquem xiu ."

Saiu curto, preferi assim, mas não sei vocês...

Sabe-se lá quando volto por que meus créditos logo irão expirar T-T

No mais espero que tenham gostado.

Bey-jos e até!