Disclaimer: Os personagens e o mundo de Harry Potter pertencem a J.K. Rowling. Apenas Neela, Jasper e outros pertencem a minha cabecinha.
Também declaro que faço isso sem intenção de lucrar algo além do prazer de que leiam minha história.
Aproveitem!
Capítulo2- Hogwarts
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Algumas horas depois,o trem foi diminuindo a velocidade até parar na plataforma de Hogsmeade.
-Alunos do primeiro ano! -gritou Hagrid para os alunos que desciam do trem,carregando uma enorme lanterna- Alunos do primeiro ano, juntem-se aqui!
-Olá, Hagrid – disse Neela , parando na frente dele e acenando para Lílian e as outras continuarem
-Olá Neela, querida -disse o meio gigante feliz em ve-la, não notando o olhar amedrontado dos alunos novos ao seu redor- Animada para seu sétimo ano?
-Muito.
-Vá me visitar um dia desses para tomar chá. Canino sente sua falta.
-Eu irei.
-Apresse-se, senão vai perder as carruagens.
Neela concordou e se Despediu dele.
-Alunos do primeiro ano juntem-se aqui!
Os alunos mais velhos embarcaram numa carruagem e Neela chegou bem a tempo de entrar na mesma carruagem que Lílian e as amigas.
-Ah, não! –exclamou James vendo a carruagem ir embora -minha ruiva foi embora sem mim!
Sirius revirou os olhos.
-Com certeza vai ser um sofrimento enorme, mas acho que ela sobrevive sem você um pouco, Pontas.
Eles subiram numa carruagem e logo estavam em Hogwarts.
-Vamos logo, Rabicho, ou não vamos achar lugar perto da minha flor. -disse James correndo pra entrar no salão principal.
Por sorte deles (e para o azar de Lílian), eles conseguiram se sentar em um lugar vago ao lado do grupo da ruiva.
-Minha ruiva amada! –Lílian deu uma bufada de impaciência- Não disse que sentaríamos juntinhos no jantar?
-Potter, sai de perto de mim! Vai atormentar outra pessoa!
-Assim você me magoa, meu pudinzinho.
Alice não conseguiu segurar uma risada, escondendo o rosto no ombro de seu namorado Frank Longbotom, que se conversava com Roger Stoan.
Lílian revirou os olhos e tentou ignora-lo, tentando retomar sem sucesso a conversa com Marlene McKinnon, que estava mais preocupada em flertar com Sirius,
James se virou para falar com Pedro, e viu Neela sentada afastada do grupo, perto de uma porção de quartanistas falantes, lendo o mesmo livro grosso do trem e cutucou Lílian.
-O que é, Potter? –perguntou a ruiva impaciente
-Porque Neela está sentada ali? –James apontou para Neela, chamando a atenção do grupo.
Lílian deu nos ombros, mas foi Marlene quem respondeu.
-Ela não senta com a gente geralmente
-Mas pensamos que ela era amiga de vocês –disse Sirius
-Considerando que ela mal fala com a gente, é difícil considera-la amiga.
-Marlene! -repreendeu Lilian- Não fale assim. Ela é nossa amiga sim
-É, a Nella é muito legal. –concordou Alice- Ela sempre foi simpática comigo.
Marlene deu nos ombros.
-Eu também a acho legal e tudo mais, mas mesmo que nós a convidemos pra ficar com a gente toda hora, ela nunca senta com a gente, nem fica numa conversa por mais de cinco minutos ou no mesmo lugar que a gente a não ser nas aulas. Ela está sempre lá, sentada sozinha, lendo. Vocês tem que admitir que ela é um tanto estranha.
Lílian abriu a boca para responder, mas naquele momento a Professora McGonagall entrou com os alunos do primeiro ano.
- Quando eu chamar seus nomes- disse a professora McGonagall desenrolando um pergaminho- sentem no banco e coloquem o chapéu seletor. Ele vai seleciona-os para uma das casas.
Os alunos novo se olharam.
-Ats, Grace
Uma menina ruiva sentou-se no banco e colocou o chapéu.
-Lufa-lufa! –anunciou o chapeu
A menina tirou o chapéu e saiu correndo para a mesa da lufa-lufa sob aplausos.
-Abert, Kyle
O menino muito pálido colocou o chapéu.
-Sonserina! -–anunciou o chapéu
O rapaz foi para a mesa da Sonserina, sendo cumprimentado por alguns alunos mais velhos.
-Mais um futuro comensal da morte –comentou Sirius
-Bloom, Catherine
Neela levantou a cabeça do livro e olhou para a garotinha de cabelos castanhos claro que colocou timidamente o chapéu seletor na cabeça.
O chapéu ficou algum tempo quieto, antes de anunciar:
- Corvinal!
A menina se dirigiu a mesa da corvinal.
-Burlt, Ana.
E assim, a seleção foi ocorrendo até que Zunber, Derek foi selecionado na Lufa-Lufa
A Professora McGonagall enrolou sua lista e se dirigiu ao seu lugar,enquanto o professor Dumbledore se levantou.
-Que seja comece o banquete.
Uma quantidade enorme de comida apareceu nas mesas os alunos começaram a se servir.
-E então, como foi seu verão? –perguntou Remus a Frank
-Foi divertido. Fui viajar com Alice e a família; ela em uma avó que mora no sul da França. -Frank olhou carinhosamente para a namorada, que conversava com Lílian- e, Alice e Cristine íamos todos os dias andar na praia.
-Parece muito bom.
-E você?
-Nada de especial. Fiquei em casa.
Remus foi se servir de mais batatas assadas, mas Sirius já tinha pego a colher e enchido seu prato com o restante das batatas.
-Ei, almofadinhas. Será que você vai morrer se deixar mais alguém pegar comida?
-Foi mal, cara. –disse Sirius se servindo de mais uma grande quantidade de costeletas.
-As vezes eu me pergunto como você e James conseguem comer tanto.
-éojoftodquadrinbakl...
-Engole pra falar almofadinhas –respondeu Remus com nojo, sem entender como Marlen ao seu lado conseguia continuar olhando Sirius com aquela cara d adoração depois de ve-lo comer daquele jeito
-É que eu jogo quadribol, meu caro Aluado. Preciso de toda energia que eu puder arrumar.
-Aham –responde Remus
-Ah, qual é, Aluado. Todo esse mal humor é só por causa de umas batatas? Eu acho mais pra você –Sirius começou a olhar em volta- Ei, Neela! Neela! –Sirius gritou, acenando para Neela
Neela tirou a atenção do seu prato pra olhar para Sirius.
-Ei, Neela! Será que você pode passar essa travessa de batatas pro Remus? –ele apontou pro amigo que cobria o rosto com a mão de vergonha.
Neela encarou Sirius por um segundo antes de passar a travessa para um quartanista dizendo algo que só deu pra entender as palavras maluco, batatas e escandaloso.
A travessa foi passada de mão em mão, até chegar em Sirius.
-Pronto –disse Sirius colocando a travessa na frente de Remus
-Almofadinhas, você realmente não tem noção de como ser discreto, não é?
-Não
Remus suspirou
-Valeu pelas batatas.
-De nada –respondeu ele antes de se virar para Marlene com um sorriso sedutor.
Rems se virou para Neela e gesticulou um me desculpe.
Ela deu nos ombros e sorriu pra ela, dizendo que não foi nada.
Remus se virou e se serviu de batatas, antes que James resolvesse que as queria.
Depois da sobremesa, o professor Dumbledore voltou a se levantar.
Todos os alunos pararam de conversar e o olharam.
-Bem vindos a mais um ano em Hogwarts. Agora que já comemos e molhamos a garganta, tenho alguns avisos para dar. Os testes de quadribol serão marcados pelo capitães; se quiserem se candidatar, falem com o diretor de sua casa. –ele olhou para a mesa dos professores que sorriram aos alunos(Slughorn fez um aceno exagerado) - O senhor Filch, o zelador, me pediu para lembra-los que frisbees dentados são proibidos além de mais oitocentos itens da sua lista, que pode ser consultado no seu escritório. E também quero lembrar aos alunos novos e alguns velhos também –ele olhou discretamente para os marotos, que se olharam rindo- de que a floresta proibida é expressamente proibida a qualquer aluno. Bom, sem mais nada a dizer, só posso desejar boa noite.
Os aluno começaram a levantar e sair pelas portas do grande salão.
-Não quero ficar na Covinal-James ouviram uma vozinha chorosa na mesa do lado- quero ficar na Grifinória com você.
Ele se virou para a ver uma garotinha de cabelos castanhos claro do primeiro ano abraçando Neela, que estava sentada na mesa da corvinal.
-Mas a corvinal também é uma casa muito legal.
-É? –perguntou a menininha
Neela concordou
-Muito melhor que a grifinória. É a casa dos inteligentes.-disse Neela bondosamente- E você vai fazer ótimos amigos.
-E se você tiver algum problema, você pode vir me procurar.
-Jura?
-Juro. Agora que tal se eu te levar até a minha amiga Emme pra ela te mostrar seu salão comunal?
A menininha secou os olhos e concordou com a cabeça.
James acompanhou as duas levantarem e Neela levar a garotinha pela mão até a monitora da corvinal, Emmeline Vance.
Neela disse alguma coisa para a sorridente Emmeline e ela ofereceu a mão a garotinha.
Garotinha apertou a mão dela e se despediu de Neela com um abraço antes de seguir Emmeline.
Neela voltou para a mesa, pegou seu livro e se dirigiu para a porta, sendo alcançada na saída por Alice e Frank.
Eles saíram conversando do salão.
James se virou de volta para os amigos e viu Remus olhando para as pessoas saindo do salão, antes de virar o rosto para apressar Pedro.
Pedro, James e Remus levantaram e saíram do salão –Sirius havia sumido com Marlene mais ou menos na altura que serviram as sobremesas- seguindo Lílian e os alunos do primeiro ano.
-A senha muda toda semana. Essa semana é coração de dragão –disse Lílian, enquanto o retrato da mulher gorda girava e se abria.
Todos entraram no salão comunal e eles passaram pelos novatos que ouviam Lílian explicar sobre os quartos e o salão comunal e subiram para o quarto deles, encontrando com Marlene saindo pela porta.
Ela não disse nada, só deu um sorriso envergonhado e desceu para o salão comunal.
Eles entraram e encontraram Sirius deitado na cama dele, com os braços pra cima, sem camisa e com a calça do pijama.
-Ei, caras.
-Oi –disseram eles
Pedro tropeçou em alguma coisa e se abaixou para pegar.
Era um sutiã rosa claro.
-Hã...- disse Rabicho ficando muito vermelho estendendo a Sirius- Acho que ela esqueceu isso.
Sirius só deu uma risada
-Eu entrego pra ela depois –disse ele, jogando o sutiã sobre as coisas dele.
-Sério, almofadinhas? No meio do jantar do primeiro dia?
-Depois de tantos anos você ainda se surpreende? –perguntou James se jogando na cama dele
-Isso é normal e muito bom, aluado. –Sirius se espreguiçou na cama com um sorriso enorme- Você devia tentar um dia.
Remus ficou muito vermelho.
-Nem todo mundo precisa ser que nem você.
-Ah, qual é, Aluado. Quando foi a última vez que você esteve com uma garota? – Disse Sirius sentando na cama- Quer dizer, você gosta de garotas, não é?
-Sim, eu gosto de garotas, almofadinhas
-Você tem certeza? -perguntou ele- porque não vou negar, seria estranho, mas nós somos seus amigos e te apoiamos...
-Almofadinhas, pela última vez, eu não sou gay.
Sirius deu nos ombros.
-É só que nós não te vemos com ninguém desde...Emmiline Vance, no terceiro ano? –Sirius perguntou para Pedro, que concordou com a cabeça- Não faz bem pra você ficar tanto tempo sem algum...alívio.
-Almofadinhas, você é nojento –disse ele entrando no banheiro
Sirius só deu nos ombros e voltou a deitar.
Alguns minutos depois, Remus saiu do banheiro vestindo o pijama, deitou e fechou as cortinas da cama dele e Frank que aparecera no quarto, pegou o pijama e a escova e se trancou no banheiro.
-Nossa, o aluado ficou bem irritado, não é? –comentou Sirius a James
James franziu a testa
-Ele sempre fica assim quando o assunto é menina.
-Não sei porque.
- Acho que é o problema peludo dele. Ele se sente perigoso demais pra ficar perto de qualquer menina.
-Ele não precisa contar pra toda menina que ele beijar do problema peludo dele.
-Acho que é uma coisa que ele deve decidir. –disse James sério
-Mas...
-É melhor você deixar ele em paz.
Sirius deu nos ombros
Os garotos pararam de conversar quando Frank saiu do banheiro.
Todos se deitaram e disseram boa noite.
Remus, virou para o lado, ouvindo as palavras de James na sua cabeça "...se sente perigoso demais pra ficar perto de qualquer menina."
Ele suspirou e fechou os olhos, ouvindo por um tempo os roncos de Pedro, antes de adormecer e sonhar com um desejo secreto.
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-Vamos, almofadinhas! Você tem que acordar! –gritava James a Sirius
Sirius gemeu e enfiou a cabeça em baixo da coberta.
-Nós vamos perder o café, almofadinhas! –gritou James puxando a coberta do amigo
Sirius soltou um gemido e enfiou a cabeça de baixo do travesseiro.
-Eu desisto! –disse James – depois não venha reclamar que ficou sem café da manhã.
-Toda manhã é a mesma coisa. –comentou Pedro, enquanto os dois saiam para o grande salão
-Eu não sei por que ainda tentamos acordar ele. Remus já desistiu faz tempo.
Os dois desceram para o café, encontrando amigo tomando seu café da manhã ao lado de Frank e Alice.
-Bom dia –disseram os dois ao se sentar
-Bom dia –respondeu Frank
-Bom dia –disse Alice
-Alguma sorte com o almofadinhas? –perguntou Remus a James que se servia de torrada e ovos mexidos
James fez que não com a cabeça.
-É mais fácil acordar um urso hibernando do que ele.
Todos eles riram.
Dez minutos depois, quando quase todos já tinham terminado o café, Sirius apareceu, com a camisa desarrumada e a gravata desfeita.
-Vocês não podiam ter em acordado? –disse ele de mau humor, sentando-se a mesa
-Nós tentamos, mas pra variar, você não acordava –respondeu um James indignado- íamos ficar sem café
Sirius revirou os olhos e deu uma mordida numa torrada.
-Bom, enquanto vocês esperam o almofadinhas comer, eu vou pra biblioteca.
-Mas já? –perguntou Pedro
-Aluado, o que você possivelmente poderia fazer na biblioteca a essa hora? Ela nem deve estar aberta ainda –disse Sirius se servindo de suco de abóbora
-A não ser que seu interesse seja acordar Madame Pince –brincou James
Remus só revirou os olhos e ignorou o resto das brincadeiras dos amigos, saindo do grande salão.
Ele se dirigiu a biblioteca e passou por um casal de lufa-lufas encostados numa parede se beijando. Na verdade, eles estavam tão colados que era difícil dizer quem era quem, pensou ele.
Mas ele não pode deixar de sentir inveja deles.
Pare de ser bobo, Remus, disse a si mesmo.
Chegando a biblioteca, ele topou com Emmeline Vance.
-Bom dia, Emmeline –disse Remus
-Bom dia, Remus –respondeu ela
Emmeline e ele tiveram uma breve história juntos.
Por pressão dos amigos, ele a convidara para ir a Hogsmeade no terceiro ano.
Emmelne era uma garota simpática e muito bonita, com cabelos castanho lisos e compridos e olhos verdes; ela costumava a ser sua parceira nas aulas de transformações.
O encontro foi agradável e até divertido, já que ela inteligente e tranquila, mas também um pouco constrangedor.
Acabaram juntos por algumas semanas, mas quando ele a beijava, ele não sentia nenhuma paixão; e aparentemente, nem ela.
Um dia, eles simplesmente resolveram que eles se gostavam como amigos e apenas amigos.
E desde então, eram bons amigos.
-O que faz na biblioteca tão cedo? –perguntou Remus
-Eu estava procurando a Lilian. Ela me emprestou o livro de estudo dos trouxas dela, mas com todo aquele negócio de ficar brava com o Potter e sair brigando com ele, ela não me deu chance de devolver. –os dois riram- eu esperava que ela estivesse aqui
-Ela deve estar atrasada hoje, por que não a vi no café da manhã. Ou foi cedo demais. Eu não saberia dizer.
-Bom, eu posso entregar pra ela, se você quiser.
-Sério?
-Claro.
-Muito obrigada! –exclamou ela entregando o livro a ele.
-Sem problemas.
-Então a gente se vê na aula de feitiços?
-Claro.
-Vou guardar lugares pra você e os rapazes. –ela disse se virando pra ir embora
-Ah...Emmeline?
Ela se virou para ele.
-Posso...posso perguntar uma coisa?
-Claro.
-Eu,.. eu era bom pra você quando nós ficamos juntos?
-Oh – ela exclamou, surpresa, mas logo se pôs a pensar- Sim. Você era doce, gentil e muito atencioso. Eu sempre pensei que você sempre soube como se deveria tratar uma garota. Por quê?
-Hã..por nada. Só pensando
Emmeline deu um sorriso enorme.
-Ahhh...será que você anda pensando em alguém?
Remus corou.
-Não, eu não...
-Tá bem, tá bem. Eu não vou perguntar nada.
-Mas eu não.
-Tchau Remus. Diga oi pra essa garota pra mim.
-Emmeline, você entendeu errado.
Mas ela já tinha ido embora.
Remus cobriu os olhos com uma mão, pensando na bobagem que ele tinha feito.
-Mas Evans...- disse James a Lílian, a quem perseguia a alguns andares.
-Potter, pela última vez, eu não vou sair com você! Me deixa em paz!
-Mas, minha flor...
-Potter, eu juro que se você não me deixar em paz, eu vou te azarar!
-Você não faria –exclamou ele indignado
Lílian puxou a varinha e apontou para James.
-Experimenta
James não esboçou nenhuma reação, e Lílian virou as costas e saiu andando corredor a dentro.
James suspirou derrotado e a andar sem rumo, até chegar no terceiro andar
Como fazer ela sair com ele? Uma chance, era só o que ele precisava.
Parou, quando ouviu uma risada sair da antiga sala de feitiços.
Quem poderia estar lá? A sala não era usada geralmente, a menos que Flitwick fosse dar alguma ala em que ele sabia que ia acabar em explosões.
James puxou a varinha e foi espiar pela fresta da porta.
As carteiras da sala tinham sido movidas para o canto e uma toalha havia sido posta no chão, como num piquenique e estava cheia de coisas semelhantes a da mesa do salão principal e algumas comida que ele nunca tinha visto.
Sentados, cada um numa extremidade da toalha estavam um rapaz loiro da sonserina, que ele lembrava vagamente de ter visto por aí e uma garota que ele não conseguia ver o rosto (porque ela estava perpendicular, mas quase de costas para ele) , só o longo cabelo ondulado e a gravata da grifinória, presa como um cachecol no pescoço.
Eles estavam conversando e rindo, entre uma mordida e outra.
Era impressão de James, ou de repente estava muito abafado?
Ele ficou observando os dois, como pareciam relaxados e felizes.
De repente, quando o garoto olhou para o relógio e exclamou sobre o horário, James saiu correndo, enquanto o casal arrumava a sala.
Chegou na classe de transformações vinte minutos depois, já que ele foi para a sala de poções e a aula era de história da magia.
Por algum motivo, ele tinha ficado desorientado e ido para a aula errada, como se todas as coisas no seu cérebro tivessem se embaralhado.
Os alunos esperavam a professora McGonagall.
Sentou-se ao lado de Sirius, flertando com uma garota loira da corvinal.
Ele cutucou Remus, na sua frente, que conversava com Neela , Emmeline Vance e Kevin Burt, monitor da corvinal.
-Remus, me empresta a matéria de história da magia?
-Onde você estava?
-Explico depois.
Remus suspirou e entregou seu resumo a James.
-Cuidado com ele.
-Pode deixar.
Remus voltou a se virar e falar com os amigos.
James se virou e acenou para Pedro, sentado ao lado de Juliet McDart, uma loirinha da corvinal de quem ele tinha uma queda, mas nunca lhe dava bola. Pedro acenou de volta, tentando esquecer o quanto estava suando de nervoso perto de Juliet.
-Pontas, onde é que você se meteu? –perguntou Sirius, quando a professora apareceu e explicava o que iam fazer hoje
-Honestamente? Não tenho nem idéia
