Eu demorei, mil desculpas. MAS O RIO FOOI ÓTIMO =)
e amanhã eu fico mais velha (Y)~ osso T-T
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N/A: Twilight não me pertence, se pertencesse Rob estaria casado comigo ;)
Turistas
Eles pareceram me analisar por alguns instantes, mas eu não sabia dizer se foi real ou não, pareceu tão rápido que me assustei. Logo eles voltaram à tarefa de tirar a bagagem do carro e de se acomodarem em dois chalés um ao lado do outro.
Pelo que pude entender - enquanto estava parada em choque ainda na porta - um chalé era para o casal que supus serem os pais e outros para os cinco jovens. Sim jovens! Pessoas da minha idade, maravilha!
Maravilha mesmo, porque senhor tinham três garotos que eram uns pedaços de mau caminho! Que eu logo desconfiei estarem acompanhado de duas meninas que dariam inveja a qualquer modelo. Pareciam aquelas famílias que levavam as namoradas dos filhos pra viajarem juntos, ou coisa do tipo.
Mas como eu sou ótima em matemática, um deles sobrava (haha), e colega qualquer um deles dava um ótimo caldo. Eu nem me preocupei em escolher qualquer um deles para torcer que fosse o solteiro, eu rezava mesmo era pra que todos fossem, egoísta mesmo!
Fui para o meu chalé quando eles fecharam à porta do deles.
Abri a porta e o vapor escapou pelo ar gelado de fora da casa, me fazendo perceber que eu tremia de frio. A voz de repreensão da minha mãe rasgou o silêncio.
'Haley! Por onde você andou?'
'Foi mal mãe, eu tava lendo e perdi a hora!' Fechei a porta do quarto com o pé e não liguei para o estrondo que fez, coloquei o livro em cima da TV e me joguei no sofá menor que estava vazio - no maior encontrava-se o meu chatíssimo irmão deitado jogando o videogame recém instalado. Percebi que meus pais estavam no quarto.
'Você e esses livros, já disse que romances não vão te sustentar Haley!' Ela achava que eu me alimentava deles, que supria tudo o que tava escrito e acreditava cegamente neles, coitada.
Ignorei seu comentário e assisti Josh matar um zumbi com o machado na pequena tela da TV.
O chalé não era nada mal, mas também não era uma suíte presidencial. Pela porta você se deparava com uma pequena sala com dois sofás e mais atrás um frigobar, um fogão de aparência mais velha do que eu e uma pia. Á direita da pia tinham duas portas de madeira que dava para o único quarto e para o banheiro. No quarto tinha uma cama de casal e a meu beliche, o banheiro tinha um chuveiro com uma tenta de plástico pra não vazar água para todo o banheiro, mas não era tão eficiente assim, um vaso e uma pia normais.
Fiquei ali lembrando daquelas figuras divinas por um bom tempo. Olhei de esgoela para o jogo de Josh, que agora enfiava uma adaga num personagem que se assemelhava com um vampiro. Novamente eu me arrepiei ao lembrar da cena de hoje à tarde no meio da pista.
'Não pira Haley! Não pira!' Pensei enquanto me levantava para ver se achava alguma coisa no frigobar ou no armário debaixo da pia. 'Hey, vocês pretendem se alimentar de amor e deixar seus filhos desnutridos? Vamo para de agarração ai e tratar de arranjar comida nesse fim de mundo?' Gritei de mau-humor.
Minha mãe abriu aporta de supetão e apareceu amarrando os cabelos, virei os olhos. 'Olha o respeito mocinha!' Deixei ela falando sozinha e me larguei no sofá de novo. 'Josh, desliga isso. Vamos ver se o restaurante ainda está aberto. ' Bufei enquanto me sentava, não estava afim de passar pelo frio de novo, mas topar com um dos meninos não era nenhuma má idéia.
Remexi no bolso para ver que horas eram no meu celular - 7:30. Esperei meus pais se trocaram e Josh por um casaco e fomos para o restaurante.
Me desapontei logo que entrei - nenhum deles estava lá, e a janta de hoje era sopa. Ecat! Me aproximei da bancada onde estavam dispostas várias sopas de cores diferentes torcendo o nariz, não me arrisquei e peguei uma que eu conhecia.
Sentei junto com todo mundo e comecei a comer a minha canja, que queimou minha língua na primeira colherada. Quando todos estavam satisfeitos, claro que todos menos eu, nos levantamos e fomos para fora.
'Paai, joga ping-pong comiiigo?' Josh tinha um olhar pidão.
'Ah filho, já está tarde, papai dirigiu o dia todo. ' Fez besteirinhas com a mamãe, Ugh! 'Eu estou cansado, amanhã sem falta à gente joga combinado?' Josh deu um suspiro triste e continuou a andar. Então minha cabeça deu um estalo quando olhou para o salão de jogos.
'Er, Josh?' Ele olhou pra mim sem muita vontade. 'Se você quiser eu jogo com você... ' Três pares de olhos viraram se para mim com curiosidade. Em poucos segundos Josh estava me arrastando para o salão, pelo visto ele tinha medo de eu mudar de opinião a qualquer momento. Olhei para trás a tempo de ver o olhar de gratidão de minha mãe, pelo visto meu pai não estava tão cansado assim.
Entramos porta adentro com o furacão Josh ainda me guiando quando cinco pessoas olharam aparentemente tranqüilas para nós e voltaram a jogar sinuca. Meu coração acelerou com a proximidade deles comigo, a mesa de ping-pong era colada na de sinuca.
Começamos a jogar, mas Josh não era muito bom e eu não iria pedir muito de uma criança de oito anos. Fui paciente e fiz o papel de boa irmã mais velha, tentando impressionar os três caras.
Dois deles jogavam e outro estava olhando apoiado sobre a mesa, as garotas estavam sentadas nas poltronas onde eu havia estado mais cedo no mesmo dia conversando. O jogo deles era fantástico, eles acertavam a bola com uma precisão fascinante.
'Perdeu maninho. ' Eu ouvi o moreno alto, mais musculoso dentre os três. 'Só não vai chorar para a mamãe, Eddiezinho!' Ele debochou, caindo na gargalhada. 'Agora você Jazz, quer desistir enquanto é tempo?'
'Jamais. ' O loiro sorriu sacana enquanto tirava um fio cacheado do rosto e se aproximava da mesa. Eles voltaram a jogar e eu voltei minha atenção para Josh, que estava ganhando de lavada de mim, já que eu estava mais concentrada no jogo que estava tento em outra mesa.
'Você joga bem garoto. ' Uma voz melodiosa falou atrás de mim, estranhamente perto demais. Eu me arrepiei inteira. Olhei por cima dos ombros um garoto com os cabelos desgrenhados, com uma cor meio diferente puxando para o dourado sorrindo para nós.
'Valeu! Quer jogar?' Josh sorriu para ele. O garoto deu a volta na mesa, ficando no meio, onde podia ver os dois jogos simultaneamente.
'Estou de próximo, ok?' Ele lançou um sorriso torto para mim, eu me desmanchei. Só consegui responder com um aceno de cabeça. Respirei fundo ao perceber que meu coração estava à beira de um ataque, ridículo. Com toda a minha afobação, acabei perdendo.
O garoto se aproximou de mim, para tomar meu lugar e eu estendi a raquete para ele. Ele pegou a raquete tocando minha mão rapidamente. Eu me esquivei rapidamente assustada.
'Desculpe. ' Ele passou por trás de mim enquanto eu me dirigia para o lugar onde ele estava. Passei os dedos pelo lugar onde ele havia tocado em mim, eu não havia me assustado pela temperatura que sua pele estava - congelante, mas com o frio lá de fora não era impossível - mas sim pela corrente elétrica que havia passado por mim com aquele ato. Será que ele também percebeu?
Ele lançou um olhar meio frustrado na minha direção, será que isso era um sim?
Ele e Josh jogaram por um bom tempo, já que eu disse que estava fora. Ele ensinou alguns truques para o pestinha e Josh pareceu gostar muito dele, boa irmãozinho. Sorri sozinha com o pensamento, mas o garoto me olhou sorrindo também. Que estranho.
Os outros dois terminaram de jogar e se juntaram as garotas - deduzi que o garoto com o cabelo diferente que estava com Josh era o solteiro.
'Ed, vamos?' O tal do Jazz chamou.
'Ok, Tchau. ' Ele acenou para Josh, deixando a raquete na mesa e me lançando novamente aquele sorriso de derreter corações na minha direção. A garota morena baixinha que estava de mãos dadas com Jazz sorriu amigavelmente na minha direção e eu retribui. Ela parecia uma fadinha, tinha os cabelos negros desfiados e andava como se estivesse numa passarela. Já a outra, uma loira estrondeante só balançou a cabeça, dei de ombros. Os cinco saíram me deixando ali, boba e incoerente, a beleza deles chegava a ser perturbadora.
Dei um tempo lá dentro tentando ensinar sinuca para Josh, para não dar na cara que eu só tinha ido lá pra encontrar eles. A tarefa foi mais difícil do que eu pensei, toda hora eu tinha que desviar do taco errante nas mãos do meu irmão.
O som de uma campainha tomou minha atenção.
Meu celular vibrou no bolso da calça. Encostei o taco na mesa e peguei o celular me afastando da mesa enquanto Josh tentava encaçapar algumas bolas.
'Sinto sua falta meu anjo' Suspirei. Rob estava pensando em mim, um milagre levando em conta o local onde ele estava - cercado de garotas fúteis e gostosas, como ele sempre estava. Apertei o celular contra o peito e sorri abobalhadamente. 'Eu também, você não sabe o quanto. Isso aqui tá um porre. Beijos. ' Eu terminei de escrever e mandei, colocando o celular no bolso.
'Já deu né?' Josh fez bico, mas não respondeu. Guardamos as bolinhas e o taco nos devidos lugares e saímos para o frio. Em certo ponto do caminho eu notei uma silhueta encostada num carro prata - estava escuro demais para diferenciar o carro e a pessoa -, conforme nos aproximamos eu reconheci o garoto dos cabelos rebeldes.
Ele acenou para mim com a cabeça, olhei atônita pra ele. Voltei o indicador para mim como uma pergunta, que ele respondeu positivamente com a cabeça.
'Josh, vai entrando. Fala pra mamãe que eu fui dar uma volta e já vou!' Fiquei olhando para ter certeza que ele iria diretamente para o quarto e me dirigi para aquele cara lindo.
Me postei diante dele sem jeito, enviei as mãos nos bolsos do casaco e olhei para os meus pés. 'Então?' Perguntei sem jeito.
'Nada, só achei que você deveria ser recompensada pelo seu ato. ' Levantei minha cabeça num estalo, olhando confusa para ele.
'Oi?' Meu olhar encontrou o dele, fazendo meu coração pular. Era constrangedor.
'Você, dando uma de boa irmã. ' Ele me analisava. Será que estava tão na cara assim? Senti o sangue beliscando minhas bochechas.
'Ahn, Josh é legal' Dei de ombros. Não iria admitir minhas segundas intenções.
'Só por isso você o levou lá?' Ele parecia sério, mas logo um sorriso ficou estampado no rosto mostrando seus dentes brancos perfeitos.
'Éé.. ' Fingi olhar com interesse para o zíper do meu casaco. 'Ele pediu pro meu pai, mas ele não quis. Então achei que seria melhor do que ficar entocada no chalé. ' Dei de ombros novamente. Ele segurou o riso e ficamos olhando em direções opostas por um momento. Alguém teria que quebrar o silêncio, mas eu não estava nem um pouco disposta.
'Mil perdões, não me apresentei. Edward Cullen' Soltei o ar aliviada, ele caíra na minha mentira.
' Haley Tolland' Sorri sem jeito. Aquilo estava ficando frustrante, eu não sabia o que ele queria comigo, a curiosidade me matava. Um semi-deus não brotava na minha frente toda vez que eu viajava com a minha família.
'Quer dar uma volta?' Ele perguntou olhando para o restaurante que estava fechado agora.
'Pode ser' Chutei uma pedra, olhando para baixo ainda. Começamos a andar em direção da floresta, me arrepiei quando vi que estava um breu para onde ele nos dirigia. Engoli seco.
'Hun, algum problema?' Ele havia parado sem eu ter notado, ele estava me olhando com uma cara divertida. Cada vez menos fazendo sentido.
'Ah, cara. ' Hesitei. ' Não, não. Desistiu de caminhar?' Mudei de assunto antes que minha grande boca soltasse o que não deveria. Não queria fazer papel de otária na frente dele.
Ele pareceu me analisar, por fim soltou outro sorriso. 'Não, mas acho melhor irmos para um lugar mais iluminado. Não queremos que ninguém pense coisas inapropriadas não é?' Ele piscou maroto.
Fiquei atônita de novo.
Ele leu meus pensamentos? Esse menino é tão estranho. Primeiro, ele queria caminhar comigo, duh, comigo - percebeu? Segundo, ele parecia adivinhar tudo, o que me assustava. E cara, terceiro, ele era lindo demais. Perturbador.
Vi-o acenar com a cabeça para irmos logo - ele estava segurando o riso? Dei de ombros, só podia estar pirando, vendo coisas. É isso. Seguimos em direção ao salão de jogos de novo, em passos lentos, eu resolvi quebrar o silencio pela primeira vez na noite.
'Então, aqueles são seus irmãos?' Eu tentei fingir desinteresse ao máximo, já que eu estava louca pra saber se ele era mesmo solteiro.
'É, quase isso. Todos nós somos adotados. ' A voz dele estava sem vida, desanimada eu diria.
'Nossa, o que houve com seus pais?'
'Morreram há muito tempo. ' O tom dele pois fim àquela conversa. Continuamos conversando em direção ao salão em silêncio.
Lembrei que tinha visto a morena baixinha de mãos dadas com o tal Jazz, um ato não muito comum para dois irmãos - ainda mais adotivos. Mas pelo menos isso explicava o fato dos pais dele aparentarem ser jovens demais para aquele tanto de filho.
Quando chegamos ele foi um verdadeiro cavalheiro, abriu a porta para mim e me apontou uma das poltronas.
Dessa vez ele puxou conversa, para o meu alívio. Contou que morava em Forks, uma cidade pequena e chuvosa, que estava no segundo ano do colegial - como eu. Perguntou da minha vidinha tediosa, impressionante como ele pareceu interessado. Eu editei algumas partes, principalmente sobre a existência de Rob - eu não ia perder essa chance - por mais que ele insistisse em perguntar se eu namorava.
Discutimos sobre livros, meu tópico favorito. Ele menosprezou o Romeu, o que me ofendeu cruelmente - ele gargalhou quanto disse que estava lendo Romeu e Julieta quando eles chegaram.
'Uhn, Edward. ' Ele penetrou seu olhar no meu, desviei retomando a linha de pensamentos. 'Eu tenho que ir sabe, está tarde. ' Dói pensar que eu teria de me separar dele, sem saber quando nos veríamos de novo.
'Ah, claro. Eu te levo até seu chalé. ' Ele abriu a porta novamente para mim, mas o frio cortante me fez congelar. 'Toma!' Ele foi tirando o casaco dele.
'Tá louco? Você vai ter uma hipotermia!' Não que eu me importasse de esquentar ele com a minha temperatura corporal, opa, acorda! 'Não Edward, sério. ' Ele riu.
'Relaxa! Eu agüento. ' Ele olhou presumido para mim. 'E eu ainda tenho um mais um casaco por baixo. ' Ele me passou o blusão e eu vesti, olhando que ele ainda estava com um casaco de linha fino - ele deveria estar congelando. O perfume doce dele inundou o ar e eu me senti extasiada, eu poderia ficar viciada naquilo. Me aproximei dele pra não deixar o coitado morrer de frio - na maior inocência, juro!
Subitamente ele passou um dos braços pelo meu ombro e me puxou para ele, fazendo meu coração dar um banho em qualquer bateria de escola de samba. Olhei para ele, sabendo a tonalidade das minhas bochechas. Ele sorriu sacana.
'Você não ia querer me deixar morrer de frio, ia?' Meu coração explodiu num carnaval de batidas, eu sorri envergonhada. Suspirei quando a gente parou enfrente o chalé.
'Boa noite, então. ' Eu fui tirando o casaco dele.
'Você não quer ficar com ele?' Tentador.
'Não ia ser fácil de explicar. ' Acenei com a cabeça para o chalé, enquanto ele vestia o casaco.
'Ah, sim. Então a gente se vê amanha?'
'Claro. ' Respondi rápido demais, ele riu. 'Tchau. '
'Tchau. ' Ele deu um beijo na minha testa, fazendo-me tremer de frio.
'Você vai morrer congelado garoto!' Eu gritei enquanto ele se esgueirava pelo meio das árvores. 'Sai daí, é perigoso. Por isso tem uma trilha sabia?'
Ele gargalhou alto. 'Eu não tenho medo do lobo mal. ' Eu bufei entrando em casa.
Eles estavam no quarto quando eu cheguei, Josh capotado na cama e mamãe e papai me esperando com a TV ligada.
'Onde você estava querida?' Papai perguntou delicadamente, ele deveria ter feito à cabeça da mulher dele pra ela não estar pirando comigo nesse instante.
'Andando por ai, conheci umas pessoas. ' Respondi indo em direção a minha mala.
'Que pessoas?' Ele arqueou a sobrancelha.
'Todos da minha idade pai, relaxa. ' Peguei minhas coisas e me precipitei para o banheiro antes de ouvir sua resposta. Liguei o chuveiro e deixei a água quente varrer o cheiro de Edward que estava em mim. Demorei mais do que o costume no banho, já que eu sabia que iria morrer de frio quando desligasse a água, mas quando o chuveiro fez um barulho estranho a água quentinha se tornou gelada, fazendo minha pele arder.
'Merda!' Eu gritei enquanto me enrolava na toalha.
'Que houve?' Meu pai perguntou do quarto.
'Acabou a porcaria da água quente!' Eu pude ouvir eles rindo.
Sai do banheiro com o meu pijaminha quente e peguei um travesseiro com o cobertor mais pesado que encontrei e fui para a sala.
'Aonde você vai?' Minha mãe quis saber, sempre intrometida.
'Dormir' Respondi rispidamente.
Me joguei no sofá maior e prendi meus joelhos com as mãos pra me esquentar. Pude ouvir o bipe do meu celular em algum lugar na casa, mas tinha coisas melhores em que eu queria pensar essa noite. Como Edward Cullen.
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Eu quero agradecer as meninas que me deixaram reviews, essa fic nao teve tanta review, mas eu sei que tem bastante visitas. então sejam legais comigo gente, eu sou movida a isso. todos sao ;)
Marcia B. S.: MELHOR ANO NOVO DA MINHA VIDA, sem comentários. tirando a parte que eu peguei o metrô lotado, me senti uma sardinha! choveu em copa e minha chapinha foi pro esgoto FOI FODÁSTICO. vc tem muita sorte de morar ai, o rio nao é nada daquilo que falam na tv. AMEI³ espero que goste desse cap =)
Natália: Adorei o rio, como eu falei aqui em cima pra marcia, a cidade é demais. O jornal generaliza muito essas coisas da violencia, foi muito bom³ Espero que goste desse cap ok? Valeu pelo feliz aniversário *-*
Cat e Dan: Rob's são maraaaa =) espero que goste =)
.Dakotta.: Não me enxa de elogios, eu gamo *-* IUAHSIUAHUISHAIUSHAIUHSIU tipo, véi fudeu. ou eu morro ou eu me apaixono sacou? eles sao fodas *-* AMEI esse chingamento novo, AIUHUIAHSIUAHSIAUH super original. Eu atualizei essa fic, pq tava na cabeça e cara, se eu nao colocasse pra fora o resto nao ia sair ;O
Mas eu prometo que semana que vem vc vai enjoar das minhas att, meus pais voltam a trampar ai eu morro o dia td na frente do pc :~ IUAHSIUAHSUIAHSIUAHUISHAIUSI beeeeijos amor =)
Amanha eu não att, quase certeza. Meu niver né, preciso de folga. ENTÃO EU SOU CHATA E PEÇO REVIEWS DE PRESENTE X)
beijos, até mais.
