Capítulo 2: O(s) Amigo(s).

Anteriormente:

Eddie e Syo fogem da explosão da ponte que liga as duas cidades de Peugeotlândia e Marmitalândia e se asilam na casa do Eddie para evitar pistas da fuga. Isolado, Eddie vai tentar buscar alguma maneira da sua investigação para descobrir quem sujou a sua identidade. Ao entrar na sala de trás, se encontra além do Syo, uma pessoa bem conhecida pelo próprio.

-Robercletzon? – questiona Eddie ao ver a pessoa de cabelo azul, calça preta, camisa branca, sapato de couro e jaqueta sem mangas preta. A pessoa referida vê o Eddie.

-Eddie – exclama Robercletzon – que bom que você está aqui! Syo me disse que vocês dois sobreviveram da explosão da ponte.

-Obrigado. Porém, queria dizer que precisamos investigar todo esse mistério que envolveu nossas identidades. Eu não sei por que acabei de dizer esse termo, mas precisamos de estratégia e muita "teoria híbrida" na cabeça.

-Como assim "teoria híbrida", Eddie? – questiona Robercletzon.

-Visão, é lógico! Mas precisaremos de alguns reforços que estão na cidade. Primeiro, vamos fazer uma lista de pessoas que são confiáveis para este trabalho. Sugiram um nome.

-Hum... deixe eu ver – diz Syo.

-Rafael Mori? – sugere Robercletzon.

-Rafael Mori? – questiona Eddie – ele não deve estar em Hurinando?

-Ele chegou anteontem para tentar ajudar a sua inocência – diz Robercletzon – Eu vi ele há pouco sentado numa praça perto da ponte.

-Qual praça no sul? – questiona Eddie.

-Praça Dom João IV, perto do museu, antiga escola onde você diz que estudou lá antes de viajar para Maués – responde Robercletzon.

-Praça Dom João IV... – diz Eddie lentamente.

Eddie lembra-se de um evento que houve na exata praça onde houve um fato três anos atrás onde Eddie explodiu uma das fábricas de clonagens do Claudinei, um dos poderosos líderes da máfia de clones do mal, no qual Eddie conseguiu derrotá-lo mesmo perseguido pela gangue dele, no qual eram clones do MacGyver, personagem principal que o próprio Eddie mais odeia principalmente o seriado "Profissão Perigo" na década de 1980.

-Eu sei, Eddie – disse Robercletzon – você se lembra muito bem o que houve três anos antes. Pior que o Syo conseguiu descobrir "quem matou" o pai dele.

-Nisso porque você se acha um idiota assumindo-se irmão do Robercleiton mesmo que você aprontou e se converteu para esse seu "deus" oposto do povo de Roberlândia – retruca Syo – Já que se diferenciou e tu se achas que é melhor que até Michael Jackson te prendeu no Rancho de Neverland por causa das danças dele!

-Porra, Syo – reclama Robercletzon – de novo essa história!

-Prefiro sair daqui para não interferir essa confusão – diz Eddie ao sair da sala.

-/-/-

Eddie sai da casa e entra no seu carro que conseguiu na fuga do Syo, um Fiat Tempra 1993. Liga o carro através da ligação direta e logo ao sair, Eddie percebe que não só o público, mas todo o trânsito da cidade está vazio, parecendo uma cidade fantasma, na humilde opinião do próprio. Exatamente foi por causa do pronunciamento do prefeito da cidade que obrigou todos os habitantes da cidade a se asilarem nas suas residências, no qual "confirmou" a tal onda de terrorismo na cidade. Mas o seu objetivo é procurar Rafael Mori para o seu trabalho.

Mesmo passando pelas ruas já desertadas da cidade, Eddie encontra Rafael Mori sentado num banco e lendo num papel na praça. Para saber, Eddie estaciona o carro, que morre em seguida, e sai do carro, andando até aproximar do Rafael Mori, lendo sem perceber que o Eddie está espionando o papel. Percebendo uma sombra estranha, Rafael Mori vira a face e percebe a presença do Eddie.

-Eddie – pergunta Rafael Mori corado.

-É muito bom reencontrar uma pessoa que está me representando uma inocência que estou querendo – diz Eddie.

-Como assim? Estou lendo este meu papel para ver se tento forçar que inocentem você, porque estou percebendo que você sobreviveu da explosão da ponte e fugiu da tática policial.

-Você é a autoridade representante nosso. Você precisa admitir todas as acusações contra a mim são falsas. Pode ser até advogado, mas é senador. É como PEC mas é essa CPI para que nos salva desta desgraça.

-Escute, Eddie – diz Rafael – tenho problemas há poucos anos. Lembra a nossa briga no automobilismo dez anos atrás? E também daquele novato que arrumaram como parceiro de equipe, só queria título e não me ajudar.

-Por quê? Todos queriam é título! O seu tio tentou estragar a minha festa nove anos atrás porque queria estragar a minha família e a equipe dela. O Emerson Peugeot também queria título, mas preferiu a tentativa de bloqueio na ultrapassagem!

-Quando desqualificaram ele em 1998, eles me deram uma vitória por decisão investigativo. O engenheiro meu na época em 2000 me manipulou e queria que eu estragasse as suas corridas, como ultrapassagens. Só fazia pole position, mas ele me brigava por errar o que ele me pedia. Por causa de tantas brigas, no ano seguinte, já que estava vencendo mais do que você, decidi entregar ele para a FPLA. Mas essa denúncia acabou mexendo com a equipe. Suspenderam o engenheiro, mas a renda fiscal estava sendo confiscada aos poucos da equipe. Não mexeram com a minha conta bancária, mas a equipe estava perdendo os patrocínios.

-Isso é por conta dele que estragou a sua equipe.

-Olhe, Eddie. Eu vou salvar a sua identidade e descobrir quem sujou sua identidade. Mas preciso confrontar essas autoridades absolutistas e usar toda a minha defesa para representar vocês. Eles não são fáceis de confrontá-los.

-Tá bom. Venha comigo para a minha casa onde planejaremos todo esse trabalho.

Eddie e Rafael saem da praça em direção até o carro e em seguida, para a casa do próprio Eddie, no Fiat Tempra 1993.

-/-/-

Eddie e Rafael chegam à casa do Eddie, mas antes de entrar:

-Merda, Eddie – reclama Rafael quando o carro desliga sozinho – o carro morreu de novo!

-Arranquei e fiz ligação elétrica do carro. Toda vez que paro e ficar parado por pouco tempo, o carro morre.

-De onde tu arrumou este carro?

-Peguei este carro na fuga após a explosão da ponte. Estava destravado, mas não tinha chave de ignição. Então tive uma alternativa de fazer ligação direta.

Os dois saem do carro e entram em casa.

-/-/-

-Olhe, Rafael. Você fica aqui, mas evite os telefones da casa porque podem ser grampeados por ligações exteriores.

-Certo.

-Você planeja, eu planejo e vamos pôr nossas mãos para investigar.

-Ok.

Rafael anda até o fundo de casa enquanto Eddie anda até o quarto.

Mesmo assim, Eddie precisa procurar mais gente que vive na cidade e estar bastante privilegiado e rigor para que evite toda a investigação vaza para os investigadores opositores que jogaram Eddie Peugeot na cadeia.

(CONTINUA).

(Nota do autor):

(Crossovers)

*Robercletzon: Personagem opositor do Robercleiton no jogo Las Aventurietas Del Robercleiton TURBO. Neste fic, decidiu virar do bem (nisso porque o autor do RPG não completou totalmente o jogo, no qual completou até a parte do "Liberdade/São Paulo" em fase beta), mas continuou com o seu deus, chamado "Espermatofredo" (um texugo), opositor da deusa Topera (uma toupeira), padroeira das famílias da Vila dos Robers (neste fic, Roberlândia).

(Cenas Referentes e Curiosidades):

*No jogo de RPG Maker 2003, Destino Final (no qual Syo está entre os crossovers deste fic), desde o início do jogo, Syo sempre teve o desejo de saber quem matou o pai dele. Porém, quando encontrou o túmulo do pai dele (um falso túmulo, daqui a pouco vai entender), um tal de Órion encontrou Syo mas misteriosamente, em certos eventos, ele deixa o grupo sem motivos. A mãe não revelou (já que estava morrendo gravemente ferida pelo Kronnos Hirokawa) por pouco a verdade. Só que a verdade veio à tona pouco antes do Syo encontrar Hirochi, quando acabou de ter uma visão reveladora: Órion era o pai dele, Magnus. E foi ele que o "matou" o pai (lógico que Magnus estava gravemente ferido, mas enterraram outro corpo no lugar dele) por causa de uma tal maldição lançada 1000 anos antes (no jogo, Syo nasceu em 04 de Janeiro de 2006, mas neste fic, revertemos 18 anos antes; ou seja, Syo nasceu em 04 de Janeiro de 1988).

*Neste fic, planejei parte da biografia do personagem Rafael Mori Neiva que o personagem foi piloto de automobilismo assim como o pai dele, Tony Mori Neiva. Rafael Mori confrontou Eddie Peugeot em 2000 e 2001, mas o piloto estava na equipe da família de 1998, e havia disputado duas corridas finais em 1996. O piloto sofreu altos e baixos além do período 1998 2001, também em 2008, quando na penúltima corrida, o piloto causou uma manobra polêmica e foi desqualificado e suspenso da categoria por três anos. O retorno veio em setembro de 2010 quando diminuíram a pena de suspensão.