#Capítulo 2 – Maternity
Eu ouvia a chuva batendo contra a janela há algum tempo. Estava em um lugar estranho, com uma cama estranha. Meu travesseiro era o que havia de mais familiar ali dentro. Eu abro os olhos e encaro o quarto.
Havia um grande guarda-roupa e uma poltrona. Todas as paredes eram brancas e a janela ficava em cima da minha cama. Havia um ar melancólico, uma nuvem de tristeza que deveria se dissipar em breve. E eu sabia. Eu sabia que tudo tinha a ver comigo e não com minha mãe. De todas as suas decisões, aquela era a mais sensata.
Hermione era sensata. E, se havia algo de que me orgulhasse, era ser sua filha. Ela havia providenciado tudo e se esquecera de que eu preferia minha cama ao lado contrária à janela. Suspirei profundamente e fechei os olhos quando escutei seus passos ecoarem no corredor.
Ouvi o barulho da porta se abrindo e ela aproximar-se, sublime, quieta. Seu perfume adentrou minhas narinas e eu me senti familiarizada com o lugar instantaneamente, como não havia me sentido durante toda aquela noite de sono mal dormida.
"Querida, estou indo trabalhar", disse e beijou minha testa.
"Fique em casa", murmurei sonolenta.
"Não posso, mesmo, Rose", respondeu com certo pesar. "Eu venho fazer o almoço", avisou.
"Uhum", resmunguei e ela suspirou.
"Qualquer coisa, mande uma coruja", eu me virei na cama. "Amo você, querida, fique bem", e ela saiu, encostando a porta.
Eu abri os olhos novamente, encarando a porta recém fechada. Sentia-me em segurança, acolhida. Ela era Hermione e era minha mãe. E esta era sua melhor forma de me dizer que a qualquer hora, a qualquer tempo, em qualquer dimensão, ela viria se eu precisasse. Ela ia por que confiava em mim, por que sabia que se eu precisasse a chamaria.
Então joguei as cobertas para o lado, me levantei e corri até a porta. Parei. Olhei para meus pés congelando no chão de mármore branco, as pantufas próximas a cama. Suspirei e voltei, sentando-me e fechando os olhos. Estiquei meus pés para que se encostassem ao chão. Meus olhos abriram-se novamente e encarei meus dedos brancos.
Eu estava perdendo a pose, me deixando levar por impulsos tolos. Não era tola a idéia de abraçar minha mãe e dizer o quanto ela me era importante, o quanto que eu a amava. Era, sim, tola a idéia de me deixar levar por um impulso. Eu passava longe de alguém impulsiva, que se deixava levar por emoções de curto prazo. Eu era racional, perspicaz. E isto me fazia diferente dos outros.
Minha cama era alta também e eu saltei, calçando as pantufas. Busquei no meu novo guarda-roupa um jeans e uma camiseta. Entrei no banheiro, olhando minha cara amassada no espelho. Respirei profundamente, prendendo meus cabelos em um coque solto. Despi-me e entrei no banho.
Sentia a água quente batendo contra meu corpo. Estava com a cabeça meio inclinada para trás, de modo a não deixar a água molhar meu cabelo. Eu bocejava a pequenos intervalos de tempo. Terminei o banho, enrolando-me na toalha e escovei os dentes. Só então me troquei e fui à cozinha.
Minha mãe havia feito café e tinha pães frescos em cima da mesa. Servi-me de torradas, olhando chuva e sol pela janela. Sorri ao constatar a mistura de ambos, bebendo um grande gole de café.
Terminei de comer e entrei na despensa. Havia um guarda-chuva colorido encostado a um canto e uma idéia me surgiu. Resolvi caminhar pela nova vizinhança, desistindo da geléia de abóbora.
Então apanhei o guarda-chuva e sai pela porta da sala, trancando-a ao passar. Mudamos para um apartamento nos arredores de Londres. Era um lugar afastado do centro comercial. Desci as escadas, cumprimentando o porteiro e descendo os degraus de mármore. O prédio era todo estilo renascentista, reforçando a idéia do século passado.
Christyn iria gostar desse lugar. Abri o guarda-chuva, caminhando lentamente. O perfume embriagador de rosas impregnava as ruas, mesmo naquela época do ano. Então notei uma floricultura, com um número quase absurdo de rosas. E eram de todas as cores. Eu sorri para a velha que cuidava da loja e comprei algumas. Vi-a fazer um buquê, entregando-o a mim. Paguei com meu dinheiro trouxa e voltei a caminhar.
Observei um pálido pintor debaixo de um toldo. Encontravam-se ali telas de todos os tamanhos e tintas de todas as cores. Parei ao notar os olhos dele sobre mim e lhe sorri. Fez-me sinal para atravessar a rua e eu assenti, parando a sua frente. Havia uma placa dizendo que ele era de Tóquio.
"Gostaria de posar para uma pintura?", perguntou simpático e eu sorri tímida.
"Porque não?", respondi e me encaminhei para um pequeno palco.
Subi, ainda com o guarda-chuva aberto. Estava me preparando para sentar em uma cadeira de balanço antiga quando uma rajada de vento bateu contra mim e o guarda-chuva quase escapou de minhas mãos. Fiquei na ponta dos pés e o segurei com força, não o permitindo escapar. Levei minhas mãos até meu cabelo, ajeitando-o e preparando para sentar.
"Continue assim", ele disse e eu virei meu rosto, arqueando as sobrancelhas. "Ajeite-se de maneira confortável, mas continue deste modo", explicou e eu assenti.
Eu apenas deixei meus pés encostarem o chão e virei a cabeça para o guarda-chuva, sorrindo. Talvez não fosse bom sorrir, afinal, pelo o que havia entendido, era para mostrar o fato de ter algo escapando por entre meus dedos, porém no último segundo segurá-lo e trazê-lo de volta.
Mas isto era como misturar chuva e sol, eu acho. Primeiro a dor da possível perda e no instante seguinte a alegria de poder ter de volta algo que você quase perdeu, algo que sentiu que estava escapando, se perdendo, e no último segundo ter sua presença novamente.
"Uau", eu escutei. Minhas pernas tremeram levemente, fazendo-me assustar com esse fato. Era aquela voz tão tremendamente conhecida. E havia aquele tom de rouco, misturando-se ao cinismo. Eu suspirei e inclinei o rosto, fitando-o.
"Olá, Albus", disse e o vi sorrir, quase sarcástico.
Ele permaneceu quieto e notei o sorriso satisfeito que surgiu no rosto do homem. Virei o rosto novamente, encarando o guarda-chuva. Então sorri ao perceber o arco-íris que se aparecia e o colorido que ele dava ao céu branco.
Eu achava excitante esse tipo de espera. Por que não era esperar por algo acontecer, mas sim algo já estava acontecendo. De outro modo, odiava esperar. E a presença de Albus tornava tudo tão familiar que não me importava com o fato de estar com as mãos esticadas para o alto enquanto adquiria uma dormência em meus braços. Meu rosto havia esquentado e sabia que ele tinha os olhos sobre mim.
"Está acabado", o homem disse depois de algum tempo e eu suspirei, abaixando e fechando o guarda-chuva.
Albus estava parado atrás do homem, observando a tela. Aproximei-me com receio e me postei ao lado de meu primo, admirando a obra. Na pintura, eu olhava alegre, quase extasiada, para o guarda-chuva que quase me escapara e então, quase no fim da tela, apareceram os cabelos rebeldes e estáticos de Albus devido à umidade do ar.
"Obrigada", murmurei e estava virando as costas para ir embora quando senti a mão firme de Albus pousar em meu ombro.
"Eu vou levar", seu tom de voz decidido me fez estremecer e me virei, ruborizada.
"Você não precisa comprá-lo", afirmei e ele deu de ombros.
"Eu sei que não", respondeu e eu bufei. "Eu quero aquela moldura", indicou uma branca e larga, com poucos adornos.
"Porque você vai querer uma pintura minha?", indaguei e ele me deu aquele sorriso. E eu não tinha descrições para aquele, só o fato de me fazer ficar com as pernas bambas.
Esperamos algum tempo até a tela secar e o homem colocar a moldura. Eu lançava olhares furtivos a Albus enquanto ele se resumia em uma expressão tranqüila e vencedora. Ele pagou o homem e colocou a tela em baixo do braço, começando a caminhar.
Eu abri novamente o guarda-chuva, nos protegendo da estiagem. E eu sempre acabava por cuidar dele, afinal. E talvez Albus fosse o único daquela família que eu não cheguei a detestar ou tornar sua presença quase insuportável. Ele tinha o andar decidido, segurando com segurança a grande tela.
"O que você está fazendo aqui?", perguntei e parei de andar, fazendo-o fazer o mesmo.
"Hum", ele fez com a boca entreaberta e eu bufei, fazendo-o rir. "Vim ver você", disse dando de ombros e eu arquei a sobrancelha.
"Bem Slytherin da sua parte, Albus", comentei, começando a voltar.
"Eu me preocupo com você", eu parei de andar, estática. "Qual é, Rose", ele continuou e então bufou. "Você é minha prima, no final das contas", completou e eu gargalhei.
"Eu me recuso a responder isto", disse, piscando várias vezes.
"Porque diabos nós estamos voltando?", ele perguntou irritado.
"Esqueci-me das flores", disse dando de ombros e Albus assentiu.
Voltamos em silêncio até o pintor. Ele me entregou o buquê de rosas, tinha no rosto um sorriso de satisfação. Albus e eu voltamos a caminhar, pisando por vezes, sem querer, em poças de água formadas na calçada. Parei para atravessar a rua, olhando de esguelha para ele.
"Então é aqui que você mora agora?", ele perguntou.
"Como você me encontrou?", disse e Albus sorriu, olhando para o chão.
"Sua mãe pediu para eu vir ver você", deu de ombros. "Perguntei ao porteiro onde você estava e ele disse que havia saído", eu sorri levemente. Então ele não havia desistido apenas por saber que eu não estava em casa, Albus havia ido atrás de mim e isto me fez sentir um carinho especial por ele. "Sua mãe passou lá em casa. Contou toda a história e disse para minha mãe chamar seu pai para almoçar lá", continuou e eu assenti, comecei a atravessar a rua, notando a roupa úmida dele.
"Você veio, então", eu disse e ele assentiu.
"Talvez seus pais voltem", disse e eu arqueei as sobrancelhas, subindo na calçada. "Quero dizer, sua mãe ainda se preocupa com tio Ron", explicou e eu dei de ombros.
"Minha mãe se preocupa com Hugo", eu retruquei e ele parou de andar. "E ela é razoável, provavelmente quer ter uma relação amigável com meu pai", respondi e ele assentiu. "Até parece que não conhece ela o suficiente para saber que quando se decide em algo, vai até o fim", finalizei.
"Você não se importa?", perguntou e comecei a subir os degraus de pedra, fechando o guarda-chuva.
"Com a separação?", perguntei e Albus assentiu. "Eles quase não se viam, Albus. Estavam sempre discutindo, se desentendendo. Minha mãe vai ficar melhor sem meu pai e meu pai precisa estar sozinho para crescer", disse e entramos no condomínio.
"Olhando por este lado", ele deu de ombros. "Eu achei que estivesse triste", confessou e começamos a subir as escadas.
"E estou", admiti e ele postou uma mão em meu ombro, fazendo-me ter um estremecimento. "Não por causa da separação, mas sim por que estou nessa casa totalmente nova", refleti por um instante. "Talvez não esteja mais triste, afinal", esclareci e o olhei de canto. Albus sorria e eu não pude evitar fazer o mesmo.
"Porque as rosas?", perguntou quando chegamos ao meu andar.
"São para minha mãe", eu dei de ombros. "Ela gosta bastante", respondi.
"Você tem nome de rosa, Rose", ele brincou enquanto eu pegava a chave do bolso e abria a porta. "Mas eu sei que não são suas preferidas", continuou e dei um singelo sorriso.
"Hum", fiz com a boca entreaberta, abrindo espaço para ele entrar. "Quais são, então?"
"São as lilases devido ao perfume forte", ele disse com confiança. "Você acha as rosáceas mais suaves", ele ponderou por um instante. "É curioso, afinal você é suave", provocou e arqueou as sobrancelhas. Albus colocou a pintura cuidadosamente ao lado do sofá e sentou-se.
"Você sabe muito", eu disse com desdém e ele deu um daqueles sorrisos cínicos. "Você é tão prepotente, também", completei e ele fez um gesto apático com a mão.
"Pequeno defeito, posso supor", falou e eu bufei.
"Você é todo cheio de defeitos, Albus Severus", soltei uma gargalhada. "Começando por seu nome", continuei e ele soltou aquele sorriso irresistível.
"E você gost-", dei um soco em seu ombro e ele começou a rir.
"Diga a que veio, afinal", eu retruquei e ele torceu o nariz.
"Eu já disse", falou gesticulando as mãos.
"Eu sei o quanto se preocupa, Albus", falei me sentando ao lado dele. "E sei também que existe mais", encerrei e ele encolheu os ombros.
"Eu sou ofidioglota", disse e eu arregalei os olhos. "Você sabe, pessoas que falam com as cobras", explicou e balancei a cabeça, incrédula.
"Eu sei o que isto significa, minha reação quer dizer surpresa e não burrice", retorqui exasperada. "Seu pai é", eu afirmei e ele deu de ombros.
"Claro, estou me tornando uma copia idêntica a ele", bufou e se levantou, andando pela sala. "Já não me bastasse os olhos, o cabelo", começou e eu gargalhei.
"Ora, como se fosse ruim", ele lançou um olhar furtivo a mim. "E você só foi descobrir hoje?", perguntei e ele deu de ombros.
"É a segunda vez que fico cara a cara com uma cobra", explicou e eu assenti. "Na primeira eu era muito pequeno para entender", ele cruzou os braços, parando na frente da janela.
"Como se fosse um defeito", disse e ele suspirou.
"Não quero que conte a ninguém", ele disse.
"Se você insiste", eu me levantei, entrando na cozinha.
Albus me seguiu, sentando-se a mesa e olhando para as torradas, alcançou uma e a colocou inteiramente na boca. Servi-me de café e me escorei na bancada da pia, colocando as rosas de lado. O cheiro embriagador das mesmas começou a impregnar toda a cozinha, me fazendo fechar os olhos por um instante e suspirar. Quando os abri, encontrei ele me encarando, uma das sobrancelhas erguidas e aquele olhar terrível.
"O que foi?", perguntei, amarrando a cara.
"Quem é você?", ele perguntou e eu lancei um olhar incrédulo.
"Como é, Albus?", retruquei e ele se levantou, parando a minha frente.
"Quem é Rose Weasley? Quem é essa garota", perguntou e percebi que nossos narizes quase se encostavam. "Porque não me deixa conhecê-la? Não sei nada sobre você, Rose", continuou e eu jurei ter ouvido seu coração pulsar.
"Você sabe quais são minhas flores preferidas", disse e senti sua respiração batendo em meu rosto.
"Eu só sei que não sei nada sobre você", Albus admitiu e eu arqueei uma sobrancelha.
"Cheguei, querida", ouvi minha mãe dizer.
"É uma pena", ele disse pegando as rosas, dando meia volta e entrando na sala. "Trouxe para você, tia", o ouvi dizer e fechei os punhos, contendo-me.
E então eu sorri. Sorri sinceramente. Aquele tipo de sorriso raro. Meu tipo de sorrir que só era destinado a Christyn e a ele. Albus era o único capaz de me conhecer sem precisar dizer uma única palavra. E ele sabia – ah, como sabia -, o tanto que suas atitudes e palavras indisciplinadas e impulsivas – aparentemente - afetavam-me e, talvez, se orgulhasse de toda a minha pose. Por que eu sabia me manter e era mestre nesse quesito. E eu também era perita em tolerá-lo. Única. Era a única que sabia dos segredos que ele não contava para mais ninguém. Ele confiava em mim. Dei outro sorriso satisfeito quando minha mãe e Albus entraram na cozinha.
"Olá, querida", ela disse colocando as compras em cima da mesa.
"Olá, mamãe", respondi cruzando os braços e recebendo o olhar confuso de Albus.
"Fica para almoçar, querido?", perguntou e o vi assentir, largando-se na cadeira.
"Vou escrever para Christyn", informei e os dois me olharam enquanto saia da cozinha. "Volto logo para ajudar você", disse e entrei em meu quarto, jogando-me na cama.
Nada mais na casa parecia tão estranho.
Nota da Thá: Oi gemten. UHSUHSUHSUSUH. Quase morri por que meu pc travo BEM na hora que estava acabando de escrever o capitulo, ai fiquei sem ele uns 4 dias –choralitros- ai ele voltou e eu fiquei assim, o.o sem inspiração UHSUSHUSHUHS.
Então, me desculpem se o capitulo não ficou muito bom e tiop, ninguém soube dizer se o Renascimento era do século passado e estava/estou morrendo de preguiça de ir atrás. Ah, sim, se caso o Harry deixou de falar com as cobras/lalala/qualquer coisa, desconsiderem, okay? o
Eu estou, tipo, Lufaaaaa, com todos esses comentários, juro. Apesar de ter pedido pra umas 5 (?) pessoas virem ler e tal. Eu amaay as reviews e por isso vou responder logo abaixo:
Tai, HUSUSHSUHSUSUH, acho que todo mundo que eu contei a história da fic ficou meio "oi?" UHSUHSUHSHUSHU. Ain, você gostou –correempentágonos- capitulo é para você, por ser a primeira a comentar #DDDDDDD Beijim amorzinha.
Jules, Noooossa, obrigaada. Foi um elogio lindo de ler! Muito oooobrigada, espero que continue acompanhando a fic e que os capítulos correspondam as expectativas (?). UHSUHSUHS.
Bela, seu nick é lindo XD UHSUHSUHSUHS, e é o nome da minha PO (É Uma Tradição). xD Obrigada, fico feliz que tenha gostado o.
Brenda, HAHA, é claro que você está na dedicatória, bobinha. Você veio para a luz! E isso é o que importa XD Nossa, que bom que minha Rose está agradando, particularmente eu a adoro. Hohoho, hates RH, néam? xD UHSUHSUHSUH (L)
Aluada, hohoho Rose é rox. E já deu pra ver que eu não gosto do Hugo néam? E nem muito da Lily, afinal ela me lembra a Gina. UHSUHSUHSUHSUH. Ótimo começo? Jura? OBRIGADA! Continue acompanhando.
Mai, você demorou para vir, sua chatinha. E eu disse que ela QUASE matou o Bichento (: ninguém precisava saber, também .. UHSUHSUHSUSHUHS. E haha, te amo tipo assim enormemente, boba.
Sweet, HAHA, agora, ao menos, se aparecer outra Rose Sly, a gente já sabe de onde saiu néam? :roll: SUHSUHSUHSUH, obrigada por passar aqui, flor XD E então, não foi pra ontem o capitulo, mas foi pra hoje! –correemcirculos-
Thai, não timato. Porque eu tiamo. UHAUAHUAHUAHAUHAUH. E tipo assim, Rose fofenha. Néam? USHUHSUHSUHSHUSUH. Ui, capa pra agora!! Caffeine (L)
Anita, ah, alguém gostou de Scorpius/Christyn –chorarios- obrigada. Ela surgiu de ultima hora, HAHA. Continueeee acompanhando, querida. . - .
Ellie, é um puta elogio teu então XD, eu indiquei .-. e a culpa é tua. UHSUHSUHSUHS. Obrigada por passar aqui xD. Beijim, fofs.
E a gente se vê. Plim plim. :
