Oi Gente!
Desculpem a demora! Mas aqui está o primeiro capítulo. Postei um bem grande para compensar.
Obrigada a todas que comentaram e favoritaram a fic antes mesmo de começar.
Espero de coração não decepciona-las!
Falo com vcs no próximo capítulo, ok?
Beijo Grande e Boa leitura.
EDWARD CULLEN
- Mas, Edward, ele me bateu primeiro... ou algo assim – disse Alice quando me entregou a chave da caixa. Fiquei no carro, é claro. Estar sob o capô de um veículo e como estar em uma segunda casa. - Não é minha culpa se ele não protegeu suas bolas. Você sempre protege suas bolas. Até sei disso, e sou uma garota. – Ela mordia as unhas enquanto falava. Eu poderia dizer pela sua voz abafada.
- Isso é discutível. Eu e meu pai não temos mais tanta certeza – ri quando ela chutou minha bota que ficou fora do alcance do carro. – Além disso, você poderia por favor não falar sobre bolas comigo? Tenho certeza de que há uma regra sobre irmãzinhas dizer a palavra bolas em qualquer lugar perto de seu irmão. Se não houver, vamos apenas ir em frente e colocar essa regra nos livros. – Eu soltei o óleo velho do motor. Ele espirrou para cima do cárter de óleo e pousou na minha camisa coberta de graxa. Puxei o pano do meu bolso de trás e limpei minhas mãos para que pudesse obter um melhor controle sobre a catraca.
- Estou assumindo que a nova regra se aplica à palavra pênis, também? – Ela riu.
- Sim, - disse um pouco alto demais. – Essa palavra é estritamente proibida.
- Não seja uma vadia, Edward, - disse ela enquanto deslizava um novo filtro de óleo debaixo do carro para mim.
- Cuidado com essa maldita boca, Alice. Você poderia pelo menos tentar ser uma dama? Senhoras não chutam meninos em suas bolas só porque eles ganham um jogo de Halo. Eu ficaria chateado se fosse ele, também. Você precisa ligar para ele e pedir desculpas. Jasper foi seu melhor amigo por muito tempo, não deixe que um jogo estúpido arruíne isso.
- Primeiro de tudo, ele não ganhou, e B, fui criada por dois homens. Tenho certeza de que o trem já deixou a estação 'senhora' há muito tempo. – Ela abriu uma lata de refrigerante e suspirou. – Seja como for, acho que vou entupi-lo com algumas balas mais tarde e pedir desculpas. Ele é um bebê. São apenas bolas. Ele me deu um tapa no meu peito e você não me ouviu fazendo um chilique ou gemendo, - disse ao sair da garagem e se dirigiu para a porta dos fundos da casa.
- Você disse bolas de novo! – Gritei de baixo do carro.
Não consegui ouvir sua resposta sobre a batida da porta blindada.
Terminei a mudança de óleo, e em seguida, fui trabalhar em um bico que consegui no supermercado. Pobre Lucy, minha Chevy Camaro 69, não tinha a menor chance contra o carrinho de supermercado rebelde. Ela foi um presente do meu pai. Quando cheguei a ela, não era mais do que apenas uma grande pilha de lixo, nem sequer podia pôr em marcha. Meu pai não é muito bom com presentes, mas ser um mecânico tem suas vantagens, e agora, são cada vez maiores. Quando um cliente não pôde pagar por uma nova transmissão e meu pai ficou com seu caminhão, um negócio em troca de dinheiro foi oferecido, e agora tenho Lucy. Para mim, ela vale a pena cada minuto que colocamos no pedaço de merda que o caminhão era. Papai não pôde concordar comigo sobre isso, mas o que posso dizer, tenho a melhor parte desse negócio.
Lucy é o epítome da beleza. Você não pode comprar um tipo de carro, nos dias de hoje, com o mesmo espírito, e Lucy tinha caráter. Eu preferia estar lá fora, na garagem, isolado com ela, do que qualquer outro lugar no mundo. Eu tinha passado horas revisando o meu carro e ia gastar cada centavo no projeto, se eu tivesse um centavo. Na minha idade, deveria ter uma mulher constante na minha vida, mas os carros são melhores do que as mulheres. Eles são lindos, poderosos, e eles ronronam quando lida com eles. Eles fazem tudo isso sem o acessório obrigatório que as mulheres necessitam.
- Edward! Vai ficar nessa garagem o dia todo? Eu preciso de você aqui dentro por um minuto, garoto! – Pai gritou pela porta dos fundos da casa.
- Estou indo! – gritei de volta.
Não seria tão ruim se realmente fizesse algum dinheiro trabalhando na loja do meu pai. Desde que faço um salário relativamente ruim, o mínimo que ele poderia fazer é me dar cinco minutos para me debruçar sobre minha vida menos do que estelar. Em vez disso, ele me empurra cada vez mais, a cada dia que passa. Você acha que ele iria apreciar o fato de que não fugi e o deixei alto e seco, mas oh não... não Carlisle Cullen, o bêbado da cidade. Se meu pai pudesse consertar um carro tão rápido quanto ele pode acabar com um pacote de cerveja, juro que seríamos ricos. Mesmo bêbado como um gambá, o homem conhece o seu caminho em torno de um motor. Esse fato manteve as pessoas em nossa pequena cidade, relevar e deixar ele com sua relação íntima com a Budweiser. Uma das vantagens de viver em uma cidade cheia de donos de caminhões, é o fato de que uma vez que os bons homens contratam um bom mecânico, eles se prendem a ele. Quem se importa se ele não pode ficar em pé ou dizer uma oração sem um insulto no meio, desde que o trabalho fosse bem feito? Essa foi a maior razão para que nossa pequena loja de pai e filho ficasse viva. A outra razão, é claro, era porque eu era um gênio em livros bancários. Só no ano passado, salvei o pai de quase três mil dólares em impostos. Eu deveria ter ficado na escola, e então talvez poderia ter ido para outro lugar deste mundo com a minha vida. Em vez disso, lá estava , com 22 anos de idade, preso com Tania, uma namorada tiete, que me deixa louco, e um pai que era um motorista de escravo. Não vamos esquecer a minha irmã de quinze anos de idade, Alice, que deveria ter sido um menino. Eu acho que as coisas poderiam ter sido pior; poderia estar sozinho neste mundo de grande mal. Puxei-me debaixo de Lucy e fiquei ali por um minuto antes de ir para fora da garagem e andar todo o quintal da casa. A porta blindada retrucou fazendo um barulho alto quando entrei, pai estava sentado na mesa da cozinha fazendo a triagem através de uma pilha enorme de contas. Ele balançou a cabeça em desgosto. Para tanto negócio como fizemos aqui na nossa pequena loja, nunca parecia ser suficiente. Nós mal mantínhamos a cabeça acima da água.
O último par de meses tinha sido o pior que tivemos em muito tempo. Uma nova oficina mecânica acaba de abrir na periferia da cidade. Mesmo que soubesse que todos os clientes voltariam uma vez que o novo lugar ficasse velho, não podia deixar de me preocupar.
Foi o que aconteceu em nossa linha de negócios. Algumas novas lojas com tinta brilhante e ferramentas frescas apareciam e ficavam abertos tempo suficiente para fazer- nos financeiramente desconfortável. Outra vantagem de viver em uma cidade pequena ... as pessoas não gostam de mudanças. Eles sempre voltavam para o que eles sabiam, e as pessoas em Walterboro conhecia meu pai.
- O que foi, pai? - Eu disse quando entrei.
- Filho, acho que temos um problema. Parece que estamos um pouco atrasados em alguns empréstimos. Temos que ganhar algum dinheiro, rápido.
- OK. De que empréstimos estamos falando e de quanto? - Belisquei meus lábios como uma mãe desapontada. Eu sabia de quais empréstimos exatamente estávamos falando, ou devo dizer que empréstimo. O empréstimo que estávamos falando era o empréstimo da casa e garagem. Antes de começar a cuidar dos livros para o pai, ele tinha estado tão profundamente em dívida com a Receita Federal, que ele realmente teve que tomar um empréstimo para fora em qualquer coisa que ele tinha de valor. A partir do olhar em seu rosto, poderia dizer que a quantidade ia rachar minha bunda.
- Qual é o dano e o que podemos fazer? - Perguntei, impaciente.
- Bem, é de aproximadamente oito mil dólares e não há nada vindo à mente. Você tem alguma ideia?
Oito mil dólares!Peguei uma cerveja.
-Quanto tempo nós temos? - Suspirei.
- O aviso final, diz noventa dias. Eu não vejo como podemos chegar a oito mil até então. Só espero que alguma coisa venha à tona.
Me irritou que ele não disse a palavra "eu" e sim "nós" como se eu tivesse alguma coisa a ver com isso. Ele foi o único que deixou ficar tão ruim. Ele era o único que precisava voltar para a escola para aprender matemática básica, não !
Olhei para meu pai por um minuto e deixei as últimas frases que ele proferiu encher meu cérebro e fazer algum sentido.
- Pai, vou dar uma volta e tentar descobrir alguma coisa para fazer por fora. Você quer que compre qualquer coisa enquanto estiver fora?
- Não. Mas não fique muito tempo fora. Morgan está com problemas com o seu Ford. Eu quero que você olhe-o para mim, - o ouvi dizer enquanto caminhava de volta para fora da porta de tela, que retrucou e fez um barulho mais alto quando bateu.
Todo o trabalho que coloquei nessa loja estúpida para tentar salvá-la, e todo o tempo que poupei na garagem com ele, foram um desperdício. Eu poderia ter um emprego de verdade em algum lugar longe daqui. Eu poderia ter meu próprio lugar e cuidar de mim mesmo. Eu sempre fui um trabalhador e sempre odiei o fato de que estava preso aqui, onde não poderia ir a lugar nenhum, rápido o suficiente.
Eu tenho trabalhado na garagem do meu pai desde que tinha doze anos, mais ou menos. Costumava vir da escola para casa, comer um sanduíche de manteiga de amendoim e geleia, e depois colocar a cabeça para fora e ir de volta para o local onde iria passar o resto da minha noite, sob o capô de alguma coisa. Isso foi quando a mãe ainda estava por perto. Ela nos deixou quando Alice tinha seis anos.
O ano em que completei treze anos foi o ano mais difícil da minha vida. Não só era oficialmente um adolescente lidando com todos os novos hormônios e surtos de crescimento, mas minha mãe me deixou como se não fosse nada. Você pensaria que ela teria, pelo menos, ficado ao redor para ver Alice crescer. Que tipo de mulher deixa uma mulher de seis anos para atrás, com dois homens? Ter me deixado com o pai quase poderia ser perdoado, mas uma jovem garota precisa de uma mãe para ensinar as coisas de mulher.
Minha mãe era uma beleza e, aparentemente, todos os homens da cidade achava a mesma coisa. Lembro-me das noites em que minha mãe e meu pai discutiam. Eu sempre me perguntei por que ele deixou ela fazer com ele o que ela fez. Se eu sabia, quando menino, o que estava acontecendo, então você pode apostar que todos na cidade faziam o mesmo. Meu pai devia parecer um idiota.
Houve alguns momentos felizes quando estavam juntos, mas a maioria dos dias sentava e via como pai tentou de tudo para fazê-la feliz. O dia em que ela saiu, nem mesmo disse adeus para mim e Alice. Eu podia ouvir o pai pedindo-lhe para ficar e dizendo a ela o quanto a amava.
Em um ponto durante a conversa ele perguntou:
- E as crianças? Você só vai sair e deixar as crianças?
Eu não consegui ouvir a resposta dela, mas, aparentemente, não se importava muito. Ela desistiu de nós, e você nunca supera a dor de perder uma mãe. Teria sido mais fácil se ela tivesse morrido. Eu não iria odiá-la tanto por sair, se não fosse por opção.
Eu não tenho sido o mesmo desde que ela nos deixou e sempre a culpava pelo meu medo de me apegar. Embora nunca falaria sobre isso, no fundo, ela é a razão pela qual tenho problemas de confiança. Ela é a razão pela qual me recuso a afeiçoar-me a alguém. O medo de me sentir da maneira que me senti no dia em que ela nos deixou é insuportável. Eu nunca me coloquei em posição de me machucar como o meu pai fez. Eu nunca tive uma namorada séria.
Alice é a razão de ainda estar preso aqui. Eu morreria antes de abandoná-la. Ela é a única razão pela qual ainda trabalho na loja do pai - a razão que faria quase qualquer coisa para conseguir esse dinheiro e salvar a nossa casa.
- Merda, - disse enquanto batia a mão no volante.
Oito mil dólares! Onde diabos ia encontrar esse tipo de dinheiro tão rápido? Eu sempre poderia roubar um banco. Assaltantes de banco sempre eram pegos, mas talvez pudesse esconder o dinheiro em algum lugar para o pai e Alice encontrar, como em um daqueles filmes de ação impressionantes.
Depois de dirigir por aí sem rumo por uma hora, acabei na frente da casa de Tania. Eu estava precisando de uma boa dose de alívio do estresse.
Vi-a sentada na frente de casa, fofocando em seu telefone celular. Ela terminou a conversa e sorriu assim que me viu.
Ela é uma mulher bonita, alta e magra, do jeito que gosto. Eu não iria chamá-la de linda, já que a maioria das coisas interessantes sobre ela são o cabelo falso loiro, unhas postiças, e um sorriso rígido. Seria um saco descobrir que seus olhos azuis eram lente de contato.
Fisicamente ela não é perfeita para mim, já que gostava de mulheres naturais, mas emocionalmente, ela era minha correspondência exata. Ela estava consciente dos meus limites, o que tornou as coisas confortável. Não há expectativas feitas.
Graças à sua reputação de ser uma louca nos lençóis, alguns caras me chamaram de sortudo por tê-la. Eu sabia que que era diferente. Sua natureza egoísta a faz ativa na cama, mas como a melhor... nem tanto.
Ela bateu seu corpo esbelto contra o meu e colocou os braços em volta do meu pescoço.
Inclinei-me e beijei-a na boca.
- É tudo o que ganho? Juro, Edward, não sei porque me preocupo com você. – Com seu sotaque profundo do sul esfaqueado em meus tímpanos. - Eu acho que é pedir demais por um telefonema de vez em quando? Eu queria que você tivesse ligado para me avisar que estava vindo. Eu tenho um compromisso e Nicole está vindo para uma noite de cinema. Oh! Eu quase me esqueci, conversei com Matt no outro dia... você sabia que o irmão de Cassie foi pro Afeganistão? - Ela divagava até que finalmente percebeu que não estava falando e parou. - Por que você está me olhando assim? - Perguntou.
Imaginei-me sufocando-a até a morte e rindo histericamente como um daqueles filmes malucos psico assustadores loucos. Eu quase ri alto com o pensamento. Meu pai ia chutar a minha bunda por apenas pensar uma coisa dessas. Fui criado para nunca colocar as mãos em uma mulher.
- Você fala demais. Vamos entrar e fazer o que interessa. - disse, sem rodeios.
Não havia necessidade para acabar com ela em pensamento, estava lá por nenhuma outra razão se não para transar.
Ela se inclinou e me beijou, deslizando sua língua em minha boca. Em pouco tempo estávamos na casa pequena de dois quartos caindo sobre as coisas tentando chegar em seu quarto. Lorhen, sua colega de quarto, não estava à vista, felizmente.
Depois disso, me sentei em sua cama cercado por almofadas rosa macias e renda. Ela é definitivamente o tipo feminino, nada como a minha irmã pequena Alice. Eu provavelmente morreria se visse qualquer coisa cor de rosa em seu quarto. Tania dormia tranquilamente com as pernas conchegadas em torno de mim. Senti-me muito melhor. O sexo era o que precisava, o sexo é a principal razão pela qual mantenho-a por perto. Merda, ela me usa, por que diabos não deveria usá-la?
Olhei para o relógio rosa sobre a mesa lateral. Estava ficando muito tarde. Eu realmente precisava me levantar e ir para casa e seriamente precisava encontrar oito mil dólares... rápido.
Foi com esse pensamento final que rapidamente e em silêncio saí da cama de Tania. Escorreguei na minha roupa e deslizei pela casa até a porta da frente. O ar da noite correu pelo meu cabelo enquanto batia a porta atrás de mim. Todo o caminho para casa os meus pensamentos estavam em dinheiro. Tinha que haver uma maneira, havia sempre um caminho.
ISABELLA SWAN
Ontem, em uma instituição de caridade beneficente, minha mãe fingiu estar interessado um homem em miniatura, que estava em um palco enorme tentando fazer com que todos doassem a uma multiplicidade de instituições de caridade. Eu geralmente sou a maior doadora, principalmente porque as pessoas que dirigem essas coisas me conheciam tão bem que eles atacavam minha consciência e faziam me sentir como um monstro por ter dinheiro. Uma vez que coloque as apresentações de slides de crianças famintas, estou acabada. Deixo o local com pelo menos cem mil ausente na minha conta bancária.
De qualquer forma, este pequeno homem disse algo que me fez realmente avaliar o meu mundo. Ele pediu ao grupo de multi-milionários se eles estariam dispostos a desistir de fazer a diferença na vida de outra pessoa. Isso me fez pensar nas coisas que nunca desisti. O dinheiro não é realmente um problema, especialmente para mim, mas o que na minha vida que me é cara?
Minha lista é muito patética para uma mulher de vinte anos de idade. Realmente patética!
Há poucas coisas na minha vida que você tem que erguer dos meus dedos frios e mortos antes que fossem tiradas de mim. A primeira coisa é o meu Spanx( é uma cinta modeladora). O que, na minha opinião, são as melhores engenhocas feitas pelo homem de todos os tempos, melhor do que a eletricidade ou chocolate. Os criadores desta mudança de vida, em pedaços de pano, devem ser colocados em um pedestal para todas as mulheres gordinhas do mundo adorar. Spanx, o dispositivo que molda o corpo, aquele que faz parte do mundo da mulher gorda... me curvo a você.
Eu não sei do que é feito, ou de onde veio essa ideia fantástica, mas eles são uma dádiva de Deus. Se não fosse por meu Spanx, cada rolo de gordura do meu corpo iria derramar a sair para as laterais como uma espumante lava de vulcão branco. Ele mantém a gordura a minha volta ao mínimo, também. Todos com peso extra pode apreciar isso. Não há nada como andar por aí e saber que você tem um par extra de duplo D's amarrado a suas costas.
A segunda coisa que me é cara, é o meu pago, mas não muito bom, Honda Accord 97. Sim, tenho dinheiro para comprar um carro novo. Sim, provavelmente deveria comprar um carro novo, mas meu carro está comigo nos bons e maus momentos.
Finalmente, a terceira coisa que não poderia viver sem é sorvete. Tanto quanto estava preocupada, sorvete poderia curar ossos quebrados, se aplicado diretamente sobre a pele. Pense nisso. Se você considerar quantos corações partidos o sorvete tem emendado, não seria realmente estranho. Para não mencionar que o sorvete é rico em cálcio.
Cálcio + ossos = bom!
Eu acho que os médicos em todos os lugares deveriam comprar ações de produtos de sorvete. Eles iriam salvar uma tonelada de dinheiro em cuidados de saúde.
Este tipo de lógica é o que me deixa no meio de um litro de sorvete de biscoitos e creme sem a culpa de saber que mais de dois quilos estão vindo em minha direção.
Desnecessário dizer que a quantidade de anos sugados da minha vida foi um sopro na mente de uma mulher com mais dinheiro do que podia contar. Eu deveria ter sido feliz. Eu deveria estar deitada em uma praia quente em algum lugar, enquanto meu corpo recém lipoaspirado estava sendo massageado por meu namorado sexy que tinha um nome muito quente como, Damon. Eu não estava. Em vez disso, fui trabalhar. Sentei- me atrás de um balcão de joias para trabalhar por um dinheiro que não precisava, numa tentativa de alcançar qualquer tipo de normalidade.
O espaço entre o queixo e o calcanhar da palma da minha mão começou a suar enquanto olhava para fora da janela da loja, observando as pessoas que passavam por aqui. OK, então hoje ia ser um dia ruim. Tecnicamente, desde que o meu dia de trabalho estivesse quase no fim, já era um dia ruim. Sem mencionar que tinha um encontro para tomar café com a minha mãe, e estava se aproximando rapidamente. Além do fato de que teria um motivo para deixar o trabalho mais cedo, temia encontrar com minha mãe. Nossos encontros para tomar café raramente terminavam como uma boa coisa.
Por mais que realmente preferisse adiar este momento, era hora de ir.
- Angela! Estou indo embora, OK? Vou manter meu celular por perto no caso de você precisar de mim, - gritei. Eu seriamente duvidava que alguma coisa iria acontecer nos próximos 30 minutos que exigiriam meus excelentes dotes em gestão, especialmente considerando que só tivemos um ou dois clientes durante todo o dia. - Vá em frente, querida. Vejo você quando chegar em casa! - Gritou de volta.
- Lembre-se, ligue para o meu celular se você precisar de alguma coisa e por favor não se esqueça de trancar o bloqueio superior. Sra. Franklin vai ter um ataque se você esquecer de novo, - disse quando ela veio da parte de trás da loja.
Eu vi como Angela tropeçava com uma pilha caixas pequenas de joias empilhados em seus braços. Ela jogou-os no balcão da frente e sorriu inocentemente. Uma mecha de cabelo preto brilhante atacou os olhos e ri da cara que ela fez quando ela tirou tudo da frente de seu rosto.
- Eu me ajeito, Bell's. Divirta-se com sua mãe, - ela brincou.
Revirando os olhos, saí da loja e fiz meu caminho em direção ao meu carro.
Quando tirei minha licença, minha mãe tentou me convencer a deixá-la me comprar um carro esporte caro. Acho que ela estava mais preocupada com a reputação dos meus dezesseis anos, do que comigo. Como se uma garota como eu jamais seria feliz com um carro pequeno. Tive que lidar com coisas que eram "muito pequenas" toda a minha vida, por que diabos iria me torturar mais? Será que ela acha seriamente que gostaria de me enfiar em um carro de garota magra todos os dias? Hum... não, obrigada! Sentir-me como uma sardinha nunca foi a minha praia.
Todos os carros esportivos de magras de lado, as coisas significam muito mais quando você compra-os por si mesmo. Se deixar minha mãe me comprar tudo o que ela ofereceu não teria espaço na minha vida para nada. Felizmente, minha mãe desencanou de tentar viver minha vida. Mas isso aconteceu só depois de anos tentando fazê-la entender que eu não tinha absolutamente nada a ver com ela.
Sempre fui o tipo de pessoa que gosta de fazer as coisas por mim mesmo. Eu quero trabalhar por qualquer coisa que adquirir na minha vida. Por exemplo, amo o meu carro, e não porque é o maior carro de todos, mas sim porque paguei por ele com o meu próprio dinheiro. Dinheiro que ganhei antes que minha vida mudasse para sempre, antes que minha avó morreu e me deixou milhões. É o meu carro. Minha mãe não entende isso. Ela nunca trabalhou um dia em sua vida.
Eu nunca a odiei por isso, ela só estava agindo do modo em que foi ensinada a agir. Meus avós sempre foram ricos, portanto ela nunca conheceu nada diferente. Fui criada com dinheiro também, mas o meu pai jogou toneladas de realidade em minha vida antes que fugisse para a Califórnia sem mim.
Simplificando, a mina do dinheiro. A enorme quantidade foi lançada sobre mim pela simples vontade de minha avó. Eu recebi-o no meu vigésimo aniversário, mas daria tudo de volta por apenas mais um dia com ela. Ela era muito parecida com a minha mãe, o que significa que ela gostava de gastar dinheiro. A diferença era que ela queria que eu fosse feliz comigo mesma, ela nunca me fez sentir como se fosse uma decepção. Seu orgulho em mim era evidente, enquanto que sempre que minha mãe me olhava, fazia me sentir como se fosse apenas um grande MENOS do que deveria ser.
Minha mãe sempre foi uma esnobe, embora ela nunca vá admitir. Se você tirasse a impressionante máscara, veria que ela tem um problema sério de autoestima. Se ela tivesse um momento honesto consigo mesma, admitiria que ter dinheiro faz ela se sentir superior a todos os outros.
Nunca senti a necessidade de fazer a minha vida mais anormal do que já tem sido por ter um dinheiro que nunca quis, pra começar.
Normalidade tem sido escassa para mim. Meu estado único e permanente governou a escola particular só para mulheres que cresci, e fui apelidada de Grande Isabella, também conhecida como a Virgem Maria. Apenas me chame de presidente do clube de Virgens aos Vinte! A lista de membros consistia entre e um grupo de freiras pouco atraentes.
Quando finalmente acontecer para mim, vai ser real. Não tenho nenhum desejo de estar no tipo de relação que meus pais tinham antes de se divorciaram. Eles eram miseráveis e se odiavam. Foi o exemplo perfeito do que não ser. Eu quero amar... o tipo que escrevem nos livros, mas meu medo de rejeição se recusa a deixar isso se tornar possível.
Um grito especial para todas as mulheres do ensino médio impressionantes que zombaram de mim todos os dias. Obrigado pelo fabuloso complexo de mulher gorda.
Há uma sensação cômica em torno da minha situação. Tecnicamente, poderia ter qualquer coisa quisesse. Poderia comprar qualquer coisa, mas a única coisa que não pode ser comprada é a única coisa que desejo. Não é como se você pudesse correr através da unidade mais próxima de drive-thru e pegar um relacionamento. Um homem quente para viajem, por favor!
Minha voz selvagem interior foi interrompida pela campainha da porta de Mirabelle, o pequeno café favorito de minha mãe. Ela já estava sentada enquanto tomava um gole de café de baunilha. Eu odiava o fato de que ela escolhera uma cabine para se sentar em vez de uma mesa. Arrancaria minhas unhas antes de admitir que as cabines eram muito pequenas para mim.
Adivinha quem conseguiu jogar de espremer a mulher gorda na pequena cabine de hoje?
- Como foi o trabalho? - Perguntou ela.
Minha presença nem sequer garantiu que ela olhasse para cima de seu jornal, nas páginas de finanças diárias, sem dúvida.
- Bom, - disse. - Como foi o spa?
Prendi a respiração enquanto chupava meu estômago e deslizava para o banco. A mesa cavando no meu top com desenho de um muffin.
Ela ignorou minha pergunta.
- Seu pai ligou. Ele diz que faz quase duas semanas que não ouve falar de você.
- Sim, sei. Preciso ligar para ele. Tem sido ocupado no trabalho. Temos um novo embarque de produtos. Eu e Angela estamos nos matando tentando conseguir que tudo fique configurado. Você deveria passar por lá, mamãe. Nós temos toneladas de coisas que sei que você adoraria.
Ela olhou para mim como se tivesse perdido minha mente. Seu jornal sacudiu sobre a mesa.
- Querida, sem querer ofender, mas você sabe que não compro nesses tipos de lugares. Eu gostaria que você parasse com esse trabalho terrível, ou, pelo menos, considerasse trabalhar em algum lugar mais apropriado. Seu avô está provavelmente se revirando no túmulo com o pensamento de seu anjo trabalhar incontáveis horas. Você não foi criada para isso, Isabella. - Ela soprou em seu expresso, enviando o aroma de baunilha em meus pulmões.
- Eu sei, mãe, mas gosto de lá. A Sra. Franklin está falando sobre me fazer gerente de todas as três lojas da área. Espero conseguir o emprego.
- Se estamos sendo honestos uns com os outros, então espero que você seja demitida desse lugar lamentável, - ela fungou.
Um latte mocha foi colocado na minha frente. Ir para o mesmo café quase todos os dias tem seus benefícios. Eles sempre sabem o que quero. Eu entro e eles deixa-o pronto para mim.
- Aqui está, Isabella. Teve um bom dia? - Sam sorriu para mim.
Ele é o único trabalhador do sexo masculino em Mirabelle e um piadista nato.
- Ah, sim, hoje foi um dia fabuloso. Está ficando cada vez melhor, também, - disse, sarcasticamente. Era uma piada interna entre mim e as pessoas que trabalhavam no café. Desde sempre Mirabelle era o meu ponto de encontro com minha mãe, que percebe o quão bem a nossa pequena reunião está indo pela a quantidade de lattes que peço. Um latte geralmente significa que foi uma conversa agradável, rápido e direto ao ponto. Dois lattes significa que as coisas não vão tão bem. Três e estava provavelmente a cerca de três minutos de puxar meu cabelo para fora da minha cabeça.
- Mãe! - Eu disse em um tom abafado depois de Sam sair da mesa. - Por que você diz isso? Você espera que seja demitida? Eu não posso acreditar que você desejaria coisas ruins para mim assim. Eu tenho que ter esse trabalho para fins de sanidade. Eu sinto muito que me recuso a viver como você, mas isso não é motivo para você dizer coisas ruins para mim.
Revirei os olhos antes de tomar meu café com leite e desejar que tivesse dito a ela que não podia sair do trabalho.
Mamãe continuou e falar sobre eu não precisar trabalhar. É sempre sobre o dinheiro com ela. Famílias normais argumentavam porque as crianças sempre pediam dinheiro aos pais. No meu caso, discutimos porque me recusei a explorá-lo.
Houve algumas vezes que bolsas e sapatos de marca apareceram misteriosamente no meu closet. As pessoas normais não usam sapatos de mil e duzentos dólares. Desnecessário dizer que Angela tinha um armário bastante impressionante.
Enquanto continuava a afinar a minha mãe, notei um casal bonito em uma mesa de canto. Eles estavam olhando amorosamente nos olhos uns dos outros. Seus cotovelos estavam descansados em cima da mesa para o equilíbrio à medida que cada um se inclinou para aproximar-se do outro. Foi adorável de se ver como ele sorriu para ela e suavemente esfregou sua mão. Suas bochechas estavam ficando rosa enquanto ele sussurrava palavras doces para ela do outro lado da mesa.
Eu sorri para mim mesmo secretamente na história de amor que se desenrolava na minha frente. Seu amor um pelo outro era evidente. Ele estava escrito em seus sorrisos e escoou para fora de seus olhos. Eu não conseguia desviar o olhar. Me odiava por ser uma louca, perseguidora de romance, mas a saudade que caiu sobre mim era paralisante.
- Isabella! O que deu em você? Você está me ouvindo?
Tirei minha atenção de volta para a minha mãe.
- Claro que estou ouvindo. Eu tenho muita coisa na minha mente agora.
- Querida, você sabe que pode falar comigo sobre qualquer coisa. Vá em frente, exatamente o que está te incomodando?
O casal no canto me chamou a atenção mais uma vez.
- Mãe, você ama o papai?
Ela ajeitou o corpo como se refletindo a questão embaraçosa.
- Eu amava muito o seu pai. Infelizmente, meu amor não foi o suficiente para nós dois. Por que você fez uma pergunta tão estranha?
- Não há razão, - disse. - Só por curiosidade.
Ela olhou para mim, e começou a acariciar minha mão em uma tentativa de ser maternal.
- OK, o suficiente com esse absurdo. Vamos fazer algo divertido. Vamos às compras! Nós podemos comprar o que quiser, tudo o que fizer você feliz. Apenas me diga o que é e vou ter certeza de obtê-lo.
Crescendo, quando alguma garota magra na escola ria de mim ou quando estava em uma escola de dança, e mesmo sobre o fato de que nunca tive um encontro, minha mãe era sempre a primeira a dizer como isso não era grande coisa. Ela ia comprar algo divertido e depois de um tempo eu ia ficar por cima. Era sua maneira. A única maneira que sabia como mostrar afeição. Em vez das palavras doces e abraços maternais, tenho presentes.
- O dinheiro não pode comprar tudo, mãe, - disse quando olhei de volta para o casal bonito que agora estava indo embora.
Mamãe olhou para eles, também. Ela soube imediatamente o que quis dizer.
- Você está sozinha, querida? Porque vou ser a primeira a lhe dizer que você não precisa de um homem para fazê-la feliz. Confie em mim. Eu tive um por vinte anos e era muito infeliz. - Ela riu de sua piada.
Sorri para ela e, em seguida, dei-lhe uma risada forçada.
- Esquece isso, mãe. Vamos às compras. Eu poderia usar algumas camisas novas e um par de sapatos, - disse, esperando que ela fosse esquecer o que tinha acabado de presenciar.
Eu odiava fazer compras. Tentar encontrar algo decente para me encaixar era a minha ideia de inferno. Mas ficaria feliz em passar pelo inferno se isso significasse que minha mãe iria esquecer a conversa que acabou de ter. A última coisa que queria era ela tentando qualquer jogo estúpido de fazer regimes com um bando de homens idiotas que prefere ser celibatário do que me tocar. Claro, funcionou.
Ouvi quando ela passou por todas as lojas que queria visitar e as coisas que ela queria comprar. Segui-a para fora do café mal prestando atenção.
Hoje não foi o meu dia. Todos os pensamentos de amor piegas e "ninguém me quer" estava começando a me dar nos nervos.
Eu estava na primeira loja e fomos para os devaneios de um banho quente de bolhas, velas, e Christina Perri em baixo volume. Tudo isso para fazer compras de porcaria cara que nunca se encaixaria em mim, quando tudo o que realmente queria era um bom banho de espuma quente e um trio impertinente com Ben & Jerry.
A PROPOSTA
Eu não tinha usado um terno desde o funeral do meu avô quando tinha quinze anos. Estes funcionários de banco condenam a má aparência. Eu já tinha passado a maior parte da manhã preso no trânsito por todo o caminho de Walterboro para o centro de Charleston. Geralmente é uma viagem de 30 minutos, se você pegar a interestadual. Hoje levou malditamente perto de uma hora e meia.
Eu só precisava de um pouco de tempo extra... qualquer coisa que eu e minha pequena família possamos fazer para manter nossa casa. Talvez ele possam nos dar mais dois meses além dos 90 dias previsto? O que há de mal em dois meses a mais?
O diabinho no meu ombro está recheado de pensamentos negativos sobre isso. E se recusarem? Nós teríamos que começar tudo de novo de alguma forma. Esse não é realmente um pensamento assustador para mim, exceto pelo o fato de que o meu pobre pai não saberia o que fazer com si próprio. A oficina é tudo o que ele já conheceu.
Os minutos parecem horas e me encontrei surtando de dentro para fora. Peguei uma revista e folhei-a sem sequer olhar para as páginas. Senti como se estivesse sendo vigiado, então olhei ao redor da sala mais uma vez. Notei uma senhora sentada a minha frente, uma senhora atraente na verdade. Ela era mais velha, quarenta e tantos anos, talvez? Não é realmente o meu tipo, mas ela ainda era uma espécie sexy.
Ela estava abertamente olhando para mim. Não fez nada para esconder o fato de que estava verificando minha aparência, os olhos mudando dos meus até a minha virilha. O jeito que ela olhou para mim não correspondia ao seu olhar. Pernas cruzadas e tudo apropriadamente convencional, ela sorriu sedutoramente para mim. Sorri de volta. Ei, se ela queria jogar, poderia jogar também. Em seguida, seu rosto caiu e seu sorriso foi substituído por uma sobrancelha levantada sarcasticamente e uma boca comprimida.
Balancei a cabeça e desviei o olhar. Eu não tenho tempo para provocações.
Finalmente, depois do que pareceu dias, a senhora atrás do balcão me chamou. Entrei pela porta do escritório do gerente do banco.
- Sr. Cullen, presumo? – O homem atrás da mesa perguntou.
Ele se levantou e estendeu a mão, apertei. Minha mão suada fez um barulho estranho quando apertei, dando nos meus nervos.
Isto tem de funcionar. É o nosso último recurso.
- Meu nome é Sr. Schaefer. O que possa fazer para ajudá-lo?
Me sentei e comecei a me incomodar um pouco. Essa é a coisa mais importante que já fiz e uma recusa simplesmente não é aceitável neste momento.
- Bem, Sr. Schaefer, não vou desperdiçar seu precioso tempo, então vou direto ao a este banco mais dinheiro do que temos e temos apenas 90 dias para consegui-lo. Estou aqui para pedir-lhe mais tempo, um extra de 60 dias, talvez? – Eu disse rapidamente.
Ele pegou uma pequena pilha de papéis e bateu contra a mesa para organizá-los.
- Sr. Cullen, vou ser completamente honesto com você. Eu dei uma boa olhada no seu arquivo e não há nada mais que possamos fazer. Eu me sinto horrível por isso, realmente sinto, mas se o saldo não for pago nos próximos 90 dias, vamos ser forçados a tomar todas as propriedades de seu pai, com a oficina incluída. Estou profundamente arrependido. Se há algo que posso fazer, me avise.
- Está me dizendo que não há outra opção? – disse em voz alta.
Eu sabia que as pessoas na sala de espera poderia me ouvir, mas não me importei. Esta era a minha vida, e ele estava mexendo. Esta era a vida de Alice em que ele estava mexendo. A nossa casa e o nosso trabalho. A forma como sobrevivemos.
- Sr. Schaefer, aprecio o fato de que este é o seu trabalho e tudo mais, mas você tem que encontrar outra maneira! – Gritei. – Não há nenhuma maneira de podermos chegar a este valor no prazo e serei amaldiçoado se você ou qualquer um desses bastardos que trabalham presos aqui levarem a nossa casa.
- Sr. Cullen, acho que seria melhor se você fosse embora antes que tenha que chamar a segurança.
- Então acho que é melhor você chamar a segurança, porque não vou embora até que cheguemos a algum tipo de acordo.
- Eu entendo que você e o seu pai estejam tendo problemas financeiros, mas não é realmente meu problema ou do banco. Talvez seu pai deva pensar sobre a maneira como ele executa as coisas, - ele retrucou.
Antes que percebesse, estava de pé sobre o Sr. Schaefer com o punho dolorido e seu sangue em meus dedos. Aquele desgraçado estaria melhor se não continuasse. Ele teve a audácia de falar mal sobre mim e o meu pai... na minha cara. Sua alta bunda de cavalo necessita uma verificação de realidade e estou feliz em dar-lhe.
A segurança chegou quando estava recuando em direção à porta e sabia que estava indo para a cadeia. Vim aqui para tentar consertar as coisas, mas porque não conseguia controlar meu temperamento maldito, meu pai ia ter que mergulhar em nossas míseras economias para me tirar da cadeia. Realmente fiz asneira desta vez.
Quatro horas mais tardes, me deitei no pequeno beliche que a prisão forneceu e passou diferentes ideias na minha cabeça. Decidi que não iria chamar meu pai para me socorrer. Eu poderia passar uma noite na cadeia. Sabia que eles iriam me deixar sair de manhã e para ser honesto prefiro que meu pai se preocupe comigo por não voltar essa noite do que usar dinheiro que precisávamos para salvar meu estúpido traseiro. Valeu a pena estar atrás destas barras. Aquele desgraçado teve o que mereceu.
A porta da cela se abriu e um policial entrou no pequeno espaço.
- OK, Cullen, hora de ir, - disse ele.
- O que você quer dizer?
- Sua fiança está paga. Você está livre para ir.
Segui o policial para fora da cela e no corredor para a recepção da delegacia. Coletei todas as minhas coisas, minha carteira vazia incluída, e me virei para o meu pai.
Ele estava longe de ser encontrado. Fiz uma verificação rápida em torna da delegacia tentando encontrá-lo, mas ele definitivamente não estava lá.
Talvez ele tenha ido me esperar no carro?
Saí da delegacia de polícia e verifiquei o estacionamento. O caminhão do meu pai não estava à vista, o que significava que estava tão chateado que me largou aqui.
Estava prestes a começar a andar em direção a nossa casa, quando notei a senhora Loba que vi no banco de pé em frente ao estacionamento. Ela estava sentada contra uma longa limousine preta quando e fez sinal para chegar até ela com um dedo.
Hoje tinha sido oficialmente o dia mais fodido da minha vida, e parecia que não ia ficar melhor. Primeiro, sou assediado sexualmente por uma senhora no banco a minha frente, então bato no gerente bancário, que me deu uma mão inchada e uma passagem de ida para a prisão. E agora, fui misteriosamente socorrido para encontrar a abusadora esperando por mim do lado de fora da delegacia.
Fiz meu caminho até a limousine.
- Já estava na hora. Estava começando a pensar que eles levaram meu dinheiro e deixaram você lá, -disse ela, com voz rouca.
- Você me socorreu? – Perguntei confuso.
- Bem, de que outra forma iria falar com você?
- Sinto muito... te conheço? – Continuei a questionar.
- Não seja ridículo. Normalmente, nunca seria pega socializando com alguém como você.
Fogo atravessa meu peito enquanto a minha raiva começa a fluir dentro de mim.
- Então o que diabos você está fazendo socializando com alguém como ? – disse em tom de zombaria.
Mais um metido bastardo na minha presença hoje à noite e estava indo para apelar.
- Vamos cortar a conversa fiada. Ouvi você lançando uma oferta de ajuste no banco hoje. Você precisa de dinheiro e não tem muito, então vamos falar de negócios, - disse ela.
- Olhe senhora, não sei como vocês fazem as coisas em seu mundo, mas no meu, vender a si mesmo, você pega, pelo menos, trinta dias. E já que acabei de sair do presídio, prefiro...
Ela me interrompeu com uma gargalhada.
- Eu sei que você não acha que estou sugerindo que te pague por sexo, não é? – Ela riu mais uma vez. – Não me entenda mal, garoto, você é agradável ao olhar, é bonito, sexi, mas eu gosto de homens, não de meninos.
- Então o que diabos você quer? – perguntei rudemente.
- Eu tenho uma proposta de negócios para você. – Ela abriu a porta da limusine e entrou. – Vai se juntar a mim? – perguntou.
- Já disse que não sou um...
- Não se iluda! – Ela me cortou novamente. – Confie em mim... estou velha demais para um menino como você. Agora, você vai entrar na limusine maldita ou não? – Rosnou.
Fiquei ali me debatendo sobre o que fazer. Finalmente, pisei em direção a limusine e fechei a porta atrás de mim.
- Para onde? – Ela perguntou.
- Walterboro... fora de Clements Road.
- Meu Deus, você é um caipira, - ela bufou.
Sentei lá enquanto ela latia ordens ao motorista e, em seguida, apertou um pequeno botão fazendo com que uma barrira subisse entre nós e ele.
- Agora, vamos voltar ao trabalho, - disse. – Eu preciso que você faça algo para mim e uma vez que você precisa tanto de dinheiro, estou preparada para pagá-lo muito bem, contando que você não estrague tudo.
- OK, isso é algo ilegal? Porque não sou nenhum criminoso.
- Não, não é ilegal.
- OK, mande.
Ela sorriu e então deslizou mais para trás em seu assento.
- Eu gostaria de te pagar para namorar a minha filha, - ela sorriu enquanto derrubava um líquido marrom para fora de seu recipiente e derramava em um copo de cristal. Cheirava a álcool, o que convinha desde que tinha certeza que a cadela estava bêbada.
- Você quer me pagar para fazer o que?
- Você me ouviu.
- Você está brincando, certo? – Bufei.
- Não, isso não é brincadeira e agradeceria se você não tratasse como uma. O que estou te oferecendo é um negócio sério, - disse ela de forma agressiva.
Me recuperei e me livrei do meu sorriso. Se esta senhora estava falando sério, ia ser sério também. Esta poderia ser a oportunidade que e meu pai estávamos esperando, ainda assim, ser pago para namorar com alguém não ia bem com a minha conduta. Esta moça deveria ser algum tipo de terrível criatura se a mãe dela tem que pagar para um cara namorar com ela.
- O que há de errado com ela? – Perguntei.
- Desculpe-me?
- Sem ofensa, mas se você tem que pagar alguém para namorar sua filha, tem de haver algo errado com ela.
- Não há nada de errado com a minha filha. Há algo de errado com todos os homens que não podem ver o quão maravilhosa ela é.
- Então, ela é feia?
- Absolutamente não, - ela retrucou. – Ela tem um pequeno problema de peso, mas ela é linda e é exatamente assim que você deve trata-la. Leve-a para sair, mostre a ela momentos fabulosos, e faça-a sentir que ela é a criatura mais linda que você já viu.
- Basicamente, você quer que a faça soltar fumaça até o rabo?
- Fique longe de sua bunda, mas sim... é o que tem que fazer.
- Exatamente o que ganho com isso e quanto tempo tenho que fazê-lo? – Perguntei.
- Em troca de você sair com ela, vou pagar o seu saldo ao banco. Se ouvi corretamente, você tem 90 dias. Enquanto os 90 dias correm, você a faz feliz, e se fizer o trabalho corretamente...
- Você não pode estar falando sério. – Engasguei. – Você vai me pagar oito mil dólares para sair com sua filha? Quantos anos ela tem, afinal? Ela não gosta de algum garoto do ensino médio ou algo assim? – Perguntei. - Sim, definitivamente vou pagar-lhe oito mil dólares e não, minha filha não é uma estudante do ensino médio. Ela vai fazer vinte e um no próximo mês; você é algum tipo de presente antecipado.
- Isso não poderia ter acontecido em melhor hora. Na verdade, era uma espécie de estranho conveniente. Mas neste momento estaria disposto a fazer qualquer coisa. Eu poderia recusar, se quisesse. Não é provável que uma outra oportunidade como esta iria cair no meu colo.
Porém, oito mil não era nada mais que um resto na bolsa para esta mulher.
- Ofereça quinze mil e temos um acordo, - disse .
Se estou fazendo isso, poderia muito bem ter algo bom fora dele, também. Lucy ia ficar bem com uma nova pintura.
O carro não estava se movendo mais e o silêncio no pequeno espaço estava sufocando, enquanto pensava sobre isso. Eu ainda não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. Estava errado em enganar uma pobre mulher gordinha, fazendo-a pensar que a queria, mas sabia que podia fazer. Precisávamos desse dinheiro, então faria por nós. Por Alice.
- Tudo bem, - ela deu dentro. – Vou te pagar três mil para começar. Vamos chamar de pagamento por cortesia. Existem algumas regras, no entanto. Se você estragar tudo, então não verá seus doze mil em 90 dias. Além disso, vou pessoalmente fazer a sua vida um inferno. Vou fazer de minha missão de vida, me certificar de que você e seus entes queridos percam tudo... e Sr. Cullen, sou podre de rica. Não pense nem por um minuto que não posso cumprir com a minha palavra de ferrar você.
- Quais são as regras? – Bati.
Eu não estava muito feliz sendo verbalmente ameaçado.
- Primeiro de tudo, não coloque as mãos sujas na minha filha. Eu entendo que você provavelmente vai ter que beijá-la. Você vai estar saindo com ela por pelo menos três meses e sei que as crianças fazem esse tipo de coisa nesse período de tempo. Você não tem permissão para fazer algo mais do que isso. A última coisa que quero é a minha filha grávida de um caipira, - bufou. – Entendeu?
- Bem, caramba caramba, senhorita, acho que entendo o que você está dizendo! – disse sarcasticamente como o meu mais profundo sotaque de sulista falso.
Beijar? Hah! Ele nem sequer vai tão longe. Eu poderia fazer esta mulher se sentir como uma princesa, sem tocá-la. Jogar com mulheres é a minha missão de vida.
- Como posso encontrá-la? – Perguntei.
- Ela trabalha. Por mais que odeie isso, ela é a gerente da loja Joias da Franklin, no centro de Meeting Street. Você pode encontrá-la lá. Além disso, ela passa muito tempo livre com os amigos em um pequeno café chamado Mirabelle. Está familiarizado com esses lugares? – Perguntou.
- Sim, disse, quando abri a porta da limusine para sair.
- E Sr. Cullen... é melhor minha filha nunca descobrir sobre este acordo, você entende?
- Sim, capitei! –respondi.
- Deus. Estou contente que nos entendemos. O nome dela é Isabella e é melhor você não estragar tudo. Vou estar em contato e você vai ter sua primeira parcela quando tiver certeza que você começou o trabalho, então sugiro que comece o mais rápido possível.
- Tenho tudo certo, - disse quando sai da grande limusine preta, que agora estava estacionada na frente de da minha casa.
Era um pouco assustador saber que ela sabia onde eu morava, sem contar a ela. É como se tivesse feito a lição de casa e cavou informações sobre mim. Esta senhora era inteligente, e as senhoras inteligentes eram perigosas. Vou ficar de olho a minha volta.
- Vejo você em breve, garoto, - disse ela quando bati a porta na cara dela.
Assisti a limusine sair. Todo o esquema era louco, mas tinha que fazer o que precisava ser feito. Uma coisa era certa, meu pai nunca aprovaria, o que significava que ele e Alice nunca poderiam saber. Eu precisava pensar muito sobre o que diria do dinheiro que estava chegando. Uma coisa de cada vez, já que agora, tinha uma garota gordinha para encantar. Fazer coisas que magoam a estranhos não era a minha coisa, mas situações extremas pedia por medidas extremas.
Eu já tinha três coisas para fazer amanhã. Um deles era dizer a Tania que iria passar um tempo fora da cidade. Diria que vou passar um tempo com um tio na Geórgia ou algo assim. Não há nenhuma maneira dela manter sua boca fechada o tempo suficiente para eu terminar o trabalho e se ela achasse que tinha uma outra mulher recebendo minha atenção, que não ela. Socorro. Claro que havia dinheiro envolvido, então talvez eu pudesse comprar algo para calá-la. Quem sabe.
Em segundo lugar, teria que me limpar um pouco. Se ia ganhar uma garota, precisava realmente me barbear e cortar o cabelo. E em terceiro, teria de deixar minha aparência encantadora. Tinha de me livrar do "Edward fodão" e trazer para fora o bom garoto que eu sabia que poderia ser.
Poderia ser divertido. Eu ia começar a sair um pouco, com o dinheiro de outra pessoa, com uma mulher que nunca mais teria que ver novamente depois dos três meses previstos. Não era realmente um mal negócio. Tiro a cueca e pulo na minha cama. Antes que pudesse fazer qualquer coisa, precisava de um pouco de sono. Em poucos minutos, desmaiei e dormi melhor do que havia dormido nas duas últimas semanas.
ESCOLHENDO UMA BELLA
Depois de finalmente convencer Tania de que estava indo visitar a família por um tempo, fiz meu caminho em direção a Charleston. Dirigi com as janelas para baixo e deixei o vento bater no meu rosto. Eu poderia usar o máximo de ar fresco quanto humanamente possível. O rádio estava ligado quando contemplei como proceder para perseguir essa garota. Tão louco quanto parecesse, realmente nunca tive que perseguir uma fêmea antes. O barulho do motor do Lucy me acalmou. Eu tive que manter o foco. Eu estaria bem, desde que me lembrasse de que isso não era apenas para mim e para o papai. Eu estava fazendo isso por Alice, para a nossa casa e nosso negócio. Não importa o que, não poderia permitir que a minha consciência obtivesse o melhor de mim. Tudo que tinha que fazer era não me envolver. Ser emocionalmente desconectado era fácil para mim, por isso este trabalho deveria ser como um pedaço de bolo.
Cheguei na joalheria de Franklin e me levou três tentativas em estacionamento paralelo antes de entender direito como o lugar funcionava. Tenho certeza de que parecia uma trepadeira apenas sentado no meu carro, mas queria planejar. Só precisava entrar, comprar alguma coisa, e obter uma boa olhada nela, então saberia com o que estava lidando. Eu deveria ter pedido para ver uma imagem para que pudesse, pelo menos, saber quem ela era. Felizmente, ela era a única garota gorda que trabalhava lá. Depois de colocar dois dólares no parquímetro, caminhei até a loja. O tempo todo rezei para que todos lá dentro usassem crachás. Seria mais fácil se me aproximasse dela no pequeno café, agora estaria apenas tendo um pouco de paquera inofensiva enquanto olhava uma joia. Fazer ela me notar era o meu objetivo número um. O pequeno sino sobre a porta soou quado entrei na loja vazia. A única razão que sabia que o lugar ainda estava aberto foi por causa do grande sinal de aberto, brilhante na janela da frente. Fui até um dos expositores de joias e comecei a olhar para todos os anéis caros. Fiz meu caminho até os brincos e decidi que eles estavam mais na minha faixa de preço. Em toda a realidade, não tinha uma faixa de preço, mas percebi que isso valeria a pena por cavar da poupança que era do pagamento do empréstimo. Além disso, se isso funcionasse teria todo o dinheiro que precisávamos e mais.
- Qualquer coisa em especial que você está procurando? - Uma voz feminina falou na minha frente.
Olhei para a garota do outro lado do balcão. Ela foi curta e grossa. O cabelo longo, escuro em cascata sobre os ombros e pelas costas, enquanto um conjunto de espessura de franja se abateu sobre seu olho direito. Seu rosto bonito, redondo ostentava a pele clara e um conjunto suculento de lábios carnudos. Elegantemente vestida com um top de corte baixo, era capaz de ver a ascensão de seu decote macio. Uma das vantagens de ser uma mulher grande tinha que ser um conjunto de seios incríveis, porque ela com certeza tinha um bom conjunto de mamas ali. Ela estendeu a mão e empurrou a franja do rosto. O movimento empurrou uma onda de cheiro feminino diretamente para mim. Ela cheirava incrível, como baunilha e cerejas. Foi muito bom, ainda mais depois de sentir os perfumes horríveis que Tania gostava de usar. Dei uma olhada melhor para ela enquanto ela tirava o cabelo do rosto e sorriu. Ela tinha os maiores olhos castanhos que já vi - eram profundos com uma inclinação sexy que escondia os segredos de uma mulher sensual. Honestamente, ela era uma espécie bonita, era uma espécie linda de garota robusta em sua forma. Era linda. E muito gostosa.
Enquanto verificava seus seios, seu crachá com nome caiu sobre mim. Ela era Isabella, minha salvadora financeira.
- Na verdade, fico meio perdido quando se trata de joias, - disse, enquanto mordiscava meu lábio inferior. Fiquei feliz em ver seus olhos mergulhando para minha boca. - Eu não tenho certeza do que ela gosta. - Eu atirei-lhe o meu "Eu quero você" sorriso e deixar meus olhos visivelmente vagar sobre seu rosto. Eu apreciava o rubor profundo que invadiu seu rosto, pois significava que estava fazendo meu trabalho bem. Estava apenas começando e ela já estava corando. Isso ia ser um passeio no parque.
- Que tipo de mulher é ela? O que você acha que ela gostaria? - Ela nervosamente mordeu o interior de sua boca.
- Eu realmente não sei. O que você gosta? - Me inclinei, coloquei meus cotovelos sobre o balcão para ficar ao nível dos olhos dela.
- Eu gosto de um monte de coisas. - Ela riu baixinho quando começou a ficar incomodada. Foi charmoso. - Mas ela não pode gostar do que gosto.
- Ah, vamos lá. Jogue junto comigo. Se você pudesse ter qualquer coisa aqui, o que seria? - Perguntei. Esperando que ela não me mostrasse algo muito caro. Ela era rica e eu não queria fazer papel de muito pobre.
- Você está falando sério? Você quer que escolha uma joia para alguém que não conheço? - Ela me deu um olhar confuso estranho.
- Não, quero que você escolha a joia que você gosta. Tenho certeza que se você gostar , então ela vai, também. Me ajude, por favor. - Inclinei a cabeça e dei-lhe o meu olhar de cachorro pidão. Seu rosto ficou rosa de novo e senti uma onda de satisfação primal. Eu tinha afetado mulheres antes, mas por algum motivo estranho ver a reação dela me deu uma sensação diferente.
- OK, bem, sou mais uma mulher de colar", disse ela enquanto caminhava para um outro mostrador com colares nele. - Eu não gosto de joias caras - ela continuou. - Então, isso tira todas as estas que estão deste lado.
Uma mulher rica que não gostava de joias caras? Fascinante. Escutei, enquanto ela continuava escolhendo o colar perfeito para si.
- Eu prefiro prata sobre ouro, de modo que bate para fora a metade dos colares deste lado também.
Seus dedos se moviam suavemente sobre os colares e por um breve momento, me perguntei qual seria a sensação daquelas mãos na minha pele. Ela tinha curtos dedos... unhas legais, também. Gostei do comprimento médio, unhas pintadas em rosa bebê. Eu odiava essas unhas de acrílico horrível que a maioria das mulheres usava. Os meus amigos e eu riamos quando nos perguntávamos como as mulheres limpavam a bunda com aquelas unhas.
Ela balançou o cabelo dela e o leve aroma de baunilha bateu em torno de mim mais uma vez.
- Que tipo de perfume que você está usando? - Eu soltei sem pensar.
- Hum... não estou usando perfume. Por quê? Será que algo fede? - Sua sobrancelha perfeita puxou para baixo com a questão.
- Na verdade, algo cheira muito bem e desde que não senti o cheiro até que você chegou, só assumi que era você. Você tem um cheiro doce... gosto, - disse, quando joguei fora outro sorriso sedutor.
Seu rosto se iluminou com um tom mais escuro do que antes e nadei no meu ego de Playboy um pouco. Ela não tinha a menor chance... pobre mulher. Sua respiração acelerou e seu grande peito foi pressionado contra seu baixo top a cada respiração. Fazia um tempo desde que eu tinha um bom punhado de visão de seios que não eram sacos de silicone e Isabella era definitivamente mais do que um punhado real. Minha boca encheu de água com o pensamento de degustação de baunilha e cerejas. Oh, ela seria um lanche doce se tivesse sido permitido a mim um gosto. Talvez isso não seria tão ruim, afinal. Ela era intocável para mim, mas iria ser uma diversão gostosa.
Olhos castanhos piscaram longe de mim quando ela colocou a cabeça para baixo. Suas respirações profundas cortaram através do nosso silêncio, até que, finalmente, ela levantou a cabeça e estendeu um colar.
- Que tal isso? Você acha que ela gostaria? - Ela perguntou.
Ela não estava fazendo nenhum contato com meus olhos. Depois de estar com tantas mulheres agressivas como Tania, sua timidez era uma espécie de liga para mim. Gostei de como era sexy e que ela me fez sentir, mesmo sem perceber. Fiz ela desconfortável em um bom caminho e ela não conseguia nem me olhar no rosto, sem corar. Foi um impulso para o meu orgulho viril desde que suas reações eram genuínas, e não como as habituais reações excessivamente dramáticas de uma mulher sacana tentando transar. Eu gostava da resposta dela para mim. Eu gostei de como ela me fez sentir. Um suave grunhido de apreciação escorregou da minha garganta
e isso me rendeu um breve lampejo dos olhos cor de chocolate. Lutei contra a inclinação da minha boca. O colar que ela segurava era bom. Era uma cadeia de corda de prata com um pequeno coração de prata em forma de medalhão. Eram apenas cento e cinquenta dólares que eu podia pagar, e ela gostou, assim ia comprá-lo.
- Eu acho que ela gostaria- disse . - O que coloco nele?
- Qualquer coisa que você queira realmente. Você poderia colocar uma foto de vocês dois na mesma ou talvez ter algo gravado no interior. Isso é completamente flexível, só depende de você.
- OK, vou levá-lo.
Segui-a até a caixa registradora e vi como ela cuidadosamente colocou o colar em uma pequena caixa vermelha. Ela fez tudo tão baixinho, que percebi de que não estava com pressa. Seus dedos gordinhos escovou suavemente através do colar e, em seguida, levemente sobre a caixa. Vi quando ela tocou-o, tocando o registo de dinheiro de novo com o que parecia ser o toque mais suave. Eu encontrei-me perguntando quão suave suas mãos eram. Seu toque foi relaxado e me soprou uma corrida rápida de calafrios. Olhei para ela quando me deu o total, novamente percebendo o quão profundo seus olhos eram.
- Você tem realmente belos olhos - disparei.
Isso não foi uma parte da minha estratégia. Foi um momento estúpido de honestidade indesejável. Teria certeza de que não voltaria a acontecer.
As pontas de suas bochechas aqueceram.
- Você está flertando comigo? - Confusão genuína atado a sua expressão.
Eu não tenho que ser um leitor de mentes para saber que ela estava pensando em quão improvável era para um homem como eu estar flertando com uma garota como ela. Ou isso, ou ela realmente não tinha ideia do que parecia flertar e realmente queria saber para fins de referência.
- Talvez, - sorri e dei de ombros.
Seus olhos se encheram de pânico e a parte de mim que nunca usei com estranhos se iluminou com tristeza para ela. Ela realmente não tinha ideia de como responder a mim e aos meus pequenos avanços.
- Hum... obrigada, acho. Para... para o comentário dos olhos, - ela gaguejou.
- Não me agradeça... é a verdade. - Estendi o dinheiro para ela.
Ela terminou a transação e, em seguida, colocou o meu recibo no pequeno saco preto contendo o colar. Fiquei ali um minuto sorrindo para ela e desfrutando quão nervosa eu a fiz , antes de agradecer e sair da loja.
A primeira parte da minha missão estava completa. Acabei sentado no café que sua mãe me contou e bebi um cappuccino. Prestei muita atenção a todas as pessoas que frequentavam o lugar. Ouvi todas as ordens que seguiram e que faziam... uma dose dupla disto e uma bomba extra daquilo. Eu nunca iria dormir de novo se bebia algo parecido. Merda, provavelmente não vou dormir esta noite depois de todo este cappuccino.
- Vamos já, Isabella, - sussurrei na tampa da minha xícara de café.
Estava a cerca de cinco minutos de desistir e dar o dia como feito, e tentar novamente amanhã, quando notei ela através da janela. Ela entrou e uma brisa passou por mim. Estava feliz porque ela não me notou de imediato. Fingi me concentrar na revista de carro que tinha em minha mão enquanto ouvia atentamente à sua ordem.
- Hey, Sam, apenas o de sempre, - disse ela.
- Ei, mulher! Como está indo? Sem reunião com sua mãe hoje? - Ele riu.
- Isso não é engraçado. Não, não há nenhuma reunião hoje. Estou no meu intervalo para o almoço. Vá em frente e jogue um sanduíche de peru com isso.
Ela sentou-se em uma mesinha no canto do outro lado do café. Vi quando ela tirou um pequeno livro e começou a escrever algo. Era isso, este era o momento perfeito para ir e me juntar a ela. Eu me levantei e peguei meu cappuccino. Lentamente, fui até a mesa dela. Ela estava tão envolvida no que estava escrevendo que nem sequer me ouviu abordá-la.
- Se não é a beleza de olhos castanhos da joalheria, - disse.
Ela olhou para mim e seus lábios carnudos se espalharam em um pequeno sorriso.
- Se ele não é o cara que nada sabe sobre sua namorada, - disse ela, enquanto colocava a caneta para baixo.
- Namorada? Quem disse que o medalhão era para a minha namorada? Talvez seja para minha mãe ou minha irmã, ou...
- OK, você vai seriamente jogar o jogo sem namorada comigo? - Ela levantou uma sobrancelha arrogante.
- Eu sinto muito... não tenho certeza se estou familiarizado com qualquer jogo como esse.
- Eu duvido seriamente que você é único, - disse ela. - E por que isso?
Escorreguei na cadeira ao lado dela e descansei o queixo contra meu punho. Isso estava ficando muito interessante. Ela ia tentar me psicanalisar. Boa sorte, doce mulher.
- Caras como você nunca estão só.
- Caras como ? Eu ri. - E exatamente que tipo de cara que eu sou?
- Você quer que seja honesta ou você me quer te adoçando?
- Eu sempre fui um fã de honestidade. - Mordi o lábio inferior e sorri por dentro quando seus olhos seguiram a minha ação. Ela estava pensando em como seria se me beijasse... bom. Eu queria que ela pensasse coisas assim.
- Você é aquele cara alto, moreno, bonito e totalmente intocável. Você é misterioso, o que leva as garotas a ficarem selvagens, e tudo o que você tem é a confiança envolvida em torno de si mesmo. Você é um desafio e é como se estivesse codificado no DNA humano para ir atrás de um desafio. Eu estou disposta a apostar que você tem uma centena de paredes diferentes erguidas para manter as pessoas de fora, o que naturalmente faz com que as mulheres fiquem ainda mais loucas. Todos querem ser o primeiro a conhecer o verdadeiro você e aposto que você ama o seu carro... que é, provavelmente, algum realmente grande mustang clássico que você já nomeou de Bertha ou algum outro nome horrível de senhora de idade. - Ela fez uma pausa.
Finalmente, ela me olhou nos olhos e senti o reflexo de seu olhar profundo dentro da minha cueca. Puta merda! Ela estava me excitando.
- Estou quente? - Ela perguntou com uma inclinação de cabeça com o questionamento.
Eu sentei lá peneirei tudo o que ela havia dito. Ela estava tão perto da verdade que me apavorei.
- Você está quente, - dei-lhe um olhar direto quando deixei os diferentes significados por trás de minhas palavras afundar dentro - Você estava me observando, garota safada? - Tentei apertar a gravidade a distância.
- Você está dizendo que eu estava certa, - ela sorriu.
Ela estava tão certa que não era mais engraçado.
- Não, sou apenas um curioso.
- Eu acabei de descrever alguém que não tem nada a ver comigo, então agora a minha pergunta é... por que você está falando comigo? - Ela levantou uma sobrancelha como se me acusando de alguma coisa.
Esta mulher era muito estranha. Obviamente, ela tinha problemas de autoestima, mas, ao mesmo tempo, ela era a mulher mais confiante e sincera que já conheci... além da minha irmã, Alice. Seus olhos honestos capotou minhas entranhas e senti um pouco de pânico correr até minha espinha. Eu estava lentamente perdendo o controle da conversa, o que era completamente inaceitável. Eu internamente me abalei e fui para o golpe de morte.
- Você me acha bonito? - Eu flertei.
- Não mude de assunto, - ela corou.
- Não, acho que é você quem está mudando de assunto. Então está resolvido! - Eu disse enquanto bati de brincadeira no tampo da mesa.
- O que está resolvido?
- Contanto que você não está saindo com ninguém, e desde que, obviamente, acho que sou bonito... Vou levá-la para sair.
- O que você quer dizer com sair? Como um encontro, para sair?
- Sim, como um encontro para sair. O que você diz? - Dei de ombros.
Eu estava rezando para que fizesse algum tipo de impressão sobre essa garota, pelo menos o suficiente para levá-la a concordar em ir a um encontro comigo. Tudo estava andando em tordo de uma garota e por fazê-la feliz por três meses.
SORTE
- Eu nem sei seu nome e você quer que vá com você?
Este dia não poderia ter começado mais bizarro. Primeiro, Angela pega uma misteriosa doença e tenho que preencher o dia todo em um dia que era para ser meu meio dia. Isso funcionou bem, porque tenho que cancelar o meu encontro no café com a minha mãe. Então, quando pensei que ia morrer de tédio na loja, este alto, sexy alguém vem entrando e realmente começa a flertar comigo. O que tenho que admitir, eu meio que gostava dessa parte.
Então, acima de tudo isso, quando chego ao Mirabelle para o meu intervalo para o almoço, o alguém alto e sexy está sentado, praticamente esperando por mim. Coisas estranhas têm acontecido, não podia ajudar, mas quero que me beliscar para ver se estava sonhando. Eu olhei para o homem lindo sentado em frente a mim. Ele não poderia ter sido mais perfeito. Era como se alguém tomasse todas as qualidades físicas que achava atraente e colocou-os todos em um presente estranho extremamente sexual. Era quase antinatural que este homem bonito me poupou mesmo um olhar, muito menos falou comigo, e mesmo assim, ele estava aqui e ele estava pedindo para sair.
Mesmo sentado, seu corpo alto se elevou sobre mim. Ele me fez sentir-me pequena e qualquer coisa que fez uma mulher do meu tamanho sentir-se pequena era uma coisa muito boa. Seus cabelos ondulados derreteu-se para o lado de seu rosto e conectou-se com o cabelo facial. Gostei da forma como o seu fino bigode e cavanhaque cercou a boca sedutora e transformou-o em um alvo para beijar.
Seu olhar verde realizava segredos sexuais e prometeu-me o cumprimento de todos eles, uma vez que deslizava sobre o meu rosto, no meu pescoço, e então, muito descaradamente sobre o meu decote. Ele era destemido, confiante, e gostoso.
Lembro-me na loja de joias de ter que olhar para ele e a maneira como ele sorriu quando olhou para mim. Você pode dizer sexy? Porque com certeza posso! O homem tinha um sorriso que poderia trazer uma mulher direita de joelhos, o que seria ruim, considerando que teria um inferno de um tempo recebendo de volta. Ele estava com uma camiseta verde e jeans descontraídos de caçador que parecia que foram feitos especificamente para ele. Ele nasceu e foi criado para ser colírio para os olhos. Sem outras qualificações necessárias com um homem assim.
Percebi então que ele estava falando comigo e não tinha ideia do que ele estava dizendo. Constrangimento repleto de quando fui pega de boca aberta para ele como um cão babando, ou devo dizer, como uma baba de porca gorda? Eu quase caio na gargalhada em meus próprios pensamentos, mas em vez disso, um enorme sorriso bobo espalhou por todo o meu rosto.
Ele sorriu para mim e ficou quieto.
- Sinto muito, o que você disse? - Eu podia sentir meu rosto queimar.
Ele riu um pouco antes de responder. Era como se tivesse ouvido todos os meus pensamentos loucos.
- Eu disse que meu nome é Edward... e você é Isabella? - Ele se inclinou e passou o dedo suavemente em meu crachá, que estava praticamente no meu seio esquerdo.
Eu senti seu toque através da minha roupa e logo senti meus mamilos ficando duro dentro do meu sutiã. Eles provavelmente estavam apontando como punhais, dizendo: "Ei, cara quente! Olhe para mim, olhe para mim! "Eu coloquei minha cabeça para baixo e respirei fundo. Meu nervosismo estava se tornando irritante. Você acha que nunca falei com um cara quente antes na minha vida. Não é como se eles estivessem alinhados para fora da minha porta esperando para ter uma conversa comigo, nem nada, mas falei com homens atraentes. Claro, essas conversas não eram nada como o que estávamos tendo. Ele foi verbalmente enroscando meus miolos, tanto quanto estava preocupada.
Eu tive que puxá-lo juntos e rápido. Eu não era uma virgem de quinze anos de idade... era uma virgem de vinte anos de idade. A idade adicional só deveria me dar mais controle dos nervos. Para não mencionar, com o meu estado virginal imortal, era óbvio que estava precisando de um pouco de atenção masculina. Meus mamilos praticamente pularam do meu corpo com uma única carícia do meu crachá, maldição. Fiquei a minutos de me desnudar e sair gritando, "Oh yeah, baby, dedo no meu crachá!"
Eu cometi um erro, deixando meus olhos mergulharem de novo à boca e seu sorriso me bateu estupidamente mais uma vez.
- Sim, Isabella, é o meu nome. É bom conhecê-lo, Edward.
- É um prazer conhecê-la, também. Agora, você vai me colocar para fora da minha miséria e sair comigo? Sua voz era tão rica e cremosa. Sim... cremoso. Tornava-se óbvio para mim que assisti inteiramente muitos programas de culinária já que a única palavra que veio mesmo perto de descrever a sua voz era cremoso. Gostoso e cremoso.
Ele perguntou de novo e de novo a sua voz me balançou. Ele vibrou através de mim como ondas sonoras atacando o meu sistema nervoso e tudo que conseguia pensar por um minuto eram os brinquedos de pênis coloridos que minha amiga Jessica tinha comprado na loja de brinquedos sexuais local.
O que poderia machucar sair um dia?
- Eu vou, - disse sem fôlego.
As palavras saíram antes que pudesse detê-las. O que realmente queria dizer era: "por que ?" Mas pensei que poderia ter sido pouco atraente, então ao invés disso apenas sorri e balancei a cabeça com sim ou não às suas perguntas. Eu praticamente agi como se pertencesse a um ônibus durante toda a nossa conversa.
Ele me perguntou se sexta à noite estava bom para mim. Depois de dizer a ele que tinha que trabalhar sexta-feira, nós concordamos que ele iria me pegar depois do trabalho. Eu o ouvi dizer algo sobre um jantar e um filme. Ele estava fazendo algo para os meus sentidos. Eu estava praticamente surda, muda e cega, tudo ao mesmo tempo. O homem me bateu sem sentido! Dei-lhe o meu número e ele escreveu seu número em um guardanapo. Gostei da forma como seus dedos grossos manobrou a caneta.
Então, tão rapidamente como veio, ele estava saindo. Eu o vi sair do café. Ele deslizou o meu número no bolso de trás, uma vez que saiu pela porta. Fiquei triste ao vê-lo partir, mas gostava da visão de vê-lo ir embora. Belo traseiro.
Eu não podia esperar para contar a Angela e não posso acreditar que estou dizendo isso, mas tinha que ir a loja mais próxima e comprar algumas roupas novas para nosso encontro. Era o meu primeiro encontro. Depois do trabalho, praticamente quebrei a porta do quarto de Angela para contar tudo. Eu estava sem fôlego e tinha me acabado em suor pelo tempo que corri até lá. Nós pulamos em torno de nós mesmas como se tivéssemos dezesseis anos de idade, e em seguida, entramos em colapso em sua cama, enquanto descrevia como incrivelmente ele era quente. Eu expliquei por que estava tão confusa e não entendia por que ele iria querer me levar para sair.
- Bell's, você está louca! Por que ele não gostaria de levá-lo para sair? Você é linda!
- Obrigada, mas caras como ele saem com as mulheres magras... e Olá? - Peguei no meu culote e ri.
- Nem todos os homens gostam de mulheres magras, querida. Alguns caras adoram uma mulher de espessura. Eles gostam de um pouco de lixo no porta-malas. - Ela estapeou a bunda na ênfase. - Nós os chamamos de caçadores de gordinhas.
Caçadores de gordinhas? Graças a Deus tinha um incrível senso de humor sobre tudo isso. Claro, sempre tenho. Sempre que assistia a um comediante na TV eu sempre ria das piadas de gordo. Por que não? Elas são engraçadas e desde que sou uma garota gorda tenho permissão para rir ou ficar ofendida. Ficar louca seria um desperdício do meu tempo. Se ficasse ofendida toda vez que alguém dissesse alguma coisa engraçada sobre as pessoas gordas gastaria minha vida chateada.
Angela é uma mulher de tamanho também, tecnicamente, ela não é do tipo que tem um tamanho grande demais, apenas está registrada no índice elevado de massa corporal. Ela está presa entre os mundos... muito magra para estar no clube mulher gorda, mas muito gorda para ser magra. Em vez de chamá-la de mulher gorda só a chamava de garota de espessura.
Ela tem cabelos longos castanhos que nunca parece estar no controle e olhos castanhos lindos que mostram sua doçura, que era a única maneira de você vê-la. Sua altura deu-lhe uma aparência mais magra, enquanto que a sua atitude petulante e o conjunto aleatório de sardas pelo rosto combinavam com o seu cabelo. Tenho certeza de que ela fez o ensino médio como uma brisa, mas ainda assim, ela tem uma natureza espirituoso e espertinha que me conquistou. Eu não poderia pedir uma melhor amiga melhor.
Eu a conheci há três anos, quando chegou até a Franklin para procurar um emprego e temos sido inseparáveis desde então. Ela é um ano mais nova do que e agiu como uma indisciplinada irmã que nunca tive. Ela foi a minha primeira amiga de verdade e mesmo que nunca dissesse isso, acho que ela sabia. Nós terminamos nosso "poder às mulheres gordas" e começamos a ficar prontas para a noite do jogo. Toda quarta-feira um grupo de amigos vem e temos algumas bebidas e jogos de tabuleiro.
Havia seis de nós. Eu e Angela, Jessica,Anna, Meg e Alec. Ele era o único 'mocinha' no grupo e o único que estava recebendo qualquer tipo de ação no departamento de sexo. Ocasionalmente, ele trazia consigo um novo namorado, mas a maior parte do tempo ele mantinha sua vida amorosa no clube gay da rua, o que, por sinal, era o melhor lugar para passar um bom tempo por aqui.
Depois que todo mundo apareceu para a noite do jogo, entramos em uma guerra total Phase 10, seguido por um longo jogo de pervertido Scrabble. Angela, é claro, fofocou sobre meu encontro com um estranho quente, o que deixou Alec abanando-se.
- Oh, querida, não há nada como um pouco de sexo estranho e quente!
Todos nós rimos, embora duvidava que qualquer um de nós, com a exceção de Alec, sabia algo sobre sexo estranho.
Parecia ser um outro dia quando finalmente coloquei minha cabeça no meu travesseiro à uma da manhã. Eu não sonhei naquela noite e assim que fechei os olhos para ir dormir o despertador tocou às sete.
Parei no Mirabelle para um café antes de desbloquear e abrir a loja para o dia. Angela e eu assistimos TV entre clientes e logo era hora de fechar para o almoço. Eu estava sentada na mesa do canto. Agora era a minha mesa favorita em agradecimento a Mirabelle aos pássaros do amor inspiradores de algumas semanas antes. Quando não tinha bolsos nas minhas calças, meu sutiã se tornava o meu suporte de telefone. Assim, quando meu celular tocou e vibrou em meu peito e me fez sentir profundamente o movimento nos meus mamilos, toquei na tela e aceitei a chamada do número que não sabia.
- Olá! - Respondi alegremente.
- É a Isabella?
- Sou eu!
- Ei, aqui é Edward. Você pode falar um pouco ou está ocupada?
TRABALHO SUJO
Hoje foi um dia lento. Depois que eu terminei com a nova bomba de água em um velho Ford que meu pai deixou para mim, dei um banho em Lucy. Tomei um banho rápido e logo era meio-dia e eu não tinha absolutamente nada para fazer. Depois que eu recheei um sanduíche de presunto e uma Coca-Cola na minha garganta, eu decidi ligar para Tania. Eu poderia ter um pouco de alegria à tarde.
Eu estava prestes a ligar e soltar uma mentira sobre voltar para casa mais cedo, quando notei o guardanapo com o número de Isabella sobre a minha cômoda.
Por que não?
Ele só tocou duas vezes antes de pegar.
- Olá! - Ela cantou ao telefone.
- É a Isabella?
- Sou eu!
- Ei, aqui é Edward. Você pode falar um pouco ou está ocupada?
A outra linha ficou em silêncio por um minuto e eu pensei que talvez ela tivesse desligado na minha cara.
- Sim, eu posso falar... o que está acontecendo?
- Eu sei que eu só tenho o seu número desde ontem e temos um encontro amanhã à noite, mas eu não conseguia parar de pensar em você. - Sorri para mim mesmo.
Era mais como eu estava completamente entediado e não havia nada melhor para fazer do que sentar no telefone e distribuir falsa bajulação. Trabalho era trabalho. Eu poderia muito bem me divertir um pouco com ele. De qualquer maneira, estava sendo pago por este show, então eu poderia muito bem fazê-lo direito.
Eu me aconcheguei na grande cadeira do meu pai. A casa estava agradável e tranquila. Alice estava na escola e meu pai foi fazer trabalho fora.
- Oh, o que quer? - ela riu. - Você é engraçado.
- Como assim eu sou engraçado? - Perguntei. Do que eu poderia dizer, essa garota nunca deve ter sido abordada por rapazes. Isso era estranho considerando que ela era uma de menina bonita, e ela seria quente se perdesse um pouco de peso, mas hey, alguns caras curtem esse tipo de coisa. Eu não ligo realmente muito para isso.
- É apenas engraçado... de qualquer forma, o que você está fazendo hoje?
- Eu trabalhei por meio período e agora estou descansando tentando descobrir o que fazer com o resto do meu dia. Emocionante hein?
Ela riu um pouco.
-Poderia ser pior... você pode ficar preso em uma joalheria chata comigo.
- Parece uma tortura... ser preso em algum lugar com uma mulher bonita o dia todo? Apenas mate-me agora, - brinquei.
Ela riu, desconfortável.
- Você é bobo.
E assim ficamos. Falamos quando ela deixou o café e voltou ao trabalho. Conversamos enquanto ela estava no trabalho, e enquanto Angela, que aparentemente é sua colega de quarto / colega de trabalho / melhor amiga, mandava-a trabalhar. E percebi depois de um tempo que eu estava realmente curtindo a nossa conversa.
Ela não era como a maioria das garotas, todos glamorosas e chatas. Ela realmente falou comigo e quis saber sobre mim. Nem as perguntas normais estúpidas vertiginosas femininas, mas questões reais sobre a minha família e trabalho. Era uma espécie de coisa boa falar assim. Estava confortável, talvez porque eu não sentisse que precisava impressioná-la. Agora que penso nisso, foi meio estranho. Eu não sentia que estivesse falando com alguém que mal conhecia. Nós conversamos como velhos amigos. Até o final de nossa conversa de três horas eu aprendi muitas coisas sobre ela. Ela falou sobre seu relacionamento de merda com sua mãe, o que era desconfortável, considerando que eu já tinha conhecido sua mãe mal-intencionada. Ela me contou sobre seu pai, que vivia na Califórnia, e como ela nunca viu realmente mais do que suas costas e pasta quando ela estava crescendo. Me contou sobre ir para uma escola só para meninas, que vamos encarar... era realmente muito quente! O ponto é, eu poderia dizer da nossa conversa que ela cresceu sozinha, sem irmãos, sem irmãs, e realmente sem a mãe e o pai.
Isso me fez apreciar o meu pai bunda louca e a pateta irmãzinha. Sim, às vezes discutimos e, por vezes, a minha irmã tenta o seu melhor para fazer-me sufocá-la, mas pelo menos nós éramos uma família. Éramos uma família que riamos juntos e trabalhavamos juntos para passar através desta vida louca. Eu faria qualquer coisa para manter a vida da minha família à tona. Eu sei que eu deveria me sentir mal com o que eu estava fazendo para Isabella, e da forma que eu fiz, mas eu não podia lamentar o fato de que fazendo isso iria pagar as contas.
Minha irmã veio rompendo a porta ao mesmo tempo em que eu estava prestes a desligar o telefone com Isabella.
- Quem está no telefone com você? - Ela gritou do outro lado da casa, enquanto a porta da geladeira estava sendo aberta.
Ela veio arrebentando para a sala de estar com uma coca e um saco de batatas fritas.
- Você me ouviu, Ed? Com quem está falando? - Ela continuou a gritar em voz alta, enquanto empurrava um punhado de batatas em sua grande armadilha bucal.
Isabella começou a rir através do telefone. O nome de Alice deveria ter sido Jonh, Paul... porque tudo sobre ela grita adolescente do sexo masculino. Ela tem quinze anos, logo terá dezesseis anos, e está no segundo grau. Ela tem cabelo longo e escuro que continua amarrado em um rabo de cavalo baixo e grandes olhos verdes que correspondem aos meus. Quando eu sento e penso sobre isso, não há realmente uma coisa feminina sobre ela. Ela se veste como um menino, arrota como homem, anda como um cara e luta como um pit-bull. A última parte é graças mim, é claro. Até seu quarto era coberto com cartazes de carros e roupas de cama azul e verde.
- Ei, eu vou deixar você ir, OK? Minha pequena irmã está em casa. Eu irei buscá-la depois do trabalho de amanhã, OK?
- Ok tudo bem. Vejo você amanhã.
Desliguei o telefone, revirei os olhos para Alice, e depois levantei para sair da sala da família.
- Isso não foi Tania, foi? - Alice sorriu para mim como se tivesse acabado de me pegar em flagrante.
- Não é da sua conta, intrometida, - sorri de volta.
- Oh meu Deus, você é um trapaceiro! - Ela riu e pedaços de chips voou para fora de sua boca. - Graças a Deus! Ja era tempo. Você sabe que eu nunca gostei daquela cadela da Tania.
- Olha a boca Alice! E não, não era Tania, mas mantenha isso entre mim e você, OK? Sério, Alice, é importante, OK?
- OK, legal! Então... quando é que vamos conhecê-la?
- Nunca! - Eu ri e toquei-a na ponta do nariz quando passava.
- Ah, vamos lá. Não é justo, Edward!
Eu nunca iria tão longe. Eu sairia com ela, buscaria o meu dinheiro, e depois nunca mais iria vê-la novamente. Sim, duraria cerca de três meses, mas não havia nenhuma maneira no inferno de ela se encontrar com a minha família, especialmente considerando que meu pai iria ver através de mim e a situação que me encontro se um dia eu a trouxer.
Naquela noite, depois que o meu pai chegou em casa e jantamos, relaxei na minha cama e tinha um sentimento de culpa súbita. Eu seria capaz de fazer o que precisava ser feito? Eu seria capaz de mentir na cara de Isabella? A maioria das pessoas consideram-me um canalha sem coração e honestamente eu meio que me fiz dessa forma. Foi, de muitas maneiras, o meu muro, minha proteção. Ele evitou que as pessoas ficassem perto de mim, que por sua vez me impediu de ficar perto das pessoas. Um psicólogo chamaria isso de meu mecanismo de defesa. Eu chamo isso de ser inteligente.
A realidade era que eu não era um bastardo sem coração. Eu não queria ferir essa garota, e encontrar com ela e fazê-la pensar que eu estava interessado, que a estava machucando sem ela saber, honestamente, ela era uma espécie doce. Eu podia me ver saindo com ela e sermos amigos. Talvez por isso me senti tão mal com o que eu estava começando com ela.
Eu mal consegui dormir naquela noite. Virava na cama, e quando finalmente consegui dormir, tive pesadelos horríveis sobre o dia em que minha mãe saiu e nunca mais olhou para trás. Acordei às cinco e meia da manhã seguinte encharcado de suor e ofegante. Eu nem sequer me incomodei de tentar voltar a dormir. Até meu pai sair para a garagem para abrir a oficina, eu já estava fazendo o principal trabalho em um velho Cadillac da Sra. Bennett e já tinha trocado os pneus de novo Chevy de Ralph. Papai parou e olhou-me como se tivesse crescido de repente duas cabeças em mim. Limpei o suor gorduroso que estava drenando a minha testa com a palma da mão.
Perguntei.
- O quê?
- Nada... se você continuar trabalhando assim vamos ficar sem trabalho. Nós já estamos adiantados. O que está acontecendo com você? Está agindo estranho no último par de dias. Você está bem?
- Sim, eu estou bem. Eu só estou tentando ficar ocupado. Temos que fazer esse dinheiro. Eu não sei se se esqueceu, mas temos oito mil dólares para pagar em um par de meses.
- Não, eu não esqueci, mas você tem certeza que está bem?
- Eu estou bem.
Eu realmente tenho que ter cuidado em torno de meu pai. O homem não perdia nada e ele não aprovaria o que eu estava fazendo.
Terminei em torno da garagem e então fui para dentro para tomar um banho e me preparar para a noite. Eu precisava me animar para um grande momento, e precisava descobrir exatamente onde deveria levar essa garota. Ela era rica e eu não sei se eu poderia me dar ao luxo de levá-la para os lugares que ela estava acostumada. Esperemos que, depois deste primeiro encontro, a mãe dela me daria essa primeira parcela. Isso iria ajudar muito.
UM ENCONTRO COM O MAL
Passei a maior parte de quinta-feira à tarde nas compras com a minha mãe. Por mais que eu reclamasse sobre isso antes, eu precisava de sua experiência na busca de algo para vestir no meu primeiro encontro oficial. Acabei com um top preto muito decotado e um par sexy de calça jeans que me emagrece. Nós terminamos com um colar preto bonito que quase tocou meu decote e um par de brincos. Mamãe tentou me convencer a fazer o o cabelo, mas eu recusei.
- Você vai me contar sobre ele ou não? - Ela sorriu um sorriso pouco natural- me olhando enquanto nós nos sentamos no seu restaurante favorito e pomposo.
- Não há muito para dizer realmente. Ele entrou na loja. Então eu o vi mais tarde, no café e ele me convidou para sair.
- Oh, vamos lá, Isabella. Mais do que isso aconteceu. Você não sabe nada sobre acabar com a curiosidade de uma mãe? - Ela riu.
- OK, tudo bem. Ele é muito quente, super-quente, e tem os mais lindos olhos verdes que já vi. Você provavelmente não gostaria dele. Ele não é rico, mas eu gosto disso nele. Ele trabalha na oficina do pai e, sim, ele ainda mora com o pai, mas eles meio que possuem tudo juntos.
Mamãe não recuou, o que eu achei extremamente irritante. Ela deveria reclamar sobre eu estar namorando um cara pobre e como ele era, provavelmente, só caça fortuna. Falei mais para tentar quebrar o seu silêncio.
- Ele não usa roupas caras ou qualquer coisa e se eu não me engano ele dirige um carro velho. Como, realmente velho... eu acho, mas o dinheiro não é tudo, certo? Quer dizer, enquanto ele seja um cara legal.
- Tudo o que te faz feliz, querida, e você está certa, desde que ele seja um cara legal, isso é tudo que importa.
Olhei para ela como se ela tivesse apenas dado um tiro de fogo fora de sua bunda. Algo estava definitivamente errado.
- O que há de errado, mãe?
- Nada errado. Por quê?
- Vamos lá. O que você está fazendo?
- Eu não sei o que você está falando.
- Por favor! Até agora você ficava louca sobre eu namorar um cara sem dinheiro e blá blá blá. Você sabe, o de sempre, que somos ricas e acima dele, esses comentários. Mas que diabos?
- Não, eu sei que você está sozinha, Isabella, e se é esse cara que te faz feliz, então eu estou feliz. Agora, será que podemos pedir algo? Estou faminta. Que tipo de vinho você quer?
Talvez minha mãe estava passando por menopausa ou algo assim. Eu teria que procurar pelos sintomas no Google quando chegasse em casa. Eu nunca tinha a ouvido falar de modo equilibrado. As pessoas mudam, porém, e talvez minha mãe estivesse passando por algumas mudanças emocionais. Não é necessariamente uma coisa ruim.
Jantamos em um estado de quase silêncio. Foi muito estranho. Ela não fez comentários sobre qualquer coisa, exceto para dizer que pensou que eu fiquei muito bem na minha roupa nova e que tinha certeza de que eu poderia fazê-lo babar. Eu ri com essa. Por que alguém iria babar em cima de mim?
No dia do encontro, as horas pareciam ter parado. Eu não podia me conter de tanta ansiedade. Essa coisa toda era tão nova para mim. Tem sido um caminho muito longo desde que me sentia animada sobre um novo envolvimento. Era sempre a mesma coisa no último anoe antes. Eu estava lentamente me tornando um ermitão que só saia para o trabalho e para uma noite da meninas ocasional.
Por volta das seis e meia, fui para o banheiro da loja e atualizei meu cabelo e maquiagem. Angela concordou em fechar e levar o meu carro para casa, então eu não tinha nada para me preocupar, a não ser estar no meu melhor. Estava no meio da aplicação de uma nova camada de gloss quando ouvi a campainha sobre a porta seguido por Angela chamando meu nome.
Enfiei meu pó compacto e gloss dentro de minha pequena bolsa preta e, em seguida, bati no meu cabelo para baixo mais uma vez. Quando saí de trás do balcão Angela se virou para mim e murmurou;
-"Oh meu Deus - quente!" Eu não pude deixar de sorrir.
Foi quando eu o vi.
Ele estava encostado no balcão, sexy com uma calça jeans folgada que pendia-lhe os quadris e uma camisa preta Henley. Ele se virou para olhar para mim e eu poderia jurar que vi algo em seus olhos que disse: "Uau." Eu corei e olhei para mim uma última vez. Ele estendeu uma única rosa branca e eu a tomei dele e levei até o nariz.
- Obrigada... é linda. - E sorri para ele.
- Você esta linda. - Seus olhos caíram para o meu decote.
- Se você quiser, eu posso colocá-la em um pouco de água quando chegar em casa. Dessa forma, você não tem que deixá-la murchar no carro - disse Angela.
Entreguei-lhe a flor e, em seguida, sorri para Edward. Minha primeira flor de um cara, pode saber que ela está para ficar seca e triturada entre as páginas do meu diário.
- Eu sei que as rosas são uma espécie simples, mas eu acho que você já deve ter recebido um milhão de lírios em sua vida, - disse ele.
Eu ri para mim mesmo. Se ele soubesse. Não houve lírios para Isabella
- Você está pronta para ir? - Ele perguntou em tom cremoso, café com leite soando na voz dele.
Eu sei, eu sei! Pare com a comida já!
- Sim, estou pronta.
Corri abraçando Angela rapidamente para me certificar de que ela não se esqueceu de nada e depois segui atrás dele até a porta. Ele segurou a porta aberta para mim e quando eu estava passando, ouvi Angela gritar.
- Divirtam-se, crianças. Não faça nada que eu não faria, ou melhor ainda, façam tudo o que eu faria, - ela riu alto com isso.
Revirei os olhos e senti meu rosto ficar vermelho. Edward riu baixinho para si mesmo.
Na caminhada para o seu carro, ele colocou a mão na minha parte inferior das costas e de repente eu senti como se toda a minha pele estivesse derretendo fora do meu corpo. O calor de sua mão passou pela minha camisa e em linha reta para minha espinha. Foi um momento tão doce e eu estava um pouco triste quando finalmente chegamos ao seu carro. Senti sua mão deixar minhas costas quando ele abriu a porta do carro para mim.
- Não é muito, mas é meu, - disse ele em tom de desculpa antes de fechar a porta e correr em torno da frente do carro para o lado do motorista. Antes que ele pudesse entrar no carro, eu sussurrei em voz alta:
- É perfeito.
Foi perfeito para mim. Não era um veículo novo, mas tinha caráter e pequenos toques que me fez lembrar dele. Eu já tinha visto carros chamativos o suficiente na minha vida e isso, tanto quanto eu estava preocupada, era um carro real. Assim como o meu velho Honda, um carro real, com arranhões e amassados, um carro que tinha vivido, e se eu não estava enganada, era um carro esporte mais velho, como eu havia dito antes.
Lembrando o dia no café quando ele me pediu para sair me fez pensar novamente por que ele queria me levar. Eu não poderia imaginar e conseguir ver esse cara incrivelmente quente sendo atraído por mim. Eu! A Grande Isabella, a menina gorda na classe, a perdedora, que se escondeu atrás da mamãe e do papai com dinheiro, pelo menos isso é o que as crianças na escola costumava dizer.
Tinha que parar de pensar nessas coisas. Eu não estava mais na escola. Eu não era a grande Isabella mais. Eu só precisava lembrar... mesmo que tivesse que repetir a mim mesmo toda a noite se fosse preciso.
Depois de entrar e ligar o carro, ele virou para mim e sorriu. Senti meu rosto esquentar, e por um segundo me preocupei que talvez este encontro fosse ruim para a minha pressão arterial. Deus sabe que eu estava me sentindo um pouco corada só de olhar para o seu sorriso sexy.
- Acredito que estava correta sobre o velho Mustang chamado Bertha, -disse, quando esperava por uma mudança repentina de humor.
- Não, Lucy é o seu nome e ela é um Camaro. - Ele sorriu docemente enquanto acariciava o traço do carro como se fosse uma mulher real.
Eu nunca quis ser um carro na minha vida, mas se era isso o que fosse preciso para tê-lo suavemente acariciando-me dessa maneira. Eu silenciosamente desejei ser um carro – eu já era grande o suficiente para ser um. Queria me imaginar ronronando cada vez que Edward estivesse dentro de mim e me levasse para um passeio. Infelizmente, tudo o que podia ver era eu bêbada com chocolate manchado em meu rosto cantando a introdução do Transformer "Robots in Disguise!" Na caixa do ventilador quebrado de Angela.
- Então, onde você quer ir? Eu estava pensando em ir jantar e ver um filme, mas é você que escolhe, se quiser fazer alguma outra coisa.
- Um filme parece divertido. Eu me pergunto o que está passando.
Ficamos lá na frente e olhamos para todos os filmes em cartaz. Não havia realmente muito o que escolher. Tinha um chick flick sentimental, que tenho certeza que qualquer outra garota iria escolher, mas que eu não tinha absolutamente nenhum desejo de ver. Em seguida, havia um novo filme de terror que era para ser super bruto com muito sangue, sexo e ação... e eu estava morrendo de vontade de vê-lo.
- Cabe a você, mas não me importo de ver sangue e tripas, caso você esteja se perguntando. - Dei de ombros, enquanto esperava que ele escolhesse o filme de terror.
Não havia nenhuma maneira que iria que admitir que não era como qualquer outra garota normal, que ele tem saído. Então, em vez disso, eu apenas dei a entender que preferia ver o filme de terror.
- Está tudo bem se você quiser ver o filme de terror em vez do chick flick. Para ser honesto, eu estou feliz. Odeio chick flicks. - Ele riu e senti-me relaxar.
- Sim, eu também. Sem lágrimas e dramas femininos para mim.
- Meu tipo de garota. - Ele piscou. - Vamos lá, vamos pegar os ingressos. - Ele agarrou minha mão e o segui até a bilheteria.
Suas mãos eram quentes e duras, e elas fizeram as minhas mãos gordinhas parecerem pequenas. Eu gostei do fato de que ele era muito mais alto do que eu e suas mãos eram muito maiores do que as minhas. Mais uma vez, ele me fez sentir pequena e eu adorava me sentir pequena por uma vez na minha vida. Calejadas, manchas e ásperas mãos esfregaram contra as minhas mãos macias e em vez de me desligar, eu imaginava o quão bom essas mãos ásperas seriam contra diferentes partes do meu corpo mole.
Ele pagou os bilhetes e, em seguida, fomos para dentro, onde ele pagou por pipoca e bebidas. Eu me senti horrível. Aqui estava eu carregada com mais dinheiro na minha conta bancária pessoal do que ele provavelmente faz em toda a sua vida, e ainda assim ele estava pagando por tudo. Eu não disse nada. Ele provavelmente odiaria se me oferecesse para pagar. Ele era totalmente orgulhoso demais para isso, e a última coisa que eu queria fazer era fazê-lo sentir-se como se ele fosse pobre ou algo assim.
Fomos para a sala de cinema com a nossa pipoca e bebidas, observando os previews. Eu não estava mais tão nervosa, mas não pude deixar de notar as muitas mulheres que ficaram olhando para Edward. Isso me fez sentir como se estivessem olhando para nós e não pude deixar de pensar se elas estavam se perguntando o que diabos ele estava fazendo comigo.
Nos sentamos e assistimos o filme. Me senti como uma idiota cada vez que me assustava quando o assassino assustador saltava do nada. Sempre que eu ia pular de medo, ele estendia sua mão e apertava meu joelho. Eu adorei. Era como se ele estivesse me tranquilizando tentando me proteger do assassino que pulava da tela. Eu nunca tive alguém para me tratar dessa forma antes. Era uma pequena ação, mas era enorme para mim.
Sua risada profunda vibrava no meu ombro enquanto eu cobria os olhos quando as coisas ficavam muito sangrentas. Não me interpretem mal, eu adoro um bom filme de terror, mas algumas coisas são demais. Houve um momento em que nós prendemos nossas mãos na pipoca ao mesmo tempo. Eu puxei minha mão para trás como se o recipiente de pipoca estivesse cheio de cobras e ele mostrou seu "eu sei que você me quer" sorriso.
Quando se levantou para sair, segurou minha mão e senti como se estivesse na escola novamente. De mãos dadas é algo que eu nunca tinha experimentado antes desta noite e isso fez-me triste por pensar em todas as coisas que eu tinha perdido quando adolescente. Eu não deixaria de compensar todas essas coisas perdidas agora.
Ele abriu a porta do carro para mim e eu deslizei dentro. Ele sorriu antes de fechar a porta e fazer o seu caminho de volta para o lado do motorista.
- OK, então para onde agora? - Questionou.
- Onde quiser é bom para mim, - eu respondi.
- Você é sempre tão fácil? - ele perguntou, antes que começasse a rir. - Você sabe o que quero dizer... não isso. Só que, é tão fácil de se conviver com você.
Levei um minuto para entender o que ele estava dizendo antes que eu começasse a rir também.
- Eu sei o que você quer dizer. OK, tudo bem, o que me diz de um mine golf?
- Agora que é mais parecido comigo! Esteja preparada, eu sou o rei do mine golf!
O resto da noite foi um borrão. Nós nos divertimos muito. Eu estava tão confortável com ele. Nós rimos e pegamos um ao outro. Ele acabou não sendo muito bom em mine golf e depois de tudo, foi cômico rir de si mesmo. Ele passou a maior parte da noite sendo um cavalheiro completo: Segurando portas aberta para mim, me conseguindo algo para beber, segurando meu taco enquanto eu puxava o cabelo para fora do meu rosto. Foi incrível.
Mais tarde, depois que eu ganhei umas três rodadas de mine golf, decidimos que estava ficando tarde. Nós conversamos toda a viagem de volta para o meu apartamento. Ele fez perguntas sobre mim e eu poderia dizer que ele realmente se importava com as respostas, ele queria me conhecer.
Ele respondeu minhas perguntas também.
- Em que ano a sua irmã está? - Alice está no segundo. Ela está de saco cheio disso e de nada é claro. Eu juro que ela tem a boca de um marinheiro de quarenta anos de idade. Ainda no outro dia ela teve problemas na escola por chamar uma professora de matemática de puta velha.
Eu ri. Ele não tinha ideia de quão sortudo ele era por ter uma irmã que estava tão perto dele. Algo sobre ter uma irmãzinha ao redor realmente me atraiu, mesmo que ela agisse como um menino.
- Conte-me sobre seu pai. Vocês são próximos?
Aparentemente, seu pai, Carlisle, poderia encantar qualquer mulher na cidade e consertar um motor com os olhos fechados.
- Parece que você é muito parecido com o seu pai - eu sorri.
- Não... eu não sou. - Ele não sorriu de volta.
Deixei o assunto de família quando ele parecia ficar tenso e mudou de assunto para carros clássicos. Eu vi como ele animadamente falou sobre seus favoritos. Ele era absolutamente adorável quando acidentalmente era ele mesmo e não o playboy sexy.
Com tudo somado, foi uma das melhores noites da minha vida. Fiquei triste quando vi que estávamos estacionados na frente do meu apartamento. Eu não queria que a noite acabasse.
UMA ATRAÇÃO ACIDENTAL
Passei a maior parte da noite olhando para as mamas dela como se eu fosse algum sedento atrás da minha primeira dose de água em muito tempo. Isso não estava dando certo a meu favor até agora. Era para eu ser o sedutor, mas sua inocência estava me deixando selvagem. Morder os lábios era o seu tique nervoso e eu juro por Deus que todas as vezes que ela fazia isso eu queria mordê-lo, também. Fez-me desconfortável como uma merda e isso nunca me aconteceu.
Outra coisa surpreendente sobre Isabella... ela foi uma explosão. Fiquei chocado com a quantidade de diversão que eu tive em nosso pequeno encontro "fake". Não havia álcool, drogas ou sexo envolvido, apenas uma boa diversão amigável e foi me jogando fora de meu jogo por grande momento. Eu ri mais com Isabella do que eu tinha feito com qualquer outra garota e eu quero dizer o riso real, não a merda falsa que eu jogaria fora para apaziguar uma garota antes que pegasse ela. Ela era uma das pessoas mais legais com quem eu já tinha saído. O fato de que ela adorava filmes de terror era bom o suficiente para mim, mas ela era uma foda no mine golf, também! Você não pode vencer essa merda com as duas mãos. A maioria das meninas se lamentam sentadas para ver um filme meu, mas não Isabella. Ela sorriu e fez a coisa bonitinha de espasmos cada vez que o assassino pulou. Eu usei esses pequenos empurrões como um motivo para estender a mão e tocá-la. Porra, ela foi crescendo em mim.
As coisas que tinhamos em comum eram irreais. Eu nunca pensei que em um milhão de anos eu estaria tão confortável com uma garota tão rápido, e apesar de seus seios incríveis, eu não estava pensando em amassá los com minhas mãos a cada cinco segundos. Era de dez em dez segundos. Eu realmente gostava de sua companhia. Era meio triste que não poderíamos ficar amigos depois de tudo isso estivesse feito e acabado. Isso nunca iria terminar bem... eu sabia disso quando comecei. Ela me odiaria tanto que eu nunca nem falaria com ela de novo... o que era esperado. Ela não era minha amiga, ela era um trabalho.
Quando nós chegamos ao apartamento dela, sai e abri a porta do carro para ela. O cinto de segurança estava puxado para baixo de sua camiseta com corte superior e uma pitada de sutiã rosa claro apareceu. Não era o preto, rendado, ou a besteira de zebra como os sutiãs de Tania e os que as outras vadias usavam, mas apenas um rosa suave bebê que ficava tão bem.
Ela deve passar loção em suas mãos umas dez vezes por dia. Essa era a única explicação para as mãos dela serem tão suaves. Eu só podia imaginar quão suave o resto de seu corpo era. Este foi o meu processo de pensamento enquanto eu segurava sua mão até o lado da porta. Senti uma ponta de tristeza, quando ela retirou a mão da minha para procurar na sua bolsa as chaves. Ela puxou-os para fora e lutou com a tranca por alguns segundos. Suas mãos tremiam tanto que as chaves estavam realmente tilintando. A pobrezinha estava uma pilha de nervos. Ela provavelmente pensou que eu ia beijá-la para desejar boa noite, já que é o que acontecia em encontros normais. Pelo menos é o que eu ouvi dizer... eu nunca namorei. No início do encontro, ela estava nervosa, e era bonito, mas depois que ficou à vontade comigo seu nervosismo se dissipou. Depois que começou a se divertir, ela estava mais do que bonita. Seu sorriso feliz iluminou o rosto e ela brilhava. Eu realmente gostei do brilho. Eu odiava que ela estivesse tão nervosa de novo e, por algum motivo desconfortável, eu queria que ela sorrisse... Eu queria fazê-la brilhar.
Estendi a mão e coloquei sobre a dela para impedi-la de tremer. Deixei que meus dedos permanecem sobre os dela mais do que o necessário quando peguei lentamente a chave e destranquei a porta.
- Obrigada, - disse ela enquanto olhava para baixo e colocava o cabelo atrás da orelha.
Quando ela olhou para cima novamente, sorriu e seu rubor me fez sentir quente. Percebendo que eu estava perdendo o controle da situação, me mexi.
- Você é ótima. Eu tive um monte de diversão hoje à noite. Espero que possamos fazer isso de novo.
- Eu também, - disse ela.
Eu estava prestes a dizer-lhe boa noite... talvez beijá-la no rosto e fazer uma corrida para o carro, mas novamente ela me surpreendeu.
- Você sabe... minha colega de quarto ainda está fora, se você quiser entrar para ficar um pouco. - Ela espiou-me através de sua franja escura e nervosamente mordeu o lábio inferior.
Eu inconscientemente lambi o meu com o pensamento de mordiscar seu lábio, também. Ela parecia tão inocente e doce, com seu rosto em chamas. Minha garganta de repente sentiu-se revestida com uma espessura estranho e engoli em seco.
Será que eu realmente quero ir para dentro de seu apartamento? O que ela estava oferecendo, afinal? E se ela estava se oferecendo, eu seria capaz de dizer não? Ela percebe que me pedindo para entrar, estava praticamente dizendo que queria transar? Provavelmente não, ela era muito inocente para isso.
- Claro, - eu disparei.
Entrei no apartamento e fui cercado por um lugar acolhedor. Eu não tenho certeza do que esperava encontrar, talvez um palácio enorme com lustres de cristal? Em vez disso, havia grandes sofás confortáveis e quadros nas paredes. Tudo gritava 'lar doce lar', e encontrei-me aliviado por ela não viver em um desses apartamentos chiques que eram tão perfeitos que você ficava com medo de sentar no sofá e foda-se as almofadas.
- Sinta-se em casa. Eu vou correr para o banheiro rapidinho. O controle remoto está na mesa de café, ligue a TV e assista o que quiser. Estarei de volta em breve.
Sentei-me no sofá grande e fofo, descontraído por alguns instantes enquanto folheava as centenas de canais. Droga, o que eu não daria para ter canais a cabo.
Finalmente, coloquei no Discovery Channel em uma cirurgia de coração muito legal que chamou minha atenção. O narrador estava me levando por todo o processo de como o peito foi aberto e o coração foi exposto. Eu assisti metade enojado e meio espantado.
Não demorou muito para que ela voltasse vestida com um par bonito de calças de flanela rosa e preto e uma regata preta. Cobriu-a completamente e realmente não havia nada sexy sobre a roupa, mas as alças de sutiã rosa eram realmente visível. Por alguma razão qeu não entendia completamente, eu estava ligado.
Me mexi no sofá e usei um travesseiro para cobrir minha virilha... só no caso.
Eu nunca na minha vida encontrei uma garota gordinha atraente, mas Isabella era um tipo diferente de grande garota. Ela era grossa nos lugares certos e tinha o cabelo longo muito bonito. O desejo de correr meus dedos por ele seguiu-me a noite toda. Em um ponto durante o mine golf, ela puxou o cabelo para cima em um coque bagunçado para que ela pudesse ver e jogar e eu queria pedir para deixá-lo solto novamente.
Seu cabelo estava preso agora e eu queria pedir deixá-lo solto. O pensamento de seu cabelo longo posto em seus ombros e essas alças de sutiã rosa espreitando pela blusa estava provocando algo em mim.
- Encontrou alguma coisa boa? - Ela perguntou quando se sentou ao meu lado no sofá e apoiou o chinelo felpudo cobrindo seus pés na mesinha de centro. Desde quando pantufas eram quentes? Droga, eu preciso ficar com alguém em um futuro muito próximo.
A expressão de horror cruzou seu rosto quando percebeu o que eu estava assistindo na TV. Aparentemente, ela só gostava de sangue e tripas falso.
- Oh meu Deus... o que você está assistindo? Eca! Mude-o, mude-o agora, - ela cobriu os olhos.
Brincando, puxei suas mãos e ri.
- Oh, vamos lá, Isabella! Eu pensei que você gostasse de sangue e tripas?- E continuei a puxar de brincadeira suas mãos.
Ela caiu de volta no sofá para ficar longe de mim e eu a segui, quando ela arrancou o controle remoto de minhas mãos. Eu fazia cócegas para obtê-lo de volta. Uma vez eu consegui me inclinei para trás e segurei-o para ficar fora de seu alcance. Ela, sem saber, esmagou seus seios contra mim enquanto tentava recuperá-lo. Eu gostei, quase tanto quanto eu gostei de pegar para ela. Eu estava rindo como se tivesse doze anos, de volta quando a minha vida era simples. Verdadeiro e sincero riso, como antes, e me senti bem.
Durante todo o jogo de cócegas, eu tinha conseguido imobilizá-la no sofá. Eu segurei seus braços acima de sua cabeça por seus pulsos e uma vez que ela percebeu que estava bem se acalmou capturada debaixo de mim. Sua respiração era difícil e profunda quando ela sorriu inocentemente para mim. Ela era incrível, toda suave e acolhedora... doce. Eu não tinha certeza se era a luta brincalhona ou o fato de que eu estava deitado em cima dela, mas minha respiração acelerou. Estávamos tão perto que eu podia sentir seu coração batendo contra meu peito. Eu abaixei e descansei minha testa contra a dela enquanto respirava para dentro de meu pulmões, baunilha e cerejas - o aroma de dar água na boca combinava com sua doçura. Aposto que ela tinha o sabor tão doce quanto cheirava. Esta estreita pele parecia ainda mais suave do que eu pensava, e eu senti a necessidade súbita de tocá-la. Eu soltei um de seus pulsos e acariciei seu rosto com covinhas com o meu polegar.
Eu tinha pensado antes que beijá-la não seria um problema. Eu nunca estive mais errado. Eu queria...muito. Essa constatação me enviou em um mini ataque de pânico, mas em vez de ceder e pirar, me concentrei em meu polegar contra sua pele incrível e me acalmei. Minha reação a ela estava assustando a merda fora de mim e isso não fazia qualquer sentido. Eu não estava tecnicamente atraído por ela, mas eu estava. Eu estava atraído por ela, e não por seus peitos ou bunda, apesar de serem realmente deliciosos. Isso nunca tinha acontecido comigo antes, e eu não tinha certeza se gostava. Na verdade, eu porra odiava.
Ela me fez sentir diferente. Eu não queria ser o babaca Edward, eu queria ser doce. Como um desses homens que se assustavam quando viam suas mulheres comprando tampões e toda a merda feminina. Eu quase ri do absurdo da minha situação. Eu não queria fingir ser um cara legal para Isabella... na verdade, eu queria ser um. Não por outro motivo, mas porque ela merecia toda a doçura que eu poderia dar. Lutei comigo mesmo internamente sobre beijá-la, mas de alguma forma, com ela, eu estava ganhando e perdendo ao mesmo tempo. Lufadas de hálito quente atingiu minha boca enquanto ela respirava de dentro e para fora. Eu olhei para seus lábios e minha luta interna aumentou. Apenas o pensamento de tocar aqueles lábios rechonchudos com os meus me deu uma reação imediata. Antes que eu pudesse me parar eu escovei meus lábios nos dela. Ela respirou fundo e segurou.
Eu não sou um cientista, mas sei sobre fêmeas, e esta menina queria que eu a beijasse, provavelmente mais do que qualquer outra garota que eu já tinha beijado. Ela me queria, e em vez de ser agravado por isso, eu gostei. Sua resposta por mim foi uma grande virada sobre como acariciou meu ego.
O que há sobre esta louca e despreocupada gordinha? Ela não é nada como as meninas habituais. Por um lado, ela não é loira, ou de olhos azuis, ou alta e magra. Exceto que vejo dando a ela um presente, tal como eu lentamente quebrando todas as minhas regras e em vez de cair com minha cueca, queria deixar algumas das minhas paredes para ela, eu queria deixá-la entrar.
Respirei fundo e fui para o beijo. Eu estava tão perto que podia sentir o calor de seus lábios contra os meus, quando ela me parou.
- Espere, - ela sussurrou contra meus lábios.
Um sussurro nunca tinha feito a minha pele queimar antes. Esta menina estava me deixando louco. Tinha que ser porque ela era proibida. Essa era a única razão que eu poderia vir para comigo. Ela estava fora dos limites e para um homem como eu, que não tinha limites com as mulheres, era frustrante. Para pensar, eu tinha realmente rido quando o assunto do beijo tinha vindo com a mãe dela. Quão idiota eu tinha sido. Eu esperei, empoleirado em cima dela e pronto para sentir sua boca contra a minha. Com os olhos ainda fechados, ela falou no sussurro mais sedutor que eu já senti na minha pele. Seus lábios roçaram os meus com cada palavra, fazendo meus músculos da virilha formigar.
- Eu sei que provavelmente vou estragar o que poderia ser o momento mais perfeito da minha vida, mas por favor... - Ela parou e abriu os olhos.
Eu caí em suas piscinas castanhas profundas e quase me afoguei. Prendi a respiração enquanto esperava que ela terminasse a frase.
- Não faça isso, a menos que você quiser fazer, - ela terminou.
Eu não tinha certeza do que ela estava me perguntando. Eu não tinha certeza do que eu queria dizer. Eu só sabia que queria beijá-la. Não ia dizer nada. Um beijo é um beijo. Não é minha culpa que as mulheres recorrem a tais coisas sem sentido em grandes questões dramáticas, mas o fato do assunto era, Isabella não foi beijada muitas vezes, se em tudo, e isso ia significar algo para ela.
Ela provavelmente iria lembrar deste momento para o resto de sua vida, por sua vez, em três meses, quando tudo fosse pago e meu carro tivesse uma pintura nova, eu nunca pensaria nela novamente. Que tipo de homem eu seria se eu a beijei sabendo dessas coisas? Então, novamente, desde quando eu dou a mínima sobre coisas como conseqüências? Especialmente consequências para uma garota que eu nunca teria que ver novamente.
Esse foi o meu último pensamento antes de desistir, fechar os olhos, e pressionar meus lábios nos dela. A boca dela era tão suave e doce como parecia. Ela soltou um pequeno gemido que fez arrepios cobrir meus braços. Eu pressionei meu corpo mais perto do dela quando deslizei meus braços por trás de seus ombros e puxei-a para perto de mim. O beijo ficou mais profundo, com nossos corpos se aproximando. Abri a boca e passei a língua ao longo da costura de seus lábios, pedindo a ela para abrir a boca. Ela fez sem sequer uma pergunta e eu deslizei minha língua dentro.
A doçura que tomou conta da minha boca foi nada menos que incrível. Nenhuma mulher deveria ser permitido um gosto tão delicioso. Eu não conseguia o suficiente, então eu deixo seus ombros com uma mão e deslizei a outra até a volta de seu pescoço, enterrando meus dedos em seus cabelos e puxando seu rosto para mais perto do meu. Inclinei a cabeça para o lado e antes que eu percebesse, estávamos em um beijo espinha de fusão total. Eu não conseguia pensar em nada, mas o fato de que eu queria. Ele começou como um beijo inocente que eu queria, mas agora eu tinha que tê-la. Eu quebrei o beijo e nós dois respiramos fundo, coisa extremamente necessária. Empurrei as pernas dela abertas com o meu joelho e, em seguida, montado com meu corpo entre elas, me reposicionei em cima dela.
Eu sei o que o que estava fazendo era contra as regras, mas todas as melhores coisas são normalmente. Beijei-a novamente e, em seguida, afastei-me de seus lábios e pressionei beijos suaves no lado de seu pescoço. Baunilha e cerejas encheu meus sentidos.
- Você tem um cheiro tão bom, mas você tem um gosto ainda melhor. Droga, querida, você me faz tão bem, - sussurrei contra seu pescoço.
Fala doce não é a minha coisa, mas as palavras pareciam vir por conta própria. Ela me transformou em um romancista verborragia. Suas respostas inocentes e toque delicado eram demais. Meu pau estava tão duro que estava começando a doer e essa pequena gota de dor trouxe um pouco de senso comum para mim. Eu tinha que parar. Se eu não fizesse, eu iria arruinar a minha chance de ter dinheiro antes mesmo que eu começasse.
Pressionei meus quadris contra ela mais uma vez só para ter mais uma sensação dela através de nossas roupas antes de me afastar. Pelo menos eu pensei que ia me afastar, mas quando eu estava prestes a fazê-lo, ela deslizou as mãos pelas minhas costas, agarrou minha bunda e apertou meus quadris mais profundo e mais forte contra ela. Ela deixou escapar um pequeno som que me fez vibrar todo.
Detesto roupas, mas eu as amo neste estado momento, porque se não fosse por nossas roupas eu poderia muito bem estar tendo relações sexuais com essa mulher. Eu não poderia em hipótese alguma deixar chegar a esse ponto. Pela primeira vez na minha vida, eu teria que rezar para uma mulher me parar. Eu precisava que ela dissesse que não, porque, sinceramente parar não era algo que eu era capaz de fazer mais.
Gostaram do capítulo?
Posto o próximo na segunda de manhã.
beijos e até
