ALVO POTTER e a Cúpula Arcada
Espero que tenham gostado do 1º Cap/Introdução. Fiz na pressa quando a inspiração resolveu chegar às 1:30 da manhã. Agora vai mudar um pouco a coisa, vai entrar um enredo e tals. Aproveitem!
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Capítulo 2 – A Nova Hogwarts
A primeira visão de Hogwarts impressionou Alvo.
- Espere até chegar lá. – Disse Escórpio.
Os barcos eram os mesmos da época de Harry, provavelmente o mesmo de séculos.
Foram guiados até o Salão Principal. Alvo se separou de Rose e Escórpio, que já tinham seu lugar na mesa. Escórpio era de Soncerina e Rose de Lufa-Lufa. Alvo lembrou das palavras de seu pai: "O chapeu seletor leva em conta a sua escolha".
A turma do primeiro ano foi à frente. Alvo só via sua irmã pulando no meio das amigas. O primeiro chamado. O chapéu bufou, depois um silêncio curto.
- Susan Hopkins! – gritou o Professor Briam, assustando todos. Briam era o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. Ele nunca teve cabelo, sua testa só tinha veias e cicatrizes, e era extremamente branco. Sua corcunda deixava tudo isso alguns centímetros mais para baixo.
A menina foi em passos curtos e apressados até a cadeira onde o sinistro professor botou o chapéu sobre sua cabeça. O chapéu bufou mais uma vez. Mighking levantou alguns centímetros para a frente. O chapéu bufou novamente.
-Hmm. Corajosa, certo?- retrucou o chapéu. Ele continuou. –Mas muito leal. Você é forte, garota! – A menina prensou os lábios. – Lufa-Lufa! – Foi a última palavra do chapeu. A garota levantou apressada, junto com o grito da mesa da Lufa-Lufa.
Depois os chamados foram Lucia McLugger, Corvinal e Peter Medved, Soncerina. Chegou a vez de Alvo.
- Este até eu quero saber, Sr. Potter, venha cá. – era raro Briam demonstrar interesse por alguma coisa.
O chapéu bufou mais forte desta vez. A mesa da Grifinória não se cansava de gritar seu nome. E ele não cansava de sussurrar Grifinória.
- Por favor, Grifinória! Grifinória, Grifinória!
O chapéu se irritou. – Não, desta vez não darei a brecha que dei ao seu pai. Consigo imaginar perfeitamente um texugo ao seu lado. Até seus traços combinam com o preto-amarelo. Lufa-Lufa!
- Não! Por favor! Eu preciso disso! – Disse Alvo.
- Para isso, eu acho que um pouco de coragem seria bom, Sr. Severo. Agora Briam, tire-me de cima deste impostorzinho. – Disse o chapeu.
O salão ficou em silêncio dessa vez. A mesa de Lufa-Lufa não sabia se vibrava ou xingava. Alvo sentou ao lado de Susan.
- Acho melhor você aqui. – Ela disse.
- Eu espero que sim. – Ele respondeu. Depois do banquete, Alvo tinha aula de Herbologia. Sua irmã foi o infernizando atrás, com suas amigas, todas da Grifinória.
Escórpio foi atrás dele.
- Os g-garotos do trem! Estão na Soncerina! – Disse Malfoy, gaguejando, como fazia quando estava nervoso. Alvo deu uma pensada.
- Talvez seja até melhor. Tente descobrir se eles querem alguma coisa. – Disse Alvo. Neville estava na porta esperando. – Tenho que ir – disse Alvo.
- Olá Severo! Como vai? Seus pais estão bem? – Perguntou Neville.
- Sim, Professor Longbottom. Eles mandaram um abraço. – Respondeu Potter.
Neville deu um sorriso. Empurrou a porta abrindo-a mais alguns centímetros, em sinal de boas-vindas. A estufa estava pouco diferente da mesma que Harry viu. Além de ser quatro ou cinco vezes mais alta, havia balcões brancos iluminados por altíssimas lamparinas-magras, seguidos de janelas verticais estreitas por onde entrava luz exatamente na direção das plantas. E, claro, o professor. A turma era pequena. Susan, Alvo, Lilian, e alguns poucos grupos de pessoas do primeiro ano.
Primeiro o professor apresentou à turma as plantas da primeira estufa.
- Olá turma. Aqui a esquerda podemos ver uma autêntica Frutus Guaculus, mais conhecida como A Planta Morta, por, como sabem, fingir estar morta para atacar as presas. Não toquem-na por favor. – Foi a primeira apresentada. – Aqui temos uma das comuns Ervas Trambolhas. Apesar de terem, no máximo, 20cm de altura, pesam cerca de trezentas e vinte e quatro toneladas. Foram as culpadas da destruição da Casa do Grito, ano passado. – De fato a Casa do Grito fora destruída por um lançamento mágico da Erva Trambolha, que foi atirada, de cima, diretamente no telhado. A turma se impressionou.
– Abram Mil Ervas e Fungos Mágicos na página 543 agora. Lá diz algumas coisas sobre ela. – Disse o professor.
Todos continuaram seguindo o professor. Entraram na segunda estufa, com uma neblina extremamente forte. Não se vía a pessoa ao lado. Também um forte chiado atrapalhava o entendimento das palavras do professor. Susan grudou em Alvo, para não se perder. – Acho que eles já saíram – ela disse. Eles saíram da estufa, e a turma estava lá.
- Há alguns anos, foram achados receitas de cruzas de sementes, escritas por Filida Spore, que formam um Salgueiro Lutador. O Diretor Mighking ordenou que, aqui, na estufa 3, fossem cultivados vinte e cinco dessas. Por tanto, esta estufa está em Eterna Guerra. Os salgueiros ainda estão minúsculos, mas sua força se assemelha a força de um Trasgo bebê. Aqui é outro lugar que nunca poderão entrar sem a companhia de um supervisor. No caso, eu ou Ícaro Platus. – Platus era o substituto de Hagrid, que estava em licença de Hogwarts para aperfeiçoar tecnicas de criação de dragões.
– Estou indo buscar um para mostrar-vos. Esperem um segundo – Continuou o professor. Ele entrou na estufa, e as sombras assustaram os alunos. Ele voltou com um vaso do tamanho de uma xícara, com um tipo de bonsai. Era um verdadeiro salgueiro que fora enfeitiçado para lutar, o caso do "pai" deste menor. A planta parecia inofensiva. –Muito cuidado! – pediu o professor. A turma chegou mais perto, e a árvore moveu os galhos superiores como se estivesse movendo braços. Durante alguns segundos ele se paralisou. Lilian e Miranda, sua amiga, chegaram bem perto da planta. O salgueiro levantou em um pulo e bateu com os galhos no estômago da Srta. Potter, que vomitou uma gosma verde nojenta no jaleco de Neville. – A aula está suspensa. – Ele encerrou esguichando o jaleco e entrando na primeira estufa, onde tinha materiais para se limpar. Todos se dispersaram na mesma hora.
Alvo seguiu sozinho. Suzan foi para o outro lado, junto com Kate Trimble, sua melhor amiga.
Escórpio estava escorado em uma coluna dos arcos góticos à espera da aula de Alvo acabar, o que ocorreu mais cedo do que ele esperava.
- Tive aula de Defesa. Briam é o pior professor do mundo! – Disse Malfoy.
- A cara dele diz tudo... – Confirmou Alvo. – Hm. O professor citou alguém que se chama Prato. - - "Platus" – Corrigiu Escórpio.
- É o guardião das chaves de Hogwarts. Hagrid era muito melhor. Na verdade é o substituto. Ele sempre recebe pessoas na sua cabana, quer conhecê-lo? – Escópio continuou.
- Deve ser interessante. – Alvo confirmou. Rose veio correndo pelo corredor.
Desceram a colina saltando. No caminho, avistaram a silhueta do que parecia um meteoro ou algo do tipo. Aproximaram-se. Era uma abóbora gigante, com uma pessoa em cima. Esta pessoa era Ghilaaf Piya, meditando.
- Você está bem? – Perguntou Rose. Ghilaaf ficou em silêncio. – Como você chegou aí? – Ela persistiu.
- Shhh, deixe-me meditar em paz! – Disse o menino. – Sim, estou muito bem, cheguei aqui com Mobilicorpus. Mais alguma pergunta "madame"? – Disse ele em tom sarcástico e irritado. Isso encomodou Rose, que se irrita facilmente. Sua raiva normalmente era sufocada por feitiços pequenos e momentaneamente perturbadores. Foi o previsto por Alvo, que a impediu de movimentar a varinha. Eles seguiram o caminho. A cabana estava eventualmente cercada por placas escrito "Não Perturbe" e recados para se afastarem. Não foi o que eles fizeram.
- Droga! Tenho uma reunião com Mighking agora. Tenho que ir. Depois é sua vez, Alvo. – Disse Rose, apressada, após verificar o relógio de uma torre. Alvo confirmou com a cabeça.
Ela saiu correndo. De longe, eles viram que Rose lançou um Flipendo que derrubou Ghilaaf da abóbora. Potter e Malfoy riram. Logo depois bateram na porta.
- Não leram as placas? – Murmurou Platus. Ele sempre dizia isso. Escórpio sabia que, mesmo entrando, Platus era inofensivo. Escórpio empurrou a porta, deu uma espiada. Platus estava, como quase todo seu tempo livre, lendo um livro na poltrona velha de Hagrid. –Agora que estão aqui, sentem-se. – Disse Platus.
- Alvo quis conhecer você, e acho que... – Escórpio foi interrompido.
- Alvo? Alvo Severo Potter? Não creio! – Platus se impressionou.
-Sim, é ele. – Disse Escórpio
- Muitíssimo prazer! Você se parece tanto com seu pai... É até grande para Onze anos!
- Na verdade tenho doze... Entrei um pouco mais tarde – Disse Alvo
- Um ano... As cartas finalmente falharam? Já posso discutir com Mighking. Velho babão... – Apesar de reclamar, Ícaro era um grande amigo do professor Mighking.
Alvo e Escórpio preferiram nem falar a verdade. A conversa ficou parada. Escórpio resolveu falar para descontrair.
- Então... Como vão as coisas por aqui? – Escórpio perguntou.
- Ruins, ruins. O tempo está feio, a floresta perigosa, e um indiano louco resolveu meditar nas minhas abóboras! – Platus respondeu.
Os jovens riram. Na verdade, o tempo estava bom, até o momento que Platus ressaltou a questão de tempo. Uma nuvem negra cobriu Hogwarts, e um trovão quebrou a calma dos corvos nas abóboras.
- Acho melhor irmos. – Disse Alvo.
Se despediram de Platus e saíram. Rose veio novamente correndo do corredor.
-Alvo! Alvo! Esqueceu da reunião? Mighking deve estar uma verdadeira fera! – Ela disse.
Alvo se despediu de Escórpio apressadamente e correu para a sala do diretor. Cruzou-se com Rose. "Tenho que falar com você." Ela sussurrou.
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Postei isso antes de alguma alma viva escrever algum mísero review, então, se alguém mandar um depois de ler isso, saiba que fico muito grato.
OnlyOneI.
