Capítulo Dois

But Not Yet

Ginny afastou sua tigela vazia, e pegou uma fatia de pão. O cortou em pedaços metodicamente. Harry pegou sua tigela e a levou até a pia.

- Eu posso fazer isso. – ela protestou. – Só estou grávida, não inválida.

Harry deu de ombros.

- Você pode lavar na próxima vez.

Ginny deixou sua cabeça bater na mesa com um audível thunk.

- Ouch.

Harry encheu a pia com água quente e cheia de espuma.

- Como você está se sentindo? Ia te perguntar mais cedo.

- Meh.

- O que é 'meh'?

- Cansada. – Ginny disse. – Não, não cansada. – pausou, pensando. – Exausta. Correr atrás de James, cobrir as Harpies, isso... – ergueu a cabeça da mesa. – Nauseada a maior parte do dia. Mas não como James, quando apenas o cheiro de comida me fazia querer vomitar, é só que nada tem o gosto que deveria ter. E por volta das duas ou três da tarde, eu fico com fome, e eu quero algo, só não sei o que. – mastigou os pedaços de pão pensativamente. – E você já viu a parte de ser chorona e emocional.

Harry assentiu, tirando um pano de prato da gaveta e começando a secar a tigela.

- Vamos contar?

Ginny girou um pedaço de pão em seus dedos.

- Ainda não. – suspirou.

Harry estudou Ginny especulativamente. Quando ela começou a mostrar com James? Se perguntou. Terceiro mês? Quarto?

- Uh, Gin?

- Hmmm?

- Você está de quanto tempo?

- Não tenho certeza. Seis semanas, talvez?

Harry terminou de guarda a louça no armário.

- Vamos de contar em algum momento. Não é exatamente o tipo de coisa que dá para esconder por muito tempo.

- Eu sei! – Ginny disse irritadamente. Respirou fundo, contando até dez, enquanto soltava o ar. Massageou suas têmporas. – Depois do bebê de Hermione e Ron nascer. Só falta um mês. – olhou para Harry com uma expressão pedinte. – Por favor? Não diga nada por enquanto.

Harry franziu o cenho.

- Se é o que você quer. – disse relutantemente. – Quem mais sabe?

- Você e eu, com certeza. Mamãe sabe, ainda que eu não tenha dito abertamente. – Ginny pegou a chaleira e a encheu de água. – Eu falo com ela amanhã. – olhou para Harry, enquanto colocava a chaleira no fogão. Ele estava ajeitando o pano de prato na barra nervosamente. – Desembucha. – suspirou. – Eu sei que você quer dizer algo.

- Por que você não quer contar? – Harry se escorou no balcão, cruzando os braços sobre o peito. – Não é como se não fossem descobrir mais cedo ou mais tarde.

- Só prefiro que seja mais tarde, está bem? – Ginny tirou uma xícara do armário.

- Gin, desculpe... Eu apenas não entendo. Você vai ter de me dar um motivo melhor do que esse.

Ginny deixou o bule de lado lentamente.

- Só preciso de tempo. – murmurou para sua xícara. – Para me acostumar com a ideia toda. Eu não queria... – se parou.

- Engravidar de novo?

- Sim. Não. – Ginny respirou fundo, enquanto via a expressão de Harry ficar tensa. – Não é tão preto no branco. – disse defensivamente.

Harry andou até sua cadeira e a virou, de modo que pudesse se sentar com as pernas abertas e olhar para Ginny.

- Sim, é.

-Não, não é. – Ginny insistiu. – E não use a desculpa de ser órfão. – Que diabos eu acabei de falar? Ginny se bateu mentalmente.

As mãos de Harry se tencionaram ao redor do encosto da cadeira. Ginny conseguia ver claramente as cicatrizes nas costas da mão esquerda dele.

- Eu não ia fazer isso. – disse tensamente.

Ginny sentiu lágrimas surgirem. Droga. Isso não estava indo como ela tinha planejado.

- Eu não quis dizer isso. – tentou evitar que as lágrimas escorressem, mas falhou. – Eu apenas não queria engravidar tão cedo! – sua voz ia aumentando conforme falava. – James ainda usa fraldas, ele mal completou um ano. Ele mexe com tudo que não está um metro acima de sua cabeça. E a amamentação. Deus, Harry, por mais que você seja envolvido, você não pode fazer isso, e é a cada duas horas, noite e dia! E se esse bebê for igual a James, e não tomar da mamadeira às três da manhã? Às vezes, eu sinto que mal sou capaz de beber água com apenas um, e nós vamos ter outro?

A respiração de Harry estava pesada; ele estava quase tão bravo quanto ela.

- Eu achei que você queria mais de um filho!

- Eu quero! – Ginny gritou. – Só não quero virar minha família!

Assim que as palavras saíram de sua boca, Ginny a cobriu com as mãos. Ambos se olharam em silêncio surpreso; todo o ar da cozinha parecia ter sumido. Os olhos dela eram duas piscinas escuras e grandes. As mãos de Harry apertaram ainda mais a madeira do encosto da cadeira.

- Explique. – ele disse quietamente, como se estivesse falando com um dos Aurores em treinamento.

A boca de Ginny trabalhou silenciosamente por alguns momentos. Escorregou para o chão, as lágrimas escorrendo por seu rosto e fungando.

- Oh, meu Deus. – murmurou. Sentindo o estômago revirar, Ginny se ergueu em um pulo e correu até a porta dos fundos, sem se importar que seus pés, cobertos apenas por meias, afundassem vários centímetros na neve. Apoiando-se na parte de trás do armário de vassouras, ela vomitou na neve, chorando enquanto o fazia. Sentiu as mãos de Harry afastarem seu cabelo, esfregando suas costas levemente.

Harry esperou até que ela terminasse.

- Gin? Vem, precisamos voltar lá para dentro.

Ginny assentiu tristemente. Harry se inclinou e a ergueu em seus braços, como se ela pesasse menos que James. Ela chorou contra a camiseta dele, enquanto ele a carregava para dentro da casa e pelas escadas, até o quarto deles. Ele se acomodou na poltrona, e tirou as meias molhadas de seus pés, antes de se balançar levemente até que ela se acalmasse. Quando ela parou de chorar com um soluço, ele afastou o cabelo de seu rosto com uma mão gentil.

- Se importa em me falar o que foi isso? – perguntou levemente.

Ginny se soltou dele, e andou lentamente ao redor do quarto, tentando ela mesma entender. Sentou-se na cama, abraçando um travesseiro contra o peito.

- Eu realmente não sei.

Mas ela sabia. Ela se lembrava de todos os jantares tensos e silenciosos sempre que as cartas de Hogwarts chegavam, como seus pais murmuravam sob o barulho da conversa dos meninos. Ela se lembrava com clareza vívida de seus livros e uniformes de segunda mão. Não importava muito para ela. Ginny nunca fora materialista. Mas ela se lembrava do quanto isso machucara Ron. Como ele odiava seus pijamas curtos demais, já gastos pelo uso quando ele finalmente os recebia. Ela se lembrava da expressão quase feroz no rosto de Fred quando voltara para casa no verão depois de seu quarto ano, e ele estava contando como a loja estava indo. E a leve preocupação de George. Percy chegando perto de igualar dinheiro à moral, pelo conforto. Bill saindo da Inglaterra para ir trabalhar no Egito, onde ele poderia ganhar mais dinheiro do que se tivesse ficado em casa. Charlie saindo mais cedo da escola para ir trabalhar na reserva de dragões na Romênia.

Lentamente, Ginny fixou seus olhos em Harry.

- É tolo.

- Não é tolo se te faz chorar desse jeito.

- Você nunca foi pobre. – ela começou.

Harry bufou.

- Sim, fui. Desde que tinha um ano até meus onze anos. Meu uniforme da escola foi a primeira roupa que eu tive que servia, e não era dez números maior.

- Mas você nunca teve de se preocupar com dinheiro depois que descobrir quem você era.

- Apenas no mundo mágico. Aquele cofre de galeões em Gringotes não me ajudou na casa dos meus... Dos Dursleys.

- Sabe o fundo que a escola tem para os alunos pobres? – Ginny perguntou.

- Sim. – Harry olhou para Ginny confusamente.

- Nós precisamos usá-lo. No meu primeiro e segundo ano.

- Por quê? – Harry nunca ouvira falar disso.

- Cinco de nós em Hogwarts. – disse sutilmente. – No salário do papai.

- Ginny, eu teria dado tudo o que eu tinha a sua família, se seus pais fossem aceitar.

- Eles não aceitariam. – ela disse com uma pitada de amargura aparecendo em sua voz.

- Não. – Harry concordou.

- Era mais difícil para Ron. – Ginny refletiu. – Pelo menos, eu ganhava coisas novas de vez em quando, sendo a única garota. O coitado do Ron só ganhava algo depois de já ter passado por todos, desde Bill até os gêmeos. – a mão de Ginny foi para o cobertor, e ela começou a correr um dedo pela linha da costura. – Quando você e eu começamos a namorar, eu decidi que eu nunca ia nos colocar em uma situação em que precisássemos fazer isso com nossos filhos.

- Isso nunca aconteceria, Gin. – Harry disse, tentando convencê-la. – Entre o que eu herdei dos meus pais e de Sirius, não é algo sobre o que temos de nos preocupar. E nós dois temos trabalhos bons. – adicionou.

- Olhe o que aconteceu aos Malfoys. – murmurou.

- Isso é diferente. Eles também não são pobres, Gin. Apenas não tão ricos quanto eram antes. Lucius e Draco Malfoy ainda são ricos o bastante para não precisarem trabalhar. – Harry respondeu neutramente.

- Mas pode acontecer. – Ginny sabia que estava sendo excessivamente teimosa.

- Sim, pode. – Harry estava disposto a dizer qualquer coisa para acalmar Ginny.

- E eu estou com medo. – admitiu, falando mais com o travesseiro em seu colo do que Harry.

- Por quê? – Harry se moveu para a cama, se acomodando no pé da cama e se apoiando em um dos postes.

- Eu não quero que nossos filhos se sintam como Ron. – Harry a encarou. Ele tinha certeza de que nunca contara a Ginny sobre o medalhão, e tinha certeza de que Ron também não tinha contado. Ele sequer tinha certeza de que Ron contara a Hermione. Ginny continuou como se Harry não tivesse reagido. – Eu via todas as vezes. Ron... Ele sempre foi ofuscado pelos outros, até eu, por que eu era a única garota que nasceu na família, em gerações. Mesmo na escola, entre você e Hermione... O Menino que Sobreviveu e a bruxa mais inteligente a passar por Hogwarts em anos. Não me entenda errado, há coisas em que Ron é brilhante quando coloca algo na cabeça, e se esquece que é um dos meninos Weasley. – Ginny estava visivelmente cansada. Fechou os olhos, e começou a relaxar até dormir.

Harry engatinhou até Ginny.

- Gin?

Ginny acordou, um pouco assustada. Virou a cabeça para ver Harry esticado ao seu lado.

- Sinto muito. – murmurou.

- Está tudo bem. – ele a acalmou, abrindo seu jeans e os tirando. Tirou o travesseiro de seus braços e puxou o cobertor sobre ela. – Durma um pouco. – se sentou ao lado de Ginny, enquanto ela se acomodava contra o travesseiro e dormia. Apoiando-se na cabeceira da cama, ele acariciou o cabelo dela. – Nós vamos dar conta disso, Gin. Prometo.

-x-

Harry desceu as escadas e se jogou no sofá. Olhou os filmes que escolhera para a noite a dois. Completa perda de tempo. Gemeu e os mandou de volta para a prateleira. Sua cabeça doía. Ginny tivera dúvidas e medos quando estivera grávida de James, é claro, mas isso era algo que não tinha visto antes.

- Desculpa de ser órfão. – zombou. Fora quase baixo demais. Quase. E, oh, quão perto ela chegara. Estivera perto de dizer a ela que, se ela não tivesse família, ela não falaria tão rápido que ter outro bebê era algo ruim. Ergueu os olhos e prendeu a ponte do nariz entre os dedos. Não tinha certeza do que o deixara bravo; que ela, de fato, falara isso, ou que ela estava tendo dúvidas. Talvez ambos.

- Harry? – a voz de Ron soou da lareira da sala de estar.

Harry deixou seus óculos voltarem para o lugar e ergueu a cabeça do encosto do sofá.

- Tudo bem? – perguntou preocupadamente. Hermione devia dar a luz em um mês. – Hermione está bem?

- Oh, sim. – Harry conseguia ver o aceno de mão de Ron, dispensando suas preocupações. – Ginny está por perto?

-Não. Ela foi dormir.

A cabeça de Ron se virou quando ele verificou a hora.

- Não é nem oito e meia. – observou. – Ela está se sentindo bem? Parecia um pouco abatida no almoço de domingo.

- Semana difícil. – Harry disse suavemente, grato por não ter os distintos "sinais" que o entregavam quando mentia deliberadamente.

Isso pareceu o bastante para Ron.

- Posso ir para aí um pouco? Preciso falar com você.

- Não pode esperar até amanhã? – Harry estava começando a sentir a exaustão do dia.

- Não. – a voz de Ron estava séria de um modo que fez Harry se sentar.

- Pode vir. Vamos conversar no escritório.

A cabeça de Ron sumiu e, em segundos, Ron estava parado sobre o tapete. Harry colocou um dedo sobre os lábios, sinalizando para Ron ficar em silêncio. Ron assentiu e seguiu Harry até o pequeno escritório ao lado da sala de estar.

- Obrigado, cara.

- Não se preocupe. Então... O que foi? – Harry esperava que Ron começasse a tagarelar sobre alguma preocupação relacionada ao bebê, mas não estava esperando o que disse em seguida.

- Isso. – colocou a mão do bolso e tirou um pedaço de pergaminho selado em um saco plástico trouxa para conserva.

Harry o pegou dele, com uma sobrancelha erguida.

- Você voltou a assistir Law and Order, não é? – ergueu o saco e examinou o pergaminho dentro dele. – Achei que Hermione tivesse te proibido de assistir.

- Ela tentou. – Ron sorriu.

- Então, o que é isso? – Harry gesticulou para o pergaminho.

Ron se acalmou imediatamente. Pegou a varinha e colocou um feitiço silenciador na porta.

- Ameaçadas de morte.

- Para quem?

- Hermione.

- Por quê?

- Projeto de lei para os Elfos em que ela tem trabalhado.

Os olhos de Harry se arregalaram. Por dez anos, tinha sido o sonho de Hermione criar leis regulamentando o tratamento que os elfos recebiam. Colocou o saco sobre a mesa cuidadosamente, e procurou suas luvas de couro de dragão. Harry as vestiu e abriu o saco cautelosamente, e pegou a carta. Parecia ter sido escrita por uma personagem de algum livro criminoso. As letras tinham sido cortadas de revistas antigas.

Ouça, sangue ruim — pare de tentar igualar as bestas com os bruxos. Você não tem orgulho? É claro que não; você não passa de uma sangue ruim. Se você não parar, nós vamos te parar.

Harry olhou para Ron, enquanto voltava guardar o bilhete no saco e tirava as luvas.

- É a primeira?

Ron tentou não se encolher.

- Siiii... Não. – admitiu. – Apenas a mais recente.

- Quantas ela já recebeu? – Harry pegou um pedaço de pergaminho, entrando no seu modo Auror, deixando todo o resto de lado.

- Uma vez por semana, por seis semanas. Normalmente, elas são entregues no apartamento. Ela apenas as joga no fogo, mas ela não estava em casa essa tarde quando chegou.

- Ela está preocupada?

- Não parece estar. Ela diz que é o mesmo tipo de idiota que mandou aquelas cartas de ódio durante nosso quarto ano.

- Então, vamos ver se eu entendi direito. – Harry se recostou, massageando as têmporas. – Hermione está sendo ameaçada de morte há quase dois meses?

- Certo.

- E ela não está preocupada nem incomodada com isso?

- Não.

- Então, por que você está me contando isso?

- Ela não sabe que eu estou aqui. Eu queria te contar quando a primeira apareceu.

- Ah. – Harry assentiu.

- Estou certo em me preocupar? – Ron estalou os dedos nervosamente.

Harry girou a pena entre os dedos.

- Eu estaria. Mas eu sou paranoico. – deixou a pena de lado. – Vou mostrar para Gibson segunda-feira. – disse, se referindo à chefe do departamento. – Na verdade, - disse lentamente. – pode ser que vá pelas costas dela, e leve para Kingsley primeiro. No almoço de amanhã, deveríamos perguntar discretamente para ver se mais alguém recebeu uma.

Ron pareceu assustado.

- Por que...? – sua expressão clareou. – Oh, certo. – olhou duramente para Harry. – Você recebeu uma?

- Não. – Harry o assegurou.

- Mesmo? Você não está só me zombando?

- Ron, cara, você tem uma esposa que está grávida de oito meses. Não se zomba de um homem cuja esposa está tão grávida. – quando Ron ainda não parecia convencido, Harry suspirou. – Ron, pela vida do meu filho, eu juro que não recebi nenhum desses bilhetes. E se tivesse recebido, eu teria dito algo.

- Você acha que mais alguém recebeu?

- Talvez alguém que esteja trabalhando nisso com Hermione. Família... – Harry de ombros. – Não tenho certeza. Mas somos uma porcaria em guardar segredos nessa família.

- Sim. – Ron riu fracamente.

- Nós temos uma Auror no terceiro ano de treinamento. – Harry disse. – Vou colocá-la na cola de Hermione no Ministério. Bom treinamento em vigília.

- Desde quando você trabalha com os treineiros?

- Desde o outono. – Harry refletiu. – Gibson quer se aposentar, então ela começou a delegar suas tarefas, como trabalhar com os treineiros.

- O que é o motivo de você querer levar isso até Kingsley.

- Sim. Gibson é bacana e tudo o mais, mas ela não tem mais muita vontade.

Ron assentiu.

- Obrigado, cara. De verdade. – se ergueu. – É melhor eu voltar. Ela está um pouco... Erm... Emocional, ultimamente.

Harry riu calmamente.

- Eu sei como funciona. – disse com compaixão. Acompanhou Ron até a sala de estar, e Ron usou a lareira para voltar para Londres. Harry se apoiou no parapeito. Deixou seus pensamentos vagarem para a carta sobre sua mesa. – Exatamente o que eu precisava. Uma esposa grávida e aterrorizada, uma criança estrondosa, e uma ameaça de morte. Não fica melhor que isso. – resmungou sarcasticamente.

Harry se virou e subiu as escadas, usando a varinha para apagar as luzes do andar térreo. Estava na hora de ele ir dormir.

Parecia que seriam sete longos meses.

Continua...

N/T: Obrigada pelos comentários, e espero que estejam gostando desta tradução, também! (:

Tradução do título do capítulo: mas não ainda.

Mais uma vez, obrigada e até semana que vem.