N/A: Estou muito surpreendida ao ver que vocês realmente ligaram à minha nota no prólogo.

E não posso dizer que não estou contente, nem que não quero mais reviews! :P

A sério, eu quero saber o que vocês pensam, nem que seja apenas para dizer que querem que eu continue! (ou que concordam comigo quando eu digo que o Emmett é o maior)

Ah, e aconselho a conferir a minha nota abaixo. ;)

E pronto, sem mais demoras…

Enjoy!

P.S – Quem for Team Emmett ponha a mão no ar! *a pôr a mão no ar*


O Diário

13, Novembro, 2006

Desde Setembro que várias coisas estranhas têm acontecido, e por isso lembrei-me de as registar. "Mas um diário não é uma coisa meio gay?", perguntam-me. Bom, tenho de escrever num lado qualquer, não é? Então, chamemos-lhe diário! Agora vamos aos factos:

No fim de Agosto, eu e a minha família viemos viver para Forks, pois a minha mãe queria ficar numa cidade mais aconchegante que Chicago, então o meu pai arranjou um emprego cá, nesta cidade que não chamaria aconchegante. Chamar-lhe-ia… perigosamente pequena? Toda a gente conhecia toda a gente, era até embaraçoso. Sim, porque eu, Emmett e Alice éramos alunos novos numa secundária com quatrocentos alunos.

No primeiro dia de aulas, toda a gente olhava para nós com uma cara de "ah, então são eles os Cullen". Eu e Emmett captámos logo o olhar de várias raparigas, e Emmett murmurou-me:

- Isso nem é assim tão mau. É bem melhor do eu esperava… Olha aquela ali, Ed. Tás a ver aquela? Parece-me boa, a ti não? Ui, papava-a já! E a outra, deve ser amiga dela. Podíamos "ménager" um bocadinho…hehehe (N/A: Emmett safado!)

- Sim, Emm, sim… - dizia, pouco me importando com o que ele dizia.

Mas nesse momento vi uma rapariga a um canto do refeitório, sozinha. Provavelmente a tentar passar despercebida. Mas ela não passou despercebida, pelo menos para mim.

Parecia alheia a tudo. Eu estava muito distraído, talvez ela provocasse esse efeito nas pessoas.

- Ei, e aquela ali ao fundo?


(N/A: Esta parte do capítulo já não faz parte do diário)

Tu viste-a no meio de tantas outras raparigas,

Mas ela era especial.

Se pudesse corar, coraria de certeza, devido à tua enorme atenção,

Mas por algum motivo, deduziste que ela era incapaz.

Mal sabias o quão certo estavas.

Ela era tímida, mas também assustadora.

Por isso ninguém se ousava aproximar.

E ela parecia não se importar.

Emmett abanou-te os ombros, para continuares o caminho,

Mas ficaste aprisionado à sua beleza, ao mistério que dela emanava.

Querias descodificá-la, desfazer o puzzle,

Mas não naquele momento.

Aquele momento não era o indicado.

Aquele sítio não era o indicado.

Mas tu querias.

E tu não desistirias.

Ela olhou-te.

Os seus olhos eram indecifráveis,

Embora mostrando um visível aborrecimento.

Olhou-te, curiosa, repentinamente.

Algo despertou na sua mente.

Ela olhou-te, e tu sabias que ela era diferente.

Não te seria indiferente, a partir daquele momento.

A partir daquele segundo.

Ela retornou a fitar o tabuleiro cheio,

Novamente aborrecida.

Tu franziste o sobrolho,

Julgando, interrogando, visivelmente curioso.


O Diário (continuação)

- Ed… Edward! – gritou Emmett. Puxou-me pelo braço, de novo, e dessa vez eu não ofereci resistência. Ele levou-nos para uma mesa, do lado oposto ao da estranha rapariga. Eu sentei-me num lugar entre duas outras raparigas, uma de nome Jessica, outra Lauren. Não lhes liguei muito, mas elas pareciam mais interessadas no meu "irmãozinho". Ele é bastante mais forte que eu, mas também é mais velho, dois anos.

- Então, como é viver em Chicago? – perguntou um rapaz.

- É normal. – respondi. Mal prestava atenção a alguém, estava perdido nos meus próprios pensamentos.

- Edward, conta à Lauren como é realmente Chicago. – disse-me Emmett, piscando o olho. Eu fiz um esforço para ser amigável, para parecer interessado.

- Oh, é muito engraçado, e é bastante mais espaçoso que Forks, mas Chicago não tem tantas raparigas giras. – disse, com um sorriso de esguelha. Lauren, com cabelos louros muito longos, sorriu imediatamente, e focou a sua atenção em mim.

Ela não era feia, de modo nenhum, mas logo pensei que se tratava de uma mulher convencida e fútil. Bolas, pára de ser preconceituoso e aproveita!

Começámos a falar muito, e quando nos levantámos para sairmos do refeitório tinha-me lembrado de repente da rapariga do outro lado do refeitório. Olhei de relance para onde ela estava… há já bastante tempo. Nem dei por ela sair. Acho que posso viver com isso…

- Lauren, podes dizer-me onde é a turma de Biologia?

- Posso sim, Edward. Também vou ter essa aula! – e riu-se, levemente. Eu dei-lhe um pequeno sorriso. Ela lançou-me um olhar sedutor. Preparava alguma, supus. Não havia problema, assim sempre tinha uma pequena distracção… Chegou-se mais perto de mim.

- Sabes, ainda falta um pouco para tocar… Não queres ir ali atrás? – murmurou-me ao ouvido, com os olhos convidativos. Começava a morder o lábio inferior, na expectativa. Eu sorri, e disse-lhe que sim.

Fomos para trás de um dos blocos de aulas, e ela atirou-se imediatamente para o meu pescoço. Ok, eu tinha razão. Aquela rapariga era mesmo saída da casca. Aproximou-se mais, e mais, e mais. Eu baixei a cabeça na direcção da sua, e beijei-a. Os nossos lábios moviam-se com rapidez e com urgência. Ela abriu a boca, e eu coloquei a minha língua na sua boca, enquanto que ela fez o mesmo. Tinha as mãos nas suas costas, e fui baixando-as, enfiando-as por baixo da camisola incrivelmente decotada. Ela pareceu feliz com esse facto, e agarrou-se mais aos meus cabelos, os seus seios roçando o meu peito. Ofegávamos, e retomávamos o beijo, com o mesmo sentido de urgência e desejo de antes.

Lauren nada significava para mim, e provavelmente eu também nada significaria para ela, mas ambos tínhamos necessidades, e aquela parecia-me uma boa forma de as satisfazer. Ela tinha a experiência de uma pessoa que se vendia por dinheiro, mas talvez ela não se vendesse. Pelo menos por dinheiro.

O toque de entrada foi emitido. Estávamos um pouco ofegantes, mas fomos depressa para a sala, entre risadas. Ela disse-me que já tinha companheiro (que eu deduzi que fosse também mais que um colega de carteira), por isso procurei por uma mesa vazia. A única que encontrei, era na parte de trás da sala. Lá estava uma pessoa, mas eu soube que ninguém se sentaria, do mesmo modo que ninguém se sentara ao seu lado no refeitório. Era a rapariga misteriosa.


(N/A: Esta parte do capítulo já não faz parte do diário)

Ela olhou-te, com desdém, a início.

Ninguém se sentava a seu lado.

Ninguém.

Ela não falou.

Tu ficaste admirado com esta recepção.

Mas mesmo assim sentaste-te.

Ela baixou o olhar, fitando o caderno.

Parecia zangada.

Tu não disseste nada.

A aula começou.

O professor fazia perguntas, ela respondia.

Quando a ela ele se dirigia.

Percebeste então que o seu nome era Isabella.

Ela torcia o nariz de cada vez que o professor a chamava.

Talvez não gostasse do seu nome, pensaste.

Olhava-la, de novo curioso.

Ela apercebia-se, mas nunca retribuía.

Sentia-se frustrada, ainda.

Talvez porque tu a fitasses muito, nunca pensaste?

Talvez porque ela não gostasse de ser fitada.

Este pensamento ocorreu-te.

Desviaste de imediato o olhar, envergonhado.

Dessa vez, olhaste para Lauren,

Que sorria alegremente para o seu colega.

Não te importaste.

Ela era uma diversão, apenas.

Deixaste a tua mente divagar através de recordações.

Mas chegaste à conclusão,

Nenhuma rapariga mexia contigo da forma que Isabella mexia.

O seu olhar, indecifrável.

A sua boca, tentadora.

A sua pele branca como a neve, misteriosa.

Os seus cabelos castanhos e longos, encantadores.

Tudo nela te atraía.

Não entendias como ela conseguia passar despercebida.

A aula terminou.

Ela saiu, mais rápido que qualquer outro.

Tu ficaste com quantas mais perguntas tinhas no começo.

Talvez mais, tantas mais.


N/A: E pronto, este é o primeiro capítulo.

Espero que gostem da forma como eu estou a fazer esta fic.

Não tem nada a ver, mas há uns dias, tive um sonho (que talvez vá fazer uma fic sobre isso), e quero saber a vossa opinião.

Vou apenas dizer o começo.

Era sobre mim, que estava no carro, e vi o Kellan Lutz (Emmett Cullen *.*) e o Rupert Grint (Ron Weasley ^^) num carro ao lado. Eu olhei-os, especada, colada ao vidro, e Rupert ficava assustado, enquanto que Kellan só se ria.

Depois, ultrapassei-os, mas (in)felizmente fomos parar ao mesmo restaurante!

Nota: Eles estavam em Portugal! Gosh eu estou mesmo a ter uns sonhos completamente fictícios! :P

E agora, os agradecimentos:

Helena Camila: obrigada pela review, valeu! :) Beijuss!!

Bella Yo': Huashuahuas isso também me acontece! :P fico feliz para ver que gostou! Team Emmett!! Beijuss!!

Nath Tsubasa Evans: Não precisa esperar mais, está aqui, como vê! ^^ obrigada pela review, Beijus!!

marinapz4: já saciou? Espero que sim! Beijuss!! .^

Sabaku no AnaH: :) obrigada! Confira as minhas outras fics, quem sabe também gosta? ;) beijuss!!

Acho que é só isto. Por favor, digam-me se acham que devo fazer uma fic sobre aquilo acima (é claro, trocar os actores por personagens!) :D

Beijuss!!