Bom, fiz mais um capítulo, mas não sei se estão gostando... u.u.. agradeceria muito se deixassem reviews (vocês fariam uma pessoa muitoo feliz xD)
bleach não me pertence... .
Matsumoto: Hitsugaya-taichou... Hinamori-chan... sumiu... – ela estava sem fôlego.
Hitsugaya: Nani? oO - No mesmo instante Hitsugaya levantou-se.
Matsumoto: ufa, ele trabalhou bastante. – foi sentar-se no sofá. – acho que não precisarão de mim. – deitou-se e cochilou um pouco.
Foi o mais rápido que podia. Estava garoando e as gotas iam ao seu encontro com força, espetando-lhe. Por que ela sempre fazia isso? Todas as vezes que ela escapou ou de seu repouso ou mesmo da prisão... se feriu. Precisava ir mais depressa.
Inúmeros pensamentos percorreram sua cabeça. O que poderia acontecer com ela? Aizen não estava mais ali para feri-la, mas temia qualquer coisa. Seu coração estava disparado. A idéia de perdê-la vinha como bombas, apavorando-o imensamente. Apertou suas mãos com força. Se algo mais acontecesse com ela, definitivamente não se perdoaria. "Hinamori, porque sempre age sem pensar?"
Unohana: Hitsugaya-taichou?oO – ela assustou-se ao vê-lo ali tão depressa, mas não era para se admirar. Sua frieza era inimaginável.
Hitsugaya: Hinamori-san...? O que aconteceu? – perguntou recuperando o fôlego, encarando-a fixamente.
Unohana: Ela fugiu... Matsumoto-san chegou agora pouco para visitá-la e ela já não estava mais. – ela foi até a janela. – eu a tinha fechado hoje mesmo, tranquei-a. Somente alguém por dentro poderia a abrir.
Hitsugaya: Hinamori escapou... – ele ficou pensativo.
Unohana: Há uma grande possibilidade de ela ter ido procurar você... ela estava muito triste hoje à tarde...
Hitsugaya: Ok... domo arigato... – ele foi para a janela.
Unohana: Se acha-la, não a deixe se mover... ela deve ter aberto todos os ferimentos... – Unohana abaixou a cabeça por dar tal notícia. – me chame imediatamente.
Hitsugaya: Novamente, obrigado. – ele ficou mais sério ainda.
Unohana: Ah... Hitsugaya-taichou... Matsumoto-san já foi no escritório ver se ela iria para lá... tente os alojamentos... já mandei equipes para outros lugares...
Hitsugaya: Hai...
Sem esperar mais, saltou a janela e sumiu da vista de Unohana. Foi o mais rápido que conseguia para seu alojamento, olhando todos os corredores, procurando-a. Mas nada. Já estava com um nó na garganta.
"Hinamori" Visivelmente estava começando a ficar cada vez mais irritado. "Por que diabos ela sairia de lá? Ainda mais para me procurar..." Enfim chegou a seu alojamento. Abriu a porta com grandes esperanças, mas ela não estava ali.
Atordoado, voltou-se para começar a procurar em outro lugar. Fez vários trajetos, passando por vários possíveis corredores. Mas não a via em lugar algum. Encontrara a equipe de Unohana, mas nenhum deles teve sorte.
"Hinamori, o que esta fazendo?" Voltou para seu alojamento. Nada ainda. Havia ido a todos os possíveis lugares, já havia se esgotado.
Hanatarou: Hitsugaya-taichou! Hitsugaya-Taihcou! – um garoto atrapalhado estava tentando alcança-lo, porém, não estava tendo sucesso. Enfim, decidiu berrar de uma vez, chamando a atenção do capitão.
Hitsugaya: Nani? – ele parou, vendo a figura totalmente sem fôlego apoiada nos joelhos. Mal conseguia ar para falar.
Hanatarou: Hina...Hinamori-san... a viram... – ele parou para respirar.
Hitsugaya: Anda! – ao ouvir a menção de Hinamori, queria a informação o mais rápido possível.
Hanatarou: Gomen... ela foi... vista... seu.. alojamento...
Hitsugaya: Domo arigato! – mal pode ouvir direito e o capitão já havia sumido de seu campo de visão. Finalmente poderia respirar.
Voltou aos seus alojamentos rapidamente. No entanto, nada. Fechou a porta irritado. Aquilo estava o irritando extremamente. Parou na frente de seu quarto e olhou distante. E foi então que estourou aquela imensa alegria. Uma paz surgiu-lhe. "Hinamori...!" Lá estava ela, toda encharcada, andando fracamente.
Sem pensar, correu até ela. Fazendo-a se assustar. Ao vê-lo, sua expressão se tornou um tanto quanto confusa. Ele parou na frente dela. Tão aliviado que não conseguia reagir. Notou os olhos inchados da garota. Enfim, parou de se segurar e a abraçou fortemente.
Hitsugaya: Hinamori...! – ele percebeu que sua respiração estava difícil. Soltou-a. analisando sua ferida que estava sangrando.
Hinamori: Hitsugaya-kun... eu...
Ela indiciou cair, mas antes ele a pegou no colo delicadamente. Tirando-a da chuva, levou-a até seu quarto e cuidadosamente a colocou na cama. Estava toda encharcada. Assim como ele. Os cabelos negros grudados na face ou no corpo. Sua pele pálida e a boca entreaberta. Olhando-a deste modo se afligiu. Foi em busca de Unohana, mas no caminho encontrou uma equipe que procurava por Hinamori e mandou-os buscar Unohana.
Voltou desesperado ao seu aposento. Buscou depressa uma toalha e começou a secar-lhe o rosto. Ela estava tremendo, no entanto não ousaria tirar aquelas roupas encharcadas. Pensamentos desta cena lhe vieram à mente. Sacudiu fortemente a cabeça. Não eram horas para aquilo. Não precisaria se preocupar, Unohana deveria chegar logo.
Para sua felicidade viu a enorme trança. Unohana escancarou a porta, seguida por Isane. Ela rapidamente foi ver Hinamori.
Ela analisou cuidadosamente a ferida, porém seu semblante estava bem sério. Voltou-se para Hitsugaya brevemente.
Unohana: Hitsugaya-taichou... vou demorar um pouco. Por favor, seja paciente... – ela voltou-se para a garota, começando seu trabalho. – Poderia emprestar algumas trocas de roupas?
Hitsugaya: Hai. – ele foi até seu armário e procurou alguma coisa para Hinamori. – Unohana-taichou, ela vai ficar bem?
Unohana: Acho que sim... posso pedir para ela ficar aqui? Não quero arriscar leva-la nesta chuva.
Hitsugaya: Obviamente. – ele olhava de Unohana para Hinamori. Não sabendo se aquela notícia havia o deixado feliz ou não. Pelo menos não se preocuparia com ela enquanto estivesse ali.
Desistiu de esperar em pé. Foi para uma outra sala e sentou-se. Só conseguia pensar nela. Em seu estado debilitado. Como temia sua morte. Não conseguiria viver se ela morresse. Isane logo entrou na sala. Ela notou o ar totalmente preocupado de Hitsugaya, ele estava totalmente disperso que nem a percebeu entrar.
Isane: Não se preocupe, Hitsugaya-taichou... ela já esta melhor. Unohana esta terminando. – ela tentou sorrir para confortá-lo.
Hitsugaya: Domo arigato. Desculpe-me... sente-se. – ele percebeu o quanto fora rude com suas visitas. Afinal, nem havia cumprimentado Isane.
Isane: Ah, não, já estamos de partida. Unohana-taichou quer vê-lo.
Os dois foram até o quarto de Hitsugaya. Hinamori estava trocada, com as vestes de Hitsugaya. Algo que ele estranhou ao ver. Unohana estava olhando-o com um sorriso doce, típico.
Unohana: Não abriu muito, por sorte... mas mesmo assim, ela correu muito risco. – ela foi para a porta. – Não se preocupe, talvez desperte logo.
Hitsugaya: Domo arigato.
Unohana: Se ela acordar, não a deixe se levantar de forma alguma. Se desejar, amanhã eu mando alguém leva-la de volta. – ela deu um meio sorriso malicioso sem que Hitsugaya visse, mas ele notou o estranho tom de voz em sua ultima frase, querendo não entender. – Vamos. Boa noite, Hitsugaya-taichou.
Hitsugaya: Boa noite. – Após certificar-se que as duas já haviam se retirado, sentou ao lado de Hinamori. E seus impulsos o fizeram acariciar-lhe o rosto, logo depois algumas mechas de cabelo. Notou que ela estava um pouco fria e buscou no armário um cobertor. Colocou-o delicadamente sobre ela. – Durma bem, Hinamori. – dizendo isto, pegou sua poltrona e colocou-a ao lado da cama, para que pudesse zelar seu sono. Acabou por se aconchegando nela e adormecendo.
Corria. Corria. E nunca achava. Estava sem forças, sem fôlego. Não agüentava mais. Seu corpo estava se tornando pesado. Inútil. Debilitado. Precisava encontrá-la. Sempre sumia. E somente a achava quando era tarde demais. Continuou andando depressa. Apoiando-se nos lugares. Alguém o segurava, não o deixava prosseguir e então a ouviu chamando-lhe docemente. "Hitsugaya-kun! Hitsugaya-kun!"
Despertou. Estava suado e a respiração descompassada. Hinamori olhava-o da cama preocupada. Parecia estar com dores, pois ao tentar inclinar o corpo, caiu na cama rapidamente.
Hinamori: Hitsugaya-kun... pesadelo? – ela olhou-o amassada, com cara de marca de travesseiro. Ele sorriu para ela. Não fazia idéia de como estava bela.
Hitsugaya: Sim. Como você esta?
Hinamori: Bem... ai... só doendo um pouco. – ela olhou em sua volta. – onde estou?
Hitsugaya: Meu quarto. – ela voltou-se rapidamente para ele, espantada. Corou um pouco. – O que foi? oO
Hinamori: Ahh, nada, Hitsugaya-kun! – estava nitidamente embaraçada.
Hitsugaya: . É assim que trata um capitão? – ele sentou ao lado dela, emburrado. Ela riu alegremente. Estava com saudades da cara emburrada dele.
Foi então que ela reparou em suas vestes. Estavam mais ou menos servindo-lhe bem, porém não eram as dela.
Hinamori: oO... são... são suas vestes? – e depois corou mais um pouco, alias, mais um monte. - o que aconteceu ontem? OO
Hitsugaya: U.U... o que você esta pensando, boba? Você desmaiou, eu te trouxe para cá – emburrado, cruzou os braço. - Unohana-taichou tratou de você.
Hinamori começou a brincar com as vestes. Era estranho estar com as roupas dele, mas elas estavam tão cheirosinhas.
Hitsugaya: Não vá assuar nariz nelas! Oo
Hinamori: Nani?oO Não é isso! Elas estão cheir... i.i – ela corou um pouco com a atenção que ele estava lhe dando.
Hitsugaya: Ta.. ta... agora, me explique, o que deu em você ontem? – ele olhou-a enfezado, reprovando-a. Nisso ela se assustou, mas ele continuou da mesma maneira, sem se perder nos olhos amedrontados dela.
Hinamori: Eu... eu... eu... – ela abaixou os olhos.
Hitsugaya: ¬¬ fala logo! – ele cruzou mais uma vez os braços, agora formando um pequeno bico.
Hinamori: queriavervocê... – ela falou tão rápido que ele ficou um tempo tentando entender. E então olhou-a novamente com o ar de reprovação.
Hitsugaya: Só por isso? Você poderia ter morrido daquele jeito, Hinamori! – ele alterou um pouco a voz, fazendo-a se encolher. Ela puxou as cobertas, cobrindo-se até o nariz.
Hinamori: Desculpe-me...! – ela disse timidamente. – pensei que você não iria maisquerermever...!
Hitsugaya descruzou os braços. Estava perplexo e irritado ao mesmo tempo. Ela realmente agia por um simples impulso. Mas vê-la ali, encolhida por sua culpa o fez se sentir mal. No entanto, estava tão linda daquela maneira. Não podia culpá-la, afinal, também estava prestes a agir por um simples impulso.
Hitsugaya: Hinamori... – ele foi aproximando seu rosto lentamente do dela, fazendo-a se encolher ainda mais.
Hinamori: Shiro-kun...! – ela corou extremamente.
Suavemente acariciou o rosto dela com as costas da mão e então desceu até a borda da coberta, descobrindo o rosto dela, cujo ela insistia em cobrir até o nariz. Notou sua coloração diferente e se encantou ainda mais. Aqueles lábios entreabertos o estavam convidando insistentemente. Não agüentava mais aquela sede, precisava experimentá-los.
Parou ao senti-la acariciar seu rosto. Jamais pensara que seria tão bom seu toque. Sua mão traçava delicadamente trajetos por sua face, mas tremia. Ele pegou-lhe a mão que lhe trouxera tanta paz e beijou-lhe a palma.
Hinamori: Shiru-kun! – ela estava espantada e insegura, tremia e corava. Ainda mais com ele se aproximando e olhando tão fixamente seus lábios. Já havia fechado os olhos, esperando o beijo quando ouviu algo que a fez se sentir desapontada. Faltara tão pouco para acontecer. u.u.
Matsumoto: OHAYO! – a familiar cabeleira ruiva sorridente entrou no aposento escandalosamente. O.O.
Hinamori estava totalmente vermelha, porém não tanto quanto Hitsugaya, mas este por outro motivo.
Hitsugaya: Ò.Ó... Matsumoto! – ele falou com ódio.
Matsumoto: Ahhh! - ela virou a cara, fingindo estar embaraçada, mas era na verdade para esconder os risinhos maliciosos. – Gomen, gomen! Mas... o que Himanori-san esta fazendo aqui? oO
Hitsugaya: O que você esta fazendo aqui? .
Matsumoto: Oras, eu vim ver se estava tudo bem com o senhor! i.i
Hitsugaya: ¬¬
Matsumoto: O.O – ela olhou para Hinamori, vendo as vestes que ela estava usando. – Vocês...vocês...o.O? Não acredito! – levou uma mão à boca, escondendo os sorrisos.
Hinamori: O.O – ela estava já passando do vermelho.
Hitsugaya: Ò.Ó.. não! – Hitsugaya se levantou enfurecido. Afinal, o momento que tanto esperava havia sido impedido. – Não pense besteiras, Matsumoto!
Matsumoto: n.n" bom... eh... divirtam-se! – e saiu o mais rápido que pode do campo de visão irado do capitão.
Hitsugaya: Hinamori...
Hinamori: Uh? – ela olhou-o alarmada. Ainda com a respiração acelerada da confusão e do ocorrido entre os dois.
Hitsugaya: Eu vou ir trabalhar. – ele se virou para ela. – Prometa-me que não saíra daí.
Hinamori: Ah..hai!
Hitsugaya: Vou pedir para Matsumoto ficar aqui com você. Se estiver com fome ou qualquer coisa, peça a ela. – ele a olhou um pouco carinhosamente. – Descanse. – saiu dando-lhe um sorriso doce.
No meio do caminho para o escritório finalmente pode avistar Matsumoto, infelizmente, quando ela o viu, sumiu. Continuou seu caminho tranqüilo, mas sem deixar de reparar nos olhares curiosos pelos corredores. ¬¬.. "Matsumoto!".
Usou o shyunpo para chegar mais rápido e evitar os olhares. Já estavam o irritando. Não queria nem imaginar no que Matsumoto havia falado. Quando chegou lá se encontrou com uma borboleta. Mensagem.
Aizen estava por perto. "Logo agora! Que diacho ele queria?". Matsumoto ao receber a mensagem, veio ao encontro do capitão.
Matsumoto: Hitsugaya-taichou...? – ela olhou seriamente para ele.
Ele voltou o olhar frio de antes. Maldita hora. Agora que tudo parecia voltar ao normal.
Hitsugaya: Matsumoto, não tire os olhos de Hinamori por um segundo! – ele disse rápido e seco. – e não a deixe saber disto.
Matsumoto: Mas...!
Hitsugaya: Se preciso, mandarei chamá-la. Vá.
Matsumoto: Hitsugaya-taichou... cuidado com suas decisões. – dizendo isto, ela partiu, deixando-o ali, preocupado.
Please! Deixem reviews T-T... se não eu desanimo, neh (oia que jah foi um trabalhão eu conseguir tomar coragem pra colocar alguma coisa aqui n.n")
Abraços!
