Mel Dark: Bem, segue mais um capitulo da fic, pretendemos postar uma vez por semana... mas isso não é uma promessa.
Meus agradecimentos a todos que leram e comentaram, bem como aos leitores silenciosos.
Ran: Povinho lindoo, siguinti, eu non sei escrever como homofobico . -. Eu amo os gays e non consigo ser má com meu mestre Kamus e meu Milo, enton se o Oga estiver sendo muito mole, podem me culpar .- . De qualqer forma, boa leitura xD
R&A
Milo estava na cozinha picando legumes para a salada enquanto Camus provava um molho. O jantar era feito com todo o carinho do mundo.
– Ei Kamyu...
– oui...?
– A senhorita Helena ficou te secando o tempo todo – dizia Milo, fazendo biquinho - E você não disse nada.
Camus dá um sorrisinho achando fofo o biquinho do esposo e faz sua melhor cara de inocente
–Ficou? Nem percebi... Ela é uma mulher muito bonita.
Milo se vira para Kamus com a faca na mão, ainda com o biquinho.
– Pense bem no que fala quando estou segurando uma arma.
O ruivo se aproxima de Milo, tirando a faca de sua mão, a depositando na bancada.
– Ela é bonita mesmo, mas não mais que você... E eu não a notei me secando por que sou um homem muito bem casado que só tenho olhos para o meu marido – responde diminuindo a distancia e sela os lábios do esposo, enquanto Milo passa os braços por seu pescoço, aprofundando o beijo.
– Ei, o jantar já esta pronto?
São interrompidos ao ouvirem a voz indiferente de Hyoga, que acabara de entrar na cozinha e fica estático ao se deparar com aquela cena, que pra ele é no mínimo nojenta.
– H-Hyoga!
Milo não sabia o que dizer, queria explicar-se para o jovem loiro, mas não conseguia articular as palavras. Quando ouviu a voz do filho empurrou Camus, quase o derrubando. O ruivo corou instantaneamente ao ver que foram vistos, como se isso fosse uma coisa errada de se fazer
– Err... Já está quase pronto – Ele respondeu, enquanto ia pegar os pratos para por a mesa - Me ajuda a pôr a mesa? – Kamus tentava fingir que nada aconteceu, enquanto Milo voltava a fazer o jantar
– Perdi a fome. Vou dormir – Hyoga falou frio, enquanto voltava para o quarto e se trancava lá.
Milo apertou a faca com mais força, magoado. Kamus percebeu e se aproximou dele, o abraçando por trás.
– Acho que a Helena tem razão, não vai ser fácil para ele se adaptar. Mas nós vamos conseguir. – O ruivo tentava transmitir confiança para o loiro
Milo se virou no abraço, ficando de frente, escondendo o rosto na curva do pescoço do amado.
– Eu espero, Kyu...
oOoOoOo
Milo estava em seu quarto, deitado em sua enorme cama, mas não conseguia pregar o olho. Olhou para o lado e viu que o marido estava dormindo feito um anjo, Camus estava cansado, também não era pra menos, o dia fora atribulado.
Acordaram bem cedo, e enquanto Milo dava os últimos retoques no quarto de Hyoga, Camus foi ao supermercado, queria ingredientes frescos para preparar o primeiro jantar em família... Jantar este que fora um fiasco, pois depois de Hyoga se recusar a jantar após tê-los pego em situação um tanto... Íntima, eles acabaram jantando sozinhos.
Agora Camus já dormia, e Milo não parava de pensar em todos os acontecimentos do dia. Estava preocupado com Hyoga, pois o loirinho tinha ido dormir sem jantar.
Como uma boa "mãe", Milo se levantou, colocou seu roupão vermelho e foi até a cozinha preparar alguma coisa para seu "filho" comer. Fez um sanduiche leve de peito de peru, e preparou um suco de laranja, pois já era tarde para uma refeição pesada. Após preparar o lanche foi até o quarto de Hyoga com uma bandeja nas mãos.
– Hyoga... - chamou o loirinho, após bater de leve na porta - Sou eu, Milo... Trouxe um lanche para você, pois não comeu nada desde que chegamos em casa.
Dentro do quarto, Hyoga estava deitado na cama olhando para o vazio. Ouvira Milo na porta, mas não sentia vontade de falar nada, tampouco de sair da posição que estava. Por sorte havia trancado a porta quando voltou para o quarto.
"- Como se eu fosse dormir em uma casa com dois veados com a porta destrancada. Vai saber o que eles podem fazer quando eu estiver dormindo" – o loirinho pensava, mas uma coisa não podia negar, realmente estava com fome, podia até ouvir sua barriga roncar.
– Hyoga... Eu sei que está acordado. Por favor, abre a porta... Você deve estar com fome. Preparei uma refeição leve para você - por um momento tinha pensado em desistir, pois pensou que Hyoga estivesse dormindo. Mas ao ouvir um barulho no quarto, deduziu que ele só não queria lhe atender.
–... Vai embora. - O loirinho mais novo falou, sem desviar o olhar do teto. Sequer se moveu.
Por que aquela bicha se importava tanto com ele, afinal? Bem, não importava... Dali a algumas semanas aquele pesadelo acabaria.
Milo baixou a cabeça, se sentia derrotado. A vontade que tinha era de colocar aquela porta abaixo e fazer aquele garoto entender que birra não ia funcionar com ele. Porém queria conquistar o amor e respeito do filho, e não amedrontá-lo.
– Olha, eu vou deixar a bandeja aqui - falava enquanto depositava a bandeja em uma mesinha que ficava no corredor, perto da porta do quarto do loirinho. - Caso sinta fome. - Suspirou resignado - Boa noite.
Enquanto voltava para o próprio quarto pensava mais uma vez se tomara a decisão certa ao adotar Hyoga mesmo contra a vontade dele. Queria tanto ter uma família, um filho a quem pudesse amar, dar carinho, conversar... Por que Hyoga não podia aceitá-los como eram? Por que não podia aceitar que existiam inúmeras formas de amor, e que todas elas eram válidas desde que fossem felizes?
Ao entrar no quarto olhou para Camus que ainda dormia tranquilamente. Não conseguia entender como alguém podia achar errado amar uma criatura linda e doce daquelas. Deitou ao lado do esposo, aconchegando-o junto ao seu peito, o abraçando possessivamente, tomando cuidado para não acordá-lo. Ali, com seu marido em seus braços, sentia-se revigorado, e disposto a lutar por sua família recém formada.
oOoOoOo
PIB, PIB, PIB, PIB
O som do despertador que ecoava pelo enorme quarto era irritante. Milo foi o primeiro a acordar, ainda abraçado a Kamus. Não abriu os olhos, mas tentou acordar o ruivo
– Huhhh...Kyu, hora de acordar...
– Me deixa dormir Mi... Só mais cinco minutos – Kamus reclamou ainda de olhos fechados, abraçando Milo possessivamente
–Vamos, Kyu... Vai tomar banho, eu vou preparar o café e acordar o Oga... - Apesar de falar isso, o loiro nem se mexe do lugar, com sono
Camus suspirou resignado, abriu os olhos e levantou, após dar um selinho no esposo
– Tá... Queria tanto passar o dia com vocês - diz enquanto se dirige para o banheiro, para na porta e sorri malicioso - não quer tomar banho comigo não?
– Huh... Oferta mais que tentadora, mas tenho que fazer nosso café-da-manhã – O loiro fez um biquinho, enquanto se levantava
Kamus apenas fez um biquinho tristonho e foi tomar banho
Milo foi para a cozinha, nem se importando que estava de pijama, e começou a preparar o café da manhã, cantarolando algo.
Camus tomou banho, escovou os dentes, se vestiu, penteou-se e foi para a cozinha, encontrando Milo terminando de pôr a mesa.
– Bom dia, dorminhoco. Tome o café logo ou vai se atrasar – O loiro disse, sorrindo, enquanto dava um selinho em Kamus e ia em direção do quarto d Hyoga - Vou acordar ele.
O loiro foi até a porta do quarto do mais novo e bateu cinco vezes
– Hyoga, é hora de acordar! - Olha para onde tinha deixado a bandeja noite passada e constata triste que o filho nem havia tocado na comida.
O loirinho mais novo acordou quando Milo o chamou.
– Estou indo. - Fala, para logo em seguida se levantar e ir tomar um breve banho no banheiro que havia no quarto
Quando Milo percebeu que ele já havia ido tomar banho, pegou a bandeja e foi para a cozinha
– Ele já acordou - Suspira, deixando a bandeja na pia com o lanche intocado e vai tomar o próprio café, se senta ao lado de Kamus e começa a comer
– Que bandeja é essa Mi? – O ruivo indaga, levantando uma sobrancelha.
– Nada não... – Milo respondeu enquanto tomava seu leite com Nescau - Não se preocupe.
– Você levou ontem pra ele, não foi? Por que fez isso?
– ...Porque ele não jantou, pensei que ele estaria com fome.
– Se ele sentisse fome viria até a cozinha e comeria – suspira - Milo, ele nem tocou na comida, e eu sei que isso te magoa... Dá um tempo pra ele, não o pressione
– Não o estou pressionando, Kamus, estou cuidando de meu filho.
– Mon ange... Eu só non quero que você se magoe... Ele está arredio, e por enquanto non vai aceitar seus gestos de carinho e atenção - fala ternamente, realmente se preocupava com o esposo, pois este era muito carinhoso, e não estava acostumado a não ser correspondido. Sabia que com Hyoga isso ia demorar um pouco a acontecer e não queria ver seu marido sofrendo
– Mesmo assim, me pedir para não levar comida para ele, depois de ele ficar sem jantar é exagero. Ele está em um lugar completamente desconhecido, Kamus, com pessoas desconhecidas. Mesmo que demore para ele nos aceitar, e se ele nos aceitar, eu não mudarei meu modo de agir com ele. Sou pai dele agora, e agirei como tal.
Um pouco ao longe, atrás da porta, Hyoga escutava tudo em silencio, sem ser percebido. Com sua costumeira expressão de desinteresse, adentrou o recindo
– Bom dia. - Disse seco, sem fitar os dois
–: Bom dia, Hyoga. - cumprimenta Milo, com um sorriso - Sente-se, coma o que quiser.
Hyoga apenas confirmou com a cabeça, se sentando em uma cadeira mais afastada dos dois, começando a comer em silencio
– Hyoga, amanhã iremos ver uma escola pra você aqui perto... O ano letivo começa semana que vem, então teremos tempo de providenciar tudo.
– ... Tá.
Milo franziu o cenho levemente e bateu de leve na perna de Kamus, sussurrando para apenas ele ouvir:
– Seja mais gentil, cubo de gelo. Nem bom dia você deu para o garoto.
– Dormiu bem Hyoga? - Camus não quis ser rude, mas temia que se fosse muito carinhoso, e ficasse mostrando seus sentimentos o loirinho não o respeitasse
–... Sim.
Milo suspira
– Kyu, vai se atrasar para o trabalho, é melhor ir - Se vira para Hyoga - Seremos só nós dois pelo resto do dia, Hyoga.
Pela primeira vez, Hyoga olhou para os dois
– Você não vai trabalhar não?
– Eu trabalho em casa – Sorri - Sou pintor.
– Huh... - Se dirige a Kamus - E você?
– Sou arquiteto. Trabalho em uma empresa de construção civil na qual sou sócio, junto com mais dois amigos. Em breve você os conhecerá, são pessoas maravilhosas. Agora preciso ir, ou realmente me atrasarei... - levanta e beija a testa de Milo, normalmente o beijaria na boca, mas preferiu evitar um contato mais intimo na frente do filho, vai até o loirinho e o beija no topo da cabeça - Até a noite, se cuidem.
Hyoga olhou para Kamus com frieza, e sua voz sai com um leve toque de ódio.
– Você não tem o direito de me beijar.
–Desculpe eu... Não se repetirá – O ruivo saiu da cozinha, pegou sua pasta indo pra rua. Foi tão espontâneo beijar o filho...logo ele que pediu para Milo se conter nos gestos de carinho dava uma mancada dessas. "Idiot" repreendia-se mentalmente. A reação do loirinho o deixava triste, e imaginava se ele, que era um homem controlado, ficava assim, imagina Milo, que era uma pessoa alegre e amorosa.
Dentro da casa, Hyoga acabou de comer e pegou toda a louça suja, começando a lavar sem proferir nenhuma palavra.
– Não precisa fazer isso Hyoga, deixa que eu limpo a cozinha – Milo diz enquanto guarda os frios na geladeira.
O loirinho mais novo não falou nada, apenas continuou a lavar a louça.
– Amanhã após fazermos sua matrícula na escola iremos ao shopping comprar umas coisas pra você. Roupas, vídeo game e computador... Pensamos em deixar tudo pronto, mas preferimos esperar pra você escolher – O mais velho tentava dialogar com o loirinho.
– ...Não precisa se preocupar com isso.
– Hyoga, você é nosso filho, e queremos oferecer uma vida confortável pra você. Você precisará de roupas, as aulas logo irão começar. Precisa de computador pra estudar, fazer trabalhos escolares e se comunicar com seus amigos... Camus e eu só queremos o melhor pra você.
– Mesmo assim, ainda digo que não preciso. – O mais novo enxugava a louça - E alem do mais, não tenho a intenção de virar filho de vocês, tampouco aceitar ter "dois pais". Prefiro uma família normal.
– Por quê? O que há de errado em ter dois pais? O que exatamente te incomoda em tudo isso?
– Muitas coisas. - Acaba de enxugar a louça, como não sabe onde guarda as coisas, deixa que Milo faça isso - Antes de perguntar certas coisas, Milo, saiba pelo menos um pouco da pessoa para quem você está perguntando. - Sai da cozinha, indo até a sala e ligando a TV em um filme qualquer.
Milo respirou fundo, indo atrás de Hyoga.
– Então me diz, me fala de você. Me deixa te conhecer, saber de sua história... Você pode confiar em mim Hyoga...
– Você diz que eu posso confiar em você. Palavras suas, não minhas.
– Por que você não me dá uma chance de provar que sou confiável?
– Tenho minhas razões.
– Certo. Quando quiser conversar sobre suas razões pode me procurar. Eu só quero que você saiba que pode confiar em mim e em Camus, nós queremos que nossa família dê certo Hyoga, queremos te dar um lar onde você possa se sentir seguro e amado.
Hyoga fingiu que não ouviu Milo, e que estava concentrado no filme
– Tudo bem, Hyoga, se não quer conversar eu não vou forçar. Se precisar de qualquer coisa estou no meu ateliê
–... Não é que eu não queira conversar... É apenas que não consigo... – Murmurou o mais novo, achando que Milo já havia ido embora.
Milo ainda estava na sala e, ao ouvir as palavras do loirinho, voltou e sentou-se ao seu lado no sofá.
– Hyoga... Eu estou aqui e sempre estarei... Por favor, confia em mim.
Hyoga olhou para o lado, não querendo olhar para Milo, que suspirou resignado, levantando e indo em direção a seu ateliê. Ao se ver sozinho, o loirinho abaixa a cabeça, abraçando as próprias pernas.
oOoOoOo
Após sair da sala, Milo se dirigiu para seu ateliê que ficava no segundo andar da casa. Era uma casa muito bonita, espaçosa e confortável. No térreo ficava a sala de estar, sala de jantar, cozinha, banheiro social e a biblioteca que era o xodó de Camus. No primeiro andar, ficavam os quartos, quatro no total, e uma sala de televisão e no segundo era o ateliê de Milo.
Era um grande salão, com quadros espalhados nas paredes e em cavaletes, uma bancada com pincéis, e tintas, algumas estantes com potes e tubos de tintas dentre outros acessórios de pintura.
Foi lá que Milo passou boa parte de sua manhã, fazendo aquilo que mais amava. Pintando. Trabalhava em um retrato.
Quando deu por si, já passava das onze da manhã, então se se lembrou que precisava preparar o almoço para seu filho. Antes, quando eram só ele e Camus , não se importava muito com isso, mas agora tinha um filho pra cuidar. Sorriu com o pensamento, e desceu para a cozinha, a fim de preparar a refeição de seu querido filho.
Optou por uma salada e uma massa. Não sabia bem os gostos do garoto, então resolveu preparar algo que sabia que todo mundo gosta: macarrão.
Após terminar de preparar a refeição e pôr a mesma para dois, afinal Camus não poderia vir almoçar em casa, Milo subiu até o quarto de Hyoga, a fim de chamá-lo para almoçar.
– Hyoga... - Milo chamava o loirinho, após ir ao quarto do mesmo e verificar que ele não estava lá, o procurou no andar de cima e não o encontrou, então resolveu chamar. - "será que ele fugiu? Meu Deus..." - estava desesperado - onde você está Hyoga?
Milo já não sabia mais onde procurar, fez a única coisa que poderia fazer, pegou o telefone e discou o numero do celular do marido. O escorpiano andava de um lado para o outro, com o telefone em uma mão, roendo as unhas da outra, visivelmente nervoso.
– Atende logo, Kamus...
Camus tinha acabado de sair de uma reunião com os sócios e, ainda no corredor enquanto voltava para sua sala, ouviu o celular tocar. Abriu um sorriso ao ver de quem se tratava
– Oi amor.
– Kyuu... O Hyoga... Eu não o acho! – O loiro falou com uma voz chorosa
– Calma Milo... O que houve com o Hyoga, onde ele está?
– Eu tava pintando e desci para fazer o almoço para a gente... Mas ele não está no quarto, nem em lugar nenhum!
– Você procurou direito?– sua voz denotava uma calma que não possuía - Olhou em todos os cômodos? No jardim? Ele deve estar em algum lugar...
– Eu olhei no quarto dele, no nosso quarto, no jardim, na sala, na cozinha, no quarto de hospedes... Em tudo! - Ficando mais preocupado - E se ele fugiu, Kyu?
– Calma Milo! Estou indo pra aí. – Kamus desligou o telefone sem aguardar resposta e foi até sua secretária - Senhorita Anne, cancele todos os meus compromissos para esta tarde, eu não volto hoje. - falou para ela sem ao menos olhá-la no rosto. Não sabia se estava mais preocupado com o sumiço de Hyoga, ou com o estado de Milo. Apanhou as chaves do carro e foi a passos largos em direção ao estacionamento.
Continua...
Notas finais do capítulo
Ran: LINDINHOSS! Antes que eu esqueça - Que alias eu esqueci, tive que voltar aqui para escrever depois de postar - VOCÊS QUE VÃO ESCOLHER O PAR DO NOSSO QUERIDO OGA! =3
Bem, eu gosto dele com o Shun, a Mel-chan gosta dele com o Ikki, mas ele é homofobico, enton acho que ele devia ficar com a Eire ou com a Freiya.
Enton vamos abrir a votação. Vocês poderão votar quantas vezes quiserem, mudar seus votos, votar de novo, até que o par dele seja definitivamente anunciado.
Ah, e o cap que o Shun aparece já está pronto e tá a coisa mais fofa na minha opinião =3
Mas bem, os disponiveis para par para ele são:
Shun
Ikki
Freiya
Eire.
É isso, QUE A VOTAÇÃO COMEÇE!
Kissus o/
Gostaram? Não gostaram? Temos que melhorar algo? Mande um review avisando, isso nos deixa feliz e com inspiração para continuar a fic =3
